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Forum Cinema em Cena

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    • Vaiado em Cannes em 1992, mas progressavamente vai ganhando fãs. É uma cacetada no cérebro, mas a música de Badalamenti e aquele clima, ora de telenovela, ora de filme de horror, me fascina. Por mais que eu não continue entendendo todo o desenho lógico.
    • Primeiro livro que me chega às mãos do búlgaro-inglês, Prêmio Nobel de 1981, Elias Canetti. São ensaios escritos de 1962 a 1974, sobre a responsabilidade do ato de escrever, abrangendo figuras tão diferentes quanto Tolstói, Kafka, Hitler, Confúcio, e um médico japonês que descreveu em seu diário a destruição da bomba de Hiroshima. "Um poeta é original, ou não é poeta". Já começamos bem. Quanto mais ganho idade, mais gosto de ler ensaios.
    • Eu vi "Z" na adolescência e lembro-me de ter achado chato. Ontem, bebendo cerveja no frio com os amigos do rock, um deles, o mais culto, me intimou a rever o filme. Missão cumprida, nessa ressaca de sábado. Na adolescência eu não tinha maturidade pra assimilar o poder desse filme, enquanto cinema, muito menos pra poder relativizar o planfletarismo do cinema de Costa-Gavras. É panfletário? Sim. E tudo bem que o seja, desde que seja bom. Ele dirige muito bem, e eu gosto como ele usa o recurso fácil do "dolly in" para chegar tantas vezes na cara de pau dos poderosos. Direção indicada ao Oscar, diga-se de passagem. A abertura é bastante celebrada até hoje, com uma metáfora botânica caracterizando os militares como "anticorpos" para combater o "mofo", os militantes de esquerda. O roteiro tem outras passagens inspiradas, como quando um militante de esquerda é identificado como judeu pelo coronel. E depois ele se corrige: "É pior. Um meio judeu! Se crê melhor do que o judeu". Adoro também a cena de Irene Papas, logo ao saber da morte do marido (Yves Montand), indo ao banheiro de sua casa, e abrindo o frasco do perfume dele. Como um aficcionado por perfumes que sou, entendo isso perfeitamente. Amo essas sutilezas de roteiro (que incorpora elementos de vida e não texto), também ele indicado ao Oscar.  Mas, pra mim, claro, a aula é de montagem. Um dos Oscars mais bem dados nessa categoria, para a francesa Françoise Bonnot, falecida o ano passado. O outro Oscar foi de Filme Estrangeiro, para a Argélia (ganhando da França). Também muito interessante ver o papel de um juiz acusador, aquele que conduz a investigação em busca de provas, e não o Ministério Público, como é hábito em muitos países. Como não pensar na discussão que o Brasil travou nesta semana? O alfabeto, de fato, perderia toda a graça sem a letra z.  
    • Dark (segunda temporada) e Stranger  Things na sequência....final do mês promete...
    • Zoo é uma curiosa produção dinamarquesa que é um drama de relacionamentos numa embalagem de "zombie movie". Mas o uso deste subgênero é apenas metáfora das dificuldades de manter o casório em pé, pois o surto surge bem no meio duma DR de casal. É divertido e bem diferenciado, repleto de ironia e humor negro. Bem atuado, é uma variante mais romântica do ótimo francês pós-apocaliptico The Night Eats the World.  9-10
       
      Murder Mystery é uma comédinha apenas razoável tendo em vista seus protagonistas. O enredo é uma espécie de Assassinato no Expresso Oriente só que tocado na galhofa, é isso! O problema é que é bem pouco engraçado e parece que os atores se divertiram mais do que quem está assistindo. E pra qualquer um ja calejado em thirllers ja prevê quem é o assassinon no final. Resumindo, apenas a quem curte o boçal Sandler e a Aniston de Friends. 7,5-10
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  • Quem foi o melhor intérprete de Batman?   37 members have voted

    1. 2. Quem foi o melhor Batman/Bruce Wayne?


      • Adam West
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