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Forum Cinema em Cena

primo

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Everything posted by primo

  1. Shazam (2016)

    Pra ver se eu entendi: o Adam e o Tawny versão tigre quatro patas no chão que não fala mas tem certa consciência são parceirão nas antiga, antes do Adam se corromper. O tigre abandona Adam, passa um tempo vagando por aí até ser recrutado pelo mago, que lhe concede a forma humana como ferramenta para investigar "soldados" em potencial para a causa Shazam. Por mim, fechou! Faltaria apenas conseguir um modo de encaixar a referência Calvin e tigre de pelúcia da Mary
  2. Thor: Ragnarok

    esta é do Marvelete: "Uma aventura transgressora" quatro, de cinco ovos Os primeiros cinco minutos de Thor: Ragnarok definem o tom da aventura que virá nas próximas duas horas. O protagonista se porta como o guia do espectador, releva qualquer peso das histórias anteriores da Marvel, faz piadas longas a cada minuto e encerra a cena com uma sequência pirotécnica de ação rápida. A ordem e a duração destes segmentos se altera durante o filme, mas o roteiro sempre se apega ao humor irônico e auto-depreciativo típico do diretor Taika Waititi. Com isso, este terceiro filme do Deus do Trovão não só se consolida como uma das melhores aventuras solo da Marvel, mas também dá um respiro no controle criativo do estúdio. A fórmula de sucesso da Casa das Ideias no cinema não sumiu. A relação entre vilão e herói ainda segue as mesmas regras, as reviravoltas são previsíveis e a falta de peso nas decisões permanece inalterada. A saída inteligente de Waititi é levar tudo isso em conta na hora de promover o encontro entre personagens. Thor esquece das Joias do Infinito, Loki (Tom Hiddleston) entende sua incompetência, Hela é unilateral como vilões clássicos e Hulk (Mark Ruffalo) é o tanque (quase) sem cérebro de sempre. Ninguém filosofa, ninguém questiona a própria índole. Todos estão ali pela jornada, pela piada, pelo entretenimento. Sem o peso de questionamentos ou a obrigação de esmiuçar conceitos, Ragnarok se permite errar - nas piadas obscenas, longas, nas escolhas escusas de elenco e até no visual exagerado. E é exatamente essa ousadia cheia de erros e acertos que faz o filme de Waititi ser único. Ainda que exale o ar do cineasta neozelandês, há muito da Marvel clássica nas telas. Não por acaso os créditos referenciam Walt Simonson como uma "inspiração inestimável". O escritor e desenhista foi responsável por histórias clássicas e aventurescas de Thor, assim como Jack Kirby, a maior de todas as referências de Ragnarok. Das texturas de Sakkar às roupas das Valquírias, passando pelo visual do Grão-Mestre e toda sua trupe. Tudo lembra Kirby. Waititi, na verdade, se apegou à simplicidade destas histórias e aos exageros visuais para conseguir montar seu próprio Deus do Trovão, que ri mais de si do que qualquer outro herói da Marvel Studios. Chris Hemsworth é mais comediante do que astro de ação e cai como uma luva nessa receita. Bobo e engraçado quase sempre, imponente somente se necessário. A estrela principal brilha, mas é no elenco de apoio que Ragnarok realmente estabelece uma identidade. Jeff Goldblum é a escalação mais acertada desde Robert Downey Jr. para Homem de Ferro. O ritmo lento das falas e o tratamento jocoso que tem com todos em volta torna o personagem um dos símbolos do filme. Cate Blanchett se diverte na mesma medida como Hela, que impõe respeito e tem arroubos de fúria dignos de psicopatas. E o próprio Taika Waititi, que além de dirigir dubla o gigante Korg, fecha a trinca principal dos coadjuvantes. Ele é a representação pura da ironia e do humor quase juvenil que tornam Ragnarok diferente dos demais longas de super-herói. Nos poucos momentos que tenta ser um blockbuster comum, Thor falha e nos lembra do desgaste da Fórmula Marvel. Isso acontece com a montagem do 'novo' Vingadores, formado por Loki, Valquíria (Tessa Thompson), Hulk e Thor. O time nunca se porta como um time, a não ser em uma cena de perseguição de nave com Hemsworth e Thompson. De resto, eles funcionam somente isolados, quando em duplas, principalmente. O mesmo acontece com as poucas cenas do Executor ou nos extermínios de Hela - no fundo, fica a sensação que o filme usou pouco a vilã. Ela será memorável pelo estilo, não pela ameaça que representa. Depois da Guardiões da Galáxia, a Marvel parece ter entendido que há espaço para criatividade dentro do incubadora de sucessos fabricada em 2008 com Homem de Ferro. Thor: Ragnarok é um dos primeiros filhotes dessa nova fase. Um filme que preza e respeita as obras originais, mas dá espaço para um voz transgressora dentro de um ambiente tão controlado. Os fãs do Deus do Trovão mais sério, clássico e altivo se revoltarão com as atitudes estúpidas do herói em Ragnarok. A intenção deste Thor, porém, não é seguir os passos dos quadrinhos. Aqui ele está poderoso e engraçado como nunca e hoje não há caminho melhor a seguir. Que continue assim.
  3. Thor: Ragnarok

    resenhas críticas saindo Crítica | Thor: Ragnarok – Não consegue nem ser o melhor filme do Thor Dentre todos os personagens que compõem o super-grupo dos Vingadores na Marvel Studios, o Thor de Chris Hemsworth sempre foi o mais irregular para se trabalhado em filmes solo. Enquanto o Homem de Ferro foi consagrando-se como uma trilogia bilionária e o Capitão América foi ganhando uma reinvenção admirável ao longo de seus três filmes, o Deus do Trovão havia tido duas incursões no cinema, e nenhuma delas havia realmente causado uma impressão. O filme de origem de Kenneth Branagh era mais uma introdução dos conceitos e mitologia do personagem (além de sofrer do mal comum na época que era o preparo para a chegada do primeiro filme dos Vingadores), enquanto Thor: O Mundo Sombrio apostava em uma abordagem mais épica e próxima de O Senhor dos Anéis, mas falhando pelo aspecto genérico. Porém, o sucesso da comédia e da galhofa em Guardiões da Galáxia começa a abrir os olhos do poderoso chefão Kevin Feige. Antes anunciado como um filme sério e apocalíptico, Thor: Ragnarok acabou sendo repaginado como um filme de aventura e comédia dos anos 80, colocando o neozelandês Taika Waititi para comandar um filme que assumidamente abraçaria o ridículo da mesma forma que os dois filmes de James Gunn fizeram tão bem. Infelizmente, ainda que este novo filme tenha um senso de humor leve, acaba errando em todas as outras áreas que tenta abordar, especialmente o drama e a ação. A trama começa de forma instigante, nos levando à busca de Thor pelas Joias do Infinito, missão que o Deus do Trovão assumiu no final de Vingadores: Era de Ultron, e que o deixou ausente do MCU por dois anos. Recuperando um artefato importante do demônio Surtur (voz de Clancy Brown), ele retorna para Asgard apenas para descobrir que seu pai, Odin (Anthony Hopkins) foi banido por seu irmão adotivo Loki (Tom Hiddleston). Na busca para recuperá-los, os dois acabam precisando lidar com a insurgência de Hela, a Deusa da Morte (Cate Blanchett) que surge para destruir Asgard e conquistar os Nove Reinos. O DEUS DA PIADA Essa intenção de tornar Thor uma figura mais cômica já explode na tela nos segundos iniciais, graças ao roteiro de Eric Pearson (baseado em seu argumento com Christopher Yost e Craig Kyle), que surpreende por diálogos que indiretamente quebram a quarta parede e falam com o espectador, que provavelmente está se perguntando o que havia mantido o personagem tão ocupado durante todos esses anos. É uma série de comentários e interjeições que funcionam relativamente bem ao longo da projeção, ainda mais pela condução mais cômica de Waititi (responsável pelo hilário mockumentary O Que Fazemos nas Sombras), que também mantém essa veia humorística ao dar vida a Korg, um personagem de motion capture que diverte pela voz suave e fina que contrasta com sua ameaçadora fisionomia rochosa. O diretor mantém seu estilo habitual de manter nítidos improvisos (geralmente alguns gestos corporais que ganham um tempo a mais de tela) ou longas pausas entre diálogos, o que – na maioria dos casos – garante risadas, mas ocasionalmente peca pela insistência em alguma gag; como ao interromper duas vezes a conversa entre Thor e Surtur pelo protagonista estar girando em uma corrente. Chris Hemsworth também merece aplausos. Desde o primeiro Thor já víamos que o ator australiano tinha um ótimo timing para comédias, e produções como Caça-Fantasmas e Férias Frustradas souberam aproveitar bem essa característica, que atinge seu potencial máximo aqui: Thor é praticamente um bobão, mas o bem-intencionado (ver todos os personagens que Channing Tatum já fez no gênero), e é engraçado vê-lo tentando agir “de forma descolada”, mas percebendo o quão ridículo algo realmente soa ou aparenta, e ele mesmo rindo ou se envergonhando disso. Às vezes a piada pode ser estúpida e completamente infantil (como o personagem achando que um mero capuz esconderia seu rosto), mas a entrega de Hemsworth é capaz de compensar a fragilidade do humor, e até arrancar um riso no melhor caso. É a perfeita desconstrução da imagem nórdica e heroica de Thor, o que deve irritar os fãs mais devotos do personagem, mas que rende um personagem multifacetado e mais interessante – ainda mais pelo retorno de Tom Hiddleston, que continua divertindo-se como seu malicioso Loki e, aqui e ali, consegue aprofundar um pouco mais a complexa relação dos dois irmãos. Temos ainda mais figuras e situações cômicas quando a narrativa faz Hela facilmente subjugar Thor (destruindo seu martelo) e Loki, expulsando-os pela Ponte Bifrost, o que os leva até o planeta de Sakaar; uma sociedade movida por batalhas gladiatoriais e um gigantesco lixão intergaláctico. Lá, reencontramos o querido Hulk de Mark Ruffalo, que atua como o gladiador preferido do Grão Mestre (Jeff Goldblum), principal figura de poder entre aqueles seres. Pra começar que, ter o Hulk mais falante e racional mostra-se uma decisão acertada, já que garante ótimas alfinetadas entre o verdão e Thor, que disputam para saber quem é o Vingador mais forte; e a dicção de Ruffalo para a forma verde de Banner é muito bem construída, por ilustrar um ser que lentamente vai aprendendo a formular frases e palavras. Já o líder de Goldblum é uma figura divertida e afetada, que garante boa presença graças ao temperamento sempre suave e relaxado do ator, que abraça o ridículo. E ainda que não seja uma figura cômica, é preciso apontar aquela que talvez seja a novidade mais empolgante da produção: Tessa Thompson, que dá vida a uma Valquíria, última remanescente de uma guarda prestigiosa de Asgard. Isolada em Sakaar e bebendo até não poder mais, a atriz surge carismática e com um viés cômico muito sutil, que sempre antagoniza com a linha “durona” que Thor tenta impor sem muito sucesso. Que Thompson seja mais aproveitada em futuros filmes do MCU. ESPETÁCULO FALHO Mas se Ragnarok acerta no humor de seus personagens, acaba entregando um resultado torto em praticamente todo o resto. A começar pela condução de Waititi de um blockbuster repleto de efeitos visuais e grandes locações, e fica bem evidente que o diretor – acostumado com produções menores e comédias indie – não sabe como apresentar esse universo de forma convincente, já que grande parte dos efeitos visuais são muito medíocres e abaixo do nível que o espectador passa a esperar de uma produção desse tipo, parecendo um trabalho realizado às pressas e sem muito cuidado em torná-lo orgânico. As feições de Surtur, Korg e do lobo gigante Fenrir são assustadoramente artificiais, como se os animadores nem estivessem preocupados em esconder seu aspecto digital, fazendo toda a experiência soar como uma cutscene de um jogo de Playstation 3 com gráfico ruim. Felizmente, o trabalho com o Hulk sobressai-se um pouco, graças a toda a expressividade e presença que o Gigante Esmeralda necessita na trama. Como condutor de ação, Waititi não demonstra imaginação alguma. Diretamente ligado ao problema anterior, todas as sequências do tipo trazem uma forte presença de CGI, com personagens sendo descaradamente substituídos por bonecos digitais feios e borrachudos, o que torna toda a pancadaria genérica e esquecível; prefiro nem comentar o efeito horroroso no elmo chifrudo de Hela, que se destaca assustadoramente do rosto de Blanchett. A tão aguardada luta entre Thor e Hulk na arena do Grão Mestre sofre desse mesmo problema, mas também adicionado ao fato de termos um grave problema de cinematografia digital, já que a luz artificial daquele cenário digital torna quase impossível de acompanhar a ação – e olha que eu assisti ao filme em 2D, imagino que seja uma verdadeira cacofonia visual em 3D. Um elemento que ajuda a tornar as cenas mais agitadas um pouco divertidas é a trilha sonora de Mark Mothersbaugh, que aposta em um sintetizador similar àquele utilizado na música do Daft Punk para Tron: O Legado, e fornece o espírito oitentista que o longa tanto almeja em sua proposta. O problema é que esse lado mais retrô é muito tímido, e destaca-se pouco em uma mixagem mais concentrada em acordes genéricos e mais melódicos. E, claro, não tem como se reagir com indiferença quando alguém resolve colocar “Immigrant Song” do Led Zeppelin em meio a ação, mas Waititi peca por usá-la DUAS vezes em pontos distintos, eliminando qualquer senso de surpresa ou empolgação quando aparece pela segunda vez. Curiosamente, Waititi se mostra mais criativo na condução das cenas de outro herói: o Doutor Estranho de Benedict Cumberbatch, que aparece durante o primeiro ato para ajudar Thor e Loki na busca por Odin. Através de cortes secos, o diretor brinca com a espacialidade ao fazer Strange e Thor subitamente indo trocando de locações, algo que garante um efeito cômico graças à montagem certeira e também a mise en scène do diretor, que explora bem, além do espaço, as trocas de posição e movimentos dos dois personagens. Porém, é uma pena que a participação do Mestre das Artes Místicas seja uma terrível muleta narrativa, não servindo propósito algum à trama além de oferecer uma informação que poderia facilmente ter sido entregue com mais facilidade. É uma cena divertidíssima, mas precisamos admitir que não serve a propósito algum, e o fato de não vermos mais de Cumberbatch no restante do longa soa quase como um erro de continuidade. O FIM DE TUDO Quanto à história, é preciso reconhecer a inteligência do marketing da Disney. Diversas surpresas aparecem ao longo do filme, e o roteiro de Pearson é inteligente ao oferecer uma inversão inesperada na clássica fórmula de “salvar o mundo”, fazendo jus ao Ragnarok do título; termo que significa o apocalipse da mitologia nórdica. Porém, em termos de peso e estrutura, Pearson tem mais dificuldades em acertar um equilíbrio, já que – mesmo sendo declaradamente uma comédia – diversas vezes temos uma tentativa da história em ser mais dramático, algo que não combina nem um pouco com a pegada de Waititi e também soa tão artificial quanto os efeitos visuais. Há uma grande preocupação dos personagens em salvar o povo de Asgard, e isso é um problema. Mesmo depois de dois filmes ambientados no “planeta” de Thor, nunca tivemos um grande enfoque na população que habita esse universo (pessoalmente, eu até me surpreendi por haver pessoas comuns ali), e o roteiro pede uma suspensão de descrença maior do que o fato de as calças do Hulk adaptarem-se ao tamanho, ao nos fazer importar com essas pessoas. Não temos nem mesmo a velha estratégia de ter um “personagem comum” para seguir em meio à história, algo que funcionaria melhor quando o filme força um falso suspense quando o executor Skurge (um genérico Karl Urban) ameaça degolar uma cidadã em troca de informação. É superficial demais, ainda mais no tamanho do risco emocional que o roteiro tenta empurrar em seu clímax – claro, sempre prejudicado pelo clássico problema Marvel: piada na hora errada. Sobre essa dependência em informações que deveriam ter sido introduzidas em outros filmes, a vilã de Hela surge com diversas revelações e eventos que não necessariamente fazem sentido em relação aos longas anteriores; mas mantenho a discrição para evitar spoilers, que serão discutidos em nossa crítica posterior. Quanto a personagem em si, é tão maniqueísta e malévola como poderíamos esperar de uma personagem com visual assim, e Cate Blanchett traz sua melhor impressão da Hera Venenosa de Uma Thurman, em Batman & Robin. Não é ruim como fiz parecer, já que a atriz realmente tem uma presença monstruosa, mas só consigo imaginar como a atriz está se divertindo à beça com aqueles figurinos e maquiagem – que, aliás, passam por uma estranha transformação em diferentes cenas, variando entre algo mais gótico para mais enfeitado. No fim, Thor: Ragnarok consegue colocar um senso de humor mais galhofado para o Deus do Trovão e outros personagens da Marvel, mas falha quando tenta ser qualquer coisa além disso. O drama é superficial, a ação é mais um exemplar genérico entre tantos e a execução de Taika Waititi revela que talvez o brilhante comediante não tenha o dedo certo para grandes produções. Não é o melhor filme do Thor, e olha que isso não era tão difícil. Thor: Ragnarok (EUA/Austrália, 2017)
  4. Liga da Justiça (2017) #2

    eita especial Barry
  5. Mulher Maravilha 2

    Falando nisso, nunca houve limites ou critérios pessoais para essa capacidade criativa da Circe?
  6. Shazam (2016)

    Sim, e como parte desse processo em que concede habilidade a alguém no fim do filme, a diminuição de seu próprio poder significaria certo sacrifício, pelo risco da vulnerabilidade e até consequentes ferimentos, com possíveis cicatrizes no herói. Ah, o lance do tigre ser o zelador é o da sua interpretação mesmo. então, vai uma pergunta: Alguma proposta de trajetória que o tigre teria, das antiga como parceiro do Adam até ser investigador a serviço do mago? É possível resgatar algumas do vídeo abaixo! No início, Balboa pega uma fruta que o feirante joga. Talvez essa corridinha passando pela feira e por pontos turísticos da cidade pode ajudar a vender a imagem de um garoto que conhece algumas pessoas em guetos etc.
  7. Liga da Justiça (2017) #2

    Ben Affleck e Gal Gadot sobre a participação de Whedon na produção O elenco da Liga da Justiça falou sobre a "direção colaborativa" que o filme teve, já que Zack Snyder deixou o comando do filme alguns meses antes de encerra a produção; Joss Whedon, de Vingadores, assumiu o posto. Ambos focaram na união dos estilos dos cineastas e no fato de que a história e os personagens sobressaíram à visão de Whedon, já que o filme será creditado somente à Snyder como diretor. "Joss apenas trouxe para o filme o que os bons diretores trazem, que é bom gosto. Uma noção do que vai funcionar na história e o que não vai. Ele tem uma visão para o realismo e para a humanidade nos personagens, no conflito, tornando-o acessível e relevante para o público. Eu acho que essa é uma das coisas que ele fez tão bem com os Vingadores, francamente", disse Ben Affleck à SFX Magazine. "[Em Vingadores] Ele realmente definiu o tom e vários outros filmes de herói seguiram aqui. É uma tarefa complicada, onde você tem que misturar pessoas, situações e histórias todas em uma dança só. Ainda assim, Joss conseguiu de maneira impressionante. Muita gente conhece os quadrinhos, muitas pessoas têm essa base de conhecimento. O que Joss realmente tem é talento", falou. "No fim das contas, a visão de ambos [Snyder e Whedon] são muito fortes, mas acho que eles deixaram os personagens e a história falarem por si", finalizou. Para Gadot, Whedon "foi ótimo em dar a liberdade para os atores trabalharem com a própria visão dos personagens. Ao mesmo tempo, ele tem um talento enorme e traz a própria visão para o filme. Foi um prazer trabalhar com ele", disse a atriz O Flash de Liga da Justiça ainda será um estudante. Quem garante é Ezra Miller, ator que vai interpretar o herói nas telonas. Em entrevista dada em um evento nas Filipinas, ele disse que Barry Allen ainda "frequenta a escola em Central City e estuda ciência criminal. Ele é um jovem excessivamente agitado e que entra na luta contra o crime com o Batman após um (rápido) pedido de Bruce Wayne".
  8. Shazam (2016)

    Mas não pode ser exatamente esse o grande trunfo do filme? Digo, não seria o caso de subverter esse conceito individual da superação e tornar esse um herói maior por justamente fazer outra escolha, ao ser o outro lado da moeda, longe do estilo de superação que corrompeu Adam? O filme pode pavimentar um caminho Neymar para o garoto, o que preocupa Tawny. Ao fim, influenciado pelos amigos do novo lar, ele abre mão da glória, e o público acredita que perderá o posto, que o mago o substituirá. Mas confiar no outro e priorizar certa glória compartilhada é a grande prova que o mago espera de Billy.
  9. Blade Runner 2049

    Ótima observação, Gust! É isso. E faz sentido o q vc disse sobre atuação contida e impacto
  10. Shazam (2016)

    Goode parece se encaixar no papel, Questão! Dependendo da abrangência, pode ficar interessante Sobre as características do Billy e do cenário, pensei no seguinte: Sugiro então o uso desses dois tipos de personalidade, o do pós-Crise e o do pós-Flashpoint, mas não tão no limite para se encaixarem como etapas que remetem a fases distintas da trajetória, tendo o Billy arredio como reflexo das experiências negativas em lares anteriores. Não que seja necessário mostrar as experiências. O gentil Billy seria o real, que se torna selvagem – fazer paralelo com o tigre, talvez -, até ser “domesticado” pelos Vasquez e ganhar a amizade do quinteto (Mary, Pedro etc.). Sobre os pais falecidos, creio que seja uma boa retirar a influência deles na história do garoto com Adam, até para evitar paralelos com os erros da bilogia Amazing Spider. Acredito que, no cinema, Dudley poderia ser uma das formas humanas do tigre. Um rastaman com ar intelectual como na animação “The return of Black Adam” é opção. A conexão pode ajudar a não soar aleatória a chegada das habilidades a Billy, com Tawny acompanhando de certo parte da vida do garoto, como na época em que foi zelador da escola. Acredito que a fase vendendo jornal na rua é interessante, mas o lar dos Vasquez não permite, e o relutante Billy precisa se acostumar com os estudos na Filadélfia. Quem sabe o filme não faz algumas belas referências ao Rocky Balboa? Creio que a habilidade de conceder poderes a outros e, assim, ficar menos poderoso (isso é bom), pode ser descoberta apenas no terceiro ato.
  11. Liga da Justiça (2017) #2

    Semana Aquaman Momoa sempre pegando carona. Agora, uma caminhonete https://youtu.be/-fG8vhAswwM
  12. Shazam (2016)

    Rumores sugerem que produção terá membros da família do herói Nome de personagens seriam correspondentes a Eugene Choi, Pedro Pena e Darla Dudley Rumores sugerem que Shazam! terá membros da família do herói. De acordo com o That Hashtag Show, os personagens são descritos da seguinte maneira: Daniel: 11 anos, coreano. É um garoto esperto, interessado em videogames e livros de não-ficção. Carlos: 15 anos, hispânico, acima do peso e com asma. Carlos é muito tímido e doce. Suzy: entre 8 e 10 anos, afro-americana. Uma menina doce e alegre com óculos e coleiras. Segundo o site, os nomes são códigos para os personagens Eugene Choi, Pedro Pena e Darla Dudley, respectivamente.
  13. Liga da Justiça (2017) #2

    intenção nesse ponto com a franquia o Snyder já provou pacas mas... contribuindo para as hipóteses: 1.MoS - cena no cemitério (morte - down) 2.JL - cena na plantação (vida - up)
  14. Liga da Justiça (2017) #2

    rapaz... já nasce épico! em tempo: "Attack" spot
  15. Liga da Justiça (2017) #2

    é o Alfred
  16. Liga da Justiça (2017) #2

    Tem uns vídeos no youtube com as rimas de BvS. Tem aqui no tópico também a pesquisa pode ser batman v superman symmetry, allegory... ou algo assim
  17. Liga da Justiça (2017) #2

    Snyder e a morte mantendo o esquema das rimas do filme anterior
  18. Liga da Justiça (2017) #2

    Com cenas inéditas
  19. Blade Runner 2049

    Não tinha feito essa análise, Gustavo! bem legal isso. Só uma dúvida: essa da neve quando ele acredita ser o filho... onde ocorre?
  20. Em que sentido, mestre Gust?
  21. Liga da Justiça (2017) #2

    Pra mudar o fim de BvS sou contra. A não ser que exista um meio termo que não cogitamos
  22. Liga da Justiça (2017) #2

    A não ser que o primeiro uso funcione como uma apresentação melhor da abrangência desse poder, pois em BvS a visão do Bruce teve outro papel e teve significado maior apenas aos iniciados. Nós, aqui, sabemos sobre "Ponto de ignição". Mas... e os civis? Talvez a habilidade de viajar no tempo seja mostrada propositalmente em dois tempos: 1.Opa, é algo bom. Vai tudo, Barry! ("Justice League") e 2.Deu merda, capitão! ("Flashpoint") Em tempo: Omelete bem citou: seria abaixo humano sendo infectado para se tornar um parademônio?
  23. É Impossível Mudar o Destino?

    Foi perfeito, cara! Era algo assim que eu esperava ver. Mas lerei de novo em breve para entender com outra vibe. Nada como uma bela segunda leitura
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