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Forum Cinema em Cena

Gustavo Adler

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  1. Gustavo Adler

    Nós, Dir: Jordan Peele

    Meu caro, isso: "com ideias e conceitos novos de artistas contanto suas historias, sou negro estou adorando ver que abriu a porta de outras etnias terem seu devido espaço" é política, portanto, não se deve lutar pra que seja adotado essa política, e não a política vigente de marginalizar a cultrua não eurocentrica e explorar sua mão de obra?
  2. Gustavo Adler

    X-Men - Fênix Negra (07/06/2019)

    Esse trailer eu gostei, embora continue não achando que o fiilme vai ser bom
  3. Gustavo Adler

    Superman - O Homem de Aço 2 (20??)

    Finalmente um super heroi a altura de seus poderes hehehe
  4. Gustavo Adler

    Bohemian Rhapsody (Dexter Fletcher)

    Filminho mais ou menos, e o ator atuou bem, mas não pra ser premiado, premiação devido ao apelo da fama da banda e do cantor
  5. Gustavo Adler

    Brinquedo Assassino (Remake - 20/06/2019)

    Se o filme for inteligente usar isso abordando como uma falha do sistema da IA que eles inventaram cujo distaque seja a presença de um sistema emotivo integrado com a IA. A IA dos bonecos terem sido desenvolvidos com um sistema do qual simula o sentimento adquiridas das experiências do boneco, e que influenciam suas escolhas, e esse chuck ter por algum causo fogido do que programava a empresa e ter criado um sentimento sádico, ter relacionado um sentimento positivo a experiÊncias envolvendo o sofrimento alheio, dos humanos. E assim deixaria um subtexto muito interessante a ser abordado no filme
  6. Gustavo Adler

    Brinquedo Assassino (Remake - 20/06/2019)

    Acho que tudo depende da forma que conta. Tipo, se um brinquedo é possuido por wifi, logo qualquer brinquedo pode te esfaquar, ou mesmo qualquer carro automatizado pode te matar, se o filme conseguir tratar isso bem (se bem que perde a característica de brinquedo assassino e da série). Ou, se o brinquedo assassino for um erro do sistema da IA que (assim como a ia da microsoft que se tornou uma pessoa odiosa e racista, fascista) passou a adotar uma postura violenta e assassina, ou seja, foi aquele brinquedo cuja a IA "escolheu" seguir a vida de boneco assassino, seria interessante também.
  7. Gustavo Adler

    Brinquedo Assassino (Remake - 20/06/2019)

    Hmm, não li nada a respeito do filme, mas será que o remake será uma repaginada, que, ao invés de fazer um brinquedo possuido pelo demonio, será um brinquedo possuido por uma inteligencia artificial que fugiu do projeto (pelo menos no primeiro filme), que adota uma postura assassina, e mesmo depois de quebrado, aprende a se transferir por chip pra outro brinquedo no segundo filme da franquia....? Se for assim, ai esse será um dos poucos remakes que realmente e finalmente se mostra o motivo de faze-lo, pegando o horizonte tecnologico que temos atualmente, trazendo as questões advindas desse mundo tecnológico e da contemporaneidade, e colocando na marca que se tornou o brinquedo assassino.
  8. Gustavo Adler

    Infiltrado na Klan, Dir: Spike Lee

    Eu entendi teu ponto agora. Bem, a mim não me incomodou não, porque é como se tivesse esfregando na cara mesmo, e acho que é necessário dentro da sociedade em que vivemos. Mas discordo de você quanto ao fato de "deveria". Acho que o filme dizer que a terra é uma rocha e não deixar que a história diga foi a estratégia dele, foi escolha dele. Ele construiu toda uma narrativa que escancarava pra, no final, ele jogar na cara que tanto é assim que continua até hoje assim. Então, eu não vejo problema nisso, eu concordo com você, de fato destoa. Mas, diferente de você, eu vejo necessidade, pois além das pessoas não entenderem (sim, porque não querem, como bem frisou você mais abaixo), esse acréscimo impede o espectador de manter distância no tempo. Não, essa história é tão presente quanto é verdadeira. E se percebe isso no filme. Percebe-se um impulso aqui. Um remendo em uma tapeçaria que já estava pronta. E não acho que eu deveria perceber que foi um impulso. Bem, então, talvez se ele encontrasse uma técnica que integrasse mais a parte final a obra talvez perderia o efeito de esfregar na cara. Tipo, pode até ter sido erro dele, mas não me incomodou porque estamos em um momento que é preciso desse momento de tradução do que se quis dizer, uma tradução que esfregue na cara aquilo que foi dito. Hmmm, é verdade, mas acho que ele acreditava na estratégia dele, e não condenava a estratégia da sua amiga Mas eu também não acho que ele tinha a intenção ou expectativa de que seus colegas se conscientizassem do quanto os negros sofrem preconceito, e ainda mais, nem acho que ele tinha a experctativa de que seus colegas deveriam ficar puto da vida. Acho que a única expectativa dele era que seus companheiros ficassem de olho e reconhecessem que esse preconceito pode se voltar contra eles, principalmente contra seu amigo judeu. Agora, se ele ficasse puto com esse racismo contra judeus ou não, ai é responsabilidade do amigo judeu, e se ele ficasse puto com o racismo que os negros sofrem, também é responsabilidade dele, não acho que o personagem principal tivera alguma expectativa quanto a reação dos seus amigos (mas sim, concordo contigo, ele consegue contagiar os colegas e obteve uma vitoria com isso. Então, mas ai é porque eu peguei a perspectiva da visão média das pessoas atualmente que se prendem a forma, e não ao conteúdo. Se você for ver a forma com que os manifestantes negros diziam, e agiam, pode parecer semelhante ao que a kkkk fazia. O filme, como você falou, deixa claro que eles não eram extremistas, mas senti que o Lee deixou essa aparente semelhança como pano de fundo pra cativar quem possa estar inclinado a achar que todos aqueles que se antepõe a kkk está sendo extremista, a achar que ao propor o uso da violência, o movimento negro está sendo extremista e incentivando o ódio contra os brancos. O Lee põe em uma pequena parte, o discurso que pode cooptar a atenção daqueles que já, antes do filme, tendem a interpretar uma reação de defesa como extremista, pra através do filme, força-lo a reflexão (e aqui acho que o trecho final faz mais sentido ainda). Entendi, mas sei lá, senti que ele a ve como parceira de combate. Mas acho que tu colocou muito bem a questão: - "o impasse do casal protagonista é quase como Martin Luther King/Malcolm X outra vez. A luta deles era a mesma, mas discordavam completamente da forma como conduziam. Então, sim, acho que o Ron respeita como ela conduz a sua luta, mas não concorda. Se concordasse, largava a polícia."
  9. Gustavo Adler

    Godzilla 2 (20??)

    Carai, trailer massa
  10. Gustavo Adler

    Nós, Dir: Jordan Peele

    porra, vendo de novo esse trailer, tem várias coisas que me levam a essa impressão, a conversa sobre drogas no início me pareceu um presságio da versão ruim, lembrando de como as drogas são devastadoras pra a comunidade negra que se encontra a margem e excluida (eu não sou só um legalista das drogas, mas acho que elas tem grandes contribuições pra nossas experiencias e desenvolvimento de nosso ser, porém, tem também grandes desgraças, se for em um contexto desprovido de quase tudo ou muita coisa).
  11. Gustavo Adler

    Infiltrado na Klan, Dir: Spike Lee

    Então, mas ai faço uma pergunta, se o filme fosse sobre a terra ser uma rocha, ele deveria deixar você tirar suas próprias conclusões olhando o filme de que o filme está reconhecendo a terra como uma rocha e não como uma moeda, ou sei lá, ou ele deveria dizer pra você que a terra era uma rocha? Normalmente a gente aprendeu a ver a arte como uma expressão de livre interpretação, mas existem artes que querem dizer uma coisa muito clara e que não é livre a interpretação, embora seja livre a composição. O final do filme foi ele dizendo que apesar de qualquer esforços, tanto dos ativistas quanto do policial, o sistema se sustenta pelo racismo, a cultura é racista, a sociedade apoia o racismo, tanto é que permitiu um ritual simbólico desejando o fim de outros povos humanos as claras, sem qualquer rechaça, e, que se for olhar bem, estava bem condizente com seu representate e com a história de sua sociedade, como o filme havia contado lá atrás (vale lembrar que a parte final foi adicionada após o Spyke Lee ver a cena patética da ultra direita). O filme tinha algo a dizer, e não exitou em deixar muito claro. Deixar uma coisa como o racismo de uma sociedade e que mantem essa sociedade como algo a ser interpretado seria, ao meu ver, algo pior do que negar que a terra é redonda, seria negar a existência do sol, nesse sentido o Lee quis afirmar que o sol existe (que o racismo é a sociedade). E mesmo sem as cenas finais, o filme continua muito claro em afirmar que o sol existe, continua não deixando a interpretação livre. Mas as cenas finais deram o acréscimo de não permitir o espectador de acreditar que aquela sociedade hoje já não é mais assim, que que ficou no passado., Mas ai é que está, eu não acho que o protagonista tenha a ilusão de ter o sistema como aliado, ele sabia exatamente que o sistema e a sociedade era com base no racismo, e dai acredito que ele tenha entendido a sua pretendente e acho também que, embora ele não goste da sua tática, ela tem sua razão, ela tem razão. Ele acreditava que se infiltrando no sistema poderia criar uma brecha pra mudar o sistema e não para melhora-lo incluindo os negros nele. E nisso é que ele articulou pra mostrar pro companheiro dele que o sistema que se baseia no racismo também se baseia no racismo contra judeus, ele não quis educar um branco pra assim fazer com que ele passe a apoiar os negros, ele quis abrir os olhos do judeu pra perceber que esse sistema se baseia na exclusão de seu povo, dele também. Aqui o protagonista não tinha intensão ou expectativa de que o amigo dele tomasse alguma atitude com relação ao sistema ou com relação a inserção dos negros na sociedade, mas sim que ele enxergasse o real problema, a profundidade disso. E, pra mim, a grande questão foi a denúncia do falso extremo. Não havia briga de extremistas ali, e sim luta pela sobrevivência da integridade de suas vidas. Sutilmente o filme demonstra que os movimentos negros não era um movimento que se podia interpretar como um lunático tal qual o movimento branco, e sim que o movimento negro precisava se utilizar de estratégias pra sobreviver e mudar esse sistema, que é branco. Dai que a conversa entre os dois foi no tom de saber que a Angela Davis estava certa na sua luta, não me lembro dele recriminando-a pela luta, mas sim dele defendendo que existe outras estratégias que fazem parte da mesma luta, como a de ser policial. Ele sabia que ela estava lutando pela sobrevivência de sua integridade como mulher, negra, e de cultura de origem fora da cultura daquela sociedade. Tanto é que ela foi abusada pela polícia e eles conversaram com ele reconhecendo que a luta dela é desse ponto, de sobrevivência, de luta pra não ter o medo de ter sua vida abusada. Eu não me lembro dele criticando as táticas dela, que ai enquadraria no que você disse de entender mas não concordar. Ele apenas apontou pra outras táticas que ele prefere. Mas ele sabe que quando o sistema for chamado pra defender, ele defenderá o branco, como ficou muito claro na cena em que ele, policial, um profissional do sistema, estava atuando a racista terrorista, sofreu reação dela, e teve que tentar rende-la e ainda assim, a polícia foi prende-lo e defender a pessoa branca (e a grande genialidade é tratar isso com naturalidade, demonstrando que o policial estava apenas fazendo aquilo que ele acredita que era seu dever, e levando o espectador a, até, se ve na posição do policial poderia cair no mesmo mal julgamento). Havia ali um impasse, mas porque um não gostava particularmente da tática do outro, mas ambos concordavam que era preciso lutar por isso que eles estavam lutando e cada um escolheu a tatica que lhe foi necessário/+útil (que é, sutilmente, diferente de respeitar mas discordar). Então, eu acho que justamente, pelo menos pra mim, o impacto foi que: esfregamos na cara que essa sociedade é dos brancos com base na exploração de outras raças, e, não se iluda, ela continua hoje, e estão lutando pra que aqueles tempos volte. A minha interpretação que resultou disso foi: E ai? quando é que vamos discutir uma estratégia mais eficaz ou mesmo a de pegar em armas e por os brancos e seu jogo contra a parede pra forçar a sociedade a uma mudança? Porque o problema tá ai, gritando pra voltar a sua expressão máxima.
  12. Gustavo Adler

    Infiltrado na Klan, Dir: Spike Lee

    nada a ver, tem todo o sentido, na verdade, é o tema central Inclusive pra demonstrar a quem o sistema serve, não aos movimentos negros que queriam uma revolução, e sim aos brancos que queriam a cremação negra. O filme pareceu tratar do tema sem tomar partido, mas tomou, e o final demonstra isso. E não tinha como ser diferente, não da pra dizer que quem está com a arma apontada na sua cabeça foi violento ao roubar a arma e quebrar o pescoço do cara que tava o ameaçando. Mas sim, é ódio o cara que tá armado sacar a arma e apontar pro outro. E é isso que o filme trata, sutilmente, ele demonstra que, embora o movimento negro pregue o uso da violência aparentemente como o movimento branco, quem tem a vantagem é o branco, o sistema é do branco, e a iniciativa é do branco, é o branco sob posse da arma do sistema quem tem o poder de por fogo na arma e pedir paz ao negro, não o negro que está diariamente sendo violado e ameaçado de ser violado. Pedir que o negro tenha paciência é muita petulancia e racismo de nós brancos, e como bem retratou o final. repito e reintero, o final foi perfeito. E digo mais, tanto foi perfeito que o policial negro que acreditava que poderia reformar o sistema, muda-lo, ou fazer a revolução através das instituições, não ousou questionar as ações e ideias da sua potencial companheira, e entendia bem a raiva que ela tinha. Sabia que ela estava certa mas achava que poderia combater esse sistema por outros meios não violentos.
  13. Gustavo Adler

    Infiltrado na Klan, Dir: Spike Lee

    discordo, acho que os clipes ali inseridos foram perfeitos. Tem que esfregar na cara mesmo!
  14. Gustavo Adler

    Nós, Dir: Jordan Peele

    Porra Parece que o filme vai abordar a temática da versão ruim nossa como nosso próprio terror. E pelo que eu senti, parece que vai ser mais além, que não necessariamente é ruim por ser má, malévola, mas sim que as versões ruins são aquelas que poderiamos ser se fossemos entregues as traças, sem o reconhecimento e a oportunidade de explorar o melhor de nós, apenas tendo como chance de sobrevivência nossa própria degradação. Eu tive essa sensação em algumas cenas, como a da versão ruim da personagem da Lupita Nyong'o não parecer exatamente ruim, mas sim uma mulher perdida, em sofrimento, e em estado desumanisável, contrastando com a personagem da versão boa, bem resoluta, segura de si e exalando sua serenidade. Pareceu também que a versão da meninha ruim pareceu uma menina inquieta e bastante indissiplinada, angustiada. E engraçado é que parece que a versão do menino parece procurar conversar com o menino real, como que representando o momento de autodescobrimento, em que as duas versões se apresentando sugere que o desenrolar daquele período da vida dos garotos pode tanto levar pra versão boa como pra má.
  15. Gustavo Adler

    Infiltrado na Klan, Dir: Spike Lee

    Filmaço
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