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Animações DC Universe.

Qual o melhor filme animado da DC?  

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  1. 1. Qual o melhor filme animado da DC?

    • A Morte do Superman
      2
    • Liga da Justica: Nova Fronteira
      1
    • Batman: O Cavaleiro de Gotham
      1
    • Mulher Maravilha
      1
    • Lanterna Verde - Primeiro Voo
      0
    • Batman e Superman - Inimigos Públicos
      0
    • Liga da Justiça - Crise em Duas Terras
      2
    • Batman contra o Capuz Vermelho
      4
    • Outro. Qual?
      0


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+ UMA BOA NOTÍCIA!!!

 

Justice League: War pode dar vida a novo universo animado


Postado em 16/07/2013, por Morcelli
Em: Notícias , TV e Games
 

 

 

 

 

 

 

 

Foi confirmado hoje por Gary Miereanu, RP da divisão de animações para DVD/Blu-Ray da Warner Bros. que a próxima animação longa metragem baseada nos personagens DC Comics será Justice League: War, adaptando o primeiro arco de Liga da Justiça dos Novos 52 feito por Geoff Johns e Jim Lee. Já foi confirmado também que Jason O’Mara (do seriado Vegas) dublará o Batman enquanto Shemar Moore (do seriado Criminal Minds) empresta sua voz ao Ciborgue.

justice-league-war-680x1024.jpg

Certamente não é uma coincidência que o primeiro arco de histórias dos Novos 52, iniciado no mesmo dia em que o velho Universo DC acabou com a última edição de Ponto de Ignição, se torne animação exatamente quanto esta última saga do UDC pré Relaunch sai agora em animação. É bem provável que uma cronologia narrativa seja iniciada a partir de agora, talvez até fazendo ponte com uma possível nova série animada da Liga produzida por Bruce Timm.

Neste primeiro arco de seis partes os heróis Lanterna Verde, Batman, Superman, Aquaman, Mulher-Maravilha, Flash e Ciborgue se unem pela primeira vez para impedir a invasão de Darkseid e suas forças de Apokolips à Terra.

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 É bom mas é ruim.

 

 Uma nova serie animada da Liga é uma otima idéia.

 

 Mas por outro lado, eu gostava também da idéia de filmes animados que adaptavam grandes clássicos das HQs. Estava esperando adaptações de BATMAN: A PIADA MORTAL, LIGA DA JUSTIÇA: O REINO DO AMANHÃ, SUPERMAN: O ADEUS e por ai vai.

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Son of Batman e Batman: Assault on Arkham serão os próximas longas animados da WB/DC Batman terá duas histórias contadas em DVD e Blu-ray em 2014

Marcelo Hessel

25 de Julho de 2013

batman-and-son.jpg
 

Justice League: War, adaptação da origem da Liga da Justiça nos Novos 52, não é o único longa-metragem animado que a Warner/DC lançará em 2014. Segundo o World's Finest, um representante da WB confirmou que Son of Batman e Batman: Assault on Arkham serão os dois próximos e sairão respectivamente na metade de 2014 e no final de 2014.

Son of Batman adapta a história "Batman & Son" de Grant Morrison e Andy Kubert que apresentou nos quadrinhos, em 2006, o filho de Bruce Wayne com Talia al Ghul, Damian. Já Assault on Arkham se ambienta no universo dos jogos Batman: Arkham e, por isso, provavelmente terá uma trama inédita.

Antes de tudo isso, chega às lojas na semana que vem, nos EUA, Justice League: The Flashpoint Paradox, longa animado que adapta a saga Ponto de Ignição - ligada às realidades alternativas e origem do reinício de todo o universo da DC que resultou em 52 novas séries mensais.

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 Visto SUPERMAN VS A ELITE

 

 

1609033h.jpg

  Na trama, Superman vê um novo grupo conhecido coo A Elite começar uma carreira de combate ao crime. Entretanto, os métodos extremos da equipe liderada por Manchester Black fazem com que o homem de aço os veja como uma ameaça. Mas a medida em que a Elite vai ganhando apoio popular, Superman passa a se perguntar se ainda existe lugar no mundo para seus métodos mais brandos.

 

  Baseado em historia escrita por Joe Kelly SUPERMAN VS A ELITE é uma historia que coloca o "velho" bom mocismo representado na figura do Superman contra as "novas" ações efetivas da Elite. É interessante assistir ao filme em comparação a MAN OF STEEL, onde o icônico personagem se submete as regras do "herói contemporâneo". Não que eu condene o filme de Zack Snyder, pois as decisões funcionaram naquele filme.

 

 Ainda assim, é muito interessante as discussões que o filme levanta. Vide a cena onde a população clama pela morte de um criminoso, e a banalização da violência que o homem de aço testemunha ao usar a sua superaudição para ouvir uma brincadeira entre duas crianças, onde uma delas quer ser o personagem que pode matar.

 

 Os personagens também são bem construídos. Desde o início, vemos que o Superman muitas vezes duvida da doutrina que decidiu seguir, vide o seu 1º confronto com o vilão Caveira Atômica. Já o antagonista Manchester Black e seus comandados surgem como uma ameaça real ao Superman, e o jeito mais descolado e sarcástico da equipe são um contraponto perfeito ao "bom mocismo" do herói, e realmente plantam duvidas se os métodos do Superman são os mais eficazes.

 

 Com um clímax eletrizante dramaticamente falando, e condizente com o que havia sido mostrado SUPERMAN VS A ELITE se revela uma ótima animação, e uma breve porém interessante analise sobre o velho duelo na cultura pop do modelo clássico do herói contra a figura do anti herói. Vale a conferida.

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>>> Putz, a cada nova imagem o hype só aumenta:

 

Justice League: War | Veja o visual de Darkseid para a animação Novo longa da DC será lançado em 2014
Natália Bridi
20 de Setembro de 2013
 
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64
 
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Justice League: War, o próximo longa animado da Warner/DC depois de Justice League: The Flashpoint Paradox, veja o visual no Lanterna Verde:

Justice-League-War-Lanterna-Verde-01.jpg

[13/09] Veja o visual do vilão Darkseid:

Justice-League-War-Darkseid.jpg

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Aquaman terá longa-metragem animado Herói estrelará seu próprio filme futuramente

Érico Borgo

12 de Outubro de 2013

 

 

 

aquaman____.jpg
 

Gary Miereanu, relações-públicas da DC Comics, revelou durante um painel na New York Comic-Con que Aquaman será um dos próximos personagens da editora a estrelar uma animação própria.

Normalmente esquecido nas iniciativas para outras mídias da Warner Bros. dos heróis da DC, Aquaman teve uma elogiada fase nos quadrinhos no reinício editorial Novos 52, o que mostrou o potencial do personagem e deve ter animados os executivos a investirem nele.

O longa animado não tem qualquer previsão de lançamento, já que Miereanu disse apenas que será "no futuro".

Em agosto, o roteirista Geoff Johns  já havia comentado hipótese semelhante, mas ainda não se sabia se seria um filme exclusivo do regente de Atlântida ou se ele simplesmente apareceria em um filme da Liga.

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 Assisti BATMAN/SUPERMAN: INIMIGOS PUBLICOS

 

 Superman-Batman-Inimigos-P%C3%BAblicos.j

 

 Baseado na historia homônima de Jeph Loeb, esta é cm certeza um dos longas animados mais fraquinhos lançados pela DC. O material original de Jeph Loeb não era particularmente brilhante, mas ao meu ver era bastante divertido devido a seu ritmo frenético, que funciona bem na HQ, mas não aqui. Embora o filme corte subtramas dispensáveis da HQ de Loeb, não garante um roteiro atraente. Os diálogos são fracos, a animação deixa a desejar quando comparado a outros trabalhos, e não há nenhuma cena de ação digna de nota. 

 

 Em resumo, não vale muito a pena. É inferior inclusive a sequência BATMAN/SUPERMAN: APOCALIPSE que também não era grande coisa.

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Mulher-Maravilha pode ganhar um filme animado

 

Longa não será intitulado "Mulher-Maravilha"

Aline Diniz
24 de Outubro de 2013
3
 
 
mulher_maravilha.jpg
 

Enquanto a possibilidade de um filme com atores da Mulher-Maravilha não vem, James Tucker, o supervisor de produção de animações da Warner Bros e DC, explicou que pode ser que venha por aí um longa animado sobre a amazona - que não contará com seu nome no título.

O longa será feito dentro da Liga da Justiça e terá como foco a guerreira amazona. Tucker explica que a decição foi tomada para "ajudar personagens que não conseguem bancar seus DVDs sozinhos", adicionando que esse julgamento não é seu. "[Fizemos isso] com base nas vendas."

A Mulher-Maravilha já ganhou recentemente um longa-animado, em 2009 - leia mais. Segundo o Hollywood Reporter, apesar do filme ter recebido boas críticas, ele não vendeu o suficiente para que a amazona tivesse mais filmes solo no mercado de animações direto em DVD.

"Lidaremos com a Mulher-Maravilha do nosso jeito, quer eles decidirem fazer um filme com atores ou não", continuou Tucker. "Eu gosto dela como personagem e quero colocá-la como protagonista quantas vezes pudermos. Mas vai provavelmente ser no contexto de um filme da Liga da Justiça."

 

fonte: http://omelete.uol.com.br/mulher-maravilha/cinema/mulher-maravilha-pode-ganhar-um-filme-animado/#.Ump3BexTtet

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Paralelamente ao lançamento da vindoura JL:War a WB está lançando outro DVD JL:Trapped in Time, voltado ao público mais jovem, inclusive com o Robin participando da formação:

 

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Parafraseando o pessoal do MdM: O que eu acho??? Achei interessante a idéia mas PQP!!! Trollaram o Batman, além da elipse amarela, é o único com o cuecão bizarro!!!

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Paralelamente ao lançamento da vindoura JL:War a WB está lançando outro DVD JL:Trapped in Time, voltado ao público mais jovem, inclusive com o Robin participando da formação:

 

jladvd1h.jpg

 

 

Parafraseando o pessoal do MdM: O que eu acho??? Achei interessante a idéia mas PQP!!! Trollaram o Batman, além da elipse amarela, é o único com o cuecão bizarro!!!

 

 

deve ser pra pararem de focar no Superman quando o assunto é cueca...  :D

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 Visto O FILHO DO BATMAN

 

 son_of_batman.jpg

 

 

  Baseado em BATMAN E FILHO, de Grant Morrison e Adam Kubert, que marcou o início da longa passagem de Morrison pelas historias do morcego, devo dizer que gostei bem mais do filme do que eu esperava. Conseguiu ser bem melhor do que seu material base, com um visual bastante bacana, mas que narrativamente fica bem longe da intensidade alcançada por outras animações do Animated DC Universe.

 

  O filme tem um prologo bastante promissor, com o ataque das forças do Exterminador a sede da Liga Dos Assassinos, e o consequente assassinato de Ras Al Ghul. Ali vemos que o filme não poupa na violência gráfica, com direito a membros decepados, peitos trespassados por espadas ensanguentadas e corpos irrompendo em chamas. É tudo muito brutal e visceral. Faz-se até um paralelo interessante entre Damian e Bruce, dois garotos que presenciam o assassinato de pessoas queridas, pais no caso de Bruce, avô no caso de Damian.

 

  Mas passado o prólogo, o filme cai um pouco quando a historia se muda para Gotham, e Batman entra na narrativa. A animação é mais competente que a HQ ao mostrar a reação de Bruce ao descobrir que tem um filho, e de como ele tenta mudar o caráter plenamente homicida desta criança, que tem em Ras Al Ghul a sua principal referência. O grande problema da HQ de Morrison é que em momento nenhum vemos Bruce tentando estabelecer algum tipo de ligação com o filho, coisa que o filme corrige, ao acertadamente acompanharmos a transformação do garoto no novo Robin (algo que nas Hqs só ocorreria depois da "morte" de Bruce nas hqs).

 

  Como eu já disse antes, a ação do filme é bem visceral. O FILHO DO BATMAN não é uma animação pra crianças, com direito a mostrar o lado bem dark de Gotham, com direito a traficantes de drogas e prostitutas. Mas se por um lado, a ação não tem medo da violência, por outro, ela soa pouco inventivo, com tanto Damian quanto Batman usando exatamente as mesmas táticas de combate em praticamente todas as sequências de ação.

 

 O filme possui um vilão fraco também. O Exterminador (que não faz parte do enredo originai) é um baita vilão, mas nos últimos anos, devido a superexposição, acabou sendo banalizado, e aqui surge somente como um ex aprendiz de Ras que esta com raivinha por não ter sido escolhido como o seu sucessor. Um desperdício total de um baita personagem.

 

  No geral, O FILHO DO BATMAN é um bom entretenimento, mas que provavelmente será esquecido assim que os créditos subirem. O filme mostra que não basta ter cenas de ação sanguinárias se elas não forem minimamente criativas. Como eu disse antes, é melhor do que o seu material base (embora pra mim não foi um grande desafio, pois tenho sérios problemas com a fase Morrison a frente do morcego), mas faltou a intensidade emocional vista em filmes como BATMAN CONTRA O CAPUZ VERMELHO, SUPERMAN VS A ELITE, ou mesmo os visualmente mais ingênuos LIGA DA JUSTIÇA: CRISE EM DUAS TERRAS e LANTERNA VERDE: PRIMEIRO VÔO.

 

  Vamos esperar que o próximo longa animado, que se passara dentro do universo criado nos games da série "Arkham" se saia melhor.

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 Trailer e pôster do próximo filme animado, BATMAN: ASSAULT ON ARKHAM

 

  http://www.youtube.com/watch?v=ZN_jlZc6fzA

 

 

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  A trama se passa dentro do universo dos games da série ARKHAM, situando- dois anos após ARKHAM ORIGINS e cinco anos antes de ARKHAM ASYLUM. Na história, o Coringa escondeu uma bomba nuclear em algum lugar do país. A crise obriga Batman a unir forças com o recém formado Esquadrão Suicida.

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 Visto BATMAN: ASSAULT ON ARKHAM

 

 Assault-On-Arkham-dvd.jpg

 

 

   Situado dentro do universo da série de games Arkham, a trama acompanha o Esquadrão Suicida, formado pelo Pistoleiro, Capitão Bumerangue, Nevasca, Aranha Negra, Arlequina e Tubarão Rei, que devem se infiltrar no Asilo Arkham para recuperar um pen drive contendo informações confidenciais roubado pelo Charada. Ao mesmo tempo, Batman tenta encontrar uma bomba nuclear que o Coringa escondeu em algum lugar de Gotham City.

 

  Embora o nome do Batman esteja no título, o morcego atua como um coadjuvante de luxo, pois o filme trata-se mesmo de uma aventura do Esquadrão Suicida, resgatando as melhores características da equipe. Apresentando-se em sua maior parte como um filme de assalto, ASSAULT ON ARKHAM faz com que realmente consigamos simpatizar com aquele grupo de criminosos e torcer por eles, mas sem nunca nos deixar esquecer que a equipe é formada por um bando de psicopatas que venderia a mãe para se dar bem.

 

  O filme é competente em trabalhar a dinâmica do Esquadrão, frisando bem a rivalidade entre o Pistoleiro e o Capitão Bumerangue, assim como a amizade que se forma entre Nevasca e o Tubarão Rei. Arlequina ganha alguns dos melhores momentos do filme, tanto em suas investidas românticas em cima do pistoleiro, como em seu tenso e divertido reencontro com o Coringa no Arkham. A palhacinha funciona como um excelente alívio cômico em um filme que apesar de bem humorado, não esquece as tensões que um "filme de assalto" deve ter. Vilões mais famosos como o Coringa e o Charada tem participações menores, mas bastante importantes e muito divertidas.

 

  ASSAULT ON ARKHAM funciona muito bem como entretenimento, sendo bem melhor do que o ultimo longa animado do Animated DC Universe, o fraquíssimo BATMAN E FILHO. Ainda assim, faltou algo ao longa para que ele pudesse ficar entre os melhores longas animados da nova fase iniciada em 2007. Não fica entre os mais fracos, pois destaca-se pelo bom uso do humor, principalmente no que diz respeito a Coringa e Arlequina, e também por lembrar as melhores fases do Esquadrão Suicida, mas faltou um pouquinho de inventividade nas sequências de ação, e talvez alguns momentos um pouco mais intensos.

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Visto LIGA DA JUSTIÇA: PONTO DE IGNIÇÃO

 

 Liga-da-Justica-Paradox.jpg

 

 

   Baseado no arco de mesmo nome escrito por Geoff Johns e desenhado por Andy Kubert, PONTO DE IGNIÇÃO mostra Barry Allen acordando em um mundo onde sua mãe esta viva, seus poderes desapareceram, e o Flash nunca existiu. Pra piorar a situação, o mundo está em plena 3ª guerra mundial, devido ao conflito entre Atlantida e Themyscira. Agora, Barry precisa descobrir o que aconteceu, e reunir os heróis restantes para restaurar a sua realidade, antes que a guerra entre as forças do Aquaman e da Mulher Maravilha devastem o planeta.

 

  Não li o material original (que acabou por ser a ultima história da Liga antes do reboot da DC) mas gostei muito desse filme, um dos melhores do Animated DC Universe. Todas as revelações sobre o que ocorreu com cada um dos heróis da Liga neste mundo é revelado ao publico com cuidado, de forma a maximizar o impacto de tais revelações. Destaque para o Batman deste universo (que tem um papel bem amplo na história) e para o estranho destino do Superman.

 

 É uma historia que dá pouco espaço para  o humor, já que é uma narrativa passada em um cenário pós apocalíptico, mas não achei que o filme se levou a sério demais não, estando no tom certo. Lida com a velha questão de "Todo ato tem consequências", mas sem soar moralista. Inclusive, o roteiro reserva uma reviravolta final em seu climax que é bem interessante.

 

  Seguindo o padrão dos longas animados mais recentes da DC, PONTO DE IGNIÇÃO é muito visceral, sendo talvez um dos longas mais violentos do Animated DC Universe. Mas diferente do que ocorre no esquecível O FILHO DO BATMAN e em menor escala no divertido ASSAULT ON ARKHAM, a violência aqui não soa nada gratuita, sendo utilizada não só para intensificar passagens dramáticas, mas também como ferramenta narrativa. Por exemplo, a sequência de abertura, que mostra o embate entre a Liga da Justiça e a galeria de vilões do Flash é extremamente branda no novel de violência, singela até. Mas a partir do momento em que o Flash vai para o outro mundo, violência fica muito mais brutal, com direito a Diana estrangulando Steve Trevor com o Laço da verdade, e Aquaman empalando Luthor com seu tridente. Nem as crianças são poupadas da iolência aqui.

 

  Mas como eu disse antes, além de servir pra pontuar bem a diferença entre os dois mundos, a violência serve para intensificar as sequências dramáticas, como aquela em que Barry tenta reproduzir o acidente que lhe deu poderes, o flashback que mostra as origens da guerra entre Atlantida e Themyscira, envolvendo um caso tórrido entre a princesa das amazonas e o rei de Atlantida, que culminou no assassinato brutal de Mera por Diana, e o climax nas ruínas de Londrês (rebatizada nova Themyscira).

 

 A ação da trama também  é bastante inventiva, dando fazendo bom uso dos poderes do Flash. Só a sequência final, que mostra o herói correndo por Central City já é digna de nota. Mas o combate com o Flash Reverso no climax do filme também merece destaque. Gostaria de ver algo assim no quesito ação em um filme do herói (ou mesmo em sua série).

 

 No geral, LIGA DA JUSTIÇA: PONTO DE IGNIÇÃO é uma excelente história de ficção científica, usando os melhores signos de tramas clássicas de viagens temporais e futuros distópicos. Mergulha bem tanto visualmente quanto narrativamente na questão "o que e como é ser o Flash"?, além de apresentar uma versão bem sombria e instigante do Universo DC, no melhor estilo EFEITO BORBOLETA. Vale a conferida conferir esta brutal aventura da Liga. 

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O mais triste de Flashpoint é quando temos a revelação do que causou esse mundo apocalíptico. (não vou falar pra não spoilar).

 

Viu a arma Atlante? Foi dela que tirei a ideia de uma arma destruidora para aquele meu roteiro lá no tópico do Aquaman. Outro dia eu assisti no canal pago (pela terceira vez) e só então percebi que o Capitão Atomo é a fonte de energia daquela arma. Por isso que o Thomas Wayne falou que um dia o Capitão Atomo voou até Atlântida e nunca mais voltou. 

 

Pra quem não sabe, em Flashpoint, Thomas Wayne é o Batman. Pq nesse mundo distorcido, é o Bruce que morre no assalto. 

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 Visto LIGA DA JUSTIÇA: WAR

 

 Justice-League-War-capa.jpg

 

 

     

    Baseado no arco "Origem", escrito por Geoff Johns e desenhado por Jim Lee, WAR reimagina a primeira aventura da Liga da Justiça, mostrando Superman, Batman, Mulher Maravilha, Lanterna Verde (Hal Jordan), Flash (Barry Allen), Capitão Marvel (substituindo Aquaman do material original) e o recém surgido Cyborg para deter uma maciça invasão de Apokolips ao nosso planeta, liderada por Darkseid em pessoa.

 

 Confesso que apesar dos desenhos acachapantes de Lee, nunca fui fã do material original. Sentia que a primeira aventura da Liga da Justiça no universo "New 52" parecia ser um grande filme de Michael Bay, muitas explosões e impacto visual, mas um roteirinho que ofenderia uma criança de oito anos. Infelizmente, a adaptação não vai muito longe do material original.

 

  Claro que por ser baseado em suas versões "Novos 52" temos alguns personagens tanto em personalidade quanto no nível de poder e visual bem diferente do que estamos acostumados. Temos Superman e Lanterna Verde mais confiantes e "menos escoteiros" do que de costume, além de um Billy Batson mais rebelde, o que resulta em um Capitão Marvel mais jocoso e sarcástico do que o habitual. Isso não é um problema, mas gera um estranhamento para quem está acostumado com as versões mais clássicas dos personagens.

 

 O problema reside em outros pontos. Se por um lado, os parademônios de Darkseid e o próprio Darkseid ganham um upgrade visual, tornando-se mais dinâmicos e interessante, além de bem mais poderosos (Darkseid sozinho surra a Liga inteira) o Senhor de Apokolips ganha no visual, mas perde totalmente no carisma. Darkseid torna-se uma espécie de Godzilla que sai destruindo tudo que est´em seu caminho com seus raios ômega, dizendo frases como "Eu sou Darkseid" e "este planeta é meu". O que aconteceu com o grande estrategista de Apokolips?

 

  E não que eu me importe com soluções simples para grandes problemas quando eles se apresentam, mas chega a ser cômico (negativamente) quando o Flash pergunta por um plano a seus companheiros, e Diana sugere cegar Darkseid, que é plenamente aceito pelos seus companheiros. Tipo WTF? isso pra não falar do constrangedor epílogo na Casa Branca, com os heróis sendo congratulados pelos presidente por terem salvo a Terra.

 

  E se na saudosa série animada da Liga da Justiça, um romance entre a Mulher Maravilha e o Batman foi cuidadosamente implantado, tornando lógico e natural o flerte entre a princesa das amazonas e o Cavaleiro das Trevas, aqui o flerte entre Superman e Mulher Maravilha não parece fazer sentido algum dentro da trama, o que só piora com o comentário final da princesa.

 

  Ainda assim, WAR tem seus bons momentos. A interação entre o Batman e Hal Jordan (que vem desenvolvendo uma rivalidade  desde antes dos New 52) é muito bem explorada aqui, gerando até um pequeno momento dramático, quando Bruce revela a sua identidade pra mostrar a Hal que a invasão era muito maior que as missões pessoais de ambos. A pequena cena onde Diana é apresentada por uma menininha ao sorvete é singela e digna de nota, ao mostrar certa inocência da princesa nesse mundo novo que ela está conhecendo, mas sem que com isso ela deixe de lado sua natureza belicista. E se eu criticava na HQ original a presença do Cyborg (que pra mim sempre será um Jovem Titã) já que seus conflitos adolescentes não encontravam espaço ou eco entre os colegas de equipe, a substituição do Aquaman pelo Capitão Marvel foi uma boa saida para que os conflitos do Cyborg encontrassem eco, o que os roteiristas parecem entender, ao fazer dos dois jovens heróis confidentes um do outro dentro da equipe.

 

 No geral, WAR é divertidinho, mas bem esquecível. Se alguém quiser ver uma versão mais interessante da origem da Liga da Justiça, sugiro que procurem ORIGENS SECRETAS, arco de três partes que abriu a extinta série animada da Liga.

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Liga da Justiça WAR é um bom exemplo de que talvez não seja bom, usar Darkseid sem preparado. DC precisa abaixar a cabeça e reconhecer que nos cinemas, a Marvel vem acertando e parar com isso de querer ser radicalmente diferente. Pq já tá ficando ridículo. 

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 Discordo SLASH. O mal uso de Darkseid nesse filme não tem nada a ver com ele ter deixado de ser introduzido ou não. Ele poderia muito bem ter sido bem utilizado sem introdução alguma, tendo se encontrado com os heróis da Liga pela primeira vez, e ainda sim ter sido o ótimo vilão que ele de fato é.

 

 Troca o Darkseid por qualquer outro vilão alienígena no filme ai, como o Mongul, o Brainiac, ou até o Starro, e o filme continuaria fraco. Então nada a ver com terem usado "Darkseid" sem preparação. Ele foi simplesmente mal utilizado, da mesma forma que o Exterminador foi mal utilizado em O FILHO DO BATMAN, por exemplo.

 

 Afinal, ninguém precisou apresentar previamente o Capuz Vermelho em BATMAN CONTRA O CAPUZ VERMELHO ou o Coruja em LIGA DA JUSTIÇA: CRISE EM DUAS TERRAS para que fossem excelentes vilões.

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Liga da Justiça | Nova animação, Gods and Monsters Chronicles, será exibida no YouTube

 

Machinima vai disponibilizar o filme em três partes


Thiago Romariz
17 de Setembro de 2014

 
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Justice League: Gods and Monsters Chronicles, a nova animação da Liga da Justiça, será exibida pelo canal do YouTube Machinima. As informações são da Variety.

 

Segundo a publicação, a exibição será feita em 2015 e mostrará uma versão mais obscura de Batman, Superman e Mulher-Maravilha. A animação terá três partes e será produzida por Bruce Timm, o mesmo de Batman: The Animated Series.

 

Depois de passar no YouTube, a série será lançada em DVD e Blu-ray. Ainda não há data definida para o lançamento.

 

 

 

Fonte: http://omelete.uol.com.br/liga-da-justica/series-e-tv/liga-da-justica-nova-animacao-gods-and-monsters-chronicles-sera-exibida-no-youtube/#.VBrujZRdV-k

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 Visto LIGA DA JUSTIÇA: O TRONO DE ATLÂNTIDA

 

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   Na trama, após um submarino nuclear ser misteriosamente afundado, a Liga da Justiça é chamada para investigar, e acabam descobrindo que os responsáveis foram os atlantes, o que prova que a lenda da cidade submarina é real. Enquanto isso, em Atlântida, o Príncipe Orm planeja tomar o trono de sua mãe, a Rainha Atlana, e começar uma guerra com a superfície. Para impedir que isso ocorra, Atlana envia a guerreira Mera até a superfície para encontrar o único capaz de selar a paz entre Atlântida e a superfície, o príncipe perdido Arthur.

 

  Pegando somente a premissa básica do arco de Geoff Johns e Ivan Reis, O TRONO DE ATLÂNTIDA consegue ser pior que o seu antecessor, WAR. O filme funciona como uma história de origem do Aquaman. Entretanto, não conseguem dar ao herói a relevância necessária que ele deveria ter na trama. Tudo é muito jogado e pouco convincente. A dinâmica entre os personagens também é muito pobre. Os romances de Superman e Mulher Maravilha e Aquaman e Mera não convencem nem criança de dois anos.

 

  Todo o caráter épico da história original também foi sublimado, gerando uma história bem insossa. No material original, Orm era um vilão com o qual conseguíamos empatizar, mas aqui ele é apenas o irmão mimado que quer o trono. A presença do Arraia Negra na trama principal também é totalmente inútil e dispensável e ele também surge como um vilão saído de OS SUPERAMIGOS. Até a dinâmica entre os heróis da Liga, que era um dos poucos pontos que se salvavam no filme anterior estão ruins aqui, excetuando a divertida rivalidade entre Batman e Lanterna Verde, embora Hal Jordan esteja agindo aqui mais como Guy Gardner do que como ele mesmo. Nem as cenas de ação se salvam, todas burocráticas e sem graça.

 

 Em resumo TRONO DE ATLÂNTIDA se revela a pior animação estrelada pela liga com o selo DC UNIVERSE. Uma pena, pois o material base poderia ter rendido um material bem mais interessante.

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