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Festival de Veneza 2011

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Seleção do Festival de Veneza tem Polanski' date=' Pacino e Cronenberg

 

 

 

 

 

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    Roman Polanski, Al Pacino e David Cronenberg

     

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Foi anunciado na manhã de quinta-feira (28) em Roma a seleção do 68º

Festival Internacional de Cinema de Veneza, que será realizado de 31 de

agosto a 10 de setembro.

 

O cineasta franco-polonês Roman Polanski competirá pelo Leão de Ouro do

68º Festival Internacional de Cinema de Veneza com seu último trabalho,

"Carnage", uma adaptação da obra de Yasmina Reza "Le Dieu du Carnage",

produzida pela França, Alemanha, Espanha e Polônia. O nome do diretor de

cinema figura na lista de 21 filmes que compõem a seleção oficial do

concurso do festival cinematográfico italiano.

 

"Carnage", em cujo roteiro Polanski trabalhou durante a prisão

domiciliar que cumpriu em seu chalé da Suíça após haver sido acusado nos

Estados Unidos de ter mantido relações sexuais com uma menor há 33

anos, conta com um elenco formado por Jodie Foster, Kate Winslet,

Christoph Waltz e John C. Reilly.

 

O filme, de 79 minutos de duração, narra a história de dois casais que

tentam solucionar suas diferenças quando o filho de um deles bate no

outro filho em um parque.

 

Pelo Leão de Ouro, o máximo reconhecimento da Mostra ao Melhor Filme,

competirão também, entre outros, o filme "The Ides of March", último

trabalho como diretor do ator americano George Clooney e que abrirá

também este ano o Festival de Veneza, "A Dangerous Method", produção

alemã e canadense do cineasta David Cronenberg e com os atores Keira

Knightley, Viggo Mortensen e Vincent Cassel.

 

 

 

Também foi selecionado o último de Abel Ferrara, "4:44 Last Day on

Earth", produção americana protagonizada por Willem Dafoe, Shanyn Leigh,

Natasha Lyonne e a atriz americana de origem espanhol Paz de la Huerta.

 

Ao Leão de Ouro concorrerá também "Dark Horse", produção americana do

cineasta Todd Solondz e protagonizada por Mia Farrow e Christopher

Walken, assim como "Killer Joe", filme dos Estados Unidos dirigido por

William Friedkin com Matthew McConaughey.

 

O ator Al Pacino vai receber uma homenagem por seus trabalhos como

diretor. No Festival, haverá também a estreia de "Wilde Salome", seu

terceiro filme como diretor. Trata-se de um documentário sobre a peça

"Salomé" de Oscar Wilde. O longa não entrou na mostra competitiva.

 

 

 

Já fora da competição, a produção hispânica-francesa "Eva", estreia com

direção de Kike Maillo e protagonizada por Daniel Brühl, Marta Etura,

Alberto Ammann e Claudia Vega, enquanto o último trabalho de Steven

Soderbergh, "Contagion", protagonizado por Matt Damon, Kate Winslet,

Marion Cotillard e Jude Law, também será apresentado fora de concurso.

 

Veja a lista abaixo:

 

MOSTRA COMPETITIVA

 

"The Ides of March," George Clooney (Estados Unidos)

 

"Tinker, Tailor, Soldier, Spy," Tomas Alfredson (Itália)

 

"Wuthering Heights," Andrea Arnold (Reino Unido)

 

"Texas Killing Fields," Ami Canaan Mann (Estados Unidos)

 

"A Dangerous Method," David Cronenberg (Alemanha, Canadá)

 

"4:44 Last Day on Earth," Abel Ferrara (Estados Unidos)

 

"Killer Joe," William Friedkin (Estados Unidos)

 

"The Exchange," Eran Kolirin (Israel, Alemanha)

 

"Alps," Yorgos Lamthimos (Grécia)

 

"Shame," Steve McQueen (Reino Unido)

 

"Carnage," Roman Polanski (França, Alemanha, Espanha, Polônia)

 

"Chicken With Plums," Marjane Satrapi, Vincent Paronnaud (França, Bélgica, Alemanha)

 

"A Burning Hot Summer," Philippe Garrel (França)

 

"A Simple Life," Ann Hui (China, Hong Kong)

 

"Faust," Aleksander Sokurov (Rússia)

 

"Dark Horse," Todd Solondz (Estados Unidos)

 

"Himizu," Sion Sono (Japão)

 

"Seediq Bale," Wei Desheng (Taiwan)

 

"Quando la Notte," Cristina Comencini (Itália)

 

"Terraferma," Emanuele Crialese (Itália)

 

"L'Ultimo Terrestre," Gipi (Itália)

 

FORA DA COMPETIÇÃO

 

"Vivan las Antipodas!" Victor Kossakovsky (Alemanha, Argentina, Neth, Chile, Rússia)

 

"La folie Almayer," Chantal Akerman (Bélgica, França)

 

"The Moth Diaries," Mary Harron (Canadá, Irlanda)

 

"W.E.," Madonna (Reino Unido)

 

"Il villaggio di cartone," Ermanno Olmi (Itália)

 

"Wilde Salome," Al Pacino (Estados Unidos)

 

"Contagion," Steven Soderbergh (Estados Unidos)

 

"The Sorcerer and the White Snake," Tony Ching Siu-tung (China, Hong Kong)

 

"Giochi d'estate," Rolando Colla (Suíça, Itália)

 

"La Desintegration," Philippe Faucon (Bélgica)

 

"Alois Nebel," Tomas Lunak (República Checa, Alemanha)

 

"Eva," Kike Maillo (Espanha, França)

 

"Scossa," Francesco Maselli, Carlo Lizzani, Ugo Gregoretti, Nino Russo (Itália)

 

"La Cle des chanps," Claude Nuridsany, Marie Perennou (França)

 

"Tormented," Takashi Shimizu (Japão)

 

"Marco Bellocchio, Venezia 2011," Pietro Marcello (Itália)

 

"La Meditazione di Hayez," Mario Martone (Itália)

 

"Tahrir 2011," Tamer Ezzat, Ahmad Abdalla, Ayten Amin, Amr Salama (Egito)

 

"The End," Collective Abounabbara (Síria)

 

"Vanguard," Collective Abounabbara (Síria)

 

Evolution (Megaplex 3D), Marco Brambilla (Estados Unidos)

 

Filme de abertura

 

"The Ides of March," George Clooney (Estados Unidos)

 

Filme de fechamento

 

"Damsels in Distress," Whit Stillman (Estados Unidos)

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Cremildo2011-07-28 11:35:18

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Cronemberg e Polanski 16.

 

Bem interessante a seleção, vários aí que despertam a curiosidade, desde os britânicos como a Arnold e o McQueen, a Garrel, Ferrara e a novata Ami Canaan Mann (filha do Michael)

 

 

 

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Venice Fest: Roman Polanski Gets Mean, Keira Knightley Gets Hysterical

 

 

 

By Steve Pond

 

 

 

Madonna suffered a death in Venice at the hands of the critics, George Clooney survived with his reputation intact if not burnished, and Roman Polanski and David Cronenberg found admirers but didn't exactly light up the canals.

 

 

 

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Those are some of the lessons from the first three days of the Venice International Film Festival, an Italian holiday at which a batch of awards hopefuls showed up and were met with what, so far, is a notable lack of the kind of enthusiasm that Oscar contenders dream of receiving at the fall festivals.

 

 

 

Madonna's "W.E.," of course, is the disaster du jour, with even admirers of the film admitting that her take on the Wallis Simpson story is pretty silly and insubstantial. TheWrap compiled reactions on Thursday, to which add this take from indieWIRE: "Not since Lee Daniels’ 'Shadowboxer' have I seen something so utterly wretched on every level, yet so absolutely compelling."

 

 

 

Screening on the same day as "W.E." – and smelling like roses by comparison – was Roman Polanski's "Carnage," an acidic comedy based on Yasmina Reza's 2006 play "God of Carnage," with the director replacing the original and acclaimed Broadway cast (Jeff Daniels, Hope Davis, James Gandolfini and Marcia Gay Harden) with Christoph Waltz, Jodie Foster, John C. Reilly and Kate Winslet.

 

 

 

Guy Lodge of In Contention thought that Waltz steals the show (others went for Foster), but concluded that Polanski fell short by remaining too tied to a play that is dark fun but narrow in focus. "Swift and savage and so sparing in generosity that it risks selling its smart world-view a little short, the ample pleasures of 'Carnage' … are those of its source, but it might have found more of its own."

 

 

 

Elsewhere, the Playlist called "Carnage" "a film of very little ambition, a minor entry in the director's canon," while David Gritten's report for Thompson on Hollywood concluded, "It's well-acted and giddily enjoyable, if slightly less so once the characters start to analyze their descent into barbarism."

 

 

 

carnage_cast.jpg

 

(Reilly, Winslet and Waltz in Venice, above; photo by Frederic Nebinger/Getty Images)

 

 

 

At a Venice press conference, the actors were reportedly effusive in their praise of Polanski, with Winslet even admitting to some fright: "We were working with the great Roman Polanski. We are only human beings and we are still perfectly capable of being terrified, whoever we are."

 

 

 

But the consensus -- it's solid, it's nasty, it's fast (78 minutes) and you never forget that it's a play -- is not, let's face it, the stuff that Best-Picture dreams are made of.

 

 

 

Another director whose films have often proved to be too dark and perverse for the Academy, David Cronenberg, brought "A Dangerous Method" to Venice on Friday. The film, with Viggo Mortensen as Sigmund Freud and Michael Fassbender as Carl Jung, is by most reports one of the most reserved works in its director's filmography, though many were left buzzing about the flamboyance of Keira Knightley's performance as a troubled and initially hysterical young woman.

 

 

 

Guy Lodge wrote, "Handled by Cronenberg with characteristic fastidiousness but a surprising lack of perversity, 'A Dangerous Method' will delight lovers of highbrow adult cinema of discussion and mildly disappoint those hoping the subject matter augured a return to the deranged, physicality-obsessed kinkmeister of old."

 

 

 

Overall, the film seems to have drawn more respect than love. And it's drawn lots of triple-adjective descriptions: "precise, lucid and thrillingly disciplined" (Todd McCarthy), "talky, cerebral and intensely complex" (David Gritten), "dry, cerebral and lugubrious" (Xan Brooks).

 

 

 

keira_viggo.jpg

 

(Knightley and Mortensen at the premiere, left; photo by Pascal Le Segretain/Getty Images)

 

 

 

In a way, the reception was similar to that received by George Clooney's "The Ides of March" when it opened Venice on Wednesday: lots of critics like it and admire it, but nobody's rushing to put it at the top of any Top 10 lists.

 

 

 

Due for a weekend bow in Venice is Steven Soderbergh's "Contagion," which on the surface is an odd entry in the festival circuit. A virus-themed thriller seemingly made more for the multiplex than the arthouse, the film opens on Sept. 9, an imminent date that'll keep it out of every fest except Venice.

 

 

 

But taking note of the good buzz the film has enjoyed from advance screenings so far, Nicole Sperling finds precedent for the Venice-to-the-multiplex strategy: it's what Warner Bros. did last year for "The Town," another commercial film that became an Oscar candidate (though it didn't land a Best-Picture nomination).

 

 

 

Meanwhile, on the subject of Venice but off the subject of movies, indieWIRE's Shane Danielsen sums up the festival's apparently infuriating modus operandi:

 

 

 

"Year after year, Venice exhibits the kind of chronic mismanagement you might expect from some African republic in an Evelyn Waugh novel. The pointless bureaucracy. The weird mix of officiousness and thoughtless disregard. The rules made for no reason, serving no discernible purpose …

 

 

 

"And yet we come back. Why is that?"

 

 

 

Why? To see the Madonna movie, of course.

 

 

 

Tirado do site The Warp. Para quem quiser, a matéria original está aqui: http://www.thewrap.com/movies/column-post/venice-roundup-roman-polanski-gets-mean-keira-knightley-gets-hysterical-30679?page=0,1

 

 

 

Resumidamente, o filme da Madonna foi detonado, pura e simplesmente.

 

 

 

Sobre Carnage, do Polanski, alguns dizem que o Waltz rouba a cena. Os que não apontam para ele vão de Jodie Foster. No geral, parece que o filme foi apreciado pela maioria, elogiado, mas não aclamado, e a principal crítica é que fico muito preso à peça de teatro em que se baseia, não conseguindo estabelecer algo próprio.

 

 

 

Já A Dangerous Method, do Cronenberg, chamou atenção por ser menos sombrio e perverso do que outros de seus filmes. Apesar de vários elogios, parece que ninguém amou.

 

 

 

O mesmo foi dito do filme do George Clooney, The Ides of March.

 

 

 

A matéria então resume dizendo que, embora os filmes tenham sido bem recebidos, ninguém está correndo pra colocá-los no topo de nenhuma lista.

 

 

 

Nota pessoal: tudo bem, não é ruim o que a matéria diz, mas considerando quais são os três filmes (e ignorando solenemente o da Madonna), eu esperava pelo menos um deles chutando traseiros.

 

 

 

O artigo é encerrado com um comentário sobre Contágio, que será exibido no fim de semana, e uma nota sobre a falta de organização do festival.

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Nada de medalhões predominando:

 

 

 

10/09/2011 - 15h50

 

Russo Aleksandr Sokurov vence Leão de Ouro com "Faust"; concorrentes norte-americanos saem de mãos vazias

 

NEUSA BARBOSA

 

Do Cineweb, de Veneza

 

 

 

O diretor russo Alexander Sokurov leva Leão de Ouro no Festival de Veneza pelo filme "Fausto" (10/9/2011)

 

Para o veterano cineasta russo Aleksandr Sokurov, valeu a pena esperar. Seu épico "Faust", adaptação da obra do autor alemão Johann Wolfgang Goethe e seu primeiro filme realizado em quatro anos, veio a Veneza para levar o Leão de Ouro --uma das apostas mais seguras nesta tarde entre os jornalistas, afinal confirmadas. Um diretor a quem não faltam credenciais para um prêmio destes, digno de quem realizou "Arca Russa", "Moloch", "Taurus", "Pai e Filho" e "O Sol", alguns títulos de uma obra sólida e consagrada.

 

 

 

O cinema oriental, que nesta edição entusiasmou pouco os críticos, no final levou três prêmios importantes: direção, para Cai Shangjun, do filme-surpresa "People Mountain People Sea" (que saiu clandestinamente da China, sem ser submetido à censura, o que deverá dar problemas ao diretor na volta para casa); atriz, para a veterana Deanie Yip, em outro filme chinês (de Hong Kong), "A Simple Life", de Ann Hui, a bola mais cantada da bolsa de apostas informal de hoje à tarde; e o Prêmio Marcello Mastroianni, destinado a jovens atores, aos dois protagonistas do concorrente japonês "Himizu", de Sion Sono, Shota Sometani e Fumi Nikaido.

 

 

 

Os italianos, que este ano tinham três candidatos, afinal levaram um importante Prêmio Especial do Júri para o drama "Terraferma", de Emanuele Crialese --que aborda um tema candente na Itália hoje, a intolerância em relação aos imigrantes clandestinos africanos, cuja entrada no país é combatida inclusive por legislação a quem lhes der socorro ou qualquer tipo de apoio humanitário. Romano de origem siciliana, Crialese, de 46 anos, pertence a uma nova geração italiana e já havia vencido como diretor revelação aqui há cinco anos, por "Novo Mundo".

 

 

 

Um prêmio relativamente surpreendente coube ao grego "Alpis", vencedor de melhor roteiro, este assinado pelo diretor Yorghos Lanthimos ("Dente Canino") e Efthimkis Filippou. Um destes filmes estranhos, mas criativos, que ficam na memória tempos depois que a projeção terminou.

 

 

 

Britânicos e esnobados

 

 

 

O competente bloco britânico, no final, conquistou dois prêmios, um merecido troféu de melhor ator para Michael Fassbender no drama "Shame", de Steve McQueen, e outro pela contribuição técnica da fotografia de "O Morro dos Ventos Uivantes", de Andrea Arnold. Nos dois casos, foi pouco. "Shame" também venceu o prêmio de melhor filme para a FIPRESCI, Federação Internacional dos Críticos.

 

 

 

Pior ficaram o francês "Carnage", de Roman Polanski, o favorito da tabela dos críticos divulgada hoje cedo pelo diário do festival, Venews, e que foi esnobado na premiação oficial. Nem mesmo seu magnífico quarteto de atores foi lembrado --Kate Winslet, Jodie Foster, Christoph Waltz e John C. Reilly.

 

 

 

Na mesma situação ficaram os cinco concorrentes norte-americanos, que não levaram nada. George Clooney ("Tudo pelo Poder"), William Friedkin ("Killer Joe"), Abel Ferrara ("4:44 Last Day on Earth"), Todd Solondz ("Dark Horse") e Ami Canaan Mann ("Texas Killing Fields") vieram ao Lido à toa.

 

 

 

Nem o medalhão canadense David Cronenberg e seu poderoso "A Dangerous Method", em torno da biografia dos pioneiros da psicanálise Carl Jung (Michael Fassbender) e Sigmund Freud (Viggo Mortensen), impressionaram o júri presidido pelo cineasta norte-americano Darren Aronofsky.

 

 

 

Concorrente na seção Horizontes, o docudrama brasileiro "Girimunho", de Helvécio Marins e Clarissa Campolina, venceram um prêmio colateral, o Interfilm Award, por promover o diálogo interreligioso.

 

 

 

Vi a versão de Fausto do Murnau, e uma apresentação da peça também, é uma estória muito poderosa. Tá aí um filme a esperar.

 

 

 

E mais, se A Dangerous Method não chamou muita atenção, o Fassbender se garantiu com outro filme.

 

 

 

10/09/2011 - 15h05

 

Michael Fassbender leva prêmio de melhor ator em Veneza por "Shame"

 

 

 

 

 

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Michael Fassbender leva prêmio de melhor ator no Festival de Veneza pelo filme "Shame" (10/9/2011)

 

Veneza (Itália), 10 set (EFE).- O ator alemão Michael Fassbender ("X-Men: Primeira Classe") foi agraciado neste sábado com a Copa Volpi de melhor interpretação masculina da 68ª edição do Festival de Cinema de Veneza por seu papel em "Shame", filme dirigido pelo britânico Steve McQueen.

 

 

 

Fassbender, de 34 anos, ficou conhecido do grande público em "Bastardos Inglórios", e agora com "Shame" dá uma lição de força interpretativa com um complexo personagem, viciado em sexo e isolado voluntariamente do mundo que o cerca.

 

 

 

É o momento dele.

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Sim, acho que o ano deve ser dele realmente, embora eu gostaria muito de ver o Oldman ou o Viggo ganhando alguma também. Os dois são poderosos e estão tendo as interpretações muito elogiadas.

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Acabei de ler no Estado:

 

Para finalizar com um comentário sobre a premição principal do júri presidido pelo norte-americano Darren Aronofsky: Fausto, o vencedor, era, de fato, um dos favoritos. Tinha pinta de campeão, como gente que segue festivais internacionais há muitos anos podia detectar sem dificuldade. Mas dois dos favoritos, Carnage, de Roman Polanski, e The Ides of March, de George Clooney, saíram de mãos abanando. Carnage, adaptado da peça de Yasmina Reza, montada no Brasil, era mesmo o favorito entre os 21 críticos que atribuem as temidas (e adoradas) estrelinhas no boletim do festival. Fausto vinha em segundo lugar. Foi um bom festival.

Se todos amaram Caarnage então porque não deram o prêmio pra ele??? Tomara que isso o ajude para os outros prêmios. Que pensem assim: já que não ganhou nada em Veneza então vamos premiar porque é bom mesmo!!!! Vai  ser sacanagem se passar a temporada e não ganhar nada.

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