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Showing most liked content on 11/23/2017 in all areas

  1. 3 points
    SergioBenatti

    Liga da Justiça (2017) #2

    Não sou especialista nesse tipo de produção, mas eu adorei o filme. Não entendo essa nota baixa, parece má vontade. Gostei da rapidez, de como ele não perde tempo com origens, de como ele resolve rixas românticas apenas com insinuações, por exemplo; gostei da química entre os atores (alguns só têm carisma - como a Gadot - outros têm talento RealOficial como o Ezra Miller); gostei do figurino; da atmosfera mais bem humorada... Mas, gente, esse vilão é uma bosta! Um antagonista sintético, convencional, bobo, com voz gutural sem criatividade. O antagonista é o responsável para que a história de fato exista, então teria de ser melhor construído. Pra mim, é o grande senão do filme, junto com a trilha sonora do Danny Elfman - que é o mesmíssimo trabalho de sempre.
  2. 1 point
    primo

    Liga da Justiça (2017) #2

    Acho que foi uma junção (e um ligado ao outro), mas o ponto principal, acredito, é uma realidade: havia um problema na qualidade. Sim, isso pode ser relativo, mas o fato é que os questionamentos comprometeram a aceitação ao produto, e isso move as decisões da empresa.
  3. 1 point
    Cir-El

    Liga da Justiça (2017) #2

    Algumas análises do Melhores do Mundo: 1. A sistemática perda de confiança, filme a filme Quando Homem de Aço saiu, foi relativamente bem recebido. Mesmo com críticas divididas, por assim dizer, o público aceitou bem essa nova interpretação do Homem de Aço. Então não é como se o público “civil” rejeitasse uma nova visão dos personagens ou o tom mais sombrio (que normalmente são as desculpas que a Warner e o Snyder davam para o porquê de BvS ter sido um fracasso de crítica). O estrondoso fim de semana de estreia de BvS é prova de que o público estava disposto a abraçar esta visão mais sombria dos personagens. O problema é que não basta ter uma boa ideia; é preciso saber executá-la bem. O fato de BvS e Esquadrão Suicida serem (em termos de roteiro e edição) uma completa colcha de retalhos pode não ter ferido os filmes individualmente, mas feriram o universo que estavam tentando construir no médio prazo. E a confiança do público começou a ir embora. Não por causa da visão desse universo, não por causa do clima sombrio, não por causa da falta de piadas. Por causa da falta de qualidade do produto. Simples assim. 2. O cagado projeto conceitual/narrativo do universo A ideia, inicialmente, era simples, mas tão boa quanto qualquer outra: a partir de BvS, a Warner começaria a expandir seu universo, mostrando que outros personagens o co-habitam. Até aí, tudo bem. Mas o projeto do Snyder era um pouco estranho, pois definia que Superman continuaria sendo digno de desconfiança da população e que a única maneira das pessoas o verem diferente era ele morrer. Para piorar, a única justificativa que Snyder via para reunir a Liga da Justiça era que, com a morte do Superman, Batman decidiria que precisaria reunir “soldados” para alguma batalha que ele acha que vai acontecer por causa de um sonho que ele teve que talvez não seja um sonho e sim o Flash que voltou no tempo para avisar a ele que o Superman ia ficar do mal. Hein? Não temos como saber com certeza como a versão completa do Snyder (sabemos que a versão que saiu pro cinema foi alterada em pelo menos um terço) seria, mas se levarmos em consideração algumas notícias, a ideia era que Superman ressuscitasse e ficasse mal durante quase todo (ou todo) o filme, voltando a ser bonzinho talvez apenas na parte 2 (lembram quando foi anunciado um Liga da Justiça – Parte 2? Bons tempos…). Então, teríamos o primeiro filme da liga da Justiça: a) sem o Superman como membro fundador e Com o Superman de INIMIGO da Liga. Um conceito realmente meio difícil de engolir (e o pior é que, se essa ideia surgisse mais adiante, lá pelo segundo ou terceiro filme da Liga, certamente a percepção seria muito diferente). Além disso, o fato desse conceito necessitar que Superman morresse em BvS talvez tenha levado a outro problema… 3. Marketing amarrado Um filme que tem 5 personagens, mais o Superman. Só que o Superman está morto e dizer que ele vai aparecer no filme acaba sendo um spoiler. Ao mesmo tempo, a morte do Superman é algo que permeia todo o filme e é impossível não falar sobre isso na divulgação. Então, a única forma de divulgar o filme da Liga é SEM o Superman. Mais ou menos. Ao mesmo tempo, é preciso dar alguma dica de que o Superman estará presente no filme, e insinuar que talvez ele retorne, afinal esse é um grande chamariz para o filme, especialmente para quem acompanhou BvS até o final e quer saber o que era aquela terra flutuando no caixão do Super. A solução: vender o filme apenas com Batman, Mulher Maravilha, Aquaman, Flash e Ciborgue, mas colocar o Superman em um ou outro banner/pôster para cobrir terreno, além de mostrar o Superman só no último trailer – mas não é ele vivo de verdade; é apenas um sonho da Lois. Some tudo isso ao fato de que o retorno do Superman não era, de fato, nenhum spoiler (até porque o próprio final de BvS deixa claro que ele vai retornar – o que, diga-se de passagem, mina todo o sacrifício que ele fez no filme), e temos uma comunicação esquizofrênica que não sabe se dá destaque para a equipe sem Super ou com Super, se dizem que ele vai aparecer ou não. Existe um motivo pelo qual a publicidade usa o termo “identidade” para se referir a um conjunto coeso de materiais de propaganda dentro de um mesmo projeto conceitual. A divulgação do filme da liga até tinha identidade visual, mas faltava identidade e coesão conceitual, o que pode fazer o público ficar confuso – e público confuso é público perdido. Eu poderia também incluir a mudança da identidade visual (especialmente as cores) do marketing conforme o tempo foi passando e o próprio filme, internamente, foi sendo alterado. Mas não acredito que isso tenha tido algum impacto negativo (Esquadrão Suicida sofreu o mesmo e isso não afetou sua bilheteria – e, se afetou, foi positivamente).
  4. 1 point
    Gust84

    Liga da Justiça (2017) #2

    Mas acho que a cena que eu lembro de ouvir foi numa hora que ele aparece pra socar o lobo do estepe. Enfim. Aquela primeira cena do bigode é triste demais. COMEÇAR o filme com aquilo é pedir bullying.
  5. 1 point
    Questão

    Liga da Justiça (2017) #2

    Meu amigo GUST, depois da quantidade de asneira e desinformação que esse indivíduo já escreveu aqui, me surpreenda que você ainda espere qualquer tipo de comentário coerente vindo dali. É o tipo de fanático que é melhor ignorar completamente.
  6. 1 point
    Mozts

    Capitã Marvel (08/03/2019)

    Caso se concretize, a Marvel terá 2 Sherlocks e 2 Watsons.
  7. 1 point
    Jorge Soto

    Liga da Justiça (2017) #2

    ouca aqui, na faixa Friends and Foes, a partir do minuto 42
  8. 1 point
    Gust84

    Liga da Justiça (2017) #2

    Cara, cale a boca, hahah! Você não entende nada de cinema, e pelo jeito nem de hq. Tá é choramingando por que não tá como você gosta, isso sim! Só isso, mais nada. Se você lesse ou debatesse ia entender que eu CAGO, pra Marvelização ou não, quero filmes bons. Melhor pra gente, e quanto mais, melhor ainda. Agora mais rídiculo ainda é você fundamentar que a DC tem o histórico de ser sombria. Isso é uma bobagem sem tamanho e a história das hqs de fato simplesmente arrebentam esse teu argumento. A DC sempre foi FANTASIA, isso não sou eu, é conhecimento notório, quem caiu no conto desse "universo sério e sombrio" foi você quando colou na bola esquerda do Nolan! Quem fica trazendo estes rótulos e choramingando sobre o assunto é você. Se você não concorda, simplesmente debata, converse, diga os pontos positivos e negativos, mas sem essa tua ideia maluca que o plano por trás disso era sua tese on drugs. Quando vier debater sério, estou á disposição, mas se continuar com essas baboseiras vem meme e resposta brusca sim. Postei ali em cima um texto de sabe lá quantas linhas e você vem me resumir e dizer que meu gosto é fundamentado pela MARVEL? Mais patético que isso só a tese da tese. O que falta na DC é uma identidade criativa, e não de tom sombrio ou alegre, é fazer algo original. Fazer algo com competência pensando antes de mais nada em fazer um grande FILME, e depois pensar que estão trabalhando com personagens de hq. Foi isso que nolan fez, mais nada. Um grande filme pode ser engraçado, triste, dramático, ou como for. Agora a DC fica dando atenção pra uns abobados tipo você e não confia no próprio taco criativo. E gera essa bagunça que vemos nas telas. A culpa é sua, não deles. Desse haterismo bizarro sem nenhum fundamento. Só pra sua cara que analisar qualidade de filme por rotten tomatoes é certo. O melhor filme do ano pra mim até agora, foi Blade runner 2049 foi um fracasso na bilheteria. Meu gosto, meus argumentos e o que penso sobre filmes nada tem a ver com Marvel, então bem menos nessas bobagens, por favor. Mas repito, SEM SOMBRA DE DUVIDAS, gente como você que está derrubando a DCU. Peço desculpas aos demais, pela descompostura.
  9. 1 point
  10. 1 point
    Mozts

    Blade Runner 2049

    Assistido. Esse é tipo de filme para qual se trás muita bagagem do primeiro. Adoro o The Final Cut e poderia dichavar sobre o filme até falar chega. Achei Blade Runner 2049 é um filme muito bom, apesar de alguns problemas. Pretendo ver novamente assim que puder. Visualmente extraordinário. Destaque à cinematografia de Roger Deakins, o gênio por trás de alguns dos mais belos filmes das últimas décadas, agora nos entrega o seu magnum opus. O enquadramento, o jogo de câmera, iluminação, uso de cores... Tudo é de cair o queixo, então o seu queixo vai desenvolver um queixo e este vai cair também. Se Deakins não ganhar o Oscar esse ano larga a mão. Os efeitos especiais e sets também são impecáveis. Não dá diferenciar o que era prático e o que era CGI. O mundo de Blade Runner 2049 é um futuro perfeito do original, dá para ver a evolução tecnológica dentro do mundo, mas sem a armadilha de transformar tudo em holograma futurista. Vemos tecnologia que é uma continuação lógica do original, não um novo sci-fi. Lindo. Contudo, como a bilheteria indica, o filme não vai agradar a todos. Tem um passo mais lento, reservado e é longo. Excessivamente longo. Até eu que costumo preferir filmes com passo mais lentos, me peguei esperando o tempo passar em alguns momentos. Dava para cortar uns minutos desse filme numa boa. A trilha sonora - salvo por uma - achei medíocre, na melhor das hipóteses. A melhor atuação do Harrison Ford em anos! Ryan Gosling está bem, assim como o restante do elenco, salvo pelo Jared Leto, este deveria ficar longe de personagens "estranhos", pois é um grande ator em filmes menores mas só caga nesses filmes grandes. Dave Bautista foi quem me surpreendeu, o cara revela grande amplitude com esse papel. É um filme que demanda da audiência e não pode ser visto de forma passiva. Em termos de história e personagens... É melhor ir ver ser saber de nada. Vários temas e símbolos retornam do original.
  11. 0 points
    Pois é. Não me chamou muita atenção também. E olha que a Lawrence precisa de um sucesso depois do floop de MÃE.
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