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Questão

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  1. Questão

    Infiltrado na Klan, Dir: Spike Lee

    O problema é que o filme já tinha esfregado na cara. Pra mim só mostra uma insegurança de o que veio antes não vai ser compreendido. E em termos de linguagem, não tem nada a ver com o que veio antes. Mal comparando, é como colocar uma entrevista com um psicólogo infantil no fim dos créditos de DIVERTIDA MENTE falando da importância da tristeza em um desenvolvimento saudável.
  2. Questão

    The Punisher (Netflix/Série)

    Conferi a 2ª temporada de JUSTICEIRO Situada um ano após os eventos da primeira temporada, a história tem início com Frank Castle (sob o nome falso de Pete Castiglione) viajando pelos Estados Unidos, tentando deixar o seu passado de violência para trás após ter vingado a morte de sua família. Mas logo, Frank é arrastado de volta a ação, após salvar uma adolescente trambiqueira chamada Amy em um bar de Ohio, que estava sendo perseguida por assassinos. Vendo-se diante de uma conspiração envolvendo a máfia russa e um poderoso senador americano, Frank toma para si a missão de proteger a garota e descobrir os reais motivos de a quererem morta. Pra piorar a situação, seu inimigo Billy Russo, que perdeu boa parte de sua memória após o seu ultimo confronto com Castle, escapa da cadeia, forçando Frank a retornar a Nova York, e mais uma vez vestir o manto do Justiceiro. É inegável que o Frank Castle de Jon Bernthal foi um dos maiores acertos dos quatro anos de parceria entre a Marvel e a Netflix, tendo roubado a cena quando foi introduzido como antagonista na segunda temporada da saudosa DEMOLIDOR em 2016. Tendo ganhado a sua própria série no ano seguinte, a primeira temporada de JUSTICEIRO não causou o mesmo frisson da introdução do personagem na série do Homem Sem Medo, mas ainda tinha muitos méritos. A série conseguiu humanizar o personagem do Justiceiro de uma forma que raramente os quadrinhos conseguiram fazer, mas sem com isso tirar a brutalidade e inflexibilidade tão típica do anti herói. Além disso, a primeira temporada de JUSTICEIRO talvez tenha sido a mais ambiciosa tematicamente dentro das séries da Netflix, botando problemáticas sociais pesadas como a questão do desarmamento, e o descaso do estado com seus veteranos de guerra no centro da narrativa. Ainda assim, muitos fãs reclamaram da falta de ação, e como na grande maioria das séries da Marvel na Netflx, sofria com o inchaço dos treze episódio. No meio da onda de cancelamentos das séries da Marvel na Netflix, esta segunda temporada chegou com um certo ar de "fim de festa", já que é quase certo que a série não vera uma terceira temporada, ao menos não na Netflix. Ainda assim, essa segunda temporada de JUSTICEIRO vale a pena? Então, posso dizer que temos uma temporada recheada de ação, e aqueles que reclamaram que a temporada de estréia da série era parada demais não devem ter do que reclamar aqui. Temos diversas sequências de lutas, tiroteio e perseguições, todas muito bem filmadas e transpirando brutalidade. Os novos personagens como o matador John Pilgrim, interpretado por Josh Stewart (baseado no vilão Menonita das Hqs) e a jovem Amy Bendix são personagens muito cativantes, especialmente Amy, que tem uma dinâmica muito boa com Frank ao longo da temporada, com quem desenvolve uma relação paternal. E claro, Bernthal continua brilhante como Frank Castle, tanto em cenas mais tranquilas, como nas sequências de ação, em que pode extravasar a raiva quase animalesca que seu personagem carrega. Entretanto, apesar de talvez funcionar melhor como entretenimento do que a primeira temporada, esta segunda (e provavelmente última) temporada de JUSTICEIRO na Netflix revela-se bem menos ambiciosa do que foi a temporada de estréia, com alguns temas interessantes e relevantes até sendo arranhados, mas não com o mesmo embasamento dos treze episódios iniciais. Isso não seria necessariamente um problema se a série soubesse realmente qual história queria contar, mas parece que houve uma certa confusão quanto á isso, tornando os treze episódios novamente excessivos, mas de uma forma diferente da temporada anterior. Não é que o show não tivesse histórias pra treze episódios, pois tinha, mas ao manter duas linhas narrativas (a trama com Russo, e a perseguição de John Pilgrim a Amy) muito mal articuladas que mal se cruzam, o que acaba acaba causando essa sensação de enrolação, pois quando um episódio resolve se concentrar em uma das tramas principais, negligencia completamente a outra, deixando-a estacionada até que ela se torne relevante de novo. O plot envolvendo Billy Russo (que tem seu codinome dos quadrinhos, Retalho, apenas posto como um Easter Egg) é o mais problemático. É ele que traz o retorno de personagens da primeira temporada como a Agente Dina Madani e Curtis Hoyle, além do próprio Billy. Existem algumas questões interessantes em torno deste arco, como a obsessão de Madani em dar um fim definitivo em Billy, embora não consiga ter a frieza de Castle, e um certo tensionamento na amizade entre Frank e Curtis, quando o segundo percebe como é difícil ter uma vida sadia com o antigo irmão de armas por perto. Madani até possui um bom desenvolvimento nesta temporada, já o conflito de Curtis não é desenvolvido a contento. O maior problema desse arco entretanto, acaba sendo o próprio vilão que o impulsiona. A aparência "deformada" que Russo ostenta no rosto surgem muito mais discretas (pra dizer o mínimo) do que o rosto verdadeiramente retalhado que o personagem ostenta nos quadrinhos, o que irritou um pouco os fãs, e não deixa de ser um pouco decepcionante, tendo em vista o jeito que a temporada anterior terminou. Mas isso acaba sendo o menor dos problemas envolvendo o desenvolvimento do personagem. Não parece haver um consenso entre os roteiristas de que história eles estavam contando com Russo. A de um homem tentando recuperar as suas memórias só para descobrir que cometeu atos monstruosos no passado? De um veterano de guerra que reúne um pequeno exército de outros veteranos para exigir á força o que eles acham que o país deve á eles? A do rival de Frank Castle que conduz uma vingança pessoal contra ele por te-lo deixado no estado em que ele está? Nenhuma dessas facetas que o vilão apresenta durante os treze episódios parecem conversar, o que acaba eliminando o potencial narrativo que todas estas propostas apresentavam, criando um vilão confuso, que não é ajudado por um romance mal arquitetado envolvendo a psicóloga que é levada a loucura ao se apaixonar por ele, no estilo Coringa-Arlequina. E isso é uma pena, visto que Ben Barnes havia entregado um Billy Russo maquiavélico e carismático na temporada de estréia, mas não souberam como evoluir o personagem A trama envolvendo Amy Bendix e John Pilgrim já é melhor cuidada, mas peca pela falta de aprofundamento. Como dito antes, a dinâmica paternal que se estabelece entre Frank e Amy é muito boa, com a jovem se revelando uma personagem muito carismática ao misturar uma malandragem trambiqueira com uma certa inocência juvenil. A relação da dupla é bem trabalhada, com uma irritação mútua que oculta um carinho crescente, embora o monstro que Castle carregue dentro do peito também assuste a garota. Entretanto, sinto que havia espaço para ir ainda mais fundo nessa relação, embora não dê pra dizer que ela é mal construída. O John Pilgrim de Josh Stewart, por sua vez, consegue transmitir o ar de ameaça e mistério em torno de seu personagem, e existem paralelos bem interessantes criado entre ele e o Justiceiro, por serem ambos homens com passados de violência que tentaram abandonar, só para serem puxados de volta. Entretanto, as motivações do vilão nunca são completamente bem fundamentadas. Entendemos que ele é membro de uma comunidade religiosa ultra conservadora financiada pelo casal Schultz (Corbin Bernsen e Annete O'toole) mas nunca entendemos por que Pilgrim tem tanta fé e devoção para o casal, talvez por que nunca seja mostrado como a tal comunidade funciona. Havia tramas neste arco, como os benefícios da religião e os malefícios de quando ela é levada a extrema, assim como questões controversas envolvendo a extrema direita que poderiam ter sido melhor exploradas também, como a série já se mostrou capaz no passado. De fato, mesmo elementos narrativos mais imediatos, como a recompensa milionária que é posta pela cabeça de Castle e da garota acabam sendo subaproveitados. Apesar destes defeitos, a segunda temporada de JUSTICEIRO está longe de ser ruim, embora apresente alguma barriga. Seu maior problema é mesmo a articulação de dois plots centrais que não se comunicam, e acabam sabotando o desenvolvimento um do outro, mas ao menos a jornada dramática do protagonista é muito sólida ao aceitar de vez seu destino como o Justiceiro não somente como um eterno ato de vingança por sua família ou por acreditar estar fazendo o certo, mas também pelo personagem perceber que é "viciado em guerra". Existem episódios eletrizantes ao longo da temporada, como o episódio 03, totalmente inspirado no clássico de John Carpenter ASSALTO Á 13 DP, ou o episódio 10, que gir em torno das semelhanças e diferenças entre Castle e Russo, enquanto o vilão executa um plano para "quebrar o espírito do Justiceiro", mesmo que as consequências deste ultimo não durem muito. Se este é o fim da série do Justiceiro, é um bom final, que fecha todos os arcos narrativos deixados em aberto nas duas temporadas, ainda que deixe uma porta aberta para futuras aventuras do Anti Herói. Entretanto, ainda que satisfatório, os problemas de roteiro e as linhas narrativas conflitantes da temporada nos deixam com a impressão de que a série poderia ter feito melhor.
  3. Questão

    Infiltrado na Klan, Dir: Spike Lee

    Após anos de uma carreira aclamada nos cinemas, Spike Lee finalmente conseguiu sua primeira indicação ao Oscar de Melhor Diretor. Lee é o diretor de Infiltrado na Klan, que também recebeu indicações a Melhor Filme, Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Trina Sonora, Melhor Edição e Melhor Ator Coadjuvante (Adam Driver). Vale lembrar que, embora esta seja a primeira vez que Spike Lee seja reconhecido como cineasta, ele recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Roteiro Original por Faça a Coisa Certa, de 1989. FONTE: OBSERVATÓRIO DO CINEMA
  4. Questão

    John Wick: Parabellum

    It's Inevitable, Mr. Wick.
  5. Questão

    Infiltrado na Klan, Dir: Spike Lee

    Conferi o filme. No geral, concordo com o que o SOTO disse nessa passagem quotada, e o que o cara do canal "Meus Dois Centavos" disse no vídeo postado aqui. Gostei do filme, a dupla principal com o John David Washington e o Adam Driver é muito boa, e têm uma dinâmica legal em cena. O filme acerta em utilizar uma história de época pra tratar de problemas absolutamente atuais, como a ascensão de idéias de extrema direita ao redor do mundo (especialmente no caso do Trump). Acho que as tentativas de fazer humor do filme nem sempre funcionam, mas a obra nunca perde o seu valor de entretenimento e instrumento de conscientização. Outro problema, é que o conflito representado entre a validade de usar o próprio sistema ou não representado pelo relacionamento romântico do protagonista, apesar de muito rico como conceito, não parece ser explorado o suficiente. Gosto do filme não assumir uma posição definitiva sobre a questão, deixando em aberto o futuro do relacionamento do casal, mas ainda assim, sinto que o roteiro não soube tratar bem isso no desfecho. Também acho que faltou um certo fecho pro arco do personagem do Driver, que talvez tenha sido ainda mais transformado pela experiência que o protagonista. E acho que o Lee foi didático demais naquele final, inserindo clipes de imagens reais, pois não só nada tem a ver com o tom do resto do filme, como só reforça algo que a obra já havia deixado totalmente claro, que é a de que idéias fascistas estão tão presentes hoje quando nos anos 70. Gostei do filme, apesar do final brochante, mas acho que tinha potencial pra ter sido um filme bem melhor do que é.
  6. Questão

    Guerra Mundial Z 2 (David Fincher)

    Pelo menos pra mim, acho que a expectativa é muito maior pela direção do Fincher do que pela continuação em si, creio eu.
  7. Questão

    O Doutrinador

    Cara, pode até ser. De fato, não duvido nada que a intenção tenha sido essa, mas não rolou, pois ficou muito artificial. Os políticos corruptos ficam dando risadinhas malignas e se comportando como vilões de Super Amigos. Estava esperando o momento de algum deles entrelaçar os dedos e dizer "excelente!" ao estilo Sr. Burns dos Simpsons. Me tirou totalmente da imersão.
  8. Questão

    Suspiria (remake)

    Argento não curtiu SUSPIRIA | DIRETOR DO ORIGINAL DESAPROVA REMAKE: “NÃO EMPOLGA” Posted by Matheus Fragata | jan 18, 2019 | Cinema, Nos Bastidores, Notícias | 0 O grande diretor do giallo italiano, Dario Argento, desaprovou o remake de Suspiria feito por Luca Guadagnino. Em entrevista à Rai, afirmou: » Siga o Bastidores no Facebook , Instagram e no Twitter para saber todas as notícias sobre cinema « “Ele não me empolgou, ele traiu o espírito do filme original: não há medo, não há música. O filme não satisfez muito, mas é um filme refinado, como o próprio Guadagnino, que é uma ótima pessoa. Guadagnino faz lindas mesas, lindas cortinas, lindos pratos, tudo é lindo…” Bom, quando o melhor que um filme oferece são seus adereços de sala de jantar, certamente algo está errado. FONTE: NOS BASTIDORES
  9. Questão

    Morte no Nilo (Kenneth Branagh)

    O diretor Kenneth Branagh (O Assassinato no Expresso do Oriente) revelou na última edição da revista Empire que Jodie Comer (Killing Eve) está se juntando ao elenco de sua adaptação de Morte no Nilo. Morte no Nilo mostrará o detetive Hercule Poirot (Kenneth Branagh, também diretor do filme) aproveitando um luxuoso cruzeiro pelo Rio Nilo, no Egito, quando uma herdeira é morta a bordo. FONTE: OBSERVATÓRIO DO CINEMA
  10. Questão

    Bohemian Rhapsody (Dexter Fletcher)

    Uau! 'Bohemian Rhapsody' ultrapassa a marca de US$ 800 milhões nas bilheterias Por Renato Marafon Publicado em 21/01/2019 às 14:19 FacebookTwitterWhatsAppE-mailMais...27 COMPARTILHE! DON'T STOP ME NOW! A biografia 'Bohemian Rhapsody' ultrapassou a impressionante marca de US$ 800 milhões nas bilheterias mundiais. Após vencer dois Globos de Ouro, nas categorias de Melhor Filme de Drama e Melhor Ator em Drama, para Rami Malek, as bilheterias foram impulsionadas novamente. O filme já soma US$ 203 milhões nos EUA e US$ 597 milhões, ultrapassando US$ 800 milhões e figurando como a 7ª maior bilheteria de 2018. FONTE: CINEPOP
  11. Questão

    Shazam (2019)

    Teaser zoando icônica frase do Coringa do Ledger
  12. Questão

    Cemitério Maldito (Remake)

    Tv Spot
  13. Questão

    Tolkien (Cinebiografia)

    A Fox Searchlight divulgou nesta quinta-feira (17) a data de estreia oficial de Tolkien, biografia com Nicholas Hoult sobre o famoso autor de O Senhor dos Anéis. O filme sobre J.R. Tolkien chegará aos cinemas no verão americano, em 10 de maio deste ano. O diretor finlandês Dome Kakuroski, que recentemente comandou outra biografia de um artista importante, o ilustrador Tom of Finland, vai comandar o novo projeto. FONTE: OBSERVATÓRIO DO CINEMA
  14. Questão

    It: Capítulo 2

    James McAvoy é uma das novidades de It: A Coisa – Capítulo 2. O ator estará vivendo a versão adulta de Bill, e ao que parece, como o seu personagem, o famoso ficou extremamente assustado com a presença de Pennywise. Ao Good Morning America, James McAvoy ficou impressionado com Bill Skarsgard, que vive o Palhaço Dançante. No entanto, demorou um pouco para se acostumar com as brincadeiras. “Ele é incrível. O cara que interpreta ele é assustador. Ele é um cara adorável, mas ao mesmo tempo me assustou. Eu me lembro de estar lá com o restante do elenco, todos esses adultos, e todos nós fizemos coisas estranhas, assustadoras. E todos nós nos olhávamos, ‘Eu não gosto de estar aqui, eu não gosto de ser um ator hoje’. Ele realmente fez isso, ele realmente me aterrizou. Eu nunca gostei de palhaços”, disse o ator. FONTE: OBSERVATÓRIO DO CINEMA
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