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O Que Você Anda Vendo e Comentando?

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No ano passado, li o livro de Joseph Heller, só ontem à noite vi o filme. O texto de Ardil-22 é incrível, engraçadíssimo, mas muito, muito difícil, pois são puramente diálogos, vozes, e até o leitor pegar quem está falando, e até ele entrar naquele universo de total non-sense, de absurdo cômico, e de tantas pegadinhas mentais... Mas é demais! É muito legal.

O filme aclara melhor tudo isso, dá uma limpada nas imprecisões, e os atores estão excelentes, com destaques para um soberbo Alan Arkin.

Catch-22 (1970)

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Favorito, desde Sundance, ao Oscar de Melhor Documentário.

Com uma história assim, não deve ter competição. Falando melhor, pode até tê-la em termos artísticos, em termos cinematográficos, mas, enquanto história, é impossível.

É pra histórias como essas que a Categoria foi criada.

Inacreditável e fascinante. Eu, como um filho gêmeo também, sempre fui perguntado e sempre refleti por mim mesmo sobre o dilema genética x criação. 

Só posso aplaudir de pé.

Three Identical Strangers (2018)

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Um filme bastante razoável; é quase um compêndio de códigos do terror (Freira cega, mitos, religião, sombras, sexualidade aflorando...). Todo mundo me recomendou com tanto entusiasmo - fui ver - páh, não senti medo algum. Gostei bastante da atriz protagonista.

Tô velho pra essas coisas.

Sandra Escacena in Verónica (2017)

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First Reformed ( Paul Schrader, 2017) Ethan Hawke e Amanda Seyfield.

First.Reformed.2017.1080p.BluRay.x264.DTS-HD.MA.5.1-FGT

Então uma cortina negra desceu sob meus olhos durante o filme e saí no final com tanto angústia, que precisei desesperadamente ver algo leve para tirar o peso do meu estômago.  Filmado em 4:3.

 

 

 

Songbird (Alrigh Now) (dir, Jamie Adams 2017) Cobie Smulders

Alright.Now.2018.WEB-DL.XviD.MP3-FGT

E assim escolhi este filme, filme com cara de leve, legalzinho para descontrair. A Joanne  (Cobie Sulders) fez sucesso com sua banda na década de 90 e hj ela canta apenas em barzinhos para ninguém. Filme bacaninha com a belissíma Cobie lembrando o personagem dele em How I Met Your Mother só que ligado no 220w. Uma pessoa sem filtro e sem freio, hiperativa..que encontra seu oposto...as vezes deveríamos se um pouco mais como Joanne.

 

 

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O filme de hoje não poderia ser outro.

Na seção das Previsões para o Oscar, apontei o filme como futuro Best Picture. Tem cara, mesmo. Mas não com o meu voto. É muito bom, em alguns momentos ótimo, mas não é nada de mais como arte. Vale como entretenimento de qualidade.

Revi os três filmes anteriores há pouco tempo, e aplaudo a reatualização do roteiro, indo mais fundo na questão da industrialização das personalidades e dos talentos. A montagem é outro aspecto excelente, tornando o filme muito dinâmico e cativante. O final destoa da versão de 1976, sendo elíptico como a versão de 1954. Boa decisão.

Lady Gaga está ótima na personagem, antes e depois de se tornar ..."Lady Gaga". O argumento "ela está de cara limpa, sem maquiagem" é um argumento fraco para consagrá-la na categoria. Merece sim a indicação, mas não o prêmio. Sam Elliott tem uma única cena foda, mas, pra mim, é inconcebível que falem até em premiá-lo com o Oscar de Coadjuvante. Um exagero publicitário.

Quem dá show de verdade é o Bradley Cooper. Não na Direção, esta é só correta e redonda - o que não é demérito. Mas o show mesmo é como Ator. Ele está excelente, do início ao fim, unindo ternura e tristeza. Tem a persona 2.0 de Kris Kristofferson emulada, mas há muito mais talento. Favorito ao Oscar na categoria. Assim como a Canção "Shallow" está mais que garantida.

Provavelmente Bradley Cooper se tornará a pessoa indicada em mais categorias: Produtor, Diretor, Ator, Roteirista, e Canção. Parabéns!

(Vejam legendado)

A Star Is Born (2018)

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"Animal World" é um razoável (e curioso) blockbuster chinês que tenta abraçar muitas coisas sem se decidir por nenhuma. Imagina um filme de scy-fy com um Deadpool vestido de palhaço, o Michael Douglas dando uma de anfitrião da Ilha da Fantasia, num torneio de carteado onde analise combinatória é tudo. Pois é, nesse samba do crioulo doido muito bem feito termina se salvando o desfecho, que dá pontapé pruma sequência que ainda nem sei se devo assistir. 7,5-10

Resultado de imagem para animal world Han Yan poster

 

 

"Vidas a Deriva" é um bacanudo drama de sobrevivência  (de naufrágio) do naipe do ótimo "Até o Fim" onde a interpretação da atriz principal faz toda diferença, acredite. A película tem algumas escorregadas de roteiro mas nada que comprometa seu desempenho e muito menos a sua interessante (mas nada original) reviravolta final.  8-10

Resultado de imagem para adrift poster

 

 

"Campeones" é uma divertida e inofensiva matinê espanhola que faz da simplicidade seu maior charme. Imagina "Ao Mestre com Carinho" com o noventista "Mighty Ducks" só que com um time de jovens excepcionais. Infinitamente superior ao tupiniquim "Colegas" , este aqui não tem pretensão nenhuma a não ser divertior. E consegue sem apelar pra chororô ou artificios típicos do cinema ianque. 8,5-10

Resultado de imagem para campeones Javier Fesser poster

 

 

"Darkest Minds" é uma bobagem direcionada pro público teen que assisti apenas por engano, achando ser algo mais cabeça. Imagina um "X-Men" ou "Divergente" tocado como "Crepúsculo"..é isso!  Apesar de bem feitinho não empolga, seus personagens mimizentos são um porre e sem carisma, etc.. ta sendo programado pra ser trilogia.. mas acho que este aqui ja deu minha cota do resto. Passo. 6-10

Resultado de imagem para darkest minds poster

 

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David Fincher está com tanta inveja nesse momento...

Que thriller!!! Filmão!!!

Estou muito impressionado, se não com o roteiro surpreendente, mas sobretudo com a direção. É incrível como tudo desse filme está permeado por uma câmera, seja de celular, seja uma câmera de segurança, seja uma webcam, seja uma câmera de televisão... Fotografia, Direção de arte, Montagem, etc, desenvolvem-se de maneira curiosíssima, pois em grande parte do tempo, estamos diante de uma tela de computador, ou de telefone.

Aneesh Chagandty é o diretor.

Guardando esse nome...Nunca ouvi falar nele... Pesquisar...Buscando...

John Cho in Searching (2018)

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Premiado pelo Roteiro em Cannes 2018, é uma reimaginação sobre a história de Lazaro, mas quando escrevo reimaginação é reimaginação mesmo. Sai a religião, entra a reflexão sociológica, numa grande pensata sobre explorados e exploradores, cordeiros e lobos.

Milagre de criatividade, embora, entre tantas qualidades, não seja efetivamente um grandicíssimo filme.

Lazzaro felice (2018)

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"Jupiter Moon" é uma interessante alegoria em formato scy-fy (de super-heroi?) sobre liberdade e uma critica social sobre a imigração siria na Europa. Bem feito e atuado, o filme não é todo redondo e tem seus defeitos aqui e ali, mas dá gosto ver o cinema hungaro ter quase a qualidade ianque a despeito das gritantes diferenças de orçamento. 8,5-10
Resultado de imagem para Jupiter's moon Kornél Mundruczó Poster

 

 

"Mamma Mia 2" é uma continuação desnecessária pro delicioso filme original. A ausência da Meryl Streep é sentida do inicio ao fim, e parece que falta roteiro pra emendar tanta música uma atrás da outra. Nesse baláio de atuações mornas sobressai-se, de longe, a Cher nas duas músicas finais. Dizem que vem um terceiro que vou pensar duas vezes se vou ou não assistir. 7-10

Resultado de imagem para mamma mia here we go again Poster

 

 

"Summer of 84" é um thriller de mistério que mistura "Conta Comigo" com "Janela Indiscreta" e tudo gira na suspeita de um vizinho ser ou não um serial killer. E é justo esse mistério que te prende do inicio ao fim, nesta fábula nostálgica que pode lembrar o recente indie "Super Dark Times". Bem feitinho e de elenco impar, prepare-se pro lacrimejante desfecho. 8-10

Resultado de imagem para Summer of 84 François Simard, Anouk Whissell poster

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23 minutes ago, SergioBenatti said:

@Jorge Soto, fico impressionado como nós dois assistimos ambos a muitos filmes, mas de vertentes completamente diferentes! Eu nunca ouvi falar em alguns que você posta. hehehe

Então, eu geralmente fico fuxicando as novidades no quesito legendas disponíveis (em português ou espanhol), daí vou filtrando as coisas que podem ser interessantes pra baixar. Tem muita coisa boa fora do circuito comercial.

http://legendas.tv

https://www.opensubtitles.org/pb

http://bloghorror.com

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"I Think We’re Alone Now" é um drama pós-apocaliptico intimista que tem que ter boa disposição pra encarar. Com apenas dois atores em boa parte da metragem, este indie é a versão filosófica do "Eu sou a Lenda" e funciona como uma alegoria á solidão/rotina com certas ressalvas. 8-10

Resultado de imagem para I Think Weâre Alone Now Reed Morano poster

 

"Knuckleball" é um thriller indie bem tenso que não inventa nada, limitando-se apenas em divertir como "survival" ou "home invasion". Imagina uma versão macabra e ultraviolenta de "Esqueceram de Mim", sem a pegada cartunesca do filme do Macaulay Culkin. É isso. 8-10

Resultado de imagem para Knuckleball Michael Peterson poster

 

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Revendo essa obra-prima aqui depois de 15 anos, e depois de "Call Me By Your Name". As mesmas cenas de amor nos gramados; os amantes descendo rápido pelas escadas, casamentos-fugas...

James Ivory é um mestre. Tudo é pomposo, elegante, chic, lento e intenso (o que não é contradição nenhuma).

Um banho de cinema.

Hugh Grant and James Wilby in Maurice (1987)

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O filme de hoje não poderia ser outro.

Muito aquém do que se esperava em termos de bilheteria, "First Man", no entanto, como filme, cumpre a missão. É muito bom sempre, em alguns momentos ótimo, e a meia-hora final é excelente.

Nem com reza brava Justin Hurwitz perde a estatueta de Trilha Sonora (será sua terceira), pois é histórica de tão emocionante e deslumbrante, principalmente a composição de chegada à lua. Ma-ra-vi-lho-sa!

A Fotografia do sueco Linus Sangren é belíssima, tanto no espaço como no interior da casa. A meu sentir, tem muito a ver com o brilho na "esfera" da atmofera da Terra em tudo: a luz na esfera do rosto da esposa, a luz na esfera do relógio do Ryan Gosling, a luz na esfera da nave...É um arraso!

Mixagem de Som e Edição de Som, ambas, sublimes, tendo responsáveis como Mildred Latrou (La La Land) Jon Taylor ( 3 vezes indicado antes, por todas, "The Revenant") e o time de "Baby Driver" por trás. A montagem intercala momentos de documentário da época e se destaca também nas partes de decolagem, e trepidações, e tal. Mais uma indicação para o Tom Cross.

Nathan Crowley e Mary Zophres, mais uma vez, tèm um trabalho impecável e que passa despercebido de tão bom. Não sei o que falta para serem premiados, a não ser "aparecerem", "gritarem", mas os dois como pessoa não são assim. Vejo o inglês, no entanto, com mais chance de indicação.

Os atores...Ryan Gosling está excelente, como sempre. Muito interiorizado, compenetrado, muito digno, nunca esquecendo que Neil Armstrong de fato não tinha lá muito carisma pessoal. Claire Foy, que muitos já veem como a futura vencedora em Atriz Coadjuvante, está muito bem, tendo duas boas cenas para exercer a carga dramática. Sempre me chama a atenção como os olhos marejados emocionam mais do que as lágrimas. E ela os mantêm assim, entre intensidade e preocupação.

Damien Chazelle, o mais jovem diretor premiado com o Oscar, é muito bom diretor. Se "Whiplash" - como eu defendo - é um suspense; "La La Land", um musical; "First Man" pertence ao drama biográfico, um gênero muito convencional, complicado de inovar. Aqui, não há inovação. Há execução, trabalho técnico. Excelente trabalho técnico.

 

Ryan Gosling in First Man (2018)

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Ontem à noite, revi, no Max, essa animação israelense indicada ao Oscar de Filme Estrangeiro em 2009, que perdeu a estatueta pro maravilhoso "A Partida" do Japão. No final do filme ocorre uma suspensão da animação, uma suspensão do desenho, e a exibição das imagens reais do massacre palestino. Procedimento que o nosso último indicado, " O Menino e o Mundo", anos mais tarde, repetiu por alguns momentos também e na época eu nem me toquei.

Vals Im Bashir (2008)

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"American Animals" é um bacanudo "filme de assalto" que tem mais atributos do que aparenta. Longe da pirotecnia audiovisual de "Baby Driver", este aqui tem uma boa sacada filosófico-existencial, sem contar o formato que o aproxima do documentário tornando-o mais interessante e sem nunca entediar. 9-10

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"Whats Keep You Alive" é um nervoso thriller de "gato e rato" cujo formato é melhor que seu desfecho (morno), uma vez que depois de meia hora tem uma reviravolta que muda tudo visto até então. O que beneficia este indie é sua dupla de ótimas protagonistas, cujo enredo busca simbolizar que uma relação a dois é um jogo de sobrevivência. 8,5-10

Resultado de imagem para What Keeps You Alive Colin Minihan poster

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Gus Van Sant se recupera do pavoroso "The Sea of Trees" com um dos seus melhores trabalhos em muitos anos. Foi muito bem recebido em Berlim, de onde poderia ter saído com prêmios, mas Joaquin Phoenix estragou a repercussão do filme ao ser completamente escroto com os jornalistas que estavam lá. 

De qualquer forma, ele está, mais uma vez, excelente. Seguramente, um dos três melhores atores em atividade de Hollywood.

Mas quem está...putz...extraordinário...é o Jonah Hill. É uma pena o filme estar sendo completamente ignorado por que a atuação dele é inesquecível e merecia uma indicação ao Oscar. Sua terceira.  

Melhor atuação de um coajuvante que eu vi neste ano.

Joaquin Phoenix, Jack Black, Jonah Hill, and Rooney Mara in Don't Worry, He Won't Get Far on Foot (2018)

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Ganhei de presente essa maravilha aqui. Palma de Ouro em Cannes, Globo de Ouro, e Oscar de Melhor Filme Estrangeiro. 

Lindíssimo, nobre, comovente, dilacerante, um deslumbre cinematográfico. Max von Sydow, extraordinário, assim como os demais atores. 

Quem diria que Suécia e Dinamarca já foram pobres...

 

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Ano passado eu li o tijolão "Breve História de Sete Assassinatos" de Marlon James que conta um pouco sobre a história política recente da Jamaica e de sua figura inescapável Bob Marley. Este MiniDoc coloca rostos nas palavras, nos personagens, então eu achei legal. Porém, mesmo assim, achei o doc pouco didático, confuso, talvez nem haja como explicar tamanha confusão. Nem em uma hora, nem em 700 páginas. O certo é que o poeta foi asssasinado, mas sua obra não.

ReMastered (2018)

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Como sempre estilhaçando a narrativa, concientemente arriscando a perder a atenção do público, Claire Denis fez em "The Intruder" ou "L`Intrus", de 2004, um drama completamente fora da caixa. Escolhe as imagens e os caminhos menos óbvios para contar algo de seus personagens. E a geografia importa nos filmes delas, aqui dividem as metades do filme: A França são as montanhas de Jura na fronteira com a Suiça; a França são as ilhotas da Polinésia. Parecem dois filmes diferentes. Seu globalismo quer dizer alguma coisa.  É uma cineasta que se alguém dizer que "ama" eu vou entender, e se alguém disser que "odeia" eu vou entender também. 

Na espera por "High Life" deste ano, com Juliette Binoche e Robert Pattinson, que foi muito bem nos festivais.

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"Mandy" é um thriller de vingança tão insano quanto inventivo onde a persona do Nic Cage vem a calhar. Com estética psicodélica oitentista e ação estilizada, o filme parece um "Desejo de Matar" feito pelo Lynch ou Zorosowsky. Não é pra todos os gostos, mas leva jeito de virar objeto de culto mfuturo. 8,5-10

Imagem relacionada

 

 

"Goosebumps 2" é decepcionante, um passo atrás que coloca em xeque futuro da franquia. Incrivel a queda de qualidade do simpático filme anterior, pois este aqui é ideal pra crianças e o o resultado deste aqui parece feito pelo Disney Channel. 6-10

Resultado de imagem para Goosebumps 2 poster

 

 

"The Himalayas"  é um filmaço de drama de aventura vindo da Coréia. É tudo que o insosso ianque (com elenco estelar) "Evereste" quis ser e não foi.  Também baseado em fatos reais, este aqui consegue emocionar e te deixar grudado, como se fosse uma matinê. Sim, tem seus defeitos de ritmo e os cacoetes tipicos do cinema asiático, mas ainda asssim vale a visita. 9-10

Resultado de imagem para The Himalayas Lee Seok-hoon poster

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"The Dark" é uma pequena grande pérola de baixo orçamento vinda da Austria, que pelo seu formato e semelhança de temática parece variante do sueco "Deixe Ela Entrar", só que aqui trocaram uma vampira por uma zumbizinha. Uma bonita e triste fábula sobre abuso infantil travestida de terror fantástico, muito bem interpretada mas não isenta de falhas. Todas passáveis. 9-10

Resultado de imagem para the dark Justin P. Lange poster

 

 

 

"How It Ends" é um road-movie apocalíptico que tinha tudo pra ser bão mas empaca na metade. Sobram as boas interpretações, um ou outro bom momento e a sensação de coito interrompido naquele desfecho mais apático do que explicativo. Nesse quesito, o australiano "These Final Hours" consegue muito mais com menos. 7-10

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Bastava o olhar final de "Dangerous Liaisons" para dar o Oscar a Glenn Close em 1989, mas...o mundo é formado majoritariamente por idiotas. Sua estatueta até hoje não chegou, mesmo acumuladas 6 indicações, o que a faz, injustamente, a maior não-ganhadora viva entre os atores. A Academia terá a oportunidade de corrigir essa excrescência, ano que vem, porque ela seguramente será indicada novamente. Muitos têm comparado essa situação com a de Julianne Moore em "Still Alice", ou seja, queira ou não queira, chegou a vez dela. Em meu sentir, isso é muito possível, já que a semelhança entre os filmes, a saber, "uma grande atuação", está presente, e com um adicional: o filme "The Wife" é melhor. Não é muiiiiiiito melhor, mas é.

Jonathan Pryce está excelente também, dominando o primeiro terço do filme, mas, lentamente, Glenn vai tomando conta da situação, e o terço final é esplêndido! A cena da entrega do Nobel é magnífica. Temos de volta aquele olhar. Aquele olhar de 1989. Aquele olhar que vai fazê-la ganhar.

Que mané Lady Gaga o quê...Atriz de verdade é essa aqui.

Glenn Close and Jonathan Pryce in The Wife (2017)

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MELHOR FILME DE 2018!!

É demais! Inteligente, engraçado, divertido, sexy, poderoso, preciso no tempo e no espaço...

Vou escrever mais sobre ele ao longo da temporada de prêmios, na qual ele deve figurar. Não imagino ele fora de Filme, Direção, Roteiro Adaptado e Montagem, embora um filme do início do ano tenha dificuldades para se manter nas mentes o tempo todo.

Amei o Figurino de Marci Rodgers também, e não entendo como ninguém fala sobre ele, talvez por que os anos 1970 ainda não sejam considerados como "época" na cabeça dos votantes da categoria.

A Montagem de Barry Alexander Brown é......só a cena final já vale o Oscar. Mas o restante do filme também é pura energia.

John David Washington está excelente, e daqui por diante deixará de ser mencionado apenas como o filho de Denzel. Merece muito a indicação em Ator - que parece difícil. É comédia, é subvalorizado de cara. O elenco, como um todo, está formidável.

A trilha sonora é uma delícia, como em todo filme do Spike. Bom gosto que só sinto com o Woody Allen.

Spike Lee, todo o poder a você! O filme respira o poder, a beleza, a história, a sagacidade, a cultura, dos negros americanos. 

É um arraso!

BlacKkKlansman (2018)

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