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SENNA - 9/10 - Antes de mais nada vale registrar que eu era um dos milhões de brasileiros que acordava de madrugada para acompanhar os GP´s do Japão por causa do Senna. E eu fui um dos milhões de brasileiros que choraram a sua morte como se perde um ente querido de sua família. Dito isto, o documentário "Senna" é muito competente, pois consegue construir um narrativa com começo, meio e fim, com arcos dramáticos dignos dos grandes filmes de herói com direito a quedas e reviravoltas e um final digno de uma tragédia grega. As escolhas promovidas pelo diretor Asif Kapadia foram acertadas valorizando o material em vídeo e explorando os depoimentos em "off", o que não interrompe a linha cronológica de eventos. A competente edição também trabalha a favor do filme. O documentário tem uma quebra de ritmo durante o período que marca os dois últimos anos de Senna na McLaren, recebendo merecido destaque a vitória sofrida dele em Interlagos, mas dentro da narrativa proposta foi uma passagem que funcionou apenas isoladamente. Mas por maiores que sejam os seus méritos é inegável que se trata de um documentário sortudo, afinal conta com um personagem central maravilhoso, um piloto arrojado, um ser humano inspirador, acima de tudo humano, transparente, autêntico, real. Ayrton Senna, meu irmão, você faz muita falta. [/quote']

 

 

Assino embaixo, sem tirar nem pôr. É isso aí mesmo, e tb acompanhei tudo que está naquele documentário ao vivo...

O grande acerto do documentário é só ter depoimentos em off que não atrapalham o andamento do filme. Excelente.

 

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A Rede Social. Um começo em ritmo frenético que vai diminuindo até o final' date=' previsível e nada original. Pra ser sincero detestei algumas coisas nesse filme: o diálogo de Mark com a namorada, deixou claro o quão nojento e odioso ele é, todas as interpretações, exceto a de Jesse (se bem que acho que ele tem muito mais physique du rôle do que talento propriamente dito, mas convenceu tanto que saí odiando o Mark), sem sal nenhum, principalmente a de Andrew Garfield e o excesso de sobreposições da montagem confusa, que parece se gabar o tempo inteiro de ser mais inteligente do que vc que está assistindo. Ou seja: pretensiosa e arrogante como Mark. Talvez tenha sido uma escolha de Fincher pra tentar dar dinamismo á história. Errou feio. Nesse quesito sou muito mais o Amnésia ou O Grande Truque (apesar de odiar mágica) onde cada detalhe faz grande diferença. Restam a história, ótima embora mal montada, a trilha, principalmente quando reflete os comportamentos da juventude atual e o texto que, apesar de, insisto, sempre duvidar da capacidade da plateia, é ágil, humorado, sem muitos clichês. Também gostei da originalidade do tema e da coragem de trazê-lo ás telonas pelo risco de ficar limitado: tenho certeza de que se meus pais vissem esse filme, não iriam entender metade do que foi dito. Repito: o diálogo inicial é desnecessário, arrastado e me deu vontade de levantar e ir embora do cinema. É um filme superestimado por tratar da sociedade atual e de seus isolamentos trazidos pela internet. Mas, no todo, é bom, diferente. Só faltou mais profundidade e aproximação ao espectador. 7,5[/quote']

 

 

 

 

 

O diálogo inicial pode não ser assim tão inteligível, mas, a meu ver, é bastante necessário, porque estabelece de início algumas características pessoais do Zuckerberg (dificuldade de se comunicar, rapidez de raciocínio, sentimento de superioridade, etc.). Um fator interessante é que, conforme ele vai mudando de assunto, respondendo perguntas anteriores ou que sequer foram feitas, nós nos sentimos como a namorada dele, impotentes e confusos diante de um fluxo tão desconexo (e ao mesmo tempo fluente) de pensamentos.

 

 

 

Concordo que a edição é um pouco confusa no início, principalmente quando intercala um processo no outro, colocando no meio cenas deles na faculdade. Depois que essa premissa se estabelece, no entanto, acho que não há mais problemas de compreensão. E, de um ponto de vista mais prático, a montagem não errou feio. Foi considerada por muitos como a melhor edição do ano, levando até o Oscar (o que, ultimamente, não quer dizer tanta coisa).

 

 

 

Também achei a atuação do Garfield bem limitada e gostei do Eisenberg, embora não tenha sido nada exatamente surpreendente.

 

 

 

Verdade. Me senti impotente como ela sim. Vários gostaram realmente da edição, de fato. Mas prefiro a paranoia do amnésia e a loucura do Cisne Negro, pelo menos não subetimaram minha inteligência. Só questão de gosto.

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O fato de ser um grande filme, não discuto. Visceral, impactante e marcado por grandes atuações e diálogos. Mas você não achou que as revelações do terceiro ato um tanto forçadas? Spoliers:

 

Não é bem improvável que :

1) que seu torturador/estuprador venha a ser o seu próprio filho considerando que aquela região é grande e populosa?

2) que ela encontre no Canadá o seu filho/estuprador jordaniano (?) em uma situação na qual este esteja descalço e ela numa posição em que dê de cara com as marcas do pé dele? Não seria praticamente um típico final Deus ex machina?

Ademais, confesso que fiquei um tanto perdido na cronologia da película. Não deu pra perceber que passou tanto tempo entre o começo da viagem da protagonista e o seu estupro. A atriz não parece ter envelhecido tanto entre tais eventos. Não há nada que indicava transcurso de muito tempo entre o começo da viagem e a prisão. Nem entre a prisão e a gravidez. Com isso fiquei muito surpreso ao descobrir que aquele torturador que aparentava quase 30 anos fosse filho da presidiária que parecia ter uns 30 e pouco.

 

Acho que o final funciona mais no plano metafórico revelando a loucura deste espiral de ódio e vingança ou no metafísico, pelo qual haveria uma espécie de karma teria provocado esta tragédia.

 

 

Incêndios

Filmaço q guarda doses de “Aproximação” ' date=' “As Pontes de Madison” e até “Inverno da Alma” mas o faz de forma bem original e impactante. A busca do passado nunca foi tão desconcertante nesta produção franco-canadense q no fundo fala dos vários caminhos q alguem pode tomar na guerra. Com final surpreendente (e imprevisivel) e tons realistas este filme é tao bom (senao melhor) ao q ganhou o oscar de filme estrangeiro este ano. Prestar atencao nos dialogos, magnificos.Na trama, cumprindo o testamento da mãe, gêmeos canadenses refazem seus passos em sua terra natal, como guerrilheira no Libano. Alem de achar seu pai e irmão desaparecidos, acabam descobrindo verdades nada agradáveis sobre eles mesmos. 10/10

 

 incendies-movie-poster-2009-1020680128.jpg
[/quote']Richard2011-03-29 01:38:02

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O Livro de Eli de Albert e Alllen Hugles 2010

 

 

 

Num futuro proximo o mundo se encontra devsatado por uma possivel guerra no nuclear' date='um forasteiro chamado Eli (Denzel Washington) segue sua rotina pelo deserto e encontra uma pequena cidade liderada pelo ambicioso Carnegie (Gary Oldman) que deseja um livro que pode ser o último exemplo da Biblia sagrada, e parece estar com Eli o conflito de interese desencadiea em uma perseguição com muita mortes e destruição

 

lembra um pouco Mad Max e legal ver os golpes de espadas estilo samurai  e o estilo sombrio do longa, valeu

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Substitutos de Jontahan Mostrow de 2010

 

 

 

Em 2054 os humanos tem seu robos copias exatas e perfeitas de si mesmo, mas homocidio de 2 substitutos e os humanos conectados a ele chama a atenção do investigador Tom Grer(Bruce Willis) que descobre uma conspiração misteriosa e a mesmo tempo que vive um crise no casamento com sua esposa (Rosamund Pike) o filme tem boas cenas e bons efeitos especiais mas e bem curto com o desfecho bem irregular

 

 

 

 

 

 

Também gosto do Eli. Atmosfera sombria (a fotografia colabora muito), cenas horripilantes, personagem central muito bem montado - quase um anti heroi - e desfecho bem condizente com o resto do filme. Diferenciado, pra poucas plateias e com dois excepcionais atores. 8,5

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Revisto:

 

The Incredibles (Brad Bird, 2004)

 

Esse da Pixar não tem o charme

de um Ratatoille, a emoção de um Toy Story, a graça de um Monsters Inc.

ou a complexidade de um Wall-e, mas funciona muito bem como filme de

ação, desbancnado grande parte dos filmes de super-heróis que temos por

aí. Aliás, ao ver o filme não pude deixar de pensar em como seria um

filme completamente adulto da Pixar.

 

 

kakoserrano2011-03-29 21:38:00

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Bruna Surfistinha (2011) - 2,5/ 5

 

Finalmente assisti este aqui. É um filme meio mais ou menos, meio não cheira nem fede. Não é bom e nem ruim. Deborah Secco está bastante convincente e até bonita e é um dos poucos pontos positivos do longa. A direção é razoável e tenta inovar (mas não muito), trabalhando com um roteiro extremamente limitado. O filme pega uma história que é polêmica por si só e a transforma em um filme médio, sem grandes atrativos, para que o povo possa gritar como a Deborah Secco é gostosa e fazer comentários maliciosos em diversas cenas (exatamente o que aconteceu na sessão em que fui).

 

Enquanto Bruna tem paciência e escuta seus clientes, ela fica famosa. Quando começa a tratá-los como as outras prostitutas (fique o tempo combinado e depois rua!), seu poder de sedução decai. É uma típica história de ascensão e queda, embora aqui a heroína não tenha nenhum grande atrativo. Nem sua personalidade, que o filme alega ser tão maravilhosa, é realmente grande coisa. Assim como o filme em si, não dá pra odiá-le e nem pra amá-la. Fica no meio termo. Depois que ela some da tela, some das nossas mentes também.

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Bruna Surfistinha (2011) - 2' date='5/ 5

 

Finalmente assisti este aqui. É um filme meio mais ou menos, meio não cheira nem fede. Não é bom e nem ruim. Deborah Secco está bastante convincente e até bonita e é um dos poucos pontos positivos do longa. A direção é razoável e tenta inovar (mas não muito), trabalhando com um roteiro extremamente limitado. O filme pega uma história que é polêmica por si só e a transforma em um filme médio, sem grandes atrativos, para que o povo possa gritar como a Deborah Secco é gostosa e fazer comentários maliciosos em diversas cenas (exatamente o que aconteceu na sessão em que fui)...

 
[/quote']

 

Polêmico?09  O que há de polêmico em uma jovem de classe média se prostituindo com homens da classe A e B?  Isso é mais comum do que pão na padaria...

 

 
Sall2011-03-30 01:01:16

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Curtindo a vida adoidado (1986) - 5/ 5

 

Quem diria que uma comédia adolescente estilo besteirol alcançaria tal grau de perfeição. Nenhuma fala ou cena (a parada, os artifícios de Bueller para escapar, Charlie Sheen drogado, os latinos escapando com a Ferrari, etc.) é desnecessária. O que acontece é uma grande explosão de alegria e juventude na tela, capitaneada por Ferris Bueller. E é impossível não adorar Bueller ou seus amigos. Ou até mesmo o diretor de sua escola, tão bizarramente rígido. É um dos filmes mais bem acabados que já assisti e sem fazer nada de tão especial assim. Cada cena, cada momento é antológico. Pena que comédias sejam tão desvalorizadas no mercado cinematográfico em geral. Esta aqui alcançou um patamar elevadíssimo.

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Bruna Surfistinha (2011) - 2' date='5/ 5

 

Finalmente assisti este aqui. É um filme meio mais ou menos, meio não cheira nem fede. Não é bom e nem ruim. Deborah Secco está bastante convincente e até bonita e é um dos poucos pontos positivos do longa. A direção é razoável e tenta inovar (mas não muito), trabalhando com um roteiro extremamente limitado. O filme pega uma história que é polêmica por si só e a transforma em um filme médio, sem grandes atrativos, para que o povo possa gritar como a Deborah Secco é gostosa e fazer comentários maliciosos em diversas cenas (exatamente o que aconteceu na sessão em que fui)...

 
[/quote']

 

Polêmico?09  O que há de polêmico em uma jovem de classe média se prostituindo com homens da classe A e B?  Isso é mais comum do que pão na padaria...

 

 

 

Sim, mas nem toda jovem que se prostitui transforma-se em um ícone no país, expondo em um blog sua vida sexual com os clientes. E isso, em vez de colocar o assunto da venda do corpo na berlinda, simplesmente trouxe fama para ela (o Superpop que o diga), sem causar qualquer discussão aprofundada do tema. E, embora haja outras prostitutas (ou profissionais do sexo) famosas, poucas chegaram a isso simplesmente pelo que fazem: o sexo, que foi o que a Surfistinha fez.

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Não Me Abandone Jamais. A premissa do filme é bastante interessante: discutir a finitude e a brevidade da vida por meio de métodos científicos, no mínimo, controversos. Aqui, no entanto, a forma de colocar as polêmicas na tela foi um tanto equivocada. Ao invés de se criar uma atmosfera onde a emoção, densidade, introspecção e minimalismo predominassem, a fotografia, a trilha chata e desnecessária, a voz em off sempre deslocada e a montagem arrastada e modorrenta só contribuem pra que vc fique se perguntando porque cargas d'água o Romanek deciciu contar uma história tão delicada, que poderia ser poética e onírica, de modo tão vago, frio e distante. Me incomodou especialmente a falta de ação, reação, de vida dos personagens. Se ele usou isso pra mostrar o quanto a vida é cruel conosco e, por muitas vezes, nos deixa paralisado diante do que nos é imposto, deveria ter assistido Em Um Mundo Melhor, onde, embora não seja impecável, Suzanne Bier deixa claro o quão perigosa e potencialmente explosivas são as emoções que ficam contidas. Não que eu ache o longa vazio, raso ou insignificante, pelo contrário: fiquei decepcionado justamente porque esperava que o tema fosse retratado com mais alma, mais vigor e, principalmente, mais esperança ou realismo pois é sério, reflexivo. Os três personagens centrais contribuem mais ainda pra falta de vida do filme: são conformados, passivos, crédulos, fazem questão de ser ignorantes. Aceitam tudo como se jamais pudessem escapar de seu destino, como se quem veio da escória nunca resultasse em algo decente (a própria Ruth diz isso em um momento). De novo, Andrew Garfield é um erro, aqui potencializado pela responsabilidade de seu papel: até pra demonstrar inércia o ator tem que ter emoção e ele não tem. Keira Knightley é obediente, mostra que evolui por dar ao personagem aquilo que ele merece e faz isso muito bem: a falta de ação de sua mal amada Ruth não é sua culpa. O alívio do filme, no entanto (ainda bem que tem senão seria o filme seria o erro do ano), é Carey Mulligan. Demonstra ter versatilidade, fazendo um papel totalmente diferente de Educação, além de ter talento e força suficientes para segurar um filme inteiro nas costas. Isso não faz do filme uma pérola mas a atriz consegue dar o mínimo de dignidade á sua conformada Cathy que, se não luta contra o fatalismo de sua vida desgraçada, ao menos estampa na cara a dificuldade de lidar com a complexidade de seus sentimentos. As únicas cores do filme vem dela, os únicos sorrisos delicados e doces partem de sua boca, as únicas lágrimas vêm de seus olhos e a única torcida pra que alguma coisa dê certo parte do amor incrível que sente desde pequena por Tommy (aliás, a relação dos três consegue despertar atenção sem ser piegas, se tornando outro alívio). Reparem no olhar dela quando criança no teatro pra ele (a menina é incrivelmente parecida com ela): dali pra frente vc vê que aquele amor será não só o bálsamo pro seu sofrimento como também a salvação de um filme que não conseguiu atingir o brilhantismo que, certamente, o livro possui. 5,5/10bs11ns2011-03-30 03:42:58

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smiley37COMUNICADOsmiley37

festivaltelaquente1.jpg
 Banner By Renato

 

Amanhã, dia 31/03, se encerra o prazo para as inscrições do Festival Tela Quente do Cineclube em Cena.

 

Faça seu Top 15 do Gênero Ação, mais a resenha de um filme/ator/diretor marcante do gênero.

 

Os melhores ganharam Blu Rays, DVDs e Livros.

 

 

Não deixe de participar!
Jailcante2011-03-30 10:59:59

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OS AGENTES DO DESTINO - 7.5/10 - Baseado num texto de Philip K. Dick, o filme não nega ser um romance, mas a sua maneira. Trata-se de uma espécie de "thriller" de espionagem, mas que possui uma forte carga romântica, afinal os tais agentes do destino estão encarregados de fazer com que o candidato a senador David Norris (Damon) e a bailarina Elise (Blunt) não fiquem juntos embora sejam apaixonados um pelo outro, pois isso pode vir a atrapalhar o plano que o "Presidente" (seria Deus) tem para os dois. O roteiro é bastante econômica para fortalecer este clima de paranóia e também para apresentar as regras e convenções do universo dos agentes, mas não deixa de ser uma metáfora válida sobre o livre arbítrio e a capacidade humana de lutar por aquilo que deseja, especialmente quando existe amor envolvido. Não se trata de uma narrativa totalmente bem amarrada, existem uma série de conveniências que permitem as diversas reviravoltas, especialmente porque os personagens são duas figuras públicas, ou seja, um nunca iria conseguir ignorar o outro totalmento, mesmo que o "destino" assim quisesse". Matt Damon e Emily Blunt estabelecem uma química bastante favorável neste filme que tem carisma próprio e funciona bem na maior parte do seu curto tempo de duração.  Thiago Lucio2011-03-30 20:45:40

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Revisto:

The Incredibles (Brad Bird' date=' 2004)


Esse da Pixar não tem o charme de um Ratatoille, a emoção de um Toy Story, a graça de um Monsters Inc. ou a complexidade de um Wall-e, mas funciona muito bem como filme de ação, desbancnado grande parte dos filmes de super-heróis que temos por aí. Aliás, ao ver o filme não pude deixar de pensar em como seria um filme completamente adulto da Pixar. [/quote']

Um defeito deste é a parte gráfica.

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Incríveis é genial. Tecnicamente representa um nível de maturidade da Pixar como nenhum outro antes dele. As discussões sobre o uso de poderes da família Pêra extrapolam o universo de super-heróis.Nacka2011-03-31 10:08:10

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Sem Limites

 

Interview%20Limitless%20Star%20Abbie%20Cornish.jpg

 

Olha ae que boa surpresa. Não dava nadinha por ele e fui no cinema, mais por causa da delicinha da Cornish, mas me surpreendi. Como disse o bom Maurício Saldanha, é daqueles filmes que passam batido pelo cinema e vira um filme de sucesso na locadora.

 

Premissa interessante, ponta de luxo de Robert de Niro. Gostei, com ressalvas para o final que soa meio apressado. Poderia até virar ma franquia.

 

 

VIPs

 

vips+filme+amaury+2.jpg

 

Meu amigooooooo!!

 

Filme com o bom Wagner Moura. Acerta ao apostar no lado O Impostor, que gera cenas divertidas. Mas não gostei muito da dinâmica com o pai aviador, onde parece que a direção quis aprontar alguma espécie de pegadinha e... fail.

 

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Cadê os Morgans? - 3/10

 

Não tem o que falar. O filme é muito ruim. Não tem nada bom e a "mocinha" é feinha à beça.

 

Jogo de Mentiras - 6/10

 

Os atores são bem fracos, mas o filme tem suas virtudes. Não achei tão ruim não.

 

Ressaca - 4/10

 

Besteirol puro e somente algumas piadas funcionam.

 

Tenho visto só merda ultimamente.
TNT_Karmas2011-03-31 13:06:02

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Harry Potter and the Deathly Hallows: Part 1 (David Yates, 2010)

 

Tem

um momento, no meio do filme, em que nada movimenta a história. Neste

momento, reflexivo, Harry escapa momentaneamente da situação terrível em

que está dançando com Hermione. Neste momento e em momentos semelhantes

o filme funcionou comigo. Já quando muita coisa acontece, eu, até por

não ter lido o livro, boieie não gostei. Acho que é o filme que mais

gostei da série (o único que gostei, talvez), mas deveria funcionar

melhor para quem não leu, já que penso que o cinema tem que sustertar

sozinho.

 

 

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Harry Potter and the Deathly Hallows: Part 1 (David Yates' date=' 2010)

Tem um momento, no meio do filme, em que nada movimenta a história. Neste momento, reflexivo, Harry escapa momentaneamente da situação terrível em que está dançando com Hermione. Neste momento e em momentos semelhantes o filme funcionou comigo. Já quando muita coisa acontece, eu, até por não ter lido o livro, boieie não gostei. Acho que é o filme que mais gostei da série (o único que gostei, talvez), mas deveria funcionar melhor para quem não leu, já que penso que o cinema tem que sustertar sozinho. [/quote']

 

Também acho que um filme deve se sustentar sozinho. Como fã da série, diria que esse é o mais recompensador para quem leu os livros. O que dizem por aí é que a escolha foi de prejudicar um pouco o entendimento de quem não está tão a par da história pra se manter o mais fiel ao livro possível. Por isso, não existem referências óbvias ao que já aconteceu em outros filmes ou livros, fazendo com que você literalmente boie de vez em quando.

 

O que notei é que as críticas negativas vêm de pessoas que não leram e as positivas dos que leram. Isso é realmente ruim, porque ler um livro não deve ser requisito para assistir um filme. Mesmo assim, é possível para quem assistiu aos outros da série com atenção entender este aqui sem problemas. Com a minha irmã foi assim, por exemplo. Apesar de acreditar que as histórias devem bastar por si sós em cada mídia, confesso que foi uma escolha corajosa do David Yates, que teve seu melhor trabalho de direção na série até aqui. Como leitor, minha sensação foi de quase acompanhar passo a passo o que já havia lido, algo absolutamente fantástico.
leomaran2011-03-31 18:24:04

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Abutres - Com uma atuação avassaladora de Martina Gusman (Ricardo Darin está apenas correto, nada sensacional como em "O segredo dos seus olhos") o filme faz uma forte denuncia dos esquemas de fraudes de indenizações nas seguradoras, além de destacar a rotina estressante em um hospital...e como esse tal de Trapero filme hein? excepcionais planos-sequência e com um final tenso...imperdivel!

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I Saw The Devil

Filmao sul coreano q inverte (ou subverte?) o jogo gato-e-rato trillers de serial-killer convencionais, tipo os otimos Chaser e Seven , onde a linha q separa herois e viloes torna-se ambigua, quase inexistente. Violento, tenso e repleto de humor negro pra contrabalancar a carnificina q é jogada na tela quase q em doses exponenciais, o enredo se resume a vinganca cerrada e obsessiva de um policial contra o psicopata q matou sua noiva, por sinal gravida. Choi Min-sik (Oldboy), q interpreta o serial-killer faz um vilao tao detestavelmente carismatico q ta pau a pau no patamar do Hannibal. Fora o final redondinho demais, o resto ta magnifico. Destaque pra cena do taxi e do ambulatorio. 9,5/10

 

i-saw-the-devil-movie-poster-01-404x600.jpg

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Cartas Para Julieta. O mais importante de romances/comédias românticas não é o fim, sempre igual, mas o meio pelo qual o diretor(a) escolhe pra chegar até lá. E aqui este meio é o mais interessante dessa história por não julgar a personagem condutora da trama que serve como pano de fundo pro manjado encontro de duas pessoas diferentes que se apaixonam e ficam juntas. Um amor forte, duradouro e que dura 50 anos não é muito comum hoje em dia e deveria ter sido retratado como a trama principal. Gael é ótimo ator mas está deslocado e não tem química com Amanda (tanto que aparece mais longe do que perto dela) que, por sua vez, não se esforça para fugir da beleza um tanto vazia de seus olhos azuis. O outro rapaz é canastrão e não consegue dar veracidade ao seu arrogante mauricinho britânico. Até o texto desses três personagens é sem graça e não prende o interesse por um minuto sequer da trama. A sorte é que escolheram um lugar belíssimo - muito bem filmado por sinal - para as locações e uma atriz espetacular que cativa somente por aparecer na tela. Vanessa encanta do começo ao fim e leva o filme nas costas pois só há algum interesse até o desfecho de sua história acontecer. Repare nas roupas simples dela, nos pequenos enfeites no cabelo, nos olhares esperançosos e desapontados ao não encontrar o amor antigo. O ápice é quando vê, no corpo do filho mais novo, o seu Lorenzo: parece que ela está prestes a se entregar ao grande amor de sua vida. Vanessa salva o time de atores, como já tinha feito em Atonement (que é muito melhor do que esse aqui, sem dúvida), e o filme que tem um roteiro enfraquecido justamente por não se decidir entre o romance, o drama e a comédia insossa que aparece no texto mal escrito. Também lamento a trilha rocambolesca, mais adequada á Passione, aquela música teen extremamente mal colocada no fim e o desfecho que deve ter feito Shakespeare revirar-se no túmulo ao ver sua obra Romeu e Julieta tão desperdiçada. 4,5/10

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FIM DOS TEMPOS,do Shy.

 

 

 

Esse aqui foi extremamente subestimado, tirando as atuações dos protagonistas e o humor tosco em alguns momentos ( Cachorro-Quente?), o filme poderia muito bem ser uma obra-prima, já qque a direção é realmente espetacular ( Os planos das mortes são brilhante), além da trilha sonora maravilhosa. 8,5/10

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