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Popular Content

Showing content with the highest reputation since 09/16/2018 in all areas

  1. 2 points
    primo

    Demolidor (A Série)

    e que imagem hein!
  2. 2 points
    "The Predador" é um filme do monstrengo intergalático oitentista feito pela Marvel, capicce? E tome piada trás piada, que não tem nada a ver com o gore/ ação apresentados. Os originais ainda continuam insuperáveis, eu achei apenas mediano. Na boa, se o Leslie Nielsen tivvesse vivo ele teria sido recrutado pelo diretor..kkk 7,5-10 "What Still Remains" é mais um drama pós-apocaliptico mediano que emula "The Day After" com "Contagio". É uma produção de baixo orçamento até bem intencionada mas que não foge da mesmice de tudo que já foi visto antes. Curiosidade é rever a sumida ex do Tom Cruise, Mimi Rogers , só o pó da gaita. 8-10 "Occupation" é uma bobagem especie de "Independence Day" australiano. Clichês atochados a rodo e personagens caricatos nada empáticos destilam nesta produção da terra dos cangurus. Vai vendo, até "Skyline" e o russo "Attraction" conseguem ser melhores. E não chega ao dedo mindinho do ótimo curta "Buenos Aires, 1963". PS: puseram um elenco multi-etnico mas se esqueceram de incluir o tradicional aborígene local. 5-10 "Solo" é um filme feito apenas pra fã. Fraquinho, nota-se ser feito as pressas (alguem pediu?) e sem muito carinho pelo diretor a despeito do empenhado elenco. O pior é que ele não empolga como os demais da franquia e sequer chega ao dedo mindinho do ótimo "Rogue One". Não é a toa que o CEO da Disney resolveu dar uma freada nos derivados da franquia. 7-10 "As Boas Maneiras" foi a grata surpresa tupiniquim desta semana. Imagina um filme chamado "Um Lobisomem Brasileiro em São Paulo".. é isso! Aliás, são dois filmes em um que destila originalidade ao contar um tema social pra lá de batido, a despeito de particularmente desgostar de sequencias "musicadas". Meu, que produção e capricho técnico que a muito não via e que deixa muito blockbuster ianque no chinelo. Filme de licantropo pra americano ver e aprender saber fazer. 9-10
  3. 2 points
    Primeiras fotos dó Joaquim Phoenix são divulgadas.
  4. 1 point
    primo

    Demolidor (A Série)

    tudo MUITO bom até aqui algo me diz que esta será a melhor das três temporadas!
  5. 1 point
    CACO/CAMPOS

    Han Solo: Uma História StarWars

    Acabei de assistir Solo e realmente e o mais fraco de toda franquia, não sei se pelo roteiro ou visão criativa da historia, gosto de Ron Howard mas ele deu o filme uma direção correta e burocrática demais. O filme não tem grandes emoções, apesar de boas ideias e achei a película e fotografia opaca e cinza. E Han Solo intenso e mega divertido e custa para o jovem ator encontrar o tom, e ele ate acha, e tem bons momentos com Chewie, Landon Calrissian que já conhecemos, e adição bacana de Beckett o velho mentor malandro. Mas a historia nao convence, nem mesmo a paixão de Han pela a misteriosa Qi`ra, talvez o grande elo fraco do filme. Enquanto grandes coisas são jogadas da origem do jovem Han, sem um maior desenvolvimento, uma pena, mais uma vez o Darth Maul terrivelmente desperdiçado. Amo o Han Solo e um grande personagem e fizeram o filme bem mediano e sem inspiração a respeito dele, que tinha tudo para acertar, imagino o Bobba Fett (aff) e Obwian Kenobi (bom) oque vai sair de péssimo ou interessante, dependendo da visão do da Disney
  6. 1 point
    Tá indo tudo muito bem.
  7. 1 point
    Diretor divulga vídeo do Coringa
  8. 1 point
    Jailcante

    Guardiões da Galáxia Vol. 3

    Se a Warner/DC fosse esperta, mas inteligência passa longe dali. Acho mais fácil o Henry Cavil ir pra Marvel. heheh
  9. 1 point
    Mozts

    O Predador (Shane Black)

    O pior filme de Shane Black, pior filme que vi este ano e só não é o pior da franquia pois Alien vs Predator 2 existe. Tem uma ou outra piada que arrancou uma risada, todos os outros aspectos são de causar vergonha alheia. Absolutamente terrível. A trama é tão, tão, mas tão ruim que é impossível não revirar os olhos, bater a mão na cara e perguntar-se como foi que isso saiu do papel, das mãos de Shane Black ainda por cima? Comparo o filme com Terminator Genysis: Não só é ruim do começo ao fim como também faz questão de "voltar" e acabar com mitologia existente.
  10. 1 point
    Filme de professor - quase um gênero em si - todo mundo gosta. A base é a de sempre: Desconfiança- Confiança-Aprendizado mútuo. Daniel Auteuil ( por todos, "Caché") está ótimo nesse "O Orgulho", assim como Camélia Jordana, vencedora do César de melhor atriz estreante. Como saber a real força de uma corrente? Pelo seu elo mais fraco. Qualquer filme mais fraco da França é bom.
  11. 1 point
    Referência aos jogos Arkham
  12. 1 point
    Questão

    Demolidor (A Série)

    Demolidor | Sepultura é destaque em novo pôster da 3ª temporada Série segue sem data de estreia definida RAFAEL GONZAGA 19.09.2018 13h24 A Marvel divulgou um novo poster da terceira temporada de Demolidor para anunciar que os novos episódios serão lançados na Netflix em breve- confira: FONTE: OMELETE
  13. 1 point
    frossit

    O Que Você Anda Vendo e Comentando?

    A luz entre os oceanos: Geralmente melodramas com todos os clichês inerentes ao gênero podem descambar para o dramalhão exagerado. Não é o caso aqui, a direção delicada e a grande performance dos atores entregam um filme bem agradável se ver. Especialmente tocante para quem é muito ligado a crianças. Cotação=Bom. Visto no Telecine Play.
  14. 1 point
    Jorge Soto

    O Que Você Anda Vendo e Comentando?

    Sicario: Day of Soldado é um filmaço e, pasmem, muito melhor que o primeiro (na minha opinião). Este aqui é um faroeste moderno dramaticamente tenso e aprofunda mais os personagens de Del Toro e Brolin. Parece o ótimo noventista "Perigo Real e Imediato" (com o Jack Ryan do Harrison Ford) feito pra nova geração. Que venha a sequencia, que deve fechar a trilogia com o retorno do personagem da Emily Blunt. 9-10 "Mission Impossible: Fallout" é diversãozinha bacana de espionagem, ação pauleira e tals, um dos melhores da franquia. Uns personagens destoam mais dos outros mas não compromete o resultado final. Corra, Tom, corra! 8,5-10 "Base" é um indie adrenado foderoso que é tudo aquilo que o remake de "Caçadores de Emoção" quis ser e não foi. O fiapo do enredo é mera desculpa prra ação inipterrupta das peripécias dos base heróis (sem efeitos digitais!), potencializado pela filmagem em primeira pessoa, ou seja, "foud footage" (no caso, cameras Go-Pro). 8-10 "The Legacy of a Whitetail Deer Hunter" é uma comédinha que demora pra engrenar mas que mesmo assim deixa a desejar. O Josh Brolin canastrão aqui está bem desperdiçado, e o outro mané Danny McBride idem. Bola fora da Netflix. Só se salva a paisagem deste filme que tenta ser uma paródia anti-armamentista, mas a vontade final é de meter chumbo no diretor. 6,5-10 "Tully" já é uma comédia dramática decente, que destila ironia e bons momentos. Destaque pra Charlize, que é lindona mesmo ficando feia. Atente pra pegadinha final, que se avista desde looonge. 8-10
  15. 1 point
    Jorge Soto

    Sicario: Day of Soldado

    Filmaço e, pasmem, muito melhor que o primeiro (na minha opinião). Este aqui é um faroeste moderno dramaticamente tenso e aprofunda mais os personagens de Del Toro e Brolin. Parece o ótimo noventista "Perigo Real e Imediato" (com o Jack Ryan do Harrison Ford) da nova geração. Que venha a sequencia, que deve fechar a trilogia com o retorno do personagem da Emily Blunt. 9-10
  16. 1 point
    e pelo vídeo, parece que o Joaker Phoenix tá saindo ali de algum teste na agência de talentos Ha Ha's na parede, podemos ler Amusement Mile, nome do parque de diversões abandonado onde o Coringa cria o esquema para deixar o comissário Gordon louco ao fim do clássico "A piada mortal", do Alan Moore. Na série Arkham, o jogador pode acessar o distrito de Amusement Mile, onde fica o parque na velha Gotham.
  17. 1 point
    Jorge Soto

    Capitã Marvel (08/03/2019)

    que comece a zuera...kkk
  18. 1 point
    Curta de documentário essencial do cinema brasileiro, "A Entrevista", de 1966, é uma forte crítica social às mulheres da classe média. Poder-se-ia dizer que é meramente um "retrato" das mulheres de classe média de então. Mas não. Os dois últimos minutos dessa produção de 20 minutos fazem uma ponte com a política de uma maneira inesperada. Acabam-se a doçura e a perfumaria da fala daquelas mulheres entrevistadas, e o que se deixa no lugar são: apatia, cegueira, coparticipação, pelo menos indireta, nos rumos da Ditadura brasileira. Montagem: Rogério Sganzerla. Helena Solberg, que sempre fez ótimos trabalhos, foi recentemente convidada a integrar a Academia de Cinema de Hollywood.
  19. 1 point
    Gust84

    Capitã Marvel (08/03/2019)

    Eu não tenho certeza ainda de tudo, mas a elipse do trailer, no momento em que é escrito " discover HER" e aparece o "A" e o "O" depois, pra ficar "A HERO", foi de uma elegância sinistra.
  20. 1 point
    Com o Alec Baldwin fora, o novo Thomas Wayne é Brett Cullen: https://bloody-disgusting.com/movie/3522070/alec-baldwin-brett-cullen-cast-thomas-wayne-joker/
  21. 1 point
    o diretor postou foto oficial do coringão no Insta e ja ta bombando de montagerm montagens
  22. 1 point
  23. 1 point
    Questão

    Punho de Ferro (A Série)

    Conferi a 2ª temporada de PUNHO DE FERRO É quase consenso que a primeira temporada de PUNHO DE FERRO representou o ponto mais baixo da parceria entre a Netflix e o Marvel Studios. A primeira temporada não só se mostrou arrastada, como trazia um elenco de personagens desinteressantes em sua maioria, e um protagonista profundamente irritante na forma do Danny Rand de Finn Jones. Pra piorar, as sequências de luta eram sofríveis, algo imperdoável quando estamos falando de um programa estrelado por um dos maiores artistas marciais do Universo Marvel. A participação do herói na minissérie OS DEFENSORES não ajudou a melhorar a sua imagem, com o defensor de Kun Lun trazendo muitos dos problemas de sua série solo para a reunião dos heróis da Netflix. Quando a Netflix anunciou uma segunda temporada, a expectativa da grande maioria era zero. Entretanto, as críticas a desastrosa primeira temporada não passaram em branco. O Showrunner Scott Buck, que cometeu a horrível série INUMANOS foi afastado, sendo substituído por Raven Meltzer. O coreógrafo responsável pelas sequências de luta de PANTERA NEGRA foi chamado para supervisionar a temporada. Por fim, a participação de Danny Rand na segunda temporada de LUKE CAGE trazia um herói muito melhor construído e relacionável em um único episódio do que o visto em toda a primeira temporada de sua série solo e OS DEFENSORES, dando a entender que os produtores finalmente haviam entendido o personagem. Após conferir esta segunda temporada, posso afirmar que a melhora foi muito grande, e a série estrelada por Finn Jones tornou-se digna de ser assistida, embora ainda apresente problemas que continuem a deixa-la na lanterninha das séries da Marvel/Netflix. A trama companha Danny Rand tentando manter a promessa que fez ao Demolidor no fim de OS DEFENSORES de proteger as ruas de Nova York, atuando principalmente no bairro de Chinatown. Danny se afastou das Empresas Rand, e vêm tentando conciliar a vida de vigilante com uma existência mais normal ao lado de Colleen, que por sua vez deseja se afastar dos combates, inclusive fechando o seu dojo. Ao mesmo tempo em que tenta evitar uma guerra entre as tríades de Chinatown, Danny precisa lidar com o retorno de Davos, seu antigo amigo de Kun Lun, que exige que Rand lhe dê os poderes do Punho de Ferro. Em sua segunda temporada, PUNHO DE FERRO apresenta uma história muito mais engajante do que a terrível temporada de estréia. Os dois pontos que chamam a maior atenção é o novo tratamento dado as sequências de luta, e a maior fluência da narrativa. Tendo dez episódios (três a menos do que o convencional para as séries Marvel/Netflix) a trama vai mais diretamente ao ponto. No primeiro episódio, já sabemos quais temas serão trabalhados na temporada, quem são os antagonistas, qual são os seus objetivos, e como eles se relacionam com os protagonistas. As sequências de luta ainda não são tão impressionantes quanto aquelas vistas em DEMOLIDOR, mas conseguem transmitir a emoção e a dinâmica desejada, sem os mil cortes da temporada passada. O destaque vai para uma sequência no segundo episódio envolvendo o flashback que traz a luta entre Danny e Davos (ambos usando a mascara clássica do herói nas Hqs) pelo direito de enfrentar o Dragão Shao Lao, um combate de muita perícia porém brutal. Os personagens em sua maioria estão muito melhor trabalhados também. Finn Jones está muito mais confortável como Danny Rand não sendo mais aquele moleque irritante que tem que repetir vinte vezes por episódio que é o imortal Punho de Ferro. Ele ainda se mostra imaturo e impulsivo em muitos pontos, e ainda não é o herói zen das Hqs, parecendo estar ainda em formação, o que convenhamos, é um pouco irritante depois de duas temporadas. De fato, muitas vezes Rand parece perder o protagonismo para outros personagens como Ward Meachun, e principalmente Colleen, mas tem um arco dramático muito melhor definido, e chega ao fim da temporada muito diferente do início. Danny também mostra um controle muito maior de seus poderes, diferente da primeira temporada, em que era um parto pra acender o maldito punho, técnica que em tese deveria dominar. Mas pelo menos não é mais um protagonista irritante, sendo alguém que gostamos de acompanhar, especialmente devido a química com os coadjuvantes que orbitam ao seu redor. A Colleen Wing de Jessica Henwick, apontada por muitos como o maior acerto da primeira temporada, começa tímida, mas vai ganhando uma importância maior ao longo da temporada, até ganhar uma importância totalmente igualitária com a de Danny Rand, e verdade seja dita, é uma personagem muito mais carismática do que ele, além de claramente lutar melhor. Sua parceria com Misty Knight, depois de ser brevemente explorada na segunda temporada de LUKE CAGE finalmente é aprofundada, rendendo uma parceria fantástica, embora inusitada. Os episódios finais trazem grandes reviravoltas envolvendo Colleen, que pode irritar os fãs mais conservadores, embora eu tenha achado corajoso. Destaca-se também Ward Meachum, que embora tenha uma subtrama que na maior parte do tempo fica á parte da trama principal, torna-se o personagem mais humano da temporada, em suas tentativas de vencer o vício e se reconciliar com a sua irmã Joy. A amizade que ele desenvolveu com Danny traz também alguns dos momentos mais divertidos da temporada, devido ao contraste de personalidade dos dois. Falando um pouco dos vilões, a série se sai melhor nesta temporada neste quesito, depois das chatices de intrigas empresariais envolvendo o Tentáculo e Harold Meachum na primeira temporada. Entretanto, não dá pra se elogiar muito Davos e Joy Meachum como os vilões da temporada. Joy é a que se sai pior, já que a sua motivação para se vingar de Danny Rand é completamente descabida, como os próprios personagens parecem perceber, e sua ligação emocional com Davos não tem credibilidade alguma. Davos, por sua vez, funciona como antagonista, mas não consegue ir muito além. Como tantos antagonistas da Marvel no cinema, Davos parece não ser muito mais do que o "espelho sombrio" do herói, o que é uma pena, pois acho que o personagem tinha um potencial maior. Suas motivações acabam sendo reduzidas a mera inveja, abastecida por uma criação abusiva por parte da mãe, muito pouco quando consideramos que tínhamos a falha de Danny Rand em proteger Kun Lun como o Punho de Ferro como uma motivação muito mais poderosa e menos clichê. Na área dos novos personagens, o destaque vai para a Mary Walker de Alice Eve. A assassina com múltiplas personalidades oriunda das Hqs do Demolidor tem uma boa estréia em Live Action (desconsidero a personagem bizonha vista na boma ELEKTRA) com Eve defendendo muito bem o papel, especialmente quando interpreta Walker, a persona fria e homicida. A sua interpretação de Mary, a personalidade mais vulnerável e inocente da personagem já não não é tão boa, talvez por que o roteiro entenda "inocente" como "retardada". Ponto dado, passamos muito mais tempo com Walker na série do que com Mary, então talvez uma das personalidades não tenha tido tempo de mostrar mais camadas. Por fim, como dito acima, temos Simone Missick de LUKE CAGE reprisando o seu papel como Misty Knight. Não há nenhum grande arco para a personagem aqui, mas a sua amizade com Colleen é bem desenvolvida, dando diversos acenos para a parceria entre as duas existente nos quadrinhos. Muitos dos acertos com certeza se deve ao novo Showrunner. Raven Meltner entende muito melhor os personagens que está trabalhando do que o seu antecessor, fazendo muito bem em se afastar de todas as chatas intrigas empresariais da temporada passada para focar em problemas mais reais de seus personagens, ao mesmo tempo em que se aprofunda muito mais na mitologia de Kun Lun e do Punho de Ferro, mas sem denunciar o pequeno orçamento da série. A temporada de fato é muito simples, objetiva e sem grandes pretensões, o que neste caso, achei um acerto. Entretanto, não se pode negar que a temporada tenha um aspecto intermediário, como se funcionasse como uma ponte entre as histórias que o antigo showrunner queria contar com as que o próprio Meltzer quer contar. Ele precisa dar continuidade a história de Davos iniciada na primeira temporada, e a promessa feita a Matt Murdock em OS DEFENSORES, mas ao mesmo tempo insere elementos das histórias que quer contar, como a mitologia do Punho de Ferro e o surgimento de Mary Tifoide. Mas a subtrama que levara a busca pela linhagem dos antigos defensores de Kun Lun surge e desaparece de forma desorganizada ao longo de toda a temporada, somente para descobrirmos que ela só será trabalhada de fato na temporada seguinte. Mary Walker (Walker na maior parte do tempo) também surge de forma um pouco descolada da trama principal, de forma quase aleatória, dando a entender que a sua participação não passou de uma grande introdução á personagem. Cria-se um vínculo entre ela e Joy Meachum, mas assim como ocorre com Davos, a natureza deste vínculo nunca é trabalhada. A própria condução da trama escorrega em muitos momentos, revelando-se não muito bem amarrado. Enfim, pode-se dizer que a Segunda temporada de PUNHO DE FERRO foi uma temporada pra "arrumar a casa", digamos assim, melhorando muito as cenas de ação, e trazendo uma trama mais simples e direta (talvez até demais em alguns momentos). A série segue sendo a mais fraca do pacote Marvel/Netflix, e ainda carece de identidade própria, mas percebe-se uma tentativa genuína de acertar. Embora ainda traga tropeços, muitos dos defeitos foram corrigidos, e o episódio final aponta pra novos rumos muito interessantes. Está longe de ser impressionante, mas ao menos vale a conferida.
  24. 1 point
    LuisBorgia

    O Que Você Anda Vendo e Comentando?

    Gente, me desculpem por estar atrapalhando. Eu estou realizando um projeto de curta-metragem que é meu TCC, e ele está sendo viabilizado por financiamento coletivo no site do Catarse. É um suspense intitulado Fissura. Quem puder estar entrando no site pra conhecer mais e quem sabe doando, será incrível. Temos várias recompensas legais, como livros da Darkside, descontos em livros da Faro Editorial, e muito mais. Os links estão aqui embaixo. Abraços. https://www.catarse.me/fissura_9f9f https://www.facebook.com/fissuracurta
  25. 1 point
    Só meu gigantesco amor pelo cinema me faz assistir até o fim a certas produções. Assisto a documentários da cineasta de Maria Augusta Ramos desde o início da carreira dela. Ou seja, estou acostumado ao método de filmagem dela. Gosto de "Justiça", gosto muito de "Juízo", gosto um pouco de "Morro dos Prazeres", e este, "O Processo", tem quase as mesmas características. Ausência de trilha, por exemplo; a tradicional excelente mixagem de som; como também certa "circunspecção" chegando às raias da formalidade - na falta de melhor palavra. Portanto, não há novidade na direção geral propriamente dita. O que há é uma flagrante posição. Li muito por aí que o documentário é "imparcial", pois mostra os posicionamentos prós e contras ao Impeachment/"Górpi". Tendo assistido hoje, com a máxima atenção, eu de forma nenhuma vejo essa pretensa equidistância. A câmera dela segue majoritariamente ( majoritariamente! Tipo, 85% do tempo!) a bancada petista; enfurna-se na sala da liderância do PT; cola nas costas da Senadora Gleise Hoffman; mostra os senadores petistas e do partido satélite como seres abnegados, estudiosos profundos do caso enquanto a advogada acusadora é mostrada como uma lunática chorosa desprovida de argumentos técnicos. O Senador Anastasia - que, pessoalmente, considero um deus entre monstros! Um Buda, por aguentar impassível toda a gritaria de ambos os lados! - o relator do caso - não é ouvido nenhuma vez! Nenhuma! O homem mais importante do "processo" nem é ouvido. Pode não ter querido ser entrevistado, mas apenas uma fala dele, a fala conclusiva é registrada. Os argumentos dele? Não foram registrados. Nenhum! Aliás, para quem está vivo em 2018, nem precisa de argumento técnico-jurídico para saber qum estava com a razão: estamos mergulhados em um completo e brutal desajuste fiscal iniciado no governo passado, mais que maquiado, negado, e hoje até mesmo defendido, como forma de recuperação econômica, sendo a Lei de Responsabilidade Fiscal hoje vista como que um "empecilho" aos nobres governantes que querem gastar a mais não poder para o bem do povo. Aliás, eu já antevia a tendência do documentário, não só pelo título (bobo, fácil, chupado da literatura de Kafka, quando ali sim não havia senador com estrela no peito para defesa), não só pelo cartaz vitimizador, mas logo no primeiro momento quando uma tela preta nos informa que estava em curso no país uma investigação judicial e usa-se o advérbio "inclusive" para salientar que o então presidente da câmara estava envolvido nela bem como o vice-presidente. Não é por nada não, mas faltaram muitos nomes aí nessa tela inicial, heim, dona Maria Augusta Ramos? Pra começar um ex-presidente, pra começar um ex-vice presidente da câmara (todos hoje presos e ineligíveis). Pois bem, vê-se que o intuito dessas informações em tela preta usadas várias vezes ao longo do documentário não são para "informar" o espectador brasileiro, pois nós todos sabemos a cruz que estamos carregando. São informações para buscar um público no exterior. O meu ponto é: há um viés ideológico muito claro, que impede de cima a baixo que eu chame esse documentário de uma obra imparcial! Neutralidade não existe. Não exijo neutralidade de nada nem de ninguém. Mas falar que "O Processo" é "imparcial", "mostra os dois lados da questão de maneira igual", e etc, isso é uma mentira deslavada. Des -la-va-da! Deste prato pronto eu não comerei. "O Processo" não tem a maior qualidade dos outros documentários da ótima Maria Augusta Ramos. Conserva a mesma serenidade da câmera - esta é fácil; mas não conserva a serenidade no roteiro, assinado por ela, ante às posições em conflito. Desta vez, é um olhar comprometido travestido de imparcial. Golpe houve foi na condução da votação do Senado que "dividiu" aquela votação em dois quesitos, preservando os direitos políticos da cassada. Isso curiosamente nem é mostrado! Isso sim foi golpe. Pobre, Brasil!
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