Ana

Dublagem

23 posts in this topic

Resolvi abrir esse tópico para comentarmos sobre dublagens no geral. Pois é um tema que eu considero muito interessante. Eu mesma se tivesse voz para cantar (04) gostaria de seguir nessa profissão... Considero-a mágica... Deve ser muito bom dar voz a um personagem...

 

Muitíssimas pessoas que eu conheço detestam filmes dublados, mas sinceramente, acho tão mais prático!!!! Eu considero que você perde muito da cena ao ficar olhando pro pé da tela pra ler o diálogo... É claro que tem umas vozinhas que eles colocam nas dublagens que pelamor, né? Mas a maioria é muito boa... Ultimamente tenho assistido filmes legendados mais para apurar o idioma, mas confesso que prefiro dublado. (Já sofri muito preconceito por isso, 06)...

 

Outra coisa que eu já notei é que a tradução da dublagem é muítissimo superior à tradução da legendagem... Eles adaptam muito melhor o diálogo ao nosso idioma... Às vezes, a legendagem muda totalmente a frase original!!! Eu fico fula da vida com isso!!!!!!!

 

Também acho que os dubladores deveriam todos ser desconhecidos... Ator global fazendo dublagem não me desce... Eu perco até a vontade de assistir ao filme. Por exemplo, aquela dublagem que o Miguel Falabella fez em Coração de Dragão foi um fiasco. Ainda não assisti nenhum desenho com dubladores globais, mas já li que até Felipe Dylon e Grazi Massafera dublaram, argh!!! 09

 

A única pessoa que acho que não tem problema em ser ator e dublador é o Seu Peru (Orlando Drumond), mesmo porque, ele consegue mudar a voz totalmente de um personagem para o outro, ele é ótimo.

 

OrlandoDrumond.jpg

 

Olhem algumas das dublagens dele:

 

ScoobyDoo11.gif e ScoobyDoo17.jpg -

 

popeye-folder-dance.gif - alf.jpg -

pacato2.jpg - venger.gif

 

Ele fez muitos outros, mas estes são os mais famosos!!!!03

 

 

 

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Um dublador q curto bastante é o Alexandre Moreno, dublou já:

 

- Matt Murdock em Demolidor

- Pinky do Pinky e  Cérebro

- Wallace de Wallace e Gromit

- Ben Stiller, Adam Sandler e Chris Tucker em vários flmes.

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Ele também dublava o Chandler de Friends e o Jude Law em Closer... Alguém sabe dizer se ele é aquele mesmo ator de Sinhá Moça?!!?!?03

 

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Ele também dublava o Chandler de Friends e o Jude Law em Closer... Alguém sabe dizer se ele é aquele mesmo ator de Sinhá Moça?!!?!?03

 

não... só os nomes são parecidos...03

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Tem tb o Guilherme Briggs, q encarna os figurões sem embaraço.

 

Ele já encarnou vários personagens do Jim Carrey e do Owen Wilson. Além é claro dos desenhos: kronk de A nova onda do imperador é o meu favorito. E o Mário Jorge, o Eddie Murphy brasileiro, tb é muito bom. Quanto às mulheres, a minha preferida é a Miriam Ficher, q já dublou personagens da Nicole Kidman, Jodie Foster, entre outras.

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Ele também dublava o Chandler de Friends e o Jude Law em Closer... Alguém sabe dizer se ele é aquele mesmo ator de Sinhá Moça?!!?!?03

 

não... só os nomes são parecidos...03

 

Realmente... Que pergunta mais tola a minha!!! :(

Ele não iria mudar tanto a voz assim, né? hehehe

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Vejam (ou melhor, ouçam) o áudio de 3 dublagens diferentes pra um mesmo filme (Superman, de 1978). Um trechinho de 1 minuto cada. Infelizmente só a terceira (a pior das três) foi pros DVDs, como não poderia deixar de ser. 18

 

 

 

http://www.youtube.com/watch?v=gNQUXTRkH0A

 

E um clipe com a primeira dublagem, do André Filho, que era fantástico realmente: 16

 

 

 

Rayden2008-10-05 12:21:35

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Eu só gosto de desenho dublado. Mas estes são de qualidade altíssima' date=' sempre. 

[/quote']

Para Desenhos a dublagem é legal, mas para filmes eu não suporto.

 

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Desenho dublado funciona bem, com excessão de South Park, cuja a dublagem acho insuportavel. Mas é so esse caso que me incomoda mesmo.

 

Já filmes, aqueles que vi quando era criança e mantiveram a dublagem "clássica" ainda acho interessante assistir de vez em quando. Mas no geral fujo sempre de filmes/series dublados (nunca assisti um filme dublado no cinema)

 

 

 

 

 

 
Bruno P2010-11-13 12:51:02

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Desenho dublado funciona bem' date=' com excessão de South Park, cuja a dublagem acho insuportavel. Mas é so esse caso que me incomoda mesmo.

 

Já filmes, aqueles que vi quando era criança e mantiveram a dublagem "clássica" ainda acho interessante assistir de vez em quando. Mas no geral fujo sempre de filmes/series dublados (nunca assisti um filme dublado no cinema)

 

 

 

 

 

 
[/quote']

Filmes dublados são pra quem não consegue ler e prestar atenção ao mesmo tempo.... Ou seja: Ignorantes (Se alguém aí gosta de ver, nao vá choramingar 04).

 

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O pessoal pensa que a dublagem desmerece o trabalho da ator, mas não desmerece não. O que acontece é o seguinte: para alguns o que interessa é a atuação do ator, já pra outros o que interessa é a TRANSPOSIÇÃO do personagem, que pode ocorrer tanto utilizando atores quanto utilizando outras coisas .

 

Dublês e dubladores só entram em cena em último caso, quando realmente não tem jeito. A excessão são os filmes italianos antigos, eles eram assim porque a mixagem era péssima e precisava ser melhorada, mas mesmo assim isso foi sumindo com o tempo e eles só faziam quando não tinha outro jeito.

Vermelhow2011-04-30 23:52:12

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Em outro fórum, levantaram esse link do Pablo sobre o tema:
 
E eu complementei postando o seguinte (a pergunta é se gostavam de conteúdos dublados, e na sequência alguém disse que isso era tolerável pelo menos pra animações):
 
************************************************
Não, porque toda tradução implica em perdas, e você não perde só nela, mas em tudo, até na qualidade sonora.
 
Eu gostava SIM das dublagens antigas, pela nostalgia, adaptação brasileira e talz, mas considero, por melhor que seja, uma versão inferior do original, e até desenhos perdem muito na dublagem.
 
Eu só assisto a filmes, séries, etc. no áudio original e com legendas em inglês. Até mesmo legenda em português é péssimo. E se havia dublagem boa no passado, hoje não existe mais, aliás, já não existe pelo menos desde o fim do século passado. 
************************************************
Eu também pensava assim, até constatar que não faz diferença. Veja:
 
 
 
Fora os comentários do Pablo Villaça, esses são os melhores pra desmontar a ideia de que a dublagem se sobrepõe a qualquer coisa.
 
Desculpe, mas apreciar a dublagem é como você pegar uma minissérie tipo O AUTO DA COMPADECIDA e achar aceitável que piadas, sotaques, situações e outras coisas sejam completamente jogadas no lixo pra se AMERICANIZAR a parada. É isso que acontece com os desenhos também.
 
Aconteceu até com Chaves, quantas vezes não pegamos os personagens falando de coisas do Brasil? E olha que é uma dublagem boa, e teve como mérito a troca de trilhas sonoras que eram razoáveis no original pra outras que ficaram bem melhores, mas esse tipo de modificação não pode ser aceita como válida sempre, e se você der uma chance ao áudio original vai achá-lo melhor de qualquer jeito, só que pra isso é preciso se familiarizar com o espanhol e com o contexto que Chaves e outros programas estão inseridos.
 
Percebi isso em TODOS os desenhos os quais assisti, a dublagem original é aquela que quem criou o desenho tinha em mente desde o princípio. Mas aí entramos na questão da interpretação e esquecemos os dilemas da tradução, fora outras perdas técnicas (o áudio dublado é sempre de qualidade inferior), e não se pode esquecer DE NADA que ocorre quando a obra original é deturpada.
 
Pra vocês verem como a dublagem é um malefício, e como as pessoas são enganadas de acreditar em valores onde nunca existiram: um cara como Guilherme Briggs, por exemplo, pode falar o que lhe passou pela cabeça quando, em "Planeta 51", ao final do filme, ao invés de seguir o texto original que cita os anos 60 (pois os personagens da animação habitam uma cidade típica dos anos 50)...
 
Ele coloca lá: "esperem até chegar a Jovem Guarda!"
 
Acho incrível como ele arrebenta o texto original, acho sensacional essa mania maluca de colocar piadinhas sem graça (digo, tem graça lá na cabeça dele) e simplesmente modificar o contexto de todo um filme americano para colocar, no meio, seu "nacionalismo".
 
Eu acho que sou algum tipo de idiot@,  porque, num filme dos EUA, feito para o público dos EUA, colocar essas gracinhas que citam o Brasil é apenas assinar o atestado de VIRA-LATA. Que precisa subir no ombro dos outros pra se perfazer. 
 
Mesmo porque, os anos 60 e todo o movimento de Contra Cultura, revoltas estudantis e toda repressão do Estado, são jogados fora porque a SABEDORIA do Briggs acha que a Jovem Guarda, um movimentozinho mixuruca de um país do Terceiro Mundo, tem muito mais a ver com o que é dito no texto original.
 
Eu não espero que um camarada que nem tem o colegial, quanto mais faculdade, saiba da diferença gritante que existe entre a Jovem Guarda e tudo o que rolou nos anos 60 (mesmo porque a Jovem Guarda começou nos anos 1950 e era tão careta quanto os personagens do filme em questão).
 
Então, se você apoia dublagem minimamente, acha que o público merece ser enganado desse jeito.
 
Me preocupa essa ingerência desses sabichões idiot@s que estragam o trabalho dos outros e empurram sua ignorância e vira-latice como se tivessem alguma moral pra pregar qualquer coisa na casa dos outros.
 
O que ele disse, além de ser uma mentira histórica, tira todo o contexto da produção e arremete o público a um nacionalismo idiot@ e sem sentido, que não cabe na cabeça das crianças.
 
O interessante é que, na legenda em português desse filme, não há citação da Jovem Guarda. É o cara que desanda a colocar o que bem entende e tá tudo certo.
 
E é perdoado porque é famoso.
 
Ninguém se liga, porque... VIVA! FALARAM DO BRASIL AÊÊÊÊÊ!  :D
 
ÊÊÊÊ, SOU BRASILEIROOOOOOO, COM MUITO ORGULHO, COM MUITO AM... BLERRRRRRRRRGH!  :blink:
 
Por isso que aprendi inglês, e só assisto a filme com legenda em inglês apenas pra não me perder com algum termo estranho. Já dublagem vagabund@ não entra na minha tela mais nem f0dendo.
 
Ver dublado hoje em dia é apenas por saudosismo e não mais que uma dúzia de títulos, menos de 0,1% de tudo que já conheci, e em última opção. Meu ouvido não é penico.  :rolleyes:
************************************************
Os americanos fazem o mesmo? Quem disse? Você realmente acha que eles saem dublando tudo que não esteja na língua deles? 
 
É, eles devem ser que nem os brasileiros, que usam expressões em língua inglesa o tempo todo, pra pagar de F0DÕES, mas não sabem formular uma frase nesse idioma. 
 
Realmente...  
 
E ditadura de dublagem não é só por aqui, alguns países europeus (acho que Portugal não está na lista) tem dessas também, mas são leis velhas, tipo a Itália, que impõe isso aí por herança de um decreto de Mussolini. É um nacionalismo boboca, mas pra você ver, se eu embarcar em qualquer lugar do mundo, por mais chulé que seja, até o mendigo da rua se mostrará um poliglota.
 
Já aqui os caras mal sabem o português, mas se acham, como os caipiras que são, no direito de arruinar o que os outros fizeram e impor sua ignorância.
 
Ao invés de se fazer as pessoas subirem na escala de inteligência e forçarem o uso de legendas, ou até se dispensá-las, as distribuidoras descem o nível e apelam para a dublagem. 
 
É a velha ganância misturada com visão estreita e imbecilidad.e.
 
Pra você ver, basta ficar 4 anos como estagiário numa empresa de dublagem para ser oficialmente um dublador. 
 
Que escol.a o caralh0, que formação que nada!
 
Ô profissãozinha de merd@ essa, hein?   
 
Dublagens ainda perduram em pleno 2016 por incompetência e legislações arcaicas, fascistas e antidemocráticas.
 
E vamos ser sinceros, mesmo em tempos áureos de André Filho, Márcio Seixas, Newton da Matta e mais alguns poucos, era sempre a mesma panelinha, sempre os mesmos 10 dubladores, esses caras vivem se revezando.
 
E mantendo os coleguinhas, em suas panelas.
 
Não tem como alguém como eu, que já assistiu a milhares de produções, deixar de achar isso ridículo, porque a voz do Jack Nicholson aparece no desenho sei lá qual, depois em seriado de não sei o que...
 
Que ator tem estofo pra se desdobrar tanto?
 
Por isso eles não interpretam, só trabalham a entonação da voz.
 
O Briggs repete a mesma interpretação desde o Freakazoid. O que ele faz é inserir gracinhas (os "cacos") e trocadilhos.
 
Isso não é interpretar, é quebrar um galho.
 
Mas a audiência é burr@ e tapada, não sabe a diferença de nada e fica por isso mesmo.
 
Uma classe que sobrevive às custas de uma legislação autoritária e do tempo dos militares, com certeza não vai estar preocupada com qualidade nenhuma.

 

---------------
Áudio original sem legenda sempre, 80% das coisas que assisto estão em inglês e eu sou fluente. A legenda atrapalha na percepção da fotografia e detalhes de composição de cena. Muitas vezes objetos ou gestos que são fundamentais para a história são perdidos lendo a legenda. Mesmo produções japonesas, coreanas e francesas eu assisto 100% no original ainda que eu não tenha fluência nessas línguas. Tanto dublagem quanto legendas é uma deturpação da obra original. Gosto de assistir ao filme em seu estado mais puro. 
 
Cinéfilo de verdade só assiste no idioma original sem legenda. Gente que é contra dublagem, mas vê legendado soa até hipócrita. Se a pessoa gosta de cinema japonês que vá aprender o idioma original da obra. Ou então assiste sem legenda mesmo e procura entender a história por outras formas (pesquisa na internet e etc).
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**********
O problema é que depende muito do que se esteja vendo, sempre tem algum filme ou série extremamente técnica e não tem nada que eu tenha mais pavor que não entender algo dentro de um contexto só porque desliguei a legenda. Por mais que você saiba o idioma, sempre tem algo que escape.
 
A legenda faz exatamente isso, ela suga sua atenção e distrai SIM, mas aí é preciso levar em conta uma série de fatores, como a sincronia dela (que nunca está 100%, eu sempre adianto ou atraso um pouco), o tamanho, posição, e até mesmo o tocador que você esteja usando. Eu, como gosto de pegar os mínimos detalhes, não consigo ver nada sem interromper e voltar alguma cena, claro que dependendo do que seja, isso não é necessário, mas não é todo filme que flui como 2001, Uma Odisséia no Espaço, com diálogos normais, e sem ser recheado de TECHNOBABBLE e de pessoas que falam como se tivessem uma batata na boca, ou bem rápido.
 
Até mesmo a fonte do vídeo que você esteja conferindo influi nisso, basta pegar uma no sistema PAL (ao invés de NTSC), de um DVD, que, estando em 25 fps, estará 4% mais rápido, o que parece pouco, mas é muito, pois um filme de 100 minutos teria 96 sem nenhum corte nele, e você nota que a imagem/som estão mais rápidos.
 
Pra legenda não atrapalhar é preciso já ter prática de lê-la e ver o que acontece no filme AO MESMO TEMPO, o que é impossível pra quem viu pouca coisa. Mas pra mim é algo plenamente possível, só que depende enormemente do contexto e dos outros fatores técnicos que citei. Num tocador personalizado você ameniza esses problemas, mas num cinema, não.
 
Eu já entendo inglês o bastante pra não precisar da legenda, mas não dá pra desligá-la porque sempre fica a dúvida se o que está sendo dito em tela corresponde ao que você entende.
 
Imagine assistir a um seriado como DR. HOUSE sem ligá-la, sendo você alguém que não entende nada do jargão médico. É claro que vão pipocar termos que talvez você nunca tenha ouvido. Mas antes a legenda em inglês a uma legenda em português, é lógico.
 
Até filme falado em outros idiomas, tipo alemão, italiano ou espanhol, eu vejo com legenda EM INGLÊS. Só que se soubesse cada um desses idiomas, procuraria a legenda que correspondesse ao do áudio original, porque como eu bem lembrei, toda tradução tem perdas, não existe uma perfeita, elas tentam apenas EMULAR o material original, mas por melhor que fiquem, não o substitui.
**********

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Até concordo com grande parte dos argumentos. Mas, apesar de eu também preferir o idioma/áudio original, no caso de animações, estas são feitas pra crianças que mal falam a própria língua natal. Não tem como não existir mais a versão dublada.

Sobre acabar com legendas em português isso é inconcebível. Eu também não preciso delas, no caso do inglês, mas não posso ter que aprender todas as línguas do mundo pra ver filmes.

A legenda até pode não pegar todos os mínimos detalhes e nuances de um filme mas não dilacera a obra e cobre muito do que quer ser passado.

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Eu tenho um conhecimento razoável de inglês (se for comparar com os brasileiros, mais que 99% deles), mas sem legenda eu fico mais perdido que F.DP em dia dos pais. Não tem como você não perder alguma coisa, por melhor de ouvido que seja, algum diálogo (ou vários) podem ser perdidos. Claro que o ideal é ver sem ela, mas é impossível isso em praticamente QUALQUER filme, pois você não está apenas prestando atenção nos diálogos, tem os efeitos sonoros, música, as várias entonações, o technobabble... Imagine assistir a um Star Trek, Dr. House ou algo do tipo sem a legenda, mesmo sendo fluente em inglês, você não vai entender 100%, no caso de Dr. House pelo jargão médico, e de Jornada, dos termos INVENTADOS.

E legenda em português, infelizmente, atrapalha tanto quanto a dublagem. O ideal é saber inglês e assistir com a legenda nesse idioma. Até mesmo filme nacional, falado em português do Brasil, poderia rolar uma legenda, dependendo da qualidade do áudio. Eu percebi que a aprendizagem de um idioma é facilitada ENORMEMENTE quando você tem acesso a uma transcrição da conversa toda. Sou 100% favorável a transcrições pra tudo, e não só pra ajudar pessoas com problemas de audição.

A aprendizagem de um idioma é algo pra uma vida toda, tem infinitos termos que você precisa entender e alguns são raramente usados, e sem a legenda você não entenderá o contexto de nada. Música é algo que sem legenda é pior ainda pra entender.

Sendo que pra aprender inglês ou outra língua, você precisa consumir muita coisa dessa cultura, não basta apenas sentar e estudar. E eu sou cinéfilo há vários anos, assisto a pelo menos 1-2 coisas diferentes TODO DIA. Com o tempo seria inevitável aprender o bastante pra ler um livro sem consultar cada palavra no dicionário.

 

******

Agora sobre a dublagem das animações, tenho que dizer que se você(s) der(em) uma chance ao áudio original em inglês, vão se surpreender E MUITO com a superioridade da interpretação e em como as vozes se encaixam perfeito nos personagens e no contexto de cada uma delas. Tem desenho aí que eu, como todo mundo, cresci ouvindo dublado, e, claro, ainda hoje acho estranho ouvir no áudio original. Mas é algo que não tem comparação, sem contar a perda na qualidade do áudio (novamente, na parte de efeitos sonoros/trilha, que é bem prejudicada na versão do Brasil), e no fato de que a tradução de qualquer língua, por melhor que seja, é algo que em 100% dos casos terá perdas.

Como eu disse lá atrás, imagine adaptar piadas de sitcoms tipo Friends e Seinfeld pra cá, e piadas regionais do Brasil pra americanos ou outros povos. Não tem como, e se pro espectador não importa entender/apreciar a obra como o criador pretendeu, eu não sei o que mais importará.

 

Eu considero a dublagem uma versão adaptada pra cá, não é nem de longe o original como deve ser ouvido. É como se eu pegasse uma série tipo Star Trek e filmasse com atores brasileiros. É (e ao mesmo tempo NÃO É) Jornada nas Estrelas. O problema é você começar a achar que a adaptação é preferível ou melhor que o original.

E esse tipo de ditadura, vide canais de TV (abertos/fechados) e salas de cinema, é algo que sempre vejo no Brasil.

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Bom, você não leu nada do que escrevi.

 

E também prefiro o áudio original, o que eu digo é que infelizmente não podemos impor um estilo, ainda mais em se tratando de outra língua. É óbvio que é um acréscimo pessoal em aprender outros idiomas, mas existem pessoas que não querem, não gostam e não precisam e estão no direito delas. 

Você quer trocar a ditadura da dublagem pela ditadura do áudio original que todos seriam obrigados a aprender tudo!

hahaha

 

Ditadura por ditadura, melhor ficar no meio termo onde cada um assiste e compreende do jeito que quiser.

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Ditadura por ditadura, melhor ficar no meio termo onde cada um assiste e compreende do jeito que quiser.

 

Problema todo é a ditadura mesmo. Nos anos 80, nos cinemas, dublagem era só pra filmes infantis, o resto só na legenda (Até nas vídeos locadoras era assim também na era VHS). Hoje é difícil achar filme legendado. Tá tudo dublado.

 

Tanto uma ditadura como a outra tá errada. O legal seria o meio termo.

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Eu acho que o principal problema da dublagem não é o artístico.

Perder um pouco do conteúdo ou contexto da arte que se propunha é um risco pelo fato de que não somos daquela cultura em 100%. Então, é a vida. 

Prefiro sempre o idioma original, mas não posso diminuir alguém que prefere ver dublado, achar que a pessoa é menos inteligente que eu, ou sei lá.

 

O problema é técnico. O som mixagem fica tudo uma merda por que eles colocam a voz em cima de tudo amassando e achatando o som e toda a produção do som e um trabalho feito por uma equipe toda. Isso é ruim.

KarenENZYPE likes this

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Bom, você não leu nada do que escrevi.

 

E também prefiro o áudio original, o que eu digo é que infelizmente não podemos impor um estilo, ainda mais em se tratando de outra língua. É óbvio que é um acréscimo pessoal em aprender outros idiomas, mas existem pessoas que não querem, não gostam e não precisam e estão no direito delas. 

Você quer trocar a ditadura da dublagem pela ditadura do áudio original que todos seriam obrigados a aprender tudo!

hahaha

 

Ditadura por ditadura, melhor ficar no meio termo onde cada um assiste e compreende do jeito que quiser.

Mas a imposição sempre foi da dublagem, não o inverso. Isso que você não está entendendo.

 

Chegou ao ponto de que a maioria dos canais (até mesmo pagos) só exibem filmes assim (sem opção de áudio original, apesar da tecnologia permitir), e a maioria das salas de cinema são dubladas.

 

E não se trata de impor coisa alguma, e sim de que contra fatos não há argumentos.

 

Se você curte dublagem, então acha aceitável:

 

- Deturpar:

 

- A qualidade do áudio, sejam efeitos sonoros, seja a música, especialmente de produções antigas, que mais foram prejudicadas - pra quem não sabe, tudo era absolutamente precário nos estúdios de dublagem brasileiros antes da época dos DVDs;

 

- O conteúdo original com uma tradução, que nunca poderá ser equiparada a este primeiro;

 

- As interpretações;

 

Também acharia aceitável pegar uma produção nacional, tipo um Tropa de Elite ou algo assim, e readaptá-la pra realidade americana ou europeia.

 

Peraí, o Tropa faz sentido porque está dentro do nosso contexto, tanto quanto um gibi do Zé Carioca. Se você modifica tudo, aquilo que foi o original deixou de existir, e se transformou em outra coisa, totalmente diferente.

 

Eu não sou contra este último, mas no caso da dublagem o que se faz não é refilmar, por exemplo, não é algo feito pelos fãs tipo isso aqui:

 

 

Em que você pode pegar o clássico dos anos 60 e comparar com essa nova "roupagem" que deram.

 

O que a dublagem faz é passar por cima de tudo.

 

E mais, a gente aceita uma tradução, mas não se deixa enganar que é preciso saber falar a língua original também, não deixamos de ler notas de rodapé de livros explicando algo que o tradutor foi incapaz de adaptar pra língua que estamos lendo. Os diálogos de Platão são cheios disso, o grego (se não me engano) falado 2500 anos atrás nem é o mesmo de hoje, então algumas traduções ficam sem sentido totalmente, sem contar que depende também do tradutor, e com a dublagem isso também acontece, tem filme que tem 3 (ou até mais) dublagens diferentes, e cada nova se mostra inferior à antiga.

 

Dois exemplos que lembraria agora são a trilogia DVPF e Superman, nos lançamentos oficiais usam dublagens recentes, as antigas só fãs sincronizaram, e áudios antigos também se perderam.

 

Enfim, não é questão de gosto, apenas de que se você não fala inglês fluente, ou italiano, espanhol, etc., não deve se meter a consumir NADA que venha desses locais, da mesma forma que um gringo não vai conseguir captar NUNCA uma piada de um programa de humor brasileiro se resolver apelar pra legendas ou uma versão dublada em inglês.

 

Quem não sabe, que vá aprender, daí a argumentar que esse ou aquele método é preferível, é querer passar vergonha defendendo o indefensável.

 

"Ah, mas você está sendo mesquinho".

 

Não, estou sendo realista.

 

Imagine você pegar um quadro do Picasso e desenhar em cima do seu jeito.
 
PRA VOCÊ, ficou melhor que o original.
 
Imagine um Orson Welles interpretando Rei Liar e vem um cara qualquer e fala em cima da voz do homem.
 
É a mesma coisa.

 

Como não é?

 

Quem não lembra dos debates sobre os formatos de tela, que o pessoal reclamava da razão de aspecto original, e só queria assistir a filmes (pós-1953) no formato FOOLSCREEN?

 

Vão me dizer que se a dublagem é mutilar o áudio, o FOOLSCREEN não é mutilar a fotografia?

 

Quem diz que a dublagem fica melhor que o original é uma pessoa que se acomodou, que está satisfeita com a própria ignorância (logo, tem desprezo pela verdade), e, obviamente, desrespeita a classe artística.

 
Mas as pessoas só entendem aquilo que suas mentes limitadas conseguem captar.
 
Especialmente mentiras.

 

Peguem um dublador como o Guilherme Briggs: ele usa a dublagem pra se projetar.
 
Ele é uma espécie de parasita do sucesso do Denzel Washington, por exemplo.
 
E ele vai direto no público mais corrupto, mais vendido e mais deslumbrado, dizendo: "oi! eu fiz a voz do Denzel Washington, do Freakazoid, dos Castores Pirados..."
 
Daí os ingênuos fascinados pela TV acham que estão falando com uma pessoa famosa!
 
NOSSA! Ele dublou o Denzel Washington!
 
DENZEL WASHINGTON, que ganhou o Oscar!
 
OOOOOH!
 
QUE PESSOA IMPORTANTE É O BRIGGS!
 
...  6DrpkrA.gif
 
Ridículo, né?
 
Importante é o Denzel Washington. Que é um ator fenomenal, reconhecido internacionalmente, com talento consagrado... 
 
Mas que o Briggs pula no ombro feito papagaio de pirata, ficando à sombra do Denzel Washington e PARASITANDO a fama do cara.

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