UA-130521384-1 Jump to content
Forum Cinema em Cena
rubysun

Martin Scorsese

Qual é o melhor filme dirigido por Martin Scorsese?  

61 members have voted

  1. 1. Qual é o melhor filme dirigido por Martin Scorsese?

    • Quem Bate à Minha Porta?
      0
    • Caminhos Perigosos
      2
    • Alice Não Mora Mais Aqui
      0
    • Taxi Driver
      44
    • Touro Indomável
      20
    • O Rei da Comédia
      0
    • Depois de Horas
      4
    • A Última Tentação de Cristo
      4
    • Os Bons Companheiros
      19
    • Cabo do Medo
      1
    • Cassino
      9
    • Outro
      4


Recommended Posts

The Snowman na mira de Martin Scorsese

Adaptação pode ser o próximo filme do diretor, depois do infantil Hugo Cabret

The%20Snowman

Martin Scorsese já está com planos do que fazer depois que seu infantil Hugo Cabret entrar em cartaz. De acordo com a Variety, o cineasta pensa em adaptar para o cinema o romance The Snowman, de Jo Nesbø. Matthew Michael Carnahan pode ser o roteirista.

O livro é o sétimo de Nesbø na série "Harry Hole". Na história, ambientada no mês de novembro, Birte Becker chega em sua casa e fica admirando o Boneco de Neve que seu marido e filho fizeram usando as primeiras neves que caíram em Oslo. O problema é que os dois não fizeram boneco algum. Enquanto a família fica olhando pela janela, o filho percebe que o boneco está olhando para a casa, com os olhos negros fitando a janela, e eles lá dentro.

O detetive Harry Hole recebe uma carta anônima assinada apenas "O Boneco de Neve". Mais tarde ele descobre algo em comum em uma série de casos de desaparecimento. Mulheres casadas sumiram após a primeira neve do ano. Naquela mesma noite, Sylvia Pedersen corre para tentar se livrar da primeira neve em uma floresta ao redor de Oslo. Ela sabe que está correndo risco, mas não sabe por que, nem o que a espera. Para a sua sorte

Share this post


Link to post
Share on other sites

 Visto TOURO INDOMAVEL

 

 touro-indomavel-poster02.jpg

 

   A trama acompanha a historia real de Jake LaMota(Robert De Niro) um boxeador da decada de 40, que esta tendo uma carreira meteorica nos ringues, sendo empresariado por seu irmão Joey(Joe Pesci). Paralelamente, Jake se apaixona e se casa com Vicky(Cathy Moriarty). Infelizmente, o ciume doentio que Jake tem da esposa pode arruinar tanto a sua vida pessoal quanto a sua carreira no boxe.

 

 TOURO INDOMAVEL é um filme bem interessante do Scorsese. O cineasta filma a vida de Jake LaMota de forma quase documental. Não há nenhum tipo de trilha sonora não diegética durante o filme, e o diretor faz questão de manter a camera sempre perto de seus personagens. A bela fotografia preto e branco do filme só aumenta este clima intimista claramente buscado por Scorsese, alem do muito bem utilizado recurso dos videos de familia para representar as passagens de tempo.

 

 Mas enquanto nas cenas que envolvem a vida pessoal do protagonista, Scorcese busca o citado ar documental, nas cenas de boxe o diretor se entrega acertadamente a poesia visual. Todas as lutas mostradas no filme são extremamente violentas. Voa sangue e suor pra tudo quanto é lado. Alias, essa estética visceral adotada nas lutas foi outro fator que levou o diretor a optar pelo preto e branco, já que ele não queria o público distraido pelas cores do sangue. Nas lutas, o diretor usa varios recursos, Slow, efeito vertigo, Planos detalhe de supercilio sendo aberto por um soco, enfim. Mas tudo isso não esta lá só para mostrar a brutalidade destes combates, mas sim o estado de espirito de Jake.

 

 E é ai que chegamos a Robert De Niro, em mais uma brilhante atuação. De Niro retrata La Mota como um homem extremamente violento, e brutal com seus adversarios. Através do trabalho do velho colaborador de Scorsese, vemos que toda a agressividade que Jake demonstra com seus entes queridos, e o ciume doentio que tem da esposa, são frutos de uma insegurança profunda, que ele simplesmente não consegue superar.

 

 Enfim, TOURO INDOMAVEL é um otimo filme, que vale a conferida. Recomendo.

 

  Valeu16
Questão2011-11-02 02:39:04

Share this post


Link to post
Share on other sites

Em livro, jornalista revela segredos de produção e intimidade de Scorsese

ALYSSON OLIVEIRA
Do Cineweb

 

Capa%20do%20livro%20Conversas%20com%20Scorsese,%20de%20Richard%20Schickel

Capa do livro "Conversas com Scorsese", de Richard Schickel

““Martin Scorsese é bom de ser entrevistado. Ele gosta de falar”. É assim que o crítico, jornalista e documentarista norte-americano Richard Schickel define o cineasta que é o personagem de seu livro “Conversas com Scorsese”, lançado durante a 35ª Mostra de Cinema em parceria com a editora Cosac Naify.

“No fundo, todos sabemos algumas coisas sobre Scorsese. Acompanhamos seus filmes e a visão de mundo dele, suas ideias estão muito presentes em toda sua obra”, disse o autor em entrevista ao UOL Entretenimento. Ainda assim, é possível descobrir várias coisas nas entrevistas do livro, que se debruça na carreira do cineasta, abordando não apenas sua infância, a relação com os pais e Nova York, mas também investigando filme a filme sua obra.

Schickel conta que o diretor de “Taxi Driver” empolgou-se com a ideia de fazer um livro sobre sua vida e carreira desde quando fizeram o primeiro contato por meio de um amigo em comum. “Eu senti que ele tinha confiança em mim, por isso se abria ao falar de sua vida, suas influências”.

Para o cinéfilo, o livro é uma porta para inúmeras descobertas, trazendo também fotos e imagens de storyboards feitos pelo diretor para filmes como “Kundun”, e até filmes que ele elaborou em forma de desenho quando criança. “A ideia é enriquecer a experiência de assistir a um filme de Scorsese. Ao falarmos do processo de criação, do resultado, da recepção do filme, podemos dar chance ao público de encarar a obra por outros ângulos”.

Ao todo, foram cerca de quatro anos de pesquisa e conversas com Scorsese, em Nova York. “Ele não se importava de dar entrevistas, contanto que não tivesse de sair de sua cidade. Ao longo desse tempo, também pude acompanhá-lo no processo de produção de alguns filmes”. Agora, Schickel prepara um livro na mesma linha sobre Steven Spielberg, que deve ser lançado nos EUA no começo do próximo ano. “Não vai ser tão volumoso quanto o de Scorsese. Spielberg não gosta tanto de falar”.

Schickel começou na crítica de cinema em meados da década de 1960 e já escreveu para as revistas “Time” e “Life”. Hoje, confessa, não encontra mais tanto prazer em escrever sobre filmes – embora, eventualmente, faça alguma resenha para um site. Ele diz preferir fazer livros sobre filmes e cineastas. “Não me atrai a ideia de fazer uma entrevista de meia hora para publicar numa revista. Eu prefiro conversas longas, que possam resultar em algo mais aprofundado”.

Quando perguntado sobre seus gostos cinematográficos, o escritor explica ser variado e diz ser impossível citar algum filme como seu favorito. E também confessa não conhecer muito sobre cinema brasileiro. “Chegam muito poucos filmes estrangeiros aos cinemas norte-americanos. A cultura cinematográfica do norte-americano é bem limitada. Os filmes estrangeiros que chegam até nós ficam em cartaz por uma semana e estreiam apenas nas grandes cidades. É um problema que não parece próximo de se reverter em breve”.

Conversas Com Scorsese
Autor: Richard Schickel
Editora: Cosac Naify
528 páginas
Preço: R$ 89,00
 

Taí um bom livro pra se ler e aprender um pouco cinema.

Share this post


Link to post
Share on other sites

Scorsese diz que seus próximos filmes podem ser em 3D

02/01 - 21h27

 

Divulgação

 

A Variety entrevistou Martin Scorsese e conversou com o cineasta sobre a conservação da história do cinema e o uso do formato 3D, adotado por ele recentemente em A Invenção de Hugo Cabret.

Scorsese recebeu hoje o prêmio especial dos OFCS Awards por sua dedicação à preservação cinematográfica, e o diretor demonstrou porque merece esta homenagem ao responder à Variety o que precisa ser feito para que os filmes não sejam perdidos: “Nós precisamos lembrar que a perda de mais de 75% do cinema mudo para a deterioração não é apenas questão de retórica ou propaganda – isso é real. Nós precisamos lembrar que filmes são perdidos o tempo todo, e nós só percebemos a perda após ela realmente ocorrer: eles não explodem, eles deterioram silenciosamente. Nós precisamos lembrar que o trabalho é constante e nem um pouco glamouroso. Para cada história de sucesso, como a descoberta e restauração do filme mudo de John Ford, Upstream, existem milhares de outros filmes que precisam ser localizados, restaurados ou preservados, ou todas essas opções. Resumindo, nós precisamos lembrar, ponto. E precisamos agir, sem esperar que outras pessoas o façam”.

Sobre o descaso quanto à preservação, o diretor disse que nós vivemos em um mundo guiado pela economia, e que por questões estritamente econômicas a preservação e restauração de filmes não é uma prioridade. O principal dano disso? Segundo Scorsese, “existe sempre uma geração de crianças que está interessada em filmes, mas não faz a menor idéia de quem seja (Ernst) Lubitsch, ou (Howard) Hawks, ou Satyajit Ray. E cada geração fica um pouco mais distante do início do cinema, do auge dos estúdios de Hollywood, do Neo-Realismo italiano, da Nouvelle Vague francesa e, agora, dos anos 90, quando a consciência sobre a preservação de filmes fez uma pausa”.

Quanto à utilização do formato 3D, Scorsese diz que concorda com Steven Spielberg, que disse que o formato só deve ser utilizado quando faz sentido para o filme. De acordo com o diretor, “geralmente, quando há uma nova tecnologia em desenvolvimento, há um senso de euforia correspondente. A mesma coisa ocorreu com a introdução do Technicolor, do CinemaScope e do Dolby. E todo mundo só lembra disso como um meio, não como um fim. O verdadeiro 3D é lindo, mas é apenas uma escolha, uma ferramenta entre muitas. E você só deve utilizar se for a ferramenta certa”.

Para finalizar, a Variety perguntou a Scorsese se ele planeja realizar seus dois próximos projetos, Silence e Sinatra, em 3D, e a resposta foi animadora: “Sim, eu estou considerando a possibilidade”. Vamos aguardar o resultado.

Share this post


Link to post
Share on other sites

  1. Taxi Driver = 10,0
  2. O Aviador = 10,0
  3. Os

    Bons Companheiros = 10,0

  4. Cassino = 10,0
  5. Os Infiltrados =

    9,5

  6. A

    Última Tentação de Cristo = 9,5

  7. Touro Indomável = 9,0
  8. A Invenção de Hugo Cabret = 9,0

  9. Depois de Horas

    = 9,0

  10. Gangues de Nova York = 8,5
  11. Cabo do Medo

    = 8,5

  12. Caminhos

    Perigosos = 8,5

  13. A Época da Inocência = 8,5
  14. O Rei da Comédia = 8,5
  15. A Cor do Dinheiro

    = 8,5

  16. Ilha do Medo = 8,0
  17. Alice Não Mora Mais Aqui = 7,5
  18. Kundun = 7,5

  19. New

    York, New York = 7,5

  20. Quem Bate à Minha Porta? = 7,0
  21. Vivendo no

    Limite = 6,5

  22. Sexy e Marginal = 5,5

Share this post


Link to post
Share on other sites

Entrevista do diretor Peter Greenaway na Folha ataca Scorsese.

 

 

Qual a sua sensação ao ver um diretor como Martin Scorsese filmando em 3D?

 

 

 

Martin Scorsese é uma perda de tempo. Ele fez alguns bons filmes no início da carreira, mas passou a ser manipulado pelos estúdios. Perdeu completamente a vibração que possuía "Táxi Driver" e "Touro Indomável". Pobre Scorsese, ainda fazendo filmes italianos dos anos 1950 sobre a obsessão italiana pelo mal inerente aos homens. Não estamos mais interessados nisso.

 

 

 

 

Mais aqui

 

 

 

http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/1060319-peter-greenaway-ataca-obsessao-por-filmes-bobos-e-desdenha-do-3d.shtml

Share this post


Link to post
Share on other sites

 

1- Depois de Horas - 10

2- Os Bons Companheiros - 10

3- A Invenção de Hugo Cabret - 9,5

4- Taxi Driver - 9,5

5- Cassino - 9,0

6- Ilha do Medo - 9,0

7- Cabo do Medo - 8,0

8- O Aviador - 7,5

9- Os Infiltrados - 7,0

10- Gangues de Nova Iorque - 5,0

Share this post


Link to post
Share on other sites

Martin Scorsese vai produzir filme sobre a fundação da Rolls Royce

O%20diretor%20Martin%20Scorsese%20ao%20receber%20o%20Globo%20de%20Ouro%20de%20melhor%20direção%20por%20A%20Invenção%20de%20Hugo%20Cabret%20%2815/1/12%29

O cineasta Martin Scorsese está se juntando a outros produtores para realizar "Silver Ghost", um drama baseado na história real da fundação da empresa automobilística inglesa Rolls Royce. As informações são da revista "Variety".

"Silver Ghost" é uma história de amor não só entre homens e mulheres, mas também entre homens e máquinas. Ambientado na virada do século 19 para o 20, o filme conta a história de Charles Rolls e Henry Royce, além dos casos amorosos da família Beaulieu.

"Quando eu li a história de 'Silver Ghost', fiquei hipnotizado", disse Scorsese à "Variety". "Eu imediatamente pensei: 'Isso é um filme que tem que ser feito'. E quando me pediram para participar como produtor ao lado de Richard Attenborough e Haas Anthony, eu não hesitei".

 


Share this post


Link to post
Share on other sites

Mais um top atualizado:

 

01. Taxi Driver

02. Os Bons Companheiros

03. Os Infiltrados

04. Touro Indomável

05. O Aviador

06. A Invenção de Hugo Cabret

07. Ilha do Medo

08. Cabo do Medo

09. Gangues de Nova York

10. Cassino

11. Vivendo no Limite

Share this post


Link to post
Share on other sites

Retratista dos Estados Unidos, Martin Scorsese chega aos 70 anos ainda devoto dos filmes

Inácio Araújo

Colunista do UOL.

 

martin-scorsese-1353112281335_615x300.jpg

Desde "Sexy e Marginal", era fácil ver em Martin Scorsese, que completa 70 anos neste sábado (17), um diretor de cinema invulgar: com os parcos recursos obtidos pela produção de Roger Corman, colocava em cena uma história tipo "Bonnie & Clyde", mas mostrava-se original em relação ao filme de Arthur Penn. Tinha essa rapidez, esse sentido de urgência, as elipses características dos filmes "B".

 

Aos poucos, Scorsese ganhou força e criou sua própria turma. “Caminhos Perigosos” (1973) já tinha De Niro e Harvey Keitel, dois atores que figurariam na galeria dos permanentes de seus filmes. “Alice Não Mora Mais Aqui” já era o passaporte para a consagração junto a um público mais amplo. Com "Taxi Driver", a seguir, já ninguém tinha dúvida de que, sim, tratava-se de alguém que a história do cinema deixaria passar em branco.

 

O que veio a seguir confirmou fartamente esse prognóstico: a atenção à pequena gente (marginais, lutadores de boxe, jogadores de sinuca etc.) talvez seja sua marca maior. Com ela esquadrinhou a América e, sobretudo, Nova York, a cidade onde nasceu e cresceu pobre, num bairro onde, como disse, quem não virava gângster, virava padre.

 

Não por acaso, seus filmes foram marcados pela violência, o que só mudou ao longo dos anos quando passou a perseguir um Oscar que, afinal, merecia há muito tempo e que sempre acabava em mãos infinitamente menos hábeis (dá para acreditar que ele tenha perdido, certa vez, para o musical "Chicago"? E alguém ainda lembra desse filme?). Aí Marty, como é chamado, entrou em umas trips meio estranhas, entre elas um filme no Tibete. Que aliás não ganhou Oscar também.

 

O Oscar chegou tarde, admita-se, com "Os Infiltrados", um filme secundário em relação á sua obra (e, no mais, violento). Mas não foi isso que chegou tarde, e sim porque o que mais interessava ao cineasta era que sua mãe o visse com a estatueta – e quando ganhou ela já tinha morrido: o Oscar é cruel assim.

 

Mas não é pelo Oscar que Scorsese ficará. É, para começar, pelos seus filmes. Mas não só por eles. Ele é, entre os cineastas, o protótipo do amante do cinema. Capaz de discorrer horas a fio sobre a história do cinema americano (o que explica em boa parte sua obra, aliás). Ou sobre o cinema italiano, que via desde a infância.

 

Mas é do cinema americano que, afinal, ele se tornou uma espécie de memória viva. Muito justo: foi o amor ao cinema, que, afinal, o livrou de ser gângster ou padre, e que também se manifestou quando, já cineasta consagrado, passou a comprar cópias de filmes, inclusive ou sobretudo filmes ameaçados de desaparecimento, até “Deus e o Diabo na Terra do Sol”, de Glauber Rocha. Sabia muito bem que a sobrevivência dos filmes, sua preservação, é tão importante e vital quanto fazê-los. E que isso não ocorre de forma espontânea: é preciso correr atrás.

 

Seria possível destacar vários filmes na carreira de Scorsese: o seu amor pelo musical aparece no magnífico “New York, New York”, um inexplicável fracasso. Sua visão do gangsterismo, tão oposta à de Coppola, está inteira em “Os Bons Companheiros” (a máfia sem romantismo, tocada a poder sobretudo de brutalidade e da boçalidade), e reaparece com tintas mais maduras em “Cassino”.

 

Se a montagem tornou-se mais nervosa, quase ansiosa, com o passar do tempo, pessoalmente Marty soube preservar a calma como poucos em certos momentos. O principal deles: quando subiu ao palco para entregar a Elia Kazan o Oscar especial pela carreira. A platéia dividiu-se. Metade aplaudia. Metade vaiava Kazan pelo fato de ter delatado, no começo dos anos 1950, colegas à Comissão de Atividades Anti-Americanas do Senado (a famosa Comissão McCarthy da Caça às Bruxas). Isso não interessava a Marty. Antes havia o grande cineasta.

 

Antes, para Scorsese, sempre existiram os cineastas. A prova de sua moralidade, de sua integridade vem de seus atos: os filmes. Kazan passara por essa prova, e Scorsese não poderia senão aplaudi-lo. Assim com qualquer um que ame o cinema: tem de aplaudir Scorsese em seus 70 anos. E esperar por mais 70, férteis como foram estes primeiros.

Share this post


Link to post
Share on other sites

Taxi Driver | Robert De Niro fala sobre a sequência não realizada do filme "Ainda gostaria de saber como Travis está hoje"

Natália Bridi

15 de Novembro de 2013

 

24
 

 

 

taxi_driver.jpg
 

Robert De Niro falou ao The Guardian sobre a continuação de Taxi Driver.

O ator confirma que ele, o diretor Martin Scorsese e o roteirista Paul Schrader  chegaram a conversar sobre o projeto: "Eu tive essa ideia [de revisitar Travis Bickle]. (...) Conversamos sobre isso, um conceito, ou o roteiro, esqueci. Mas de alguma forma sentimos que não estava certo e a ideia não decolou".

De Niro, porém, afirma que ainda gostaria de saber como Travis estaria hoje: "Havia algo naquele cara - toda aquela raiva e alienação -, é isso que a cidade pode fazer com você. Quero dizer, Marty e eu somos de Nova York e até nós podemos nos sentir alienados".

O ator também comentou sobre a teoria de que Travis morre no final do longa de 1976 e que a cena da sua volta às ruas é apenas uma fantasia: "Bem, é uma teoria interessante. Sei que essa não era a intenção, mas é uma ideia válida como qualquer outra".

Share this post


Link to post
Share on other sites

Jamie Foxx irá interpretar Mike Tyson em novo filme de Martin Scorsese

Por Paulo Henrique 01/08/2014 15:25
2014-08-01-jamie.jpg

Jamie Foxx foi escalado pelo diretor Martin Scorsese para o seu mais novo projeto nas telonas. Jamie irá viver o ex-lutador de boxe Mike Tyson, em um filme que promete contar a história sobre a vida do lutador.

 

De acordo com Tyson, Foxx deve encarnar o lutador em várias etapas diferentes de sua vida, utilizando uma tecnologia semelhante que foi aplicada em Brad Pitt no filme "O Curioso Caso de Benjamin Button" para envelhecer e rejuvenescer a sua aparência.

 

"Em um ano ou 18 meses, vamos fazer a história de Mike Tyson e ele (Foxx) vai me representar. E agora eles têm essa nova animação, porque você sabe, Jamie tem mais ou menos a minha idade, então ele não pode me representar (jovem), mas eles tem esse novo sistema", disse o lutador de 48 anos.

 

Ainda de acordo com Tyson, Foxx pediu que ele ajudasse com o treinamento necessário para o papel. O ator já interpretou o lutador em outras ocasiões, em esquetes de comédia. Foxx ganhou o Oscar de melhor ator em 2005 por ter feito outra cinebiografia, “Ray”, na qual assumiu o papel do músico de soul Ray Charles.

 

Mike Tyson foi o lutador mais jovem a disputar a liga dos campeões de peso pesado, aos 20 anos. Em 1992, ele foi acusado de estupro e, em 2003, declarou falência. Em 2008 sua história foi também foco do documentário "Tyson", de James Toback.

 

FONTE: DIARIO24HORAS

Share this post


Link to post
Share on other sites

Descubra quais são os 39 filmes essenciais para Martin Scorsese Finalmente vazou a lista com os 39 longas que o diretor recomendou a um fã

por Carla Braga

 

Há alguns anos, um jovem cineasta, chamado Colin Levy, escreveu para Martin Scorsese, perguntando quais filmes deveria assistir para expandir os seus horizontes cinematográficos. Para a sua surpresa, o renomado diretor o respondeu e encaminhou uma lista, através de seu assistente, com 39 produções estrangeiras essenciais – ou, como as pessoas a andam chamando, Os 39 Filmes que Você Deve Assistir Antes de Morrer.

 

Maria.png

 

Como esse boato foi originado no Reddit, sua autenticidade sempre esteve em questão. Até que Levy retuitou o perfil de Cinephilia & Beyond com os nomes, e o pessoal do site resolveu divulgar a lista, ontem (20), para a alegria geral.

 

Ela é uma compilação incrível para cinéfilos, que já devem ter assistido a maioria dos títulos, visto que são mesmo essenciais, como Scorsese os descreveu. Mas vale a pena lembrar que a lista foi elaborada por um ser humano, que é parcial por natureza. Ou seja, favoritos do diretor conseguiram uma vaga, enquanto alguns nomes cultuados por outros ficaram de fora. Nenhuma produção de Fellini foi mencionada, por exemplo, nem mesmo uma sequer de Ingmar Bergman, favorito pessoal de quem está escrevendo esta matéria... Pelo menos Metrópolis é o número dois da lista.

 

Se liga nos nomes de filmes e diretores da lista e na foto da sua versão original, que está na galeria de imagens!

 

1. Nosferatu (1922) - F.W. Murnau

2. Metropolis (1927)- Fritz Lang

3. Dr. Mabuse, The Gambler (1922) – Fritz Lang

4. Napoleon (1927) – Abel Gance

5. Grand Illusion (1937)– Jean Renoir

6. Rules Of The Game (1939) – Jean Renoir

7. Children Of Paradise (1945) - Marcel Carné

8. Rome, Open City (1945) - Roberto Rossellini

9. Paisà (Paisan) (1946) - Roberto Rossellini 

10. La Terra Trema (1948) – Luchino Visconti 

11. The Bicycle Thief (1948) – Vittorio De Sica

12. Umberto D. (1952) – Vittorio De Sica

13. Beauty & The Beast (1946) – Jean Cocteau

14. Tokyo Story (1953) – Yasujirō Ozu

15. Ikiru (1952) – Akira Kurosawa

16. Seven Samurai (1954) – Akira Kurosawa

17. Ugetsu (1953) – Kenji Mizoguchi

18. Sansho The Bailiff (1954) – Kenji Mizoguchi

19. High and Low (1963) – Akira Kurosawa

20. Big Deal On Madonna Street (1958) – Mario Monicelli

21. Rocco and His Brothers (1960) – Luchino Visconti

22. The 400 Blows (1959) – François Truffaut

23. Shoot the Piano Player (1960) – François Truffaut

24. Breathless (1960) – Jean-Luc Godard

25. Band of Outsiders (1964) – Jean-Luc Godard

26. Il Sorpasso (1962) – Dino Risi

27. L'avventura (1960) – Michelangelo Antonioni

28. Blow Up (1966) – Michelangelo Antonioni

29. Before the Revolution (1964) - Bernardo Bertolucci

30. Le boucher (1970) - Claude Chabrol

31. Weekend - (1967) Jean-Luc Godard 

32. Death by Hanging (1968) - Nagisa Ôshima

33. The Merchant of Four Seasons (1971) - Rainer Werner Fassbinder

34. Ali: Fear Eats The Soul (1974) - Rainer Werner Fassbinder

35. The Marriage of Maria Braun (1979) - Rainer Werner Fassbinder

36. Kings of the Road (1976) – Wim Wenders

37. The American Friend (1970) – Wim Wenders

38. The Enigma of Kaspar Hauser (1974) –Werner Herzog

39. Aguirre, the Wrath of God (1972) –Werner Herzog

 

 

FONTE: FIQUE LIGADO

 

Como disse o autor da notícia, faltou um Bergman ai. Mas gosto é gosto.

Share this post


Link to post
Share on other sites
Foxx diz que Scorsese vai dirigi-lo em filme sobre Tyson
13/03/15 - 14h05
 
por Antônio Tinôco

 467_1.jpg

Em julho de 2014, o ex-boxeador Mike Tyson revelou que Jamie Foxx (Ray) e Martin Scorsese (Os Bons Companheirosestavam envolvidos de alguma forma com sua cinebiografia.

Agora, em conversa com o programa de rádio The Breakfast Club, Foxx contou como está a situação do filme: “Acabei de ser contratado pela Paramount para fazer a história de Tyson. Estava vendendo o projeto para a produtora com Tyson de um lado e eu de outro interpretando o lutador. E Martin Scorsese vai dirigir. Este será o primeiro longa de boxe que ele realiza desde Touro Indomável (1980)”.

Como não foram anunciadas informações oficiais, não é possível afirmar que Scorsese realmente será o diretor. Mas há uma grande chance, ainda mais porque o roteirista do filme é Terence Winter, que trabalhou com o cineasta em O Lobo de Wall Street (2013). 

A trama deve apresentar a conturbada vida do lutador que, aos 20 anos de idade, foi o profissional mais jovem a conquistar o título mundial de pesos pesados. Ao longo de sua carreira, ele cumpriu pena na prisão, envolveu-se com drogas, perdeu a filha de apenas quatro anos de idade e chegou a arrancar um pedaço da orelha de Evander Holyfield no ringue.

“Esta é a história de um cara que tinha 60 milhões de dólares no bolso aos 18 anos de idade. E todos tentando pegar uma parte disso. Tyson mais velho vai refletir sobre sua vida e como o dinheiro foi sua ruína”, completou Foxx.

Computação gráfica será utilizada para deixar o ator de 47 anos mais novo, processo usado em Brad Pitt no drama O Curioso Caso de Benjamin Button. Foxx também será treinado por Tyson antes das filmagens começarem em uma data ainda não definida.

 

FONTE: CINEMA EM CENA

 

Share this post


Link to post
Share on other sites

Martin Scorsese vai desenvolver cinebiografia do compositor e maestro Leonard Bernstein.

 

635816545728164484.png

Martin Scorsese (Taxi Driver) renovou seu contrato com a Paramount até 2019 e o site The Hollywood Reporter noticiou um novo projeto que o cineasta vai desenvolver em parceria com a produtora.

Segundo informações, o estúdio quer que Scorsese dirija uma cinebiografia de Leonard Bernstein que vai explorar a vida do aclamado compositor e maestro norte-americano. Ele influenciou gerações de artistas e é responsável pelas trilhas sonoras de Amor, Sublime Amor (1961) e Sindicato de Ladrões (1954). Não foram divulgados mais detalhes sobre o longa, mas o roteiro será escrito por Josh Singer, de O Quinto Poder e do inédito Spotlight.

No momento, Scorsese se prepara para lançar em 2016 o drama Silence, com Andrew Garfield, Adam Driver e Liam Neeson. A trama foca em dois padres portugueses que são perseguidos e enfrentam atos de violência quando viajam ao Japão.

O site do THR também confirmou outros dois filmes futuros do diretor: The Irishman, sobre Frank Sheeran (Robert De Niro), veterano da Segunda Guerra Mundial que fazia parte do sindicato Irmandade Internacional dos Caminhoneiros ao mesmo tempo em que estava envolvido com a máfia; e The Devil in the White City, nova parceria com Leonardo DiCaprio que contará a história real do doutor que assassinou pelo menos 27 pessoas (acredita-se que o número possa chegar até 200 vítimas).

Portanto, se tudo correr como o esperado, Scorsese fará muitos cinéfilos felizes até 2019.

 

Cheio de moral.

Share this post


Link to post
Share on other sites

 Visto O AVIADOR

 

 235px-The_Aviator.jpg

 

  O filme acompanha a ascensão de Howard Hughes (Leonardo DiCaprio) um rapaz que após herdar a fortuna da família, passa a investir em suas duas grandes paixões, cinema, e principalmente, aviação. O filme acompanha a trajetória de Hughes enquanto ele se torna um magnata da industria de aviação ao mesmo tempo em que expõe sua conturbada vida pessoal, marcada por complicadas relações com grandes estrelas do cinema, como Katherine Hepburn (Cate Blanchett) e Ava Gardner (Kate Beckinsale), além de sua luta para controlar o seu grave TOC.

 

 Ótima cinebiografia comandada pelo Scorsese. Howard Hughes pode ter sido uma das figuras mais intrigantes a habitar o cenário Norte americano durante a primeira metade do Século 20, com seus projetos milionários e megalomaníacos,. E o cineasta Scorsese, juntamente com DiCaprio parecem compreender esta figura, nos entregando a jornada de um personagem extremamente multifacetado, um homem que foi um verdadeiro visionário em todas as atividades em que se envolveu, mas também dono de um egoismo e neurose tão grandes quanto a sua genialidade.

 

  A cenografia e o figurino são extremamente competentes em reconstituir a época em que o filme se passa, alternando todo o glamour da Era de Ouro de Hollywood, com os bastidores da aviação, que começava a tomar a forma como nós a conhecemos hoje. O roteiro escrito por John Logan também é competente em cobrir mais de vinte anos na vida do protagonista de forma bastante fluída, ao mesmo tempo em que contextualiza o período histórico sem com isso tirar o foco da jornada de Hughes.

 

 Mas o grande mérito de O AVIADOR está em seu elenco. Leonardo DiCaprio transmite de forma bastante competente toda a complexa personalidade de Howard Hughes. A obsessão por detalhes do magnata é exibida de forma bastante natural por DiCaprio, ao mesmo tempo em que mostra a evolução do TOC do personagem de forma bastante cadencial, primeiro surgindo de forma sutil, para depois apresentar os sintomas de forma bem mais explícita. Os coadjuvantes também estão muito bem afiados, com especial destaque para Blanchett como uma geniosa Katherine Hepburn, e John C. Reilly como o assistente de Hughes, que inutilmente tentava alertar o patrão para os seus excessos econômicos.

 

 No geral, ótimo filme, digno de seu diretor.

Share this post


Link to post
Share on other sites

 Em mais um caso de a vida imita a arte

 

 O Lobo de Wall Street: FBI quer confiscar todos os bens e direitos do filme após denúncia de corrupção

De João Vitor Figueira ▪ quinta-feira, 21 de julho de 2016 - 18h48 

Filme de Martin Scorsese teria sido financiado com dinheiro ilícito.

 
459577.jpg

Após uma investigação do FBI, o Departamento de Justiça dos Estados Unidos entrou com uma ação civil contra os produtores de O Lobo de Wall Street, drama dMartin Scorsese que traz Leonardo DiCaprio no papel do ex-corretor Jordan Belfort, um homem de negócios que enriqueceu às custas de muitas fraudes e corrpção.

De acordo com informações da Agence France-Presse, Leslie Caldwell, procurador adjunto que trabalha no caso, quer que os direitos e bens arrecadados pelo filme sejam apreendidos por causa da lavagem de dinheiro no financiamento do longa-metragem.

A Red Granite Pictures, produtora até então desconhecida, bancou a produção do longa-metragem, orçado em US$ 100 milhões. Investigadores acreditam que esse dinheiro tenha vindo da Malásia, desviado de um fundo estatal oficialmente destinado a estimular o crescimento econômico do país asiático, o 1Malaysia Development Berhad (1MDB). Em tese, os projetos financiados pelo 1MDB tem de ter seus lucros revertidos em políticas públicas na Malásia.

"Nem o 1MBD, nem os malaios, viram um centavo do lucro do filme, ou os outros ativos adquiridos com fundos do 1MDB", afirmou Caldwell. "Em vez disso, esse dinheiro serviu para parentes e associados dos funcionários corruptos do 1MDB e outros", contou o procurador.

Na denúncia entregue contra a Red Granite Pictures, o Departamento de Justiça visa apreender ao menos US$ 1 bilhão em bens da produtora. Além disso, o órgão afirma que a Red Granite Pictures usou mais de US$ 3,5 bilhões de dinheiro público malaio para fazer o filme e bancar o estilo de vida opulente e luxuoso de Riza Aziz, um dos produtores do filme, que gastou boa parte dessa fortuna em dívidas milionárias com cassinos de Las Vegas, joias e no aluguel de jatinhos privativos.

A denúncia diz que parte desse dinheiro foi gasto em passeio marcado pela ostentação em julho de 2012, que teve "um ator principal de O Lobo de Wall Street", em uma alusão clara a DiCaprio.

O 1MDB foi fundado por Najib Razak, atual premiê malaio sobre quem pesam denúncias de corrupção. A Red Granite Pictures tem Riza Aziz, enteado de Razak, como cofundador e presidente.

A Red Granite nega todas as denúncias.

 

FONTE: ADORO CINEMA

Share this post


Link to post
Share on other sites

Meio off:

Só uma coincidência que vi em 3 filmes...

Depois de Horas (1985)  - Griffin Dunne + Rosanna Arquette

rosanna+arquette.jpg

 

Procura-se Susan Desesperadamente (1985) - Rosanna Arquette + Madonna

procura-se-susan-desesperadamente_t3397_

Quem é essa Garota? (1987) - Madonna + Griffin Dunne

mad4.jpg

 

hehe

Share this post


Link to post
Share on other sites

Create an account or sign in to comment

You need to be a member in order to leave a comment

Create an account

Sign up for a new account in our community. It's easy!

Register a new account

Sign in

Already have an account? Sign in here.

Sign In Now

×