UA-130521384-1 Jump to content
Forum Cinema em Cena
Mr. Scofield

Religião (#4)

Recommended Posts

Alguém com conhecimento em biologia/medicina pode dizer melhor, mas é quase consenso que a gravidez começa pra valer mesmo na nidação.

 

Então, quanto tempo leva para o embrião caminhar das trompas até o útero e se fixar nas paredes? Não é uma questão de horas?

Share this post


Link to post
Share on other sites

 

Em tempo: considero o aborto uma atitude abominável, excluído o caso de estupro ou perigo REAL à gestante, mas considero válida a discussão quanto à legalização da prática, tendo em vista que o estado animalesco do ser humano ainda não permitiu que evoluíssemos para algo eticamente superior. E falar que "é o corpo da mulher e ela decide" não é argumento, já que não temos nenhuma patologia que consista no surgimento de um feto no útero da mulher. Se forem discutir aborto, é melhor ir pela via ético-religiosa ou de controle social/populacional (gera futuros criminosos e tal).

 

 

Acho que a questão não é essa...na verdade o corpo É da mulher e ela DECIDE, independente de condição ética. É por isso que pessoas abortam, morrem em clínicas clandestinas e bebês são abandonados em lixeiras. A REAL dúvida é...vamos fazer algo a respeito ou pregar teorias lindas de embriões e direitos que efetivamente não existem na prática?

Share this post


Link to post
Share on other sites

O corpo é dela mas a decisão não é só sobre o corpo dela, mas também sobre outro ser vivo que é gerado lá dentro. É uma decisão tomada que afetará DUAS pessoas, sendo que uma delas perderá a vida. Bebês são abandonados em lixeiras por que suas mães não tem caráter - e desculpem-me os politicamente corretos de plantão, mas essa é a verdade. Matá-los enquanto estão sendo gerados não é nem de longe a melhor solução.

 

Em tempo: não vejo diferença entre abortar e abandonar o recém-nascido numa lixeira.  

Share this post


Link to post
Share on other sites

O corpo é dela mas a decisão não é só sobre o corpo dela, mas também sobre outro ser vivo que é gerado lá dentro. É uma decisão tomada que afetará DUAS pessoas, sendo que uma delas perderá a vida. Bebês são abandonados em lixeiras por que suas mães não tem caráter - e desculpem-me os politicamente corretos de plantão, mas essa é a verdade. Matá-los enquanto estão sendo gerados não é nem de longe a melhor solução.

 

Em tempo: não vejo diferença entre abortar e abandonar o recém-nascido numa lixeira.  

 

Não estamos decidindo sobre morte, mas sobre uma situação que efetivamente ocorre, independente do verbo ou palavras que se usem para causar impacto. É DE FATO uma questão de saúde pública. As mulheres que abortam vão continuar abortando porque a situação de criminalização existe HOJE. Vamos resolver a questão ou decidir sobre o estágio de vida ou se é ser humano ou não?

Share this post


Link to post
Share on other sites

A questão para mim é extremamente simples:

 

Situação 1: o aborto é criminalizado. Mães morrem em clínicas clandestinas, o aborto acontece do mesmo jeito, crianças são abandonadas, pessoas discutem sobre feto ser ser humano e ter direitos ou não E a situação não muda em nada, pois é assim hoje. O estado não assumirá a criança e nem os anti-aborto, caso em que  pessoal defende direito de vida de alguém que precisa da tutela de quem não vai dar simplesmente porque não quer. Discursos lindos de defesa à vida aparecem mas ninguém vai assumir o problema, que continua sendo de quem NÃO VAI/NÃO QUER assumir.

 

Situação 2: uma mudança é EFETIVADA. Se o aborto, que efetivamente OCORRE, é descriminalizado, as mães podem deixar de morrer em clínicas clandestinas, MENOS crianças podem ser abandonadas. Se se deseja que o aborto não seja feito, podem se instituir medidas educativas para diminuir os índices. Mas isso a longo prazo.

 

Em QUALQUER das situações as mães devem ser mais orientadas e programas devem ser instituídos.

Para mim não há a MENOR dúvida que optaria pela situação 2 porque não sou religioso.

Share this post


Link to post
Share on other sites

O problema da situação 2 é o seguinte: mães deixam de morrer em clínicas clandestinas, mas o número de abortos CRESCE ASSUSTADORAMENTE. Tem muita gente que não aborta - e muitas dessas abandonam o bebê na lixeira - por medo de ser não sair impune. Liberando o aborto, isso vai incentivar qualquer mulher sem caráter a matar o feto. A proibição ainda refreia um pouco o impulso e faz a mulher pensar em outra alternativa para uma gravidez indesejada.  

 

A situação só está do jeito que está porque falta educação, falta ética, falta caráter em uma sociedade que está cada vez MENOS interessada nessas coisas. Aí a bomba explode porque as pessoas preferem o caminho mais fácil para resolver os problemas e para dar conta da merda espalhada, alternativas como liberar o aborto se mostram extremamente atraentes, tal qual a questão da redução da maioridade penal - cujas causas são praticamente as mesmas. 

 

Sou contra o aborto porque acho ilógico uma sociedade descontar num feto, que não tem poder de escolha e de defesa, a fatura altíssima de sua falta de responsabilidade, de educação, de ética e de caráter. O fato de crer em Deus é elemento secundário nesta equação e nem é o fator determinante. É uma posição racional mesmo.   

Share this post


Link to post
Share on other sites

Eu entendo perfeitamente sua posição e considero seus argumentos muito coerentes.

 

Mas não sei se a inibição do aborto por ser crime é tão significativa assim (porque é muito fácil conseguir quem faz, porque dificilmente alguém disposto a fazer algo vai ficar sabendo para punir e dificilmente o estado vai punir). Mesmo que fosse criaremos outro problema. ..embora existam exceções a mãe continua sendo responsável e ela não quer ser. Que tipo de mãe será? Que tipo de filho vai criar?

 

A única forma para mim de resolver essa questão é, de fato, dar uma opção real. O estado bancar em todos os casos a vida e a educação da criança ou alguém que queira assumir a responsabilidade por ela. Ambas as opções são improváveis ou impossíveis em vários casos. Isso é uma saída real.

 

Mas eu pessoalmente não sou mesmo contra o aborto, talvez por pensar a nível social sem adentrar a esfera religiosa. Então o aumento do número de casos não me causa impacto imediato. Se causasse, eu trabalharia simultaneamente para sua diminuição através da educação a um prazo maior.

Share this post


Link to post
Share on other sites

Eu acho deus fator central na equação porque muito de nossa ética provém de conceitos religiosos (muitos altamente positivos)

 

O problema é que se a falta é do estado ele é quem teria a responsabilidade de assumir. E não tem. E discursos teóricos de justiça não conseguem mudar isso.

Share this post


Link to post
Share on other sites

Eu, na minha opinião pessoal, sou contra o aborto também.

Mas como já disse, sou contra a sua criminalização. Mas como já disse N vezes, em casos muito específicos.

Também entendo as ponderações do dook, mas vejo casos, em que a interrupção da gravidez pode ser justificada.

 

O caso do feto anencéfalo, de estupro, ou de uma gravidez de risco que coloca em muito a saúde da mãe em cheque, se feita sob as condições médicas, e apoio psicológico, dentro de um prazo máximo aí de 4, ou 5 semanas após a concepção, eu vejo como justificada. São casos bem específicos.

 

Agora, nos demais casos não há que se falar.

Share this post


Link to post
Share on other sites

Acho que a questão não é essa...na verdade o corpo É da mulher e ela DECIDE, independente de condição ética. É por isso que pessoas abortam, morrem em clínicas clandestinas e bebês são abandonados em lixeiras. A REAL dúvida é...vamos fazer algo a respeito ou pregar teorias lindas de embriões e direitos que efetivamente não existem na prática?

 

Concordo com o fato de que o corpo é dela e que ela decide... Justamente por isso que defendo o aborto nos casos já previstos em lei, que são estupro, e gestação que venha a trazer risco para o bebe ou para a mãe...

 

Quando a mulher se dispõe a fazer sexo sem utilização de métodos contraceptivos ela já decidiu correr o risco de engravidar...

Share this post


Link to post
Share on other sites

 

Não estamos decidindo sobre morte, mas sobre uma situação que efetivamente ocorre, independente do verbo ou palavras que se usem para causar impacto. É DE FATO uma questão de saúde pública. As mulheres que abortam vão continuar abortando porque a situação de criminalização existe HOJE. Vamos resolver a questão ou decidir sobre o estágio de vida ou se é ser humano ou não?

 

E para resolver a questão deve-se então legalizar o aborto? Pq não se resolve a questão incentivando campanhas de conscientização, aumentando a fiscalização em busca de clínicas de aborto clandestinas e etc?

Share this post


Link to post
Share on other sites

Porque não é emergencial, Sunder. A questão envolve uma resposta imediata e outra duradoura. A duradoura (e não excludente, é a educação). Tapar os olhos e ficar discutindo ética em campo teórico não muda a realidade. Temos um senso de justiça intrínseco à nossa natureza (ela correu o risco porque quis agora cuida). Só que a realidade é bem mais dura que a teoria. A mãe não vai cuidar e vai abortar porque não agimos por discursos mas por um complexo conjunto de valores. Um contraponto é o que o Dook já explicou: tornar crime. Não funciona. Tanto que estamos discutindo isso.

 

A única forma de diminuir o aborto (que parece ser o que querem) é a mulher não querer fazer. E isso só com educação, medida de longo prazo que não atende às demandas atuais.

Share this post


Link to post
Share on other sites

Então, vou chocar agora os mais fracos (ui!), mas vou ser direto aqui: estão querendo salvar mães SEM CARÁTER que não se precaveram para evitar a gravidez (nota: obviamente não estou falando dos casos já permitidos em lei). Esse tipo de gente, que tem alternativas viáveis e justas para resolver o problema que a si mesma causaram, me desculpem a franqueza e que Deus me perdôe, merece morrer numa mesa de clinica clandestina sim! 

 

Se vivêssemos num país que obrigasse as vítimas de estupro ou as mães com gravidez de risco a procurarem as clínicas clandestinas, eu até poderia concordar com a descriminalização. Mas não é o caso. 

 

Pronto, falei. Tá bom assim, Gust84? Hehehehe

Share this post


Link to post
Share on other sites

Caráter acredito que seja uma questão difícil. Muitas mães abortam porque são convictas de que não tem grana para sustentar ou não vão cuidar. Outras são fdp mesmo.

 

Em todos os casos ela seria responsável por uma criança cuja criação depende dela querer cuidar.

Share this post


Link to post
Share on other sites

Desculpe, mas sou terminantemente contra o aborto... Sinceramente, métodos contraceptivos existem aos montes... O aborto é crime, deve-se aumentar a fiscalização e conscientização, simples assim...

Share this post


Link to post
Share on other sites

A questão simples é a seguinte: quem trepa, sabe do resultado. E sabe como previnir. Mas e depois, se não usou método contraceptivo? A questão não é matar outro vida (ainda que em potencial), mas desenvolver mecanismos certos (e não fáceis), como um sistema de adoção realmente eficiente, ou mesmo de laqueaduras ou vasectomias sem as frescuras exigidas atualmente.

 

Então, quanto tempo leva para o embrião caminhar das trompas até o útero e se fixar nas paredes? Não é uma questão de horas?

De quatro a quinze dias após a fecundação. A discussão fica em torno da existência de vida, nesse período, ou de um potencial de vida, já que não há exatamente um desenvolvimento do feto antes disso. Não tenho opinião formada quanto ao assunto, nem conhecimento técnico suficiente para me aprofundar no tema, mas parece um marco interessante para a discussão, sobre o exato momento, no campo científico, do início da vida.

Share this post


Link to post
Share on other sites

Se fosse simples não haveria uma grande discussão a respeito.

 

Bom, de qualquer jeito, de um ponto de vista mais abrangente, eliminando minhas crenças pessoais, eu não tenho nenhuma dúvida de que do ponto de vista da sociedade brasileira, o aborto não deve ser legalizado.

 

Isso porque acredito que a religião cristã, que é crença de maior parte da população, considera a vida como um dom de Deus. Assim, todo ser humano corresponde a uma semente plantada por Ele, que vai germinar e gerar um filho que Ele ama, indefinidamente. Nesse contexto, a identidade do feto/bebê seja em que etapa for é princípio. Seja em qualquer estágio da gestação, o indivíduo tem não só um motivo de existência muito mais complexificado porque a vida foi gerada por um ser atemporal e perfeito que ama todos, quanto o homem perde completamente o direito de violá-lo pois não lhe cabe a trajetória pessoal, individual de cada um. Mais ainda: os princípios éticos começam a tomar um cunho mais referencial, em uma convergência absoluta. Fica muito mais fácil perceber que não tem sentido aprovar o aborto em quaisquer circunstâncias. Isso reflete não só na postura ética do brasileiro, como muito vem falado aqui, quanto na conduta e conceito de certo/errado. É uma postura coerente e clara, determinada, distante dos questionamentos mundanos.

Share this post


Link to post
Share on other sites

A questão simples é a seguinte: quem trepa, sabe do resultado. E sabe como previnir. Mas e depois, se não usou método contraceptivo? A questão não é matar outro vida (ainda que em potencial), mas desenvolver mecanismos certos (e não fáceis), como um sistema de adoção realmente eficiente, ou mesmo de laqueaduras ou vasectomias sem as frescuras exigidas atualmente.

 

A questão não é simples porque você está confrontando uma questão de lógica racional com a realidade (que não segue tais padrões).

 

Seu raciocínio faz completo sentido, só que não tem aplicabilidade no mundo real porque efetivamente a mulher ABORTA. E ela não se importa se sabia se prevenir ou não, se poderia usar método contraceptivo ou não.

Se você a criminaliza por isso, está criminalizando a pessoa da qual o bebê depende porque o Estado não vai assumir a tutela dele em todos os casos. A questão é muito mais difícil porque ela NÃO SE ENCERRA no nascimento do bebê. Ou seja, não adianta você espernear por questões éticas quando o comportamento da moça é que determina o destino do rn.

Ou você (Estado) se responsabiliza pela criança ao nascer por uma mãe que não a quer ou não adianta criar um mundo teórico idealizado quando a realidade simplesmente não o reproduz.

Share this post


Link to post
Share on other sites

Caráter acredito que seja uma questão difícil. Muitas mães abortam porque são convictas de que não tem grana para sustentar ou não vão cuidar. Outras são fdp mesmo.

 

A adoção é a alternativa para aquelas mães que não querem ou não podem cuidar. 

Share this post


Link to post
Share on other sites

A adoção é a alternativa para aquelas mães que não querem ou não podem cuidar. 

 

Alternativa que não funciona claramente, tanto que estamos discutindo a questão. Se fosse assim, todas as crianças abandonadas seriam adotadas ou grande parte delas. Tanto não são que a escolha da mãe é, em muitos casos, de simplesmente não deixar a criança nascer ao vê-la jogada nas ruas ou com um futuro completamente negro e tenebroso.

 

A maior parte dos que querem adotar é criteriosa, quer uma criança de um padrão estético x e as crianças que não são adotadas e passam de uma idade y não são mais adotadas, sem contar a burocracia do processo e número de crianças abandonadas >>>>>>>>>>>>>> pais que querem adotar.

Share this post


Link to post
Share on other sites

Enfim, para fechar MINHA opinião, considero que, se julgam existir um problema para resolvê-lo é necessário que alguém se responsabilize por ele. Não adianta pegar o problema e instituir um monte de teorias para as quais ele deveria ter sido ou ele deveria agir quando efetivamente ele não faz e não há como obrigar ele a fazer.

 

Se você criminaliza o aborto, você está punindo o agente responsável pela resolução do problema (a mãe) e, ao mesmo tempo o filho. A única forma é criar outro agente, de boa vontade, para resolvê-lo (cuidar do filho). Nesse caso, seria indiscutivelmente o Estado, que não tem artifícios/recursos para fazê-lo. Esta incapacidade mostra que independente de me importar ou não da fase da gestação que consideramos ser humano, não faz diferença.

 

A verdade é que com a descriminalização, o agente resolve a questão uma vez que se o indivíduo não nasce, não há problema real e sim ético (que para muitos, é suficiente para evitá-lo).

 

Acho que a questão aqui muito bem colocada pelo Dook é: será que o agente deve ser salvo? Para mim, sim, porque o ato não me causa indignação. Para muitos, não.

Share this post


Link to post
Share on other sites

Vc quer uma resposta simples para uma pergunta eivada de complexidade...

 

"Não, não acho, porque entendo que esta é uma área de liberdade. O fulano decide se deseja servir o exército ou não"
 
Todos temos liberdade para escolher o que quiser, a questão é qual a posição de Deus sobre isso.
 
Se fulano decide servir ao exército, qual a posição de Deus sobre essa pessoa?Ela está em erro para com ele?

Share this post


Link to post
Share on other sites

Decida-se.

 

Embora não veja como, em um nível alto de discussão como comentários como esses contribuam para quaisquer coisas, eu explico.

 

1) As frases se referem a questões diferentes,

 

2) A primeira frase se refere à MINHA opinião pessoal sobre a questão em um contexto de MUDANÇA. SE vamos mudar porque a condição nos incomoda, então o que devemos fazer para reduzir os danos atuais e a insatisfação é simples...para mim, claro. Ainda mais que não tenho preceitos religiosos, não lido com dilemas a respeito e não considero no comentário a opinião da sociedade em geral. O que é simples é traçar um diagnóstico da situação desconsiderando os elementos que citei (que desconsidero de forma PESSOAL) e ainda observando que a realidade não obedece a princípios morais teóricos, mesmo que a maioria ache justo que obedeça. Algo como: E aí, isso aí acontece, o que vamos fazer?

 

3) A segunda frase leva a um comentário seu, que considera uma questão diferente e que não é simples: "quem trepa sabe do resultado. E como prevenir"

Esta sua questão não é simples porque estamos discutindo a possibilidade de um contexto de mudança emergencial, CONSIDERANDO, claro, que QUEREMOS uma mudança para lidar com o problema. Não adianta criar medidas únicas de longo prazo SOZINHAS, é necessário algo que "infarte" o problema para tratarmos. Efetivamente as mães têm os filhos independente de ética. O que você vai fazer com elas? Criminalizá-las? Quem vai cuidar do bebê? Método de adoção eficiente como se a sociedade em si é preconceituosa e dela depende a adoção das crianças? Estimular a adoção e mudar a cultura da "beleza" ou da desconfiança no Brasil é medida emergencial? Talvez a única coisa factível aqui seja diminuir a burocratização da adoção (aliás, fundamental), mas de resto...

Share this post


Link to post
Share on other sites

Create an account or sign in to comment

You need to be a member in order to leave a comment

Create an account

Sign up for a new account in our community. It's easy!

Register a new account

Sign in

Already have an account? Sign in here.

Sign In Now

×