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Perseguidor Implacável (Dirty Harry, Dir.: Don Siegel, 1971) 5/4

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Com certeza, o filme policial que moldou os filmes policiais/de ação da década de 70/80 do herói durão, solitário e implacável. Duro de Matar, Swarza, Charles Bronson, Chuck Norris, todo mundo bebeu (e continua bebendo) dessa fonte aqui.

Magnum 44 (Magnum Force, Dir.: Ted Post, 1973) 4/4

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Continuação tão boa quanto o primeiro filme. É mais longo que devia, mas continua consistente. E acho que suavizaram um pouco algumas coisas (mostrando a vida do policial fora da polícia, e ele não combatendo 'bandidos' propriamente ditos, enfim), mas tá tão impactante como o original.

Sem Medo da Morte (The Enforcer, Dir.: James Fargo, 1976) 2/4

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Aqui já deu uma degringolada. Tem ainda o bom ar 'underground/marginal' vindo dos 2 primeiros filmes, mas tem vilões bobocas e umas cenas extremas demais (Harry matando um cara na bazuca), faz cair um pouco.

Impacto Fulminante (Sudden Impact, Dir.: Clint Eastwood, 1983) 3/4 

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Acho melhor que o 3º filme (a história de vingança aqui é mais interessante), mas já é anos 80 aqui, com cara de filmes dessa época, perdeu o ar de "filme underground/marginal" dos anteriores, já é bem mainstream (não sei se isso chega a ser defeito, porque curto ambas estéticas).

Obs.: Olhando esse filme, não posso deixar de pensar que poderiam ter feito um crossover do Dirty Harry (Clint Eastwood) e Desejo de Matar (Charles Bronson)... A história da vítima aqui se assemelha ao da série do Bronson. E a história do Dirty e a da mulher vão andando paralelamente e só depois se encontram (coisa de crossover mesmo). Fazendo uma adaptação aqui e acolá na história, daria pra terem feito.

Dirty Harry na Lista Negra (The Dead Pool, Dir.: Buddy Van Horn, 1988) 2/4

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Já é bem "fim de feira" mesmo esse 5º filme. Sem muitas ideias novas, e execução precária. Não chega a envergonhar a série (talvez tirando a cena do Clint com um arpão na mão...), mas é bem o inferior mesmo. O interessante é ver o Liam Neeson, no início de carreira, fazendo um diretor de filmes de terror, e o Jim Carrey, também novo, fazendo um cantor de rock dublando Guns'n Roses. 

*Queria que o Clint tivesse feito outro filme nos anos 90 (depois d'Os Implacáveis), pra tentar fechar bem a série, depois desse 5º filme meio blá, mas enfim. Já foi.

Loucuras de Verão (American Graffitti, Dir.: George Lucas, 1973) 5/4

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Filme que George Lucas fez antes de Star Wars. E é um ótimo filme, bem autoral. Mesmo com alcunha de "comédia", curto mais pela nostalgia que a história traz. Aquele lance de abandonar a juventude e partir pra vida adulta. Várias história contadas ao mesmo tempo e com personagens marcantes.

E a Festa Acabou... (More American Graffitti, Dir.: Bill L;. Norton, 1979) 3/4

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Acho que pouca gente sabe da existência dessa continuação de Loucuras de Verão. Lucas não dirigiu (já tava ocupado com Star Wars), mas foi produtor executivo. E apesar do filme original contar o destino dos personagens nos anos que vieram, essa sequel não deixa de ser interessante (e até trágica, já que tem personagem que já sabemos que morre). Se passa na véspera de ano novo dos anos de 1964, 1965, 1966 e 1967, com cada ano mostrando cada personagem do filme anterior (menos o do Richard Dreyfuss, que não aparece no filme e foi só citado numa cena da irmã) e o resultado da sua vida adulta. Filme acaba mostrando bem o cenário político da época com Guerra do Vietnã, protestos estudantis, hippies e feminismo. 

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"First Kill" é um thriller frouxo disfarçado de filme de amadurecimento. Desperdiça bons atores numa trama inverossimil, irregular e digna de Supercine. Tadinho do Bruce Willis por entrar nessa barca furada.. Outra: eita mocinha feiadaporra! 7/10

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"Hypersomnia" é um thriller fantástico argentino cujas referencias são bem claras. "Sucker Puch".."A Origem"..e até "Hostel"..Começa muito interessante, te chamando a decifrar sua simplicidade iintimista, só no final cai de nivel mas ainda assim vale a bizoiada desta produção da terra do Maradona e do Darin. 8/10
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"The Demolisher" é filme de justiceiro doidão tocado como se fosse "filme de arte", manja? Imagina "Desejo de Matar" feito pelo Nicolas Winding Refn. É interessante pelo formato e quiçá pela alegoria vanguardista da violência..Mas quer saber? ainda prefiro filme de vigilante do modo tradicional. 8/10

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"Assim que eu abro meus olhos" é um belo filme tunisiano que retrata a juventude árabe. Sem falar na foderosa trilha sonora que tem.  O pessoal de humanas da Usp vai pirar com este filme e torná-lo obrigatorio durante suas greves. 8,5/10

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"Lourdes" é uma versão femenina de "Intocáveis", tocada de forma mais intimista e religiosa. Com a delicinha Lea Seydoux em inicio de carreira, prepare-se pro delicioso e emocionante final na cena do baile, com lenço do lado. 8,5/10

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"Oats Studio Vol.1" é a volta triunfal de Neill Blomkamp pro que sabe fazer melhor: falar do bem contra o mal em formato scy-fy. Estupenda antologia de contos que dá vontade de ver mais, e mostra que o talentoso diretor faz bonito quando ta fora dos grilhões hollywoodianos. Todos são bons mas curti mais o do Deus vingativo do Charlto Copley. Hilário que parece Monthy Pithon. Agora voltei a ficar com vontade de vê-lo substituindo o Ridley Scott na franquia Alien. 9/10

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"The Last Man on Moon" é um espetáculo de documentário sobre o titulo do filme. Imagina "Os Eleitos" tocado como mockumentary..é isso, ao mostrar a trajetoria dum caipira que literalmente foi mandado não pra China e sim pra Lua.. 9/10
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"Killing Ground" a principio pode parecer uma repaginada de "Amargo Pesadelo" (tem até um dog chamado Banjo), "Eden Lake" ou até de "Wolf Creek"...e é mesmo. O diferencial é a narrativa composta de 3 núcleos que culminam num amargo nó-no-estômago. Opção barra pesada de thriller com survival bão e cru. 9/10

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Fragmentado - Inegável que a cada filme do Shyamalan ficamos todos esperando uma centelha de genialidade já vista em seus primeiros filmes e...nada. Aqui ele entrega um resultado aparentemente renovador mas que no fundo não passa de mais do mesmo daquilo que se faz no cinema hoje, Fragmentado balança entre o suspense e o terror mas não assume nenhum lado. Se querem ver algo com mais força abordando o mesmo tema (múltiplas identidades) vejam "Identidade" de 2003 do James Mangold.

Dunkirk - Christopher Nolan. "A cada voo rasante, a sala de cinema inteira guincha, e então ribomba e trepida. Ou se é bombardeado em terra ou já no mar, pelos torpedos que incendeiam os navios carregados de homens. Dunkirk é uma experiência implacável.." Uma parte da crítica de Isabela Boscov para a memorável experiência que é assistir ao último filme do Nolan no cinema, Imersivo como poucos filmes são, implacável porque não deixa que você se apegue a ninguém, o som tonitroante é uma parte visceral desta experiência, não há personagens relevantes porque a guerra real é feita de anônimos e entre uma explosão e outra não dá tempo de flashbacks ou draminhas a serem contados, ponto pra ele. Com 3 linhas distintas de ação, o diretor desenrola seu novelo sem errar o ponto, não há distinções e não lembraremos de um ator mais que outro, ainda assim o fio narrativo te carrega para dentro da ação, Dunkirk grita em alto e bom som que o virtuosismo técnico não morreu.

 

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The Founder


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Já comentaram sobre o filme e eu também recomendo, só digo que achei interessante o dilema que o filme apresenta de forma bem sutil.

Acho que o filme usa Ray Croc como símbolo de um dilema capitalista. Bem interessante.

Dunkirk


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De cara já é a melhor produção de guerra que já ví.

Pode ser dito que o filme é meio "light" no que diz respeito a personagens, e até vejo mérito nisso, contudo não acho que isso analisa o filme justamente. A questão do valor e vida dos soldados, covarde ou herói, independe de caráter ou da farda.

Uma das melhores experiencias no cinema que tive em um bom tempo. Nolan realmente criar um espetáculo do caralho.

O som em particular... Uau!

Seven Psicopaths


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Um misto de Tarantino com Shane Black, despejando boa dose de comentário e esperteza própria do diretor Martin McDonagh.

Divertido para caramba. Sam Rockwell é bom demais.

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On 08/08/2017 at 2:36 PM, Jorge Soto said:

"Hypersomnia" é um thriller fantástico argentino cujas referencias são bem claras. "Sucker Puch".."A Origem"..e até "Hostel"..Começa muito interessante, te chamando a decifrar sua simplicidade iintimista, só no final cai de nivel mas ainda assim vale a bizoiada desta produção da terra do Maradona e do Darin. 8/10
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Não sei por que esse poster me da um desconforto do caramba...

Verei esse filme assim que puder! 

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Fui ao cinema assistir a Valerian e, embora goste da ideia geral do filme, é uma peneira de furos e falta de carisma. Os atores e personagens são fracos (nem o Clive Owen se salvou da estupidez) e o roteiro é executado de forma ora com lindos efeitos especiais que chamam a atenção, ora com tantos níveis de bobagem que soam incoerentes. A bobagem prevalece. 

Bom é a Rihanna. Mas não necessariamente por sua atuação de encher os olhos. 

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"El Bar" é um foderoso thriller apocaliptico que bebe de "O Nevoeiro" e até "Rec". De praxe, é um filme de confinamento afixiante, tenso e com o humor negro peculiar do diretor que é o "Tarantino espanhol". 9/10
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"Valerian e blábláblá" é um deslumbre de espetáculo visual, mas é bobinho, confuso, cansativo e qualquer outro mau adjetivo. Com protagonistas sem quimica e enredo raso de "Jupiter Ascending", quem se destaca positivamente é a Ryhanna. É o Luc Besson no estilo ianque e não naquele que o consagrou. 7/10

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"Chuck" é um filmaço que vai além da "estória que deu origem a Rocky", é um drama envolvente que não se furta de homenagear vários clássicos desse subgênero. Sem falar na ótima trilha sonora. Imagina "Dois Caras Legais" com um quê de "Rocky", versão real! Entre tantas m.. esta semana, enfim um filme que se destaca de longe. O Dentes-de-Sabre manda bem na pele do protagonista principal. 9,5/10
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"The Wall" é um thriller de suspense/guerra bacaninha e enxuto que te prende até o final. Indie bem simples, minimalista e com muitas semelhanças com o recente "Mine", seu diferencial é o desfecho, tão abrupto quanto corajoso. É o Doug Liman mandando bem com orçamento merreca. 8,5/10
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"Órbita 9" é um thriller futurista espanhol bem bacana, que é o que "Passengers" e "Space Between Us" quiseram ser e não foram. O único porém é que depois da grande reviravolta resbala eventualmente no dramalhão romântico sem necessidade e outra..o trailer entrega já um baita spoiler. 8,5/10

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"El Faro de las Orcas" é um filme familia bem bunitim, que mistura "Rain Man" e "Free Willy" a contento. De longe, o melhor são as paisagens patagônicas e os cetáceos, que superam horrores as interpretações do elenco humano.  8,5/10
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"Black Butterfly" é um thriller acima da média, que começa genérico feito Supercine mas a partir da metade mostra seus trunfos: uma reviravolta e depois a reviravolta da reviravolta, etc... No entanto, isso pode apenas mascarar as falhas do roteiro pralguns. 8/10
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"Agent" é um thriller sci-fy que não passa duma versão teen de um sub-"Arquivo X". Orcamento paupérrimo nunca foi desculpa prum roteiro e desenvolvimento tão meia boca como esse. 6/10
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"Black Site Delta" é um indie que se propõe ser um sub-"Mercenários", com porradaria o tempo todo. Dá pro gasto, mas ainda prefiro os canastrões do Stallone.  6/10

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"The Promisse" é um romance de guerra razoável e genérico, embora bem produzido, com direito até um final que peita o do "Titanic" em melodrama. Pra assistir apenas pelos atores..  7,5/10
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Conan, O Bárbaro (Conan, The Barbarian, Dir.: John Milius, 1982) 3/4

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Conan O Destruidor (Conan , The Destroyer, Dir.: Richard Fleisher, 1984) 2/4

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Uma série que se perdeu no segundo ep. Conan sempre foi pra um público mais adulto, e o primeiro filme foi nisso (brutal, sanguinário e etc). Já o segundo fizeram pra gurizada e suavizaram muito tudo. Mas o problema do filme nem é esse propriamente, é que é um história que não acrescenta nada ao Conan. Poderiam ter colocado qualquer personagem ali no lugar dele que daria  na mesma (tem cara de roteiro que já tava feito e depois que encaixaram o Conan ali). Assisti mais o segundo filme na época porque passou bem mais na Sessão da Tarde, então ele soa mais nostálgico, pra mim, mas o primeiro é bem melhor e representa melhor o personagem.

Comando Para Matar (Commando, Dir.: Mark L Lester, 1985) 2/4

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Filme bem nostálgico pra mim. Passou muito na Globo, no fim dos anos 80. Tela Quente, Temperatura Máxima, Sessão da Tarde e etc. Não que curta muito, mas se tem prazer em ver e rever pelo seu humor involuntário. É o Swarza tentando fazer seu próprio Rambo. Não deu certo na época e ficou só nesse filme, mas que hoje é até cultuado pelo seus exageros. Incrível que o Swarza não esteja planejando sequência dele, já que deu pra fazer sequência de todos seus filmes da época.

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