UA-130521384-1 Jump to content
Forum Cinema em Cena

Questão

Members
  • Content count

    15,750
  • Joined

  • Last visited

  • Days Won

    51

Everything posted by Questão

  1. Questão

    Doutor Sono (Mike Flanagan) - Sequel de 'O Iluminado'

    Teaser Me deixou curioso, definitivamente, e digo mais, intrigado. Parece fiel ao romance, mas ao mesmo tempo (aparentemente) tá se colocando como sequência do filme do Kubrick. Confio no trabalho do Flanagan, mas esse decididamente é o filme mais desafiador que o cara já fez. Vamos ver o que sai.
  2. Questão

    Doutor Sono (Mike Flanagan) - Sequel de 'O Iluminado'

    Primeiro poster
  3. Questão

    Os Vingadores 4: End Game

    Caraca! A Viúva nesse game parece mesmo os caras de AS BRANQUELAS. hehehehe Que vergonha isso! Os caras tem uma franquia de sucesso na mão pra fazer um game... E apresentam isso? Deviam tomar umas aulinhas com a Rockested que fez a série ARKHAM do Batman, ou mesmo com o pessoal que fez o último game do Homem Aranha.
  4. Questão

    The Punisher (Netflix/Série)

    Pô, gostou mais do que a primeira temporada do DD, PRIMO? Eu gosto da primeira temporada da série do Castle, mas acho o primeiro terço muuuuuuito arrastado. Achei que a formação da parceria do Frank com o Micro foi desenvolvida de forma muito enrolada. Mas aqueles episódios finais (o 12 em especial, com as cenas de tortura) compensam. Meu Top das séries Marvel/Netflix 1)DEMOLIDOR S3 2)JESSICA JONES S1 3)DEMOLIDOR S1 4)LUKE CAGE S2 5)DEMOLIDOR S2 6) OS DEFENSORES 7)JESSICA JONES S2 8- JUSTICEIRO S1 9)PUNHO DE FERRO S2 10) JUSTICEIRO S2 11) LUKE CAGE S1 12) IRON FIST S1
  5. Questão

    John Wick: Parabellum

    'John Wick 3': Imagem inédita mostra reencontro de velhos amigos Por Thiago Muniz Publicado em 14/08/2018 às 16:44 COMPARTILHE! FacebookTwitterWhatsAppE-mail URGENTE! Inscreva-se no nosso canal do YouTube para receber vídeos EXCLUSIVOS e PROMOÇÕES! Foi divulgada uma imagem inédita de 'John Wick 3', que mostra o retorno de Winston (Ian McShane) e Charon (Laurence Fishburne). Confira: Em uma nova entrevista ao Coming Soon, Keanu Reeves oficializou o título oficial do terceiro filme: 'John Wick: Parabellum', que vem do latim e significa algo como "Prepare-se para a guerra". O capítulo três chega aos cinemas em 17 de maio de 2019 e conta com o retorno de Chad Stahelski como diretor. Confira algumas fotos: Neste Capítulo 3, John Wick está foragido por duas razões: ele é caçado por um contrato global de US$ 14 milhões por sua vida, e por quebrar a regra principal, que foi tirar uma vida dentro do terreno do Hotel Continental. A vítima era um membro da Alta Cúpula, que deu a ordem para o contrato. John já deveria ter sido executado, exceto pelo fato de que o gerente do hotel, Winston, lhe concedeu uma hora de vantagem antes de ser morto. Sua associação foi revogada, ele foi banido de todos os serviços e desligado dos outros membros. John usará a indústria de serviços para se manter vivo, enquanto luta para sair vivo de Nova York. O terceiro filme da franquia estreia no dia 17 de maio de 2019. Dirigido por Chad Stahelski, que comandou os dois anteriores, o filme terá retorno de Keanu Reeves como protagonista. Halle Berry, Common, John Leguizamo, Laurence Fishburne, Ian McShane , Mark Dacascos e Hiroyuki Sanada completam o elenco. FONTE: CINEPOP Os dois primeiros filmes são ótimos. Vamos ver o que guardaram para o fecho da trilogia.
  6. Questão

    Era uma vez em Hollywood - Dir Quentin Tarantino

    Margot Robbie fala sobre trabalhar com Quentin Tarantino após a revelação do acidente sofrido por Uma Thurman em Kill Bill Atriz lamenta que as pessoas usem sua participação em "Era uma Vez em Hollywood" contra ela e seus esforços em assegurar maior participação feminina em produções cinematográficas. Em entrevista à Vogue, a atriz Margot Robbie (“Duas Rainhas”) se pronunciou sobre ter aceitado o papel de Sharon Tate no novo filme de Quentin Tarantino (“Os Oito Odiados”), “Era uma Vez em Hollywood“. Tarantino já foi acusado de maltratar mulheres em suas produções. O caso mais notório foi o acidente de carro sofrido por Uma Thurman (“Por um Corredor Escuro”), durante as filmagens de “Kill Bill: Volume 1”, de 2003. Tarantino também teria exagerado na maneira de dirigir as atrizes Kerry Washington em “Django Livre” e Jennifer Jason Leigh em “Os Oito Odiados”. Thurman disse que Tarantino obrigou que ela dirigisse o veículo na cena de “Kill Bill”, mesmo ela dizendo que se sentia desconfortável e preferia que fosse feita por uma dublê. Era uma estrada sinuosa e o assento do veículo, segundo Thurman, não estava apropriadamente fixado. A atriz perdeu o controle e o carro se chocou contra uma árvore. A atriz teve ferimentos no pescoço e joelhos, que ela diz serem sequelas que ainda lhe trazem dor. Thurman se referiu ao veículo como uma “caixa da morte” e denominou o acontecimento como uma “desumanização ao ponto de oferecer risco mortal“. Na entrevista à Vogue, Margot Robbie, que vem sendo questionada sobre se este fato não a fez pensar duas vezes em trabalhar com Tarantino, disse estar segura ao aceitar o convite, não apenas porque Thurman o perdoou pelo ocorrido, mas também porque o diretor entregou a Thurman a filmagem do acidente, que na época foi amplamente divulgada pela atriz, após uma longa batalha de Thurman com os produtores de “Kill Bill”sobre a posse das imagens. Tarantino inclusive disse ao The Times, na época, que o acidente foi um dos maiores arrependimentos de sua vida. Sobre assinar sua participação em “Era uma Vez em Hollywood”, Robbie disse: A produtora de Robbie, a LuckyChap, estimula a participação feminina em produções cinematográficas, tanto na frente como atrás das câmeras. Ela prossegue: Robbie ama tanto Tarantino que lhe escreveu uma carta logo após o fim da produção de “Eu, Tonya”, que dizia: “Eu adoro os seus filmes, e adoraria trabalhar com você de alguma forma. Ou de qualquer forma.“: “Era Uma Vez em Hollywood” mostrará a história do ator Rick Dalton (Leonardo DiCaprio) e seu amigo dublê, Cliff Booth (Brad Pitt), que tentam reencontrar sucesso em suas carreiras moribundas na Hollywood de 1969, ano do bárbaro assassinato da atriz Sharon Tate (Robbie). O filme deve abordar principalmente o assassinato de Tate (que foi casada com o cineasta Roman Polanski) e mais quatro pessoas pela chamada Família Manson em 1969. Além deste episódio macabro, serão retratados ainda outros acontecimentos relevantes do ano de 1969, como a chegada da missão Apollo 11 à Lua, o Festival de Woodstock e o primeiro ano de Richard Nixon na presidência dos EUA. No elenco estão também Al Pacino (“Paterno”), Bruce Dern (“No Rastro da Violência”), Mike Moh (da minissérie “Street Fighter: Ressurreição“), Timothy Olyphant (da série “Santa Clarita Diet”), Damian Lewis (da série “Billions”), Emile Hirsch (“Drama em Família”), Lena Dunham (da série “Girls”), Dakota Fanning (“Tudo que eu Quero”), James Marsden (da série “Westworld”), Scoot McNairy (“Batman vs Superman”), Maya Hawke (“Little Women“) e mais. Além de dirigir, Tarantino também escreve o roteiro da produção. “Era Uma Vez em Hollywood” tem previsão de estreia no Brasil para 15 de agosto. FONTE: CINEMA COM RAPADURA
  7. Questão

    Invocação do Mal 3

    Todos nós, independe da crença, seja cristão, espirita, ateu (sim, ateísmo também é uma crença) temos um conceito cultural de normalidade, e seu avesso, de anormalidade, de estranho. Pra irmos do estranho pro assustador, é um pulo. Então, sim, algum efeito tem em você, embora certas construções de terror podem funcionar melhor com você do que outras. Mas acreditar ou não acreditar em deus não tem nada a ver com isso, por que a "cara feia" vem daquilo que você considera estranho (ponto de partida de qualquer construção de terror). Pode ser um rosto apodrecido, uma máscara, ou até um sorriso sinistro. Tudo isso é "cara feia". Revendo a cena, eu acho que não combinaria com a forma como ela é construída. A cena é toda construída pra tensão atingir um climax. Ela é super honesta quanto á isso, não é uma questão de se o Jump Scare vai vir, e sim de quando o Jump Scare vai vir. O climax da cena, quando a freira se materializa lentamente atrás do quadro, além de eu achar visualmente bastante inventivo, é coerente com o que veio antes. Podia ter uma quebra de expectativa, e esse Jump Scare não vir? Podia. Mas esse nunca foi o estilo do James Wan, e acho que nem da franquia. Eu não tenho nada contra o terror sutil. Gosto muito, alias. Adoro o terror de sugestão. Mas também não tenho nada contra o seu avesso. Como eu disse acima, a aparição do monstro é totalmente coerente com a forma como a cena é construída. É um aspecto "túnel do terror"? Sim. Foi feita pra atingir o seu máximo efeito apenas na primeira assistida? Igualmente. Mas não vejo problema nenhum nisso. Mas o horror que trabalha com as imagens mais explicitas (a aparição do monstro, o cadáver encontrado na geladeira, a punhalada no peito da vítima, etc) é isso. O horror é o desenlace do terror da cena. Se você não consegue lidar com o horror, e só curte os aspectos de sutileza e sugestão, ai o problema não é do filme, e sim seu que não consegue suspender a descrença. Esse estilo de terror não é do seu gosto.
  8. Questão

    19 Dias de Horror

    Pois é. Lembra bastante o filme de estréia do Spielberg. Como sou dos anos 90, não me lembro de ter assistido esse filme no SBT (ainda que seja a cara da era de ouro do "Cinema em Casa"), mas em compensação, CHRISTINE: O CARRO ASSASSINO lembro que passava direto. Seu Silvio gostava de um filme de carro assassino. Hehehehehe
  9. Questão

    Slasher

    Por muito tempo achei que os pais da Saadia tinham sido os primeiros a serem mortos (hehehehe). Tava esperando que uma hora ela ia acabar encontrando o corpo dos dois. mas depois vi que não ia ter nada disso. Confesso que me enganaram quando o Druida ataca a Jen no pátio da escola com um machado. E olha que na hora achei a cena bem forçada (mas no fim faz sentido, já que foi um despiste pra usar a Saadia de álibi, como disseram depois). Mas como não passou pela minha cabeça que eram dois assassinos (como fã de PÂNICO fico envergonhado) comecei a apostar no irmão, especialmente depois que o Druida mata o Bully da Saadia na festa.
  10. Questão

    Slasher

    ‘Slasher’ estreia em março A primeira série original do canal Chiller O canal Chiller anunciou a estreia de Slasher para o dia 4 de março, nos EUA. Este é um canal que pertence ao grupo NBC Universal, lançado em 2007. Especializado em programas e filmes de terror, o canal investe pela primeira vez na produção de séries originais. Criada por Aaron Martin (Degrassi: The Next Generation, Being Erica, The Best Years), a série narrará uma história diferente por temporada. Na primeira, o público acompanha a vida de Sarah Bennett (Katie McGrath, de Drácula, Merlin), uma jovem que, ao retornar à sua cidade natal, descobre que uma série de assassinatos estão ocorrendo, reproduzindo a forma como seus pais foram mortos. Conforme os crimes ocorrem, cada morador se torna um suspeito ou uma vítima, incluindo seu marido Dylan (Brandon Jay McLaren, de Graceland, The Killing, Girlfriend’s Guide to Divorce), sua avó Brenda Merritt (Wendy Crewson, de Revenge, Saving Hope, ReGenesis), seu amigo Cam Henry (Steve Byers, deThe Man in the High Castle, Alphas) e até mesmo o chefe de polícia Iain Vaughn (Dean McDermott, deEarth Final Conflict, Rumo ao Sul). No elenco também estão Mary Walsh, Enuka Okuma (Rookie Blue), Erin Karpluk (Being Erica), Patrick Garrow (Bitten, XIII: The Series), Christopher Jacot (Rogue), Mayko Nguyen (Cracked, Rookie Blue, Against the Wall), Rob Stewart (Nikita, Killjoys), Hannah Endicott-Douglas (Good Witch), Shawn Ahmed, Jessica Sipos (Ascension), Jefferson Brown (Rookie Blue, Being Erica), Mark Ghanimé (Helix, Emily Owens M.D.), Dylan Taylor (Covert Affairs, The Lizzie Borden Chronicles, Rogue), Booth Savage (Mr. D), Victoria Snow (Kung Fu: The Legend Continues, Paradise Falls, Cra$h & Burn), Sabrina Grdevich (Slings & Arrows, Intelligence) e Rainbow Sun Francks (The Listener, Stargate Atlantis). Coproduzida com o canal canadense Super Channel, a série tem oito episódios em sua primeira temporada. A série é filmada pela Shaftesbury Films em Ontário, Canadá. A distribuição internacional é da Content Media Corporation. Trailer Assisti os dois primeiros episódios. Não é ruim. As cenas de morte não poupam no gore, e o visual do vilão conhecido como "O Carrasco" funciona muito bem. Mas ainda parece faltar algo. Quem curte os subgênero slasher como eu, pode curtir. Mas com tantas séries de horror atualmente (inclusive algumas do subgênero slasher como SCREAM) SLASHER ainda tem que apresentar alguma coisa que valha a investida.
  11. Questão

    Quarteto Fantástico (MCU)

    Tenho minhas dúvidas. Acho que Peyton Reed com certeza entende o Quarteto Fantástico. HOMEM FORMIGA E A VESPA bebe muito da fonte das histórias da primeira família da Marvel. Mas acho HOMEM FORMIGA um dos piores filmes da Marvel colado ali com HOMEM DE FERRO 3 (embora não culpe o Reed, já que ele entrou com o trem em movimento), e apesar de gostar de HOMEM FORMIGA E A VESPA, é um filme bem na média, diverte mas não tem grandes momentos. Acho que o Quarteto merece um pouco mais depois de ter sido tão maltratado nos cinemas.
  12. Questão

    Ford vs Ferrari (Christian Bale e Matt Damon)

    Parece bem interessante, e o elenco é bom. Bale, Damon, Bernthall. Me deixou curioso.
  13. Questão

    19 Dias de Horror

    Visto SUBMERSOS Na trama, durante a II Guerra mundial, o submarino americano USS Tiger Shark resgata três sobreviventes de um navio hospital britânico naufragado, entre eles a enfermeira Claire Paige (Olivia Williams). Ao mesmo tempo em que o submarino passa a ser caçado implacavelmente por um navio de guerra alemão, estranhos acontecimentos começam a ocorrer na embarcação, trazendo medo e desconfiança aos tripulantes. Será que as pessoas resgatadas são quem dizem ser? Ou haveria algum tipo de presença sobrenatural dentro do submarino? Dirigido por David Twohy, mais conhecido por ter comandado a trilogia Ridick, com Vin Diesel, este SUBMERSOS revela-se um competente thriller psicológico com toques sobrenaturais, ocorrido em plena II Guerra. O roteiro escrito á seis mãos pelo próprio Twohy, Lucas Sussman e Darren Aronofsky (na época despontando como diretor, após dirigir REQUIEM PARA UM SONHO) é competente em construir a dinâmica entre os personagens, ao mesmo tempo em que apresenta com sutileza os elementos de conspiração, medo e paranoia que se desenvolvem ao longo da narrativa. O trabalho de direção de Twohy também é muito competente ao explorar o ambiente claustrofóbico do submarino, que vai se tornando mais escuro e opressor á medida em que a situação vai ficando fora de controle, além de construir um terror sutil que consegue deixar muitos dos elementos da trama positivamente ambíguos. Na parte das atuações, o filme também está bem servido. Olivia Williams entrega com Claire uma protagonista forte e intuitiva, mas que mesmo que sirva como guia do público, mantém o distanciamento necessário para que mesmo ela não tenha a nossa total confiança. Bruce Greenwood, por sua vez, consegue dar camadas bem interessantes ao seu Tenente Brice, que comanda o submarino desde a morte (supostamente) acidental do capitão, sendo o personagem com a jornada dramática mais bem desenhada. SUBMERSOS vale a conferia, sendo um thriller que envelheceu bem. Visto O CARRO: A MÁQUINA DO DIABO Na trama, uma pequena cidade do interior é aterrorizada por uma série de mortes causadas por um carro preto que ronda a região. As mortes são investigadas pelo delegado Wade Parent (Josh Brolin), que está vivendo um romance com a professora de primário Lauren Humphries (Kathleen Lloyd). Quando as mortes começam a se acumular, e a polícia se mostra incapaz de deter o carro, Wade e seus colegas percebem que não estão lidando com um simples maniaco no volante, mas sim com uma força maligna e inexplicável que reside dentro do carro. Me diverti muito mais do que esperava com este terror de estrada setentista dirigido por Elliot Silverstein, mais conhecido por ter dirigido episódios da série clássica ALÉM DA IMAGINAÇÃO, e o western UM HOMEM CHAMADO CAVALO. A maioria das pessoas se lembra do clássico de John Carpenter CHRISTINE: O CARRO ASSASSINO quando o assunto são carros assassinos (e o filme do Carpenter é bem melhor mesmo), mas aquele filme bebeu muito na fonte desse, com o próprio Stephen King, que escreveu o livro que inspirou o filme de Carpenter tendo assumido ter se inspirado nesse filme. Em muitos aspectos, CARRO: A MÁQUINA DO DIABO lembra os filmes de terror dirigidos por Steven Spielberg nos anos 70, ENCURRALADO e TUBARÃO. Tal como em ENCURRALADO, temos um veículo na estrada sedento de sangue, cujas motivações nunca são explicitadas, tal como em TUBARÃO temos uma pequena cidade posta de joelhos diante dessa força que pode atacar qualquer um a qualquer momento, inclusive com uma cena onde o carro ataca o ensaio do desfile escolar que remete diretamente ao ataque da fera marinha em uma praia lotada no filme de Spielberg, lançado dois anos antes. As referências desse horror Spielbergniano são evidentes, mas o filme nunca chega a se tornar um pastiche. A direção não é nada que se diga nossa, e a montagem dá umas escorregadas tensas em certos momentos, mas o diretor consegue dar uma ótima atmosfera ao filme, e dar um ar de mistério e ameaça ao veículo do título, ao por exemplo nunca mostrar o seu interior, mesmo que haja algo obviamente sobrenatural no veículo. Com personagens simples, mas carismáticos, CARRO: A MÁQUINA DO DIABO não chega a ser nenhuma pérola esquecida do terror , mas vale a conferida descompromissada. Visto OS MORTOS VIVOS Na trama, na pequena cidade de Potter's Bluff, em Rhode Island, o Xerife Dan Gillis (James Farentino) investiga o assassinato brutal de vários turistas e forasteiros que tem ocorrido na região. A situação se complica quando o Xerife descobre o possível envolvimento de sua esposa Janet (Melody Anderson) com a primeira vítima da onda de crimes, e os cadáveres das pessoas assassinadas começam a desaparecer do cemitério administrado pelo excêntrico William Dobbs (Jack Albertson). Dirigido por Gary Sherman, OS MORTOS VIVOS é um curioso terror oitentista, que mistura a classe e a atmosfera das histórias de pequenas cidades que guardam grandes segredos, com o Gore típico do gênero nos anos 80. O roteiro escrito por Ronald Shusett (apesar de ter ganho crédito e a campanha de marketing ter sido feita usando o seu nome, o roteirista Dan O' Bannon de ALIEN afirmou que nenhuma das idéias que deu para o roteiro foi usada) poderia perfeitamente ser um episódio de ALÉM DA IMAGINAÇÃO ao mostrar o consternado xerife tentando entender a onda de assassinatos, e os respectivos desaparecimento dos corpos das vítimas (e olha que ele não sabe que elas começaram a aparecer vivas). Diferente do Xerife, sabemos que os crimes tem sido cometidos por diversos cidadãos da cidade, que fotografam as suas vítimas enquanto as massacram, o que nos deixa um passo a frente do protagonista, mas tão confuso quanto ele sobre o que realmente está acontecendo. As sequências de morte são bem violentas, vide o fotógrafo que é queimado vivo no começo do filme, só para depois tomar uma injeção no único olho que lhe sobrou, ou o médico que tem ácido injetado em suas veias. O maquiador e supervisor de efeitos especiais Stan Winston, que ficou famoso por filmes como ALIENS, O EXTERMINADOR DO FUTURO, O ENIGMA DO OUTRO MUNDO, entre outros, tem aqui o seu primeiro trabalho de expressão, sendo o principal responsável pelo impacto que as sequências gore atingem. A fotografia também merece aplausos pelo clima soturno e desolador que dá para a história. O filme possui uma série de reviravoltas finais durante o terceiro ato que embora interessantes em primeira instância, não resistem a um "repenso" do filme, não fazendo muito sentido em retrospecto. OS MORTOS VIVOS é um bom filme, mas tinha potencial pra ser ainda melhor com um roteiro mais bem cuidado.
  14. Questão

    Quarteto Fantástico (MCU)

  15. Questão

    Rambo V: Last Blood (2019)

    Ainda é estranho pra caramba ver o Rambo de cabelo curto. Heheheh Mas tá bem a pegada de faroeste mesmo. Tá bonito, mas ainda não me convenceu.
  16. Questão

    Capitã Marvel

    Enfim,vi o filme. Como cheguei muito atrasado, e a galeraa já apontou os principais pontos, serei breve. Eu gostei do filme, é um filme "estilo Marvel" mediano. A Brie Larson está longe de ser a heroína mais carismática do subgênero (Gal Gadot e Scarlett Johanson me impressionaram bem mais em suas respectivas estreias como super heroína, isso em filmes onde não eram protagonistas), mas funciona relativamente bem. O roteiro é expositivo em muitos pontos, mas é redondo. A reviravolta com os Skrulls, que revoltou muitos fãs, realmente é uma subversão do conceito original dos personagens, mas diferente do que foi feito com o Mandarim em HOMEM DE FERRO 3, tal subversão está a serviço de algo ao invés de ter apenas valor de choque. A relação da Carol com o Fury e com a Maria Rambeau também são bem construídas, e o carisma em torno da personagem está muito mais nessas relações do que em seus méritos próprios como personagem. O problema maior do filme parece estar mesmo na direção. As cenas de ação não empolgam nem um pouco. Falta um "grande momento" onde CAPITÃ MARVEL pudesse nos deixar embasbacados (como a tão citada cena da Terra de Ninguém em MULHER MARAVILHA). O filme é pobre visualmente, e a ambientação na década de 90 mais distrai do que agrega. O uso da trilha sonora dos anos 90 soa como uma obrigação, com trechos musicais surgindo de forma deslocada ao longo do filme (diferente do que James Gunn faz nos filmes dos Guardiões da Galaxia com a sua trilha oitentista sempre tendo um significado e surgindo sempre bem integrada). Quando a ação se torna mais grandiosa no 3º ato, os efeitos também surgem mal acabados, com uma Capitã Marvel claramente digital enfrentando naves espaciais de guerra. No fim, a impressão que fica, é que CAPITÃ MARVEL tinha potencial pra ir muito mais longe do que foi. Eu consigo ver o que Larson tentou fazer com a heroína, sendo inclusive divertido a forma como a própria muitas vezes se impressiona com os próprios poderes, mas faltou direção pra explorar isso. Ainda assim, consigo lembrar filmes muito mais fracos do estúdio, em um passado recente (esse filme me fisgou bem mais do que HOMEM ARANHA: DE VOLTA AO LAR, por exemplo). É um bom filme, mas faltou encontrar uma identidade mínima dentro da famosa fórmula Marvel em termos de direção e visual (algo que mesmo Peyton Reed conseguiu em HOMEM FORMIGA E A VESPA, por exemplo). Potencial a franquia e a personagem parecem ter, e sinto que Brie Larson ainda pode entregar um desempenho carismático como a Capitã Marvel. Falta só um cineasta que saiba (e queira, já que os Russo claramente não quiseram lidar muito com a personagem em VINGADORES: ULTIMATO) explorar esse potencial em futuros filmes.
  17. Questão

    Slasher

    É verdade. Esses filmes do Freddy trabalham com esses cenários mesmo. Mas me lembrou muito PÂNICO também, já que lá também tem esse lance dos adolescentes babacas se vestindo como o assassino na escola, e o verdadeiro assassino se aproveitando disso para atacar. E quanto a identidade do assassino, JAIL? Gostou de como trabalharam isso? Conseguiu descobrir quem era antes do fim?
  18. Questão

    The Batman (Matt Reeves - 25/06/2021)

    Acho que não vai chegar no nível de baixo orçamento que é o filme do Coringa, que parece quase cinema independente. Mas creio que vá ser algo menor, comparado por exemplo, ao que o Nolan fazia.
  19. Questão

    Brinquedo Assassino (Remake)

    Naaah. Pennywise está em excelentes mãos com o bill skarsgård
  20. Questão

    Quarteto Fantástico (MCU)

    O Peyton Reed não seria uma graaaaaande escolha, mas seria uma escolha coerente. HOMEM FORMIGA E A VESPA que é mesmo o "filme dele" no MCU (HOMEM FORMIGA era o filme do Edgar Wright que o Reed só executou) bebe muito da fonte do Quarteto Fantástico, já que aplica todo o conceito de uma família de super heróis e exploradores científicos que é a cara do Quarteto. Alias, acho curioso que tá todo mundo preocupado com a introdução dos X Men no MCU, e quem vai ser o próximo Wolverine e tudo mais, mas tenho pra mim que o Quarteto na verdade tá na frente nessa fila ai. Tá certo que as pessoas parecem muito mais empolgadas com os vilões do Quarteto, como Doutor Destino, e principalmente Galactus, do que com o Quarteto em si. Mas diferente dos X Men, o Quarteto Fantástico nunca teve um filme realmente bom, e ai que os personagens podem cair no gosto do público. Não gosto muito dessa suposta visão do Peyton Reed de ambientar a trama nos anos 60, e tratar do reino quântico. Se quer tratar do reino quântico, faz outro filme do Homem Formiga. Não dá pra concentrar toda a mitologia científica da Marvel no Reino Quântico. Se quer botar o Quarteto pra explorar, bota eles pra explorar a Zona Negativa, Atlântida, ou até mesmo multiverso se tá todo mundo tão empolgado com essa ideia (e não precisa ser via reino quântico). E pra que colocar os heróis na Década de 60? Pra depois ficar criando justificativas do por que não estavam aqui? Já vai ter que ter esse trabalho com os mutantes. O Quarteto surgiu agora, e pronto. Nem precisa ser filme de origem (não fizeram pro Homem Aranha). E acho que se rolar filme do Quarteto nessa Fase 4, Doutor Destino e Galactus não devem dar as caras, creio eu. Devem usar algum vilão inédito da equipe, na minha opinião.
  21. Questão

    Godzilla vs King Kong (22/03/2020)

    Pelo visto Kong cresceu. E não foi pouco. Mas pode ser só liberdade do cartaz também.
  22. Questão

    Demolidor (A Série)

    Daredevil | Série do Demolidor terá roteirista de Buffy, Lost e Alias [ATUALIZADO] Melissa Rosenberg se junta a Drew Goddard no pacote de séries Marvel-Netflix Marcelo Hessel13 de Novembro de 2013 19 Daredevil, a série de TV do Demolidor, que faz parte do pacote de quatro séries fechado entre a Disney/Marvel e a Netflix, terá Drew Goddard como roteirista, segundo o The Wrap. Produtor e roteirista de séries como Lost e Alias, Goddard já trabalhou com Joss Whedon quando era roteirista de Buffy e Angel. Os dois se reuniram em O Segredo da Cabana, que Whedon co-escreveu e Goddard dirigiu. FONTE: OMELETE Espero que dê certo. O Demolidor é um herói que cabe bem no formato seriado. E se ele der certo, será a primeira de mais quatro séries preparadas pelo Netflix e pela Marvel.
  23. Questão

    Quais Séries Você Anda Vendo?

    Visto a 2ª temporada de SAMANTHA! Indo na onda da nostalgia da década de 80 (que já começava a dar os primeiros sinais de cansaço) SAMANTHA! lançou a sua primeira temporada em 2018, contando a história da personagem título (Emanuelle Araujo), uma estrela mirim da década de 80, que caiu no esquecimento em sua vida adulta, e que nos dias de hoje, mãe solteira de duas crianças, Cindy (Sabrina Nonata) e Brandon (Cauã Gonçalves) (ambas muito mais maduras que a mãe) fazia de tudo pra recuperar a fama, ao mesmo tempo em que lidava com o retorno do ex marido e pai das crianças Dodói (Douglas Silva) um ex jogador de futebol, que passou anos na cadeia por um crime que não cometeu. A primeira temporada tinha muitas qualidades, por lançar um olhar nostálgico, mas ao mesmo tempo crítico sobre os absurdos da TV dos anos 80, ao mesmo tempo em que apontava e contrastava tais absurdos, com as próprias maluquices eticamente questionáveis da televisão atual, e é claro a internet. A série também tinha grandes méritos na sua protagonista, que ao mesmo tempo em que expunha os defeitos de Samantha como uma mulher obcecada pela fama, alienada, e muitas vezes egoísta e egocêntrica, também a humanizava de um modo que levava a personagem além do clichê, dando naturalidade a toda loucura da personagem, sem torna-la caricata, dando carisma á personagem título, e mesmo tornando-a relacionável. A química com Douglas Silva, e um bom grupo de coadjuvantes, como o empresario trambiqueiro Marcinho (Daniel Furlan, o Renan de CHOQUE DE CULTURA) e a You tuber tresloucada Laila (Lorena Comparato), que formava um triangulo amoroso com Dodói e Samantha, também davam o nível certo de humor nonsense que a produção pedia. A série, entretanto, não vinha livre de problemas. Embora seus sete episódios de vinte pouco minutos fossem rápidos e leves de assistir, a estrutura episódica onde uma oportunidade de restaurar a fama de Samantha aparecia, e por um motivo ou outro, a personagem perdia essa oportunidade, só para no episódio seguinte o ciclo se repetir, tornavam a série previsível, mesmo para os padrões de sitcoms. Além disso, o núcleo central da série, a família de Samantha, parecia existir apenas para dar suporte para protagonista, sem nunca ter uma trama própria que soasse interessante ou que colaborasse para a história central. E embora eu deteste criticar a atuação de crianças, era óbvio que os jovens Cauã Gonçalves e Sabrina Nonata (muito provavelmente em seus primeiros trabalhos de maior expressão) não conseguiam acompanhar o ritmo das piadas propostos pelo roteiro, o que deixava qualquer piada em torno das crianças truncada e pouco natural, além de baseadas no clichê das crianças prodígios já tão desgastado pelo sitcom. Ainda assim, a primeira temporada se encerrava de forma digna, com a protagonista concluindo uma jornada dramática sólida, tendo aprendido alguma coisa ao longo da história. Mas com a renovação para uma segunda temporada, ficava a pergunta; SAMANTHA! ainda teria o que contar, e conseguiria corrigir os erros da temporada de estréia? Felizmente, a resposta é sim. A segunda temporada segue caminhos bem diferentes da temporada de estréia, praticamente se reinventando, mas sem jogar fora aquilo que deu certo na primeira temporada. Situando-se um ano após a primeira temporada (e felizmente ignorando o gancho que colocava Samantha se envolvendo com política, algo citado rapidamente, quase como um episódio descartado) a história desta segunda temporada tem como pontapé inicial a pré produção do filme "Samonstra!", baseado no livro dos ex colegas de Samantha nos Plinplons (o Balão Mágico da série). Tendo conseguido se manter fora da mídia por um ano (dessa vez por vontade própria), a ex estrela mirim se vê apontada por todos como uma menina que nunca cresceu (uma acusação não totalmente injusta, como quem acompanha a série pode constatar). Disposta a provar ao mundo (e principalmente a si mesma) que é uma mulher madura, Samantha começa a revisar tanto a sua vida pessoal quanto profissional em busca de tal maturidade, e no processo, é claro, tenta sabotar a produção do filme. A primeira coisa que se deve dizer sobre esta 2ª temporada, é como ela passa por um tipo de reinvenção em comparação a temporada de estréia. Primeiro, pela própria estrutura da temporada. Ainda contando com sete episódios entre vinte e trinta minutos casa, SAMANTHA! perde o caráter episódico da temporada anterior, trazendo uma história mais fluída muito mais focada na jornada dramática da personagem, assim fugindo dos cenários replicantes da temporada anterior. E se a nostalgia (e anti-nostalgia) e a crítica a televisão eram grandes focos da primeira temporada, aqui tais elementos surgem mais como pano de fundo, já que mesmo entendendo a importância destes elementos para a personagem e seu universo, a série quer tratar de outros temas. Aqui sobram piadas para as "fórmulas" de criar filhos, o cinema, o teatro e seu suposto ambiente promíscuo, a psicologia, e até mesmo o feminismo. A série não perde as piadas, mas também não aposta todas as suas fichas no "humor politicamente incorreto", que muitos creem atualmente ser a unica forma de fazer comedia. O maior exemplo é o episódio em que Samantha se envolve com o movimento feminista, mostrando muito dos absurdos cômicos das varias vertentes do feminismo, mas sem com isso diminuir a sua importância na sociedade atual. Outra melhoria da série é a forma como o núcleo central, a família de Samantha surge muito mais sólido e integrado a história do que na temporada de estréia. Os personagens desse núcleo ganham as suas próprias subtramas, que funcionam por si só, mas também funcionam como eco e variações da jornada da própria Samantha. Dodói, por exemplo (já totalmente reintegrado á família) também tem a sua própria jornada de amadurecimento, representado principalmente no retorno de sua mãe dominadora (Zezeh Barbosa) que mantém o controle sobre os seus direitos de imagem. As crianças parecem mais a vontade em cena nessa nova temporada (especialmente Sabrina Nonata) e também tem seus próprios arcos que brincam com o clichê da criança prodígio. Brandon, por exemplo, começa a perceber que não tem problema ser uma criança, já que é justamente o que ele é, enquanto Cindy, por mais inteligente que seja, está aterrorizada com a chegada da adolescência, desde as mudanças fisiológicas como a menstruação, passado pelo primeiro namorado, até o simples fato de ter que lidar com jovens que podem ser tão maduros e conscientes quanto ela. São conflitos simples, mas que espelham e fortalecem de alguma forma, o arco de Samantha na série. Se a série corrigiu alguns erros, também não só manteve, mas melhorou o que havia dado certo na primeira temporada. Emanuelle Araujo continua brilhante como Samantha. Temos aqui uma personagem um pouco mais insegura e auto questionadora do que a vista na temporada anterior. Ela não é mais (tão) obcecada pela fama, e suas preocupações são muito mais intimistas, com a personagem buscando provar muito mais a si mesma do que aos outros que é uma mulher madura e centrada (mas se esse caminho passar por algum holofote, ela também não vê nenhum problema). Araujo constrói uma personagem que ainda tem as suas imperfeições e alienações, mas que se mostra muito mais empática, e honestamente tenta acertar, dando uma humanidade contagiante á personagem título. Samantha ganha tintas mais dramáticas, especialmente com a exploração de seu passado que vai além do programa dos Plinplons, mas a série nunca se esquece que é uma comédia, e consegue transitar entre passagens mais emocionantes, com desarmes cômicos que nunca soam intrusivos. Velhos personagens coadjuvantes estão de volta. Marcinho retoma a função que sempre teve, surgindo em doses homeopáticas ao longo da série, sempre de forma hilária. A youtuber Laila, vivida de forma acertadamente histriônica por Lorena Comparato como uma garota devorada por sua personalidade midiática, também retorna ainda mais divertida do que na temporada anterior, mas cumprindo uma função diferente, e mais interessante dramaticamente. Se na primeira temporada, ela simplesmente disputava Dodói com Samantha, e servia como comentário as bizarrices das celebridades de internet, Laila surge agora muito mais focada em Samantha, desenvolvendo uma relação de amor e ódio com a protagonista. Surgindo de forma (positivamente) anárquica ao longo dos sete episódios sempre em contextos hilários, Laila não deixa de ser um espelho da própria Samantha, gerando a relação de amizade/inimizade (Best frenemies, pra usar um termo em inglês) que as duas acabam desenvolvendo. Entre os novos personagens, o destaque acaba ficando para Carmen Vecino (Alessandra Maestrini) uma pedante e manipuladora diretora de teatro, que entra na vida de Samantha para dar um rumo mais "maduro" para a sua carreira, e cuja frieza emocional também gera passagens hilárias. Em termos de direção, a série também evoluiu. Se a primeira temporada muitas vezes acusava a sua natureza de "sitcom com pouco dinheiro", aqui isso não grita tanto, com um uso melhor dos cenários e das locações utilizadas Além disso, algumas passagens ainda destacam o trabalho de direção, vide a forma como Samantha faz a sua primeira aparição na temporada, ou o sexto episódio, que forma lúdica, promove o encontro da Samantha adulta com sua versão criança, com a decupagem trabalhando de forma interessante contrastes e paralelismos entre as duas Samanthas. A segunda temporada de Samantha, entretanto, não chega a ser perfeita. A ideia de colocar nos flashbacks a jovem Samantha temendo ser pra sempre a princesa dos Plinplons, espelhando o conflito atual de Samantha (o que inclusive agrega valor a primeira temporada, onde uma Samantha adulta tentava retomar esse papel) é muito interessante. Mas a forma como os flashbacks da infância da protagonista surgem de forma repetida ao longo dos episódios para ilustrar situações que levam a personagem no presente a tomar certas decisões diante de determinados dilemas morais irritam um pouco. E se a forma "caótica" com que personagens como Marcinho e Laila surgem ao longo da temporada é muito bem utilizada, a introdução de uma personagem menor oriunda da primeira temporada interpretada por Mariana Xavier (a Marcelina da franquia "Minha Mãe é uma Peça) e que possui grande importância na Finale, acontece de forma um pouco abrupta pro meu gosto. Apesar dessas escorregadas, a evolução de SAMANTHA! nessa segunda temporada é inegável, e com o perdão do trocadilho, entrega uma história mais madura, tal como sua protagonista (tenta) ser; com personagens cativantes. A finale traz um encerramento perfeito para o arco dramático da protagonista nesta temporada, trazendo muito humor, e algo que a série só havia conseguido arranhar na temporada de estréia; coração (em uma culminação de todo o trabalho feito nessa nova leva de sete episódios). Se a série acabar aqui, será um grande final, mas creio que SAMANTHA! ainda tenha folego para um fecho de "trilogia".
  24. Questão

    Slasher

    Comentários com SPOILERS abaixo. Pois é. A cena do assassinato do cara no começo da série, que é o que desencadeia isso, mostra bem isso. O cara pedindo ajuda pra todo mundo, só pra ser ignorado por praticamente todos os vizinhos. É um tipo diferente (e talvez mais assustador) de isolamento do que aquele que vemos geralmente nas histórias Slasher. Pois é, em termos de bizarice das mortes, foi a temporada mais "criativa". Destaco ai a morte da professora, que foi dissecada viva, e a morte do Hipster da cafeteria. E os personagens são bem interessantes mesmo. Começando pela protagonista. Confesso que fiquei meio com o pé atrás quando vi que a série iria trabalhar com a figura da Final Girl de novo, pois havia gostado de manterem esse papel indefinido em GUILTY PARTY (e a Final Girl da primeira temporada, que hoje é a irmã do Lex em SUPERGIRL, era muuuuito chata). Mas a Saadia acaba sendo uma protagonista bem legal, com uma história e personalidade interessante, e que a gente gosta de acompanhar. Achei fantástico o jeito que colocara pra ela descobrir a identidade de (um) dos Druidas, ligando ao trauma do passado, pra não falar da reviravolta final, que fazendo analogia com o o efeito borboleta, a coloca como a borboleta que bateu as asas e causou o furacão. A garota dos jogos virtuais era uma personagem que acho que podia ter durado um pouco mais, pois quando começam a desenvolver a personagem, ela morre em seguida. Pois é. A fornalha me fez lembrar direto de A HORA DO PESADELO, e conseguiram criar um ambiente bem macabro e sangrento ali. A unica coisa que não curti foi o lance meio "Jogos Mortais" que os assassinos fizeram com o Angel e o supremacista branco (esqueci o nome dele), por que não teve nada a ver com a forma como ele vinha agindo até então. Aqui, eu não peguei a referência, JAIL. No que te lembrou A HORA DO PESADELO aqui? Caraca! Não tinha pensado nisso, mas faz todo sentido como referência ao Freddy. Nesse sentido, dá até pra apontar que o assassino de cada temporada é mesmo uma homenagem a uma franquia Slasher clássica 1ª temporada- O cara era só mesmo "o puro mal", um louco sem motivação (Halloween) 2ª temporada- Uma mãe maluca buscando vingança contra o que fizeram com o filho dela (Sexta Feira 13) 3ª temporada- Pessoas "tacam fogo" em alguém direta ou indiretamente, e o assassino traz a vingança (A Hora do Pesadelo) E o que achou da identidade dos assassinos, JAIL, e de como conseguiram (ou não) manter em segredo? Confesso que o irmão da Jen eu matei a charada um ou dois episódios antes de revelarem (quando o Druida mata o babaca que ficava fazendo Bullyng/dando em cima da Saadia e da Jen, tive certeza que era o irmão). Mas que a Jen era a outra assassina me pegou totalmente de surpresa. Tanto que tava achando que no fim, ia ficar só as duas amigas vivas(que o supremacista branco ia sair vivo, também me pegou totalmente de surpresa). E achei muito legal como colocaram o conflito entre as duas amigas de modo a nos deixar triste ver as duas tentando se matar, já que a amizade delas foi bem construída ao longo da temporada, o que tornou a revelação final da Saadia ainda mais dolorida.
  25. Questão

    Monstro do Pântano

    Bem estranho mesmo. A unica série que me lembro de ter sido cancelada tão cedo era uma sobre corrida de cavalos na HBO que tinha até o Dustin Hoffman, por que a PETA caiu em cima. Em tempo, vi o piloto. Interessante e com boa atmosfera, mas também não chegou a me fisgar ainda.
×