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Forum Cinema em Cena

bs11ns

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    Designer de Figurino
  1. bs11ns

    O Que Você Anda Vendo e Comentando?

    Gostei demais de Os Vingadores principalmente por ser um filme em que o direitor soube trabalhar com sua história um tanto limitada mas bastante bem resolvida, sobretudo quando coloca seus personagens frente a frente e se aproveita de suas emoções pra contextualizar os enredos dos outros filmes nesses embates (que chegam a ser físicos em várias oportunidades), resultando nos melhores momentos do filme. Os efeitos especiais são muito bons e utilizados sempre em prol da estória e quando necessários, ou seja, não há excesso ou desperdício. O texto é excepcional para um filme-pipoca, principalmente por apostar na diversão e priorizar os atores mais carismáticos, utilizando-se de seu talento para inserir as cenas cômicas em meio ás lutas. O elenco todo é bom mas o destaque maior fica por conta da interpretação dramática light de Ruffalo como Hulk e pelo sarcasmo desregrado cuja desfaçatez só poderia surgir de um ator com tanta carga irônica como Robert Downey Jr. Ele consegue se sobrepor ao restante do elenco com facilidade, liderando-o, embora esse papel estivesse claramente a cargo do Capitão América de Evans, que o defende com dignidade, ainda que não chegue aos pés de Downey Jr. O desfecho é bem clichê mas é o ápice do filme (muito bem feito por sinal) e deixa margem para uma continuação, que será muito bem-vinda. 9,5/10 Quando vi o final de Quando Você Viu Seu Pai Pela Última Vez? fiquei bastante curioso para assistir o filme inteiro porque me pareceu o tipo de drama que te emociona do começo ao fim. Realmente a estória é bem bonita, sobretudo por ser inspirada num livro que foi escrito por um cara que a vivenciou e passou as experiências das semanas em que cuidou de seu pai acometido por um câncer. Acontece que todo o questionamento proposto logo no começo, bastante poético e representado por uma paisagem belíssima, é bastante diluído nas quase duas horas de filme e tem-se a sensação de que Blake (protagonista) é um menino mimado e que cria birra pelo pai excêntrico e gozador. Este tenta se aproximar a todo custo do filho, ficando claro que tenta fazer o melhor pra criança, embora não consiga. Então, a tão esperada resolução das pendengas criadas entre pai e filho prometida por Blake acaba não acontecendo, frustrando as expectativas de quem tentou se envolver com a estória. A família de Blake também é pouquíssimo explorada, bem como as atrizes que fazem sua mãe e irmã. Há uma pequena participação de Carey Mulligan que mostra o quão iluminada é a moça mas que não agrega valor ao roteiro, muito mal conduzido por Anand Tucker embora a cena final seja lindíssima. Agora, o que salva o filme, o tornando até agradável por mais que o roteiro tropece são as atuações de Jim Broadbent como pai (maravilhoso, principalmente quando está doente) e do poderoso Colin Firth como Blake. Brilhante do começo ao fim, Firth empresta seu jeito recluso e seu olhar perdido e disperso a um personagem que frequenta a tênue linha entre o real e o ficcionário o tempo todo. A cena final de Firth abraçando o pai é tocante e extraordinária pela facilidade que ambos os atores têm de representar as emoções necessárias, o fazendo com uma naturalidade impressionante. Por essas e outras (A Single Man, Tinker Taylor, King's Speech) é que me pergunto porque diabos esse cara fabuloso ficou tanto tempo fazendo comédias românticas meia-boca (ele já tem mais de 50 anos) com o talento estrondoso que tem? Vai saber! 7,0/10 Joe Wright vem demonstrando bastante habilidade em construir longas tecnicamente perfeitos. Fez isso com Atonement e repetiu a dose em Hanna, onde figurino, direção de arte, montagem (primorosa) e, especialmente, trilha sonora e paisagem são fundamentais pro contexto da estória. Acontece que, assim como ocorreu em Desejo e Reparação, que transformou num dramalhão mexicano, Wright abusa da preocupação com a questão técnica em detrimento do roteiro. Aqui, ele tinha um material bastante interessante, que poderia ter se transformado em ótimo drama de ação não fosse sua tendência pra resolver da forma mais simples possível suas estórias. Aliás, as escolhas de elenco do diretor também não são acertadas. Enquanto em Atonement tínhamos um McAvoy com ares de galã marrentinho e uma Knightley com aquele queixo resultando num eterno bico irritante, em Hanna, Eric Bana (que nunca me convenceu) faz o "pai" da personagem-título com uma displicência e uma má vontade de dar ódio. A sempre maravilhosa Cate Blanchett também não encarna com brilho a vilã, deixando-a no piloto automático o tempo todo (com uma cara plastificada que dá medo por lembrar Kidman). No entanto, quem se sobressai (mais uma vez) é Saoirse Ronan carregando o filme, a estória, a paisagem, o texto, o pai, a mãe, a casa e tudo o mais nas costas. O longa é dela, parece ter sido feito pra ela e, se não foi, ela o roubou completamente. Talentosa de dar gosto, se joga completamente na personagem, assim como o fez em Atonement, Olhar no Paraíso e no maravilhoso The Way Back, entregando uma atuação vigorosa e até acima do que eu esperava, num filme nunca entrega o que promete. 6,0/10bs11ns2012-05-14 09:06:06
  2. bs11ns

    Jogos Vorazes, Dir: Gary Ross

    Como disse em outro tópico, gostei bastante do filme. Só acho que tem umas referências ao livro que não são compreensíveis pra quem não o leu e que há um excesso na composição dos figurinos das pessoas mais "abastadas", parecidas com o público presente numa parada gay. Também não gosto do Hutcherson (bastante minguadinho pro papel) e do irmão mais novo, mais fraco e mais feio do Thor. Mas a estória é muito legalzinha, principalmente por causa da abnegação da protagonista e da feliz construção da jovem Katniss, muito forte na pele da gatona e talentosíssima Jennifer Lawrence. As paisagens também são bem trabalhadas, a montagem é dinâmica e Stanley Tucci está impagável como uma espécie de Pedro Bial ás avessas (até porque, pelo que entendi os tais dos jogos se transformaram num big brother conforme o tempo passou), bem como o Harrelson (que amo). Que venha a continuação!
  3. bs11ns

    O Que Você Anda Vendo e Comentando?

    Na onda das críticas positivas e do sucesso de público, decidi assistir Jogos Vorazes principalmente quando descobri que a protagonista era o meu novo amor: Jennifer Lawrence. E é especialmente por ela que o longa funciona bem na maior parte do tempo. Embora não seja daqueles filmes que você precisa ler o livro pra entender o que acontece, ainda senti que algumas cenas e partes do texto foram introduzidas pros milhares de leitores que transformaram-no num best-seller. De qualquer forma, a estória é bonita, bem conduzida, faz sentido e é ajudada pela fotografia e pela montagem a atingir seu objetivo. Não gostei muito daqueles personagens todos vestidos como se estivessem na parada gay de Tóquio (procurem as fotos e me digam se aquilo não é o ó) e nem entendi seu sentido, ainda que estivesse clara a crítica á cultura das massas e á manipulação feita por certos governos e pela mídia, para a qual o personagem do Tucci (impagável) é fundamental. A protagonista te carrega com ela e te faz torcer por ela o tempo (acho até que tem vida própria e é mais inteligente do que quem a escreveu) e os olhares da Lawrence são tão incrivelmente bem feitos que dá vontade de você aplaudi-la (ô menina f.... de boa)!!! O final mostra que haverá sequência. 8,0/10 Finalmente matei a vontade de ver a única atriz indicada ao OSCAR desse ano que ainda não tinha visto. Fiquei um pouco decepcionado com Sete Dias com Marilyn não por causa do resultado final de sua estória, bastante fraca, esquematizada e sem muito direcionamento ou firmeza na condução. Desde o começo (chatíssimo, por sinal, que me fez dormir no cinema) já vi que não podia esperar muito dali e talvez o filme tenha justamente nisso sua maior qualidade: não ser pretensioso. Só que é complicado você contar uma estória sobre um grande mito da história do cinema e não querer se aprofundar nele seja lá porque motivo for. O restante do elenco é razoável. Watson, Dench (me dói dizer isso) e o carinha que faz o Colin estão no piloto automático e não ajudam em nada a protagonista (exceto Branagh). Enfim, nada disso me deixou tão desapontado quanto a falta de força na atuação da Williams. É, sim, uma boa composição pautada em gestos, trejeitos, vestes, modo de andar, postura corporal e voz modificados em razão da personagem. Louvável da parte dela se dedicar assim mas, e o resto? Faltou mais intensidade, mais dinamismo, mais garra, mais olho, expressão. É uma atuação linear, centrada e sutil de uma atriz que parece nunca se entregar de verdade ao que faz (o DiCaprio se entrega ao seu J Edgar e se sai extremamente bem). Gosto demais da Williams pra vê-la se apagar tanto diante do furacão que era Marilyn. Filme bem rasinho! 6,0/10 E amanhã verei os tão falados Vingadores (porque hj não tinha mais ingresso no cinema)!
  4. Só agora que vi que os escolhidos já haviam sido divulgados. Como disse no começo, não votei porque não consegui assistir filmes como Super 8 e Hanna, que foram indicados além de outros. Mas gostei da premiação em geral principalmente pela Lawrence (arrasou mesmo no Inverno da Alma), pelas indicações para Caminho da Liberdade (amei demais esse filme) e pelas vitórias de Portman e de Cisne Negro. Só não entendi a indicação do Plummer. Toda Forma de Amor foi lançado em dvd no ano passado? Se soubesse que podia votar nele, seria um voto certo! Espero conseguir ter tempo de colaborar mais no ano que vem.
  5. bs11ns

    Oscar 2013: Previsões

    Também fiquei feliz com essa notícia do Moura! Um grande ator que merece ter destaque internacional. Só pra comentar: tenho certeza de que a Moore está incrível como a Palin porque é uma atriz acima de qualquer média e não me lembro de ter visto uma atuação apenas boa dela. Como não vi ainda, não posso dizer se é tão extraterrestre quanto a Streep no Iron Lady. Mas acabei de ver a Williams no My Week With Marilyn e não acho nem que ela merecia ter sido indicada. É uma boa composição, sensível e sutil sem tornar-se caricata e fugindo de estereótipos. Mas só! Ainda insisto que ela é uma atriz sem força, sem intensidade e que frequentemente não dá a suas personagens tudo que elas realmente necessitam, embora seja talentosa! Espero que evolua muito e ganhe tudo que merecer ganhar!
  6. bs11ns

    O Que Você Anda Vendo e Comentando?

    Assisti Os Inquilinos no Canal Brasil principalmente pela chuva de críticas positivas que o filme recebeu na época do lançamento comercial. A história é bem interessante mesmo e foge daqueles roteiros centrados na questão das favelas brasileiras e de todos os problemas que trazem á sociedade. A cenografia também é bastante bem trabalhada, te levando pra dentro da casa da família que passa a ser incomodada pelos vizinhos recém-chegados. Também gostei muito do modo como o diretor Sergio Bianchi constroi o tempo da narrativa e insere as sugestões na cabeça do espectador. Daí surge um clima de tensão apropriado á proposta que segue num crescimento constante até o final do longa. As atuações principais também são muito boas (bem como as participações de Caio Blat e Cassia Kiss), com destaque pro excepcional Marat Descartes e todos os seus conflitos internos na busca pela defesa da família acima de tudo (é o terceiro filme que vejo dele sem achar sua atuação menos do que soberba). Só me incomodou um pouco o final pessimista e não resolvido que, pra mim, não contribuiu pro sucesso da proposta central do roteiro. Em geral, porém, o filme é acima da média dos nacionais. 9,0/10 Gostei bastante de Um Método Perigoso, do Cronenberg. Embora tenha uma narrativa irregular, cheia de altos e baixos em suas continuidades e em seu ritmo (principalmente quando o personagem de Vincent Cassel aparece e quebra a intensidade da estória, tornando tudo banal e risível) e não consiga se manter no alto ao focar na sexualidade como justificativa da teoria de Jung, esquecendo-se de seu lado psicanalítico, em boa parte do tempo, justamente quando se ocupa de relatar o princípio das teorias deste partindo das ideias já existentes de Freud, o filme consegue funcionar, instruir e direcionar seu foco para o lado da psiqué humana. Com um texto bem rebuscado, locações e iluminação sutis e elegantes e interpretações adequadas e eficientes, Cronenberg mantém o nível de seus filmes de médio pra alto quando consegue focar este aqui em apenas uma perspectiva, embora falte um pouco mais de profundidade por ser tratar de algo bastante subjetivo. 7,5/10 Não poderia deixar de assistir um dos filmes que fizeram parte de minha adolescência, especialmente por não tê-lo visto no cinema na época de seu lançamento. Agora em 3D, tive a oportunidade de rever pela décima quinta vez uma das maiores bilheterias da história do cinema. É claro que Titanic não é um filme sensacional no tocante à estória ou ao roteiro. O envolvimento amoroso de Jack e Rose é tão piegas quanto qualquer comédia romântica americana produzida atualmente. O dramalhão do naufrágio do transatlântico também não era novidade, além de já ter sido retratado em outras oportunidades pelo próprio cinema. Mas a verdade é que o encantamento de Titanic está presente exatamente por causa de todos estes clichês. Eles são muito bem trabalhados e não há abuso ou excesso por parte de Cameron. Você acaba ficando preso por todo aquele drama, por toda aquela grandiosidade e pela tragédia que, queiram ou não, foi uma das maiores da humanidade. O fato é que Titanic mantém o interesse por entregar justamente aquilo que se propõe desde o início: entreter e divertir sem preocupação com muita profundidade no desenvolvimento. E também não pode-se negar a importância do filme em vários aspectos: é uma das maiores bilheterias da história do cinema, significou um grande avanço na parte tecnológica e alçou Kate e DiCaprio ao status de astros do cinema. O 3D ajuda bastante quando observado na profundidade e na parte do naufrágio, aumentando ainda mais o impacto das cenas grandiosas. Pra mim, que não tinha visto no cinema, foi bastante recompensador passar 3h20 (com intervalo) e ouvir a inesquecível My Heart Will Go On ao final desse arrasa-quarteirão chamado Titanic! 8,5/10
  7. bs11ns

    Oscar 2013: Previsões

    Nossa, que foto é essa da Kidman? Jesus! Parece uma versão de terror da Barbie! Vou passar bem longe desse Paperboy!
  8. bs11ns

    O Que Você Anda Vendo e Comentando?

    Dois filmes que vi semana passada pra sair um pouco da rotina louca na qual me encontro desde fevereiro: Alice no País das Maravilhas - essa versão do Tim Burton é bastante barulhenta, enérgica e um tanto exagerada. Dentro desse contexto, a execução do figurino e da direção de arte como um todo é adequada e compreensível. O roteiro e seu desenvolvimento deixam bastante a desejar principalmente porque você nunca se sente conquistado por nenhum dos personagens, embora as atuações em geral (Helena Bonham Carter entrega a melhor) sejam boas. As músicas me irritaram muito e aquele final meloso e corretinho também. 6,0/10 Qual é o Seu Número? - uma premissa risível e inconsistente ao extremo traz o enredo previsível e banal de mais uma comédia romântica. O bonitão Cris Evans se junta á belezinha da Anna Faris pra mostrar a história da mulher infeliz e desencontrada que, depois de ler uma reportagem, sai á caça de seus ex-namorados. Essa personagem é a única coisa boa do filme. Carismática, engraçada, "loucona" e completamente perdida na vida, ela retrata de maneira leve (ainda que pouco profunda) pessoas que chegam a um ponto em que não sabem o que fazer de suas vidas: estão sem rumo, á deriva e tentam se agarrar a qualquer coisa. É claro que o final é clichê mas é também a salvação da personagem de Faris que já tinha aparecido no começo do filme. Nada de novo mas menos ruim do que vários filmes por aí. 6,0/10 Depois de bastante tempo fui ao cinema. Não podia perder o novo filme do amor da minha vida que atende pelo nome de Julia Roberts. Mirror, Mirror é chatinho, bobinho, infantil e até constrangedor (fiquei com dó do bonitão Armie Hammer duas vezes) principalmente por causa da falta de estrutura do roteiro e da direção descerebrada do Tarsem Sigh (o mesmo do Imortais). Algumas coisas salvam: os figurinos da Rainha Má são belíssimos, a iluminação e fotografia também são lindos bem como a Lily Collins, que parece um anjinho. Mas o prazer de ver a Julia se divertindo e tacando o f.... para aqueles que certamente a criticaram é indescritível. Eu não posso falar da atuação, porque seria parcial uma vez que sou fãzóide incorrigível. Agora, que ela é linda, carismática, charmosa e encantadora, eu nunca duvidei. O filme é fraco. Mas Julia é sempre Julia! 6,0/10
  9. bs11ns

    Oscar 2012: Comentando a Festa do Oscar

    Eu também!!! FINALMENTE! Esperei tanto por esse dia e ele chegou! Bom, agora é aguardar pelo ano que vem! Boa noite povo! MERYL, SEMPRE MERYL!!!!
  10. bs11ns

    Oscar 2012: Comentando a Festa do Oscar

    Previsível, né???? 5x5 mesmo!!! Depois da Meryl, f... pro resto!!! sou bem mais o Hugo!
  11. bs11ns

    Oscar 2012: Comentando a Festa do Oscar

    GANHEI O ANO!!!! PRONTO!!! NADA MELHOR PRECISA ACONTECER PRA MIM!!!! AAAAAAAAAAAAAAAAAAA MERYL É F***....
  12. bs11ns

    Oscar 2012: Comentando a Festa do Oscar

    NÃO ACREDITO ATÉ AGORA!!!! É VERDADE ISSO????? TO SONHANDO????? JESUS...TO TREMENDO ATÉ AGORA!!!!
  13. bs11ns

    Oscar 2012: Comentando a Festa do Oscar

    AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA MERYL!!!!! NÃO ACREDITO!!!!
  14. bs11ns

    Oscar 2012: Comentando a Festa do Oscar

    Natalie sempre linda e formidável atriz!
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