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Forum Cinema em Cena

Gustavo Adler

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Gustavo Adler last won the day on August 7 2016

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About Gustavo Adler

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    Editor de Som
  1. Blade Runner 2049

    Perfeito. É disso que falei a respeito da atuação mais contida. O Gosling quando passa a acreditar que é a criança muda e se torna "mais humano" passando a sentir as coisas
  2. Blade Runner 2049

    Lembra que a holograma ficava falando pra ele que era ele a criança e ele ainda tava relutante? Ai ele vai la visitar a mulher que implanta as memórias e pergunta se eles implantam memórias reais (vividas por outras pessoas mas que foram implantadas em replicantes) no que a projetora de memórias diz que não existe e depois ele pergunta se a memória que ele tem é verdadeira no que ela diz que sim. Ai ele fala com a holograma que da o nome Joe pra ele e depois ele vai pra rua nevando e começa a pegar na neve como se aquela experiência fosse real . Com a expressão de quem está maravilhado com a descoberta contemplando o momento que é real. Hmmm entendo. Não senti isso não. Mas entendo, agora que vc ressaltou , de fato, a trilha sonora sempre da um ar de tristeza e fúnebre mas tem amor e esperança, não é só catástrofe. Mas acho que faltou esse dialogo poético que desse a dimensão do que o filme estava mostrando. No caso do céu até achei massa ele pegar numa replicante e cortar a sua barriga (e até deu um simbolismo de como ele trata o seu replicante como objeto assim como eram tratados os escravos). Mas acho que faltou algo no ambiente que fizesse o link do paraíso para o útero. Algo no ambiente tão grandioso como um paraíso para o útero quanto a lágrima em uma chuva enquanto ta morrendo para um momento em seu curto tempo de vida, ou a angústia de ter posto em dúvida sua memoria como uma vida verdadeiramente vivida para o que é viver verdadeiramente e quem pode se dizer ter vivido verdadeiramente (no caso o darcken ser perguntado como ele sabe se as memórias dele não é um implante e ele permanecer calado). Na cena final faltou realmente uma frase que explorasse a poesia daquele momento de aceitação do falso e da sua missão final de cumprir algo maior.
  3. Blade Runner 2049

    Bem, vamos dissecar. Não achei o vilão ruim, muito pelo contrário, achei excelente. Foi unidimensional? De certa forma sim, mas ele era só um peão para a ideia de o que é ter uma experiência e vida verdadeira, e o que é ser um boneco, uma vida de plástico. Será que há vida em um plástico e se ela possui direitos ou pode ser explorada? O vilão cumpriu o papel do cínico hardcore que se beneficia disso. Se desse mais dimensões a ele, precisaria desenvolve-lo e aí acho que o filme perderia tempo (talvez não, poderia usar o desenvolvimento desse personagem para explorar esse beco vida em um plástico x direitos a sua própria vida, como um personagem em conflito que procura sana-lo tratando de não reconhecer a vida dentro dos replicantes). E por esse motivo tbm não acho que faltou um melhor desenvolvimento da replicante fodona, ela cumpriu seu papel (inclusive como replicante). O que faltou pra mim considerar como uma obra prima foi a poesia que tinha no primeiro. Não achei ruim o diálogo, muito pelo contrário, por exemplo quando o dono da empresa Wallace (o vilão) faz o diálogo a respeito da falta do paraíso, construiu anjos mas faltou o paraíso, achei perfeita mas a cena em que ela foi construída foi uma tradução literária do significado que a metáfora tinha e não a construção da imagem da metáfora que dava a visão do jogo poético que ela significa ( comparando com a frase do primeiro "grandes momentos perdidos no tempo como lágrimas em uma chuva" enquanto o personagem esta na chuva. Ou mesmo o lindo diálogo entre darcken e a replicante reachel que serviu até pra em palavras trazer o sentido que o filme tratava o fato de uma ser construída vida em uma maquuma). O filme tem cenas riquíssimas que carregam muita mensagem. Mas faltou cenas que os diálogos acrescentassem ou completassem o sentido vislumbrado. Explorasse mais dimensões do seu sentido, e vice versa. O final do blade runner pegando a neve com a frieza triste de quem sabe que é fake mas que vai superando isso e se resolvendo, finalmente encontrando a paz foi maravilhosa mas merecia umas palavras que explorassem o sentido lógico da poesia, como muito bem fez o Ridley no final do primeiro. Já na cena em que ele pega a neve achando que era o filho, achei perfeita, atuação magistral, deu pra ver que aquela recorríeis de sentir a neve em suas mãos como real (em contraste com a cena em que ele ta de namoro com a holograma na chuva em que a chuva não toca na holograma).
  4. Blade Runner 2049

    Filmaço filmaço
  5. Star Wars Episódio VIII - Os Últimos Jedi (15/12/2017)

    Eu gostei mas pelo potencial Acho que vão romper com lado sombrio/ luminoso e os mestres de ambos os com a força vão estimular seus discípulos a explorarem toda a força , tanto seu poder destrutivo quanto vislumbrativo para que saibam utilizar-se dela de uma forma mais total e correta.
  6. Star Wars Episódio VIII - Os Últimos Jedi (15/12/2017)

    Cadê cadê cadê cadê cadê cadê
  7. Alien Covenant

    Filminho fraco em todos os sentidos
  8. Blade Runner 2049

  9. Blade Runner 2049

    hahahaha é verdade, me cafundi hahaha
  10. Blade Runner 2049

    E aí? Ninguém assistiu?
  11. Star Wars Episódio VIII - Os Últimos Jedi (15/12/2017)

    UE, terminou agora de produzir, ninguém falando a respeito da sua estreia... Eu estou gostando mas ta muito estranho
  12. Star Wars Episódio VIII - Os Últimos Jedi (15/12/2017)

    UE Não vai estrear esse ano?
  13. Blade Runner 2049

    CARAAAI mas no último piloto da Williams campeão nós confia heuheuheu. Eu não vou segurar meu hype não, o diretor já se provou, acho difícil me decepcionar.
  14. A Coisa (20??) Stephen King

    A ameaça só se torna ameaçadora se ela for real. Se vc já souber de ante mão que não vai acontecer nada, então você até late de volta Zoando o cachorro. E sim, concordo que a primeira reunião na casa abandonada uma morte ali iria por em cheque uma parte importante da metáfora, e da história, mas ele acabou perdendo a confiança minha com ralação a ser uma ameaça real. Talvez deixando um em coma de forma que o Bill ainda acreditasse que não havia um fim na morte, é podia até ser uma oportunidade de usar ela, a necessidade de se manter unido e sem medo pra que o Penny não tivesse força de matar de vez a criança em coma (poderia até fazer umas tomadas do penny atormentando a criança em coma nos sonhos). E a criança que era pra ter morrido mesmo foi o rabino, ali foi de fato broxante
  15. A Coisa (20??) Stephen King

    Então, por incrível que pareça, concordo com vc. a cara de inofensivo nele caiu como uma luva a ameaça que ele apresentava. Realmente, essa cara mongolóida em movimento e em ação e com a grande atuação do ator, ficou muito daora. E eu não me incomodei com o CGI nesse filme Exato, achei que isso foi muito bem explorado, mas não explica as lacunas, explica ele perder no final, explica ele não ter conseguido matar na primeira investida do grupo na casa abandonada. Mas não explica ele não ter matado o garoto que toma remédios quando ele estava só, o garoto estava claramente em pânico, era pra ter morrido ali. aaai tu viajou, acho meio conveniente essa explicação. Pra mim, não tem nada a ver a força dele com o lugar, ele apanhou em sua casa. Bem, pra mim esses filmes que tem uma ameaça mas que não mata nenhum dos personagens com quem o filme se dedica pra nos criar apego a eles me da a clara sensação de falsa ameaça, de fogo de palha. Só que nesse filme a coisa ficou realmente muito incomoda. Porque a cena se repetia sempre, o palhaço corria atrás das crianças (sozinhas e com medo) e não pegava, não matava. a ponto de no meio do filme todas as cenas você já ficar tranquilizado que ninguém ali que você se apegou ia morrer, e aqueles que você criou uma repulsa (os garotões playboy que sacaneavam) a gente sabia que iam morrer e a gente torcia pra isso. Ficou uma coisa meio fogos de artifício, o palhaço monstrego vinha, as cenas eram muito boas para dar um calafrio, e seriam fantásticas se a gente não conseguisse prever com exatidão o desfecho delas no sentido de temer pela vida daquelas crianças, mas como já se sabia que todos estavam seguros, as cenas só davam o calafrio devido a excelente direção. Faltou sim ousadia em materializar a ameaça que era o Penny. E essa cena final do garoto de oculos na boca do Penny foi a pior brochada que eu vi de filmes do ultimos tempos, expôs uma cena que seria foda em termos de tudo, pra depois peidar na tanga. Seria fantástica se ele tivesse matado o garoto, como ele ficou se deliciando e perdendo tempo se deliciando, pareceu mais a velha e cliche cena do vilão conversando com o herói já rendido, ali a gente já sabe que o garoto vai sobreviver. No começo dessa cena eu sabia que o garoto não ia morrer, se o garoto morresse o diretor iria realmente me surpreender e dali passaria a encarar as cenas de perigo com mais temor. Aah e sem falar que aquela sequência toda do penny quase matando um quase matando outro, (o de óculos do stranger things tbm foi meio feia) deixou claro que nenhum ali ia morrer e que o diretor estava criando aquelas cenas de quase pegar os moleques só pra conquistar nosso temor, mas que o diretor não ia matar nenhum. Ao invés de ser uma escapada da morte se tornou um "aaah eu entendi o truque". me incomodou um pouco no começo, mas a partir do meio pro final já não me incomodei.
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