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Popular Content

Showing content with the highest reputation since 01/14/2017 in all areas

  1. 4 points
    SergioBenatti

    Blade Runner 2049

    Primeiras impressões dos jornalistas: Blade Runner 2049 First Reactions Erik Davis: BLADE RUNNER 2049 is sci-fi masterpiece; the kind of deep-cut genre film we don’t see anymore. Visually mind blowing, absolutely fantastic. The story is great, the score is great, the Gosling is great & the real star, imo, is Ana de Armas, who steals the film. Floored by this one. Jenna Busch: Blade Runner 2049 was one of the most mind-blowing films I’ve seen. It’s breathtaking and transportive. Denis Villeneuve has a masterpiece. Eric Eisenberg: Denis Villeneuve is unquestionably one of the elite working directors & there’s no excuse if Deakins doesn’t win the Oscar Jordan Hoffman: Good news! BLADE RUNNER 2049 is a terrific continuation and expansion of the orig. Wasn’t hoping for much, ended up LOVING it. (Even Leto!) Scott Menzel: Blade Runner 2049 is a rare sequel that actually improves on the original. Great Performances & Visually Breathtaking. Villeneuve nails it. Steven Weintraub: Everyone bow down to Denis Villeneuve. He’s done the impossible and delivered a huge home run with ‘Blade Runner 2049’. Loved it. Even if you have no interest in the film, the breathtaking Cinematography by Roger Deakins is worth the price of admission. He’s a God. Ali Plumb: It’s my pleasure to say I loved Blade Runner 2049. Long and slow – in a very good way. A lot to think about. Drew Dietsch: See Blade Runner 2049 on the biggest screen with the best sound possible. This is transportive filmmaking. It completely drew me in.
  2. 4 points
    Gust84

    Dunkirk (Christopher Nolan)

    Gostei sim. Principalmente em se tratando de Nolan. Todos sabem que não gosto muito dele. Na realidade Eu acho que ele é um Diretor muito bom, mas a hype em cima dele essa legião de seguidores me incomodam muito. O colocam num patamar que, ao meu ver ele ainda não chegou e nem sei se chegará. O Nolan parece ter ouvido as críticas, principalmente, de sua última obra e nos libera de ouvir incontáveis horas de diálogos expositivos, se preocupando simplesmente em nos mostrar a história, ainda que em ato "único", através de 3 perspectivas diferentes, não só de ambiente, mas de tempo. Mesmo que demoremos um pouco pra nos habituar e nos situar nas 3 frentes da história, após pegarmos no tranco, as mudanças são fluidas e orgânicas na maioria das vezes. A ausência de diálogos, muito bem vinda por sinal, ainda não tira as características principais do diretor, tendo ainda aquele controle absoluto da obra, deixando claro para nós expectadores que absolutamente cada frame do filme fora pensado e não colocado ali por acaso. Outra caraterística de seu trabalho que são as montagens paralelas, geralmente no climax dos filmes, aqui tomam conta de toda a projeção quase soando pretensioso. E essa frieza e controle do diretor, junto com o pouco desenvolvimento de personagens me trouxeram a impressão do filme ser um pouco "oco". Acredito que a escolha de não desenvolver tanto os personagens foram intencionais por alguns motivos sendo os principais: Primeiro, ele decide aqui (acertadamente) em não dar cara aos vilões, não existe um antagonista, uma figura pra odiar, alguém pra apontar o dedo tornando a ameaça quase que sobrenatural. E segundo, por não criar este antagonista não precisar ter uma figura de "heroi", mas sim apenas de inúmeras facetas diferentes de encarar este perigo iminente. Isso funciona, mas tem seu preço. De alguma maneira, isso nos distancia um pouco do filme e da imersão nos tornando expectadores de certa distância, a ponto de não nos envolvermos o suficiente emocionalmente com a trama. Tecnicamente o filme é embasbacante, vi em IMAX e tanto sua trilha sonora, como sua mixagem de som é absurda, esta, muito eficaz e tem aquele ruído crescente de seus filmes quase que por todo o tempo para criar o clima do que está acontecendo, bem como do que os personagens estão passando. Tiros, motores, vento, ondas, etc. Não sabemos distinguir o que é mais perigoso e o que vem a seguir. As cenas de ação no céu são muito bem conduzidas. O filme é muito bonito, brilhante e achei a fotografia bem bonita também. Acho que faltou um pouco de gente/sujeira/sangue/caos pra nos colocar ainda mais dentro da pele destes soldados. 400 mil pessoas é muita gente e nos falta essa noção as vezes. Ainda que eu tenha essas ressalvas, eu achei o melhor trabalho do Nolan em anos. É um filme coeso, passa rápido, sem que a gente se adiante ou queira que acabe, com um refinamento no fechamento do filme como um produto que é redondo. Gostei bastante e acho que estamos a um passo do Nolan finalmente se "humanizar", haha.
  3. 4 points
    Jorge Soto

    Shazam (2019)

    eita, Shazam não é meu forte..manjo pouco e não tenho propriedade pra opinar sobre esse gatinho, Primão.. mas torço pra que esse Shazam não seja o dos Novos 52 PS: traduição do roteiro acima: Um borrão azul e vermelho corta o céu. BILLY BATSON Minha nossa, o que é aquilo? O borrão azul e vermelho aterrissa em um estrondo. É o Superman! BILLY BATSON Oh, é essa putinha. Segure minha cerveja Sr Malhado. SR MALHADO Miau? BILLY BATSON SHAZAM! Um raio acerta Billy e o transforma no maior mortal da Terra, o Capit... err, Shazam! SHAZAM Tá de volta pra levar mais um coça não é? SUPERMAN Uh oh! Superman rápidamente coloca os óculos como um covarde. SHAZAM Ei, pra onde ele foi? Com licena Sr Kent, você viu pra onde o Superman foi? SUPERMAN Desculpe, não. Espera, seu traje possui um capuz? SHAZAM Não sei, ele tem? Shazam se vira para o Superman ver melhor. Superman o chuta nas costas como um covarde. SUPERMAN (Alisando o bigode)
  4. 3 points
    "Baby Driver" é uma divertida matinê onde o roteiro batido não é o que interessa, mas sim o som e música, que são é mais um personagem ativo da estrutura do longa. Divertido,é mais um musical travestido de filme de aventura com personagens bem carismáticos. 9-10 "Dave Made a Maze" é um primor de originalidade e absurdo tremendamente divertido. Absurdo do naipe de "Quero ser John Malkovitch" e tão divertido quanto o oitentista "Labirinto" ou "Maze Runner", versão Hermes e Renato, claro. O filme tem muitas leituras, o que o faz a grata surpresa da semana. 9-10 "Guardians of Night" é um divertido pipoca russo que entorna "Kingsman" com as franquias "Underworld" ou até "MIB". Bem feito que parece até ser dirigido por qualquer diretor ianque genérico do gênero. 8-10 "El Guardian Invisible" é um bom e eficiente thriller de serial-killer que, muito bem feito, poderia ser muito melhor se não se rendesse aos cacoetes ianques do gênero. Espécie de "Silencio dos Inocentes" espanhol, deixa-se ver de boa a despeito de seus poucos defeitos. 8,5-10 "Starred Up" é um bom thriller prisional que se sustenta no seu grande (e desconhecido) protagonista principal, que parece ser uma força da natureza. "Prison Break" britânico que te prende até o final, os coadjuvantes tentam segurar bem a peteca, mas são facilmente ofuscados pelo primeiro. 8,5-10 "La Distancia Más larga" é um bonito road movie venezoelano que flerta muito com "Central do Brasil". O diferencial é a foderosa ambientação com paisagens lindas da Gran Sabana e dos Tepuy Roraima, na fronteira BR/VE. Pra quem ja conhece a região (eu!) vai ter gostinho a mais. E pra quem não, fica a vontade de conhecer a região. 8,5-10 "O Efeito Aquático" é uma deliciosa comédia francesa que parece ter sido feita nos USA pelo enredo redondinho e alto astral. Mas é o tom europeu que dá a liga e faz engrenar além da conta e o torna superior aos genericos ianques 8-10 "Los Insólitos Peces Gato" é uma fofuchis dramédia que parece ser "Pequena Miss Sunchine" mexicana, porém com maior carga dramática. Dificil destacar alguém superior em todo aquele maravilhoso elenco. 8,5-10 "The Limehouse Golem" é um bacana thriller de época que é muito bem feito e ambientado, tipo "Mulher dePreto". Ele é bem bom, pecando apenas quando se afasta da trama policial que conta...e isso ocorre várias vezes. 8-10
  5. 3 points
    Cir-El

    Superman - O Homem de Aço 2 (20??)

    Bom..depois de X2, o que eu mais gostei dos mutantes foi Primeira Classe. Quando ele fala de cores, eu interpreto e faço um paralelo com os filmes dos XMen. Depois de um XMen 3 sombrio, ele trouxe uma clima mais leve pra XMen: Primeira Classe (inclusive em abandonar os trajes de couro preto pra colocar cores nos uniformes). Se for por esse caminho com o Superman, eu topo (sem contar que, diferente do Snyder onde todos os filmes dele tem raio azul, céu alaranjado em chamas, e seres de 2 metros de altura...acho que veremos cenas de ação com um visual mais bonito) E não acho problema em beber da fonte-Donner. Homem Aranha, do Raimi, fez isso... Mulher Maravilha fez isso....entre outros e isso não trouxe problema algum para esses filmes. O problema de Superman: O Retorno foi o Singer não ter se decidido entre uma continuação, um remake, uma homenagem...é tudo isso e nada disso...não tem identidade (além da falta de ação, má escolha de atores, quimica zero entre os atores, roteiro fraco..etc). Resumindo: o filme não é ruim porque bebe de Donner. É ruim porque estragou a água que pegou.
  6. 3 points
    Gust84

    Os Defensores (série)

    Assistida a série inteira, e o que me passou é que todos os pontos altos das séries da Marvel continuam altos, os médios seguem médios e os fracos também. Demolidor e Jéssica sobram na série, na atuação, no carisma e na performance. Ainda dou destaque pro demolidor, Charlie Cox traduziu das HQs o personagem na sua essência e ele é um dos meus favoritos de todos (na Marvel só perde pro aracnídeo). O peso que ele carrega nas costas, suas reflexões, suas paixões, tá tudo ali. Jéssica me fez ter saudade da série dela, e acho que casou muito com o dd. São os universos que vi mais química, em se tratando de personagens. Não consegui terminar o punho de ferro por achar tudo um saco na série, mas pulei do 6 pro último ep antes de seguir os defensores e aqui, felizmente ele está menos irritante, mas ainda não o suficiente. No mais, tecnicamente a série é muito boa, com bons stunts, sem muita enrolação (ótimo o ritmo de 8 EPS). Vi só um pouco uma necessidade de conectar todos os universos um pouco demais, quase forçado, mas nada que me quebrasse a experiência. Elenco de apoio muito bom no geral com destaque para GAO STICK e ALEXANDRA. Minha única dor no coração é Elektra. Ela faz tudo certo, o dd reage como tem que reagir, ela chuta bundas, mas pra mim ainda é estéril. Falta feromônio , falta carisma. O que gal gadot nos arrancou na marra mesmo com "falta de aparência" em WW, essa atriz me tira da inserção mesmo fazendo tudo certo. Não dá, falta Mojo. Mas no geral o que gostei é que me parecia estar caindo gradativamente o nível das séries Marvel. E defensores parece ter feito os realizadores voltar nos trilhos.
  7. 3 points
    Adoro ver um filme em que, enquanto estou vendo, vejo quadros e movimentos fluidos e bonitos que soam quase naturais. Como se o filme te carregasse e te tirasse qualquer esforço além do necessário pra entendermos todos os aspectos da obra. Planeta dos Macacos- a guerra faz isso de forma tão orgânica, tão fluida que é assustador. Que diretor é esse Matt Reeves? Nos carrega, sem pressa, em cada cena para que vejamos e possamos entender tudo da melhor maneira. Nos comove quando necessário, nos aflige quando quer e assim por diante. Ajudando esse trabalho excepcional de direção está ainda a trilha sonora que é muito bonita, assinando o filme de cabo a rabo sem soar invasiva e o CGI. QUE CGI É ESSE? Ouso dizer que chegamos no limite do que pode ser verossímil, quando bem trabalhado. As texturas, os movimentos, os olhares, a luz, é tudo muito real. Tudo é muito bonito. Tomadas na floresta, em cavernas, na escuridão e na praia, todos com um ângulo muito bonito, muito marcantes. Nesse aspecto eu acho que a primeira metade do filme é um deleite. Sobre o filme em si, temos aqui um fechamento perfeito para o arco dramático do Caesar, ele nos carrega, nos motiva a querer conhecer essa história e esse mundo. Já é um personagem icônico, e neste filme tem como apoio, como sempre o Maurice, que aqui tem um papel que eu não diria mais fundamental, mas mais presente não só no plano dos ideais que ele e seu líder tanto almejam pra sua espécie, mas agora participando e servindo como um grande conselheiro em questões muito mais íntimas do personagem principal. A menina Nova, transmite tudo aquilo que vimos no trailer, mesmo com pouco tempo de tela vê-la em ação é um alívio, um respiro nessa história densa. Com muito carisma e sem dizer uma palavra, entendemos tudo o que passa na cabeça desta menina e nos mostra que, pelo menos, nessa faixa de idade o talento das meninas em relação aos meninos para atuar é absurdo. Ela , Eleven e Laura estão aí pra chutar bundas e em silêncio, hehe. E, fechando os destaques do filme, temos o Woody Harrelson, (único personagem do núcleo humano com certa relevância) com um arco também bem definido e que acho que consegue extrair o máximo de seu personagem com o que lhe é oferecido. Um ponto negativo na obra seria no seu terço do meio, em que talvez o ritmo se arraste um pouquinho sem um motivo aparente já que está tudo certo pra trama andar e fechar a história. Além disso, não sei se pelo título em si, mas não existe uma guerra. Pelo que eu pude entender, na realidade ela já existiu e o que acompanhamos na projeção é o ato final de uma guerra que já durava um bom tempo. Todos já estão cansados, sem esperança, e querendo colocar um fim em tudo cada um de seu jeito. Essa ausência de mais ação pode quebrar muito a expectativa de sua audiência. Por fim, é tão bom ver um filme tenso, dramático que levanta tantas questões importantes até hoje na nossa sociedade, dentro de um roteiro coeso em que não parece querer abraçar o mundo. O debate trazido de forma fluida desse jeito é tão bom, tão recompensador que faz os problemas do filme ficarem mais ralos. Impressionante o que os realizadores desse projeto conseguem fazer nos contando tudo sem personagens "humanos de fato". Enfim, muito bom, e recomendo fortemente a assistir.
  8. 3 points
    Big One

    Alien Covenant

    Podiam ter seguido com Prometheus...quem diria que Alien iria se tornar o novo Terminator...franquia ladeira abaixo. O Ridley deveria pegar ficar só de produtor.....todo dia agradeço dele nao ter dirigido Blade Runner 2049.
  9. 2 points
    Big One

    Liga da Justiça (2017) #2

    Momento eita porra um wtf? Danny Elfman Confirms His ‘Batman’ Theme Will Return In ‘Justice League’ https://heroichollywood.com/danny-elfman-batman-theme-justice-league/#.WfmcRnsdMy5.whatsapp
  10. 2 points
    Mozts

    Alien Covenant

    Mantendo ou não a continuidade, podemos concordar que Scott já deu o que tinha que dar? Um cineasta que tem "passe vitalício" comigo por causa de Alien e Blade Runner (e outros), mas vamos seguir em frente né? Ele precisa daquele amigo da balada que toma a bebida da nossa mão e chama o taxi... Alien precisa de ácido novo.
  11. 2 points
    Gust84

    Blade Runner 2049

    Assistido. Sou do time que gostou muito. Mas fui seduzido pelo trabalho de direção, fotografia e edição de som. Quanto a trilha, acho que ela fez o papel inverso, do que normalmente vemos nos filmes. Neste filme ela é a "manta" para os demais sons, texturas. O que é a chuva? O vento? A neve? As panelas? Os drinks? Os tiros? O silêncio? É de cair o queixo. A trilha é só um empurrãozinho a mais pra tudo. Esse Dennis Villeneuve é ridículo! É uma direção contemplativa, orgânica! Nos carrega com uma segurança, sem movimento demais, o 3D fica absolutamente imersivo. A fotografia também dispensa comentários. Eu gostei das atuações contidas, e explico. Acho que mostra um contraste com os humanos, quase como os robôs do Matrix, mas que nos estimula a perceber pequenos detalhes de atuação e quando (no caso do Gosling, e da luv, principalmente) estoura, naqueles momentos o impacto é maior! A duração do filme não me incomodou e adorei todas as discussões e questões trazidas nesse filme que são só apontamentos pra que o debate ocorra, sem tentar problematizar E responder. Apenas trás alguns conceitos ou ideias que valem a reflexão. Filmaço aço pra mim.
  12. 2 points
    "London Town" é uma deliciosa matinê que flerta muito com o oitentista "Febre da Juventude", so que aqui troca os Beatles pelo The Clash. Neste conto de fadas punk, o tema do amadurecimento é embalado numa foderosa trilha sonora. Tem erros sim, mas a somzeira passa por cima de tudo. 8,5-10 "My Pet Dinosaur" é uma matinezinha inofensiva estilo "Meu Amigo Dragão" mas tocado feito "Jurassic Park". Genérico bunitim que parece feito pela Disney. Apenas pra crianssasss.. 7-10 "Anti Matter" é um bom exemplar de thriller scy-fy minimalista que te prende diante da tela, desde que se sobreviva aos primeiros sacais 15min. Misto de "Primer" e "Alice in Wonderland", esta pelicula noir tem seus pequenos defeitos mas deixa-se ver de boa, mesmo prevendo de longe o desfecho. 8-10 "Amelia 2.0" é um drama drama scy-fy que lembra o ótimo alemão "Transferência" numa embalagem "Ex-Machina". Ou até um "Robocop" muié mais existencialista. A producão é bem pobre, quase de telefilme, mas a discussão que propõe e seus diálogos são muito bons. Com mais grana teria dado um filmão. 7-10 "Heal the Living" é um delicado drama francês que parece um institucional sobre doacão de órgãos. Seria mais um melodrama com boa intencão mas as foderosas interpretacões elevam este filme emocionante bem acima da média. 8,5-10 "Tyranossaur" é um bonito drama de redencão de familias disfuncionais, que guarda ecos com o bonzão oitentista "Barfly". Dificil dizer quem ta melhor em todo esse foderoso elenco, onde até o cachorro manda melhor que o Nicolas Cage. E segure as lágrimas no lindo desfecho. 9-10 "Wind River" é um thrillerzaço criminal bem acima da média que guarda muitas semelhanças com o bonzão "Sicario", tanto em estrutura como na composição da dupla de personagens principais, no caso, a Feiticeira Escarlate e o Gavião Arqueiro (e até participacão do Justiceiro). Mas ainda assim é um indie de forte critica social e bem desconfortável que por pouco não chega a ser o novo "Onde os Fracos não tem vez". 9,5/-10
  13. 2 points
    conan

    Blade Runner 2049

    Segurar o hype que nada! Parecendo que vai entrar para o seleto time de Mad Max Fury Road de como se retoma um filme clássico ao mesmo tempo em que se sustenta sozinho enquanto filme fodão! George Miller criou precedente para manter o hype lá nas alturas!
  14. 2 points
    Jailcante

    Cobra Kai (Karatê Kid)

    Seu desejo de repaginar o Valley surge, entre outras razões, porque quer impressionar Elisabeth Shue. Er... a Shue vai voltar também?
  15. 2 points
    Questão

    Asa Noturna

    Os dois personagens tem um longo histórico de rivalidade nas Hqs, então definitivamente se encaixa. Claro, enquanto nas Hqs, a origem da inimizade entre os dois se origina nos confrontos com os Jovens Titãs, aqui teria que ser diferente, já que não acredito que a equipe tenha existido no passado desse universo.
  16. 2 points
    "Message From the King" é um nervoso thriller de vingança que poderia ter sido feito pelo Neeson, Reeves ou Willis. Mas aqui é o "Pantera Negra" fazendo bico da Marvel pra chutar bundas em territorio americano. Curiosidade é o elenco tão diversificado quanto eclético, com gente de todas franquias possiveis..SDA, HP, Crepúsculo, SM, etc.. 8,5/10 "Insubstituível" é uma bela comédia dramática que flerta com "Garota Desconhecida" ao tratar a medicina de forma humana e sensivel. Francois Cluzot ta fadado a interpretar doentes, se em "Intocaveis" era o tetraplégico aqui ta no bico do corvo com um tumor.. 8,5/10 "Operation Mekong" é um bom exemplo de cinema de ação chinês que não se furta a chupinhar positivamente o melhor de "Rambo", "Predador", "Missing in Action", etc e tal.. atente pra foderosa sequência final, de quase meia hora inipterrupta de pura pauleira. 8,5/10 "Disorder" é um thriller francês que lembra bastante o noventista "O Guarda-Costas", com Kevin Costner. O grande diferencial aqui é a pegada intimista, o suspense e tensão crescente até seu curioso desfecho. 8/10 "Jasper Jones" é uma deliciosa e nostálgica crônica de amadurecimento, uma espécie de "Conta Comigo" australiano. Tenha a caixa de lenço próximo do final. 9/10 "Shot Caller" é um foderoso filme de prisão que não dava nada. Seu ritmo é ágil e mesmo sua narrativa não linear impede de te manter colado na tela pra ver a via-crucis do protagonista principal, que tem uma transformação de personagem tremenda. Pensa em "Carlito´s Way" tocado como "Carandiru" e "Um Sonho de Liberdade"... Surpresa indie desta semana. 9/10 "Asura" é um bom exemplar da nova safra de thriller criminal da Coreia. Tem um quê de "Fogo contra Fogo" e os "Infiltrados". Apesar de excessivamente longo, a o fodástica meia hora final compensa a espera. 8,5/10
  17. 2 points
    primo

    Mulher Maravilha

    O problema da opinião de James Cameron sobre Mulher-Maravilha Cineasta vê a heroína como um retrocesso NATÁLIA BRIDI “Não há um tipo certo ou errado de mulher poderosa”, respondeu a diretora Patty Jenkins sobre a declaração de James Cameron sobre Mulher-Maravilha ser um retrocesso para personagens femininas fortes. Segundo o cineasta, Sarah Connor, a heroína da sua franquia O Exterminador do Futuro, é um exemplo melhor para as mulheres “por não ser um ícone de beleza e ser forte, problemática, uma péssima mãe”. Assim como a sua versão para Ripley em Aliens - O Resgate (1986), Cameron tende a buscar a força das suas personagens em traços masculinos e na maternidade. Não há nada de errado nessa abordagem, desde que ela não seja limitadora. Ao assumir na sua crítica que a sua versão do que é uma mulher poderosa era a certa, o diretor determina que personagens representativas não podem fugir dessa classificação. Acontece que, como Jenkins coloca na sua resposta ao diretor, progresso é quando as mulheres assumem todas as facetas humanas, assim como personagens masculinos já fazem - “Se as mulheres sempre precisam ser difíceis, duronas e perturbadas para serem fortes, e não estamos livres para sermos multidimensionais ou celebrar um ícone para mulheres do mundo todo por ela ser atraente e amável, não chegamos muito longe, não é mesmo?”. Essa é a grande questão. Mulheres existem das mais variadas formas e cores, com as mais variadas índoles e personalidades. Podem ser boas ou más, bonitas ou feias, gordas ou magras, generosas ou egoístas, inteligentes ou estúpidas, vaidosas ou desleixadas, fortes ou fracas, com as axilas depiladas ou não. Não importa. O cinema enquanto expressão artística humana precisa integrar todas essas variações para criar personagens melhores e mais completas. E isso inclui, ao contrário da reclamação de Jessica Chastain no festival de Cannes, a inclusão de todas as visões sobre o feminino, sob diversas perspectivas, incluindo as perturbadoras. Martin Scorsese, por exemplo, deixa claro ao rever sua filmografia que tinha problemas para se relacionar com o sexo oposto. A criação italiana e católica não permitia que visse as mulheres como iguais, dividindo-as entre santas e vagabundas (no momento em que se tornava sexualizada, a mulher perdia a sua santidade). Como artista que é, porém, o cineasta usou o cinema para lidar com essa questão - Quem Bate à Minha Porta?, de 1967, é sobre um jovem que não consegue lidar com o fato da sua namorada ter sido estuprada no passado. As mulheres não são os centros das suas história, mas sob a sua perspectiva masculina ele revela muito sobre a relação entre os gêneros. A personagem de Margot Robbie em O Lobo de Wall Street (2013), altamente sexualizada e ao mesmo tempo uma mãe amorosa, mostra como a sua relação com as personagens mudou ao longo dos anos. É disso que o cinema como arte e como entretenimento precisa: de todos os olhares. Mesmo a discordância com uma visão acrescenta algo à discussão, a uma evolução de pensamento. Quando Cameron assume que a sua visão é a correta está apenas descartando outro olhar para se "autocongratular". Na mesma entrevista ao The Guardian, o cineasta diz que não entende o porquê de Hollywood não conseguir fazer personagens femininas fortes “de verdade”: “Há muitas mulheres no poder em Hollywood e elas guiam e moldam os filmes que são feitos. Não posso explicar isso. Por que quantas vezes preciso demonstrar a mesma coisa de novo? Sinto que estou gritando em um túnel de vento”. Dizer que Mulher-Maravilha foi um retrocesso é, como Jenkins escreve, não entender o que a personagem é e representa. Isso independe do gênero do público, ainda que a diretora ressalte que ser uma mulher é definitivo para a compreensão absoluta da importância do filme. A representatividade gera sensações diferentes e tem consequências práticas, seja nas prateleiras das lojas de brinquedo, seja nas meninas que descobrem como é ser uma heroína. Ela é um ícone idealizado como muitos heróis e é nessa simplificação ideológica, nesse exemplo de bondade, que está o seu alcance com os mais variados tipos de pessoas, adultos ou crianças. O filme de Jenkins é um marco não por ser perfeito, mas pela relevância. Um blockbuster no mundo dos super-heróis dirigido por uma mulher para coroar uma nova era do cinema e da TV. A representatividade feminina nas telas não é mais uma exceção como na época em que Leia, Uhura e, claro, Ripley e Sarah Connor eram exemplos contados nos dedos. Mad Max: Estrada da Fúria foi um marco com suas mulheres de todos os tipos, Rey despertou uma legião de fãs de Star Wars e Supergirl mostra para meninas como pode ser legal usar uma capa. Agents of SHIELD, Game of Thrones, The Handmaid's Tale, Jessica Jones, os exemplos são variados, todos com personagens diferentes, com públicos diferentes. Somos muitas, James Cameron.
  18. 2 points
    Gust84

    Game Of Thrones

    Essa temporada, infelizmente achei que a coisa perdeu a mão feio. Pra mim o brilho da série era a calma de seu ritmo sem apressar acontecimentos, literalmente nos deixando por muito tempo na beira de nossas cadeiras. Por um momento esse momento começou a se arrastar, e achei, sinceramente que a aceleração da 6 temporada necessária, mas ainda mantendo a cadência da série. Agora nesta temporada foi tudo chutado, tá muito rápido, pessoal com plano 3g e milhas aéreas a mil, circulando por todo o universo em segundos, tudo pra trama andar, nada tem mais lógica direito, nada tem ritmo. Esse último EP foi um insulto. Enfim, fiquei bastante decepcionado.
  19. 2 points
    Mozts

    The Batman (Matt Reeves)

    Quando teve o grande leak alguns anos atrás, eu admito que não só ví as fotos como até repassei algumas. Pouco tempo depois a Jennifer Lawrence, mais famosa dentre as vítimas, deu uma entrevista sobre o assunto que me fez por a mão na consciência. Eu sou fã da moça. Adoro seu trabalho, sua naturalidade em tela, ví todos seus filmes, a maioria mais de uma vez, sou fã de Hunger Games e Winter's Bone é um filme especial para mim, me trás uma catarse muito profunda e de meses em meses revejo. Tudo dela que conheço é seu trabalho e com isso ela só me agradou. Então por que diabos eu invadi a privacidade dela dessa forma? E uso esse termo para pegar leve, pois o análogo não-digital desse crime seria um abuso bem grave. Imagine despir alguém contra sua vontade em público? No mundo digital parece que não há consequências, mas foi de fato isso que aconteceu. Muitos tentam jogar a culpa na vítima. Se ela não queria que olhassem por que tirou a foto? Por que ela colocou na cloud sabendo que não é seguro? São justificativas sem pé nem cabeça. Se alguém hackear seu internet banking, a culpa é sua por colocar o dinheiro no banco? É claro que não né. As vezes no fundo, de forma quase inconsciente, existe aquele senso de "justiça". Esse pessoal é um bando de multi-milionário, acima dos problemas verdadeiros, em uma bolha paradisíaca enquanto levantamos 6 horas da manhã para vencer prestação do carro, eles são muito sortudos e merecem algo de ruim não é mesmo? É lógico que não, não somos Robin Hood, nem estamos "enfraquecendo o status-quo" com esses vazamento. Fappening não é "hacktivismo". E as vezes só que falta é o lado humano da coisa, então deixo link para entrevista da Jennifer Lawrence: https://www.vanityfair.com/hollywood/2014/10/jennifer-lawrence-photo-hacking-privacy
  20. 2 points
    primo

    Mulher Maravilha 2

    Boa! e gostei muito dela naquele filme com o Affleck E imagina a força disso em um filme onde Diana questiona sua relação com a própria mãe..
  21. 2 points
  22. 2 points
    primo

    Liga da Justiça (2017) #2

    lembrancinha após visita a universo paralelo
  23. 2 points
    Isso já deu uma discussão cabeluda aqui, então só alguns apontamentos. Tá... se parar de falar em racismo ele ainda vai continuar a existir. O que vai acontecer é que aqueles que sofrem com isso todos os dias não terão voz para reagir. Simples assim. Não adianta achar ruim. As pessoas sofrem com isso. Para quem é negro, as pessoas olham torto. As pessoas acham que é bandido. Se você é uma criança, vai perceber que não existe um boneco ou herói que se pareça com você. Não precisa ninguém falar para nós observarmos que os protagonistas de Hollywood são brancos em sua maioria esmagadora, ainda que a sociedade norte-americana seja bem diversa. Há um descompasso claro entre o que está ali e a realidade. Um ou outro negro vai aparecer, e as pessoas vão dizer que isso é prova de que não existe racismo estrutural. Mas ainda assim o que está nas telas não reflete a sociedade americana. As mesmas pessoas que acham o fim do mundo um James Bond negro são aqueles que acham normal transformar uma protagonista asiática de anime em uma personagem branca nos filmes. Ou nem ficam minimamente incomodadas quando transformam egípcios (que seriam considerados negros nos EUA) em brancos europeus. Seja por politicamente correto ou não, por que uma reação tão ferrenha contra um protagonista negro em Star Wars? Se racismo não existisse, por que não a mesma reação (indiferença) que nestes outros casos? Não é culpa de uma pessoa específica. É estrutural. Mas precisa ser lidado de alguma forma.
  24. 2 points
    primo

    Mulher Maravilha 2

    e cataram o Ares e o padrão do uniforme, fora outros lances. A gente trabalha de graça pro DC Films! brincando
  25. 2 points
    Da Folha de São Paulo. 31/03/2013 - 03h00 Atriz de 'Amélie Poulain' conta por que desistiu de HollywoodCHICO FELITTI Como Amélie Poulain, sua personagem mais famosa, Audrey Tautou poderia ter tido um fabuloso destino. Mas isso não ocorrerá. "Não se você considerar a vida de Angelina Jolie uma fábula", explica a francesa de 36 anos. AnteriorPróximaA atriz francesa Audrey Tatou Seu novo filme, "Thérèse Desqueyroux" (2012), baseado em romance de 1927 de François Mauriac, chega às telas brasileiras em 5 de abril. Tautou (que se pronuncia totú, com bico) faz uma burguesa do campo que se casa com outro ricaço por interesse. E começa a envenenar o marido em doses diárias. "Fiquei muito tocada com essa mulher, que comete um crime sem ser uma criminosa. É o contexto, a família que a arrasta para esse comportamento", defende. Mas não considera a personagem uma feminista. Nem a ela mesma: "Ao menos não na teoria. Talvez na prática. Não me acho inferior a nenhum homem". E mostra isso na tela. Ela está no elenco de "A Espuma dos Dias", do diretor de "Rebobine, Por Favor", o francês Michel Gondry, ainda sem data de estreia confirmada. E como foi trabalhar com Gondry? "Foi bom. Mas o encontro com Claude Miller foi sensacional", diz ela, referindo-se ao diretor de "Thérèse", que morreu durante a finalização do filme. "Ele era um dos meus melhores amigos. É muito difícil esquecer isso. E não poderia comparar os dois filmes", diz. Em "Espuma", sua personagem é uma mulher que descobre ter uma doença raríssima em que uma flor cresce em seu pulmão. O filme tem cenas surreais como um casamento realizado embaixo da água. Com dois trabalhos encavalados, 2012 foi um ano puxado. "Queria fazer, no máximo, um filme por ano". Mas em 2013 haverá mais meses de férias. No tempo de folga, pinta, borda e vai além. "Tenho fotografado muito", conta. No segundo semestre, planeja passar alguns meses em Nova York, onde gravará o desfecho da trilogia do cineasta francês Cédric Klapisch, que começou com "O Albergue Espanhol" (2002) e seguiu com "Bonecas Russas" (2005). O filme vai se chamar "Casse-tête Chinois" (quebra-cabeças chinês) e será "divertido", promete. Mas não fabuloso. Isso, ela deixa para a ficção.
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