Jump to content
Forum Cinema em Cena

Questão

Members
  • Content count

    14,729
  • Joined

  • Last visited

  • Days Won

    20

Questão last won the day on September 14

Questão had the most liked content!

1 Follower

About Questão

  • Rank
    Designer de Produção
  • Birthday 06/15/1990

Profile Information

  • Gender
    Male

Recent Profile Visitors

The recent visitors block is disabled and is not being shown to other users.

Enable
  1. Questão

    19 Dias de Horror

    Visto O INCRÍVEL SENHOR X Na trama, dois anos após a morte do seu marido Paul (Donald Curtis), Christine Faber (Lynn Bari) uma herdeira milionária, acredita ouvir a sua voz vinda da praia próxima a sua propriedade. Ao passear pela praia, ela conhece Alexis (Turhan Bey) um autoproclamado médium que parece saber tudo sobre ela. A viúva passa a se consultar com o médium, despertando a preocupação de seu namorado (Richard Carlson) e de sua irmã caçula Cathy (Janet Burke) que desconfiam que Christine possa estar sendo vítima de um golpe. Na investigação, Cathy acaba se apaixonando por Alexis, mas uma reviravolta não prevista pelo médium colocara a segurança de todos em risco. Thriller psicológico com leve influência noir lançado em 1948, O INCRÍVEL SENHOR X possui um terror muito mais psicológico do que baseado em sustos. A construção da ambientação da trama é muito bem feita, especialmente as cenas passadas na praia próxima a casa de Christine, onde o som do vento marítimo de fato se mistura com a suposta voz fantasmagórica ouvida pela viúva, em um trabalho de sonoplastia muito bem realizado. Turhan Bey cria com Alexei um antagonista bastante carismático, daquele tipo que realmente torcemos a partir de certo ponto. A reviravolta ocorrida nos últimos vinte minutos é interessante, mas acaba jogando o filme por um caminho por demais abrupto, e não tão bem construído quanto o que veio antes. É um filme rápido de sessenta e poucos minutos. Nenhuma pérola esquecida, mas deve agradar os fãs do terror da velhíssima escola. Visto THE BLACK CAT MANSION Na trama, o Doutor Kuzumi (ToshIo Hosowaka) se muda com a sua esposa Yuriko (Yuriko Ejima) para uma mansão em uma aldeia no interior do Japão, onde ela pode tratar a sua tuberculose. Mas logo, Yujio começa a ser assombrada por uma velha com estranhas feições felinas. Ao investigar, o casal descobre que a mansão onde estão séculos antes foi propriedade de um cruel samurai, que após matar um rapaz inocente por capricho e estuprar a mãe cega deste, foi amaldiçoado juntamente com a sua família e seus empregados, causando uma vingança sobrenatural levada a cabo pela gata da família. Apesar da premissa absurda (mas não inédita) este terror japonês lançado no fim da década de 1950 pelo diretor Nobuo Nakagawa, mais conhecido por ter dirigido JIGOKU tem uma ambientação interessante, utilizando-se bem dos clichês de casa assombrada. A escolha por fotografar a história do presente em preto e branco, e o flashback (que ocupa a maior parte do filme) contando a origem da maldição do gato em cores mostrou-se um recurso acertado, pois distinguiu a natureza mais gráfica do flashback, com o suspense mais psicológico que ocorre no presente. A maquiagem do gato humanoide (que não é preto como o título diz) é um pouco risível, mas o diretor é habilidoso o bastante para mante-lo nas sombras na maior parte do tempo. Este parece um filme embrionário dos J Ghost movies que fariam sucesso décadas depois. O filme envelheceu mal, infelizmente, apesar da boa ambientação Visto A CIDADE DOS MORTOS Na trama, Nan Barlow (Valentina Dyal) é uma jovem estudante de história, que está escrevendo sua monografia tendo como tema o julgamento das bruxas. Seguindo o conselho de seu professor (Christopher Lee) vai até uma pequena cidade chamada Whitewood, onde séculos antes, a bruxa Elizabeth Selwyn (Patricia Jessel) foi queimada, não sem antes oferecer um pacto á satã, oferendo sacrifícios em troca de sua vida. Hospedando-se na pousada Raven,s Inn, logo Nan começa a perceber o comportamento esquisito dos nativos. Quando a jovem desaparece, seu irmão (Dennis Lotis) passa a crer que a irmã possa ter caído em uma cilada. Bem fraquinho esse terror sessentista produzido pela Amicus, a grande rival da Hammer. Embora Christopher Lee seja vendido como um dos protagonistas, seu papel é bem pequeno, tendo cinco minutos de cena, se muito. Até existe uma boa construção de ambiente no começo do filme, com a chegada de Nan á Whitewood, contendo elementos típicos das tramas góticas britânicas, com a aldeia constantemente tomada por uma inexplicável neblina, e uma aldeia quase deserta, mas é só. Tem uma reviravolta bem inesperada no meio do longa, que muda os rumos da trama, mas o que vem depois é totalmente atropelado, e sem nenhuma construção de tensão. Em resumo, não recomendo não.
  2. Questão

    Punho de Ferro (A Série)

    Conferi a 2ª temporada de PUNHO DE FERRO É quase consenso que a primeira temporada de PUNHO DE FERRO representou o ponto mais baixo da parceria entre a Netflix e o Marvel Studios. A primeira temporada não só se mostrou arrastada, como trazia um elenco de personagens desinteressantes em sua maioria, e um protagonista profundamente irritante na forma do Danny Rand de Finn Jones. Pra piorar, as sequências de luta eram sofríveis, algo imperdoável quando estamos falando de um programa estrelado por um dos maiores artistas marciais do Universo Marvel. A participação do herói na minissérie OS DEFENSORES não ajudou a melhorar a sua imagem, com o defensor de Kun Lun trazendo muitos dos problemas de sua série solo para a reunião dos heróis da Netflix. Quando a Netflix anunciou uma segunda temporada, a expectativa da grande maioria era zero. Entretanto, as críticas a desastrosa primeira temporada não passaram em branco. O Showrunner Scott Buck, que cometeu a horrível série INUMANOS foi afastado, sendo substituído por Raven Meltzer. O coreógrafo responsável pelas sequências de luta de PANTERA NEGRA foi chamado para supervisionar a temporada. Por fim, a participação de Danny Rand na segunda temporada de LUKE CAGE trazia um herói muito melhor construído e relacionável em um único episódio do que o visto em toda a primeira temporada de sua série solo e OS DEFENSORES, dando a entender que os produtores finalmente haviam entendido o personagem. Após conferir esta segunda temporada, posso afirmar que a melhora foi muito grande, e a série estrelada por Finn Jones tornou-se digna de ser assistida, embora ainda apresente problemas que continuem a deixa-la na lanterninha das séries da Marvel/Netflix. A trama companha Danny Rand tentando manter a promessa que fez ao Demolidor no fim de OS DEFENSORES de proteger as ruas de Nova York, atuando principalmente no bairro de Chinatown. Danny se afastou das Empresas Rand, e vêm tentando conciliar a vida de vigilante com uma existência mais normal ao lado de Colleen, que por sua vez deseja se afastar dos combates, inclusive fechando o seu dojo. Ao mesmo tempo em que tenta evitar uma guerra entre as tríades de Chinatown, Danny precisa lidar com o retorno de Davos, seu antigo amigo de Kun Lun, que exige que Rand lhe dê os poderes do Punho de Ferro. Em sua segunda temporada, PUNHO DE FERRO apresenta uma história muito mais engajante do que a terrível temporada de estréia. Os dois pontos que chamam a maior atenção é o novo tratamento dado as sequências de luta, e a maior fluência da narrativa. Tendo dez episódios (três a menos do que o convencional para as séries Marvel/Netflix) a trama vai mais diretamente ao ponto. No primeiro episódio, já sabemos quais temas serão trabalhados na temporada, quem são os antagonistas, qual são os seus objetivos, e como eles se relacionam com os protagonistas. As sequências de luta ainda não são tão impressionantes quanto aquelas vistas em DEMOLIDOR, mas conseguem transmitir a emoção e a dinâmica desejada, sem os mil cortes da temporada passada. O destaque vai para uma sequência no segundo episódio envolvendo o flashback que traz a luta entre Danny e Davos (ambos usando a mascara clássica do herói nas Hqs) pelo direito de enfrentar o Dragão Shao Lao, um combate de muita perícia porém brutal. Os personagens em sua maioria estão muito melhor trabalhados também. Finn Jones está muito mais confortável como Danny Rand não sendo mais aquele moleque irritante que tem que repetir vinte vezes por episódio que é o imortal Punho de Ferro. Ele ainda se mostra imaturo e impulsivo em muitos pontos, e ainda não é o herói zen das Hqs, parecendo estar ainda em formação, o que convenhamos, é um pouco irritante depois de duas temporadas. De fato, muitas vezes Rand parece perder o protagonismo para outros personagens como Ward Meachun, e principalmente Colleen, mas tem um arco dramático muito melhor definido, e chega ao fim da temporada muito diferente do início. Danny também mostra um controle muito maior de seus poderes, diferente da primeira temporada, em que era um parto pra acender o maldito punho, técnica que em tese deveria dominar. Mas pelo menos não é mais um protagonista irritante, sendo alguém que gostamos de acompanhar, especialmente devido a química com os coadjuvantes que orbitam ao seu redor. A Colleen Wing de Jessica Henwick, apontada por muitos como o maior acerto da primeira temporada, começa tímida, mas vai ganhando uma importância maior ao longo da temporada, até ganhar uma importância totalmente igualitária com a de Danny Rand, e verdade seja dita, é uma personagem muito mais carismática do que ele, além de claramente lutar melhor. Sua parceria com Misty Knight, depois de ser brevemente explorada na segunda temporada de LUKE CAGE finalmente é aprofundada, rendendo uma parceria fantástica, embora inusitada. Os episódios finais trazem grandes reviravoltas envolvendo Colleen, que pode irritar os fãs mais conservadores, embora eu tenha achado corajoso. Destaca-se também Ward Meachum, que embora tenha uma subtrama que na maior parte do tempo fica á parte da trama principal, torna-se o personagem mais humano da temporada, em suas tentativas de vencer o vício e se reconciliar com a sua irmã Joy. A amizade que ele desenvolveu com Danny traz também alguns dos momentos mais divertidos da temporada, devido ao contraste de personalidade dos dois. Falando um pouco dos vilões, a série se sai melhor nesta temporada neste quesito, depois das chatices de intrigas empresariais envolvendo o Tentáculo e Harold Meachum na primeira temporada. Entretanto, não dá pra se elogiar muito Davos e Joy Meachum como os vilões da temporada. Joy é a que se sai pior, já que a sua motivação para se vingar de Danny Rand é completamente descabida, como os próprios personagens parecem perceber, e sua ligação emocional com Davos não tem credibilidade alguma. Davos, por sua vez, funciona como antagonista, mas não consegue ir muito além. Como tantos antagonistas da Marvel no cinema, Davos parece não ser muito mais do que o "espelho sombrio" do herói, o que é uma pena, pois acho que o personagem tinha um potencial maior. Suas motivações acabam sendo reduzidas a mera inveja, abastecida por uma criação abusiva por parte da mãe, muito pouco quando consideramos que tínhamos a falha de Danny Rand em proteger Kun Lun como o Punho de Ferro como uma motivação muito mais poderosa e menos clichê. Na área dos novos personagens, o destaque vai para a Mary Walker de Alice Eve. A assassina com múltiplas personalidades oriunda das Hqs do Demolidor tem uma boa estréia em Live Action (desconsidero a personagem bizonha vista na boma ELEKTRA) com Eve defendendo muito bem o papel, especialmente quando interpreta Walker, a persona fria e homicida. A sua interpretação de Mary, a personalidade mais vulnerável e inocente da personagem já não não é tão boa, talvez por que o roteiro entenda "inocente" como "retardada". Ponto dado, passamos muito mais tempo com Walker na série do que com Mary, então talvez uma das personalidades não tenha tido tempo de mostrar mais camadas. Por fim, como dito acima, temos Simone Missick de LUKE CAGE reprisando o seu papel como Misty Knight. Não há nenhum grande arco para a personagem aqui, mas a sua amizade com Colleen é bem desenvolvida, dando diversos acenos para a parceria entre as duas existente nos quadrinhos. Muitos dos acertos com certeza se deve ao novo Showrunner. Raven Meltner entende muito melhor os personagens que está trabalhando do que o seu antecessor, fazendo muito bem em se afastar de todas as chatas intrigas empresariais da temporada passada para focar em problemas mais reais de seus personagens, ao mesmo tempo em que se aprofunda muito mais na mitologia de Kun Lun e do Punho de Ferro, mas sem denunciar o pequeno orçamento da série. A temporada de fato é muito simples, objetiva e sem grandes pretensões, o que neste caso, achei um acerto. Entretanto, não se pode negar que a temporada tenha um aspecto intermediário, como se funcionasse como uma ponte entre as histórias que o antigo showrunner queria contar com as que o próprio Meltzer quer contar. Ele precisa dar continuidade a história de Davos iniciada na primeira temporada, e a promessa feita a Matt Murdock em OS DEFENSORES, mas ao mesmo tempo insere elementos das histórias que quer contar, como a mitologia do Punho de Ferro e o surgimento de Mary Tifoide. Mas a subtrama que levara a busca pela linhagem dos antigos defensores de Kun Lun surge e desaparece de forma desorganizada ao longo de toda a temporada, somente para descobrirmos que ela só será trabalhada de fato na temporada seguinte. Mary Walker (Walker na maior parte do tempo) também surge de forma um pouco descolada da trama principal, de forma quase aleatória, dando a entender que a sua participação não passou de uma grande introdução á personagem. Cria-se um vínculo entre ela e Joy Meachum, mas assim como ocorre com Davos, a natureza deste vínculo nunca é trabalhada. A própria condução da trama escorrega em muitos momentos, revelando-se não muito bem amarrado. Enfim, pode-se dizer que a Segunda temporada de PUNHO DE FERRO foi uma temporada pra "arrumar a casa", digamos assim, melhorando muito as cenas de ação, e trazendo uma trama mais simples e direta (talvez até demais em alguns momentos). A série segue sendo a mais fraca do pacote Marvel/Netflix, e ainda carece de identidade própria, mas percebe-se uma tentativa genuína de acertar. Embora ainda traga tropeços, muitos dos defeitos foram corrigidos, e o episódio final aponta pra novos rumos muito interessantes. Está longe de ser impressionante, mas ao menos vale a conferida.
  3. Questão

    The Batman (Matt Reeves)

    The Batman: roteiro de Matt Reeves está finalizado e foi enviado ao estúdio Longa deve começar filmagens em meados de 2019 JULIA SABBAGA 14.09.2018 07h20 De acordo com o editor da Heroic Hollywood, Umberto Gonzalez, o roteiro Matt Reeves de The Batman está pronto e já foi enviado ao estúdio. A informação foi anunciada em resposta a um tweet que cobrava novidades sobre a produção, ao qual Gonzalez respondeu: "O primeiro rascunho do roteiro finalmente foi levado ao estúdio!". Confira: Informações e privacidade no Twitter Ads No mês passado, Reeves havia especulado que as filmagens de The Batman teriam início em meados de 2019. Na ocasião, o roteirista não quis dar maiores detalhes sobre o envolvimento de Ben Affleck no filme - leia mais. FONTE: OMELETE Bom, se o estúdio não exigir reescrita, é possível que tenhamos notícias até o fim do ano.
  4. Questão

    Bohemian Rhapsody (Dexter Fletcher)

    Bohemian Rhapsody | Rami Malek rebate críticas de que filme ignora a sexualidade de Freddie Mercury Protagonista do filme defende que o tema precisava ser abordado de maneira delicada. Desde que o primeiro trailer de “Bohemian Rhapsody” foi lançado, a 20th Century Foxvem recebendo queixas dos fãs de Freddie Mercury sobre o filme estar omitindo sua sexualidade e o fato do cantor ser soropositivo. Em entrevista à Attitude Magazine, o ator Rami Malek (da série “Mr. Robot”) diz que a controvérsia é desnecessária já que o filme trata das dificuldades íntimas de Mercury e não esconde sua sexualidade ou diagnóstico de AIDS. O segundo trailer divulgado pela Fox mostrou um pouco mais sobre a doença e sexualidade de Mercury. “Bohemian Rhapsody” conta ainda com Ben Hardy (“X-Men: Apocalipse”) como o baterista Roger Taylor, Joseph Mazzello (“G. I. Joe – Retaliação”) como o baixista John Deacon, e Gwilym Lee (da série “Midsomer Murders”) como o guitarrista e vocalista Brian May. Aidan Gillen (da série “Game of Thrones”), Tom Hollander (“Uma Razão Para Viver”) e Mike Myers (“Bastardos Inglórios”) completam o elenco. O roteiro é escrito por Anthony McCarten, indicado ao Oscar por “A Teoria de Tudo“. A direção está à cargo de Dexter Fletcher (“Voando Alto”), que substituiu Bryan Singer (da série “The Gifted”) depois que o diretor foi desligado do projeto. Entretanto, Singer também será creditado como diretor do filme. “Bohemian Rhapsody” estreia no Brasil em 1° de novembro. FONTE: CINEMA COM RAPADURA
  5. Questão

    Once Upon a Time in Hollywood - Dir Quentin Tarantino

    Primeira foto da Margot Robbie como Sharon Tate no filme do Tarantino. A primeira foto de Margot Robbie como Sharon Tate, em Once Upon a Time in Hollywood, novo filme de Quentin Tarantino, foi divulgada. Confira a imagem abaixo. No novo filme de Tarantino, a dupla Leonardo DiCaprio e Brad Pitt toma a frente, interpretando, respectivamente, um ator de TV em decadência e seu dublê na Hollywood de 1969. Os atores são vizinhos de um casal bem conhecido da época: Roman Polanski e Sharon Tate. A também atriz Tate seria assassinada por membros do culto de Charles Manson em uma fatídica noite daquele mesmo ano. Margot Robbie, Timothy Olyphant, Luke Perry, Damian Lewis, Dakota Fanning, Al Pacino, Emile Hirsch, Clifton Collins Jr, Tim Roth, Michael Madsen, Keith Jefferson e Nicholas Hammond completam o elenco. O filme tem previsão de lançamento para o dia 15 de agosto de 2019. FONTE: OBSERVATORIO DO CINEMA
  6. Questão

    Rocketman (Cinebiografia de Elton John)

    'Rocketman': Taron Egerton como Elton John em fotos da cinebiografia Por Renato Marafon Publicado em 11/09/2018 às 18:19 FacebookTwitterWhatsAppE-mail COMPARTILHE! 'Rocketman', a cinebiografia do cantor Elton John, teve suas primeiras imagens divulgadas. O astro Taron Egerton vive o músico e a direção fica a cargo de Dexter Fletcher, que assumiu a produção de 'Bohemiah Rhapsody' em meio a saída de Bryan Singer. Confira abaixo: Informações e privacidade no Twitter Ads Jamie Bell assume o papel de Bernie Taupin, compositor que possui uma longa parceria com o músico. O roteiro é assinado por Lee Hall ('Billy Elliot'). Matthew Vaughn será o produtor, ao lado de John e David Furnish. O filme chegará aos cinemas em 17 de maio de 2019. FONTE: CINEPOP
  7. Questão

    HellBoy (reboot +18)

    Hellboy | David Harbour compara personagem com Hopper de Stranger Things Novo filme será lançado em 11 de janeiro de 2019 JULIA SABBAGA 21.08.2018 08h56 Em entrevista à Vanity Fair, o ator David Harbour comparou os personagens de Hellboy, que ele levará às telas na versão de Neil Marshall e de Jim Hopper, papel vivido por ele em Stranger Things:. Questinado sobre a personalidade de Hellboy, Harbour explicou [via CBR]: "Ele é aterrorizante. Existe uma questão de 'por que eu estou lutando por isso?'. Por algum senso de justiça ou senso de bondade? É uma questão muito interessante, que está em seu âmago, que lhe traz conflito. Eu sei que o roteirista, o diretor e o produtor, todos assistiram Stranger Things e viram o que eu fiz lá, o que é semelhante. Ele tem um coração do bem, com muita coisa não resolvida. O que eu estou lidando como Hellboy é muito diferente, mais grandioso, de certo modo. É muito Shakeasperiano. Demônios e bruxas, coisas assim. Mas no centro, há uma semelhança com um cara que está preso em péssimas circunstâncias, apenas tentando ser um cara legal". O novo longa tem como foco a trama Rise of The Blood Queen. Nos quadrinhos de Hellboy, a Rainha de Sangue é Nimue, a maior de todas as bruxas britânicas, que viveu na era arthuriana e era amante de Merlin. Ela usou essa afeição para aprender os truques do mago e depois aprisioná-lo. Sem Merlin, porém, Nimue enlouqueceu, e sua loucura era tamanha que todas as outras bruxas julgaram melhor matá-la, esquartejá-la e espalhar os pedaços de Nimue pela Terra. David Harbour fará o papel principal, Ian McShane será o Professor Broom e Milla Jovovich é cotada para o papel da vilã. Último filme do personagem, Hellboy II: O Exército Dourado foi lançado nos cinemas em 2008. Mignola nunca disse publicamente que os filmes de Del Toro - que tinham censura 13 anos e eram puxados mais para a aventura do que para o horror - eram uma tradução fiel de sua criação. Neil Marshall (Westworld, Constantine, Game of Thrones) é o diretor e o lançamento acontece em 11 de janeiro de 2019. FONTE: OMELETE
  8. Questão

    Morte no Nilo (Kenneth Branagh)

    Depois de ter a estreia adiada por quase um mês, o longa Morte no Nilo, que será a continuação de Assassinato no Expresso do Oriente, teria ganho data para iniciar oficialmente as gravações. De acordo com o Geeks Worldwide, as filmagens começam na primavera norte-americana de 2019 (equivalente ao outono brasileiro), no Reino Unido. O longa traz novamente Kenneth Branagh na direção. No momento, o cineasta trabalha na pós-produção do longa Artemis Fowl, da Disney. Ainda conforme as informações, Morte no Nilo deve ser filmado na mesma locação de Assassinato no Expresso do Oriente. >> CONTINUA APÓS PUBLICIDADE O diretor de Assassinato no Expresso do Oriente também deve estrelar o novo filme, novamente como o detetive Hercule Poirot. O restante do elenco deve ser formado por novos atores. O roteirista Michael Green também vai retornar para o projeto. Morte no Nilo mostra o detetive Hercule Poirot (Branagh) aproveitando um luxuoso cruzeiro pelo Rio Nilo, no Egito, quando uma herdeira é morta a bordo. O livro que inspira o filme já foi adaptado aos cinemas em 1978, com elenco que incluía Peter Ustinov, Mia Farrow, Bette Davis e Jane Birkin. Morte no Nilo deve chegar aos cinemas em 20 de dezembro de 2019. FONTE: OBSERVATORIO DO CINEMA
  9. Questão

    Castle Rock (Série de J.J Abrams e Stephen King)

    Conferi a primeira temporada de CASTLE ROCK. A série é uma antologia produzida por J.J Abrams, e baseada no universo criado por Stephen King, mesmo que não adapte nenhuma de suas histórias diretamente. Situada obviamente na pequena cidade de Castle Rock, palco de muitas das histórias de Stephen King, a trama acompanha Henry Deaver (Andre Holland) um advogado que cresceu na cidade, mas a deixou após um terrível inverno em que saiu com seu pai adotivo, o pastor Mathew Deaver, e passou dias desaparecido, enquanto seu pai foi mortalmente ferido. A cidade culpou Henry pela morte do pastor, embora ele mesmo não se lembre do que aconteceu. A história tem início quando o diretor da Prisão Shawshank (Terry O'Quin) comete suicídio dias antes de se aposentar. A nova diretora da prisão decide reativar uma ala fechada do prédio, onde os guardas descobrem um rapaz (Bill Skarsgard) preso em uma jaula. Ninguém sabe quem é o rapa, ou por que o falecido diretor o colocou ali. Ao ser interrogado, o rapaz apenas sussurra o nome de Henry Deaver, o que força o retorno do advogado á cidade. Em sua primeira temporada, CASTLE ROCK se mostrou uma série de narrativa lenta, que pode irritar os mais impacientes. Como muitas das coisas produzidas por J. J. Abrams, LOST em especial, CASTLE ROCK é uma série que oferece muitas perguntas antes de oferecer qualquer resposta. O maior mistério da série é a real identidade do personagem de Skarsgard, e sua verdadeira natureza, já que a tragédia parece seguir o rapaz aonde quer que ele vá. Esta é uma daquelas séries cheias de segredos, com personagens cheios de segredos, algo que anda na linha tênue entre o instigante e o irritante. Terminada a primeira temporada, infelizmente devo dizer que a série deixa mais perguntas sem respostas do que deveria. É interessante deixar algumas das perguntas abertas a interpretação do público, mas do jeito que foi feito, fica-se com a impressão que os roteiristas criaram um enigma intrincado demais pra eles mesmos, e simplesmente empurraram as respostas para mais adiante. Mesmo que essa seja uma antologia de "universo compartilhado" aos moldes de FARGO e AMERICAN HORROR STORY, é possível que as respostas para as perguntas deixadas em aberto aqui não venham a ter uma resposta na vindoura segunda temporada. Felizmente, CASTLE ROCK é uma série tecnicamente muito bem realizada e com um elenco de apoio fantástico. Andre Holland passa toda a seriedade e a aura de "homem comum" que seu personagem exige, sendo o representante do público diante de todos os desconcertantes mistérios que cercam a história. Skarsgard, que atualmente dá vida ao palhaço Pennywise nos cinemas interpreta o rapaz (The Kid no original) como um verdadeiro enigma. O rapaz é uma vítima ou um demônio, como o Diretor Lacey e o ex Xerife Alan Pangborn (Scott Glenn) parecem acreditar? A interpretação de Skarsgard fomenta essa duvida, mesmo na Season Finale. Mas o maior destaque do elenco é mesmo Sissy Spacek como Ruth Deaver, a mãe adotiva de Henry, e grande amor de Pangborn, que está sofrendo de Alzheimer. O sétimo episódio "The Queen", contado totalmente do seu ponto de vista, cheio de idas e voltas no tempo é brilhante, dando a Spacek a chance de mostrar todo o seu talento. No fim das contas, CASTLE ROCK cumpre o seu objetivo de entreter, mas como muitos dos mistérios oferecidos por J. J Abrams peca por parecer um mistério para o qual os escritores não tem a resposta, acabando por ser um pouco decepcionante. A forma como muitos personagens são deixados de lado, como a Jackie Torrance de Jane Levy mostra uma história que não consegue contemplar todos os personagens e as histórias que se proporão a contar. É uma boa série, mas com muito espaço para melhorar.
  10. Questão

    Superman - O Homem de Aço 2 (20??)

    Seguindo uma reportagem do THR que Henry Cavill havia deixado o papel de Superman, nos filmes da DC, a Warnerenfim se pronunciou sobre o assunto, refutando a informação, mas sem transmitir muita certeza. Em declaração oficial, que pode ser lida abaixo, a Warner diz que não há planos para futuros filmes do Superman, indicando que Henry Cavill ainda está à bordo como Superman nesse universo. A declaração veio um pouco após a agente do ator ter declarado que “a capa ainda está dentro do armário” do ator. “Ainda que nenhuma decisão tenha sido feita em relação a futuros filmes do Superman, sempre tivemos grande respeito e uma ótima relação com Henry Cavill e isso permanece sem mudanças”, diz a declaração oficial. FONTE: OBSERVATÓRIO DO CINEMA Ou seja, Cavill ainda é o Superman, mas não faz diferença, pois não estamos pensando em filme do Superman agora.
  11. Questão

    Demolidor (A Série)

    'Demolidor': 3ª temporada ganha data de estreia na Netflix Por Thiago Muniz Publicado em 11/09/2018 às 14:23 FacebookTwitterWhatsAppE-mail COMPARTILHE! A Netflix confirmou que a aguardada 3ª temporada de 'Demolidor' chegará ao serviço de streaming bem antes do esperado, dia 19 de outubro. FONTE: CINEPOP
  12. Questão

    Jurassic World 3 (11/06/2021)

    Tecnicamente falando, não. Foi sequência mesmo.
  13. Questão

    Nasce Uma Estrela, Bladley Cooper

    'Nasce Uma Estrela': Bradley Cooper e Lady Gaga estampam belíssimo novo cartaz; Confira! Por Nefferson Taveira Publicado em 09/09/2018 às 22:04 FacebookTwitterWhatsAppE-mail COMPARTILHE! 'Nasce Uma Estrela' ganhou um belíssimo novo cartaz, colocando Bradley Cooper e Lady Gaga em destaque. Confira: FONTE: CINEPOP
  14. Questão

    McClane (Duro de Matar 6)

    Será que vão deixar só McLAINE mesmo, ou vai ficar DIE HARD: McLAINE?
  15. Questão

    Jurassic World 3 (11/06/2021)

    Com o sucesso gigantesco de ambos os exemplares de Jurassic World, que foram extremamente bem sucedidos em rebootar a franquia Jurassic Park nos cinemas, a Universal Pictures já prepara o inevitável terceiro filme. Durante entrevista ao CinemaBlend, Bryce Dallas Howard, que interpreta a personagem de Claire, disse que espera algumas coisas do novo filme da franquia, que será dirigido novamente por Colin Trevorrow. “Em termos de terceiro filme, nosso objetivo no geral é reunir elementos de toda a saga. Será o sexto filme, no final das contas. Para mim, o que eu mais quero, além de um novo corte de cabelo, é ter mais personagens dos filmes originais” revela a atriz. FONTE: OBSERVATÓRIO DO CINEMA
×