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    • Revendo essa obra-prima aqui depois de 15 anos, e depois de "Call Me By Your Name". As mesmas cenas de amor nos gramados; os amantes descendo rápido pelas escadas, casamentos-fugas... James Ivory é um mestre. Tudo é pomposo, elegante, chic, lento e intenso (o que não é contradição nenhuma). Um banho de cinema.
    • critica Um dos maiores problemas que o horror enfrentou nos cinemas, desde os anos 80, foi a expansão das franquias. O que antes eram obras excelentes e intocáveis, como o primeiro A Hora do Pesadelo, O Exorcista e Poltergeist, logo se transformaram em séries contínuas, com filmes cada vez mais decadentes e desinteressantes.
      Por sorte, o novo Halloween sabe cortar o mal pela raiz: aqui, temos uma espécie de "retcon" da série de filmes, o que significa que qualquer coisa feita após o filme original de 1978, sejam as sequências ou os reboots, é sumariamente ignorado. E essa é a melhor decisão possível, pois o longa de 2018 é o melhor sucessor já feito ao filme de John Carpenter.
      A história do longa é simples: após seu frenesi assassino, em uma noite de Dia das Bruxas há quarenta anos, Michael Myers finalmente se livra da prisão. E então, ele sente a necessidade de ir atrás da única sobrevivente de seu ataque: Laurie Strode. Felizmente, ela está mais preparada do que nunca para enfrentar esse psicopata diabólico.
      O novo Halloween é um slasher clássico, em sua essência. Acompanhamos o assassino à solta, enquanto suas vítimas vão sendo reveladas aos poucos, todas com mortes brutais e violentas. No entanto, o que torna ele diferente de zilhões de filmes do mesmo subgênero é a construção de tensão e atmosfera, que nunca esteve tão sufocante.
      Aqui, temos o retorno de Michael Myers à melhor maneira possível. Enquanto o ator James Jude Courtney oferece uma fisicalidade impressionante ao papel, é justamente Nick Castle - que interpretou o personagem no longa de 1978 - que traz vida a Myers, já que "dubla" a respiração pesada do vilão. E pode parecer besteira, mas faz uma grande diferença.
      No entanto, quem está brilhando mais do que nunca é Jamie Lee Curtis no papel de Laurie Strode, a vítima original. A atriz entrega uma performance séria e que retrata todos os traumas deixados na sobrevivente. É possivelmente um dos melhores papéis em sua carreira, principalmente porque, dessa vez, ela também parte para a ação bruta.
      Aliás, há toda uma construção muito interessante no que diz respeito aos paralelos entre os dois. De certa forma, ambos foram marcados pelos eventos retratados no primeiro filme. E enquanto Michael Myers se tornou uma criatura desesperada para reencontrar a "que escapou", Laurie também se tornou uma máquina de matar - embora não pratique isso prazerosamente.
      É justamente essa dicotomia que torna os dois os arqui-inimigos mais impressionantes dentro de uma franquia de horror. O longa faz você sentir na pele o ódio e a repulsa que um sente pelo outro, enquanto os dois vão se tornando mais parecidos. Destaque para a "batalha final", que, apesar de curta, faz você sentir cada segundo da tensão.
      Claro que os dois não são os únicos a ter espaço. Judy Greer está excelente, interpretando a filha de Laurie Strode. A atriz, geralmente conhecida pela comédia, entrega aqui um papel mais sério - e consegue trazer à vida uma mulher torturada pela sua infância, mas que cresceu preparada para o pior.
      Além dela, temos destaque para Andy Matichak, que interpreta a neta de Laurie; Will Patton, no papel do Policial Hawkins; Rhian Rees, que vive uma jornalista e participa de uma das cenas mais tensas do longa. No geral, o filme é uma ode às scream queens (ou "rainhas do grito"), título que Lee Curtis assumiu com prazer. A diferença é que, aqui, as mulheres fazem bem mais do que gritar: elas também sabem se defender.
      A direção de David Gordon Green é, em maior parte, excelente. O cineasta tem uma visão bem interessante e sua cadência da obra lembra muito a de John Carpenter no filme original, embora ele também demonstre sua identidade autoral aqui. Destaque para a fotografia de Michael Simmonds, com direito a um plano-sequência de cair o queixo.
      No entanto, nem tudo são flores. E com isso, falo do roteiro. O texto foi escrito pelo diretor, em conjunto com Danny McBride (sim, ele mesmo) e Jeff Fradley. É, basicamente, um poço de exposição e frases de efeito baratas. Só nos primeiros trinta minutos de filme, a história do longa original já foi contada e recontada pelo menos umas três vezes.
      Esse é um problema severo, que faz com que alguns personagens percam força. Por exemplo, mais de uma vez, vemos Jamie Lee Curtis falando frases altamente mecânicas, mas carregadas de várias frases de efeito genéricas. Em outra cena, temos Judy Greer contando para sua filha de como foi sua infância, de uma forma bizarramente inorgânica.
      Ainda assim, você pode relevar pela construção de atmosfera - que realmente é genial. O maior elogio precisa ir para o brilhante uso de som contrastado com silêncio. Mais de uma vez, você vai se encontrar na beira da cadeira, esperando pelo pior - que você sabe que virá. E a trilha sonora, composta por John Carpenter, é um dos pontos altos. Além de atualizar o tema clássico, ela fica na cabeça por um bom tempo.
      Em termos de narrativa, há também uma reviravolta que acontece antes do início do terceiro ato. É um plot twist simplório, bem previsível, e que não soa muito bem - mas logo se corrige quando Michael Myers volta a ter destaque. Não é nada muito abrupto, mas faz com que o filme perca o gás momentaneamente.
      Ainda assim, a fluidez da história é essencial - e se mostra presente em boa parte do filme. Com 106 minutos de duração, e ação ao máximo, o filme passa num estalar de dedos, se mostrando uma experiência bem divertida e agradável. Mas não se engane, há um terror evidente aqui - e, mais uma vez, você vai acreditar que Myers é o bicho-papão.
      Halloween voltou com tudo. E embora já existam discussões a respeito de uma possível continuação, o longa serve como uma conclusão muito satisfatória para o conflito entre Michael Myers e Laurie Strode. É uma história de ódio, vingança e medo, mas acima de tudo, é um slasher de primeira, que vaia gradar os fãs do gênero.
      Apesar de algumas falhas no roteiro e na construção da narrativa, o filme com certeza vai conquistar os amantes do clássico de John Carpenter, ao mesmo tempo que prepara o terreno para uma nova legião de fãs. David Gordon Green conseguiu; ele fez a primeira continuação decente de Halloween, e lembraremos dela por um bom tempo.
      Nota: 4/5
    • Snyder ainda dando migalhas pra galera em suas redes sociais... mais do mesmo..😝  ZACK SNYDER EXPLICA AS FALAS FINAIS DE LEX LUTHOR NO FILME! Em uma recente interação com os fãs, o diretor Zack Snyder revelou que os sons de sinos feitos por Lex Luthor no final de Batman vs Superman: A Origem da Justiça se referem aos sons feitos pelas Caixas Maternas. Mesmo depois de dois anos do lançamento de Batman vs Superman: A Origem da Justiça, o diretor Zack Snyder continua interagindo com os fãs para falar sobre curiosidades do controverso filme. Desta vez, o diretor resolveu falar sobre os sons feitos por Lex Luthor após sua prisão. No final do longa, vemos Batman intimidando Luthor na prisão, que responde à visita fazendo sons que indicavam a chegada do Lobo da Estepe e de seus capangas. Ao ser questionado por um fã, Snyder confirmou que os sons feitos por Lex são uma reprodução dos sons feitos pelas caixas maternas. “Sr. Snyder, os “ding ding ding” na cena do Lex Luthor em BvS são os sons das Caixas Maternas?”
      “sim” Ainda não se sabe o que acontecerá com o núcleo de Apokolips nos futuros filmes da DC, ainda mais depois do fracasso de Liga da Justiça, mas até o momento, sabemos que Os Novos Deuses terão um filme próprio, o que pode indicar que veremos mais das Caixas Maternas no futuro.
          😂🤣 - Sr. Snyder, os “ding ding ding” na cena do Lex Luthor em BvS são os sons das Caixas Maternas? (Nossa, nem percebi. Vou falar que sim) - Sim 😁  
    • anotem aí...  Netflix - Punho de Ferro - Luke Cage = Heróis de Aluguel PS: mas em off o negócio é que tão dizendo q a série do Luke Cage foi cancelada por um motivo que ator não estava concordado com os rumos que a série iria ter na terceira temporada então ele não renovou , por isso o cancelamento;mas creio que Netflix queria cancelar, ela só teve um motivo satisfatório pra isso  Heróis de Aluguel | Finn Jones indica que série pode estar acontecendo Com os destinos de Luke Cage e Punho de Ferro recentemente definidos pela Marvel e Netflix, novidades sobre o que pode estar por vir continuam surgindo. E desta vez, as mais recentes reforçam os rumores de Heróis de Aluguel.  Em uma recente passagem pela sua conta no instagram, o ator Finn Jones, intérprete de Danny Rand / Punho de Ferro, postou uma imagem da série Luke Cage na qual os personagens combinam os seus poderes para derrotar oponentes. Acontece que, se não bastasse, a imagem em questão foi postada pouco tempo depois do anúncio envolvendo o cancelamento de Luke Cage. E como as duas séries foram canceladas com a mensagem de sempre seguir em frente, isso acabou indicando que uma série protagonizada pela dupla conhecida como Heróis de Aluguel pode realmente acontecer. A série de quadrinhos Heroes for Hire foi lançada em 1997, apresentando a dupla de heróis Luke Cage e Danny Rand como protagonistas e trabalhando juntos para resolver serviços por contrato. A Marvel e a Netflix trabalham atualmente no desenvolvimento da 3ª temporada de Jessica Jones, confirmado em maio, além da 2ª temporada protagonizada pelo Justiceiro. Por sua vez, uma 4ª temporada de Demolidor ainda não está confirmada.     Punho de Ferro | Site afirma que Finn Jones voltará a viver o personagem em outras séries Com o lançamento da 3ª temporada de Demolidor definido para a próxima sexta-feira, outras séries da Marvel e Netflix vem ganhando novidades recentemente. E entre elas, o cancelamento de Punho de Ferro foi um dos destaques. Entretanto, de acordo com o site EW, o fim da série solo protagonizada pelo personagem não quer dizer que ele deixará de aparecer no universo em questão. A publicação destaca que Finn Jones retornará como o personagem em outros títulos em breve, mas não diz em quais. Além de afirmar ter tal informação confirmada, eles ainda usam duas declarações para reforçar tal notícia. A primeira delas é justamente a declaração das empresas, no qual é dito ao seu final que “Enquanto a série na Netflix termina, o imortal Punho de Ferro vai viver.” Já a segunda é justamente a declaração do ator Finn Jones, que começou a sua postagem no instagram com a frase de que “cada final é um novo começo”. O certo é que aquilo que esperávamos vai aos poucos se tornando mais claro. Mesmo sem uma série própria, devemos ver Danny Rand novamente em algum momento ao lado de algum personagem neste universo da Marvel e Netflix. Além disso, uma das nossas apostas ainda gira em torno de uma série dos Heróis de Aluguel ou até mesmo As Filhas do Dragão.Vale ainda lembrar que além da 3ª temporada de Demolidor, que estreia no dia 19 de outubro, a Netflix está atualmente trabalhando também no terceiro ano de Jessica Jonese Luke Cage. Além disso, a 2ª temporada de O Justiceiro também está em andamento.    
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