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Jailcante

39º Festival de Brasília

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28/11/2006 - 23h36

Festival de Brasília consagra "Baixio das Bestas"

da Folha Online

"Baixio das Bestas", de Cláudio Assis, foi escolhido o melhor longa do 39º festival de Brasília do cinema brasileiro. O resultado foi divulgado na noite desta terça-feira.

Confira a lista dos principais vencedores:

PRÊMIOS OFICIAIS - TROFÉU CANDANGO

Longa-metragem em 35mm

Melhor Filme (Júri Oficial): R$ 80.000,00
Filme: Baixio das Bestas, de Cláudio Assis
Melhor Direção: R$ 20.000,00
Helvécio Ratton, por Batismo de Sangue

Melhor Ator -R$ 10.000,00
Maxwell Nascimento, por Querô

Melhor Atriz - R$ 10.000,00
Mariah Teixeira, por Baixio das Bestas

Melhor Ator Coadjuvante -R$ 5.000,00
Irandhir Santos, por Baixio das Bestas

Melhor Atriz Coadjuvante -R$ 5.000,00
Dira Paes, por Baixio das Bestas

Melhor Roteiro -R$ 10.000,00
Carlos Cortez, com a colaboração de Bráulio Mantovani e Luiz Bolognesi, por Querô

Melhor Fotografia -R$ 10.000,00
Lauro Escorel, por Batismo de Sangue

Melhor Direção de Arte -R$ 10.000,00
Fred Pinto, por Querô

Melhor Trilha Sonora -R$ 10.000,00
Pupillo, por Baixio das Bestas

Melhor Som -R$ 10.000,00
E ainda Prêmio Dolby: consiste na licença para usar o sistema de som Dolby (equivalente a 4 mil dólares)

Louis Robin, por Quero

Melhor Montagem - R$ 10.000,00
Renato Martins e Vladimir Carvalho, por O Engenho de Zé Lins

Prêmio Especial do Júri:
O Engenho de Zé Lins, de Vladimir Carvalho

CURTA OU MÉDIA-METRAGEM EM 35MM

Melhor Filme (Júri Oficial) - R$ 20.000,00
e ainda Prêmio Ctav (uma cópia 35mm)

Filme: Trecho, de Clarissa Campolina e Helvécio Marins Jr.

Melhor Direção -R$ 10.000,00
Anna Azevedo, por O Homem-Livro

Melhor Ator -R$ 5.000,00
Leonardo Medeiros, por A Vida ao Lado

Melhor Atriz - R$ 5.000,00
Bohdana Smyrnova, por Noite de Sexta, Manhã de Sábado

Melhor Roteiro - R$ 5.000,00
André Carvalheira, por Dia de Folga

Melhor Fotografia - R$ 5.000,00
Pablo Lobato, por Trecho

Melhor Montagem - R$ 5.000,00
Karen Harley e Clarissa Campolina, por Trecho

CURTA-METRAGEM EM 16MM

Melhor Filme (Júri Oficial) - R$ 15.000,00
e ainda Prêmio CtaV (5 latas de negativo/cor)

Filme: Terra Prometida, de Guilherme Castro
Melhor Direção -R$ 10.000,00
Filipe Gontijo E Eric Aben-Athar, pelo filme A Volta do Candango

o Melhor Ator - R$ 5.000,00

Gê Martu, pelo filme Borralho

Melhor Atriz -R$ 5.000,00
Sarah Vasconcelos, pelo filme Uma Vida e Outra

Melhor Roteiro -R$ 5.000,00
Santiago Dellape, pelo filme Nada Consta

Melhor Fotografia - R$ 5.000,00
Andre Benigno, pelo filme Borralho

Melhor Montagem - R$ 5.000,00
Marcius Barbieri, pelo Filme Vestígios

PRÊMIO JÚRI POPULAR

Melhor longa-metragem em 35mm -R$ 30.000,00
Filme: Encontro com Milton Santos ou O Mundo Global Visto do Lado de Cá, de Sílvio Tendler
Melhor curta-metragem em 35mm -R$ 20.000,00
e ainda Prêmio Ctav (Uma cópia 35mm)

Filme: O Homem-Livro, de Anna Azevedo

OUTROS PRÊMIOS

PRÊMIO CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL
Exclusivo para produções do Distrito Federal

Melhor longa-metragem em 35mm R$ 50.000,00
E ainda Prêmio Quanta (R$ 10.000,00 em equipamentos de iluminação e maquinaria)

Filme: O Engenho de Zé Lins, de Vladimir Carvalho

Melhor média ou curta-metragem em 35mm R$ 10.000,00
E ainda Prêmio Quanta (R$ 8.000,00 em equipamentos de iluminação e maquinaria)
Filme: Oficina Perdiz, de Marcelo Díaz

Melhor filme em 16mm R$ 5.000,00
E ainda Prêmio Quanta (R$ 4.000,00 em equipamentos de iluminação e maquinaria)

Filme: Borralho, de Arturo Sabóia e Paulo Eduardo Barbosa
Menção Honrosa
Ao filme Dia de Folga, de André Carvalheira, "pelo excelente trabalho de direção".

PRÊMIO AQUISIÇÃO CANAL BRASIL

Incentivo ao Curta Metragem
Cessão de dois prêmios, no valor de R$ 5.000,00 cada, a dois curtas 35mm, selecionados pelo júri Canal Brasil


Filme: Noite de Sexta Manhã de Sábado, de Kleber Mendonça Filho
Filme: O Homem-Livro, de Anna Azevedo

PRÊMIO MARCO ANTÔNIO GUIMARÃES

Conferido pelo Centro de Pesquisadores do Cinema Brasileiro para o filme que melhor utilizar material de pesquisa cinematográfica brasileira.

Filme: Pixinguinha e a Velha Guarda do Samba, de Thomaz Farkas e Ricardo Dias

"Pelo excelente trabalho de resgate e recuperação de imagens inéditas rodadas há mais de cinqüenta anos"

PRÊMIO DA CRÍTICA - TROFÉU CANDANGO

Melhor longa 35mm

"Baixio das Bestas", de Cláudio Assis: "Pelo mergulho contundente no processo de degradação moral e social de um Brasil de excluídos, pelo rigor formal e pela entrega visceral do elenco"

Melhor Curta em 35mm e ainda Prêmio Ctav (uma cópia 35mm)

"Noite de Sexta Manhã de Sábado", de Kleber Mendonça Filho: "Pela originalidade da trama, força dramática e uso expressivo e singelo do som e da imagem na construção narrativa"
Jailcante2011-09-05 09:09:51

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A vitória da polêmica

A vitória da polêmica

                                                                       Aline Arruda

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Fernando Adolfo, diretor do Festival de Brasília, era só sorrisos depois da acalorada reação da platéia à premiação de “Baixio das Bestas”, de Cláudio Assis (foto acima), como melhor filme, na noite desta terça. Anunciada a decisão, uns vaiavam e xingavam o júri, enquanto outros aplaudiam sem parar. “Sempre disse que o Festival de Brasília é político e polêmico. Repeti isso a semana toda. Essa divisão é salutar, é democrática, é importante. Ter metade da platéia apoiando e a outra metade vaiando é genial. É como uma partida de futebol, uma torcida. E agora estamos todos aqui, comemorando.”

Bem... nem todos estavam comemorando. Helvécio Ratton, que ficou com o Candango de melhor diretor, mas ambicionava mais para o seu “Batismo de Sangue”, tinha a decepção estampada no rosto. Para o seu azar, cruzou com Cláudio Assis na saída da sala Villa-Lobos do Teatro Nacional, onde ocorreu a premiação. Ratton agiu no melhor estilo mineiro. Não se pode dizer que ele não cumprimentou o colega. Mas também não se pode chamar exatamente de cumprimento aquela suave apalpadela no ombro de Assis, sem dizer uma palavra sequer...

Já o paraibano radicado em Brasília Vladimir Carvalho, com seu Prêmio Especial do Júri por “O Engenho de Zé Lins” nas mãos, foi tão efusivo com Cláudio Assis quanto permitiu sua gripe. “A gente comemora quando eu melhorar”, propôs. “Mas te digo uma coisa: eu ia ficar muuuuuuito puuuuuuuto se você saísse daqui sem esse prêmio. Ele é importante para você. É importante para nós”.

No palco, Carvalho foi divertido ao agradecer o prêmio em dinheiro (R$ 50 mil) da Câmara Legislativa do Distrito Federal, que considerou “O Engenho de Zé Lins” o melhor longa do Estado. “Sou uma ilha cercada de dívidas por todos os lados. Esse prêmio é bom pra mim e bom para os meus credores.”

Com os quatro prêmios de “Querô”, Carlos Cortez ficou no time dos contentes. Posou para fotos, muitas fotos, antes de sair para jantar com os garotos do elenco, que foram encantadores na premiação. Quando o nome de Maxwell Nascimento, o Querô, foi anunciado como melhor ator, ele foi da platéia ao palco chorando e praticamente carregado pelos três companheiros de elenco que vieram a Brasília. Em cima do palco, sempre abraçados e igualmente felizes com o prêmio que era de apenas um deles, os garotos dançaram, sorriram e ouviram Maxwell agradecer usando invariavelmente o plural: “esse nosso prêmio”, “o nosso filme”, “o que nós fizemos”. Em tempo: “Querô” é um filme sobre o abandono.

Mariah Teixeira correu tanto para agarrar seu Candango de melhor atriz que perdeu o sapato na entrada do palco. Voltou, recuperou o salto e alcançou o microfone: “Tô emocionada que só”. Homenageou os colegas de elenco e concluiu: “Quero agradecer minha avó, minha tia, meu pai, minha mãe. Obrigada, Claudão [Cláudio Assis]. Valeu, Brasília”.

Thomas Farkas, três vezes premiado pelo curta “Pixinguinha e a Velha Guarda do Samba”, agradeceu seus pares cineastas: “A melhor coisa que tive aqui foi o prazer de ver filmes maravilhosos. Muito obrigado, meus colegas”.

E Lauro Escorel, melhor fotógrafo por “Batismo de Sangue”, com a elegância de sempre, não esqueceu ninguém da equipe e ainda foi breve, embora tenha “ameaçado”: “Sei que é chato, porque toma tempo, mas tenho que agradecer”.

*

Escrito por Silvana Arantes às 10h57 PM

28/11/2006

Vaias para Cristovam, aplausos para Milton Santos

Vaias para Cristovam, aplausos para Milton Santos

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A platéia do Festival de Brasília guardou para a última noite da competição, ontem, os maiores aplausos desta edição e também as primeiras vaias. Ambos provocados por "Encontro com Milton Santos ou o Mundo Global Visto do Lado de Cá", perfil que Silvio Tendler traçou do geógrafo baiano, morto em 2001.

As vaias foram para o senador Cristovam Buarque (PDT-DF), que subiu ao palco acompanhando o diretor. Como a maioria do público é formada por estudantes da UnB, muita gente ficou sem entender qual era a bronca com Buarque, que tem na educação sua maior (ou única) bandeira.

O ex-governador do Distrito Federal e ex-ministro da Educação, candidato derrotado nas últimas eleições presidenciais, desfruta de popularidade em Brasília, onde alcançou boa votação. Por isso, ficou difícil entender qual era a bronca com Buarque que motivou a vaia. Mas ela houve e foi tão audível que Tendler interrompeu sua fala com um comentário: "Não abro mão dos amigos, gente. Amigos são amigos sempre, independentemente de bandeiras". Conseguiu silenciar o protesto. Uma hipótese para explicar o descontentamento com Buarque seria o fato de ele não ter dado apoio a Lula no segundo turno.

Se Buarque foi vaiado, o documentário de Tendler, no entanto, foi aplaudido em cena aberta, em diversos momentos, sobretudo nas frases mais contundentes de Milton Santos, como essa: "Não há cidadania no Brasil. Nós da classe média não queremos direitos, queremos privilégios. E os pobres não têm direitos".

Quando terminou o "Encontro com Milton Santos", com dados biográficos do geógrafo projetados sobre imagens de diversos períodos da sua vida, cobertas pelo som de "Terra", de Caetano Veloso, a platéia de Brasília se pôs de pé pela primeira vez neste festival, para aplaudir um filme da competição. O documentário de Tendler foi o últimos dos seis concorrentes a ser exibido. Hoje à noite sai a premiação dos júris oficial, da crítica e popular.

 

Escrito por Silvana Arantes às 4h53 PM

Jailcante2006-11-29 13:48:26

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