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Forum Cinema em Cena
Jack Ryan

Festival CeC de Cinema Francês

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Minha dúvida era mais no outro sentido' date=' alguém tá há mais de um ano no

 

fórum, mas não costuma postar tanto, então de repente o cara tem menos

 

de 300 posts. Nem sei se há algum caso assim, então de repente podemos

 

até deixar esses 300, e se algum usuário antigo quiser participar, a

 

gente avalia.[/quote']Eu acho q o idela seria 6 meses e 200 posts, acho q 1 ano é mto tempo, e em 6 meses de postagem já para para entender com o fórum funciona... ainda mais se tiver 200 post, o q mostra q tem vida ativa na parte de cinema (claro q tem aqueles users como o Bronson q ficam apenas no sub-fórum de esporte e tal, mas são casos raros).

 

 

 

também acho esse critério (6 meses/200 posts) o ideal. É praticamente impossível que algum "veterano" com mais de 1 ano de fórum não ter mais de 200 posts, por exemplo. E ainda assim podemos avaliar o caso separadamente, caso isso ocorra.

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Só enriquecendo a polêmica: não acho o Truffaut excepcional. Já que o cara foi figura emblemática aqui na discussão, tenho que dizer que ele tem quatro filmes que eu acho OPs e um monte de bosta, com destaque para O Quarto Verde,um filme realmente insuportável,com um ritmo moribundo, devagar quase parando...

 

Mas A Noite Americana, Na Idade da Inocência (bárbaro esse aqui), Farenheit e Jules & Jim são A-List total.

 

O que é o Truffa diringo a criançada em A Idade da Inocência? Eu nunca vi um diretor mandar tão bem com um elenco predominantemente infantil quanto ele neste filme. Aliás, queridos e queridas, não esqueçam de assistir o filme agora que surgiu a oportunidade com o festival. É uma baita experiência.

 

 

 

Não entro na disputa porque embora tenha visto um número razoável de filmes franceses, não consigo fechar um top de melhores. Não foram muitos que me agradaram, infelizmente.

 

 

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Gostei da parte sobre o usuário escolher a resenha que vai escrever. Fica mais fácil pra mim. Acabei de escrever uma sobre um filme que eu acabei de assistir. E acho que consigo escrever sobre outro também (sei que é pra participar só com uma). Um top, se precisar, eu já tenho. Mas tem filmes dele que eu preciso rever, e eu já comecei.

 

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Só enriquecendo a polêmica: não acho o Truffaut excepcional. Já que o cara foi figura emblemática aqui na discussão' date=' tenho que dizer que ele tem quatro filmes que eu acho OPs e um monte de bosta, com destaque para O Quarto Verde,um filme realmente insuportável,com um ritmo moribundo, devagar quase parando...

 

Mas A Noite Americana, Na Idade da Inocência (bárbaro esse aqui), Farenheit e Jules & Jim são A-List total.

 

O que é o Truffa diringo a criançada em A Idade da Inocência? Eu nunca vi um diretor mandar tão bem com um elenco predominantemente infantil quanto ele neste filme. Aliás, queridos e queridas, não esqueçam de assistir o filme agora que surgiu a oportunidade com o festival. É uma baita experiência.

 

 

 

Não entro na disputa porque embora tenha visto um número razoável de filmes franceses, não consigo fechar um top de melhores. Não foram muitos que me agradaram, infelizmente.

 

[/quote']

Existem filmes que, com o passar dos meses, vão se sedimentando na minha mente e acabam se tornando mais especiais do que parecia que poderiam ser. É o caso de Os Incompreendidos, que na primeira vez eu não gostei e não consegui terminar, na segunda eu achei ótimo e hoje, sem ter revisto, é um dos filmes mais importantes pra mim. Ao contrário de outros, que tiveram um efeito mais prazeroso no momento em que eu assistia, mas depois não conseguiram ter uma presença tão forte nos meus pensamentos.

Dos quatro de Truffaut que eu assisti, Idade da Inocência é o que eu menos gosto. É um filme curioso e divertido, mas falta algo a mais (não consigo apontar um defeito que tenha me impedido de gostar mais dele).

 

Um francês com quem eu não me entendo é Godard. Eu quero fazê-lo engolir o DVD de Eu Vos Saúdo Maria.

 

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Vou aproveitar a deixa da Lucy e soltar outra novidade pra vcs: não, A PARTICIPAÇÃO NÃO SERÁ RESTRITA A UMA RESENHA POR USUÁRIO. Mas não comprometam a qualidade das resenhas tentando escrever sobre um monte de filmes, ok? 03.gif

 

 

 

Sobre a outra regra, gostei do critério proposto pelo Sith, acho que 6 meses de cadastro e 200 posts tá de bom tamanho. Fica aberta a possibilidade de algum usuário que não se enquadre nesses quesitos participar, mas isso será avaliado caso a caso e de acordo com a vontade dos participantes.

 

 

 

Por outro lado, quando a quem participar não poder dar notas, não estou inclinado a incluir essa regra. Explico pq: o que eu mais quero é ter um bom número de participantes. Se isso ocorrer, o número de votantes torna-se pequeno. Sem contar que alguns usuários poderiam ficar tentados a não concorrer pra poder dar notas, o que afinal é divertido tb.Jack Ryan2011-07-29 21:46:44

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  Para mim' date=' é fundamental que a satisfação imediata ocorra. Não adianta, pode ser Truffaut, Michael Bay, Tarantino, Mallick, etc, se eu não me divirto na hora, não serve para mim.[/quote']

Eu realmente não consigo entender pessoas que não tem satisfação imediata com um filme. Parece uma coisa meio forçada ver os méritos posteriormente, até porque duvido que esta "análise" ocorra depois de um filme do Bowl. SOA como "mas é um Truffaut, eu tenho que achar alguma coisa para gostar ali", de fato.

Quanto ao negócio das notas e júri popular, parece-me que teremos de novo um festival em que as pessoas se preocupam mais com seus "adversários" para ganhar a competição do que apreciar boas resenhas e atribuir a elas a avaliação que merecem, uma pena.

 

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  Para mim' date=' é fundamental que a satisfação imediata ocorra. Não adianta, pode ser Truffaut, Michael Bay, Tarantino, Mallick, etc, se eu não me divirto na hora, não serve para mim.[/quote']

Eu realmente não consigo entender pessoas que não tem satisfação imediata com um filme. Parece uma coisa meio forçada ver os méritos posteriormente, até porque duvido que esta "análise" ocorra depois de um filme do Bowl. SOA como "mas é um Truffaut, eu tenho que achar alguma coisa para gostar ali", de fato.

Quanto ao negócio das notas e júri popular, parece-me que teremos de novo um festival em que as pessoas se preocupam mais com seus "adversários" para ganhar a competição do que apreciar boas resenhas e atribuir a elas a avaliação que merecem, uma pena.

Eu entendo. Nunca passei a gostar, sem rever, de um filme que eu achei ruim. Mas o filme bom pode ficar mais especial. Como A Maldição da Flor Dourada. Certos aspectos dele me afetaram mais do que eu percebi quando estava assistindo. Aconteceu também com os dois únicos filmes de terror franceses que eu assisti. Os Olhos sem Rosto e Inside agradaram igualmente, embora de formas diferentes, mas o primeiro ainda me persegue, enquanto o segundo quase sumiu. Também acontece o contrário. Sonata de Outono foi razoável quando eu assisti, mas com o tempo, pensando no filme, meu desgosto foi aumentando.

 

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Eu realmente não consigo entender pessoas que não tem satisfação imediata com um filme. Parece uma coisa meio forçada ver os méritos posteriormente, até porque duvido que esta "análise" ocorra depois de um filme do Bowl. SOA como "mas é um Truffaut, eu tenho que achar alguma coisa para gostar ali", de fato.

 

[/quote']

 

O erro do raciocínio aqui é achar que isso é um método de se ver filmes, e não uma consequência natural do processo.

 

É como ver um quadro: será que vc vai entender tudo o que está por trás de um quadro do Kandinsky apenas com uma olhada que não dura nem 5 minutos? Ou será que para apreciar a genialidade do artista, vc vai necessitar de um contexto para aquilo, que vc só vai adquirir com diversos fatores que estão diretamente relacionados com o... tempo?

 

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Meus 2 cents sobre essa história de ser ou não natural curtir filmes franceses e tal. Esse post vai até surpreender muita gente, hehe. E se eu fosse tu, Sapo, lia, porque vai te interessar. Mesmo que seja longo.

 

 

 

Pessoas são balaios de gatos. O pacote nunca é de 100% gosto ou de 100% desgosto, e isso é que torna a coisa toda mais interessante, ao meu ver.

 

 

 

O Sapo, que está aqui meio na berlinda - e se saindo com desenvoltura da coisa toda, diga-se de passagem - é um exemplo bem claro disso pra mim. É um cara inteligente e articulado, e salvo em alguns períodos nos quais ele anda particularmente implicante (às vezes eu acho que nem ele mesmo se suporta, daí vem as trocas de nicks, hehe), o vejo bastante respeitador dos gostos alheios. Ele não implica comigo pelo fato de eu achar filmes como Transformers uma porcaria, nem eu faço birra quando ele diz que Truffaut é uma bosta.

 

 

 

Entretanto, entendo o Vicking quando ele acha um paradoxo o cara ser inteligente, ter sensibilidade, curtir filmes do Malick e da Coppola e, ao mesmo tempo, não digerir o cinema francês. Mas é assim mesmo, se não dá o "clique", não adianta tentar buscar explicações, penso eu. Tem que ser uma coisa espontânea, sem forçar a barra. O melhor de tudo é que ele tem consciência de que, ao rejeitar um cinema inteiro com essas características, o maior "perdedor", digamos assim, é ele mesmo. E isso também se aplica a mim: se tanta gente curte os filmes do Michael Bay, eles estão em vantagem em relação a mim, já que eu não consigo me divertir. Um dia, se eu conseguir ignorar os diálogos horrorosos, os personagens rasos e as cenas de mau gosto estético, e me concentrar apenas na ação - ou sei lá o que mais tem de bom ali - vou sair do cinema com a sensação de que o ingresso valeu o que paguei por ele. Ou seja, vou sair no lucro. Até lá, quem perde sou eu.

 

 

 

Dito isso, o que me incomoda - e não no Sapo especificamente - é aquilo que o Tensor resumiu com grande sabedoria: tem grassado por aqui uma concepção de que o cara que curte filmes assim quer ser cult de todo jeito, afinal de contas, não há como gostar de uma coisa lenta e tediosa como o cinema francês. Isso pode até existir, mas sou contra esse tipo de generalização. Eu mesmo gosto do cinema francês - e muito - e curto caladinho, sem achar que isso é alguma vantagem ou uma espécie de "carimbo intelectual". É essa ideia que eu rejeito, essa rotulação boba. Da mesma forma que é errado se sentir superior por curtir filmes intelectuais, também é errado se sentir superior por não curti-los.

 

 

 

Por fim, esse último post do Vicking, respondendo ao comentário do Scofield sobre ritmos de filmes, foi maravilhoso. Só não comento mais porque já tinha pensado em inserir isso em uma das minhas resenhas, então prefiro não entregar o doce agora, hehe.

 

 

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Bá, altíssimo nível na conversa por aqui, hein. 10.gif

 

 

 

Com relação a isso de o filme ser apreciado a posteriori, isso acontece. Comigo, aconteceu com 2001 e Dogville, por exemplo. Vá lá que nesses casos o efeito é amplificado pelos finais intensos, mas ainda assim, eu fiquei com a cabeça e o coração a mil depois, tentando absorver aquilo tudo. Mas é crucial destacar que eu gostei dos filmes DURANTE tb. Se o cara não tem prazer algum durante o filme, aí não dá.

 

 

 

E já aproveito pra avisar: amanhã vou fazer talvez a revelação mais interessante até o momento sobre a estrutura do festival. Preparem-se. 19.gif

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Bacana mesmo a discussão.

 

Com relação ao post do Alexei, concordo com tudo, embora também ache que ele usou um exemplo extremo para o cinema de ação. Transformers realmente tem todos aqueles defeitos que ele citou e eu gosto "apesar" deles. Não me divirto com os defeitos. Mas sei lá, um Bourne da vida talvez fosse um contra-exemplo mais justo. Ou um Star Trek (esse novo), sei lá.

 

Quanto à rotular devido aos gostos, já fiz isso e sei que é bobagem. Tento evitar de fazer agora. Na verdade eu mudei, agora rotulo pela atitude, que pode ser errado da mesma forma, mas tenho mais chance de acertar.06

 

E acho que está havendo uma certa rotulação sobre mim (sniff). Eu não tenho preconceito algum contra o cinema francês. Vejo filmes franceses e gosto muito de alguns, assim como detesto outros. Claro que eles são minoria pois, como já disse aqui antes, também gosto de Home Theater e, se dá para juntar um hobby (cinema) com outro (HT), dou preferência. Agora, Truffaut, se tudo der "certo" eu nunca mais verei. Toda a dinâmica dos (2) filmes dele que eu vi me irritam profundamente, acho chato. Assim como eu acho chato pra caramba um 2001 da vida, que não é francês e é do cara que fez um dos filmes que mais gosto ever. Sei que estou me contra-argumentando dizendo isso, mas whatever.06

 

 

 

 

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Eu realmente não consigo entender pessoas que não tem satisfação imediata com um filme. Parece uma coisa meio forçada ver os méritos posteriormente, até porque duvido que esta "análise" ocorra depois de um filme do Bowl. SOA como "mas é um Truffaut, eu tenho que achar alguma coisa para gostar ali", de fato.

 

[/quote']

 

O erro do raciocínio aqui é achar que isso é um método de se ver filmes, e não uma consequência natural do processo.

 

É como ver um quadro: será que vc vai entender tudo o que está por trás de um quadro do Kandinsky apenas com uma olhada que não dura nem 5 minutos? Ou será que para apreciar a genialidade do artista, vc vai necessitar de um contexto para aquilo, que vc só vai adquirir com diversos fatores que estão diretamente relacionados com o... tempo?

Acho que você não entendeu a questão (ou não consegui explicar bem, o mais provável 06). O problema aí é que observar o quadro do Kandinsky pela primeira vez e a sensação que me provoca é que me promove o estímulo para continuar analisando e abstrair mais coisas. Se a primeira impressão é ruim ou não me incita não vejo o menor sentido em permanecer olhando. E o continuar me PARECE  obrigação em tentar abstrair algo só porque alguém é famoso. Como disse, dificilmente alguém procederia assim em uma obra do "Bowl" da pintura.

 

 

 

Mr. Scofield2011-07-30 13:51:40

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Dito isso' date=' o que me incomoda - e não no Sapo especificamente - é aquilo que o Tensor resumiu com grande sabedoria: tem grassado por aqui uma concepção de que o cara que curte filmes assim quer ser cult de todo jeito, afinal de contas, não há como gostar de uma coisa lenta e tediosa como o cinema francês. Isso pode até existir, mas sou contra esse tipo de generalização. Eu mesmo gosto do cinema francês - e muito - e curto caladinho, sem achar que isso é alguma vantagem ou uma espécie de "carimbo intelectual". É essa ideia que eu rejeito, essa rotulação boba. Da mesma forma que é errado se sentir superior por curtir filmes intelectuais, também é errado se sentir superior por não curti-los.

 

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Já falamos exaustivamente disso aqui. E me preocupava muito essa postura do Kako que, ao meu ver, reduziu um pouco (com a influência que detém sobre as pessoas aqui e do fato de ser um dos usuários mais queridos, espontâneos e bem articulados do fórum, inegável, ao meu ver - muito embora ele vá negar isto até a morte, já que é bad boy 06). Já vi MUITAS vezes ele passar esta impressão de que: você gosta de Tarkovsky? Truffaut? [insira um nome genérico de um diretor cult], você está querendo aparecer/mostrar-se supercoolzão e dificilmente tal imagem desaparecerá, uma vez estabelecida. Como consequência de ambas as coisas, ele conseguia ser um dos principais usuários a estabelecer (mesmo sem querer) uma tendência um pouco, digamos, perversa no CeC.  O efeito de agregar todas as vertentes de forma apaixonada e evitar a "discriminação do cinema descerebrado" como válida como arte sem comparações de valor, já que tais filmes são capazes de divertir do mesmo jeito; se transformou em uma lógica oposta: temos no CeC (ou tivemos mais forte durante algum tempo) a discriminação do cinema cult/intelectual, o que, para mim, é igualmente nocivo. É só uma outra forma de discriminação, digamos, incomum.

Este evento foi pensado por mim quando da abertura do Clube do Filme, até. Uma das propostas "ambiciosas" é uma tentativa de dar voz a todos e uma participação menos burocrática e de forma mais receptiva. É claro que haverá espaço para comentários de todos os tipos (a ideia da tolerância), mas espero que isto se reflita no fórum de alguma maneira. Seria maravilhoso se desse certo. 01

 

Mr. Scofield2011-07-30 14:10:37

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Bacana mesmo a discussão.

 

Com relação ao post do Alexei' date=' concordo com tudo, embora também ache que ele usou um exemplo extremo para o cinema de ação. Transformers realmente tem todos aqueles defeitos que ele citou e eu gosto "apesar" deles. Não me divirto com os defeitos. Mas sei lá, um Bourne da vida talvez fosse um contra-exemplo mais justo. Ou um Star Trek (esse novo), sei lá.

 

Quanto à rotular devido aos gostos, já fiz isso e sei que é bobagem. Tento evitar de fazer agora. Na verdade eu mudei, agora rotulo pela atitude, que pode ser errado da mesma forma, mas tenho mais chance de acertar.06

 

E acho que está havendo uma certa rotulação sobre mim (sniff). Eu não tenho preconceito algum contra o cinema francês. Vejo filmes franceses e gosto muito de alguns, assim como detesto outros. Claro que eles são minoria pois, como já disse aqui antes, também gosto de Home Theater e, se dá para juntar um hobby (cinema) com outro (HT), dou preferência. Agora, Truffaut, se tudo der "certo" eu nunca mais verei. Toda a dinâmica dos (2) filmes dele que eu vi me irritam profundamente, acho chato. Assim como eu acho chato pra caramba um 2001 da vida, que não é francês e é do cara que fez um dos filmes que mais gosto ever. Sei que estou me contra-argumentando dizendo isso, mas whatever.06

[/quote']

Quais foram os dois filmes?

 

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Ah' date=' e só uma coisa, Truffaut também não fez minha cabeça. E olhei dois conceituados dele: Jules e Jim e Os Incompreendidos.[/quote']

Os Incompreendidos é o filme da minha vida (um deles). Jules e Jim é insuportável (daqui a pouco vou postar um comentário sobre os 35 minutos que eu aguentei assistir). Hoje eu completei 6 filmes de Truffaut. O amor está crescendo e ele está caminhando para a posição de meu segundo diretor preferido. Não vai chegar a ser o primeiro.

 

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Assisti Os Incompreendidos. Gostei bastante enquanto estava vendo, mas, depois do final, fiquei um certo tempo sem saber definir exatamente o que achei.

 

É uma característica interessante do cinema francês, pelo menos durante a Nouvelle Vague. Não mostra aquela história fechada, que fornece todos os elementos mastigadinhos. Gostando ou não, os que vi exigiram uma certa reflexão posterior.

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Do Truffaut eu vi Os Incompreendidos, O Último Metrô, Um Só Pecado e O Quarto Verde. Esse último eu confesso que não me desceu tão bem. O ritmo do filme não me prendeu. Os outros três me agradaram bastante, até o pouco falado Um Só Pecado, sobre um homem casado que se envolve com uma aeromoça.

 

 

 

Pretendo ver mais em função do festival, mas ainda não decidi qual(is).

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Bá' date=' altíssimo nível na conversa por aqui, hein. [img']smileys/10.gif" align="middle" />

 

 

 

Com relação a isso de o filme ser apreciado a posteriori, isso acontece. Comigo, aconteceu com 2001 e Dogville, por exemplo. Vá lá que nesses casos o efeito é amplificado pelos finais intensos, mas ainda assim, eu fiquei com a cabeça e o coração a mil depois, tentando absorver aquilo tudo. Mas é crucial destacar que eu gostei dos filmes DURANTE tb. Se o cara não tem prazer algum durante o filme, aí não dá.

 

 

 

E já aproveito pra avisar: amanhã vou fazer talvez a revelação mais interessante até o momento sobre a estrutura do festival. Preparem-se. smileys/19.gif" align="middle" />

 

 

 

 

 

Boa lembrança Dogville, hein.Aconteceu o mesmo comigo. De primeira, odiei, mas logo na segunda vez já me apaixonei e hoje considero OP.

 

 

 

Marcelão,quando divulgarás os prêmios? 19.gif06.gif

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Acho que podemos definir a partir do post do Vicking (a analogia com o quadro) um ponto de convergência entre essas que parecem ter caminhado até aqui como duas formas diferentes e paralelas de se ver cinema: a da diversão e a da "contemplação", de ação oitentista x nouvelle vague, etc. O que falta pra pacificar essa questão, acredito, é entender que, em essência, não existem formas diferentes de se assistir a um filme. Ou melhor dizendo, não existem motivações diferentes. A diversão (me permitam ser estupidamente reducionista pelo bem da ilustração) que o Kako tem ao assistir Transformers com o volume no talo diante de uma TV de 50' não é em nada diferente à que o Vicking sente assistindo a um filme do Béla Tarr com planos estéreis de 15 minutos de duração pra depois ler artigos franceses e pensar e repassar o filme na cabeça a fim de entendê-lo melhor ou o que for. Tudo, substancialmente, está ligado ao prazer, ao entreter-se. O Vicking não o faria se ele não curtisse a experiência dessa forma.

 

 

 

Eu penso que o entretenimento é a meta final ao se assistir a qualquer filme. "Não, eu vejo filmes pra pensar", ok, isso é uma forma de entretenimento, quais forem os caminhos para alcançá-lo.

 

 

 

 

 

ps: estranho como meu nome foi citado nesse tópico. Não que se tenha interesse em saber, mas eu gosto de cinema americano. Inclusive meu conhecimento de cinema francês é bem limitado.Forasteiro2011-07-30 23:26:51

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