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David Lynch

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David Lynch volta a atacar' date=' desta vez com voz e violão em novo álbum

Victor Amaro

 

 

 

 

 

lynch2-241x300.jpgO cultuado diretor de cinema David Lynch (“Cidade dos Sonhos”) resolveu fazer uma breve pausa em suas obras-primas em forma de filme para lançar um trabalho musical, com o LP “Crazy Clown Time”.  É o album debute, escrito e produzido por Lynch, com 14 músicas cantadas e tocadas ao som do violão do filmmaker americano famoso por filmes cults como “Veludo Azul”, “O Homem Elefante” e “Cidade dos Sonhos”, além da série “Twin Peaks”, que mesmo tendo sido gravada há mais de 20 anos ainda perturba a cabeça dos fãs.

Voltando ao disco… Lynch levou vários meses para gravá-lo, em sua

casa mesmo, com o engenheiro Dean Hurley, que encorpou o som tocando

violão e bateria em diversas músicas.  O processo de gravação, segundo

Lynch, foi cheio de incidentes: “o  álbum deveria estar no hospital”, e deve ser lançado dia 7 de novembro deste ano. O mais novo musicista célebre define seu som como um “blues moderno”.

“Crazy Clown Time” estará disponível em lojas físicas e virtuais,

incluindo um CD especial para colecionadores, vídeo exclusivo no iTunes e

LP duplo com músicas bônus.

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David Lynch inaugura bar inspirado no Club Silencio' date=' de Cidade dos Sonhos

O novo estabelecimento parisiense é fechado para sócios

Carina Toledo

04 de Setembro de 2011

 

 

 

 

 

 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

Silencio

 

 

 

 

 

 

silencio

 

 

 

 

 

 

David Lynch inaugurou em Paris um bar inspirado no Club Silencio, do filme Cidade dos Sonhos. Chamado apenas Silencio, o bar é o primeiro clube privativo a ser inaugurado na capital francesa.

O cultuado diretor decidiu pessoalmente todos os detalhes do

estabelecimento, da decoração ao cardápio, e inclusive desenhou a

maior parte dos móveis, inspirados pela década de 1950. As cadeiras

foram criadas para "induzir e manter um estado específico de atenção e abertura para o desconhecido", segundo Lynch.

Silencio está localizado em um lendário endereço parisiense: rua Montmartre, 142. Há rumores de que Molière foi enterrado ali, e Émile Zola teria imprimido o famoso artigo J'Accuse no porão da casa. Mas Arnaud Frisch, sócio de Lynch, não teme pelos fantasmas. "Sinto que eles estão do nosso lado", declarou ao The Guardian.

O estabeleciomento foi criado com a ideia de ser um lugar intimista

para confraternizações de artistas, mas ainda haverá dias em que será

permitido o acesso para não-sócios, após a meia-noite. A anuidade de

Silencio varia entre €420,00, para sócios abaixo de 30 anos e

não-residentes do país, e €1,500,00, para o título premium. Já o

título padrão custa €780 por ano.

Lynch trabalhou no lançamento de Silencio durante os últimos dois

anos, entre outros projetos paralelos. No momento, o diretor prepara-se

para lançar seu primeiro álbum, que se chama Crazy Clown Time e chega às lojas em 8 de novembro.

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Dei uma passeada pelo tópico só pra ver quando eu tinha postado alguma coisa e descobri que a resposta é: nunca. Eu tenho a impressão de ter falado sobre o Lynch, talvez tenha sido em algum tópico deletado. Enfim, por ocasião de ter assistido a O Homem Elefante, atualizo meu ranking.

 

01. O Homem Elefante

02. Uma História Real

03. Cidade dos Sonhos

04. A Estrada Perdida

05. Twin Peaks: Os Últimos Dias de Laura Palmer

 

Confesso que não sou assim um fanzaço dele. Mas passei a apreciá-lo mais depois de ver O Homem Elefante. Aquela sequência em que o personagem principal visita a casa do médico e conhece a esposa deste é das cenas mais belas e sensíveis do cinema.

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 Visto VELUDO AZUL

 

 veludo-azul-poster01.jpg

 

  Na trama, Jeffrey Beaumont (Kyle Maclachlan) é um jovem que descobre uma orelha humana solta no campo. Ele leva o caso a polícia, mas torna-se obcecado pelo mistério envolvendo a orelha. Jeffrey então começa a sua própria investigação, ajudado por Sandy Williams (Laura Dern), a filha de um detetive de polícia.

 

  VELUDO AZUL é uma história policial e um thriller erótico bem conduzido pelo David Lynch. O roteiro escrito pelo próprio diretor não tem nada de muito especial, pelo menos a primeira vista. Pois apesar de estar longe do universo surreal criado por Lynch em filmes posteriores como CIDADE DOS SONHOS e A ESTRADA PERDIDA, esta produção de 1986 já possui um forte caráter onírico, já que Lynch filma as cenas ora como um sonho, vide as sequências que abrem e fecham o filme, ora como um pesadelo, o que é reservado para as cenas-chave de VELUDO AZUL.

 

 O filme também parece versar sobre a curiosidade mórbida de todo ser humano. O protagonista torna-se obcecado com o mistério envolvendo a orelha (que na verdade e apenas o mcguffin que move a trama), e parece que quando mais descobre a respeito do submundo de onde vem a orelha, mais fundo quer ir, mesmo que isso o assuste pra caramba.

 

 O medo e a atração neste caso ganham forma respectivamente nas figuras de Dorothy Vallens (Isabella Rosellini) e Frank Booth (Dennis Hooper). A primeira é uma femme fatale subversiva, pois não tem nada de segura. e seu masoquismo soa mais como loucura do que propriamente uma tara. Já o personagem de Dennis Hooper é a personificação da perversão. A cena que introduz o personagem, onde vemos a relação doentia que ele tem com Dorothy o resumem. Frank gosta de transar com a parceira enquanto bate nela. Ele usa um respirador e cheira um pano de veludo azul, no meio do ato sexual, e ai de quem olhar pra ele enquanto faz isso. Em resumo, Frank Booth é um homem doentio.

 

 No final das contas, VELUDO AZUL não chega a ser um grande filme, pelo menos pra mim. Mas ainda assim é uma experiência cinematográfica bastante válida, e com a marca de seu diretor e estilo fortemente sensorial. Vale a conferida.

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Eu não curto o diretor de cinema tão aclamado, David Lynch, a ponto de odiá-lo. Fiz um post no meu blog, sobre isso, expressando em uma análise, se puderem ler: https://contoswhatever.wordpress.com/2015/03/27/criticalhit-porque-eu-odeio-as-obras-de-david-lynch/

 

Bom, quero saber de vocês gostam desse cara, se gostam, me digam porquê.

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