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O Que Você Anda Vendo e Comentando?

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A história de Piano é insignificante, sim. Mas não é nem de longe um filme de roteiro. Viagem minha: me lembra muito Days of Heaven do Malick, que também tem um roteiro bem novelão, mas que pelas sensações que provoca (através da natureza, em ambos), é incrível.

Sobre metalinguagem em Black Swan, acho que existe sim. Aquelas discussões todas sobre espontaneidade, talento Vs técnica, etc... Pra mim tá mais pra metabobagem, mas isso não vem ao caso. 06

MacGruber2011-03-24 20:22:08

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Pensando agora, o que eu vejo de metalinguagem em Black Swan é a forma deselegante com que o Arano filma algo extremamente elegante. Isso é o que eu vejo, mas mesmo assim estou forçando o conceito.

 

 

 

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COMO VOCÊ SABE - 6/10 - Trata-se de uma comédia romântica indecisa assim como a personagem central interpretada com doçura por Reese Witherspoon. O diretor e roteirista James L. Brooks é muito mais feliz na construção dos personagens do que propriamente no desenvolvimento da narrativa já que o filme flui mesmo através da interação entre os divertidos personagens, muitas vezes funcionando até mais isoladamente do que pelo conjunto da obra. Paul Rudd mantém o seu inabalável carisma ao dar vida ao executivo que precisa manter o equilíbrio à medida que passa a ser investigado por suspeita de fraude na empresa que preside enquanto que Owen Wilson interpreta um jogador de beisebol que possui um jeito ingênuo e divertido de se comportar como um típico machista. Eles disputam o coração da personagem de Reese, mas Brooks embora não use a cartilha , embola o meio-campo com várias idas e vindas e o desenvolvimento se mostra pouco criativo. Ainda assim tratam-se de personagens carismáticos e divertidos, não é ruim dividir o tempo com eles, e ainda há uma providencial participação de Jack Nicholson na pele do pai do personagem de Rudd como um sujeito egoísta e cara de pau que tenta demonstrar ser um sujeito de bom coração. Thiago Lucio2011-03-24 21:50:24

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Ali (Michael Mann, 2001)

 

Estes biopics sempre ficam limitados

pelas amarras da realidade, mas o Mann, como sempre, entrega um filme

belíssimo, que honra a cultura negra como quase nenhum outro fez. E como

é bom ver um diretor com tanto talento e personalidade em ação, mesmo

que, até pela falta de alguns cortes necessários, não situa o filme entre

os melhores do cara. Hail to the Mann!

kakoserrano2011-03-24 22:28:01

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Sobre arte' date=' sem dúvida (balet é arte), sobre cinema, hummm [/quote']

 

 

Vou sempre ver um cara usando o balé pra comentar cinema ali (jogo de luzes, narrativa, etc). Mas, claro, cada um tem sua leitura.

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Núpcias de Escândalo (1940) - 3/ 5

Outra comédia com Katharine Hepburn, que repete seu papel masculinizado e estranhamente atraente. É uma daquelas histórias em que todos terminam felizes com seus pares amorosos (que acabam se confundindo em meio à narrativa). Devo dizer que Cary Grant é um ator cômico muito bom, principalmente com o timing, embora geralmente não seja muito reconhecido. Há, muitas vezes, um excesso de diálogos, pelo fato de ser um roteiro adaptado de uma peça teatral. Embora se diga uma comédia, não é assim tão engraçado, e seu poder reside principalmente na indecisão da protagonista e na falta de clareza da intenção dos que a cercam. Apesar de parecer uma crítica social, o filme acaba estabelecendo que pessoas são só pessoas, independentemente de sua conta bancária. James Stewart está bem, mas poderia ter ganho o Oscar por outros filmes ( A Mulher Faz o Homem, por exemplo), em que estava ainda melhor.

 

No fim, traz uma lição de moral um tanto duvidosa. Não importa se seu marido beba, não importa se a estiver traindo com uma dançarina qualquer, não importa se vocês são um casal que não tem onde cair morto. Se está feliz, tudo está bem.
leomaran2011-03-25 00:01:10

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Núpcias de Escândalo (1940) - 3/ 5

 

Outra comédia com Katharine Hepburn' date=' que repete seu papel masculinizado e estranhamente atraente. É uma daquelas histórias em que todos terminam felizes com seus pares amorosos (que acabam se confundindo em meio à narrativa). Devo dizer que Cary Grant é um ator cômico muito bom, principalmente com o timing, embora geralmente não seja muito reconhecido. Há, muitas vezes, um excesso de diálogos, pelo fato de ser um roteiro adaptado de uma peça teatral. Embora se diga uma comédia, não é assim tão engraçado, e seu poder reside principalmente na indecisão da protagonista e na falta de clareza da intenção dos que a cercam. Apesar de parecer uma crítica social, o filme acaba estabelecendo que pessoas são só pessoas, independentemente de sua conta bancária. James Stewart está bem, mas poderia ter ganho o Oscar por outros filmes ( A Mulher Faz o Homem, por exemplo), em que estava ainda melhor.

 

 

 

No fim, traz uma lição de moral um tanto duvidosa. Não importa se seu marido beba, não importa se a estiver traindo com uma dançarina qualquer, não importa se vocês são um casal pobre desempregado. Se está feliz, tudo está bem.
[/quote']

 

 

 

Nunca tinha ouvido falar sobre este filme mas sou muito fã dos dois. Fiquei curioso pra assistir. Sabe onde posso achar?

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Sebbe

Curiosa e melancólica produção sueca q guarda semelhança com os oscarizados Em um Mundo Melhor e Preciosa, ao pintar problemas sociais do Primeiro Mundo com tintas realistas. No enredo bem deprê, pro timido e introspectivo jovem titulo do filme desgraça pouca é bobagem; não bastasse levar pancada no bullying da escola e ataque psicológico da mãe bipolar, ainda sofre agressão sexual por parte do vizinho. Mas ele tem um dom: manja de eletrônica. No entanto, como esse acúmulo de carência e sofrimento não é nada salutar, nao vai demorar pra ele ao inves de consertar o radio de casa resolver construir uma bomba pra mandar td mundo pros ares. Interessante reparar q os atores (ótimos e naturalmetne convincentes) utilizam seus nomes verdadeiros em seus personagens. 8,5/10

 

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Jorge Soto2011-03-25 08:05:02

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Tropa de Elite 2 (José Padilha, 2010) - 10/10

 

A violência do primeiro não é nada comparada aos esquemas sórdidos dos " verdadeiros inimigos" desse segundo. Melhor sequência já feita, onde o "2" supera em todos os quesitos o "original". Roteiro atualizando e encaixando perfeitamente todas as situações sem perder tempo, edição ágil sem firulas desnessárias, elenco excelente (destaque para o Irandhir Santos como o Fraga e claro, Wagner Moura com seu " fodão e poderoso" Cap. Nascimento de outrora em estado de quase completa impotência).

 

E se, no primeiro, em alguns deu vontade de entrar no BOPE pra "pegar geral" a bandidagem, nesse a única vontade que dá após a subida dos créditos é mandar o CN pros ares.

 

 

 

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Barry Lyndon de Stanley Kubrick (1975)

 

Faz tempo que eu queria assitir este longa, afinal era mais uma obra do genial Stanley Kubrick  e um verdadeiro exercicio assitir um drama de 3 hrs, mas que cumpre com exito o seu proposito mostrando que o dirertor sabia oque estava fazendo.

220px-Barry12.jpg

 

 

Na Irlanda do seculo 18 o bem jovem Redmond Barry(Ryan O'Neal) se apaixona pela sua prima Nora(Gay Hamilton) que esta noiva de um Capitão inglês,  inclinado a conquistar o coração da jovem ele e o Capitão travam um duelo, culminando no exilio de Barry que parte para Dublin fugindo das autoridades, mas e roubado no caminho e sem dinheiro resolver se alistar no exercito ingles e lutar na guerra de 7 anos, mas incidente fatal com seu amigo e padrinho Capitão Grogan faz Barry se desecantar com a vida militar, desertando e assumindo uma indentidade falsa de Capitão indo para a Holanda onde e descoberto por um Capitão Potzdorf(Hardy Kruger) um prusiano que o força a servir o seu exercito, mas as boas de ações de Barry que salva a vida do Capitão faz se promover com autoridades prusianas que com o terminio da guerra lhe icumbe de espionar o Chevalier de Balibari (Partick Magee) irlandes e jogador profissional que num momento de sinceridade e emoção conta toda averdade a Chevalier, que lhe recebe com um pupilo e e o ensina todos os seus truques e artimanhas, fugindo dos prusianos ele partem para a Europa onde e praticam golpes lucrativos entre os nobres, a qual Barry cobra os devedores em duelos.

 

 

Rico e entediado Barry resolve se casar com uma nobre rica, então casualmente ele conhece a bela condessa de Lydon (Marida Bereson)  que vive com o idoso e doente Sir Charles  Lydon que morre prematuramente deixando uma imensa fortuna e sua esposa. Barry casa com ela e adquiri para si o nome Lydon para si e começa a desfrutar da vasta riqueza na Inglaterra gerando a insatifação do seu enteado sir Bullingdon que o ve com um aproveitador e infiel a sua mãe já que tem inumeras amantes e acirrando o conflito entre em ambos que faz o rapaz ao odia-lo com o passar dos anos, mas o nascimento do seu primeiro filho Bryan Patrick traz a animo ao casamento e sua vida na corte  inglesa entretanto úma tragedia pessoal atingir gravemente Barry.

 

Longo,erudito,poetico e triste são charme deste grande drama que tem uma boa atuação de Ryan O'Nel que convence tanto na sua fase  campones inocente e como emergente sofisticado arrogante.

 

220px-Barry_Lyndon_A.jpg

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VIPs (2010) - 3,5/ 5

Começa meio devagar, com o Wagner fazendo o papel de um adolescente com cabelo estilo Justin Bieber. Depois vai melhorando a ponto de quase se tornar um grande filme. A direção, aliás é um ponto alto do filme. O diretor é um tal de Toniko Melo, que antes só tinha dirigido uns episódios de Som e Fúria, da Globo, e o filme da série. Aqui ele se mostra bastante talentoso, principalmente na direção de atores. Gostei especialmente do reencontro de Marcelo com a mãe, que tem uma profundidade tão espontânea e verdadeira, que eu senti que já tinha vivido exatamente aquela cena com a minha mãe.

 

O roteiro é bastante bom e não se mantém grudado ao livro no qual é baseado. A história falha em alguns momentos, mas quando acerta é simplesmente gratificante para o espectador. O final, do qual eu particularmente gostei, pode acabar sendo um tiro no pé da própria produção. O público estava simplesmente adorando, rindo quando era pra rir, se chocando quando devia se chocar, enfim, acompanhando a trajetória de Marcelo (ou Henrique, na maior parte do tempo) com o maior interesse. Só que, como o final não era como eles esperavam, saíram praticamente xingando o filme. Me arriscaria a dizer que não será um grande sucesso comercial, mas é bom ver um filme brasileiro que tem um diretor e não aquela coisa genérica que a Globo coloca na tela.

 

Ah, esqueci de falar. O Wagner Moura é foda. A atuação dele aqui está até melhor do que em Tropa, também porque seu papel acaba sendo mais versátil.

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Primal - tem um pouco de Abismo do Medo' date=' um pouco de A Caverna, mas não tem nenhum cérebro, nenhum talento, nenhum mérito, para ser mais direto.[/quote']

 

Porra, alguém mais no mundo viu essa merda, hahahaha

 

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Apesar das falhas muitas vezes incômodas e primárias, Bruna Surfistinha é um filme que vale a pena assistir, e o motivo é dos mais surpreendentes: Deborah Secco.  Deixando de lado a questão de ela ser um monumento de mulher, a "garota" entrega uma atuação simplesmente perfeita, cheia de nuances e cuidadosamente bem montada (pela atriz, e não pela edição como fizeram pra Portman no filme do Cisne da cara preta).  Pena que o roteiro insista em sabotar a personagem/atriz a quase todo o momento.  Ainda se vê os sempre ótimos Cássio Gabus Mendes, Fabíula Nascimento e Drica Moraes, além de um excelente uso de trilha sonora, figurinos e direção de arte dignos de nota, uma fotografia fria, condizente com a personagem.  Enfim, Deborah demonstra que se escolher papéis certos, se jogar no personagem, rende demais.  Vai entrar fácil para as listas de melhores do ano.

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Peraí, que a Deborah Secco faz uma ótima atuação em "Bruna Surfistinha", tudo bem. Ela é a melhor coisa deste filme fraco. Que ela é uma mulher gostosa (não necessariamente bonita), tudo bem. Acho que ela não está envelhecendo muito bem, mas continua com corpão. Mas dizer que a atuação de Natalie Portman em "Cisne Negro" é mérito da edição.... aí não... aí não posso ficar calado. Que absurdo!!!! Mas pronto já expressei minha revolta.... rsrsrs Thiago Lucio2011-03-26 00:53:28

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Primal - tem um pouco de Abismo do Medo' date=' um pouco de A Caverna, mas não tem nenhum cérebro, nenhum talento, nenhum mérito, para ser mais direto.[/quote']Porra, alguém mais no mundo viu essa merda, hahahaha

 

 

 

Pois é. Pior que foram apenas 80 minutos desperdiçados, mas pareceram muito mais. 06.gif

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Infestation (Kyle Rankin, 2009)

 

Eu continuo apoiando os filmes

vagabundos. É um gênero que muito me agrada. Quase sempre me desaponto

com o filme em si, mas dificilmente é tempo perdido. Aqui não foi

diferente. É um filme sobre insetos gigantes e tals, mas que se perde

tentando meio que ser uma paródia de algo já ridículo por si só. Tem

nudez gratuita, mas de peitos mutantes siliconados, o que é uma pena.

 

 

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Scott Pilgrim contra o Mundo

 

 

 

O filme já começa morto devido à escolha do ator para o protagonista. Michael Cera simplesmente não convence como adulto com síndrome de Peter Pan pegador de garotinhas, não convence como alguém que conseguiria das uns pegas na interessante Ramona Flowers (bem... o Cera não convence pegando nenhuma mulher), etc. Sua voz de taquara rachada é tão irritante que é difícil aproveitar as qualidades de um filme que, sem sombra de dúvida, seria infinitamente melhor caso escolhessem um ator adequado. As citações a videogames são divertidas, algumas piadas boas, mas o filme tbém é mais longo do que deveria, tornando-se realmente cansativo.

 

 

 

Enfim, decepcionante.

 

 

 

Nota 4/10

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Sucker Punch (Zack Snyder, 2011)

Gostosas, armas e monstros. Cadê o sangue, os peitos e as bundas? Tenta ser estiloso, não consegue. Tenta ser bad ass, não consegue. Sem cérebro, seria muito mais divertido e empolgante se fosse, justamente, mais subversivo. Snyder precisa ter aulas com Tarantino e Rodriguez antes de tentar sê-los. Abbie Cornish, além de prestar como gostosa, rouba a cena. Ponto pra ela.

 

 

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