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INVASÃO DO MUNDO: BATALHA <?:namespace prefix = st1 ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" />EM LOS ANGELES – 3.5/10 – É um filme-catástrofe desprovido de inteligência como tantos outros, com personagens sem carisma e uma narrativa nada criativa como tantos outros, porém aqui até mesmo a ação deixa a desejar. Fazer com que os personagens, no caso aqui a maioria militares, tenham contato com um inimigo desconhecido e evitar a exposição do mesmo até poderia ser uma solução para conferir a tensão necessária, mas a sensação que dá é que esta escolha foi feita pura e simplesmente por falta de orçamento mesmo. Como a ação do filme se concentra em Los Angeles, quando o filme aposta em apresentar o caos em outros lugares do mundo, algo recorrente do gênero, o efeito acaba sendo mais válido do que a ação que acompanhamos no núcleo principal e que preenche o filme todo. O diretor Jonathan Liebesman não possui o “timming” necessário para comandar a ação, por diversas vezes é visível a maneira como ele planejou os planos, sabendo exatamente o “espaço” que seria posteriormente preenchido pelos fracos efeitos digitais na pré-produção, restando apenas o áudio dele dizendo para os atores olharem para determinado ponto vazio. Os personagens, todos velhos e rasteiros estereótipos, percorrem o filme sem mérito algum, por maior que seja o esforço de Aaron Eckhart, nem mesmo ele consegue se salvar por completo. O roteiro é uma sucessão de diálogos rasteiros, frases que levam a enormes lugares comuns (os tais dos seres morrem, acreditem se quiser, ao serem acertados no lugar onde seria o... coração), nada que chega a irritar ou constranger, mas não há nenhum interesse em fugir da mesmice. A narrativa se resume basicamente em levar os persongens de um lugar para o outro, mesmo que  a ação anterior se revele desnecessária ao ponto de não merecer a atenção recebida (a idéia inicial de mandar um grupo de militares a uma região que estará prestes a ser implodida é ridícula por si só). Enfim, é um esforço inútil de filme-catástrofe, uma mistura que reúne o pior de “Independence Day”, “Guerra dos Mundos” e “Distrito 9”. Thiago Lucio2011-04-01 20:21:44

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Nosferatu: O Vampiro da Noite (1979) - 4,5/ 5

 

Uma visão peculiar sobre a história do Drácula, esta versão de Nosferatu é, ao mesmo tempo, um belo tributo ao original (o melhor filme de vampiro que já assisti) e um exercício muito mais reflexivo do que assustador. Uma sequência, por exemplo, acompanha todo o demorado passeio de uma carruagem de um lado a outro da tela, embalado por uma flauta. Embora não consiga superar a primeira versão (na realidade, nem era essa a intenção), é um filme bastante interessante por si mesmo. O final, por exemplo, tem um significado muito mais sexual e erótico. O Conde Drácula é um personagem mais desenvolvido, com um quê depressivo, de inevitabilidade da sua condição. A peste trazida por ele ganha contornos bem definidos, surreais, tornando sua saída da Transilvânia ainda pior.

 

O filme traz uma imagética gótica e sombria, que é bastante bonita e pertinente com o tema. Porém, é nas cenas clássicas (o conde levantando do caixão, sua sombra subindo a escada, aproximando-se da esposa indefesa) que o primeiro filme é praticamente imbatível. Este aqui nem tentou reproduzir, evitando fazer eco ao que já beirava o perfeito. Uma escolha inteligente.

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Harry Potter and the Deathly Hallows: Part 1 (David Yates' date=' 2010)Tem

 

um momento, no meio do filme, em que nada movimenta a história. Neste

 

momento, reflexivo, Harry escapa momentaneamente da situação terrível em

 

que está dançando com Hermione. Neste momento e em momentos semelhantes

 

o filme funcionou comigo. Já quando muita coisa acontece, eu, até por

 

não ter lido o livro, boieie não gostei. Acho que é o filme que mais

 

gostei da série (o único que gostei, talvez), mas deveria funcionar

 

melhor para quem não leu, já que penso que o cinema tem que sustertar

 

sozinho.

 

 

 

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Tu não gosta do filme do Cuarón? 13.gif

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Uma Noite Alucinante 3 (Army of Darkness, Dir.: Sam Raimi, 1992) 2/4

 

Evil-Dead.jpg

 

A nota 2 vai pro Ash mesmo que é um herói fodão (um dos mais famosos do gênero), e um lance e outro que funciona bem (o filme poderia ser um "SDA dark", só que não foi). Fora isso, Uma Noite Alucinante 3 poderia ter funcionado se não tivesse se rendido pra patetice geral e generalizada. Muita cena constrangedora, onde o Raimi tenta fazer a platéia rir, mas só gera vergonha alheia. Pra piorar, nos extras do DVD, deu pra ver que cortaram muita cena boa (o começo com cenas do "Evil Dead 2", o final alternativo com o Ash no supermercado, e uma no moinho, que criava uma tensão digna dos filmes anteriores). Mas fazer o quê? O Raimi nos 3º filmes das suas sagas (HA?) costuma falar "foda-se" e fudeu tudo mesmo.
Jailcante2011-04-02 01:42:58

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Canções de Amor (2007). O filme pretende abordar várias questões a partir de um início trágico que envolve direta ou indiretamente todos os personagens. Em alguns momentos, principalmente quando trata da solidão, da angústia, da tristeza e de como superar perdas, através do personagem de Garrel (que tem sempre aquela carinha de pãozinho dormido) vai muito bem. Ismael é bem construído, verossímil, humano, muito próximo das ambiguidades que vivemos diariamente, sobretudo com relação a sentimentos. Com suporte musical de bom gosto (as músicas não são melosas e foram compostas em vários ritmos, sempre bem colocadas no longa), Garrel consegue ser sensual e melancólico quando quer sem cair na pieguice, embora ainda careça de profundidade dramática. Há outros momentos, no entanto, em que o filme parece cobrar demais de si mesmo, procurando responsáveis por tudo, apontando culpados, deixando de lado alguns personagens que tiveram importância significativa na primeira parte, bem como sub tramas que poderiam render mais se bem explorados. O roteiro pecou em focar em apenas dois personagens (Ismael e Julie) esquecendo da história dos demais. Por ser musical, depende muito das canções pra imprimir ritmo, o que Honoré consegue até com certa facilidade. Chiara Mastroianni e o resto do elenco estão apenas corretos e eficientes. Mas Ludivigne Sagnier resplandece até o fim. Mesmo quando fora de cena a personagem dá vida e sentido principalmente a Ismael e faz com que quase todo o filme gire em torno dela, em grande parte pela radiante presença da belíssima atriz. Outro ponto positivo é a melancólica e lindíssima fotografia, que retrata Paris em quadros soturnos, cabisbaixos, chuvosos na maior parte do tempo, sem, contudo, tirar a beleza da cidade, contribuindo pro clima de tristeza do longa. É um filme bem francês: bucólico, trágico, cheio de simbolismos, com um personagem central forte e bem delineado e recheado de canções suaves para tentar amenizar o estado sorumbático da maioria dos outros. Ás vezes enjoa, mas funciona em boa parte do tempo, principalmente pra quem gosta. 7,0/10     bs11ns2011-04-02 01:49:01

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COMUNICADO

 

Será que algum desses filmes pode entrar numa lista de "MELHORES"?

  

ZP11914.jpg cover-11762.jpg

 

Cyborg+O+Drag%C3%A3o+do+Futuro+cine+sci-fi+downloads.jpg Braddock.O.Super.Comando.Xvid.Dublado.JPG

 

Será que um desses filmes vai ser considerado filme de "AÇÃO"? 

 

harry-potter-poster01.jpg poster+1.jpg

 

star-wars-4.jpg poderoso-chefao-poster01.jpg

 

Será que os Heróis de HQ tem superpoderes suficientes para entrar num "TOP"? 

 

220330.1010.A.jpg x-men-3-poster01.jpg 

superman-2-poster.jpgBatman+Begins.jpg 

 

E esse aqui pode ser considerado um grande diretor do gênero ação?

 

michael-bay-picture-1.jpg

 

Respostas para essas e outras perguntas no FESTIVAL TELA QUENTE.

 

 

Dia 25/04. No Cineclube em Cena.

Não deixe de acompanhar!

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I Saw The Devil

Filmao sul coreano q inverte (ou subverte?) o jogo gato-e-rato trillers de serial-killer convencionais' date=' tipo os otimos Chaser e Seven

, onde a linha q separa herois e viloes torna-se ambigua, quase

inexistente. Violento, tenso e repleto de humor negro pra contrabalancar

a carnificina q é jogada na tela quase q em doses exponenciais, o

enredo se resume a vinganca cerrada e obsessiva de um policial contra o

psicopata q matou sua noiva, por sinal gravida. Choi Min-sik (Oldboy),

q interpreta o serial-killer faz um vilao tao detestavelmente

carismatico q ta pau a pau no patamar do Hannibal. Fora o final

redondinho demais, o resto ta magnifico. Destaque pra cena do taxi e do

ambulatorio. 9,5/10

 

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Mais um grande filme dessa onda de ótimos policiais sul-coreanos, com tramas sempre dinâmicas e centradas muitas vezes no inusitado e na inversão de velhos clichês. O único senão pra mim nesse foi a duração. Poderia ter uns 20 minutos a menos naquele final alongado. Mas também não foi nada que desmerecesse muito o filme.

Já viu os outros desse diretor (Os Invencíveis, O Gosto da Vingança e A Tale of Two Sisters)? Todos biscoitos finos também.

fapreve2011-04-02 10:00:11

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A Guide to Recognizing Your Saints (Dito Montiel, 2006)

 

É um

coming-of-age interessante, senão original ou marcante, sobre um grupo

de amigos criados em um ambiente altamente violento. Achei o filme muito

bem atuado e tals, mas esse lance do cara dirigir a própria vida é meio

esquisito. As cenas com os personagens adultos enfraquecem demais a

parada também.

 

 

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Eu Sou A Lenda - Assisti com  o fast forward acionado de vez em quando, e até que foi. Uns 20 minutos a menos fariam bem a este aqui. O CGI mal feito e em excesso, compromete a abertura do filme (e por tabela o resto) de uma forma irremediável.

 

 

 

 

 
Nacka2011-04-02 11:29:01

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FIM DOS TEMPOS' date='do Shy.

Esse aqui foi extremamente subestimado, tirando as atuações dos protagonistas e o humor tosco em alguns momentos ( Cachorro-Quente?), o filme poderia muito bem ser uma obra-prima, já qque a direção é realmente espetacular ( Os planos das mortes são brilhante), além da trilha sonora maravilhosa. 8,5/10[/quote']

Concordo que é subestimado e discordo que a tosquice do roteiro e do trabalho com os atores não façam parte da diversão.

 

How Do You Know, de James L. Brooks - Melhor cena de ponto de ônibus desde Heat? Ou eu estava querendo ver algo assim ou esse passa voando. Tem um certo desprendimento, inclusive na hora de injetar sentimentalismo, que traz uma sensação bacana de old hollywood.

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I Saw The Devil

Filmao sul coreano q inverte (ou subverte?) o jogo gato-e-rato trillers de serial-killer convencionais' date=' tipo os otimos Chaser e Seven , onde a linha q separa herois e viloes torna-se ambigua, quase inexistente. Violento, tenso e repleto de humor negro pra contrabalancar a carnificina q é jogada na tela quase q em doses exponenciais, o enredo se resume a vinganca cerrada e obsessiva de um policial contra o psicopata q matou sua noiva, por sinal gravida. Choi Min-sik (Oldboy), q interpreta o serial-killer faz um vilao tao detestavelmente carismatico q ta pau a pau no patamar do Hannibal. Fora o final redondinho demais, o resto ta magnifico. Destaque pra cena do taxi e do ambulatorio. 9,5/10

 

    i-saw-the-devil-movie-poster-01-404x600.jpg
[/quote']

Dificil de digerir as cenas  de violência nesse.

Eu super amor o cinema asiático.

Não mascaram que quase todo seu cinema tem o mote de vingança, seja sutil ou escancarado. Deve ser algo cultural isso...aff!

 

Aqui, tu é um cumplice absoluto do mocinho e qd ele brinca sadicamente com o vilão tu secreta e heregemente  grita um "tomo, papudo"!

Masss como a maioria dos diretores desse cinema é sádico, assim como em "Chaser", este tb deixa um gosto amargo do "quase" final feliz.
MariaShy2011-04-02 15:06:41

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Por um Punhado de Dólares (Sergio Leone) - 4/5

 

fistful_of_dollars.jpg

 

"Quando um homem com uma .45 encontra um homem com um rifle, o homem do revólver é um homem morto."

 

 

 

Não precisa falar muito mais...

 

 

 

Dook2011-04-02 15:32:46

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127 Horas. Tem um roteiro excelente onde a mão do diretor pesou, carregando o filme pra baixo em alguns momentos por conta dos excessos: cores fortes na fotografia, trilha estridente quase o tempo todo (exceto If I Rise que é lindíssima mas só aparece no fim), muita sobreposição de imagens, cortes rápidos e divisões de tela. Até mesmo a atuação de Franco carrega nas caretas algumas vezes. Não estou dizendo que isso faz o filme ser ruim. Acontece que essas soluções seriam perfeitas não tivessem sido colocadas em demasia pelo Boyle, que ainda não encontrou o equilíbrio em sua direção: exagerou no melodrama, nas coincidências inverossímeis e no final "escola de samba" de Slumdog Millionaire. Talvez seja até o estilo dele mesmo, mais adequado para filmes sem uma história tão reflexiva e bonita como é a de 127 Horas. Fala sobre a solidão, o isolamento, o quanto podemos ficar desolados e como o egoísmo pode ser prejudicial ás nossas relações, conosco e com o mundo. Mesmo pecando por excesso, o filme funciona na maior parte do tempo, conseguindo manter a tensão e o suspense principalmente pra quem não sabe que a história é verídica, o que não foi meu caso quando assisti. Tem algumas cenas e história fortes e poderia ter sido melhor desenvolvido por um diretor com olhar mais delicado e intimista. Mas vale a pena assistir. 7,5/10 bs11ns2011-04-02 16:33:43

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RANGO - 9/10 - Esta animação comandada por Gore Verbinski é quase perfeita, mas essa quase-perfeição não impede que os inúmeros méritos do filme não recebam a devida atenção. A começar pelo atraente time de personagens, recém-saídos dos maiores clássicos do western, sem deixar de ser especialmente marcantes, mas é muito agradável ver o que a produção consegue extrair com tanta originalidade de animais pouco explorados no gênero da animação com uma proposta mais crua e suja (às vezes dá a sensação de que os animais digitais estão sob efeito de maquiagem, o que é uma íncrivel ironia). Além disso, reconhecer que o personagem central é um camaleão com crise de identidade, às vezes bipolar e com vocação para atuar não deixar de uma tacada de mestre. Além dos tipos em cena, os cenários e a trilha sonora remetem ao saudosismo do gênero que só tornam a embalagem mais atraente, mas que também só funcionam, pois existe uma narrativa sólida cujo roteiro explora não apenas as referências, mas também ajuda a contar uma perfeita odisséia típica de herói com direito a introdução, auge, descrença, epifânia (seria um Clint Eastwood digital???rs) e final feliz. A animação consegue ser criativa e dinâmica ao equilibrar a ação (talvez a sequência mais prejudicial seja a maneira como o conflito com relação a falta de água acaba sendo transformada em um caso de roubo, de forma súbita e atrapalhada), mas ainda assim é inteligente o bastante para divertir crianças e adultos.

Thiago Lucio2011-04-02 16:30:58

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The Green Hornet (Michel Gondry, 2011)

 

Porra Gondry, que diabos

aconteceu contigo? Nem parece que veio de ti um dos melhores filmes dos

anos 00 (Eternal Sunshine...). Dá pena de ver um diretor talentoso

filmando o que deve ser o pior herói já inventado por alguém. E já

fizeram um filme disso o ano passado, que era milhões de vezes melhor:

Kick Ass.

 

 

 

kakoserrano2011-04-02 19:44:56

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The Man from Earth (2007) - 6.3/10

 

The+Man+From+Earth.jpg

Embora tenha menos de uma hora e meia, os questionamentos filosóficos intensos de The Man from Earth enveredam-se por muitas áreas do conhecimento. A pretensão de diálogos conexos e lógicos (sempre funcionais) por vezes conferem um tom excessivamente enfadonho à obra de Schenkman.

 

O erro primordial, entretanto, é se envolver demais com a questão religiosa, muito embora a fé seja objeto de estudo e análise do filme o tempo todo. Conclusões simples, personagens pouco carismáticos (que parecem máquinas colocadas para servir ao propósito de questionamento do filme sem personalidades  instigadoras - embora tentem ser desesperadamente) e excessos da estória tornam uma premissa muito inteligente cansativa, desgastante e de ar intelectualizado irritante. Sobra algumas ótimas questões do meio do filme, mas o início e o fim são chatos demais para enfatizá-las.

 

Mr. Scofield2011-04-02 21:39:45

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Tu não gosta do filme do Cuarón? smileys/13.gif" align="middle" />

Nem lembro qual deles é o do Cuarón...smileys/06.gif" align="absmiddle" alt="06" />

 

 

 

O Prisioneiro de Azkaban, aquele que tem o lobisomem.

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Sucker Punch - Mundo Surreal (Sucker Punch, Dir.: Zack Snyder, 2011) qualquernota/4

 

bobby.gif

 

O "visionário" continua só visionando mesmo e ainda não chegou em lugar nenhum. Esse aqui é qualquer nota mesmo. Nem sei se achei bom ou ruim, mas com certeza é bem melhor que os outros dois que ele chupinhou das HQs.

 

Anyways, o próximo dele é o Superman, e já estou rezando aqui muito.

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Anyways' date=' o próximo dele é o Superman, e já estou rezando aqui muito.
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Ah... vai ter com certeza o super voando em câmera lenta...  06

 

 

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vskjls.jpg

 

 

 

Delicia de filme !
Tratando o tema espinhoso discriminação sexual, intercalando cenas domésticas e de trabalho com bastante humor, o filme dá uma visão meio light sobre o tema.
As mulheres da fábrica de Dagenham não eram militantes, não eram politizadas e até então nunca quiseram questionar/reivindicar nada antes. Um encarregado, criado por mãe que tb trabalhava foi quem acordou o monstro (ou as monstras) sobre a desigualdade de salários.
Hawkins está estupenda, encarnando bem uma dona de casa, lider inicialmente titubeante, se fortalecendo e peitando os fodões de uma das maiores empresas no país, a poderosa Ford.
Como vamos nos arranjar? Somos mulheres! Não façam perguntas estupidas!” (cool! :-) ).
Sendo herege, achei que pelo menos uma indicação Sally Hawkins merecia... no lugar da Lawrence, por exemplo
.

Made In Dagenham” – 10,0/10,0

 
MariaShy2011-04-03 09:31:11

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ARQUIVO X - EU QUERO ACREDITAR - 5/10 - Não existe nenhum mérito neste filme que justifique a retirada dos personagens Fox Mulder e Dana Scully da aposentadoria, logo qualquer desculpa é esfarrapada. Aliás, a narrativa é burocrática, previsível e simplista que dentro da série certamente ficaria marcada apenas como um episódio fraco da temporada. O filme sobrevive através do apelo dos personagens por tudo o que eles alcançaram ao longo da existência da série, nada em função do que se vê neste filme (diferentemente do filme anterior que funcionava dentro da cronologia da série, mas também isoladamente) e o roteiro acredita que fazendo menções à mitologia ou até mesmo trazendo personagens célebres da série traria alguma relevância. Existe aqui e ali alguns elementos que fazem com que a discussão entre a fé e a descrença tenha lá a sua repercussão, muito graças aos dois personagens centrais, especialmente Scully, mas há pouco a se contar sobre a história em si que envolve pedofilia, mediunidade e cirurgias nada convencionais. Um filme descartável, dispensável e esquecível. Thiago Lucio2011-04-03 09:57:55

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Sucker Punch

 

sucker-punch-movie-8.jpg

 

Rapaz, que doidera. Estou com o Jail aí. Não sei o que achar do filme. Visualmente o Snyder manda muito bem, embora nesse leve sua câmera lenta ao auge da irritação.

O ritmo me incomodou um pouco e o final foi totalmente sem noção, com mensagenzinha....

Salvam as cenas nos mundos loucos que são bem filmadas.

 

Agora não sei o que esperar do novo Super. Certamente teremos as sequências de ação mais empolgantes do herói... mas espero que não seja só isso. Agora é confiar que o roteiro seja minimamente bom06

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