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Príncipe das Sombras (Prince of Darkness) - John Carpenter' date=' 1987

 
Gente que acha O Grito, Atividade Paranormal, entre outros "filmes de terror" ótimos deviam ver esse aqui. Um ótimo exemplo de como se criar clima, sem exagerar ou sem se conter. E aqui é um dos raríssimos casos onde a trilha sonora constante não me irritou.
 
4/5
[/quote']

Eu já vi e é ótimo, um dos melhores do Carpenter. Mas já vi Paranormal Activity também e acho excelente. Não vejo ponto algum em comparar filmes com temáticas e desenvolvimento completamente diferentes e com propostas tão distintas. Se gostou ou não é outra questão, mas por em voga subgêneros diferentes não tem o menor sentido para mim.

 
Eu fiz a comparação apenas por algumas pessoas considerarem eles "filmes de terror", independente da temática e a proposta que os filmes seguem.

 

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Príncipe das Sombras (Prince of Darkness) - John Carpenter' date=' 1987

 
Gente que acha O Grito, Atividade Paranormal, entre outros "filmes de terror" ótimos deviam ver esse aqui. Um ótimo exemplo de como se criar clima, sem exagerar ou sem se conter. E aqui é um dos raríssimos casos onde a trilha sonora constante não me irritou.
 
4/5
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Eu já vi e é ótimo, um dos melhores do Carpenter. Mas já vi Paranormal Activity também e acho excelente. Não vejo ponto algum em comparar filmes com temáticas e desenvolvimento completamente diferentes e com propostas tão distintas. Se gostou ou não é outra questão, mas por em voga subgêneros diferentes não tem o menor sentido para mim.

 
Eu fiz a comparação apenas por algumas pessoas considerarem eles "filmes de terror", independente da temática e a proposta que os filmes seguem.

Discordo mais ainda então. Todos eles são filmes de terror (inclusive O Grito, que eu detesto), e Paranormal Activity E Príncipe das Sombras são geniais.

Aliás, curiosidade: porque você não os considera filmes de terror?

Mr. Scofield2011-03-27 02:10:47

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Príncipe das Sombras (Prince of Darkness) - John Carpenter' date=' 1987

 
Gente que acha O Grito, Atividade Paranormal, entre outros "filmes de terror" ótimos deviam ver esse aqui. Um ótimo exemplo de como se criar clima, sem exagerar ou sem se conter. E aqui é um dos raríssimos casos onde a trilha sonora constante não me irritou.
 
4/5
[/quote']

Eu já vi e é ótimo, um dos melhores do Carpenter. Mas já vi Paranormal Activity também e acho excelente. Não vejo ponto algum em comparar filmes com temáticas e desenvolvimento completamente diferentes e com propostas tão distintas. Se gostou ou não é outra questão, mas por em voga subgêneros diferentes não tem o menor sentido para mim.

 
Eu fiz a comparação apenas por algumas pessoas considerarem eles "filmes de terror", independente da temática e a proposta que os filmes seguem.

Discordo mais ainda então. Todos eles são filmes de terror (inclusive O Grito, que eu detesto), e Paranormal Activity E Príncipe das Sombras são geniais.

Aliás, curiosidade: porque você não os considera filmes de terror?

 
As aspas devem ter levado você a pensar isso, né? Enfim, eu considero eles filmes de terror, esqueci de colocar a frase bons filmes de terror.

 

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Entendi.

 

Vi Limitless. A proposta é bem interessante, o link entre a percepção do protagonista e a reprodução através dos recursos visuais é sensacional e o filme é divertido pra caramba. Foda-se a lógica, eu adorei. Depois escrevo direito. Tô sem paciência agora. 06

 

 

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Deselegante seria ter dado esse filme pra qualquer outro diretor que não fosse o Aronofsky simplesmente porque a história não é elegante já que não é sobre ballet' date=' que por si só, não é nada elegante. A história é sobre o espiral de loucura de alguém que visa a perfeição. E loucura, demência, até mesmo perfeccionismo não são nada elgantes. [/quote']

 

Ballet não é elegante? Ok.06

 

Eu acho o Arano fraco. Nesse filme ele acertou em cheio, pois criou um filme arrebatador, emocionante, mas tecnicamente ele continua sendo histérico, fraco. Mas hey, até o Michael Bay já fez filme bom, hehehe

 

 

Eu não quis acreditar que ele disse que balé não é elegante. Eu li cinco vezes pra ter certeza.

 

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Deselegante seria ter dado esse filme pra qualquer outro diretor que não fosse o Aronofsky simplesmente porque a história não é elegante já que não é sobre ballet' date=' que por si só, não é nada elegante. A história é sobre o espiral de loucura de alguém que visa a perfeição. E loucura, demência, até mesmo perfeccionismo não são nada elgantes. [/quote']

 

Ballet não é elegante? Ok.06

 

Eu acho o Arano fraco. Nesse filme ele acertou em cheio, pois criou um filme arrebatador, emocionante, mas tecnicamente ele continua sendo histérico, fraco. Mas hey, até o Michael Bay já fez filme bom, hehehe

 

 

Eu não quis acreditar que ele disse que balé não é elegante. Eu li cinco vezes pra ter certeza.

Pois então me explique, porque eu sequer entendi o sentido da frase que ele construiu. O encadeamento de ideias aí está extremamente confuso pelo excesso de conjunções (porque, já que, que por si só). 09

 

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Eu acho que ela (sim, acho que é menina) teve essa impressão do Ballet pelo filme do Arano, onde ele realmente não é mostrado de forma elegante. Prefiro acreditar que isso foi uma opção do Arano, já que ao meu ver casa bem com a proposta do filme. É claro que a dança em si é uma das formas máximas de elegância.

 

 

 

 

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Sucker Punch (2011) - 1,5 /5

Ainda não entendi que diabos o Snyder queria com um filme desses. Devia ter vendido a história pra alguma empresa de games, que talvez fizesse algo mais interessante. O filme todo parece um clipe extremamente estendido, algumas vezes sem pé nem cabeça ou qualquer sinal visível de uma construção lógica. A impressão que dá é que tenta construir uma história mais ou menos inteligível de fundo só pra enfiar um monte de efeitos especiais, cenas de ação que chegam a ser cômicas e mulheres gostosas, tudo embalado por uma trilha sonora exagerada e barulhenta demais. Algumas imagens são realmente belas, mas a história é tão fajuta que não segura por nenhum momento o interesse. 

 

Repito: seria um script interessante para um video game (se melhor trabalhado), mas, como o tempo já provou, narrativas desse tipo não dão certo no cinema.

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Revisto:

Mission To Mars (Deus, 2000)

 

Esse foi o dia em que Deus errou.

Não é um tsunami completo, mas o filme tem sérios problemas de ritmo e

de script. Além disso, ficou provado que o espaço sideral não é

exatamente a praia de Deus. Não me entendam errado, mesmo aqui ele filma

melhor que 95% dos diretores seres humanos e termina o filme com a

apoteose que lhe é particular. Mas é um filme terráqueo.

 

 

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Revisto:

Mission To Mars (Deus' date=' 2000)


Esse foi o dia em que Deus errou. Não é um tsunami completo, mas o filme tem sérios problemas de ritmo e de script. Além disso, ficou provado que o espaço sideral não é exatamente a praia de Deus. Não me entendam errado, mesmo aqui ele filma melhor que 95% dos diretores seres humanos e termina o filme com a apoteose que lhe é particular. Mas é um filme terráqueo. [/quote']

 

só aquela sequência final dentro do rosto já vale quase o filme todo. Pelo menos, pra mim, vale a absolvição de Deus06

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SENNA - 9/10 - Antes de mais nada vale registrar que eu era um dos milhões de brasileiros que acordava de madrugada para acompanhar os GP´s do Japão por causa do Senna. E eu fui um dos milhões de brasileiros que choraram a sua morte como se perde um ente querido de sua família. Dito isto, o documentário "Senna" é muito competente, pois consegue construir um narrativa com começo, meio e fim, com arcos dramáticos dignos dos grandes filmes de herói com direito a quedas e reviravoltas e um final digno de uma tragédia grega. As escolhas promovidas pelo diretor Asif Kapadia foram acertadas valorizando o material em vídeo e explorando os depoimentos em "off", o que não interrompe a linha cronológica de eventos. A competente edição também trabalha a favor do filme. O documentário tem uma quebra de ritmo durante o período que marca os dois últimos anos de Senna na McLaren, recebendo merecido destaque a vitória sofrida dele em Interlagos, mas dentro da narrativa proposta foi uma passagem que funcionou apenas isoladamente. Mas por maiores que sejam os seus méritos é inegável que se trata de um documentário sortudo, afinal conta com um personagem central maravilhoso, um piloto arrojado, um ser humano inspirador, acima de tudo humano, transparente, autêntico, real. Ayrton Senna, meu irmão, você faz muita falta. Thiago Lucio2011-03-27 20:58:42

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Enterrado Vivo - desse eu esperava mais. A premissa é ousada, mas parece que só merecia um curta. Cheio de embromação, com umas cenas feitas pra tentar quebrar o marasmo que acabam sendo apenas vergonha alheia e a falta de inteligência fica patente no fim. Saída de touro, chegada de vaca.

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Em Um Mundo Melhor. Muito interessante a forma como vários assuntos são retratados no filme de Suzanne. Gosto especialmente dos questionamentos sobre a covardia, o preconceito, o ódio, suas origens e consequências. Interliga a história de dois meninos justamente pelos dois opostos: a inércia de um e a irascibilidade do outro, mostrando como ambas, de formas diferentes, podem gerar guerras, como é citado ao longo do filme, ou outras tragédias. Até que ponto a falta de reação é considerada covardia? Não reagir é o mesmo que ser covarde? Responder na mesma moeda quando se é agredido é uma forma correta de reação? Violências são justificáveis? Reações explosivas podem vir do acúmulo de mágoa, rancor, raiva? Todas essas questões são colocadas no filme, entre outras, muito mais com o que não se fala do que com o que é dito. A fotografia contribui imensamente para isso, pois reflete sempre a grande força dos sentimentos expostos. A montagem parece procurar algo, alguém ou alguma explicação e, o mais legal, é que nem sempre as respostas vêm á tona. Ficam mais na sua cabeça, na sua interpretação, mostrando a força de uma direção que não julga seus personagens ou suas ações. O Cristian é muito bem criado e interpretado. Tem uma carga já antiga de ressentimentos que encontram uma oportunidade pra aflorarem. O Anton tem complexidade igual, variando entre o que é certo pra ele e pro meio onde vive e trabalha. Não gosto muito do ritmo, que parece deixar tudo pro final, cozinhar o filme sem muito andamento. Também não gosto das atuações dos outros atores, principalmente do pai do Cristian, por não passarem a emoção necessária e, ás vezes, latente que o filme expõe (a mãe do Elias só melhora no final). Não me agrada a história melodramática dos pais de Elias porque há muito mais discussão sobre os motivos do rompimento do que sobre as consequências do mesmo na personalidade do filho (é um viés mal explorado do filme). De qualquer modo, é bem filmado, a história central é fortíssima, as inserções africanas extremamente pertinentes (o desfecho dessa sub trama é incrível) e o texto é direto, dosado e simples. Muito melhor do que a grande maioria dos filmes atuais, embora não seja perfeito.

 

8,0

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Eu queria saber em que momento eu disse que a Deborah Secco é mais atriz do que a Natalie Portman e quando que me referi ao filme da primeira como filme do ano.  A diferença é que eu expus meu sentimento em relação ao filme (do qual eu não sou muito fã' date=' porém não acho ruim) e a atuação da atriz, que me desagrada em vários momentos, mas sempre pontuei que a Natalie tem o mérito dela, que realiza um trabalho muito bom, mas que PRA MIM foi um pouco superestimado.  A questão é que não dá pra manter um diálogo saudável com fãzóide então eu me recuso a voltar nesse assunto. 

 

 

 

Natalie Portman, continue escolhendo bons papéis para que você se torne a grande atriz que você tem o potencial pra ser e Deborah, parabéns pela performance, continue assim, escolhendo papéis que exijam de você muito mais do que sensualidade ou seu timing cômico, muito bom por sinal.
[/quote']

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Eu queria saber em que momento eu disse que a Deborah Secco é mais atriz do que a Natalie Portman e quando que me referi ao filme da primeira como filme do ano.  A diferença é que eu expus meu sentimento em relação ao filme (do qual eu não sou muito fã' date=' porém não acho ruim) e a atuação da atriz, que me desagrada em vários momentos, mas sempre pontuei que a Natalie tem o mérito dela, que realiza um trabalho muito bom, mas que PRA MIM foi um pouco superestimado.  A questão é que não dá pra manter um diálogo saudável com fãzóide então eu me recuso a voltar nesse assunto. 

 

 

 

Natalie Portman, continue escolhendo bons papéis para que você se torne a grande atriz que você tem o potencial pra ser e Deborah, parabéns pela performance, continue assim, escolhendo papéis que exijam de você muito mais do que sensualidade ou seu timing cômico, muito bom por sinal.
[/quote']

 

 

 

Ok. vc venceu. Realmente não gosto quando criticam Natalie ou o filme. Mas há vários filmes que muitos amam e eu nem tanto assim. Te peço desculpas. Não reagirei mais dessa forma ás suas opiniões, certo?

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Deselegante seria ter dado esse filme pra qualquer outro diretor que não fosse o Aronofsky simplesmente porque a história não é elegante já que não é sobre ballet' date=' que por si só, não é nada elegante. A história é sobre o espiral de loucura de alguém que visa a perfeição. E loucura, demência, até mesmo perfeccionismo não são nada elgantes. [/quote']Ballet não é elegante? Ok.06Eu acho o Arano fraco. Nesse filme ele acertou em cheio, pois criou um filme arrebatador, emocionante, mas tecnicamente ele continua sendo histérico, fraco. Mas hey, até o Michael Bay já fez filme bom, hehehe

 

Eu não quis acreditar que ele disse que balé não é elegante. Eu li cinco vezes pra ter certeza.
<font face="Times New Roman, Times, serif" size="3">Pois então me explique, porque eu sequer entendi o sentido da frase que ele construiu. O encadeamento de ideias aí está extremamente confuso pelo excesso de conjunções (porque, já que, que por si só). 09

 

 

 

Quis dizer o seguinte: a história do filme não é sobre algo elegante. É sobre loucura, excesso de perfeição, obsessão. Não sobre ballet pois pra mim, o ballet, no final, nas apresentações, espetáculos e tal, pode até ser elegante, refinado. Mas pra chegar até lá, passa-se por muitas provações, sofimentos e dificuldades. Não é fácil e é uma carreia muito curta pra tanto sofrimento. Sei disso porque minha mãe dançou durante nove anos. Convivi com isso diariamente e a vida é de privações. Pra mim isso não é elegância. Mas é só minha opinião.

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A Rede Social. Um começo em ritmo frenético que vai diminuindo até o final, previsível e nada original. Pra ser sincero detestei algumas coisas nesse filme: o diálogo de Mark com a namorada, deixou claro o quão nojento e odioso ele é, todas as interpretações, exceto a de Jesse (se bem que acho que ele tem muito mais physique du rôle do que talento propriamente dito, mas convenceu tanto que saí odiando o Mark), sem sal nenhum, principalmente a de Andrew Garfield e o excesso de sobreposições da montagem confusa, que parece se gabar o tempo inteiro de ser mais inteligente do que vc que está assistindo. Ou seja: pretensiosa e arrogante como Mark. Talvez tenha sido uma escolha de Fincher pra tentar dar dinamismo á história. Errou feio. Nesse quesito sou muito mais o Amnésia ou O Grande Truque (apesar de odiar mágica) onde cada detalhe faz grande diferença. Restam a história, ótima embora mal montada, a trilha, principalmente quando reflete os comportamentos da juventude atual e o texto que, apesar de, insisto, sempre duvidar da capacidade da plateia, é ágil, humorado, sem muitos clichês. Também gostei da originalidade do tema e da coragem de trazê-lo ás telonas pelo risco de ficar limitado: tenho certeza de que se meus pais vissem esse filme, não iriam entender metade do que foi dito. Repito: o diálogo inicial é desnecessário, arrastado e me deu vontade de levantar e ir embora do cinema. É um filme superestimado por tratar da sociedade atual e de seus isolamentos trazidos pela internet. Mas, no todo, é bom, diferente. Só faltou mais profundidade e aproximação ao espectador.

 

7,5

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Deselegante seria ter dado esse filme pra qualquer outro diretor que não fosse o Aronofsky simplesmente porque a história não é elegante já que não é sobre ballet' date=' que por si só, não é nada elegante. A história é sobre o espiral de loucura de alguém que visa a perfeição. E loucura, demência, até mesmo perfeccionismo não são nada elgantes. [/quote']Ballet não é elegante? Ok.06Eu acho o Arano fraco. Nesse filme ele acertou em cheio, pois criou um filme arrebatador, emocionante, mas tecnicamente ele continua sendo histérico, fraco. Mas hey, até o Michael Bay já fez filme bom, hehehe

 

Eu não quis acreditar que ele disse que balé não é elegante. Eu li cinco vezes pra ter certeza.
<font face="Times New Roman, Times, serif" size="3">Pois então me explique, porque eu sequer entendi o sentido da frase que ele construiu. O encadeamento de ideias aí está extremamente confuso pelo excesso de conjunções (porque, já que, que por si só).

 

 

 

Quis dizer o seguinte: a história do filme não é sobre algo elegante. É sobre loucura, excesso de perfeição, obsessão. Não sobre ballet pois pra mim, o ballet, no final, nas apresentações, espetáculos e tal, pode até ser elegante, refinado. Mas pra chegar até lá, passa-se por muitas provações, sofimentos e dificuldades. Não é fácil e é uma carreia muito curta pra tanto sofrimento. Sei disso porque minha mãe dançou durante nove anos. Convivi com isso diariamente e a vida é de privações. Pra mim isso não é elegância. Mas é só minha opinião.

Quando falamos em elegância, nos referimos ao que aparece no palco. Nos bastidores realmente a coisa é feia (e eu não seguiria a profissão, porque pra mim não valeria sofrer tanto e ser chutada pra fora em poucos anos, mas ainda bem que existem pessoas dispostas a encarar, já que por causa delas eu tenho balés pra assistir).

Lucy fer2011-03-28 05:46:13

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Incêndios
Filmaço q guarda doses de “Aproximação” , “As Pontes de Madison” e até “Inverno da Alma” mas o faz de forma bem original e impactante. A busca do passado nunca foi tão desconcertante nesta produção franco-canadense q no fundo fala dos vários caminhos q alguem pode tomar na guerra. Com final surpreendente (e imprevisivel) e tons realistas este filme é tao bom (senao melhor) ao q ganhou o oscar de filme estrangeiro este ano. Prestar atencao nos dialogos, magnificos.Na trama, cumprindo o testamento da mãe, gêmeos canadenses refazem seus passos em sua terra natal, como guerrilheira no Libano. Alem de achar seu pai e irmão desaparecidos, acabam descobrindo verdades nada agradáveis sobre eles mesmos. 10/10
 

 incendies-movie-poster-2009-1020680128.jpg
Jorge Soto2011-03-28 08:40:16

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Ah, eu nem curti muito Incêndios, já imaginava o final um pouco antes das coisas serem esclarecidas. Ele bebe da fonte de muitos outros filmes, em especial o Disengagement, que vc citou... E o ator que faz o filho é muito ruim.

 

 

 

Paranormal-Activity-Tokyo-Night.png

 

Atividade Paranormal em Tóquio (Toshikazu Nagae, 2010)

 

 

 

Que lixo... Normalmente é o remake americano que destroe o original japonês, mas eis um caso inverso. Não trás nenhuma novidade relevante, a tensão dá lugar a palhaçada em muitos momentos... Uma perda de tempo. Valeu a pena porque na minha sessão, gritaram em certo momento: "um morto muito louco". Não parei mais de rir, depois disso.

 

 

 

 

 

 

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A Rede Social. Um começo em ritmo frenético que vai diminuindo até o final' date=' previsível e nada original. Pra ser sincero detestei algumas coisas nesse filme: o diálogo de Mark com a namorada, deixou claro o quão nojento e odioso ele é, todas as interpretações, exceto a de Jesse (se bem que acho que ele tem muito mais physique du rôle do que talento propriamente dito, mas convenceu tanto que saí odiando o Mark), sem sal nenhum, principalmente a de Andrew Garfield e o excesso de sobreposições da montagem confusa, que parece se gabar o tempo inteiro de ser mais inteligente do que vc que está assistindo. Ou seja: pretensiosa e arrogante como Mark. Talvez tenha sido uma escolha de Fincher pra tentar dar dinamismo á história. Errou feio. Nesse quesito sou muito mais o Amnésia ou O Grande Truque (apesar de odiar mágica) onde cada detalhe faz grande diferença. Restam a história, ótima embora mal montada, a trilha, principalmente quando reflete os comportamentos da juventude atual e o texto que, apesar de, insisto, sempre duvidar da capacidade da plateia, é ágil, humorado, sem muitos clichês. Também gostei da originalidade do tema e da coragem de trazê-lo ás telonas pelo risco de ficar limitado: tenho certeza de que se meus pais vissem esse filme, não iriam entender metade do que foi dito. Repito: o diálogo inicial é desnecessário, arrastado e me deu vontade de levantar e ir embora do cinema. É um filme superestimado por tratar da sociedade atual e de seus isolamentos trazidos pela internet. Mas, no todo, é bom, diferente. Só faltou mais profundidade e aproximação ao espectador.
7,5[/quote']

 

O diálogo inicial pode não ser assim tão inteligível, mas, a meu ver, é bastante necessário, porque estabelece de início algumas características pessoais do Zuckerberg (dificuldade de se comunicar, rapidez de raciocínio, sentimento de superioridade, etc.). Um fator interessante é que, conforme ele vai mudando de assunto, respondendo perguntas anteriores ou que sequer foram feitas, nós nos sentimos como a namorada dele, impotentes e confusos diante de um fluxo tão desconexo (e ao mesmo tempo fluente) de pensamentos.

 

Concordo que a edição é um pouco confusa no início, principalmente quando intercala um processo no outro, colocando no meio cenas deles na faculdade. Depois que essa premissa se estabelece, no entanto, acho que não há mais problemas de compreensão. E, de um ponto de vista mais prático, a montagem não errou feio. Foi considerada por muitos como a melhor edição do ano, levando até o Oscar (o que, ultimamente, não quer dizer tanta coisa).

 

Também achei a atuação do Garfield bem limitada e gostei do Eisenberg, embora não tenha sido nada exatamente surpreendente.

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Sucker Punch, de Zack Snyder - É arrasador quando está no modo cs (sequência Private Ryan remixado, um delírio). A porção rpg é que vai deixando tudo em slow. Nesses momentos a coisa trava mesmo, quase como uma fita de super nintendo precisando de reset e sopro.

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O Livro de Eli de Albert e Alllen Hugles 2010

 

Num futuro proximo o mundo se encontra devsatado por uma possivel guerra no nuclear,um forasteiro chamado Eli (Denzel Washington) segue sua rotina pelo deserto e encontra uma pequena cidade liderada pelo ambicioso Carnegie (Gary Oldman) que deseja um livro que pode ser o último exemplo da Biblia sagrada, e parece estar com Eli o conflito de interese desencadiea em uma perseguição com muita mortes e destruição

lembra um pouco Mad Max e legal ver os golpes de espadas estilo samurai  e o estilo sombrio do longa, valeu

 

 

poster.jpg

 

 

 

Substitutos de Jontahan Mostrow de 2010

 

Em 2054 os humanos tem seu robos copias exatas e perfeitas de si mesmo, mas homocidio de 2 substitutos e os humanos conectados a ele chama a atenção do investigador Tom Grer(Bruce Willis) que descobre uma conspiração misteriosa e a mesmo tempo que vive um crise no casamento com sua esposa (Rosamund Pike) o filme tem boas cenas e bons efeitos especiais mas e bem curto com o desfecho bem irregular

poster.jpg

 

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A Rede Social. Um começo em ritmo frenético que vai diminuindo até o final' date=' previsível e nada original. Pra ser sincero detestei algumas coisas nesse filme: o diálogo de Mark com a namorada, deixou claro o quão nojento e odioso ele é, todas as interpretações, exceto a de Jesse (se bem que acho que ele tem muito mais physique du rôle do que talento propriamente dito, mas convenceu tanto que saí odiando o Mark), sem sal nenhum, principalmente a de Andrew Garfield e o excesso de sobreposições da montagem confusa, que parece se gabar o tempo inteiro de ser mais inteligente do que vc que está assistindo. Ou seja: pretensiosa e arrogante como Mark. Talvez tenha sido uma escolha de Fincher pra tentar dar dinamismo á história. Errou feio. Nesse quesito sou muito mais o Amnésia ou O Grande Truque (apesar de odiar mágica) onde cada detalhe faz grande diferença. Restam a história, ótima embora mal montada, a trilha, principalmente quando reflete os comportamentos da juventude atual e o texto que, apesar de, insisto, sempre duvidar da capacidade da plateia, é ágil, humorado, sem muitos clichês. Também gostei da originalidade do tema e da coragem de trazê-lo ás telonas pelo risco de ficar limitado: tenho certeza de que se meus pais vissem esse filme, não iriam entender metade do que foi dito. Repito: o diálogo inicial é desnecessário, arrastado e me deu vontade de levantar e ir embora do cinema. É um filme superestimado por tratar da sociedade atual e de seus isolamentos trazidos pela internet. Mas, no todo, é bom, diferente. Só faltou mais profundidade e aproximação ao espectador.
7,5[/quote']

 

O diálogo inicial pode não ser assim tão inteligível, mas, a meu ver, é bastante necessário, porque estabelece de início algumas características pessoais do Zuckerberg (dificuldade de se comunicar, rapidez de raciocínio, sentimento de superioridade, etc.). Um fator interessante é que, conforme ele vai mudando de assunto, respondendo perguntas anteriores ou que sequer foram feitas, nós nos sentimos como a namorada dele, impotentes e confusos diante de um fluxo tão desconexo (e ao mesmo tempo fluente) de pensamentos.

 

Concordo que a edição é um pouco confusa no início, principalmente quando intercala um processo no outro, colocando no meio cenas deles na faculdade. Depois que essa premissa se estabelece, no entanto, acho que não há mais problemas de compreensão. E, de um ponto de vista mais prático, a montagem não errou feio. Foi considerada por muitos como a melhor edição do ano, levando até o Oscar (o que, ultimamente, não quer dizer tanta coisa).

 

Também achei a atuação do Garfield bem limitada e gostei do Eisenberg, embora não tenha sido nada exatamente surpreendente.

 

Exato. E além de necessária é tão eficaz que o bs11ns tomou ódio do cara só por essa breve cena.06

 

 

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Eu queria saber em que momento eu disse que a Deborah Secco é mais atriz do que a Natalie Portman e quando que me referi ao filme da primeira como filme do ano.  A diferença é que eu expus meu sentimento em relação ao filme (do qual eu não sou muito fã' date=' porém não acho ruim) e a atuação da atriz, que me desagrada em vários momentos, mas sempre pontuei que a Natalie tem o mérito dela, que realiza um trabalho muito bom, mas que PRA MIM foi um pouco superestimado.  A questão é que não dá pra manter um diálogo saudável com fãzóide então eu me recuso a voltar nesse assunto. 

 

Natalie Portman, continue escolhendo bons papéis para que você se torne a grande atriz que você tem o potencial pra ser e Deborah, parabéns pela performance, continue assim, escolhendo papéis que exijam de você muito mais do que sensualidade ou seu timing cômico, muito bom por sinal.
[/quote']


Ok. vc venceu. Realmente não gosto quando criticam Natalie ou o filme. Mas há vários filmes que muitos amam e eu nem tanto assim. Te peço desculpas. Não reagirei mais dessa forma ás suas opiniões, certo?

 

 

 

Imagina, tô de boa.  É só uma questão de democracia.  É ruim mesmo quando as pessoas não entendem o nosso ponto de vista sobre determinado filme, mas acontece.03

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