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henrique felipe

A Coisa (20??) Stephen King

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podem falar o que for, eu passo fácil este filme desnecessário...:angry::rolleyes:

Primeiras impressões classificam o filme como excelente e assustadora diversão

Pelas primeiras impressões que já circulam nas redes sociais sobre It: A Coisa, já dá para dizer que a recepção ao filme tem sido muito boa. Ao contrário de A Torre Negra, que se revelou um desastre já nestas primeiras reações, It: A Coisa está colecionando elogios na internet. Confira alguns exemplos de posts no twitter feitos por pessoas que já assistiram, que representam as opiniões que têm sido publicadas em geral:
 

“As crianças estão ótimas. E, para a minha surpresa, é bem engraçado” – Rebecca Pahle.
“Acabei de ver. Realmente bem feito. Elenco ótimo com alguns elementos visuais sinistros. Vai faturar muito dinheiro” – Steven Weintraub.
“Alto, assustador, engraçado. E o melhor de tudo: tem alma” – Chris Evangelista
“Empolgado porque posso dizer agora que It é espetacular. Totalmente assustador, mas também incrivelmente divertido (os Perdedores estão PERFEITOS)” – Eric Eisenberg

Jaeden Lieberher (Masters of Sex), Finn Wolfhard (Stranger Things), Chosen Jacobs (Hawaii Five-0), Jeremy Ray Taylor (Alvin e os Esquilos: Na Estrada), Wyatt Oleff (Guardiões da Galáxia), Jack Dylan Grazer (Scales) e Sophia Lillis (37) formam o “Clube dos Perdedores”, vítimas de Pennywise (Bill Skarsgard) no filme. A adaptação será dividida em dois filmes. A primeira parte tem estreia oficialmente no dia 8 de setembro deste ano.

e pra não perder hábito, erros de produção..:D

 

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22 hours ago, Jorge Soto said:

podem falar o que for, eu passo fácil este filme desnecessário...:angry::rolleyes:

Primeiras impressões classificam o filme como excelente e assustadora diversão

Pelas primeiras impressões que já circulam nas redes sociais sobre It: A Coisa, já dá para dizer que a recepção ao filme tem sido muito boa. Ao contrário de A Torre Negra, que se revelou um desastre já nestas primeiras reações, It: A Coisa está colecionando elogios na internet. Confira alguns exemplos de posts no twitter feitos por pessoas que já assistiram, que representam as opiniões que têm sido publicadas em geral:
 

“As crianças estão ótimas. E, para a minha surpresa, é bem engraçado” – Rebecca Pahle.
“Acabei de ver. Realmente bem feito. Elenco ótimo com alguns elementos visuais sinistros. Vai faturar muito dinheiro” – Steven Weintraub.
“Alto, assustador, engraçado. E o melhor de tudo: tem alma” – Chris Evangelista
“Empolgado porque posso dizer agora que It é espetacular. Totalmente assustador, mas também incrivelmente divertido (os Perdedores estão PERFEITOS)” – Eric Eisenberg

Jaeden Lieberher (Masters of Sex), Finn Wolfhard (Stranger Things), Chosen Jacobs (Hawaii Five-0), Jeremy Ray Taylor (Alvin e os Esquilos: Na Estrada), Wyatt Oleff (Guardiões da Galáxia), Jack Dylan Grazer (Scales) e Sophia Lillis (37) formam o “Clube dos Perdedores”, vítimas de Pennywise (Bill Skarsgard) no filme. A adaptação será dividida em dois filmes. A primeira parte tem estreia oficialmente no dia 8 de setembro deste ano.

e pra não perder hábito, erros de produção..:D

 

Ta ai.

 

O lance dê ser um terror/suspense Mas que seja divertido engraçado de forma a ser parte da dinâmica do filme sem estragar, ai da outra perspectiva até para a figura do palhaço e explique essa cara inofensiva.

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Stephen King adorou o filme

 

"Eu tenho certeza que os meus fãs vão gostar do filme. Eu acho que eles vão realmente curtir o filme. E eu acho que alguns deles vão voltar duas ou três vezes e verdadeiramente aproveitar a coisa. Eu voltei e assisti a ele uma segunda vez, e senti que nessa segunda vez eu estava vendo coisas que perdi na primeira."

 

"Eu tinha esperança, mas não estava preparado para quão bom ele é de verdade. É algo que é diferente, e, ao mesmo tempo, é algo que o público vai se identificar, e eles vão gostar dos personagens. Pois, para mim, é tudo sobre os personagens. Se você gosta dos personagens – se você se importa – os sustos geralmente funcionam.”

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King está pegando de volta o direito de várias de suas obras:

 

Stephen King is Taking Back the Rights to Some of His Biggest Horror Stories!

2385fd4b8de04f5c55ca65151a507b04?s=46&d=by Brad Miska

August 30, 2017

As the Stephen King take over continues with New Line Cinema’s IT next week,  the iconic horror author has quietly taken action to take back the rights to several of his high profile works.

One of the biggest stories of the year hit a few weeks back over at Zerner Law, who discovered that King recently filed notices that he intends to terminate the transfer of his licenses for the movies, The Dead Zone, Cujo, Creepshow, Children of the Corn, Cat’s Eye, and Firestarter.

The termination notices were mailed on August 31, 2016, and will be effective as of September 1, 2018. One year from this coming Friday King will be celebrating, probably with fava beans and a nice chianti.

In layman’s terms, King will have regained full rights to his stories The Dead Zone, Cujo, Creepshow, Children of the Corn, Cat’s Eye, and Firestarter next September. While the current rights holders will still be able to distribute their previously produced works, they will no longer be allowed to make new works, including sequels or remakes of the aforementioned titles:

“In other words, after September 1, 2018, if a studio wanted to make a sequel or remake of any of these movies, they would have to go back to Stephen King and make a new deal, explains the site.”

Here’s the complicated part: the termination only affects U.S. rights.  If a studio wanted to make a sequel to Dead Zone, for example, but only wanted to release it outside the U.S., it could, in theory, do that.

This sounds incredibly similar to what’s been going on with the Friday the 13th rights, which means there have got to be hundreds of terminations coming in the wake of this law. The consequences could be catastrophic to studios but it could lead to some fresh and exciting deals, especially when the rights are taken away from a studio who has done nothing but abuse them.

Speaking of, the timing of this story is hilarious as earlier this week we told you that Children of the Corn Producer Donald Borchers filed a federal copyright suit, alleging that he and not The Weinstein Company owns the sequel rights to the franchise. While I’m no legal expert, it looks like he’s wasting his time with this one…

In regards to the other works, here are some that have been in the pipeline that better start filming within the next 354 days.

Akiva Goldsman is set to remake King‘s Firestarter for Universal Pictures. Goldsman will be co-writing the screenplay with Scott Teems (Rectify). Released in 1984, Mark L. Lester directed the first adaptation about a couple who participated in a potent medical experiment who gain telekinetic ability and then have a child, played by Drew Barrymore, who is pyrokinetic. A miniseries follow-up to the film, entitled “Rekindled”, was released in 2002 on the Sci-Fi Channel.

Sunn Classic Pictures, veteran producer/director Mr. Lang Elliott, in 2015 announced plans to produce, distribute and reboot films from its library. One of the most popular properties in the library is the film based on the Stephen King book entitled “Cujo” that starred Dee Wallace Stone in Sunn’s 1983 motion picture version. The reboot is currently titled C.U.J.O., and stands for “Canine Unit Joint Operations”.  The screenplay has been completed and development is underway with Lang Elliott set to direct. DJ Perry was set to star.  Lewis Teague directed the 1983 adaptation in which a friendly St. Bernard named “Cujo” contracts rabies and conducts a reign of terror on a small American town. It sounds as if the remake will integrate military into the story?

http://bloody-disgusting.com/topnews/3456118/stephen-king-taking-back-rights-biggest-horror-stories/

 
Basicamente, quem quiser fazer continuação/remakes/whatever de A Hora da Zona Morta, Cujo, Creepshow, Colheita Maldita e Chamas da Vingança, vai ter que conversar com o cara primeiro. Chamas da Vingança já vai ter remake pela Universal.
 
Queria que o King tivesse feito isso antes do terrível Creepshow 3 e daquelas milhares de sequels inúteis que Colheita Maldita teve, mas antes tarde do que nunca.

 

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It: A Coisa | Polícia espera aumento de aparições de “palhaços sinistros” com estreia do filme

POR
 CAIO COLETTI
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 01/09/2017
 
 
 
  
it-1.jpg O palhaço Pennywise
 

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A polícia do estado da Pensilvânia (EUA) resolveu avisar cidadãos para se prepararem para a aparição de “palhaços sinistros” pelas ruas do estado com a aproximação da estreia de It: A Coisa, que traz o palhaço assassino Pennywise como protagonista.

 

“Com o outono de 2017 chegando, antecipamos que mais ‘palhaços assustadores’ devem aparecer durante o mês se setembro, especialmente porque o filme It: A Coisa vai ser lançado nos cinemas no dia 08. O filme, adaptado de um livro de Stephen King de mesmo nome, mostra um demônio maligno que toma a forma de um palhaço chamado Pennywise, que persegue crianças pelos esgotos para matá-las”, comentou a polícia em declaração oficial ao CBS News.

O boletim ainda nota que, no ano passado, 16 estados americanos reportaram aparições desses “palhaços sinistros”, um fenômeno que ocorre nos EUA desde os anos 80.

Jaeden Lieberher (Masters of Sex), Finn Wolfhard (Stranger Things), Chosen Jacobs (Hawaii Five-0), Jeremy Ray Taylor (Alvin e os Esquilos: Na Estrada), Wyatt Oleff (Guardiões da Galáxia), Jack Dylan Grazer (Scales) e Sophia Lillis (37) formam o “Clube dos Perdedores”, vítimas de Pennywise (Bill Skarsgard) no filme.

 

FONTE: OBSERVATÓRIO DO CINEMA

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It: A Coisa | Diretor revela por que Will Poulter não viveu Pennywise

Bill Skarsgård vive palhaço na nova adaptação
01/09/2017 - 14:05 - MARIANA CANHISARES
pennywise-poultron.jpg
 

Diretor de It: A Coisa, Andy Muschietti, explicou ao Cinema Blend por que Will Poulter (O Regresso) não interpreta Pennywise no seu longa, como era previsto quando Cary Fukunagaainda estava na direção.

"Estava muito, muito intrigado com a perspectiva de trabalhar com Will, sempre pensei que ele seria um incrível Pennywise. Falamos um pouco sobre isso, a ideia de fazer o filme mesmo com a ausência de Cary [Fukunaga]. Will basicamente expressou que estava perdendo interesse em interpretar o personagem, que era tão sombrio e assustador. Foi uma decisão pessoal e respeito isso, mas estava ansioso e disposto a encontrar meu próprio Pennywise e foi o que fizemos."

Na trama do longa, sete crianças conhecidas como "The Losers Club (o clube dos perdedores)" se deparam com os problemas da vida, bullying e um monstro que toma a forma de um palhaço chamado Pennywise (Bill Skarsgård). O filme estreia em 7 de setembro.

Publicado em 1986, A Coisa é um dos romances mais volumosos de Stephen King, com mais de 1.000 páginas. A aterrorizante história já foi adaptada para a TV em 1990 como um telefilme seriado - lançado em vídeo no Brasil.

 

FONTE: OMELETE

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It: A Coisa | Intérprete original do Pennywise admite que minissérie foi “uma decepção”

POR
 CAIO COLETTI
 -
 01/09/2017
 
 
 
  
pennyw-696x393.jpg Tim Curry na pele do Pennywise original
 

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Tim Curry, o lendário ator que interpretou o Pennywise na minissérie It: Uma Obra Prima do Medo, confessou em entrevista ao The Guardian que a minissérie foi “uma decepção”.

 

“Na época, lembro de me decepcionar especialmente com o final, em que se revela que Pennywise é essa espécie de aranha gigante”, contou ainda.

No livro original, os Perdedores confrontam Pennywise em “sua verdadeira forma” demoníaca no terceiro ato – e a minissérie original de 1990 foi criticada por, em seu orçamento baixo, não conseguir realizar a intenção de Stephen King com essa “viagem interdimensional”.

Jaeden Lieberher (Masters of Sex), Finn Wolfhard (Stranger Things), Chosen Jacobs (Hawaii Five-0), Jeremy Ray Taylor (Alvin e os Esquilos: Na Estrada), Wyatt Oleff (Guardiões da Galáxia), Jack Dylan Grazer (Scales) e Sophia Lillis (37) formam o “Clube dos Perdedores”, vítimas de Pennywise (Bill Skarsgard) no filme.

 

FONTE: OBSERVATÓRIO DO CINEMA

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‘It: A Coisa’: Tim Curry está animado para ver Bill Skarsgård como Pennywise

‘It: A Coisa’: Tim Curry está animado para ver Bill Skarsgård como Pennywise

Publicado em 02/09/2017 às 16:40 por Rafaela Gomes
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O veterano Tim Curry e o grande responsável por dar vida ao aterrorizante palhaço Pennywise nos anos 80 em ‘It: Uma Obra-prima do Medo‘, está animado com a ideia de rever o personagem pela perspectiva do jovem Bill Skarsgard.

Durante uma entrevista feita ao site ScreenGeek ao longo da Fan Expo Canada, Curry falou sobre o novo retrato que ‘It: A Coisa‘ trará, pontuando que estaria “fascinado para assistí-lo”.

Segundo ele:

“Eu gosto muito de Bill, acho que ele é realmente talentoso. Será interessante sua versão do palhaço, principalmente porque a escolha conceitual não é nada óbvia. Eu já assisti ao trailer e de fato não dá para vê-lo direito. Então eu estou fascinado para assistí-lo. Ele é muito bom mesmo”.

 

FONTE: CINEPOP

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It: A Coisa | Roteirista fala sobre corte de cena polêmica do livro

Cuidado com possíveis spoilers abaixo
05/09/2017 - 10:10 - CAMILA SOUSA
 
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[Cuidado com possíveis spoilers abaixo]

Em entrevista ao /Film, o roteirista Gary Dauberman falou sobre o corte de uma cena polêmica em It: A Coisa, que chega aos cinemas brasileiros esta semana. O trecho em questão narra uma cena de sexo entre as crianças:

“Para nós, foi uma conversa como ‘ok, qual é a intenção dessa cena? Há algum jeito de conseguirmos isso de outra forma?’. Essa foi a conversa que tivemos, mas não foi algo no que nos concentramos, ou algo assim”.

Dauberman também comentou se já pensa na sequência, que deve começar a produção em 2018: “Ainda não. Estou focado nesse e acho que todos também estão até o lançamento, para ver o que acontece. Claro, quando você está escrevendo o roteiro, é difícil não pensar sobre isso. Você quer pensar sobre o caminho que os personagens estão tomando, e tudo isso faz você sentir que há uma história além desse filme, mas foi o mais longe que cheguei”.

Na trama do primeiro longa, sete crianças conhecidas como "The Losers Club (o clube dos perdedores)" se deparam com os problemas da vida, bullying e um monstro que toma a forma de um palhaço chamado Pennywise (Bill Skarsgård). O filme estreia em 7 de setembro.

Publicado em 1986, A Coisa é um dos romances mais volumosos de Stephen King, com mais de 1.000 páginas. A aterrorizante história já foi adaptada para a TV em 1990 como um telefilme seriado - lançado em vídeo no Brasil.

 

FONTE: OMELETE

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It: A Coisa | Stephen King responde palhaços que criticam o filme: “Vocês são assustadores. Não é minha culpa”

POR
 CAIO COLETTI
 -
 06/09/2017
 
 
 
  
It-Movie-Director-Pennywise-Details-Weir Pennywise em It
 

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O escritor Stephen King respondeu, em entrevista ao Yahoo! Movies, a uma série de declarações da Associação Mundial de Palhaços sobre o filme It: A Coisa, que traz o palhaço assassino Pennywise, ter impactado em seus negócios na vida real.

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“Palhaços são assustadores. Não é culpa minha. Os palhaços podem ficar bravos o quanto quiserem, e isso é direito deles. Obviamente, eles amam crianças. Eu cheguei a apoiar alguns palhaços na Europa que me pediram para dizer algo legal sobre eles, porque eles visitavam crianças doentes em hospitais”, contou o autor.

“Quer dizer, se eu fosse uma criança doente e visse a m**** de um palhaço vindo na minha direção, todas as linhas do meu monitor cardíaco iam pular, porque ficaria muito assustado! Crianças tem medo de palhaços. Isso é um fato”, disse.

Jaeden Lieberher (Masters of Sex), Finn Wolfhard (Stranger Things), Chosen Jacobs (Hawaii Five-0), Jeremy Ray Taylor (Alvin e os Esquilos: Na Estrada), Wyatt Oleff (Guardiões da Galáxia), Jack Dylan Grazer (Scales) e Sophia Lillis (37) formam o “Clube dos Perdedores”, vítimas de Pennywise (Bill Skarsgard) no filme.

 

FONTE: OBSERVATÓRIO DO CINEMA

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 Visto IT: A COISA

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  A trama tem início em 1987, na pequena cidade de Derry, quando Georgie (Jacksson Robert Scott) um menino de seis anos, desaparece enquanto brincava na chuva sem deixar rastros. Meses depois, o irmão mais velho de George Bill (Jaeden Lieberher) continua inconformado com o desaparecimento do irmão caçula, e tem a esperança de encontra-lo com a ajuda de seus amigos, e começa a investigar os desaparecimentos de crianças que vem ocorrendo na cidade. Mas logo, o grupo começa a ser assombrado por assustadoras visões de seus medos mais profundos, sempre acompanhadas da ameaçadora figura do Palhaço Pennywise (Bill Skarsgãrd), manifestação de uma entidade maléfica que vive á séculos na região, causando uma série de desgraças sempre que aparece.

 Baseado em um dos mais aclamados romances de Stephen King, IT é a segunda versão audiovisual da história, a primeira tendo sido uma minissérie lançada para a TV em 1990 com Tim Curry no papel do palhaço assassino. Diferente da versão televisiva, que adaptava as mais de mil páginas do livro acompanhando o "Clube dos Perdedores", como Bill e seus amigos se autodenominam, tanto quando crianças quanto na vida adulta, a versão cinematográfica opta acertadamente por se concentrar somente na infância dos protagonistas. Embora a minissérie de 1990 tenha muitos defeitos, ela se tornou um clássico cult, fazendo com que muitos olhassem a nova versão com desconfiança. A pergunta afinal é: valeu a pena trazer Pennywise de volta? Após assistir IT, minha resposta é um grande e sonoro "Sim!". A nova versão dirigida por Andy Muschietti é um puta filmaço que faz jus a obra de King, uma história de horror bem contada com um vilão sádico e assustador, mas principalmente pelas sete crianças protagonistas, que formam um grupo entrosado e carismático, com quem realmente nos preocupamos, e cujos horrores lançados sobre eles por Pennywise e pela própria cidade de Derry, funcionam como metáforas das passagens da infância para a maturidade, passagens essas que nem sempre são agradáveis.

  O roteiro escrito a quatro mãos por Chase Palmer e Gary Dauberman (baseado em roteiro previamente escrito por Cary Fukunaga ) após iniciar com uma sequência pré créditos extremamente competente que dita o tom do filme e apresenta a ameaça a ser enfrentada pelos heróis, constrói com calma a dinâmica entre o "Clube dos Perdedores" formado por Bill,  Richie (Finn Wolfhard), Eddie (Jack Dylan Grazer) Stan (Wyatt Oleff) Beverly (Sophia Lillis) Ben (Jeremy Ray Taylor) e Mike (Chosen Jakobs), dando a cada personagem, características e dramas próprios. As brincadeiras e convivência do grupo são extremamente naturais, não só dando ao filme um delicioso gosto de "aventura juvenil" (o que não deixa de ser) remetendo a clássicos oitentistas como CONTA COMIGO e OS GOONIES, mas faz com que realmente temamos e nos importemos com cada um deles, quando os ataques de Pennywise passam a se tornar mais frequentes e violentos. Ao mesmo tempo, o roteiro faz questão de mostrar que aquelas crianças estão realmente por conta própria, já que pouquíssimos adultos aparecem ao longo do filme, e quando aparecem, não apenas surgem como figuras hostis, que não dão atenção as crianças como deveriam,  mas chegam mesmo a representar uma ameaça, como no caso do pedófilo pai de Beverly (Stephen Bogaert). Não por acaso, muitas das manifestações escolhidas pelo vilão para assombrar as crianças, remetem as complicada relações com suas figuras paternas, seja o sangue que enche o banheiro de Bev, o leproso que aterroriza o hipocondríaco Eddie, ou a "mulher do quadro" que assombra Stan. As crianças de IT parecem totalmente negligenciadas,  deixadas sozinhas não só para tentar sobreviver a Pennywise, mas com qualquer outro problema que surja, seja a perseguição do bully psicótico Henry Bowers (Nicholas Hamilton) ou mesmo com suas próprias inseguranças e tristezas.

 Como dito acima, o elenco infantil parece ter sido escolhido a dedo, e é magnificamente bem dirigido. Embora os sete estejam ótimos, alguns acabam se sobressaindo, como é o caso de Finn Wolfhand, que após alcançar fama pela série STRANGER THINGS ganha aqui a chance de exercitar um pouco a sua veia cômica, já que Richie é o piadista do grupo, não perde uma chance de tirar um sarro dos amigos, e acaba funcionando para aliviar a tensão de algumas cenas. Sophia Lillis talvez seja um nome a se prestar mais atenção no futuro, já que consegue um ótimo equilíbrio entre meiguice e força para a sua personagem, e ainda transmite uma maturidade muito maior que a de seus amigos, já que justamente pelo fato de ser mulher, tem muito mais consciência de que esta crescendo do que os outros, situação que rende tanto momentos divertidos quanto tensos. Por fim,  Jack Dylan Grazer tem um arco dramático que tanto diverte quanto emociona, pois se sua hipocondria pode soar hilária em alguns momentos, em outros mostra-se fruto de muito sofrimento para o menino, e fruto da influência dominadora que a mãe exerce sobre ele.

 Mas o que todos queriam realmente saber é se Bill Skarsgãrd estava a altura do trabalho de Tim Curry na minissérie dos anos 90. Pra mim sim, embora sejam duas leituras completamente distintas. O Pennywise do filme de 2017 é uma figura muito mais monstruosa e "alienígena" do que aquela figura vivida por Curry, a começar pelo seu figurino, que remete a arlequins da renascença, o que já indica que há algo estranho com esse palhaço. Embora seja capaz de demonstrar simpatia, o Pennywise de Skarsgãrd nunca parece confiável (se é que podemos dizer que algum palhaço parece confiável) e mantém um constante olhar de ameaça no rosto . Quando ele ataca as crianças, é realmente pra valer, demonstrando imensa satisfação ao perceber quando suas vítimas estão com medo. Em resumo, o novo Pennywise parece muito mais uma fera que se diverte ao ver suas presas sofrerem, do que um maníaco vestido de palhaço, embora também o seja, o que acho que super funcionou.

  A direção de Andy Muschietti é bastante competente. O diretor já havia mostrado que sabia construir atmosfera e que era muito bom dirigindo elenco infantil em seu filme de estréia, MAMA, e aqui ele eleva essas qualidades para o próximo nível. O cineasta também se cerca de uma ótima equipe técnica, com destaque para a ótima fotografia de Chuung Hoong Chung (colaborador habitual de Chan Wook Park) que tem um papel fundamental em criar o caráter juvenil, mas também altamente sombrio da história. A direção de arte também merece destaque, desde a construção de cenários visualmente impressionantes, como o covil de Pennywise, como também pelos detalhes com que mostra ambientes pessoais, como o quarto de alguns dos Perdedores.

 O filme entretanto, possuem defeitos que o impedem por pouco de alcançar o status de "obra prima do medo" que a minissérie de 90 reivindicava. Assim como havia acontecido em MAMA, o diretor se perde quando troca as sequências de efeitos práticos (que felizmente são muitas) pelo CGI, sabotando momentos que até então estavam em um excelente crescendo de tensão, como a cena envolvendo um projetor de sildes. E se o diretor acerta a maior parte do tempo ao inserir a trilha sonora em "montagens elipses" (recurso típico das produções oitentistas que o filme homenageia) perde a mão em alguns momentos, de forma especialmente gritante na sequência que envolve a limpeza do banheiro de Beverly. Por fim, a montagem parece ter problemas na hora de retratar as sequências mais frenéticas, o que é bastante sentido durante o climax da narrativa, que escorrega narrativamente em alguns aspectos também.

 Mas apesar destes defeitos, IT pode se orgulhar de ser um dos melhores filmes de terror do ano. Uma excelente aventura juvenil, onde o medo e o sangue estão sim presentes, mas que também conta uma bela história de amizade, e aceitação das diferenças, onde os horrores despejados sobre o Clube dos Perdedores por um cruel palhaço assassino são apenas representações da vida adulta, que vem sim com coisas horríveis, como a dor do luto, a consciência da maldade do próprio ser humanos e a apatia que gera preconceitos de gênero, raça ou credo, mas que também traz coisas bonitas, como a descoberta do amor e dos verdadeiros laços de amizade. Isso é mais do que a maioria dos filmes de horror blockbusters podem dizer nos dias de hoje. Recomendo fortemente.

PS: Embora exista um gancho para uma sequência (que com o dinheiro que o filme está fazendo, já é inevitável) o filme funciona perfeitamente como uma história auto contida, que poderia muito bem ser encerrada ali. Mas que venha a sequência, que vai ter bastante trabalho pra manter o nível alcançado por esse filme.

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Não é um filme assustador, mas é um filme delicioso. E o mais importante, tem alma e muita personalidade!

Quero dizer, tem lá seus momentos de tensão. Mas a lembrança que fica depois é dos momentos de descontração. Diria que é mais uma refilmagem "espiritual" do Conta Comigo. A premissa é basicamente a mesma: um grupo de garotos que se une em busca do corpo de um menino desaparecido, enquanto isso eles têm que lidar com jovens brigões mais velhos e fugir dos adultos. Pennywise é só um detalhe ao fundo, representando (de modo mais palpável) os medos e inseguranças dos meninos (e menina).

No livro e no seriado, o centro da narrativa era o Pennywise. A partir dele que o passado e o presente se conectavam. Mas como este filme optou por contar só a parte da infância, o paralelo se perde. E um pouco da narrativa se perde também.  Dá a sensação que ela não avança. Mas, tal qual o Conta Comigo, não é sobre o desenvolvimento da trama, mas mais das pequenas coisas, dos momentos vividos.

O Pennywise está interessante e serve bem à proposta. Mas é exposto em demasia, de forma que, lá pelo final, parte da tensão se perde. Ele já não causa mais incômodo, apesar de ainda ser uma figura ameaçadora. (spoiler) Sobretudo na parte em que ele negocia com os meninos na troca dele levar um e deixa o resto ir embora. Isso passa um ar de trivialidade e banalidade que não condiz com uma criatura tão além da nossa compreensão. E em algumas partes em que ele brinca com as vítimas parece "humano" demais. A sensação que passa é que é um psicopata fantasiado. Mas não quer dizer que o ator não dá conta. Dá sim! Mas alguma coisa ali faltou do magnetismo e o carisma que o Tim Curry (em sua performance exagerada) conferia ao personagem.

Cabe perguntar se o filme será capaz de "traumatizar" uma nova geração (apesar da censura mais alta) assim como a série, com todos os seus problemas, fez.

 

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6 hours ago, conan said:

Quero dizer, tem lá seus momentos de tensão. Mas a lembrança que fica depois é dos momentos de descontração. Diria que é mais uma refilmagem "espiritual" do Conta Comigo. A premissa é basicamente a mesma: um grupo de garotos que se une em busca do corpo de um menino desaparecido, enquanto isso eles têm que lidar com jovens brigões mais velhos e fugir dos adultos. Pennywise é só um detalhe ao fundo, representando (de modo mais palpável) os medos e inseguranças dos meninos (e menina).

 Acho exagero chamar de "refilmagem espiritual" de CONTA COMIGO.  A influência do filme do Rob Reiner é clara e ululante, assim como a de outros projetos, como OS GOONIES ou A HORA DO PESADELO. Até por que a ideia do Bill não era encontrar o corpo do irmão e sim o moleque vivo (essa é a jornada dramática dele no filme, aprender a conviver com a realidade da morte, por por mais óbvio que fosse, ele não aceitava que o Georgie tinha morrido). O resto são semelhanças inerentes a obra de King, que se repetiam inclusive na minissérie dos anos 90, assim como em outros trabalhos posteriores baseados na obra do autor.

 

6 hours ago, conan said:

No livro e no seriado, o centro da narrativa era o Pennywise. A partir dele que o passado e o presente se conectavam. Mas como este filme optou por contar só a parte da infância, o paralelo se perde.

 Cara, no livro nem tanto, creio eu. O Pennywise aparece muito menos no livro do que neste filme aqui ou na minissérie dos anos 90. E vejo o papel da Coisa no livro muito semelhante ao desempenhado nesse filme. Pennywise e suas diversas formas são metáforas dos medos e inseguranças de seus personagens, e a batalha contra ele na infância uma grande metáfora sobre o amadurecimento. Isso se repete no filme do Muschetti, mas se perdia um pouco na minissérie dos anos 90. De fato, o paralelo se perde neste filme, por que não existe "presente" pra fazer paralelo. Mas mais do que isso, o filme tem uma relação bem diferente com a nostalgia do que a existente no livro ou na minissérie dos anos 90. Há exemplo de CONTA COMIGO, havia o ponto de vista dos personagens mais velhos em relação aos eventos do passado. De certa forma, a nostalgia transmitida ao público vem muito do ponto de vista que os próprios personagens lançam para a história. Isso não existe aqui, e a sensação de nostalgia se dá muito mais pelo contexto em que os personagens estão inseridos (e o filme felizmente escapa de se tornar escravo da nostalgia).

 

7 hours ago, conan said:

E um pouco da narrativa se perde também.  Dá a sensação que ela não avança. Mas, tal qual o Conta Comigo, não é sobre o desenvolvimento da trama, mas mais das pequenas coisas, dos momentos vividos.

 Entendo parte do argumento, e de fato, os personagens são mais importantes do que a trama aqui, mas não diria que a trama não avança, e nem acho a comparação com CONTA COMIGO válida nesse aspecto. No CONTA COMIGO, encontrar o corpo era somente o Mcguffin, a desculpa pra colocar aquelas crianças juntas na estrada. A interação entre elas era só o que importava no fim das contas. Não vejo IT nesse aspecto, pois a existência do Pennywise é o motor da narrativa não apenas nos sentido de unir essas crianças, e expor os traumas e inseguranças de cada um dos personagens, mas também de faze-los perceber o quão sozinhos estão naquela cidade, e de quão imperfeitos são os adultos que em tese, deveriam protege-los (e por consequência, a vida). Perceba que o filme leva muito tempo construindo os personagens antes de faze-los perceber que estão sendo perseguidos pela Coisa, e acho isso excepcional, pois quando os personagens estão em perigo, nos importamos muito com eles. Cada embate com o palhaço leva os personagens algum lugar, até chegar ao ponto onde o grupo quase racha (o que não ocorre nem no livro, e nem na minissérie) já que passam a considerar que talvez possam simplesmente deixar o vilão pra lá (ou seja, vislumbram a possibilidade de agirem exatamente como os adultos da cidade). Então não compartilho da sensação de que a trama não avança.

7 hours ago, conan said:

O Pennywise está interessante e serve bem à proposta. Mas é exposto em demasia, de forma que, lá pelo final, parte da tensão se perde. Ele já não causa mais incômodo, apesar de ainda ser uma figura ameaçadora.

 

  Isso é herança da minissérie dos anos 90, que aumentou a participação do Pennywise na trama. Não chegou a me incomodar, mas concordo que tinha momentos em que ele não precisava aparecer mesmo.

 

7 hours ago, conan said:

Sobretudo na parte em que ele negocia com os meninos na troca dele levar um e deixa o resto ir embora. Isso passa um ar de trivialidade e banalidade que não condiz com uma criatura tão além da nossa compreensão.

 Como você mesmo apontou em outro post, o King exagerou nos ares épicos da criatura, pois se pararmos pra pensar, os objetivos do Pennywise são bem simples. Se alimentar, e dormir. Mesmo o sadismo dele tem uma função lógica e prática, já que ele precisa que as suas vítimas sintam medo. Esse momento da "negociação" do final, eu vi bem mais como uma tentativa do vilão de quebrar a união do grupo do que uma negociação propriamente dita, já que era essa união que tornava os Losers uma ameaça para ele. Não vi esse ar de trivialidade e banalidade não, até por que tá dentro da lógica de ameaça que os losers representavam pro palhaço.

7 hours ago, conan said:

E em algumas partes em que ele brinca com as vítimas parece "humano" demais. A sensação que passa é que é um psicopata fantasiado.

  

  Cara, tive a sensação justamente oposta. Pra mim, esse palhaço é totalmente animalesco, quase denunciando o fato de que ele não é humano. Claro, o fato de ele entrar em confronto físico direto com as crianças talvez seja o que gera essa sensação (algo que não poderíamos imaginar do palhaço do Tim Curry) mas devo dizer que prefiro assim, e pra mim só aumentou a sensação de que Pennywise não é um homem fantasiado e sim uma espécie de fera alienígena.

 

7 hours ago, conan said:

 

Cabe perguntar se o filme será capaz de "traumatizar" uma nova geração (apesar da censura mais alta) assim como a série, com todos os seus problemas, fez.

 

 Isso só o tempo pra dizer. Mas tem potencial pra isso.

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It: A Coisa se torna a quinta maior bilheteria de um filme de terror para maiores nos EUA

Longa fez mais de US$ 100 milhões em seu primeiro fim de semana
10/09/2017 - 16:16 - FÁBIO DE SOUZA GOMES
 
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It: A Coisa quebrou diversos recordes com sua estreia nos EUA. Além de ter se tornado a maior abertura de setembro ao fazer US$ 117 milhões (o antigo recorde era de US$ 41 milhões de Hotel Transilvânia 2) - leia mais -  o longa ainda entrou para história com outras barreiras quebradas.

O sucesso de It: A Coisa foi tão grande que, em apenas três dias, o longa fez a quinta maior bilheteria geral (US$ 117 milhões) para um filme de terror para maiores na história dos EUA. O longa conta ainda com a segunda maior abertura para um filme para maiores no ano inteiro, atrás apenas de Deadpool que fez US$ 132 milhões em fevereiro de 2016.

A produção também se tornou a maior abertura para um filme de terror na história do cinema americano; independente da classificação etária, já que há uma seperação entre filmes para maiores (+18) e o restante das classificações. Atividade Paranormal 3, que fez US$ 52 milhões, era o recorde anterior.

Na trama do primeiro longa, sete crianças conhecidas como "The Losers Club (o clube dos perdedores)" se deparam com os problemas da vida, bullying e um monstro que toma a forma de um palhaço chamado Pennywise (Bill Skarsgård). O filme está em cartaz nos cinemas .

 

FONTE: OMELETE

Imagino a cara dos produtores com esses dados. Mais ou menos assim...

 

Resultado de imagem para gif pennywise smile

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5 hours ago, Jailcante said:

E 117? Pqp. Mais que o dobro do Atividade Paranormal 3.

E olha que rolou o furacão por lá, o que fez muitas pessoas ficarem em casa. Imagino que o resultado financeiro sem o furacão poderia ter sido ainda mais significativo.

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Assisti ontem. Gostei demais. Nota 4/4. Recomendadíssimo.

Como o Jeremy falou, é A Hora do Pesadelo com Goonies. E até acho que agora pode se fazer um A Hora do Pesadelo com crianças (se bem que ficaria pouco relevante agora por causa desse filme aqui).

Minha ressalva - spoilers - seria que tem poucas mortes, porque a gurizada a gente já sabe que não morre, então as vezes que o Pennywise aparece pra eles, já se sabe que vai ficar no susto. Faltou ele ir atrás de outras pessoas e "ir até o fim", pra dar uma sensação de perigo maior pra ele (não estou falando em se matar 1000 pessoas, mas umas 2 ou 3 ali poderiam ter ido pro saco - os bullies ali poderiam ter ido todos pro saco). Mas a morte do menino no começo foi bem ousada, já que é difícil ver criança morrendo de modo tão violento no mainstream americano.

 

No mais, é muito bem feito. Pennywise tem um visu e comportamento assustador mesmo (ele vai ser o Freddy Krugger dessa geração, com certeza), e a gurizada é 10+. Que bom ver criança se comportando como criança mesmo no meio de uma situação tão extrema.

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