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Forum Cinema em Cena
Jailcante

19 Dias de Horror

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Medo Profundo (47 meters down, Dir.: Andrew Traucki e David Nerlich, 2018) 1/4

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Tenta ser um novo "Mar Aberto", mas não consegue. Tem momentos aqui e acolá, mas não conseguem ir muito longe.

(Mas só pra dizer, não sou ligado em filmes de tubarões, então sei lá se na média do gênero esse se destacaria ou não)

 

 

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"Mohawk" é um survival marromenos tipo "Doce Vingança" só que de época. A pobreza técnica (em todos sentidos) é compensada só nos finalmentes deste indie, com uns minutos surrealistas e bem violentos. 8-10

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"Bugs 3D" é um filme de monstro chinês fraquinho. Misto de "Piranha" e "Alien", os chineses precisam caprichar mais (CGI pobre, por exemplo) pra parecer ianques. Eles se dão muito melhor quando se valem de sua rica mitologia a ficar imitando o que se faz no Ocidente. 7-10

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"Bad Apples" é mais um terror meia-boca feito a toque de merreca. Mas baixo orçamento nunca foi desculpa pra resultado tão canhestro, em todos sentidos. Vade retro este mix mequetrefe de "Halloween" com "Os Estranhos". 4-10

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On 12/03/2018 at 2:30 PM, Jailcante said:

Medo Profundo (47 meters down, Dir.: Andrew Traucki e David Nerlich, 2018) 1/4

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Tenta ser um novo "Mar Aberto", mas não consegue. Tem momentos aqui e acolá, mas não conseguem ir muito longe.

(Mas só pra dizer, não sou ligado em filmes de tubarões, então sei lá se na média do gênero esse se destacaria ou não)

 

 

 

 Eu curti esse. Achei melhor inclusive que o citado MAR ABERTO

 

 Visto THE LODGERS

 

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 Competente terror gótico dirigido por Brian O'Malley, que já havia dirigido o interessante LET US PREY. Aqui, ele conta a história de um casal de irmãos gêmeos que vivem sozinhos na mansão da família, ocupada há gerações, tendo que seguir as regras impostas por uma cantiga de ninar que garante a proteção dos espíritos que vivem nas águas da propriedade, e também impede que sejam punidos por eles. Basicamente é uma história de busca da independência e amadurecimento, já que a garota cansou de viver dentro desse esquema, e quer se libertar do julgo dos tais espíritos, de quebra começando a se envolver com um aldeão que recentemente voltou da guerra, despertando o ciumes do irmão. O filme é tecnicamente muito bem feito, o roteiro é interessante, mas segue o formato das histórias de maldições famílíares tão comuns ao terror gótico. Mas o destaque acaba indo para a protagonista, vivida pela atriz Charlotte Vega, que cria uma mocinha forte e enigmática. Não é nada de outro mundo, mas pra quem curte uma boa história gótica de fantasmas, é uma boa pedida.

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Estudo revela terrores “assustadores demais para terminar” da Netflix

Invocacao do Mal

Um estudo do site Bloody Disgusting usou dados de streaming da firma Edelman para determinar quais filmes de terror do catálogo da Netflix são abandonados pela metade mais frequentemente. O resultado foi uma lista de terrores “assustadores demais para terminar”. A lista inclui alguns títulos disponíveis no catálogo americano, mas não no brasileiro.
Confira:
Cabana do Inferno
Carnage Park
México Bárbaro
Piranha
Grave
Vagina Dentada
Invocação do Mal
A Centopeia Humana 2
The Void
Jerusalém

 

Menos, bem menos.:wacko: Nenhum desses filmes é tudo isso, mas indica o "porquê" da necessidade desses remakes mais pasteurizados e light pro público americano Nutella.:ph34r:

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8 hours ago, Jailcante said:

Sei lá. Não tenho paciência mais pra filme de tubarão. Até Mar Aberto, eu não curto tanto. 

 

 Não sou grande fã também. Mas curti alguns recentes, como esse 47 METERS DOWN e ÁGUAS RASAS

 

2 hours ago, Jorge Soto said:

Estudo revela terrores “assustadores demais para terminar” da Netflix

Invocacao do Mal

Um estudo do site Bloody Disgusting usou dados de streaming da firma Edelman para determinar quais filmes de terror do catálogo da Netflix são abandonados pela metade mais frequentemente. O resultado foi uma lista de terrores “assustadores demais para terminar”. A lista inclui alguns títulos disponíveis no catálogo americano, mas não no brasileiro.
Confira:
Cabana do Inferno
Carnage Park
México Bárbaro
Piranha
Grave
Vagina Dentada
Invocação do Mal
A Centopeia Humana 2
The Void
Jerusalém

 

Menos, bem menos.:wacko: Nenhum desses filmes é tudo isso, mas indica o "porquê" da necessidade desses remakes mais pasteurizados e light pro público americano Nutella.:ph34r:

 

 Menos digo eu pro título dessa lista. Ninguém pensou que as pessoas não terminam tais filmes não por que eles são "assustadores demais", mas sim tão ruins que as pessoas abandonam pela metade?

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"Aniquilacão" é uma scy-fy espécie de "Abismo do Medo" com terror espacial de Lovercraft. Visivelmente é um deslumbre, mas seu ritmo é moroso e até entediante. Vale apenas pelo tema existencialista e como curiosidade do novo filme do diretor do fraquinho "Ex-Machina".  8-10

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"Delirium" é mais um "found footage" sobre casa assombrada que, tocado a toque de merreca, parece que gastou todo seu orcamento nos bacanas créditos iniciais. Fora isso, mais uma obra genérica e descartável. 6-10

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14 hours ago, Jorge Soto said:

"Aniquilacão" é uma scy-fy espécie de "Abismo do Medo" com terror espacial de Lovercraft. Visivelmente é um deslumbre, mas seu ritmo é moroso e até entediante. Vale apenas pelo tema existencialista e como curiosidade do novo filme do diretor do fraquinho "Ex-Machina".  8-10

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 Acho que gostei mais de EX MACHINA do que você. Mas concordo sobre  o que disse sobre ANIQUILAÇÃO. O filme tenta puxar os sci-fi mais contemplativos e enigmáticos, tipo STALKERS ou 2001: UMA ODISSEIA NO ESPAÇO, de fato, o próprio EX MACHINA tinha essa pegada. Mas aqui não funcionou tão bem. Gosto de algumas das metáforas do filme envolvendo temas como depressão e auto destruição, e a Natalie Portman segura bem o filme. Mas sei lá, faltou algo a mais. A divisão temporal entre o passado do protagonista, o presente no "Brilho" e o futuro com ela sendo interrogada também deixou a coisa meio mal resolvida, e episódico de uma maneira negativa. Vale a pena assistir, mas tinha potencial pra ser bem melhor.

 

PS: Tirando o fato de todas as protagonistas serem mulheres, acho que não tem nada a ver com ABISMO DO MEDO.

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"Children of the Corn: Runaway" é uma perda total de tempo. Filmeco feito a toque de caixa produzido unicamente pra Dimension Films manter os direitos da franquia por mais tempo. 4-10

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"Looking Glass" é um thriller morno cujo roteiro não enche nem duas páginas do word, diante tanta enrolação em toda metragem. Perpetrado pelo canastra Cage (coitado), nem uma ou outra cena bacana salva esta bomba. Fuja. 4-10

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 Visto THE DEVIL CANDY

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   Dirigido roteirizado por Sean Byrne, que dirigiu e escreveu o badalado (e superestimado) ENTES QUERIDOS, este THE DEVIL CANDY vende-se como uma espécie de versão heavy metal de HORROR EM AMITYVILLE, onde uma família se muda para uma casa de campo, onde o pai pintor parece ser possuído por uma força misteriosa que o faz pintar quadros macabros, enquanto a filha pré adolescente passa a ser perseguida por um ex morador da casa, que supostamente ouviria o diabo em sua cabeça. O filme tem umas idéias interessantes no que diz respeito ao desenho de som, que utiliza o som de guitarras e baterias, a cada vez que o protagonista parece estar sob a influencia da força que habita a sua nova casa (paradoxalmente o vilão do filme utiliza uma guitarra para tentar abafar as vozes que ouve em sua cabeça). A direção de arte também é eficiente, especialmente no que diz respeito a maquiagem e figurino que compõem a caracterização do pai da família. Tem uma atmosfera bem construída aqui, que mostra um diretor mais maduro do que em seu projeto anterior, mas parece que faltou algo para que THE DEVIL'S CANDY realmente atingisse um patamar mais alto. É um "Supercine" acima da média, mas não deve ficar na memória por muito tempo.

 

Visto BEYOND THE GATES

 

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  A ideia por trás de BEYOND THE GATES é até interessante, ao apresentar uma espécie de "Jumanji" do terror, onde ao voltarem para casa onde cresceram após o desaparecimento do pai, dois irmãos, e a namorada de um deles, se deparam com a fita VHS que dá título ao filme, acompanhada de um jogo de tabuleiro, que propõe um jogo muito mais real do que o trio imagina. Mas tal ideia fica só na promessa, já que os produtores claramente não tinham orçamento para bancar essa proposta, que só se realiza de fato nos minutos finais da forma mais paupérrima possível. Os personagens são caricatos, com dramas caricatos. O filme parece se levar a sério demais dentro de uma premissa absurda. Pra piorar, mesmo tendo curtíssimos oitenta e poucos minutos, fica-se com a impressão de que absolutamente nada acontece na trama, revelando um projeto sem absolutamente nenhum ritmo. Recomendo que passem longe. PS: O filme tem a participação de Barbara Crampton, que ficou conhecida dos fãs do gênero nos anos 80 ao estrelar os filmes de Stuart Gordon como RE-ANIMATOR e DO ALÉM, vivendo aqui a mulher que surge na televisão como arauto do jogo

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 Visto A MÚMIA

 

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  Na trama, Ahmanet (Sofia Boutella) é uma princesa egípcia, que por ser filha unica está destinada a se tornar a rainha do Egito. Mas quando seu pai casa de novo, e tem um herdeiro, ela faz um acordo com Set, o deus da morte, e massacra a sua família. Antes que ela possa dar ao deus uma forma humana, ela é detida por sua corte, mumificada viva, e presa onde supostamente nunca seria encontrada. Milhares de anos depois, Nick Morton (Tom Cruise) um caçador de tesouros, acidentalmente acha a tumba da múmia, lançando uma maldição sobre si mesmo, e colocando o destino do mundo em risco.

 "A múmia" é uma franquia que teve uma trajetória curiosa no cinema ao longo dos anos. A primeira versão de 1932, estrelada por Boris Karloff, eraa um horror atmosférico que se guiava muito pela performance de seu protagonista, mas que visto nos dias de hoje, perdeu muito de sua força. Nos anos 90, o diretor Stephen Sommers, acompanhados dos então astros em ascensão Brendan Fraser e Rachel Weisz , que entregou uma aventura que o terror era sublinhado por altas doses de aventura no estilo "Indiana Jones" por personagens carismáticos, que sabiamente não se levavam a sério demais.

 Chegamos então a esta nova versão de A MÚMIA, que não tem a missão apenas de honrar o histórico do personagem pertencente a Univsersal Studios, mas também de dar inicio a algo chamado "Dark Universe", um universo compartilhado nos moldes da Marvel Studios em que todos os seus monstros viveriam no mesmo mundo. E é justamente na construção do tal "Dark Universe" que se encontra um dos principais problemas do novo A MÚMIA. O filme de Alex Kurtzman (em sua estréia na cadeira de diretor) parece muito mais preocupado em construir um universo maior do que de fato contar a história do seu filme, através de inserções absolutamente gratuitas de uma organização secreta que caça monstros, lideradas por um Dr. Jekyll (personagem do livro O MÉDICO E O MONSTRO) que parece declarar suas linhas com constrangimento, e se transforma em sua persona maligna, o Sr. Hyde, sem qualquer justificativa plausível.

 A química existente entre o casal Nick e Jenny Halsey (Annabelle Williams) é absolutamente zero, e os atores são terrivelmente mal dirigidos. Algumas das cenas, embora visualmente impressionantes, são vazias de emoção, estando lá simplesmente para Tom Cruise (em uma das piores atuações de sua carreira) poder nutrir o seu vício em adrenalina, já que ele mesmo realiza as suas cenas mais perigosas. Por fim, Boutella parece se esforçar para dar alguma periculosidade á sua Múmia, mas é sabotada pelo roteiro capenga, quilos de maquiagem em CGI e uma direção equivocada. Em resumo, A MÚMIA é um filme mais preocupado em estabelecer sequências do que realmente contar uma boa história. Uma grande pena, pois pela história da Múmia, ela merecia mais.

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"Terrifier" é apenas um slasher correto com o palhaço  psico da razoável antologia "All Hallows Eve". É um spin-off feito a toque de caixa que deve agradar mais á nova geração do que aqueles já calejados a este tipo de produção. 7-10

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"The Ones Below" é um bom thriller de suspense urbano que ao menos te prende e deixa com a pulga atrás da zoréia até o final. É uma espécie de "Bebê de Rosemary" com depressão pós-parto que vale a bizoiada. 8-10

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"A Quiet Place" é um filmaço que te deixa tenso do inicio ao fim que faz do silêncio seu cúmplice e protagonista principal. Algo parecido com "Dont Breath" em relação á respiração. Se possivel fuja das sessões que tenham hordas de adolescentes chatos. 9-10

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"My Friend Dahmer" é um bacanudo estudo psicológico que trata da infância dum famoso (e real) serial-killer noventista. Hipnótico e sutil, os louros vão pro ator que faz o protagonista, que sabe muito bem demonstrar com olhares e gestos uma besta prestes a explodir. Esse filme é tudo o que aquele prequel meia-boca de "Silêncio dos Inocentes" quis ser e não foi. 9-10

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"It" é um remake bobinho que mescla "Goonies" com "Hora do Pesadelo" de forma satisfatória. Mas medo e terror que é bom? Nadicas.. 7,5-10

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"Inside" é mais um remake pasteurizado pra platéias americanas, tipo "Martyrs" ou"Cabin Fever". Pra quem não viu o ótimo original francês pode até parecer bacanudo. Não é meu caso. 7-10

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Amityville - O Despertar (Amityville The Awekening, Dir.: Franck Khalfoun, 2017) 0/4

 

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Filme tem uma ideia ou outra ali que bem trabalhada poderia funcionar (gosto do fato de rolar fora dos filmes, e da mãe que levou propositalmente os filhos pra casa), mas, infelizmente, nada funciona. Maior parte do filme é paradão, e são os clichês de sempre que se conhece de filmes de casa mal assombrada, filmados da maneira mais brocha possível. O final é mais movimentado, mas sem sal. Enfim, um grande nada.

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On 12/04/2018 at 7:21 AM, Jorge Soto said:

"It" é um remake bobinho que mescla "Goonies" com "Hora do Pesadelo" de forma satisfatória. Mas medo e terror que é bom? Nadicas.. 7,5-10

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 Infinitamente superior ao filme original, que se segurava apenas na atuação do Tim Curry praticamente. Nadicas? Se aquela sequência de abertura não é medo e terror old school, eu não sei o que é.

 

 Visto THE LIMEHOUSE GOLEM

 

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  Thriller policial vitoriano de serial killer, com um estilo visual bem característico onde um inspetor de polícia desacreditado publicamente devido a sua homossexualidade (Bill Night, em atuação contida, mas excelente) investiga a relação entre os crimes do assassino em série conhecido como o Golem de Limehouse, que tem feito vítimas indistintamente no referido bairro londrino, e uma jovem viúva e ex atriz de teatro (Olivia Cooke, em excelente atuação) acusada de envenenar o marido. Misturando figuras reais como o ator Dan Leno e o filósofo Karl Marx com os personagens fictícios, THE LIMEHOUSE GOLEM faz um mergulho interessante no mundo dos teatros britânicos da era vitoriana, mas a narrativa se desenrola de forma distante, quase fria, e infelizmente não consegue envolver o público, apesar da boa construção de ambientação e personagens interessantes.

 

Visto PERSONAL SHOPPER

 

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  Estrelado por Kristen Stewart, que tendo investido bastante no cinema independente, vem conseguindo se livrar do estigma de ter protagonizado a saga infanto juvenil "Crepúsculo" na década passada, este PERSONAL SHOPPER parece beber de vários subgêneros do terror, como o filme de fantasma, o thriller de psicopata, e mesmo as narrativas mais febris que põem em duvida a sanidade da protagonista para fazer um estudo da personagem de Stewart, uma garota que vive em Paris como Personal Shopper (faz as compras de pessoas famosas, em resumo) e que está de luto devido a recente morte de seu irmão gêmeo, com quem tenta se comunicar. Usar os mecanismos de uma história de gênero somente como impulso para realizar um estudo de personagem sem se focar realmente no gênero, não é um problema. Bons filmes como DEMON já realizaram isso. O problema é que o filme de Olivier Assayas parece atirar pra todos os lados, e não sabe se quer falar da duvida da vida após a morte, do consumismo, do culto a celebridades, ou sei lá do que. Tenta falar de muita coisa, e acaba não falando nada. Em contrapartida, Stewart está muito bem no papel da protagonista.

Visto na Netflix O PRESENTE

 

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 Interessante thriller psicológico dirigido por Joel Edgerton (que também atua no filme) onde acompanhamos o aparentemente inocente reencontro entre dois homen que não se viam desde os tempos de escola se transformar em um tenso jogo de gato e rato. O PRESENTE é um filme sobre as consequências de nossos atos, e de como pequenas ações podem gerar consequências altamente destrutivas. O trio de protagonistas formado por Edgerton (que vive o estranho Gordon "Gordo), e os sempre competentes Jason Bateman e Rebecca Hall está excelente em cena. O grande mérito do filme é que chega um momento em que não sabemos mais quem está perseguindo quem, e quem é vítima de quem. Vale a conferida, especialmente pelo desfecho inspirado em Chan Wook Park.

 

 

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"La Piel Fria" é um bacanudo conto fantástico que, muito bem feito, pode ser visto de duas formas: como estudo sobre solidão e dominação; ou como spin-off de "A Forma da Água". 9-10

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"Muse" é um thriller sobrenatural apenas razoável que parte de uma foderosa premisa e cria uma mitologia bacana. Mas o diretor não sabe desenvolver bem tudo que tem em mãos, uma pena..Esperava mais do diretor do foderosão "[REC]"

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"El Dia Trajo la Oscuridad" é um thriller psicológico argentino travestido de filme de vampiro cultureba, tipo "Amantes Eternos" . É interessante ver outra forma de contar a mesma coisa, sem precisar desenhar pela enésima uma mitologia já desgastada até o talo. Mas é preciso ter paciência..muita. 8-10

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"Pyewacket" é um eficiente thriller sobrenatural sobre "pirralha-amaldiçoa-a mãe-e-depois-se-arrepende", e a tensão deste indie simples fica por conta se isso realmente ta ocorrendo ou não, prendendo o interesse até seu desfecho. Uma forma bacana de falar de relações conturbadas, tipo o bancanudo "The Moster". 8,5-10

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"Replace" é um terror psicológico tocado no "body horror" de "A Mosca" ao mostrar a degradação do corpo/mente na busca obsessiva da beleza. Mas a direção morosa não sabe equilibrar drama e terror de forma satisfatória. Fica a pegação das protagonistas e a belezura da Crampton. 7-10

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"Corbin Nash" é um lixo de filme de vampiro onde nada presta. Tenta ser um "Blade" de orçamento merreca, mas é de fato triste ver o destino onde os bons Malcolm McDowell, Rutger Hauer e Corey Feldman (como o sanguessuga transexual) estão aceitando afim de pagar contas. 3-10
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Box lindo. Só tem filme legal.

Dia dos Namorados Macabro (1981) 5/4

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Acho que tirando filmes das franquias da época (Sexta, Pesadelo, Halloween), esse junto do Cropsy é meu favorito do gênero. E a versão aqui é a estendida, com morte mais violentas (mas não conseguiram recuperar muito bem essas cenas extras e aí elas estão com qualidade abaixo das cenas do filme mesmo). Mas queria te tivesse colocado a versão de cinema junto. Queria rever ela também.

O Massacre (1982) 3/4

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Olha, tinha um certo preconceito com esse filme, porque vi o Massacre II muito tempo atrás e achei o filme simplesmente um lixo enorme. Mas esse primeiro filme, me surpreendeu. É bem legal. Acho ele uma mistura boa de Halloween com Sexta-feira 13, já que traz o cenário urbano do Halloween, pegando muita coisa dali, mas tem muito o tom "camp", além da violência mais exagerada, do Sexta-feira 13 (o assassino usa uma furadeira gigante, pra se ter uma ideia). 

Feliz Aniversário Para Mim (1981) 3/4

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Mistura slasher com Hitchcock. Tem jovens sendo mortos em sequência, mas tem uma trama mais longa e bem misteriosa, com toques de Hitchcock mesmo (não que tenham sido muitos eficientes na parte do Hitch, mas pelo menos tentaram hehe).  Achei o filme meio enrolado em certas partes, mas a cena final é bem memorável, compensa.

 Noite Infernal (1981) 3/4

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Legal de ver filmes do gênero slashers, se misturando outros gêneros. Esse aqui é um slasher, mas acaba carregando muito de terrores góticos dos anos 30, por causa do cenário (uma mansão que parece um castelo), e figurino do elenco ajuda muito. Boa mistura. Filme estrelado pela Linda Blair, a menina do O Exorcista (aqui já adolescente).

 

Só tenho a agradecer a Verbatim por estar trazendo esses filmes pra cá (já que as distribuidoras oficiais, não mexeram um dedo pra isso). Única bola fora, é que o extra do Dia dos Namorados Macabro tá no DVD do Noite Infernal e vice-versa: o extra do Noite Infernal tava no DVD do Dia dos Namorados Macabro Porque não colocaram o extra no mesmo DVD do filme? Vá saber (E aviso: pelo menos, no meu DVD, o extra do Noite Infernal deu um tilt aqui e pulou certa parte do documentário - não vou trocar o DVD, já que o resto tá ok). 

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On 4/30/2018 at 1:32 PM, Jailcante said:

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Box lindo. Só tem filme legal.

Dia dos Namorados Macabro (1981) 5/4

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Acho que tirando filmes das franquias da época (Sexta, Pesadelo, Halloween), esse junto do Cropsy é meu favorito do gênero. E a versão aqui é a estendida, com morte mais violentas (mas não conseguiram recuperar muito bem essas cenas extras e aí elas estão com qualidade abaixo das cenas do filme mesmo). Mas queria te tivesse colocado a versão de cinema junto. Queria rever ela também.

Esse aqui é bem legal, e tem um climão muito bem construído. O interessante é que tem um monte de slasher dos anos 80 que foram pensados pra ser sequel desse filme, e acabaram virando outra coisa.

 

On 4/30/2018 at 1:32 PM, Jailcante said:

 

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Olha, tinha um certo preconceito com esse filme, porque vi o Massacre II muito tempo atrás e achei o filme simplesmente um lixo enorme. Mas esse primeiro filme, me surpreendeu. É bem legal. Acho ele uma mistura boa de Halloween com Sexta-feira 13, já que traz o cenário urbano do Halloween, pegando muita coisa dali, mas tem muito o tom "camp", além da violência mais exagerada, do Sexta-feira 13 (o assassino usa uma furadeira gigante, pra se ter uma ideia). 

 

 

 Esse aqui eu detesto. Acho bem lixoso, sem um pingo de clima, e o humor quando funciona, não é voluntario.

 

On 4/30/2018 at 1:32 PM, Jailcante said:

 

Feliz Aniversário Para Mim (1981) 3/4

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Mistura slasher com Hitchcock. Tem jovens sendo mortos em sequência, mas tem uma trama mais longa e bem misteriosa, com toques de Hitchcock mesmo (não que tenham sido muitos eficientes na parte do Hitch, mas pelo menos tentaram hehe).  Achei o filme meio enrolado em certas partes, mas a cena final é bem memorável, compensa.

 

Esse aqui foi uma grata surpresa. Tem umas death scenes bem legais, e foi uma das inspirações do Kevin Williamson pra escrever o clássico PÂNICO. Fora a muito bem citada pelo JAIL sequência final, e aquela musica tema fantástica.

 

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"Downrange" é um tenso e eficiente thriller de sobrevivência que mescla "Carnage Park" com "Sniper" so que com mais gente. Virtuoso , estiloso e repleto de gore, o filme é um ótimo e descompromissado divertimento. 8,5-10

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"Vuelven" é um lindo conto mórbido mexicano que usa sabiamente o realismo fantástico pra falar de abandono e violência, como se fosse um "Pixote" tocado como "Labirinto do Fauno". Vou ficar de olho nessa diretora. 9-10

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"Primal Rage" é um filmeco pobre e bem mal feito de Pé-Grande.  Prefira reassistir "Um Hospede do Barulho" que ganha mais. 6-10

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 Visto SANGUE NO SARCÓFAGO DA MÚMIA

 

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 Fraco "filme de múmia" feito nos anos 70, quando a lendária Hammer Films já começava a entrar em decadência. Muito vagamente baseado no romance de Bram Stocker (sim, ele escreveu outras coisas além do Drácula) o filme mostra Margareth (Valerie Leon) ganhando em seu aniversário um anel que seu pai teria encontrado vinte anos antes durante uma escavação egípcia. O que ela não sabe é que a antiga dona do anel, uma princesa feiticeira chamada Tera (interpretada pela mesma atriz) está perfeitamente mumificada no porão mesmo (parece que morreu uma hora atrás). O problema é que a mocinha passa a ser influenciada pelo espirito da princesa, e passa a matar aqueles que participaram da expedição que encontrou o anel, a múmia, e outros artefatos. Apesar de algumas death scenes interessantes, e alguma boa construção de atmosfera, o filme é muito parado, e demora muito pra acontecer alguma coisa interessante, fora que o roteiro não faz muito sentido. Parece que não foi dessa vez que assisti a um filme de múmia da Hammer que gostei. O negócio deles eram vampiros mesmo.

 

Visto THE VOID

 

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 Produção que bebe muito do horror cósmico oitentista, remetendo a clássicos como O PRÍNCIPE DAS SOMBRAS de John Carpenter e HELLRAISER de Clive Baker. Na trama, um policial recém divorciado encontra um rapaz ferido na estrada, e o leva para o isolado hospital local onde a sua ex trabalha. Mas logo, um pai e um filho armado invadem o hospital, dizendo terem que matar o ferido que o policial trouxe, enquanto o hospital é cercado por cultistas encapuzados vestidos de branco que matam qualquer um que tente sair. É um bom horror cósmico B com uma pegada bem lovecraftiana, bom uso de efeitos práticos, e trilha sonora que evoca os filmes oitentistas do gênero (o que já é batido hoje em dia). O filme tem u bom ritmo, e te prende quase até o final, mas falta aquele protagonista pra gente se apegar. Ao que tudo indica, o policial vivido por Aaron Pole deveria ter cumprido essa função, mas acaba sendo um personagem com o qual a gente não se importa muito. O filme também dá uma escorregada feia no 3º ato, perdendo o bom ritmo pra tentar parecer um filme mais inteligente e chocante do que realmente é. No geral, um ótimo entretenimento, mas podia ter sido melhor.

 

visto TRAGEDY GIRLS

 

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  Excelente terrir protagonizado por Briana Hildebrand e Alexandra Shipp, mais conhecidas do publico nerd como a Megasonic da franquia "Deadpool" e a jovem Tempestade de X MEN: APOCALIPSE. Aqui, as duas interpretam Sadie e McKayla, duas adolescentes obcecadas com a morte que usam o seu canal "Tragedy Girls" pra conseguir os vídeos mais bizarros e bombarem na internet. Quando um serial killer (Kevin Durand) começa a atuar na cidade, as duas vêem a sua grande chance de virarem lendas, mas achando que o assassino está lento demais, as garotas o tiram da jogada e assumem ela mesma os crimes. O filme possui um senso de humor insano, que brinca e subverte com as convenções do subgênero Slasher. A dupla de protagonista torna-se aquele tipo de vilão que se ama odiar, e mesmo as duas sendo maníacas psicopatas, parte de nós vai irremediavelmente torcer por sua amizade e por seu plano. A química entre as duas garotas está excelente, e elas mostram uma excelente veia cômica, mostrando mesmo o lado psicótico das redes sociais, e ainda conseguindo encontrar alguns momentos de drama genuíno em meio a galhofa sangrenta. Grata surpresa.

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"Marrowbone" é um thriller dramático tocado como se fosse sobrenatural, feito "O Orfanato". Tomando emprestado elementos de vários filmes do gênero (até reviravolta final), o forte mesmo é seu poderoso elenco mirim. Mas vale a visita sim. 9-10

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"The Follower" é mais um found footage fraco, prova que este sub-gênero precisa de muito mais pra se reinventar. Um terror de produção com atuações sofríveis. Não sei de onde tiraram todas as premiações do cartaz. 6-10

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"Desolation" é um thriller de terror/sobrevivência fraco. A idéia de usar um psico/monstro como metáfora dos obstáculos de reconciliação já foi melhor vista em "The Monster". Nem as boas atuações ou pegada setentista salva o filme da falta de ritmo e, pior, da ausência total de tensão. 7,5-10

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"Still Born" é um pequeno grande filme em formato de thriller sobrenatural que se sustenta na temática da depressão pós-parto. Um filme simples, tenso, eficiente e com pegadinha final. 8,5-10

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"Los Olvidados" é um divertido slasher argentino que faz bonito com o gênero. Imagina "Massacre da Serra Eletrica" ou "Viagem Maldita" falado em espanhol.. é isso. É competente e funcional, inclusive no gore. 8,5/10

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"Absence" é outro found footage fraquinho, porém bem intencionado. Podia ser bem melhor, mas o único que consegue é testar a paciência do espectador. Um filme que tem a intenção de criar um mistério, mas se esquece que o poster já entrega um spoiler bravo. 7/10

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"Monolith" é um tenso e eficiente thriller de sobrevivência que parte duma premissa simples: do carro te deixar na mão quando mais se precisa dele. Mas tudo isso pra mascarar um conto sobre maternidade, responsabilidade e redenção, que tirando o inverossimil desfecho cumpre bem seu propósito. 9/10

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