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  1. Cineclube em Cena

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  2. Cozinha do Inferno

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  3. 19 Dias de Horror

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  4. Perdidos no Espaço

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  5. O Cinéfilo

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  6. Festival Hitchcock!

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  7. Filme x Filme

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  • Posts

    • O bicho ficou interessante. Ao menos nessa breve passagem. 

      O problema é ser um produto SONY. A mão da Marvel Studios faz falta. 
    • Que começa a se formar no céu.
    • https://mobile.twitter.com/Mister_BatfIeck/status/988534550039953409/video/1  
    •     120 BATTEMENTS PAR MINUTE  [2017] Filme muito bem realizado, começando uma discussão geral, em torno do movimento ativista ACT UP em prol dos direitos dos soros positivos e pela luta de uma política do governo de prevenção e tratamento da AIDs, e caminhando gradativamente para a particularidade de um personagem em específico, o manifestante soropositivo Sean, vivido muito bem pelo argentino Nahuel Pérez Biscayart. Há cenas em que a câmera sempre parece querer colocar o expectador ao lado dos personagens, seja nas festas ou mesmo em momentos de intensa dor ou prazer. A cumplicidade da câmera com os atores é um grande forte e resulta numa bela imersão do público. O filme peca por ser um pouco longo demais, em seus 140’, podendo ter optado por uma edição um pouco mais enxuta. Mas talvez tenha sido escolha do diretor ir por esse caminho mais longo exatamente pela tentativa de abordar um assunto de forma ao mesmo tempo ampla (em torno do movimento e suas peculiaridades) e também intimista (com o personagem Sean e sua luta contra o HIV). Um drama importante, consciente da força de seu tema.






      YOU WERE NEVER REALLY HERE [2017]

      Belíssmo filme, despretensioso, um belo exercício da diretora Lynne Ramsay em torno do gênero noir. Lembra em muito Taxi Driver, mas guarda particularidade como a relação do personagem de Joaquin Phoenix com sua mãe e o uso (econômico) do humor negro. O roteiro é ágil, caminhando para algumas situações que normalmente se vê em filmes do gênero. O grande acerto é a escolha de Phoenix para o filme, numa interpretação intensa e violenta. E, falando em violência, Ramsay tem méritos por sempre conseguir extrair da violência situações interessantes, como a de um assassino e do detetive deitados ao chão e interagindo ao cantarolarem, juntos, uma música que toca no rádio. Baseado numa novela de Jonathan Ames, o filme tenta fugir dos clichês do gênero, mas também abraça outros. A questão em torno da violência contras as crianças que ronda a trama é algo muito recorrente. Um filme rápido, curto, mas que funciona muito bem.  
    • Quem diriaque  a Netflix iria me ajudar a colmatar uma das minhas maiores e vergonhosas lacunas cinematográficas...
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