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Showing content with the highest reputation on 01/30/2019 in all areas

  1. 1 point
    Jailcante

    Liga da Justiça (2017) #2

    Snyder rebootando a carreira, voltando a fazer algo que, nitidamente, foi a única coisa que ele conseguiu fazer: Um filme de zumbi. Sobre a demissão: WB também pagou um preço alto, jogando no lixo o que deveria ser um filme, no mínimo, respeitável...
  2. 1 point
    Jorge Soto

    O Que Você Anda Vendo e Comentando?

    El Pacto é um thriller sobrenatural razoável que parece um episódio esticado de Além da Imaginação. Pior que o filme começa bem, prometendo e instaurando uma mitologia interessante, mas depois o roteiro se perde enchendo linguiça diluindo tudo contrído até então. De temáticas de pactos com capiroto, o The Box tem mais solvência que esta produção espanhola, onde até a ótima Belen Rueda sai desperdiçada. 7,5-10 Climax é um thriller dramático psicodélico (acho que é isso?!) que é 8 ou 80 em se tratando do diretor Noé. Não é pra todos os gostos e é duro ficar indiferente, pois ainda tô digerindo este trem, visualmente muito doido mas aparentemente sem conteúdo, tipo Mother. Logo, pra mim o resultado é bem inferior ao 8 (dos 8 ou 80 mencionados no início), uma vez que não curto muito experimentalismos e putarias visuais deste naipe.
  3. 1 point
    Putz, deem o Oscar logo de uma vez!!! Sensacional Curta Live Action, indicado na categoria, do espanhol Rodrigo Sorogoyen. Já tá lotado de prêmios de festivais e merece mais um, o maior de todos. São apenas duas atrizes em cena vivenciando uma experiência bem desesperadora. É só isso. Duas atrizes excelentes em cena e nada mais. Um espetáculo de tensão, e de movimentação de câmera. Encontrei a seguinte informação: "En el 2019 Sorogoyen estrenará un largometraje que supone la secuela del cortometraje." Enquanto o longa não vem, desfrutemos desses19 minutos.
  4. 1 point
    SergioBenatti

    Oscar 2019 - Previsões

    Tem uma gravidade e uma solenidade por trás de todas as cenas que acabaram refletindo no ritmo do filme. Mas é excelentemente bem atuado por Lucas Hedges, tão improvavelmente bonito, e Nicole Kidman, tão acachapantemente bonita (estou reaprendendo a amá-la, e não me incomodaria sua presença no Oscar de Coadjuvante). Russel Crowe, por sua vez, tem menos momentos, menos material, ainda que o diálogo final entre pai e filho seja bastante comovente. Parente temático de "The Miseducation of Cameron Post", também de 2018, e do mais antigo "Prayers for Bobby". Um tema muito importante, claro. Compreendo que a maioria das pessoas sofra ao revelar sua sexualidade, para elas é como se se tirasse um curativo, mas, pessoalmente, quando eu comecei a viver plenamente a minha, eu não tive tanta crise. Aliás, me encheu de alegria e liberdade. Uma coisa "Call me By Your Name", ou "Alex Strangelove", algo na onda do desejo, pois - ainda bem - sempre tive mais tesão do que religião. Queria mais filmes solares. Senão todo mundo vai acabar achando que gays são objetos de comiseração. Nada! "Dá-me mais vinho que a vida é nada" (Fernando Pessoa). Nada!
  5. 1 point
    se liga no preparo do Affleck pro papel..😁
  6. 1 point
    SergioBenatti

    Oscar 2019 - Previsões

    Peter Farrely, in my book, está para sempre perdoado por aquela cena da vaca em "Eu, Eu Mesmo, e Irene". Que filme delicioso! Eu não imaginava gostar tanto. O filme é redondo, azeitadinho, engraçado, emocionante, bonito mesmo, na moral. Viggo Mortensen - nossa! - que atuação! Que ano é esse de Ator? Uma performance que é caricatural, mas no bom sentido. Eu conheço gente assim. É crível, é humano, é perto da gente. Mahershala Ali - nossa! - que atuação! Que ano é esse de Ator? Repito a estrutura do parágrafo anterior, tratando de Ator, porque ele é "lead". Elegantíssimo em cena, distinto, delicado. Eu conheço gente assim. É crível, é humano, é perto da gente. Acusam o roteiro como óbvio, pois estamos num momento do cinema de que tudo deve ser reviravoltas, mas o texto em si é muito bem feito. As conversações entre os dois são muito encantadoras (mérito dos atores, também). Penso que conquistará uma das disputadas vagas de Roteiro Orignal, no Oscar. Direção? Farrely luta pela quinta vaga, pois não há "snob appeal" suficiente. Mas está no jogo. Repetirá "Conduzindo Miss Daisy", 30 anos atrás, cujo seu diretor não conseguiu ser indicado? Realmente, quem imaginaria uma história como essa 30 anos depois, com os papéis invertidos? Uma beleza de coincidência. Há alguns meses, coloquei o filme como o favorito a ganhar Best Picture. Agora mudei de novo para "A Star is Born". Porém, tendo visto o filme agora, acho que ele será o número 2 da maioria dos votantes. (Octavia Spencer é a produtora executiva. Será mais uma indicação dela?) Está na briga.

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