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  1. Cineclube em Cena

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  8. Perdidos no Espaço

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    • To achando que é isso ai que o SOTO sugeriu. Vão "fundir" as série em HERÓIS DE ALUGUEL. Se bem que tão dizendo que um dos motivos do cancelamento da série foi problemas na negociação com o Colter, ai  já é outro problema bem diferente.  Ou simplesmente a Netflix resolveu cancelar a série por "audiência" mesmo. Mas é estranho ser isso, tendo em vista o tempo que levaram pra tomar essa decisão, sendo que em menos de um mês, o machado já caiu em cima do PUNHO DE FERRO.
    • Não vi nada que indique que será cópia carbono do original não. Que a historia era a mesma é de se esperar, já que é um remake, assim como a história do IT foi a mesma (com a diferença que focaram só na história das crianças). A estrutura básica é a mesma, mas pode ter um monte de diferenças estéticas e (ou) narrativas que podem levar o filme pra uma direção diferente.
    • Muito aquém do que se esperava em termos de bilheteria, "First Man", no entanto, como filme, cumpre a missão. É muito bom sempre, em alguns momentos ótimo, e a meia-hora final é excelente. Nem com reza brava Justin Hurwitz perde a estatueta de Trilha Sonora (será sua terceira), pois é histórica de tão emocionante e deslumbrante, principalmente a composição de chegada à lua. Ma-ra-vi-lho-sa! A Fotografia do sueco Linus Sangren é belíssima, tanto no espaço como no interior da casa. A meu sentir, tem muito a ver com o brilho na "esfera" da atmofera da Terra em tudo: a luz na esfera do rosto da esposa, a luz na esfera do relógio do Ryan Gosling, a luz na esfera da nave...É um arraso! Mixagem de Som e Edição de Som, ambas, sublimes, tendo responsáveis como Mildred Latrou (La La Land) Jon Taylor ( 3 vezes indicado antes, por todas, "The Revenant") e o time de "Baby Driver" por trás. A montagem intercala momentos de documentário da época e se destaca também nas partes de decolagem, e trepidações, e tal. Mais uma indicação para o Tom Cross. Nathan Crowley e Mary Zophres, mais uma vez, tèm um trabalho impecável e que passa despercebido de tão bom. Não sei o que falta para serem premiados, a não ser "aparecerem", "gritarem", mas os dois como pessoa não são assim. Vejo o inglês, no entanto, com mais chance de indicação. Os atores...Ryan Gosling está excelente, como sempre. Muito interiorizado, compenetrado, muito digno, nunca esquecendo que Neil Armstrong de fato não tinha lá muito carisma pessoal. Claire Foy, que muitos já veem como a futura vencedora em Atriz Coadjuvante, está muito bem, tendo duas boas cenas para exercer a carga dramática. Sempre me chama a atenção como os olhos marejados emocionam mais do que as lágrimas. E ela os mantêm assim, entre intensidade e preocupação. Damien Chazelle, o mais jovem diretor premiado com o Oscar, é muito bom diretor. Se "Whiplash" - como eu defendo - é um suspense; "La La Land", um musical; "First Man" pertence ao drama biográfico, um gênero muito convencional, complicado de inovar. Aqui, não há inovação. Há execução, trabalho técnico. Excelente trabalho técnico.
    • O filme de hoje não poderia ser outro. Muito aquém do que se esperava em termos de bilheteria, "First Man", no entanto, como filme, cumpre a missão. É muito bom sempre, em alguns momentos ótimo, e a meia-hora final é excelente. Nem com reza brava Justin Hurwitz perde a estatueta de Trilha Sonora (será sua terceira), pois é histórica de tão emocionante e deslumbrante, principalmente a composição de chegada à lua. Ma-ra-vi-lho-sa! A Fotografia do sueco Linus Sangren é belíssima, tanto no espaço como no interior da casa. A meu sentir, tem muito a ver com o brilho na "esfera" da atmofera da Terra em tudo: a luz na esfera do rosto da esposa, a luz na esfera do relógio do Ryan Gosling, a luz na esfera da nave...É um arraso! Mixagem de Som e Edição de Som, ambas, sublimes, tendo responsáveis como Mildred Latrou (La La Land) Jon Taylor ( 3 vezes indicado antes, por todas, "The Revenant") e o time de "Baby Driver" por trás. A montagem intercala momentos de documentário da época e se destaca também nas partes de decolagem, e trepidações, e tal. Mais uma indicação para o Tom Cross. Nathan Crowley e Mary Zophres, mais uma vez, tèm um trabalho impecável e que passa despercebido de tão bom. Não sei o que falta para serem premiados, a não ser "aparecerem", "gritarem", mas os dois como pessoa não são assim. Vejo o inglês, no entanto, com mais chance de indicação. Os atores...Ryan Gosling está excelente, como sempre. Muito interiorizado, compenetrado, muito digno, nunca esquecendo que Neil Armstrong de fato não tinha lá muito carisma pessoal. Claire Foy, que muitos já veem como a futura vencedora em Atriz Coadjuvante, está muito bem, tendo duas boas cenas para exercer a carga dramática. Sempre me chama a atenção como os olhos marejados emocionam mais do que as lágrimas. E ela os mantêm assim, entre intensidade e preocupação. Damien Chazelle, o mais jovem diretor premiado com o Oscar, é muito bom diretor. Se "Whiplash" - como eu defendo - é um suspense; "La La Land", um musical; "First Man" pertence ao drama biográfico, um gênero muito convencional, complicado de inovar. Aqui, não há inovação. Há execução, trabalho técnico. Excelente trabalho técnico.  
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