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  1. Questão

    Patrulha do Destino (Série)

    Segue minha humilde crítica da primeira temporada de PATRULHA DO DESTINO Segunda série produzida pelo serviço de Streaming da DC Comics, vinda no rastro da relativamente bem sucedida TITÃS (onde a equipe fez a sua estréia em live action em uma participação especial) PATRULHA DO DESTINO surge com uma identidade completamente diferente da série irmã, e não, não é preciso ter assistido TITÃS para conferir PATRULHA DO DESTINO. Diferente da equipe do Robin, a DC aposta aqui em uma equipe completamente desconhecida do grande público (e nichada mesmo entre os fãs de Hqs) para entregar um produto narrativamente e esteticamente bastante ousado, e que se destaca entre as tantas séries do subgênero que tem surgido, embora é bom avisar, talvez não seja para todos os gostos. A trama acompanha um grupo de pessoas protegidas pelo Dr. Niles Caulder (Timothy Dalton), um cientista que ao longo dos anos salvou um grupo de pessoas de experiências de quase morte, que deu poderes a ela, mas também as transformou em párias sociais, incapazes de levar vidas normais. Formam o grupo Rita Farr (April Bowlby) uma renomada atriz da década de 50, que após ser exposta a gases vulcânicos incomuns enquanto filmava um filme no Congo, teve toda a estrutura molecular de seu corpo tornada elástica, Larry Trainor (Matt Boomer), um piloto de testes que durante um voo, entrou em contato com uma entidade cósmica, tendo 95% de seu corpo queimado, ficando preso a essa entidade, Cliff Steele, (Brendan Fraser) um piloto de Nascar, que após sofrer um grave acidente, ficou com apenas o cérebro intacto, passando a viver dentro de um corpo robótico super forte, e a misteriosa Crazy Jane (Diane Guerrero), uma garota com um passado traumático, que após ser cobaia de experimentos, desenvolveu 64 personalidades, cada uma com um poder diferente. O grupo vive isolado na mansão de Caulder (carinhosamente chamado de Chefe), mas incentivados pela rebelde Jane, recebem furar o isolamento onde vivem, visitando a cidade próxima. Sem controle de seus poderes, o grupo acaba causando o caos generalizado, e atraindo a atenção do poderoso e insano Eric Morden, o Sr. Ninguém (Alan Tudyk), um poderoso meta humano capaz de manipular a realidade, e que tem uma rixa antiga com Niles. Após um primeiro confronto desastroso, o Chefe é sequestrado pelo Sr. Ninguém, e agora os quatro párias que não fazem a mínima noção do que é ser um herói precisam resgatar o seu mentor, contando com a ajuda do Ciborgue (Joivan Wade), um jovem herói já estabelecido, que tem uma amizade antiga com Niles, sendo muito mais próximo dele do que do próprio pai. Com essa premissa inicial, que desconstrói o subgênero dos super heróis rindo de suas convenções, e não raramente apelando para o surrealismo, PATRULHA DO DESTINO pode lembrar produtos como DEADPOOL (O vilão Sr. Ninguém quebra a quarta parede diversas vezes ao longo da série, assumindo a função de narrador), GUARDIÕES DA GALAXIA (não há como pensar em personagens mais disfuncionais e despreparados para formar uma super equipe quanto os membros da Patrulha), e mesmo o surrealismo de LEGION (coisas como baratas profetas do apocalipse, cultos que cantam "Ring my Bell" para invocar entidades, e portais dimensionais localizados na garganta de burros são coisas absolutamente normais na série). PATRULHA DO DESTINO não tem medo do absurdo, e abraça com gosto o absurdo, sabendo do potencial cômico que ele possui, algo que seus próprios personagens também parecem ter consciência. Mas no meio de toda essa loucura, a série da DC consegue nos fazer ter empatia com esses personagens ao coloca-los diante de dramas absolutamente humanos, equilibrando todo o humor nonsense com drama genuíno. Cliff (que ganha um trabalho de voz soberbo de Fraser sendo o grande motor cômico da série) dá ao Homem Robô (que como a grande maioria de seus colegas, nunca é chamado por seu nome de super herói) esconde por trás de seu tamanho e enxurrada de palavrões um sentimento de culpa em ter falhado como pai com sua filha, que ele agora tenta compensar com sua relação com Jane. Larry, que também ganha um competente trabalho de voz de Boomer (e um brilhante trabalho de expressão corporal do dublê) surge como um dos mais angustiados membros da equipe, enquanto a sua relação com o Espirito Negativo, a entidade alienígena que ocupa o seu corpo, funciona como uma metáfora para a não aceitação de Larry da própria homossexualidade. Outra que merece os parabéns é April Bowlby, que desenvolve um lindo arco dramático de redenção para Rita e seu envolvimento no lado podre de Hollywood, construindo de forma natural o caminho da Mulher Elástica da mais relutante entre os membros da equipe para a líder do grupo. Mas quem rouba a cena é Diane Guerrero com sua Crazy Jane, em um trabalho digno de James McAvoy em FRAGMENTADO. Com pequenos trejeitos corporais e de voz, Guerrero consegue transitar entre as diversas personalidades que Jane (a personalidade dominante) desfila ao longo dos quinze episódios, indo da pequena Baby Doll, passando pela violenta Hammerhead, a patricinha manipuladora Karen, entre outros. O episódio situado dentro da mente da personagem é um primor de televisão, não só pela delicadeza dos pesados temas que trabalha, mas pela entrega de Guerero que valeria um Emmy para a atriz. É só uma pena que Guerrero não tenha mais chance de brincar "desarmada" com as personalidades de Jane, tendo em vista que em alguns casos, o penteado da personagem mude magicamente quando ela se transforma, algo que acho que a atriz não precisava. Joivan Wade, por sua vez, entrega um Ciborgue carismático, que consegue equilibrar o lado nobre e leve de seu personagem, com a angustia de estar se transformando mais em maquina do que homem (diferente da versão apresentada por Zack Snyder em LIGA DA JUSTIÇA), e é interessante observar que enquanto ao longo dos episódios, os membros da Patrulha claramente não tem ideia do que estão fazendo ao se envolverem no "lance de herói", mas aos poucos vão descobrindo a sua força interior, o Ciborgue, um herói tradicional de "primeira página" como o vilão o classifica a certa altura, vai descobrindo as suas próprias fragilidades, e como o jogo de "heróis e vilões" é mais complexo e cinzento do que ele está preparado para lidar. Timothy Dalton faz um grande trabalho como Chefe, fazendo de Niles Caulder aquele senhor que inspira confiança com um sorriso e um olhar gentil, mas que nas entrelinhas oculta um lado sombrio, que vai se revelando aos poucos ao longo da temporada. Por fim, Alan Tudyk diverte-se a beça como o Sr. Ninguém, entregando um personagem metalinguístico que apesar de zoar o subgênero dos super heróis, não pode deixar de ama-lo. Ao longo de 14 episódios, PATRULHA DO DESTINO desfila situações e personagens absurdos como Danny: A Rua, uma rua senciente teleportadora que aceita todos que são diferentes, ,Flex Mentallo, um fisioculturista capaz de alterar a realidade dobrando os seus músculos, e por ai vai, ao mesmo tempo em que trata de temas extremamente importantes como a autoaceitação, a luta contra o trauma do abuso, isso em uma trama cheia de reviravoltas, cheia de humor auto referencial (não, eles não perdem de vista o suposto plágio dos X Men), mas sem nunca perder de vista o coração e o drama que move seus personagens. É uma pena que aos 45 do segundo tempo, a série entregue um fim de temporada, que perde o equilíbrio entre o coração e a galhofa, o drama e o bom humor, apresentando um desfecho corrido e excessivamente galhofeiro, que não faz jus aos ótimos (alguns brilhantes) 14 episódios que vieram antes, ainda que diferente de TITANS, a série encontre uma conclusão. Aparentemente, as séries do Streaming da DC tem problemas de conclusão. Mas apesar dessa "caca" na saída, não tem como desabonar o excelente trabalho que PATRULHA DO DESTINO fez ao longo de sua trajetória. Apesar de não ter gostado do final, torço por uma segunda temporada (a série ainda não foi renovada) por que o nível que os produtores estabeleceram aqui não foi brincadeira.
  2. Questão

    The Batman (Matt Reeves - 25/06/2021)

    De certa forma, foi o que tivemos em PLANETA DOS MACACOS: A GUERRA. Tava todo mundo esperando que ia ser um super épico de humanos contra macacos, e acabou que em termos de escopo, acabou sendo um filme até menor que o filme anterior do Reeves na franquia, O CONFRONTO, que acho um filme muito mais com cara de blockbuster do que o fecho da trilogia do Cesar. Não acho que vai ser um filme de baixo orçamento (muito longe disso). Não creio que seja uma produção no tamanho de um JOHN WICK 1, por exemplo. Mas tenho certeza que vai ter um escopo muito menor que o TDKR, por exemplo.
  3. Questão

    Falcão e Soldado Invernal (Série - Disney+)

    Mesma duvida aqui. Acho que a Marvel não quis fazer um CAPITÃO AMÉRICA 4 com novo ator, e resolveu arriscar nessa minissérie pra ver se rendia, e depois botar o Sam como novo Capitão em um Vingadores 5. Mas uma coisa me deixa intrigado em relação ao Zemo. Embora nos quadrinhos, ele seja muito mais inimigo do Capitão, no filme, botaram a treta dele muito mais com os Vingadores em geral do que com o Capitão. Será que podem usar a série pra plantar uma semente pros Mestres do Terror liderados pelo Zemo pra explorar no cinema? Talvez o Sam e o Bucky descobrindo que o Zemo tá investigando supercriminosos pra montar a própria equipe, e aproveitar agora que os Vingadores tão "dispersos" depois da batalha com o Thanos?
  4. Questão

    Os Vingadores 4: End Game

    Dizem que a atriz não participou do RAGNAROK por causa de conflitos de agenda com a série dela (BLINDSPOT), e acho que se aparecesse, ia ser só pra morrer. Se não me engano, no filme dizem que o Odin (na real, o Loki disfarçado) exilou ela. Se ela foi vítima do estalo, ela voltou. E com o fim da série dela, não é impossível que a personagem possa aparecer no futuro do MCU (imagina ela, que tinha uma quedinha pelo Thor, encontrando o Thor gordão em GUARDIÕES VOL. 03?😃)
  5. Questão

    Mulher Maravilha 1984

    MULHER-MARAVILHA 1984 – PATTY JENKINS, A DIRETORA DO FILME, EXPLICA POR QUE ESCOLHEU OS ANOS 80! 6h - 299 – Nossa amazona está voltando! POR CRISTIANO RANTIN → Em breve veremos a nova aventura solo de Diana que, em Mulher-Maravilha 1984, deve brilhar no auge dos anos 80. Mas qual seria o motivo para o segundo filme da amazona se passar nessa data em específico? Patty Jenkins, a diretora do filme, falou um pouco mais sobre isso. Depois do primeiro longa ser ambientado na Primeira Guerra Mundial, a nova aventura de Diana será na Guerra Fria. Segundo Jenkins, a escolha pela data de 1984 foi muito deliberada, uma vez que os anos 80 serão de extrema importância pra história. “O ano de 1984 é definitivamente muito evocativo do que é importante no filme e ressoa com o agora… Foi o pináculo do sucesso dos anos 80,” explicou Jenkins em uma entrevista ao podcast do Deadline. A diretora continuou, dizendo que havia “algo sobre o excesso nesse período, algo que está tão ligado a onde estamos no mundo atualmente, isso foi escolhido por um motivo.” E ai, animados para o filme? FONTE: LEGIÃO DOS HERÓIS
  6. Questão

    Mulher-Maravilha 3

    Caso Diana ganhe um terceiro filme, minha aposta é Circe para vilã principal, já que depois do Ares e da Mulher Leopardo, ela é a maior pedra no sapato da Diana.
  7. Questão

    Um Lugar Silencioso 2

    O Deadline anunciou nesta sexta-feira (24) algumas mudanças feitas no calendário da Paramount Pictures, que foi alterado após o adiamento de Sonic: O Filme. O grande destaque fica para a nova data do terror Um Lugar Silencioso 2, que trará a continuação para o elogiado filme de John Krasinski. De 15 de maio de 2020, o filme agora estreia em 20 de março de 2020. FONTE: OBSERVATÓRIO DO CINEMA
  8. Questão

    Falcão e Soldado Invernal (Série - Disney+)

    Acho que o Bucky assumir a identidade do Capitão, mesmo temporariamente, não rola. Até por que isso seria meio desrespeitar a escolha do Steve e tal, e o Bucky parecia super de boa com a escolha. Mas acho que o Bucky ainda vai ter que lidar com consequências do tempo em que trabalhou com a Hidra. Alias, fica a duvida, depois de tudo que rolou com o Thanos, o tratado de Sokovia ainda vale? Nas Hqs, depois de um tempo, a lei do registro (Que equivale ao tratado nas Hqs caiu). Acho que com todo o lance do Thanos, o tratado deva cair também.
  9. Questão

    Avatar 2 - James Cameron

    Avatar 2: ator de Legion, Jemaine Clement estará na continuação Mais um nome acaba de se juntar a Avatar 2, sequência do sucesso de James Cameron. Trata-se de Jemaine Clement, ator que teve grande destaque na série Legion. O anúncio se deu através do perfil no Twitter do próprio filme. Confira: Ver imagem no Twitter Colaborador frequente de Taika Waititi (diretor de Thor: Ragnarok e dublador do personagem Korg), Jemaine Clement é showrunner da série O Que Fazemos nas Sombras, adaptação do filme homônimo para o canal FX. Recentemente, a atriz Michelle Yeoh também foi anunciada oficialmente para integrar o elenco. A franquia Avatar tem estado em pauta nos últimos dias pelo risco de ter seu posto de maior bilheteria de todos os tempos – em valores brutos – ultrapassado pelo mais recente lançamento da Marvel Studios, Vingadores: Ultimato. Atualmente, restam cerca de US$ 250 milhões de diferença entre o montante de cada projeto. Será que dá tempo? FONTE: COSMO NERD
  10. Questão

    Halloween (nova sequência da Blumhouse)

    'Halloween': Jasom Blum relembra fãs que está trabalhando na sequência Por Thiago Nolla Publicado em 22/05/2019 às 18:10 FacebookTwitterWhatsAppE-mailMais... COMPARTILHE! Ano passado, 'Halloween' tornou-se um dos filmes de maior sucesso da franquia, que começou 40 anos atrás, arrecadando mais de 253 milhões de dólares no mundo todo e recebendo 79% de críticas positivas do site agregador Rotten Tomatoes. E apesar de uma sequência não ter sido oficialmente confirmada, o produtor Jasom Blum lembrou os fãs que está trabalhando em uma sequência em seu Twitter oficial. Confira: Um dos fãs, durante a sessão de perguntas e respostas, implorou para que Blum anunciasse 'Halloween 2' o quanto antes possível. Como resposta, o produtor disse "estou trabalhando nisso". O mais recente filme, ainda que ignore todos os anteriores até o original, é o 11º da série e o segundo a obter o certificado "Fresh" no site supracitado. Blum acrescentou que o novo filme ofereceu ao público uma nova experiência, algo que gostaria de colocar nas continuações. FONTE: CINEPOP
  11. Questão

    Homem-Aranha: Longe de Casa (02/07/2019)

    DIABO DA GUARDA, um dos grandes clássicos do Demolidor, escrito pelo Kevin Smith. E fechando com a imagem que eu ainda sonho ver no cinema ou no Disney Plus/Hulu E fechando com a
  12. Questão

    Homem-Aranha: Longe de Casa (02/07/2019)

    Vai com um pé atrás, JAIL. O cara que falou em multiverso, foi o mesmo que convenceu o Demolidor que o juízo final havia chegado. Pra mim, tem treta ai.
  13. 1- Custa dinheiro pra caramba. 2- Monopólico comercial. A Disney não pode mais comprar empresas deste porte. Já foi um parto pra comprar a Fox 3- BIG abriu um tópico pra você chamado Disney, pra não precisar abrir um tópico pra cada pergunta que você tenha. Dê uma passada lá, pois todos os seus tópicos foram reunidos lá. Segue o link
  14. Questão

    Universo Cinematográfico da Marvel

    Exato, JAIL. Acho que a ideia é criar um ponto zero para a revelação dos mutantes no MCU (como o "I am the Iron Man" foi para os superseres., para então jogar com os impactos sociais que isso pode causar. Afinal, agora não é mais uma ou outro cara super poderoso ou cara de armadura que existe por ai. Gera uma paranoia no MCU, pois qualquer um pode ser um mutante. Não vejo dessa forma. Até por que embora o multiverso seja apresentado em ULTIMATO, eles estão bem longe de ser o foco, que é mais a viagem no tempo em si. O multiverso parece mais uma consequência, e a saída mais fácil pra não ferrar com a Timeline estabelecida. Pra mim, nem os diretores e nem os roteiristas prestaram muita atenção nesse conceito em particular, por que estavam focados demais no que acontece no Universo "de verdade" (eles nem sabem explicar direito se o Capitão casou com a Peggy no nosso passado, ou em outro passado) Mas então você pode argumentar "Mas eles vão abordar multiverso já no filme seguinte ao ULTIMATO, que é HOMEM ARANHA: LONGE DE CASA"? Então, há controvérsias. A gente não pode esquecer que quem veio com a história de multiverso foi o Mystério, o mesmo cara que nos quadrinhos fez o Demolidor acreditar que o juízo final tava chegando e o inferno ia se materializar na Terra. Então não se surpreenda, se no fim das contas, a trama de HOMEM ARANHA: LONGE DE CASA, não tiver nada a ver com multiverso, e ser tudo um plano do Mysterio, se aproveitando do que rolou em ULTIMATO, Assim sendo, não vejo como um risco a introdução do multiverso aqui. Se a Marvel quisesse (e não acho que seja o caso) ela podia nunca mais falar em Multiverso de novo. Os Nove reinos do Thor lá não seguem praticamente inexplorados? O Mandarim sugerido desde o primeiro Homem de Ferro deu as caras (excetuando o Mandarim fake de HDF 3)? Cara, acho que sim, até por que diz o Feige, ele já tinha a fase 3 finalizada antes mesmo de sonhar em ter os X men e o Quarteto na mão. Me parece que os fãs estão dando muito mais importância para a questão do multiverso do que a Marvel em si (apesar de LONGE DE CASA, mas tenho pra mim que faz parte do truque, como disse acima). Então, sim, acho que eles teriam usado a teoria do multiverso com ou sem as propriedades da Fox. Se pararmos pra pensar, era o jeito mais simples que eles tinham de trabalhar com a viagem no tempo no cenário que eles tinham ali. Por que se pararmos pra pensar, eles realmente iam introduzir o multiverso pra justificar o surgimento dessas aquisições, se tem explicações mais simples pra isso (tipo o rato que aperta o botão pro Homem Formiga voltar)? Ai é que tá. Não necessariamente a Marvel vá usar a questão do multiverso como fio condutor para futuras sagas (pode usar), mas não acho que ULTIMATO criou uma obrigação pra isso. Quando se lida com universo expandido (o que vale pros quadrinhos também, mas principalmente no cinema e na TV) você tem que fazer algumas concessões. Pega as críticas do Pablo dos filmes da Fase 2 como HOMEM DE FERRO 3, THOR: O MUNDO SOMBRIO e CAPITÃO AMÉRICA: O SOLDADO INVERNAL, e o Pablo (não só ele, mas diversos críticos) questionavam "por que eles não chamaram os Vingadores pra ajudar?" Claro, você pode procurar justificativas na história que respondam essas perguntas, mas a resposta mais rápida é "por que não era um filme da equipe". Ou em um caso mais recente "por que o Fury não chamou a Capitã Marvel quando o Loki liderou uma invasão alienígena, ou quando o Ultron quase detonou o Planeta Terra"? Podemos inventar várias explicações pra isso, mas a resposta mais honesta é "por que a Capitã Marvel não havia sido introduzida". Assim, você explica essas questões. X Men podiam nem ter sido formados durante esses eventos. O Quarteto podia não ter sofrido o acidente, enfim. A explicação não é complicada. Mas isso um filme teria que inserir essa informação, pois ULTIMATO não indica que o multiverso seja afetado pelo estalo, e sim somente aquele universo onde ele é feito. Tanto que acho que se forem pra 2014 sem Thanos, nunca vai acontecer estalo nenhum. Na verdade, não foi bem fundir todos em uma unica linha temporal, certo? E sim, acabar com o excesso de realidades alternativas (especialmente o Universo Ultimate) e trazer para o universo regular personagens que haviam se tornado populares, como o Miles Morales e o Velho Logan. E isso sim é complexo se pararmos pra pensar. A Marvel vai criar todo um universo alternativo com o Quarteto e os X men, pra depois destruir esse universo e fundir tudo em um só? Isso sim é complexo. Só vejo a Marvel fazendo isso se for pra ter um reboot completo do MCU, e acho que eles estão bem longe dessa marca. Confesso que não me empolguei muito com esse. Hehehe. Até gosto do filme, mas não envelheceu bem comigo, e acho fácil o filme mais fraco que os Russo dirigiram para a Marvel. Cara, minha opinião é que o multiverso (que não necessariamente envolve realidades espelhos da nossa) vai ser usado sim pelas propriedades da Fox (mas também pelas que a Marvel já tem) pra brincar com coisas que você geralmente não poderia. Dá pra brincar aqui com um "Marvel Zombies", uma "Marvel 1602", um Mojoverso, uma Zona Negativa, uma "Era do Apocalipse", um "Dinastia M", até um "Fox verse, com os X men da Fox", por que não? Dá pra fazer uma adaptação de "Homem Aranha no Aranhaverso" pra passar o bastão do Peter pro Miles Morales (o que vai acontecer, cedo ou tarde quando o Tom Holland largar o papel), da pra introduzir uma Spider Gwen. Até um Porco Aranha e uns X Babies se quiserem pirar. Então, acho que o multiverso vai ser uma coisa muito pontual no MCU, que pode até vir a assumir um papel central se a Marvel resolve adaptar alguma saga que gire em torno dele, como "Massacre", "Dinastia M", "Dinastia Kang", ou a própria "Guerras Secretas 2015" citada por você, mas que não acho que tenha sido posto ali pra servir de porta de entrada pra X Men ou Quarteto Cara, eu acho que os X Men não tão no pensamento imediato do Feige não. Acho que ele tá muito mais preocupado com o Quarteto agora, e a cartela cósmica (e geopolítica) que ele traz. "O Futuro imediato é cósmico'" é o que o Feige diz. Ai, acho que ele quer se aprofundar mais nos Krees e Skrulls, apresentar o Galactus, e as ramificações trazidas pelos Eternos, apresentar o Império Xiar (que veio com a cartilha dos X Men), e por a vai. Sem falar na própria geopolítica da Terra. Com a revelação de Wakanda, imagino que Latveria e Atlântida não devem estar muito atrás. Enfim, esse foi o meu textão, pra explanar o meu ponto de vista do por que eu acredito que os fãs estão dando mais importância para o multiverso do que ele realmente tem (por enquanto).
  15. Questão

    The Lighthouse (Robert Eggers)

    Festival de Cannes 2019: Protagonizado por Robert Pattinson, novo filme do diretor de A Bruxa é só elogios pela crítica Por Renato Hermsdorff — 20/05/2019 às 09:19 Cem por cento de aprovação no Rotten Tomatoes (até agora); nota máxima no AdoroCinema. Divulgação Depois do sucesso de A Bruxa, coprodução brasileira de terror, era grande a expectativa em torno novo projeto de Robert Eggers. Pois contrariando o dito de que “quanto mais alto, maior é a queda”, o diretor vem conquistando a crítica com The Lighthouse, protagonizado pelo (futuro Batman) Robert Pattinson e o (ex-Duende Verde) Willem Dafoe, exibido no Festival de Cannes pela programação da Quinzena dos Realizadores (portanto, fora da disputa pela Palma). A produção, que se passa no Início do século XX, traz Thomas Wake (Dafoe) como o responsável por cuidar de uma farol de uma ilha isolada. Depois de perder seu assistente, ele contrata o jovem Ephraim Winslow (Pattinson) como substituto. Mesmo assim, o experiente funcionário não permite que o novato acesse de fato farol, o que alimenta (claro) a curiosidade do personagem de Pattinson. Getty IMages Pattinson e Dafoe em evento da revista Vanity Fair. O AdoroCinema, que classificou o filme como “visceral”, conferiu nota máxima, 5,0, ao longa: “O resultado não se contenta com a beleza estonteante das imagens nem com o refinamento da produção. Quando chega a hora de partir para o terror, Eggers oferece cenas chocantes, de uma brutalidade explícita e banalizada – mais uma vez, os animais desempenham um papel importante, como em A Bruxa. O diretor aproxima-se de Lars von Trier na estética da violência, apostando na possibilidade de ser ao mesmo tempo mais gore e mais refinado” (Leia mais aqui). Pela crítica internacional, a recepção não foi diferente. “Realizado com habilidade extraordinária, The Lighthouse é um filme que você não pode classificar, e isso é parte de seu apelo”, aponta o texto da Variety. “Eggers confirma sua reputação instantânea como um mestre do ‘New England Gothic’ com esse claustrofóbico segundo longa”, destacou o profissional do The Hollywood Reporter. A indieWire tascou: “É o melhor filme sobre companheiros de quarto [‘roommates’] já feito. Até a publicação desta matéria, ainda não havia um consenso sobre a avaliação do filme no site Rotten Tomatoes. Com 12 textos contabilizados, no entanto, a provação é de 100%. The Lighthouse ainda não tem previsão de estreia no Brasil FONTE: ADORO CINEMA
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