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Forum Cinema em Cena

Oscar

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72 topics in this forum

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  1. Oscar 2016: Previsões

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  2. Oscar 2015: Previsões

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  3. Bolão do Oscar 2014

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  4. Oscar 2014: Previsões

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  5. Curiosidades do Oscar

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  6. Oscar 2016: Previsões

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  7. Bolão do Oscar 2013

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  8. Bolão do Oscar 2012

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  9. Oscar 2012: Previsões

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  10. Oscar 1990

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  11. Oscar 1996

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    • Nós | Terror do diretor de Corra! ganha data de estreia no Brasil   A Universal Pictures do Brasil anunciou nesta quinta-feira (13) que Nós (Us), novo filme de terror do diretor e roteirista Jordan Peele (Corra!) já tem data para chegar ao país.   O filme chega em 21 de março de 2019, e o primeiro cartaz nacional da obra também foi divulgado. Confira abaixo.
    • A Mula | “Esse filme é diferente de tudo o que já fiz”, afirma Clint Eastwood em vídeo A Warner Bros divulgou nesta quinta-feira (6) um novo featurette de A Mula, novo filme dirigido e estrelado por Clint Eastwood – seu segundo trabalho em 2018, após 15:17 – Trem para Paris.   O vídeo traz Eastwood e o elenco falando sobre a trama do filme, que o diretor afirma “ser diferente tudo que já fez”. Aos 88 anos, Eastwood assume a direção e o protagonismo do filme, sendo sua primeira atuação desde Curvas da Vida. O veterano estará ao lado de Bradley Cooper, com quem trabalhou em Sniper Americano. A trama baseada em história real vai acompanhar Earl Stone (Eastwood), um veterano do exército americano que, ao voltar da guerra, se tornou um horticultor premiado.  
    • Ainda não sei se é um épico, ou uma lírica; se é grandioso, ou íntimo; se é coletivo, ou individual; se é a história do México, ou só uma lembrança. Só sei que é o melhor filme do ano! Não vou ficar tecendo loas ao Cuarón como diretor, por que ele simplesmente não precisa mais. Quero enaltecer outros méritos, o dele, como roteirista, ao escrever um realismo tão bonito. As crianças falam como crianças - não creio ter sido algo escrito. Dá pra ver o improviso. Dá gosto de testemunhar a vida na tela disfarçada de ficção. O único momento que me pareceu artificial foi passado no plano do incêndio, mas mesmo assim - notem - justifica-se pelo figurino do ator. Achei que não precisava, mas mesmo assim, compreendo. Uma lasquinha a tirar do realismo, mas mesmo assim, justificado. Eugenio Caballero, que assina a Direção de Arte, oscarizado por "O Labirinto do Fauno", faz um trabalho excepcional. O filme é decima a baixo lindo, e crível. As locações, a época, os automóveis antigos...É perfeito! Podemos sentir a época, a condição financeira, a desigualdade social, tudo... O som é totalmente diegético, o que pode levar à uma justa indicação, senão inesperada, na categoria de Mixagem de Som.  A Fotografia é belíssima. Ouvi Cuarón dizer que a toda hora se perguntava: "O que Chivo faria?". Esta aí o segredo. Emular seu compatriota, o que não é demérito, é inteligência. É favorito ao Oscar na categoria, embora, eu, respeitosamente, ache a de "Cold War" levemente superior. Yalitza Aparício, uma simples professora, está magnífica. Transbordando humanidade e carinho. Há uma cena, quase no final do filme, que eu acabo de me inteirar que é improviso. Ela não sabia o que se passaria. Mike Leigh fazendo escola, e o resultado? Gente...de tirar o fôlego. Ela é uma atriz não-profissional, e vendo-a eu só conseguia pensar como todo mundo pode atuar! Basta introjetar o personagem e treinar seu corpo, seu aparelho humano. Stanislavski, neste momento, está orgulhoso! Sua "Preparação do Ator" está mais uma vez convalidada. É um absurdo corporativista ela não ser indicada. A cena do cartaz, na praia, é o plano mais arrebatador do ano. Sem dúvida. Mas, pra quem tem 3 anos de yoga, como eu, a cena em que a personagem dela faz um ásana de equilíbrio em meio aos homens desequilibrantes me deixou emocionado. No filme, ainda tem uma curiosa homenagem à ..."Gravidade". Achei fofo.  O cinema foi parar na televisão. Obrigado, Netflix. É muito cinema, é cinema demais, é tanto cinema que eu nem sei... Uma obra-prima completa e absoluta.
    • Ainda não sei se é um épico, ou uma lírica; se é grandioso, ou íntimo; se é coletivo, ou individual; se é a história do México, ou só uma lembrança. Só sei que é o melhor filme do ano! Não vou ficar tecendo loas ao Cuarón como diretor, por que ele simplesmente não precisa mais. Quero enaltecer outros méritos, o dele, como roteirista, ao escrever um realismo tão bonito. As crianças falam como crianças - não creio ter sido algo escrito. Dá pra ver o improviso. Dá gosto de testemunhar a vida na tela disfarçada de ficção. O único momento que me pareceu artificial foi passado no plano do incêndio, mas mesmo assim - notem - justifica-se pelo figurino do ator. Achei que não precisava, mas mesmo assim, compreendo. Uma lasquinha a tirar do realismo, mas mesmo assim, justificado. Eugenio Caballero, que assina a Direção de Arte, oscarizado por "O Labirinto do Fauno", faz um trabalho excepcional. O filme é de cima a baixo lindo, e crível. As locações, a época, os automóveis antigos...É perfeito! Podemos sentir a época, a condição financeira, a desigualdade social, tudo... O som é totalmente diegético, o que pode levar à uma justa indicação, senão inesperada, na categoria de Mixagem de Som.  A Fotografia é belíssima. Ouvi Cuarón dizer que a toda hora se perguntava: "O que Chivo faria?". Esta aí o segredo. Emular seu compatriota, o que não é demérito, é inteligência. É favorito ao Oscar na categoria, embora, eu, respeitosamente, ache a de "Cold War" levemente superior. Yalitza Aparício, uma simples professora, está magnífica. Transbordando humanidade e carinho. Há uma cena, quase no final do filme, que eu acabo de me inteirar que é improviso. Ela não sabia o que se passaria. Mike Leigh fazendo escola, e o resultado? Gente...de tirar o fôlego. Ela é uma atriz não-profissional, e vendo-a eu só conseguia pensar como todo mundo pode atuar! Basta introjetar o personagem e treinar seu corpo, seu aparelho humano. Stanislavski, neste momento, está orgulhoso! Sua "Preparação do Ator" está mais uma vez convalidada. É um absurdo corporativista ela não ser indicada. A cena do cartaz, na praia, é o plano mais arrebatador do ano. Sem dúvida. Mas, pra quem tem 3 anos de yoga, como eu, a cena em que a personagem dela faz um ásana de equilíbrio em meio aos homens desequilibrantes me deixou emocionado. No filme, ainda tem uma curiosa homenagem à ..."Gravidade". Achei fofo.  O cinema foi parar na televisão. Obrigado, Netflix. É muito cinema, é cinema demais, é tanto cinema que eu nem sei... Uma obra-prima completa e absoluta.  
    • GENTE... Socorro, deem todos os Oscars!!!!!!!!!!
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