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LOOPER - Bem bacana, apesar de eu me lembrar de Minority Report durante boa parte do ato inicial. O filme é bastante comum até a personagem de Blunt entrar em cena - ela, que eu não achava grandes coisas, atua muito bem, além de estar lindíssima. Apesar de ser clichê, a sua relação com o menino mostra-se bastante especial, de um amor materno de raro alcance. 

(Possível spoiler) - Aliás, o filme, indiretamente, revela que as mulheres (mãe e esposa) podem salvar seus homens da perdição e estes, por sua vez, ficam totalmente sem rumo na ausência destas. Esta perspectiva - que não é original - está muito bem desenvolvida, além de ser o mote que proporciona o clímax do final, ao contrário do que pode ser pressuposto no início.

O SEGREDO DA CABANA - O que raios vocês viram de especial neste aqui? Só sei que aluguei porque, se não me engano, vi vários comentários elogiosos aqui no Facebook e/ou no fórum. Bem, é um filme meio tosco, com a tentativa inexplicável de 'suavizar' o horror através da antecipação do tal 'segredo', e que abusa do mesmo tipo de 'sustinho'. A ideia geral até é bacana, porém é totalmente abandonada (a forma com a qual o Japão lida com o tema, por exemplo, poderia ser muito mais explorada).

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LOOPER - Bem bacana, apesar de eu me lembrar de Minority Report durante boa parte do ato inicial. O filme é bastante comum até a personagem de Blunt entrar em cena - ela, que eu não achava grandes coisas, atua muito bem, além de estar lindíssima. Apesar de ser clichê, a sua relação com o menino mostra-se bastante especial, de um amor materno de raro alcance. 

 

(Possível spoiler) - Aliás, o filme, indiretamente, revela que as mulheres (mãe e esposa) podem salvar seus homens da perdição e estes, por sua vez, ficam totalmente sem rumo na ausência destas. Esta perspectiva - que não é original - está muito bem desenvolvida, além de ser o mote que proporciona o clímax do final, ao contrário do que pode ser pressuposto no início.

 

O SEGREDO DA CABANA - O que raios vocês viram de especial neste aqui? Só sei que aluguei porque, se não me engano, vi vários comentários elogiosos aqui no Facebook e/ou no fórum. Bem, é um filme meio tosco, com a tentativa inexplicável de 'suavizar' o horror através da antecipação do tal 'segredo', e que abusa do mesmo tipo de 'sustinho'. A ideia geral até é bacana, porém é totalmente abandonada (a forma com a qual o Japão lida com o tema, por exemplo, poderia ser muito mais explorada).

Não achei totalmente ruim O Segredo da Cabana, mas ainda assim me perguntei o mesmo depois de assisti-lo. Alias o Whedon já pode ser considerado o cineasta mais supervalorizado de 2012.

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Argo - Ótimo filme, Ben Afleck parece ter chegado à maturidade como diretor.

 

7 Psicopatas e 1 Shin Tzu - Fraco, com seus diálogos estilosos a la Pulp Fiction a mistura já desanda nos primeiros minutos de filme. Christopher Walken tem de longe as melhores cenas e falas.

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The Captains
Delicioso documentário onde William “James T. Kirk” Shatner corre atrás dos 5 atores que ocuparam a “cadeira de capitão” da franquia “Star Trek” : Patrick Stewart, Avery Brooks, Kate Mulgrew, Scott Bakula e Chris Pine. Dinâmico e cheio de imagens de arquivo, eis um filme  obrigatório não apenas p/ fazóides do seriado mas por sci-fi em geral. O balofo Shatner revela-se versátil repórter investigativo, porém c/ mesmo defeito do Jô Soares: quer aparecer mais q o entrevistado! Contudo, ao buscar a auto-promoção o produto final diverte, involuntariamente. No mais, desfrute inúmeras curiosidades: Brooks e seu talento musical; Mulgrew e seu drama com câncer; Pine como filho do Robert ( “Chips” ); e Bakula falando pelos cotovelos. Destaque pra cena c/ Stewart, emocionado, revelando como o seriado f... seus dois casórios; pra ridícula queda-de-braço c/ Pine; pro fanatismo das convenções trekker; e pra “cafagestice” do Shatner c/ boa parte das atrizes q “rodou” pelo seriado. Só podia ter dispensado comentar, nas entrelinhas, sua dor-de-cotovelo da fama do Spock-Nimoy, q por sinal não dá nenhum depoimento. E obrigatoriamente deveria.  9/10

 

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Oblivion
Sci-fi pós-apocaliptica razoável q bebe de trocentas fontes como “Eu Sou a Lenda”, “Terminator”, “Total Recall”, “2001”, “Planeta dos Macacos”, “Lunar”, etc. Numa terra devastada por aliens, a humanidade migrou pro espaço enqto alguns se encarregam de fazer a “manutenção” do q sobrou, oficio q o personagem do Tom Cruise faz s/ questionar. Mas qdo descobre uma sobrevivente gata passa a se indagar da verdadeira natureza do trampo. Noutras, uma versão live action de “Wall-E”. Atuações razoáveis e tecnicamente impecável, o problema da pelicula é q por querer ser td acaba sendo nada, faltando-lhe ritmo e identidade própria. Sobra então apenas muito corre-corre aqui e ali, em meio a paisagens desoladoras e maquinário futurista de cair o queixo. Pipocão na média apenas, sem mais nem menos. Eu me diverti mesmo pinçando as referências a outros filmes do q á trama propriamente dita, quiném “O Segredo da Cabana” fez com o gênero terror. 8/10

 

oblivion_ver3.jpg

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Oblivion

 

Curti até mais do que eu esperava. Kosinsky aqui se concentra nos personagens inialmente antes de partir para suas trocentas tramas. O maior problema que senti em Tron, aqui não tive, curti o personagem de Cruise e a atuação deste. Mas o destaque mesmo fica por conta da ruiva Riseborough (não sei se escreve assim) que tem um papel interessante. Melissa Leo faz bem o pouco que tem para fazer, o elo fraco fica por conta da Kurylenko que continua sem graça, só acreditei que ela era encantatora pela performance de Cruise mesmo. Como o Soto já escreveu tecnicamente é impecável. É uma pena que tenta tanta coisa ao mesmo tempo que acabe ficando até confuso e embolado, mas não teria problema em rever, até que me surpreendeu. 4 estrelas em 5.

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The Tunnel (sem título no Brasil que eu tenha achado, Carlo Ledesma, 2011) - Um filme em estilo documental, mas não apenas do tipo "câmera na mão" (embora a maior parte dele seja). Há reportagens de televisão, entrevistas com os personagens, como se fosse efetivamente um documentário sobre um caso real, à la Medical Detectives. Na estória, uma equipe jornalística entra no antigo sistema subterrâneo de Sydney para investigar porque um projeto do governo de reutilizar aquela área foi subitamente varrido para baixo do tapete. Uma vez lá: terror. Não é nenhuma obra-prima, mas tem vários méritos, o primeiro sendo essa montagem em estilo documentário, que vai além do simples "encontramos essa fita e agora você pode ver". A fotografia tb ajuda. Duas coisas me chamaram a atenção sobre o filme: ser australiano e ter sido feito através de crowdfunding. Até abri um tópico sobre o assunto.

 

tb me chamou a atencao o lance do financiamento coletivo da produçao. no mais , eu achei q se diferencia dos demais do genero por nao haver apenas a tradicional camera em primeira pessoa..e a producao se vale de qq uma q servir ao proposito, tipo, cameras de vigilancia na rua e escritorio. mas q porra era aquela la embaixo? (mendigo mutante? alienigena? assombracao? ou td se passava na cabeca deles?? )

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Sightseers
Divertidissima comédia de humor negro inglesa q, sob formato de “road-movie”, bebe de “Férias Frustradas”, “Na Natureza Selvagem” e “Assassinos por Natureza”. No filme, acompanhamos casal de meia-idade caindo numa viagem romântica pela Europa e, entre a visita dalgum atrativo local (“Museu do Lápis?!”), deixa um rastro de sangue de quem cruza suas costumeiras “DR”. A evolução sádica do casal é tão aceitável como questionável mas isso é mérito das ótimas interpretações de Alice Lowe e Steve Oram nos papeis principais, q tb são roteiristas do longa. Na trilha sonora, destaque pra clássica e oportuna “Taited Love”, em duas versões. Enfim, um filme esquisito e diferenciado, mas mto engraçado. “Assassinato é verde, menos emissão de carbono!’ , é apenas uma das pérolas da pelicula, assim tds as sequencias com Poppy ( “O Artista” ), o cãozinho da discórdia. Noutras, quem curtiu “ Shaun of Dead”  vai se deliciar com esta grata surpresa. Mas pelamor, alguem me explique o desfecho! 9,5/10
 

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Deranged 
Filme catástrofe sul-coreano dos bons q é td aquilo q o péssimo “Contagio” quis ser e não foi. Nele acompanhamos o surgimento dum virus misterioso q obriga as pessoas a se suicidar na água, aos montes. Mas enqto as autoridades buscam solucionar o problema, um vendedorzinho é obrigado a resolver a parada por conta, ao perceber q sua família tem os sintomas do parasita responsável. Eita porra! Variação bacana de apocalipse zumbi com “Seres Rastejantes”, “The Bay” e “O Hospedeiro” , a pelicula envolve como “thriller epidêmico” pelo seu ritmo frenético ao explorar o pânico, embora escorregue as vezes na pieguice mexicana. Com atuações razoáveis, efeitos bacanas e clichês eficientes, o filme tb mescla de forma legal conspiração c/ drama familiar. Não é de se estranhar q ficou no topo das bilheterias em seu pais de origem. 9/10
 

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Evil Dead
Remake apenas razoável. Anos-luz acima dos recentes “Sexta-Feira 13”,“Profecia”,“Massacre da Serra Elétrica”,“Hora do Pesadelo” e “Halloween”, mas ainda inferior ao original, claro. A estória é basicamente a mesma, só q com as pitadas psicotrópicas de “Adorável Molly” e algumas referências ao clássico de 82. O problema é q neste aqui já não há a novidade, impacto e intensidade brutais do original. Pronto, falei. Restam somente gore e violência de montão q irão satisfazer quem curte esse tipo de nojeira. Pior defeito: prum filme q se diz “Evil Dead” e não ter seu próprio Ash é algo imperdoável; é o mesmo q “Hellraiser” sem Pinhead.. tendeu? É bem provável q se não tivesse visto o do Raimi minha nota aqui seria a máxima. Mas me desculpem, neste caso a comparação é inevitável. Ah, e atente pra divertida cena pós-creditos. 8/10
 

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Adeus, Primeiro Amor
Esqueça a bobagem do Maculay Culkin em “Meu Primeiro Amor” e deleite-se com esta melancólica, singela e delicada crônica q versa sobre amor não correspondido e amadurecimento. Casal teen apaixonado se separa pq o moleque vai pro exterior. O tempo passa e ele some, mas a guria fica anos na fossa, até finalmente perceber q a fila anda. Engata novo romance e adivinha quem aparece novamente?? Dramas românticos batidos existem aos montes, dos quais este não faz parte, pois foge dos clichês. E ao lado de “Amores Imaginários” e “A Bela Junie” integra a nova (e ótima) safra contemporânea francesa no gênero. O casal principal ta ótimo, com destaque disparado pra gatissima periguete Lola Créton, como legitima dependente afetiva. A trilha oportuna da Violeta Parra apenas coroa com poesia cenas de solidão q passariam monotamente desapercebidas. Tocado em tom realista, a identificação é inevitável. 9/10
 

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Modus Anomali
De procedência indonésia/filipina e de baixo orçamento, este é daqueles filmes q nunca vai chegar no circuitão ou nem mesmo na TV. No entanto, é tão bom qto seus similares “Chaser” e “13 Desafios” . Mané acorda enterrado vivo(!?) e desmemoriado, e refaz tds seu passos anteriores afim de descobrir o ocorrido, mas com a devida cautela pois tem um psicopata atrás dele! Mesclando gêneros terror e thriller psicológico, o filme prende a atenção mas peca em coisas óbvias, desconjurando a criativa (e bem sacada!) “virada final” q a pelicula se propõe. É daqueles filmes q vc gosta ou odeia, pronto falei. Eu curti, com ressalvas, mais pelo fato duma puta idéia vir daqueles cafundós asiáticos. Porém, claramente mal executada e ainda por cima com atores q não ajudam muito. Ainda assim, vale uma visita pela curiosidade do q podia ter sido um filmaço, sem duvida! 8,5/10

 

modus-anomali-film-indonesia-poster.jpg

 


 

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Thale

A semelhança de seu conterrâneo "O Caçador de Trolls" , esta produção norueguesa de baixo orçamento tb versa sobre uma lenda escandinava, porem tocado quiném mix de "The Woman", "Splice" e "A Experiência" . No caso, acompanhamos dois amigos tropeçando com uma "huldra", uma gostosona com rabo de vaca(!?) q, quinem a nossa Iara tupiniquim seduz solteiros e os leva pras montanhas. Fotografia, atmosfera, interpretações e efeitos bacaninhas, o problema maior é q a pelicula se arrasta demasiado até os finalmentes. É mais interessante pela premissa (mal executada) q o conjunto em si. E claro, por ver desfilar a deliciosa atriz q intitula o filme, peladona a maior parte da projeção. Q belo rabo o dela, literalmente falando! Opção curiosa q daria um otimo curta, não um longa. 8/10

 

Poster.jpg

 

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Um Porco em Gaza

Divertida comédia franco-belga quiném “Four Lions” e “Santa Paciência” , q faz graça das diferenças entre árabes e judeus p/ passar sermão anti-bélico, à diferença de “O Filho dos Outros” e “Uma Garrafa no Mar de Gaza”. Pescador palestino endividado fisga um robusto porco(!!??) em sua rede. Como sua crença os considera impuros e não pode comê-lo, tenta se livrar do animal. Mas logo percebe q pode tirar proveito da $ituação c/ colonos israelenses atrás dum suíno p/ inseminação artificial. Tocado de forma simples, caricata e até ingênua, o trunfo mesmo é a atuação do Sasson Gabai no papel principal. Não é nenhuma obra-prima (até pq o desfecho é piegas e clichê), mas tem o mérito de tocar num tema sério satirizando ambos lados do conflito. Cenas antológicas: o infeliz pescador dando Viagra pro leitão; os preparativos do “porco-bomba”; e a conversa durante uma telenovela Global. 8,5/10

 

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The Place Beyond the Pines é um filme de certos altos e baixos, mas o resultado final é ainda assim muito bom. Assim como em Blue Valentine, O Derek Cianfrance sabe como trazer autenticidade pra certos dramas familiares e sabe também como tratar os personagens dele de forma humana. Uma coisa importante também é que ele é um ótimo diretor de atores. Poucas vezes o Bradley Cooper e a Eva Mendes vão entregar atuações naturais como as que eles fazem aqui. Dizendo isso, os novatos Dane Daehan e Emory Cohen roubam as atençoes. Tem umas certas oscilações de ritmo mas eu curti bastante, num geral.

 

Springbreakers, do Harmony Korine é tudo aquilo que andam comentando por aí. E isso é exatamente o que o filme precisava ser, pra melhor ou pra pior. Exagerado, estiloso, feito especialmente pra essa geração, seja lá qual for a mensagem que se tire após os créditos finais. O Korine acertou em cheio no que diz respeito as intenções dele com relação a forma como as pessoas iriam reagir a esse aqui. E é muito bem filmado, com algumas sequências memoráveis.  Alguns vão amar, muitos vão odiar, mas é um filme evento, precisa ser assistido, qualquer que seja a reação final.

 

O novo Evil Dead é ok. Enfoca mais no gore e etc mas ao mesmo tempo diminui varias das qualidades que fizeram o original ser o que era. Mas não é ruim. Se bem que eu não sei dizer se me diverti pelo fato do filme em si ser divertido ou se é o meu desespero em achar algo decente do genero ultimamente... digamos que eu fui no cinema com otimismo.

 

Promised Land, do Van Sant, é medíocre até o talo. Mais culpa do roteiro do que qualquer outra coisa. Mal consigo comentar direito porque não tem nada de relevante pra se falar a respeito do mesmo.

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To the Wonder - Não tem muito o que se falar sobre o novo filme de Terrence Malick. O diretor continua seu estilo de filmagem, existem cenas que parecem ter sido retiradas de A arvore da vida, e longos trechos sem diálogo, apenas música e reflexão. Adoro o estilo dele, a fotografia está ótima, Ben Affleck também. O resto do elenco não se destaca muito, apenas fazem seus papéis, mas nada de absurdo. É um filme que fala principalmente sobre amor e aceitação, muitos, tenho certeza, não encontrarão amor no filme, então vão achá-lo chato e arrastado. EU gostei. Nota: 8,0/10,0

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Simplesmente Complicado (It's Complicated, Dir.: Nancy Meyers, 2009) 2/4

 

meryl-streep-e-alec-baldwin-contracenam-

 

Não entendi o Steve Martin de galã.

Não entendi a cena da maconha (o que aquilo está fazendo ali?).

Não entendi as 2 horas de filmes (nem tenho problema com comédia romântica, mas não precisa ser tão longo assim).

Não entendi a cena dos 3 filhos já grandes, crescidos, vacinados, choramingando porque o pai deu uns pega nas mãe.

 

Mas a Meryl e o Alec fazem um bom par na tela, e a gente acaba se envolvendo na relação dos dois. Basicamente isso.

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The Collection

Sequencia inferior do bacana thriller de suspense O Colecionador de Corpos que praticamente eleva o gore desnecessariamente a niveis extratosfericos. Se o original, embora derivado de Saw , Cubo e Albergue , primava pelo eficiente suspense q desenvolvia, este aqui ja nao oferece originalidade alguma e se limita apenas a multiplicar a violencia num ritmo alucinado.  Aqui temos o sobrevivente da chacina anterior tendo q retornar ao cativeiro afim de ajudar um grupo de mercenarios indo atras duma guria raptada pelo psicopata. Algo similiar ao q fez Ripley, em Aliens O Resgate . Claro q tds vao pro saco caindo nas armadilhas inteligentemente pensadas pelo serial-killer, q decerto deve ter pos-graduacao em engenharia metalurgica, dadas suas mirabolantes invencoes de porte industrial. Se vale por alguma coisa, seria por ampliar o universo e a mitologia do assassino, mantendo o misterio em torno de sua origem ou motivacoes. Uma otima sacada e nunca mostra-lo de cara limpa. Desde ja menciono como antologica a sequencia da chacina da boate, logo no inicio. E torcer pra isso nunca ocorra numa sessao de cinema..Recomendavel apenas pra fas de gore, mutilacao, desmembramento, fraturas expostas, etc.. 7,5-10

 

 

2-Posters.jpg

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