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Abomino rodeio, mas amo o cinema, então assisti a esse "The Rider", e não pude me encantar mais.

Que filme tocante! Fácil, fácil na minha lista de melhores e injustamente esquecidos da temporada, junto com "We the Animals". 

Pra todo mundo que não está aguentando mais as pessoas se deslumbrarem com filmes apenas razoáveis como "Bhoemian Rhapsody" ou "A Star is Born", fica a dica de um filme realmente especial. 

Maravilhosamente bem filmado, maravilhosamente fotografado, e interpretado por não atores vivenciando de novo suas próprias histórias. É documentário, é ficção? É rodeio. É cinema. Abomino. Amo.

Brady Jandreau in The Rider (2017)

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voltando de viagem... ufa!

Jeune Femme é um divertido drama permeado de bom humor sobre a reinvenção da pesonagem principal, uma jovem dondoca que leva pé-na-bunda e precisa aprender a se virar sozinha. Esse plot já foi visto em Clube das Coelhinhas e até em Muito Além do Jardim, mas aqui o filme parece uma versão delicada do Woody Allen dos filmes Paterson ou Manchester a Beira Mar. E claro, a atriz do titulo carrega esta simpática produção nas costas facim, facim.. 9-10

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Vice é uma cinebiografia até interessante pelo tema, mas sacal e pedante em sua metragem. Sim, o Bale ta bacanudo, coadjuvantes idem, existe humor ácido na medida certa e é um filme que se conecta com o presente (ver créditos finais). No entanto, reconheço que não tenho mais paciência pra este tipo de produção esticada até o sabugo da unha em meio a muito blábláblá. Até porque curto bem mais o enxuto House of Cards, de temática bem similar, que esta coisa aqui. Dá pra ver, mas é preciso paciência.. PS: não curti A Grande Aposta 7,5-10

Resultado de imagem para Vice Adam Mckay poster

 


Rust Creek é um survival que não se decide se é um rape/revenge ou apenas um thriller raso. Produção indie que começa até prometendo com muita tensão, que posteriormente se converte em enrolação tediosa e inverosimil que quer abraçar outros temas nadas a ver, graças ao roteiro preguiçoso. Uma pena pois o trailer é bem melhor que o filme em si. Existem filmes similares muito melhores, como Doce Vingança, Landmine Goes Click, Savaged, etc.. 7-10

Imagem relacionada

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Não tenho problema nenhum com polarização. Lido bem com quem se posiciona.  Logo, eu amei.

É extremamente bem escrito, com uma justificação de narração em off muitíssimo bem bolada. Normalmente, há uma enorme dificuldade entre quem escreve para saber como o narrador sabe aquilo que sabe, e o McKay resolveu isso engenhosamente. Tiro o chapéu. 

Mas, convenhamos, metade dos filmes dele é a Montagem.  Dos filmes indicados, é o mais "editado". É o mais exibidamente montado, com deslocamentos e mais deslocamentos, e inserções e mais inserlões, e truques e mais truques. Eu não o tinha colocado nas minhas previsões  de indicados por que não tinha visto o filme, mas agora... Não vejo como o Hank Corwin perderá essa estatueta!

Amy Adams...Ela está no filme todo. Mas, paradoxicamente, aparece pouco. Porque lhe faltou uma outra grande cena. Mesmo assim, ela está demais! Tecnicamente, ótima. Obteve sua sexta indicação, e por mim já teria 8 (por "Encantada" e "Arrival"). É o melhor trabalho da carreira dela? Não, não é. Mas eu não acredito que a King vencerá sem SAG e BAFTA. Não acredito mesmo. Vamos ver no domingo quem leva o SAG.

Sam Rockwell está excelente como W. Bush. Toda a patetice aliada à certa rusticidade que faz elegerem presidentes pelo mundo afora. 

Christian Bale desapareceu na maquiagem excepcional, assinada por Greg Cannom - que já venceu 3 vezes - de trabalhos icônicos como "Uma Babá Quase Perfeita", "Drácula", "O Máskara". Quarto Oscar justíssimo. Disse que o Bale desaparaceu...mas não é só maquiagem, é talento também. Um exercício de invisibilização e contenção. O oposto das armas de Rami Malek, seu maior oponente na categoria. Suspeito que a extorversão vai ganhar dessa vez.

Parabéns ao McKay! 

No futuro, quem pensar em Guerra do Iraque e Cinema do ínício dos anos 2000, pensará em Kathryn Bigelow. É fato. Ela fez a medalha de ouro e a medalha de prata sobre o tema. Mas a medalha de bronze não tem candidato fixo. Pode muito bem ser esse "Vice". Aqui, na minha cabeça, em terceiro lugar.

Christian Bale in Vice (2018)

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Lindíssima animação de Trevor Jimenez, em sua primeira indicação na categoria de Curta.

Também é sem uma única palavra, só desenho, em 2D. É sobre um garoto com pais separados, tendo de viver entre dois lares bem diferentes, ao longo da semana. Compreendemos que a mãe é esforçada, batalhadora, prática; e o pai é um hipster, estilosão, conquistador. O garoto se refugia nos sonhos e nos desenhos. Há um detalhe em relação aos pescoços...que diz muito...nossa! Que ideia feliz!

"Weekends" venceu o prêmio do Juri e o prêmio do público no Festival de Annecy. 15 minutos.

Recomendo vivamente.

Weekends (2017)

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Sinto pena das 49 mil pessoas que pagaram pra ver o filme, mas meu sentimento maior é de raiva por esse ser nosso representante no Oscar, num ano que foi excelente para o cinema brasileiro.

Quando a comissão veio a público anunciar qual era o filme escolhido, lembro-me de achar achar curioso como a Barbara Paz - uma pessoa que verdadeiramente acompanha cinema mundial - ressaltou que a decisão não fora unânime, fazendo crer, assim interpreto, que "não foi com o voto dela". Já é hora de a "velha guarda" do cinema brasileiro parar essa mútua adoração, esse jogo de enaltecimento mútuo. O país não é mais a zona sul, não é mais o Leblon. A indústria brasileira cresceu, os profissionais de cinema estão vigorosamente no Recife, no Rio Grande do Sul, e, hoje, em Tiradentes, de onde teclo. 

O filme é um escândalo de ruim! A Fotografia é "dura"; os efeitos visuais são amadores; os atores estão pavorosos. Eu não entendo como a Mariana Ximenes pode ser considerada uma grande atriz para estar em tantos filmes brasileiros. Ela é apenas bonita, com todo respeito. E, com todo o respeito, ela não é uma grande atriz. Ponto.

Existe tanta nudez gratuita que eu me senti um velhinho de 90 anos reclamando do incômodo. Mas - sério - para quê? O circo é violento? É essa a ideia? O circo é machista e violento? Os artistas são artistas no picadeiro, mas fora são seres humanos terríveis? É isso? Os homens são a oitava praga do Egito? É isso? Uma pessoa com problemas mentais pode ser um estuprador em potencial, é isso? Porque é homem? Olha, eu não sou de ficar de "pensatas" sobre roteiro; gosto mais de apreciar os filmes como estrutura, como aquilo que são. Mas eu achei esse roteiro muito pouco cuidadoso com os temas.

As canções do Chico Buarque e do Edu Lobo - aquelas obras-primas;  eu tenho o disco, vale dizer, e o ouço desde criança- são tocadas às vezes, até o fim, sem acrescentar NADA para as cenas, nada para os personagens.

Muita gente diz que é o pior filme do ano. Eu ainda não posso dizer. Pois "Quase Memória", outro nacional, é páreo duro. Eu queria desver. Mas na verdade eu vou torcer para o "Framboesa de Ouro" reavaliar suas indicações e acrescentar esse nosso representante nacional.

O país exige mudança! Mudanças na Lei Rouanet! Mudanças em como o mecanismo da isenção tributária financia de grandes frigoríficos a artistas consagrados que não precisam delas. O país exige mudanças inclusive sobre como a arte se paga.

Cacá Diegues escreveu outro dia clamando cotas para o cinema nacional nas salas de exibição. A minha resposta, de quem ama cinema nacional, é NÃO! A culpa não é de "Aquaman".

O Grande Circo Místico (2018)

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As pessoas têm adorado esse indicado ao Oscar de Melhor Curta Live Action. Mostra a amizade de dois garotos, tirações de sarros, disputinhas, aquele exercício básico de brio masculino. Só que aí acontece uma tragédia inesperada. As pessoas ficam impressionadas com ela. Mas eu não fiquei. Contudo, o filme acerta num plano bem maior, ao ser um comentário sutil sobre os perigos da mineração no Canadá (que tem passado por tantos desacertos quanto o Brasil).

Boa atuação do garoto carequinha. 16 minutos.

Fauve (2018)

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Anna and the Apocalypse é um divertida produção que mistura "filme de zumbi" com musical, tipo Zumbilândia encontra  Mamma Mia. Eu não curto muito musical mas este me fisgou pela curiosidade, por ser bem feitinho, pelo alto astral que destila e musicas que grudam na cabeça. Noutras, se você passar ileso na parte do remelexo vai curtir; do contrário passe longe. 8,5-10

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The Vanishing é um razoável thriller de mistério que começa bem mas perde fôlego justamente quando não deveria, no terço final. Bem feitinho e angustiante em certos momentos, o filme é atuado corretamente mas um filme que tenta desvendar mistério (real) num ambiente fechado e inóspito não se resolve se é pela cobiça, solidão ou loucura. Podia ser melhor mas não foi. 7,5-10

Resultado de imagem para the vanishing  Kristoffer Nyholm poster

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Curta de documentário indicado ao Oscar, "Lifeboat"  é bastante bom, pois dá mais voz aos refugiados africanos, salvos por uma organização alemã dedicada à causa.Testemunhos terríveis, terríveis. 

Infelizmente, é um assunto recorrente na categoria, assim como a Síria. Nos últimos anos foram indicados: "41. Miles" (meu preferido) em short; e "Fire At Sea" na de Documentário. Esqueço algum?

Skye Fitzgerald; primeira indicação. 34 minutos.

LIFEBOAT (2018)

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La Melodie é a típica matinê edificante do naipe de Adorável Professor ou Mentes Perigosas, só que francês. A sensação de deja vu permeia toda a obra, que se sobressai unicamente pela boa atuação do elenco mirim. Fora isso, nenhuma novidade neste filme correto em sua proposta. E só. 8-10

Resultado de imagem para la melodie Rachid Hami poster

 

IO é uma boa scy-fy pós-apocaliptica calcada no minimalismo, com poucos atores, efeitos e até locações. Mas compensa tudo com bom roteiro, atuações corretas e principalmente ótimos diálogos (e citações). Se procura ação desenfreada de blockbusters pule fora pois a pegada aqui é outra, firmada nos detalhes. E é superior ás recentes produções do mesmo tema da Netflix, tipo o ruimzinho Próxima Parada Apocalipse.  8-10

Resultado de imagem para IO Jonathan Helpert poster

 

Maquinas Mortais é uma fantasia scy-fy genérica até o sabugo da unha. Prontofalei. Nessa seara de adaptações de ficção teen, até Maze Runner consegue ser melhor. O trailer promete mais do que entrega, mas se você ja viu Mad Max e Jonhhy Mneumonic ja viu tudo. O problema é que é tudo previsível e já visto á exaustão. Há uma tentativa da embalagem (deslumbrante e quase original) enganar bem o roteiro clichê, mas não dá. Mas pra quem curte qualquer coisa tá de bom tamanho. 7-10

Resultado de imagem para maquinas mortais poster

 

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Indicado ao Oscar de Melhor Curta de Documentário, "Black Sheep" conta a história de um adolescente negro que se muda para um bairro racista e passa a andar com uma gangue de brancos racistas. Eu escrevi "conta a história" por que basicamente é o cara mais velho contando suas memórias de adolescente, sendo as mesmas interpretadas por atores. Enfim, fala sobre racismo introjetado.  E vocês sabem a regra de alerta número 1 das minorias: quando a ovelha passa a andar com os lobos é ótimo para os lobos!

Todo ano eu digo e repito: eu não gosto de documentários ficcionalizados! Parecem falsos, o que é o contrário da verdade essencial ínsita ao gênero. 

Seu diretor é muito cultuado na Inglaterra. É sua primeira indicação. 27 minutos.

Ed Perkins in Black Sheep (2018)

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Assisti o "birdbox" ontem.

Achei médio, mas fiquei pensando em algo. O mundo precisa acabar e virar pós apocalíptico pra personagem da Sandra Bullock criar uma relação com seus filhos e virar mãe!
O pior estado puerperal da história!
😂😂

 

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13 hours ago, Gust84 said:

Assisti o "birdbox" ontem.

Achei médio, mas fiquei pensando em algo. O mundo precisa acabar e virar pós apocalíptico pra personagem da Sandra Bullock criar uma relação com seus filhos e virar mãe!
O pior estado puerperal da história!
😂😂

 

Uma das coisas ridículas do filme: "Boy", "Girl", depois de não sei quantos anos... Ah, gente, não dá...

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Curta de documentário indicado ao Oscar, que rendeu a terceira indicação a seu diretor Marshall Curry.  Mostra trechos de uma reunião nazista no Madison Square Garden, em fevereiro de 1939.

Vale a pesquisa. Mas vale a indicação? É apenas imagem de arquivo (talvez tenha sido recuperado). Estranha-me a indicação.

7 minutos.

A Night at the Garden (2017)

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Eu cheguei um pouco atrasado no cinema, então perdi o inicio do curta que acompanha "Os incríveis 2". Só fui ver agora. É lindo, heim? Muito ajudado pela trilha cativante. No final, lembrei-me de uma cena parecida em "Crazy Rich Asians".

Favorito na categoria de curta de animação, favorito do público, e - tendo assistido a todos os indicados- é o meu predileto também. 

Domee Shi; primeira indicação. 8 minutos.

Bao (2018)

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The Old Man and the Gun é um delicioso filme que parece ter sido feito no século passado e cujo enredo serve de metáfora pra carreira do Robert Redford, que se aposenta das telas nesta produção indie. Sim, e é ele com seu carisma que carrega facilmente este filme (tipica sessão da tarde) nas costas. Tem defeitos aqui e ali mas nada que desabone a obra, aliás, atente pra linda sequência das fugas feita com vários trechos de outros clássicos do veterano ator. 9-10

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Operação Overlord é um divertido terror de ação pra fãs do gênero nenhum botar defeito. Tem gore explícito, ação vertiginosa, atuações corretas e não te dá fôlego. Passeia por vários gêneros, sendo uma versão terror de Dunkirk ou Soldado Ryan. Divertidíssimo e assumidamente trash é daqueles filmes que quanto menos se souber, melhor a experência. 9-10


Resultado de imagem para overlord Julius Avery poster

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 Tem uma gravidade e uma solenidade por trás de todas as cenas que acabaram refletindo no ritmo do filme. Mas é excelentemente bem atuado por Lucas Hedges, tão improvavelmente bonito, e Nicole Kidman, tão acachapantemente bonita (estou reaprendendo a amá-la, e não me incomodaria sua presença no Oscar de Coadjuvante). Russel Crowe, por sua vez, tem menos momentos, menos material, ainda que o diálogo final entre pai e filho seja bastante comovente. 

Parente temático de "The Miseducation of Cameron Post", também de 2018, e do mais antigo "Prayers for Bobby". Um tema muito importante, claro. Compreendo que a maioria das pessoas sofra ao revelar sua sexualidade, para elas é como se se tirasse um curativo, mas, pessoalmente, quando eu comecei a viver plenamente a minha, eu não tive tanta crise. Aliás, me encheu de alegria e liberdade. Uma coisa "Call me By Your Name", ou "Alex Strangelove", algo na onda do desejo, pois - ainda bem - sempre tive mais tesão do que religião. Queria mais filmes solares. Senão todo mundo vai acabar achando que gays são objetos de comiseração. Nada!  "Dá-me mais vinho que a vida é nada" (Fernando Pessoa).

Nada!

Russell Crowe, Nicole Kidman, and Lucas Hedges in Boy Erased (2018)

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Putz, deem o Oscar logo de uma vez!!!

Sensacional Curta Live Action, indicado na categoria, do espanhol Rodrigo Sorogoyen. Já tá lotado de prêmios de festivais e merece mais um, o maior de todos. São apenas duas atrizes em cena vivenciando uma experiência bem desesperadora. É só isso. Duas atrizes excelentes em cena e nada mais. Um espetáculo de tensão, e de movimentação de câmera. 

Encontrei a seguinte informação: "En el 2019 Sorogoyen estrenará un largometraje que supone la secuela del cortometraje." 

Enquanto o longa não vem, desfrutemos desses19 minutos.

Madre (2017)

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As definições de "clickbait" foram atualizadas...

Cotado para entrar no Oscar da categoria de Melhor Curta Documentário, principalmente pelo seu instigante título, depois por ter sido exibido em Sundance, mas...

Que decepção! Não tem história suficiente, não tem drama suficiente, e a montagem é apenas engraçadinha, meio modernosa...

Ficou de fora merecidamente. 

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El Pacto é um thriller sobrenatural razoável que parece um episódio esticado de Além da Imaginação. Pior que o filme começa bem, prometendo e instaurando uma mitologia interessante, mas depois o roteiro se perde enchendo linguiça diluindo tudo contrído até então. De temáticas de pactos com capiroto, o The Box tem mais solvência que esta produção espanhola, onde até a ótima Belen Rueda sai desperdiçada. 7,5-10

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Climax é um thriller dramático psicodélico (acho que é isso?!) que é 8 ou 80 em se tratando do diretor Noé. Não é pra todos os gostos e é duro ficar indiferente, pois ainda tô digerindo este trem, visualmente muito doido mas aparentemente sem conteúdo, tipo Mother. Logo, pra mim o resultado é bem inferior ao 8 (dos 8 ou 80 mencionados no início), uma vez que não curto muito experimentalismos e putarias visuais deste naipe.

Resultado de imagem para climax gaspar noé poster

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Este então é o filme ruim? Porque eu AMEI!!

Capítulo final, capítulo primeiro, quem imaginaria o meio? O sucesso de "Split" possibilitou mais um capítulo. Parabéns ao Shyamalan, que é antes de tudo um criador. Hoje em dia, com a necessidade da indústria por mais super-heróis, mais criaturas se proliferam, mas os criadores de fato continuam muito poucos.

O uso de flashbacks de "Corpo Fechado" (já tão distante) me deixaram emocionado como cinéfilo. Deu tanta legitimidade, tanta emoção; graças ao efeito "máquina no tempo" fui parar de volta em um cineminha do Rio de Janeiro às três da tarde do ano 2000...A trilha sonora de West Dylan Thordson é maravilhosa também!

Agora, gente, show absoluto de James McAvoy - deem um Oscar pra esse homem!!! Os outros personagens - reconheço - ficaram meio escanteados. Mas nada que tire o poder da história.  Acrescento que Sarah Paulson e Anna Taylor-Joy também estão excelentes.

O Pablo achou repetitivo o trabalho de convencer novamente os personagens de suas personalidades, mas isso é mau-humor, um pouco de azedume da parte dele.  Não desagrada, pois serviu para relembrar as pessoas, dado que há um hiato de 19 anos com relação ao primeiro filme. Ninguém é obrigado a se lembrar dos dilemas.

O desfecho de "Glass" compensa tudo. Eu quase bati palma na última cena. 

Samuel L. Jackson, Bruce Willis, and James McAvoy in Glass (2019)

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Também gostei muito. Não supera "Creed" pra mim, por que aquele entrou até no meu top 10 do ano, pois havia mais artisticidade como um todo, mas mesmo assim gostei mais do que esperava. 

Não mudou só o diretor (dessa vez, bola pra um desconhecido). Saiu a Fotógrafa Maryse Alberti (quer fez aquele plano sequência foda no ringue); saiu a Designer, hoje indicada ao Oscar, Hanna Beachler; saíram os montadores...Então, perdeu em talento, pois os substitutos não conseguiram chegar lá em seus trabalhos. Porém, ainda sim todos são competentes, e tornaram o filme muito apreciável.

Escovaram o Rocky IV das intrigas da Guerra Fria, e reposicionaram o filme no Modo Legado. Inclusive no lance da hereditariedade, como condição humana - Quem viu sabe.  É um filme mais sobre família do que sobre boxe. Stallone criou uma bela série. É seu maior legado.

Vale o ingresso.

 

Michael B. Jordan in Creed II (2018)

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