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Forum Cinema em Cena
Nightcrawler

Oscar 2013: Previsões

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Vou aproveitar para fazer meu top também. rs

 

  1. A Árvore da Vida
  2. Drive

  3. O Garoto da Bicicleta

  4. L'Apollonide

  5. Polisse
  6. Precisamos Falar Sobre o Kevin
  7. A Pele que Habito

  8. Era Uma Vez na Anatolia

  9. Melancolia
  10. O Artista

  11. O Porto

  12. Habemus Papam

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O Porto' date=' Habemus Papam, Drive, O Garoto da Bicicleta, L'Apollonide e A Pele Que Habito.

 

Todos fabulosos em sua maneira.

 

 

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Desses só não gostei muito de Habemus Papam. O Garoto da Bicicleta, Drive e A Pele Que Habito são maravilhosos

 

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Eu vi alguns filmes sensacionais na lista de Cannes do ultimo ano (Polisse, A Pele que Habito, Habemus Papam, Drive, Melancolia, O Garoto de Bicicleta, O Porto...). O mais curioso é que o vencedor do Oscar, que também estava na lista, pra mim, está entre os piores da seleção.

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O Porto' date=' Habemus Papam, Drive, O Garoto da Bicicleta, L'Apollonide e A Pele Que Habito.

 

Todos fabulosos em sua maneira.

 

 

[/quote']

 

Desses só não gostei muito de Habemus Papam. O Garoto da Bicicleta, Drive e A Pele Que Habito são maravilhosos

Eu gostei de Habemus Papam quando vi, mas cada vez que me lembro do filme gosto menos...

Outros, no entanto, me parecem ter recebido menos atenção do que mereciam. Como o ótimo Polisse, que não vejo ser muito comentado por aí.

 

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Thico, o filme do Ceylan é sensacional. Infelizmente não vi outro dele para comparar, mas quem o acusava pelo estilo afetado (cheio de firulas artificiais, como dizem) mordeu a língua, falam que foi um salto na carreira.

 

 

 

Quanto ao do Kaurismaki, visualmente é fantástico, gostei da história, mas achei... frio. Mas sei que sou minoria nesta... 06.gif

 

 

 

E sobre O Artista, o filme é óbvio, a ideia não é nada criativa ou genial, mas a execução... Não pensei nele como uma retomada daquele cinema, e sim como um legítimo exemplar, ou seja, se tivesse sido feito nos anos 20, teria gostado do mesmo jeito.

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De Cannes

| Cosmopolis

 

crona.jpg

Já próximo ao fim, Cannes recebeu nesta sexta-feita um macabro novo filme de Cronenberg acerca do colapso econômico e moral da América pós 11 de setembro. Muita gente reclamou da verborragia da obra, a qual Cronenberg rebateu na coletiva: "O ser humano é essencialmente quem é porque fala". A grande maioria dos críticos aclamam o filme e ressaltam que Cronenberg está no topo de sua forma.


James Rocchi: "Cronenberg nos leva de passeio em uma limusine ao colapso da sociedade moderna. É uma sátira fria, sóbria e precisa. O elenco brilha".



Marcelo Miranda: "Cronenberg exibiu agora em Cannes COSMOPOLIS. Experimento radical, político e verborrágico que eu premiaria com louvor".



Cédric Succivalli: "Filmaço. Pattinson surpreendentemente notável. E Giamatti é o novo William Hurt dos filmes de Cronenberg: uma cena e ele rouba o filme".



Empire: "Cronenberg articula sobre o estado das coisas pós-crise financeira capitalista em um filme inteligente. Remete a "Weekend", de Godard, e se trata de um dos filmes mais ambiciosos do diretor. A obra pode limitar seu alcance por sua linguagem estilizada e a loucura autoconsciente que impregna a tela; Cronenberg pontua seu filme de uma sensação de destruição apocalíptica. Pattinson não tem um trabalho fácil aqui - e é surpreendente que ele esteja tão bem". 



Rodrigo Fonseca (O Globo): "Bastante aplaudido, mas também muito repudiado, o novo longa-metragem do canadense David Cronenberg repetiu o que aconteceu com todos os grandes filmes desta edição: rachou opiniões.

Indigesto demais para palmas e prêmios leves, "Cosmópolis" veio a Cannes para se candidatar à eternidade. Cronenberg sairá daqui com a certeza de ter esquadrinhado a doença econômica do continente que o produziu a partir do português Paulo Branco, representante da nação lusa, uma das que mais perderam com a crise. Sinal dos tempos, sinal de alerta, sinal de mestre. Pattinson aqui atinge sua maturidade como ator - e sua tórrida cena com Juliette Binoche vai ficar na memória dos cinéfilos para além de Cannes".



Time Out London: "É um retrato estranho, inebriante e fascinante da alienação individual. Cronenberg não faz uma abordagem realista - e o filme remete a eXistenZ e Crash. Pattinson está extraordinário. Consistente, mas peca pela verborragia excessiva". 



Xan Brooks (The Guardian): "Arrebatado por Cronenberg. Um filme de brilho e vigor. Um conto de nosso tempo perfeitamente executado. Um aviso ao júri: este aqui!!"

 

 

The Hollywood Reporter"Infelizmente Cronenberg não consegue energizar sua narrativa e o filme resulta inerte. Pattinson é muito monótono para manter o interesse. Samantha Morton está maravilhosa". 



Simon Abrams (The Playlist): "Cronenberg consegue adaptar um livro tido por muitos como inadaptável com perfeição. O filme é ainda um rico e complexo estudo de personagem. Pattinson está notável".



The Film Stage: "Cronenberg adapta o livro com tamanha fidelidade que não soa organicamente cinematográfico. O filme é repleto de virtudes, mas soa como se alguém estivesse lendo um livro. Pattinson, no entanto, está maravilhoso".



Robbie Collin: "Sensacional e atual. Pattinson está sinuosamente notável".



Peter Howell: "Um grande sucesso cerebral. Cronenberg fascina".



Guy Lodge: "O filme necessita ser revisto. No momento, é muito mas também pouco. Estou tão impressionado quanto desapontado". 



Peter Bradshaw: "Auto-indulgente e raso".



Mike D'Angelo: "Demanda um tom muito preciso que Cronenberg só provém parcialmente. Quando o faz, o filme é maravilhoso. Pattinson está soberbo". 

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Já devidamente postadas, amigo Saulo. 06

 

Mas vamos ressaltar nosso cinema?

 

Juliana Rojas (co-diretora de Trabalhar Cansa), foi premiada na semana da crítica com menção honrosa. O curta apresentado pela brasileira se chama O Duplo.

 

Cannes 2012: 'Aqui y Alla' Wins Critics Week Prize

aqui_y_alla.jpg

Feature film prizes:
Nespresso Grand Prize: "Aqui y alla," Antonio Mendez Esparza
France 4 Visionary Award: "Sofia's Last Ambulance," Ilian Metev
Gaul's Society of Authors, Directors and Composers Prize: "Les Voisins de Dieu" ("God's Neighbors"), Meni Yaesh
ACID/CCAS Distribution Support: "Los Salvajes" ("The Wild Ones") Alejandro Fadel

Short film prizes:
Canal+ Award: "Circle Line," Shin Suwon
Nikon Discovery Award: "Un Dimanche Matin" ("A Sunday Morning"), Damien Manivel
Special Mention: "O Duplo" ("Doppelganger"), Juliana Rojas[/quote']

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Robert Pattinson soberbo? Hmmmm... Se isso for verdade, o Cronenberg precisa ser aclamado como o melhor diretor de todos os tempos por conseguir algo assim.

 

 

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Eu ia postar justamente isso.. Pattinson soberbo signifca que Cronemberg é o melhor diretor de atores da história do cinema, pq fazer aquela porta de mógno antigo ganhar algum tipo de vida, é BEMMMMM difícil....

 

 

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O crítico Eric Kohn fechou suas apostas para a Palma de Ouro

 

"Amour" ("Love")

Jean-Louis-Trintignant-and-Emmanuelle-Riva-AMour-first-look-2.jpg

"Amour"SONY PICTURES CLASSICS
WHY IT MIGHT WIN: Michael Haneke's emotionally assured and devastating look at an aging couple (Jean-Louis Trintignant and Emmanuelle Riva) dealing with the Riva character's devolving mental state is unquestionably the filmmaker's most powerful achievement, a deeply moving account of the aging process and its impact on family bonds. Critical acclaim has been through the roof.

WHY IT MIGHT NOT: Haneke won the Palme d'Or for "The White Ribbon" just two years ago, a factor that could figure into the jury's decision if they decide to single out a less acclaimed filmmaker. It's also possible that the jury will decide the film's chief strengths come from its two lead performances and award one or both of them while sharing the love by giving the Palme to someone else.

"Holy Motors"

HOLY-MOTORS-BY-LEOS-CARAX-Denis-Lavan.jpg
WHY IT MIGHT WIN: Leos Carax's jarringly strange portrait of a versatile man (Denis Lavant) dashing around Paris in a limo and playing several vastly different characters for some unseen spectators excited critics for its dreamlike logic and cinematic ambition. It's Carax's first feature in 13 years and quite the comeback.

WHY IT MIGHT NOT: Some viewers found "Holy Motors" too gimmicky and illogical; it's this year's "Uncle Boonmee" slot, but that surreal Thai movie won the Palme d'Or when Tim Burton was president of jury and not a politically-charged director of Italian comedies. It's hard to say if Moretti likes the film but certainly possible that the jury as a whole doesn't quite know what to make of it. Instead of the Palme, they could award Carax with the festival's directing prize and/or single out Lavant's performance.

"On the Road"

kristen-stewart-On-the-Road-2.jpg
WHY IT MIGHT WIN: Walter Salles' adaptation of the classic Jack Kerouac novel turned out a lot better than many people expected by replicating the Beat author's stream-of-consciousness approach and maintaining an understated tone. It's a hard movie to intensely dislike even though a lot of critics were underwhelmed, and giving it the Palme would acknowledge the lasting value of Kerouac's work in addition to Salles' ability to render it in cinematic terms.

WHY IT MIGHT NOT: It's a star-studded, unambitious road trip drama that doesn't build to a major emotional payoff or contain an advanced filmmaking approach. It could win the screenplay award instead.

"Like Someone in Love"

like-someone-in-love1.JPG
WHY IT MIGHT WIN: Abbas Kiarostami's Japan-set enigma about a young prostitute driving around town with an elderly professor left a lot of critics scratching their heads even though many enjoyed the experience. Kiarostami's textured narrative draws you into the proceedings with his typically advanced use of mise-en-scene and patient storytelling approach that constantly seems littered with meaning even as the big picture remains elusive. The jury may also want to single out an Iranian filmmaker for the political ramifications such a decision could have.

WHY IT MIGHT NOT WIN: Because the big picture remains elusive. Hardly the big hit of the festival, "Like Someone in Love" is a tough sell for anyone unfamiliar with the filmmaker's work and there are far more uniformly accessible films in competition this year.

"Rust and Bone"

1-De-Rouille-et-dOs-marioncotillard.jpg
WHY IT COULD WIN: Jacques Audiard's sentimental tale of an agile woman (Marion Cotillard) rendered wheelchair-bound after a devastating accident and the buff street fighter (Mathias Schoenaerts) who gradually falls in love with her went over quite well early in the festival for its carefully developed, bittersweet mood. Audiard is a much-beloved filmmaker in France who was considered a leading contender for the Palme a few years back when "A Prophet" premiered at Cannes, so this could be jury's chance to single him out.

WHY IT MIGHT NOT: Not everyone responded so warmly to the film's familiar type of sentimentalism, and the plot is largely predictable by the end of the first act. While skillfully made, it's not an audacious achievement. The jury could also single out Cotillard or Schoenaerts for acting prizes.[/quote']

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Mas e tu achou que estava um ator ruim deslocado em um filme bom' date=' ou igual a Crepúsculo, as coisas não funcionam nesse mesmo que em menor escala?[/quote']

 

O filme não é grande coisa também, mas está bem acima de Crepúsculo. Mas sei lá, ele não tem a mínima expressão, o rosto dele não muda em nenhum momento. E nesse aí tem o Cristoph Waltz em uma ótima atuação, pra poder comparar.

 

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Mas daí comparar com Christopher Waltz é muita sacanagem 06.gif Mas falei isso pq a Kristen Stewart tava sofrendo o mesmo tipo de preconceito, e acho ela muito bem em Adventureland, e ao que parece também acertou nesse do Walter Salles. Por isso que quero acompanhar o casalzinho Crepúsculo com mais cuidado. Em Crepúsculo é humanamente impossível qualquer ator se sair bem, daí meu parâmetro vai ser das atuações pós isso.Tensor2012-05-25 17:11:46

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Guest
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