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O Agente da U.N.C.L.E. (The Man from U.N.C.L.E. Dir.: Guy Ritchie, 2015) 2/4

 

 

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Mais De Henry Superman Cavill, mas ao contrário de Imortais que é feio que dói, esse Agente  U.N.C.L.E. é bem bonito e com muito boa trilha sonora. O diretor Guy Ritchie tem lá seu estilo e bom gosto. Cavill se deu melhor agora. Problema é que o personagem dele pede um pouco de malandragem e ele, apesar de tentar, não consegue muito segurar. O parceiro dele também não ajuda, o Hammer não tem muito carisma, e não parece russo (será que não dava pra por um ator verdadeiramente russo?Os dois agentes parecem vindos do mesmo lugar).

 

Pra piorar o filme se deu um pouco mal. O maior charme dele seria ser um filme estilo James Bond mas se passando nos anos 60(quando Bond começou nos cinema), mas antes dele veio o ótimo Kingsman, então esse acabou sendo atropelado por ele. Nesse estilo de filme de espionagem pipoca, fica no final num meio termo. Nem entre os melhores, nem entre os piores do gênero, mas é agradável. Dá pra encarar com uma boa Sessão da Tarde.

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O Fim da Escuridão (The Edge of Darkness, Dir.: Martin Campbell, 2010) 1/4

 

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Achei meio boring. O filme tem um marketing que faz pensar ser meio 'Desejo de Matar', mas não é . Tem uma investigação chata e arrastada sobre a morte da filha do Gibson. Só o final é que tem umas cenas melhores e mais interessantes, mas é só.

 

Desafio à Corrupção (The Hustler, Dir.: Robert Rossen, 1961) 3/4

 

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Quem foi que inventou esse título em português? E porque aceitaram usar isso? NADA a ver com o filme. Faz pensar que tem trama política no meio, mas não. É sobre um jogador de sinuca. O que isso tem a ver com "desafio à corrupção", até agora estou tentando saber qual a ligação...

 

Enfim, mais do que disputas de sinuca, é um filme sobre personagens. E todos bem interessantes. Talvez seja mais longo do que devia, mas mantém sempre a atenção. O personagem do Paul Newman aqui é o mesmo que o Martin Scorsese usou no A Cor do Dinheiro, nos anos 80 (Aliás, tenho que rever esse filme agora).

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Ray Harrihausen - The Special Effects Titan
Foderoso (e obrigatório) documentário sobre o mestre do stop motion, cujo maior trunfo são imagens de arquivo e, principalmente, os depoimentos do Cameron, Jackson, Spielba, Dante, Lucas,Burton, Del Toro despudoradamente reverenciando o cara que os motivou a ser o que atualmente são. Deleite-se com as imagens de bastidores de Furia de Titas, Monstro do Mar, Simbad, King Kong, etc.. 10-10
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Girl on the Train

Thriller de suspense genérico que desperdica otimos atores, a comecar pela tetéia Emily Blunt. Como titulo do filme, presencia algo duvidoso e passa a ser parte de algo maior, no estilo "Blow Up""Um Tiro na Noite"e um tiquim de "Garota Exemplar". No entanto, a direcão é piegas e convencional e nem a reviravolta final serve de consolo pra salvar esta producao mega aguradad, onde a única que se salva é a personagem titulo, que mesmo fazendo merdas eu adoro...kkk No genero, "Trem Noturno pra Lisboa" é muito melhor!  7-10

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Spectral

Divertido sci-fy de acão que entorna "Ghostbusters""Falcão Negro em Perigo"no mesmo caldo. Grupo de elite vai pros cafundós do Leste europeu enfrentar uma ameaca sobrenatural que ta dizimando parte do contingente ianque disposta a pacificar milicias locais. Na boa, o filme não quer ser obra-prima e diverte bem, pois tecnicamente deixa muito bloockbuster no chinelo. Seu porém é o roteiro frouxo, mas quem não ligar vai se entreter bastante. 8-10

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Arrival

Emocionante drama scy-fy que mistura "Contato""Interestelar"de forma bem original. Os Ets chegam no melhor esquema Independence Day, mas ao invés de mandar tudo pros ares resolvem trocar idéia conosco afim de aprender, dai vem a personagem da Amy Adams pra servir de tradutora. O legal é a forma não linear do longa e a discussão da relatividade linguistica. Vale a bisoiada e rebizoiada. 9-10

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Sing Street
Deliciosa matine nostálgica que parece diretamente saida dos anos oitenta e feita pelo John Hugues! O diretor é o mesmo de "Begin Again" e faz o mesmo só que com criancas, neste que é um "Footlose" mirim.. E que trilha sonora...baixando!! Molecada resolve formar banda alternativa, ao mesmo tempo que lida com problemas da adolescencia no percurso. 9-10
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The Girl with All the Gifts
Este filme é tudo que o ruimzinho "Maggie" quis ser e não foi...drama, futuro distópico, road movie e zumbi-movie tudo junto. Jovem parte em jornada com crianca que pode ser cura pra cura zumbi...A primeira hora é fabulosa e a pirralha do titulo carrega o filme nas costas. Pena que depois caia nos cacoetes do genero, mas até la valeu a bizoiada 8-10
 

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The Autopsy of Jane Doe

Foderosa e inteligente combinacão de trama com mistério e sobrenatural. Numa noite, no IML, chega uma presunta sem nome que torna a noite da dupla plantonista um inferno. Vale a bizoiada pelas otimas interpretacoes do William Striker e do Speed Racer,. E tome susto trás susto! 9-10

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O Idolo
atinezinha bem gostosa...especie de "Quem quer ser um Milionario" árabe com "American Idol". Na faixa de gaza um moleque árabe sonha em vencer um concurso popular de canto..e tome trama tipo Karate Kid!! 8-10
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Shin Godzilla
Divertido passatempo que não se leva a sério, e por isso funciona que é uma belezura. Falar a estória é chover no molhado, claro! Anos-luz a frente do genérico americano recente e ao "Pacific Rim". 8-10
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The Taking of Tiger Mountain 
Épico bélico bacanudo e muito bem feito tecnicamente. Espécie de "Coração Valente" chinês situado na Segunda Guerra, cumpre a contento sua função de matinê. Mas não passa disso, além de espetáculo visual. 8-10
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Maze Runner - Prova de Fogo (Maze Runner - The Scorch Trials, Dir.: Wes Ball, 2015) 1/4

 

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Putz! Pior que o primeiro. Agora é só uma correria desfreada sem fim. O primeiro fez aquele mistério todo pra no fim, nos entregarem uma série genérica de zumbis...

 

Ainda bem que o 3º livro não vai ser dividido em 2 (até porque duvido que tenha material pra 1 filme, quisá 2)

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A Cor do Dinheiro (The Color of Money, Dir.: Martin Scorsese, 1986) 3/4

 

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Continuação desse que vi recentemente:

 

 

 

Desafio à Corrupção (The Hustler, Dir.: Robert Rossen, 1961) 3/4

 

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Quem foi que inventou esse título em português? E porque aceitaram usar isso? NADA a ver com o filme. Faz pensar que tem trama política no meio, mas não. É sobre um jogador de sinuca. O que isso tem a ver com "desafio à corrupção", até agora estou tentando saber qual a ligação...

 

Enfim, mais do que disputas de sinuca, é um filme sobre personagens. E todos bem interessantes. Talvez seja mais longo do que devia, mas mantém sempre a atenção. O personagem do Paul Newman aqui é o mesmo que o Martin Scorsese usou no A Cor do Dinheiro, nos anos 80 (Aliás, tenho que rever esse filme agora).

 

Agora que vi o original, talvez tenha uma visão diferente do filme do Scorsa. Considero que o Scorsa fez mais um trabalho de "fã" do que "cineasta". É um universo que ele gosta, um personagem que ele gosta, e queria reviver aquilo ali do modo dele. Talvez não precisasse fazer esse filme, talvez o filme original não pedia continuação mesmo, mas ele viu que era algo que gostaria de fazer. De "refazer" um filme querido dele. Filmar aquilo ali do jeito dele (talvez seja algo que rolou com o Brian Singer no Superman Returns, que ele topou mais por ser fã daquele universo. Mas, no caso, o Scorsa aqui respeitou mais o universo do filme original, não tratou ele de qualquer jeito). E sim, o estilo Scorsa encaixou muito bem ali naquele universo. Talvez não seja uma continuação necessária, mas é um filme do Scorsa e todo filme dele é necessário. Parei nessa equação.

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Deepwater Horizon

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Gostei.
 
Não tem muito que dizer infelizmente, baseado em fatos reais, abusa de clichês, mas a execução é ótima - salvo a ocasional tomada CGI - tem um passo muito bom e curta duração.
 
Teria apreciado mais se fosse um filme mais profundo, com perdão do trocadilho, nos aspectos técnicos após a explosão da plataforma. Foi o maior derrame de petróleo da história afinal...

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Perigosamente Juntos (Legal Eagles, Dir.: Ivan Reitman, 1986) 2/4

 

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Ivan Reitman que é mais conhecido por comédias e aqui, logo depois do sucesso de Os Caçafantasmas, resolve investir num suspense, mas mantém o tom cômico nos personagens principais. Só que aí ele resolveu segurar esse tom cômico neles, até porque não chamou comediantes, e sim atores "normais". E até se nota que os atores tentam dar certa comicidade, mas ela é meio segurada, pra não ir tão alto. 

 

Particularmente, acho que um casal de comediantes faria o filme funcionar melhor, a trama de suspense aqui nem é tão forte, então poderiam ter turbinado a parte cômica. Ou talvez trocar a atriz que contracena com o Robert Redford, não que a Debra Winger esteja ruim, mas seria melhor que fosse um filme de "encontro de estrelas", com um casal de atores de nome forte em Hollywood, e estivessem contracenando pela 1ª vez, poderiam ter colocado uma atriz com um nome mais forte. Goldie Hawn, Meryl Streep ou sei lá. Enfim.

 

Mas no fim, curti o filme, não é tudo que poderia ser, mas é assistível e agradável. Problemas maiores seriam a duração mesmo, já que é meio longo pra esse tipo de filme; e o final, que não trabalhou um twist maior.

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Cotton  Club (The Cotton Club, Dir.: Francis Ford Coppola, 1984) 3/4

 

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Tem versão estendida desse filme? Seria interessante... Porque senti que tem muita coisa que poderia ter sido mostrada/explorada melhor e personagens que poderiam ter momentos maiores. No geral, tá tudo ok. Parte técnica impecável, reconstituição de época ótima, principalmente, mas queria ver mais coisas. Como o filme sendo com selo do Coppola, poderia ter lá suas 3 horas de duração e abranger mais coisas.

 

Acho estranho o marketing do filme focar o personagem do Richard Gere, mas no fim são duas histórias paralelas, a dele e a do Gregory Hines. O núcleo branco e o núcleo negro, o artista branco e o artista negro (achei interessante o filme montar esse paralelo). Queria que tivessem mostrado também a história dos irmãos deles (Nicolas Cage, irmão do Gere, ainda tem coisas mostradas, mas queria mais), e das mulheres deles (que se unem pra montar o próprio night club). 

 

Curti muito no fim das contas, pela história bem conduzida, resconstituição de época (é um filme bem bonito, então já é meio caminho andado) e os números musicais (não é um filme musical, propriamente dito, mas tem os shows do Cotton  Club) sendo mostrado de forma paralela a ação. Hoje poderia render uma boa série/minissérie de TV (Netflix ou HBO type).

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Mato sem Cachorro (Dir.: Pedro Amorim, 2013) 2/4

 

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Gostei do começo, introdução dos personagens, início da história, o cachorro é engraçado, o casal é fofo, só tenho meio asco do Gentilli, mas ok. Depois o filme se perde um pouco quando o cara sequestra o cachorro. Não gostei dessa situação, sem falar que ela é meio sem solução (como a mulher vai voltar pro cara sabendo que ele sequestrou o cachorro?). O filme fica flutuando ali, porque tenta segurar a situação, criou o lance sem saber lidar com ela. Mas pela má fama das comédias nacionais, essa não chega a ser ruim.

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Os Jovens Pistoleiros (Young Guns, Dir.: Christopher Cain, 1988) 2/4

 

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Assistível. É um western anos 80 com o elenco jovens galã da época. Não acho que esse elenco galã combine muito com o gênero, mas ok. O Emilio passa certa credibilidade ao projeto, mesmo ele não conseguindo muito segurar o personagem Billy the Kid (personagem tinha uma certa malandragem psicótica, que o Emilio não consegue passar muito).

 

Como não conheço o gênero, então não sei se esse seja notável. Mas fez certo sucesso na época e ganhou um sequência (Young Gun II - Jovens Demais para Morrer), que ficou mais conhecido do que o original por aqui por causa da trilha do Bon Jovi.

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Hell or High Water

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Filmaço bastante inspirado pelos westerns, sério, realista, sem frescura, cheio de personagens interessantes, cativante e tudo isso sem abrir mão de alguns comentários sociais.
 
Um dos melhores de 2016.

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Normalmente, não acontece muito comigo, mas esse ano especialmente tô com vontade de ver vários desses filmes "oscarizáveis".

 

Queria ver La La Land, Manchester by Sea, Elle, Animais Noturnos, Silence, Capitão Fantástico e esse Hell or High Water também, entre outros.

 

Não é algo que eu preocupe em fazer de ir atrás dos indicados ao Oscar, mas esse ano talvez o faça. Sei lá.

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La La Land (Damien Chazelle, 2016) 


 


Não tantas palavras para não dar spoiler, já que o filme estreou hoje. Quando Chazelle, em 2014, utilizou todas as ferramentas de linguagem cinematográfica em harmonia para construir e imprimir em tela uma das maiores demonstrações de paixão e obsessão que já tive a oportunidade de presenciar, no perturbador Whiplash, estive por meses extasiado aguardando por seu próximo trabalho.


Demorou, mas veio. Por se tratar de um musical (que detesto e cujas exceções para mim são limitadíssimas a Singin' in the Rain e mais um punhado que deve caber em uma palma da mão) tive um grande receio. O nome não ajudou. Cheguei a comentar que ou seria um filme mágico ou um total desastre, com cantorias excessivas e jamais críveis. E começou assim. A cena inicial parecia um prenúncio desastroso para o que viria a seguir. Pois bem, não subestime Chazelle. La La Land, é, como The Artist, Hugo ou mesmo o próprio Whiplash, um filme mágico. Daqueles de você, se for cinéfilo, sair com olhos marejados por ver sua arte preferida, plenamente homenageada.


La La Land é um filme sobre paixões, sobre memória, sobre amor, sobre o Jazz, sobre a música, sobre a arte, sobre a vida. E é tão apaixonante em TODAS as temáticas que o filme se torna incomparável e se encerra num ciclo infinito de beleza.


Não consigo sequer pensar em comparar com qualquer filme do ano. Eu que nem queria mais acompanhar o Oscar esse ano por achar que este aqui ia ganhar tudo e não ia ter graça vou ficar acordado vibrando igual criança (como fiz com The Artist, Birdman e Whiplash) com cada prêmio que receber. Obra prima. É cinema DEMAIS, quase não cabe na tela. Ele fez de novo.


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O Grande Hotel Budapeste (The Grand Budapest Hotel, Dir.: Wes Anderson, 2014) 4/4

 

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Filme lindo, super bem cuidado tecnicamente e esteticamente. Imagino que o Wes quando tá fazendo o filme seja que nem aquelas pessoas com mania de limpeza que quando recebe visita em casa, pede pra pessoa tirar o sapato. Bem cuidadoso, em cada detalhe. Fora isso, elenco grandioso, e personagens cativantes. Curti bem.

 

O Jovem Frankestein (Young Frankestein, Dir.: Mel Brooks, 1974) 2/4

 

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Não me pegou muito. Tem seus momentos aqui e ali, mas talvez por não conhecer muito os filmes parodiados, muita coisa passou reto, muita piada não funcionou.

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Joy - O Nome do Sucesso (Joy, Dir.: David O. Russell, 2015) 1/4

 

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Pra que esse pessoal todo (diretor e atores) foi perder tempo com esse draminha Sessão da Tarde? David O. Russel cansado e com preguiça de fazer algo minimamente interessante. Deve ter dirigido o filme pelo telefone.

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O Regresso (The Revenant, Dir.: Alejandro G. Iñárritu, 2015) 4/4

 

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Mais uma coisa que o De Volta Para o Futuro 2 previu certo para 2015: Canal Cenários.

 

https://www.youtube.com/watch?v=Mt3TzJnFgfM

 

 

Porque haja cena de cenário nesse filme... Dá pra razer uma canal 24 horas só com eles. Mas todos lindos e bem fotografados. Questão maior do filme seja a mesma de Os 8 Odiados: É mais longo do que o necessário. Se não fosse, dava pra aproveitar melhor tudo que o filme traz. 2 horas, ou até um pouco menos aqui, eram suficientes, mas precisa aumentar, encher um pouco a linguiça, pra dar mais cara de filme mais "sério e trabalhado", né, Iñárritu? Mas enfim, no fim, eu gostei muito, apesar disso.

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A Invocação do Mal (The Conjuring, Dir.: James Wan, 2013) 4/4

 

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Gostei muito. É um Poltergeist/Amityville pra nova geração, e feito com esmero e competência.

 

De única reclamação talvez seja a SPOILER: A conclusão do exorcismo se deu de forma simplória (Achei que o fantasma/demônio foi simplesmente embora do nada).

 

Mas o resto do filme, realmente cria muita tensão e medo.

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A Identidade Bourne (The Bourne Identity, Dir.: Doug Liman, 2002) 3/4

A Supremacia Bourne (The Bourne Supremacy, Dir.: Paul Greengrass, 2004) 4/4

O Ultimato Bourne (The Bourne Ultimatum, Dir.: Paul Greengrass, 2007) 4/4

O Legado Bourne (The Bourne Legacy, Dir.: Tony Gilroy, 2012) 2/4

 

Revi a série do Bourne no fds. Assistindo eles todos juntos é bem melhor. Sempre me perdia num lance ou outro na trama quando assistia separados. Agora rolou tudo melhor. E fiquei com vontade de ver o próximo depois de terminar de assistir algum, e isso é muito bom. Não consigo ser 100% fã, mas nitidamente são filme de suspense/ação que marcaram época.

 

Antes achava o Supremacia melhor que o Ultimato, mas agora, não sei, tô pendendo pro Ultimato. Supremacia achei ele meio colado demais no primeiro filme, meio que vindo pra concluir coisas do primeiro filme. Já o Ultimato, o vi mais independente dessa vez, sem precisar demais dos anteriores (até porque a história do primeiro meio que se fecha no segundo daí, o Ultimato teve que se apresentar meio solto deles). Só não curto muito o final dele, que achei a revelação final meio previsível, ou talvez algo que dava pra deduzir só com os dados que o filme ia passando aos poucos, então a revelação em si, não teve muito impacto (pra mim). Mas ok.

 

Já o Legado, a falha é tentar se vender ele como sequel, sendo que ele é, na verdade, uma spin-off. Nem o nome Bourne merecia estar no título, deveria ser simplesmente "Aaron Cross" ou qualquer outra coisa. Bourne não está aqui, e a história não tem nada a ver com ele (ok, que a história é um consequência do que rolou com o Bourne, mas mesmo assim...), então meio fail "forçar amizade" aí, no caso, uma forçar uma sequel. Não o acho ruim, mas pra série que tem um pé no realismo, o filme tomou muita liberdades que nitidamente incomoda quem curte a série (não é muito o meu caso, por isso não o acho ruim).

 

Fica faltando ver o Jason Bourne do ano passado. Não sei quando verei (esperar Netflix ou preço do Blu Ray baixar).

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