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Fórmula 1 - Temporada 2014

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A Ferrari até que tentou defender ele durante os treinos, falando do chassi, ou de estrategias diferentes para o treino. Mas na corrida a situação ficou tão contrastosa que não tem o que inventarem pra defender ele.

Sobre a corrida, muito boa, com periodos de chuva, chuva forte e sem chuva. A parte final da prova foi angustiante e emocionante. Declaração do pessoal da Sauber pelo ótimo segundo lugar de Perez, os caras muito emocionados. Assim como o pessoal da Ferrari, conseguiram respirar um pouco, mas a água ainda esta pelo pescoço, vamos ver.

 

Galvão cada vez pior, o que ele fez com o reporter foi tão imbecil. O reporter explicando que o sistema da F1 tinha caido devido aos raios nas imediações do circuito e o mala achando que o reporter tava corrigindo ele por uma brincadeira(sem graça) que tinha feito.

 

Depois chiou pq o pessoal da Sauber pediu pro Perez ir com calma pois a segunda posição era importante para eles, mas ano passado ele mesmo estava trocendo pro Senna não tentar ultrapassar outro piloto, pra nao bater o carro, numa disputa pelo 9º lugar. 09

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O que estão dizendo sobre a vítória "emocionante" do Alonso é que tudo não passou de mais uma marmelada da Ferrari. Como todos sabem, a mesma fornece seus motores para a Sauber e o tal Perez é cria da escuderia italiana. A ordem dada para que o mexicano segurasse a segunda posição já está sendo discutida em outros fóruns e interpretada como: "Deixa o Alonso ganhar". E o prêmio para toda essa "obediência" do piloto é uma vaga ainda esse ano no lugar do Massa. Pronto, perfeito. A Ferrari arma e se dá bem mais uma vez. E, com tudo isso, o Massa já se fu... mesmo, não tem jeito. 14

 

A única coisa a se destacar foi a ótima corrida do Senna. 10

 

 

 

 

Tetsuo2012-03-26 19:11:07

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O controverso legado de Rubens Barrichello

Rubens Barrichello não se despediu oficialmente do mundo da F1, mas a confirmação do conterrâneo Bruno Senna na Williams se torna o último golpe na longa e sinuosa trajetória do veterano piloto na categoria.

Isso porque, com quase 40 anos, o brasileiro mais controverso da história do esporte não deve tentar uma vaga na fraca HRT, por maior que seja seu prazer de correr na F1. Terminar a participação no filme como um mero figurante seria um disparate para um piloto que conta com o invejável currículo de 325 GPs, 11 vitórias e dois vice-campeonatos.

Mas o que Rubens, um sujeito boa-praça, um piloto tenaz em um ambiente gélido como a F1, dono de estilo refinado na pista e amigável fora dela, fez para merecer a alcunha de “controverso”?

A princípio, para o povo brasileiro em geral – e há de se ressaltar que poucos acompanham a F1 com a complexidade que lhe cabe –, Rubens herdou, pelo fluxo natural da tradição cultural e esportiva no país, o ingrato posto de suceder Ayrton Senna. Lembre-se que, entre 1972 e 1991, Emerson Fittipaldi, Nelson Piquet e Ayrton conquistaram juntos oito títulos em 20 temporadas disputadas, e a ideia era de que Barrichello prosseguisse a “dinastia”.

Rubens, no entanto, desde o início, se mostrou um contrassenso em relação aos outros personagens brasileiros na categoria, primeiramente pelo discurso. Atencioso com a imprensa e os fãs e, às vezes, até passivo demais nos depoimentos, Barrichello jamais foi um empreendedor como Fittipaldi, e nunca se mostrou à vontade com a picardia de Piquet ou a postura messiânica de Senna.

Como o próprio Barrichello falou à revista “Trip”, em meados da década de 2000, talvez seu lado “emotivo e bonzinho” tenha atrapalhado sua carreira em certo ponto. “Nunca fui de mentir, nunca fui de arrumar briga, sempre fui o cara mais pacato. Isso não vende. Sempre fui bonzinho. Nunca fui de soltar bomba no colégio. Em certo momento da minha carreira, esse lado emotivo, bonzinho, atrapalhou bastante. Hoje as notícias ruins não me pegam.”

Neste início, o aparente conformismo de Barrichello, embora incômodo para os detratores, não seria um empecilho para que ele se transformasse em um campeão como seus antecessores. Sem comparações diretas com o brasileiro, o vitimista e multicampeão Alain Prost, demitido da Ferrari no início dos anos 1990 por conta das constantes críticas à escuderia na imprensa, é um exemplo de alguém “pouco agressivo” que conquistou muitos títulos.

Talvez a dicotomia na personalidade de Rubens tenha evitado que ele chegasse ao equilíbrio necessário para lutar por um título. Isto é, como graduar a vontade de vencer o outro, a paixão de guiar um carro e o natural caráter emotivo e espirituoso. É uma avaliação, no entanto, meramente subjetiva, e somente assinalada aqui para ressaltar as diferenças de Rubens para outros pilotos brasileiros.

Pelo lado competitivo, Barrichello teve um início complicado. Emerson Fittipaldi venceu seu quarto GP disputado na F1, em Watkins Glen-70; Piquet lutou pelo título em sua segunda temporada completa na categoria, com um Brabham bem inferior aos dominantes Williams FW07; e Senna conquistou três pódios em 1984, seu primeiro campeonato, pela mediana Toleman.

Rubens, por sua vez, não conseguiu traduzir tais resultados brilhantes. Em 1993, temporada de estreia, chamou a atenção ao andar em segundo lugar no chuvoso Donington Park, no início do campeonato, antes de cair para o fundo do grid com problemas mecânicos.

No ano seguinte, fechou a temporada em sexto lugar, subiu ao pódio em Aida e fez uma pole histórica em Spa-Francorchamps. Na mesma corrida, porém, foi ultrapassado por Schumacher e Alesi na largada e rodou na volta 19, abandonando a prova. Dois outros episódios estranhos aconteceram em Hungaroring, quando colidiu com o próprio companheiro de equipe (Eddie Irvine), e Magny-Cours, quando se chocou com Jean Alesi.

Vieram os anos de 1995 e 1996, a Jordan trocou o motor Hart pelo Peugeot e o desempenho de Barrichello seguiu oscilante, embora o piloto tenha sempre se colocado entre os dez melhores na classificação final.

A partir daí, após quatro temporadas sem vitórias e com poucos pódios na F1, o aparente conformismo com desempenhos medianos e o espírito amigável de Rubens transformaram o anterior entusiasmo do público em motivo de chacota. Os seis anos na Ferrari – 2000 a 2005 –, um período no qual claramente se tornou o piloto nº 2 da equipe italiana, serviram para reforçar esse estereótipo, uma pecha que provavelmente Rubens nunca se livrará.

Entre os bons momentos, está a primeira vitória na categoria, em Hockenheim-2000, sob chuva. Naquela corrida, o brasileiro largou do 18º posto no grid e se beneficiou da entrada do safety car para diminuir a desvantagem para o até então líder Mika Hakkinen e conquistar a vitória. Antes, impressionara a todos após abocanhar oito posições na primeira volta.

Com uma carreira tão controversa quanto interessante, Barrichello ainda tinha chama para queimar na F1. Com um currículo tão farto, o brasileiro poderia ser muito útil à qualquer equipe com bom dinheiro para investir no desenvolvimento de chassi.

Mas, ao contrário do ex-colega Michael Schumacher, que deve seguir na Mercedes enquanto continuar um ótimo chamariz para a empresa alemã vender seus carros, Barrichello não conseguiu reclamar para si uma identidade suficiente para se tornar sinônimo de títulos.

Deixará, no entanto, a imagem de um piloto tenaz e apaixonado pelo que faz, um homem que, mesmo em condições adversas, preferiu avaliar o momento e até mesmo admitir seus erros, quando poderia ser evasivo como boa parte dos colegas de profissão. Barrichello nunca mais poderá ser campeão mundial, mas fará falta à F1.

http://tazio.uol.com.br/blog/blog-redacao/o-controverso-legado-de-rubens-barrichello/

 

[/quote']

 

O texto tem razão quando diz q esse lado bom moço do Rubens ajudou a transforma ele em chacota, mas não vejo como iso pode ter atrapalhado os resultados dele. O grande problema na minha opinião foi a expectativa q se criou em torno do cara. Mas acho curioso o monte de gente ( a esmagadora maioria dos que dão pau nele aliás, não sabe NADA de automobilismo) que xinga e ri do cara e não tem noção do que ele é/fez/representa.

 

Pra início de conversa, simplesmente chegar na Fórmula 1 é coisa pra 0.5% dos caras q correm profissionalmente. 99% sonha com isso, menos de 1% realiza. Barrichello realizou.Galerinha q fala mal e se acha "braço" nas ruas não anda 300 metros em linha reta em um carro de F1 um sem sair da pista e se arrebentar. Não fazem nem ideia do talento conehcimento e experiência requeridos pra guiar um carro daqueles. 

 

 

Além disso, desse 1% que chegam a F1, váaaaaarios não conseguem se manter. Gente tida e havida como muito talentosa e que depois de 1 ou 2 temporadas é cuspida da categoria e não volta mais. Barrichello se manteve por 19 temporadas, um recorde absoluto. Luciano Burti, Tarso Marques, Bernondi, Antonio Pzzonia, Lucas di Grassi e por aí vai... Gente q tem talento pra pilotar e não conseguiu se segurar na categoria por muito tempo... Curiosamente não vejo ninguém rindo deles... Será q deram azar? E Barrichello foi sortudo, arrumando contratinho todo ano por 2 décadas?? Fez tudo isso sem uma penca de patrocinadores...

 

Qqr um q acompanha ainda q de longe a F1 sabe que diversos pilotos "compram" um lugar na categoria levando $ de patrocinadores para a equipe. Barrichello nunca teve um suporte tão grande, e mesmo assim permaneceu... Porque será??

 

Nas poucas vezes em q teve nas mãos um carro REALMENTE competitivo, Barrichello não se saiu mal... Na Ferrari foi vice de Schumacher, tido e havido por muitos como gênio, e inegavelmente um dos 4 ou 5 melhores da história. E mesmo assim uma ou outra vez Barrichello foi obrigado a ceder espaço ao alemão, tendo conseguido andar na frente dele...

 

Na Brawn, q teve um carro decente por 1 temporada, foi bem, sendo superado por J Button. Poderia ter ido melhor? talvez, mas não foi um resultado pífio a ponto do cara ser apontado como piada ou fracassado. Fittipaldi, Senna e Piquett foram gênios da categoria, Barrichello não é, e qqr comparação se torna injusta. Mas não tenho nenhuma dúvida que Barrichello é um piloto de MUITO talento, e não compreendo a absurda má vontade que se tem com ele... Aliás, ele só é motivo de piada aqui no Brasil, no resto do mundo é extremamente respitado como grande profissional das pistas que é... vai entender...

 

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Excelente corrida hoje! Nico, com competência, ganhou sua primeira corrida. O Vettel, depois da classificação ruim e da largada pior ainda, foi o melhor piloto da prova. E o Senna mostra mais uma vez que veio pra ser notado.

 

 

 

Destaques negativos foram a Ferrari e o Webber, que mais uma vez errou quando era importante não errar.

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Dez anos de um dos momentos mais vergonhosos da história do esporte. O vídeo é longo, mas mostra todo o pós-corrida, o Schumacher tirando o dele fora, o pessoal da Globo enaltecendo o Barrichello a qualquer custo, a torcida vaiando. Mas o melhor momento é o Ralf Schumacher olhando pro irmão mais velho. Um domingo pra lamentar sempre e não esquecer nunca.

 

 

 

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No site oficial da f1 colocaram o vídeo com a volta de classificação do Pastor Maldonado no GP da Espanha. Daqui do trabalho consegui ver so um pedaço, mas está muito bom o video. Quero assistir quando chegar em casa. den

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Mais uma temporada genial, hein. O que foi essa última corrida, com um monte de ultrapassagens na pista, nego batalhando por várias curvas, mudança de líder no final. Dá gosto de ver.

 

Ah, e no caso de alguém não saber:

 

11/07/2012 - 17h52

Maria de Villota apresenta melhora e já conversa com a família, informa equipe

 

Da AFP, em Paris (FRA)




  • Comentários3

Nesta quarta-feira, a Marussia divulgou um comunicado informando que Maria de Villota se recupera de maneira “notável” após sofrer grave acidente em Duxford, na Inglaterra, no último dia 3, em sessão de testes privados da escuderia. A espanhola, que trabalha como piloto de testes da equipe, chocou-se contra um caminhão na atividade.

 

MAIS SOBRE O ACIDENTE

Ainda de acordo com o comunicado, a piloto já consegue conversar com sua família.

“Na segunda-feira, Maria abandonou o serviço de cuidados neurológicos intensivos. Ela já se comunica livremente com sua família e com a equipe médica”, informou a Marussia.

Apesar da melhora, a espanhola ainda deve ser submetida a exames nos próximos dias para que os médicos possam acompanhar sua situação.

Por conta do acidente, Maria de Villota perdeu o olho direito e teve de ser submetida a duas cirurgias faciais. Desde então, ela esteve internada no Hospital Addenbrooke, em Cambridge, na Inglaterra.

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Verdade, Big!

 

E o Maldonado vencendo, pra depois estar se tornando "vilão". E o Vettel parecia desencontrado, de repente pulou pra liderança, agora tá ficando pra trás de novo.

 

Ah, e acho que o tempo do Massa na Ferrari tá se esgotando mesmo.

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Sobre o GP de Austin e a transmissão na TV:

 

Rede Globo confirma que GP dos Estados Unidos não terá transmissão ao vivo pela TV aberta. Prova deverá ser reprisada na íntegra à noite

 

A TV Globo vai mesmo optar pela transmissão do Campeonato Brasileiro de Futebol ao invés do GP dos Estados Unidos, que será realizado neste fim de semana. A decisão foi divulgada ontem pela emissora carioca, que detém os direitos de transmissão da Fórmula 1. No entanto, a emissora resolveu transmitir a corrida ao vivo pelo seu canal de esportes na TV fechada. Assim, o SporTV será o responsável por transmitir os treinos livres e a corrida.

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GP dos Estados Unidos será transmitido ao vivo apenas pela TV fechada

Toda a celeuma sobre a transmissão ou não do GP dos Estados Unidos começou há alguns meses. Por causa do Campeonato Brasileiro, que está em sua reta final, a TV Globo já havia acenado que não transmitiria a corrida ao vivo, optando por televisionar os jogos do Brasileirão. Com o título do Fluminense no último fim de semana, a emissora cogitou a possibilidade de transmitir a etapa da F1.

Outro ponto que poderia fazer com que a Globo optasse pela transmissão da corrida seria o contrato com a FOM. De acordo com as informações apuradas, há uma cláusula que obriga a emissora à transmitir ao vivo todas as corridas e impossibilita que a SporTV faça o mesmo. O canal fechado pode apenas televisionar a corrida em VT.

Entretanto, nem a pressão de Bernie Ecclestone fez com que a Globo mudasse a sua decisão. Após algumas reuniões, a TV chegou a conclusão de que o jogo entre Palmeiras e Flamengo, que pode selar a queda do time paulista para a segunda divisão, traria mais audiência no domingo. Assim, a opção pelo jogo de futebol foi “óbvia”.

Por outro lado, a TV Globo deverá transmitir normalmente o treino classificatório, que acontecerá no sábado às 16h, no horário de Brasília. Já a prova do domingo será transmitida em VT, provavelmente após o programa “Fantástico”.

Já a SporTV manterá a tradição e transmitirá ao vivo todos os treinos livres da sexta-feira e o terceiro treino livre no sábado. No domingo, o canal também será o responsável pela transmissão da corrida ao vivo. A prova terá a narração de Sergio Maurício e os comentários de Lito Cavalcanti.

Sendo assim, confira como ficarão as transmissões do GP de Austin para o Brasil.

Sexta-feira:

Primeiro treino livre (13h) – SporTV

Segundo treino livre (17h) – SporTV

Sábado:

Terceiro treino livre (13h) – SporTV

Treino classificatório (16h) – TV Globo

Domingo:

GP dos Estados Unidos (17h) – SporTV

 

Fonte: http://www.f1team.co...vo-pela-sportv/

 

E aproveitando a deixa, achei isso sensacional. Kimi é o cara, haha:

 

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Ainda bem mesmo. Foi um grande corrida que fechou com chave de ouro esta temporada tão disputada. Massa correu muito, fez uma ótima larga e logo em seguida fez escudo pro Alonso, Senna bateu mais uma vez pra variar e ainda quase deu o título pro Alonso ao bater no Vettel que naquele momento parecia que estava fora.

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Consegui fazer o exame sem desmaiar, hahaha.

 

O Bruno Senna, a meu ver, nem teve culpa no acidente, foi coisa de corrida, mas o desempenho dele, no geral, não inspira grandes ambições. Assim como o Hulkenberg tb não teve tanta culpa na batida com o Hamilton. Ele estava à frente, por dentro da curva, mas deixou o carro escorregar. Pista molhada é assim.

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Minha esposa fez o favor de ficar 4 horas fazendo a prova do ENADE ontem a tarde, logo não vi a prova ao vivo, pelo menos não tive que aturar o Galvan.

 

Assisti o vt na integra durante a madrugada no Sportv2, sensacional a corrida, mais que merecido o tri do Alemãozinho, até porque nunca fui muito com a fuça do pedante Malonso, se acha demais e não chega aos pés de ícones como Prost e Piquet, e a um abismo de Senna e do Dick Vigarista...

 

Hulkenberg merecia ter vencido a prova, o garoto mandou bem demais com a Force India, Hamilton se despediu melancolicamente da Mc Laren, B Senna prova que apenas o sobrenome NÃO significa ter talento...

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Consegui fazer o exame sem desmaiar, hahaha.

 

O Bruno Senna, a meu ver, nem teve culpa no acidente, foi coisa de corrida, mas o desempenho dele, no geral, não inspira grandes ambições. Assim como o Hulkenberg tb não teve tanta culpa na batida com o Hamilton. Ele estava à frente, por dentro da curva, mas deixou o carro escorregar. Pista molhada é assim.

 

Eu já acho que o Hulkengerg não deixou o carro escorregar de proposito não... ele freio além da conta pq tinha um carro da Caterham na tragetoria dele, o q levou ele ao erro para não pegar o carrinho verde, acabou perdendo a traseira na parte molhada da pista... mal do Hamilton... coisas da corrida, acontecem...

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Eu já acho que o Hulkengerg não deixou o carro escorregar de proposito não... ele freio além da conta pq tinha um carro da Caterham na tragetoria dele, o q levou ele ao erro para não pegar o carrinho verde, acabou perdendo a traseira na parte molhada da pista... mal do Hamilton... coisas da corrida, acontecem...

 

Quando eu disse "deixou o carro escorregar", eu quis dizer que cometeu um erro, não que fez de propósito.

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