Jump to content
Forum Cinema em Cena
Jailcante

NetFlix

Recommended Posts

Lobisomens e vampiros em entrevista com as estrelas de Hemlock Grove
Postado por  Silvana Perez no dia 24/08/2014

Famke Janssen, Maddie Brewer e Eli Roth vieram a São Paulo para divulgar a segunda temporada da série.

 

http://bocadoinferno.com.br/televisao/2014/08/lobisomens-e-vampiros-em-entrevista-com-as-estrelas-de-hemlock-grove/

Share this post


Link to post
Share on other sites

Dificil,emte as grndes produções farão parte. Mas será interessante poder ver alguns filme direto do cinema. Filmes que provavelmente vc não iria ao cinema mesmo.

 

Netflix fará estreias de filmes junto com os cinemas

 

ela primeira vez um filme será adicionado ao catálogo da Netflix ao mesmo tempo em que estreia nos cinemas. O experimento acontecerá com O Tigre e o Dragão 2: A Lenda Verde, que chegará às duas plataformas no dia 28 de agosto de 2015. Todos os clientes da locadora virtual terão acesso ao título.

 

O acordo quebra um formato de distribuição que vigora há anos e privilegia a exibição de filmes em cinemas. Geralmente as obras chegam primeiro à telona, depois às locadoras e lojas, canais fechados e, só depois, à TV aberta. Desta vez, o streaming entrará junto com os cinemas, e apenas lugares com Imax exibirão o filme.

 

Em entrevista ao New York Times, o gerente de conteúdo da Netflix, Ted Sarandos, afirmou que esta é a primeiro de várias estreias que a Netflix prepara. A ideia é mostrar a Hollywood que o mercado mudou e os estúdios precisam acompanhar isso. "São dois tipos de experiência", disse, "como ir a um jogo de futebol ou assisti-lo pela TV."

 

Não é a primeira vez que a Netflix desmancha os esquemas vigentes. A locadora virtual já tinha quebrado paradigmas quando passou a disponibilizar séries inteiras logo nas estreias e se deu bem com isso.

http://m.olhardigital.uol.com.br/noticia/netflix-fara-estreias-de-filmes-junto-com-os-cinemas/44383

Share this post


Link to post
Share on other sites

Netflix investirá 5 BILHÕES em séries originais em 2016 com novas séries Marvel no pacote

15:46
 
 
QnNQnTK.jpg
 
Netflix anunciou hoje, em relatório para investidores, que conquistou 3.3 milhões de novos assinantes em seu serviço de streaming durante o segundo trimestre de 2015. Representa quase o dobro em relação ao mesmo período no ano passado.

Desse total de novos assinantes, 2.4 milhões são dos EUA, totalizando 42 milhões de membros no país. Continuamos sem números específicos do Brasil – não revelados pela empresa – mas sabemos que a Netflix acumula 23 milhões de assinantes em outros países.

 

O serviço deve expandir para Japão, Espanha, Itália e Portugal ainda este ano, chegando na China em 2016. A previsão é de que até o fim de 2015 o total de assinantes chegue a 69.1 milhões em todo o mundo. Detalhe: 5.3 milhões de membros ainda recebem filmes em DVD via correio.

 

Quanto a receita, a estratégia continua sendo aumentar a base em detrimento do lucro. Apesar do crescimento de arrecadação – US$ 1.48 bilhão de dólares no último trimestre – a Netflix ainda opera no vermelho. As ações, por outro lado, cresceram mais de 100% no ano.

Outros dados do relatório apontam a importância das produções originais do serviço. 90% dos assinantes já assistiram alguma série ou documentário exclusivo da Netflix. Para 2016, o plano é investir 5 bilhões de dólares em conteúdo proprietário, mais US$ 1 bilhão em marketing.

 
marvel-knights-could-netflix-be-the-futu

Em relação a Marvel é importante citar que a mesma se tornou parceiro prioritário da Netflix após a extremamente bem sucedida série original do Demolidor, sucessode critica e de público, rapidamente se tornou a série mais assistida no canal, o que proporcionou uma revisão do acordo com uma segunda temporada do Herói cego para 2016 com a confirmação da participação de personagens importantes do universo Marvel em sua segunda temporada ( Elektra, Justiceiro, Pistoleiro, entre outros ).

Com a transmissão da ´serie de Jessica Jones agora no segundo semestre de 2015, e com as já em produção séries de Luke Cage e Punho de Ferro que culminarão com a ´serie dos DEFENSORES, promessa de grandes lucros a  netflix e a Marvel praticamente anunciaram a chamada "fase 2" da marvel com séries originais dos chamados heróis da Marvel Knight em 2017, com séries do Justiceiro, Motoqueiro Fantasma, Brade e Cavaleiro da lua que possivelmente terminará com outra série crossover entre 2017 e 2018.

Após a "fase 2" já se especula uma nova fase com séries do universo do Hulk como mostrado na imagem titulo da matéria.

 

 Enquanto isso, a confirmação de que não passa de expeculação o desenvolvimento de séries envolvendo Jeremy Renner 's "Hawkeye" ou Scarlett Johansson' s"Black Widow" (ou ambos), em séries spin offs do filme Vingadores, seja pela ABC ou pela Netflix, bem como a exagerada informação da participação de Benedict Cumberbatch como "Dr. Estranho na série crossover da netflix  "Os Defensores ".

Share this post


Link to post
Share on other sites

Eu estava conversando ainda hoje com um colega sobre isso. A Netflix está investindo bastante em ter seu próprio conteúdo, séries e mais séries e virar uma uma referência como a HBO em séries. Acho ótimo e espero que continue assim.

Share this post


Link to post
Share on other sites

Não conhecia a NETFLIX e um parente me emprestou o login. Até usei um meio de checar o catálogo dos EUA, mas tirei rápido porque além de ficar lento, a qualidade ficou ruim, e vai que resolvem punir a conta... Mas tanto no BR como resto, que decepção. É mais fácil contar quantas estrelas existem no Universo que títulos que a Netflix não tem. Mas aí que tá, não é culpa exclusiva deles, e sim ganância das produtoras, algumas retiraram títulos antes disponíveis lá porque viram que o pessoal estava parando de financiar assinatura de TV.

Sobre esse ponto, vale a leitura desses artigos em inglês, são CRUCIAIS pra entender que esse esquema da NETFLIX, apesar de vingar, acaba não sendo melhor que sua locadora da esquina, ou mesmo a própria TV paga. Digo na VARIEDADE, especialmente de material antigo, e dos clássicos.

http://blogs.reuters.com/felix-salmon/2012/04/24/the-problem-with-netflix/

http://www.bloombergview.com/articles/2014-01-14/netflix-is-caught-between-a-dvd-and-a-hard-place

 

Tem algumas coisas lá, sim, alguns filmes de décadas passadas perdidos, séries e tal, mas eu sinceramente desanimei de pesquisar qualquer coisa. O pior nem é isso, é que quando um título entra, ele pode sair a qualquer momento, como por exemplo o primeiro DE VOLTA PARA O FUTURO (as partes 2 e 3 ainda estão lá), que eu pensei com meus botões que sempre poderia lá ver, mas não, nada é poupado. Se o que entrasse não saísse mais e fosse apenas questão de conseguir direitos pra tudo que não tem, ainda daria um desconto, mas nem assim...

Um cinéfilo de verdade não pode se contentar com a NETFLIX. E muito menos com locadoras e TV aberta ou paga, pois tem verdadeiras pérolas que nunca saíram no Brasil e você ou só consegue comprando a mídia física (o que sou contra, apóio ou o streaming ou a compra do digital, desde que não venha piorado ou capado) ou por meio de download.

Mas esse meio é assim, vocês não lembram que antigamente demorava anos entre sair no cinema e chegar nas locadoras ou TV, ou mesmo não existiam lançamentos mundiais? Hoje por exemplo estão querendo derrubar a chamada restrição que a NETFLIX e outros impõem, de impedir que o assinante dos EUA tenha acesso a certos conteúdos do Brasil e vice-versa... que nem as regiões/zonas dos discos. Enfim, pra não me estender, uma infinidade de barreiras idiotas e sem o menor sentido ainda existem, e a maior delas com certeza é a ganância que não tem fim dos dinossauros que querem escravizar as pessoas de mil maneiras, com DRM, os velhos modelos...

E não tem nada a ver com o valor da assinatura, se a NETFLIX cobrasse R$ 200 de cada assinante ainda assim a mudança no catálogo seria ínfima, porque foi só eles crescerem pras produtoras querer ganhar cada vez mais, e dificultar ou impossibilitar mesmo que você tenha um retorno decente. Sem contar os concorrentes (acho que um deles é o HULU) que ganham conteúdo exclusivo, aí você tem que assinar mais de um serviço, quando o diferencial deveria ser outro, não esse.

Aí alguém vai argumentar que a NETFLIX tem seu conteúdo próprio. OK, mas meu foco e o de todos deveria ser tudo, material de todas as épocas e nacionalidades. Não me parece um "negócio da china" pagar apenas por isso e uma seleção limitadíssima de filmes e séries.

Share this post


Link to post
Share on other sites

Querido, isso tudo que você descreveu se chama mercado.

enquanto não surgir, e dificilmente surgirá, um produto via stream que se chame "locadoraflix", vai ser sempre assim.

 

o provável que aconteça é a HBO, AMC, Warner, Disney e tantas outras criarem o seu próprio serviço e não repassando a netflix seu catálogo.

 

igualmente acontece com os serviços de música.

Share this post


Link to post
Share on other sites

E eu acharia ótimo se todos eles criassem seus próprios NETFLIX, desde que esses não fossem restritos a residentes dos Estados Unidos ou que o valor pedido por eles não fosse absurdo se comparado ao Netflix.

 

Infelizmente não é assim que a banda toca, e a conclusão óbvia dos artigos que linkei é que:

 

1) O Netflix já foi melhor no passado, mas com o tempo teve seu já parco catálogo cada vez mais limitado, por não renovarem com as produtoras ou rescindir contratos já acordados;

2) Com o tempo essas mesmas produtoras vão tomar vergonha na cara e constatar que o público não quer mais depender eternamente de mídia física, locadoras... o futuro é virtual, é a internet, vamos colocar assim, e isso desde muito tempo, MAS só está se tornando mais evidente hoje que a velocidade das conexões melhorou.

Aí que tá, quando é que essas barreiras ATUAIS serão transpostas? E o que eu falei da mídia física é um FATO, quem não acredita basta pegar as pesquisas que apontam queda no aluguel e especialmente da venda, mesmo nos EUA.

O que eu falei não se aplica somente aos vídeos, com livros é a mesmíssima coisa, hoje a gente tem um Kindle/iPAD, mas tem muita coisa ainda restrita só ao papel, e querem cobrar só alguns reais a menos na versão digital, além de empurrar restrição de cópia (o chamado DRM), que deu problema quando a Amazon, por exemplo, apagou remotamente livros vendidos:
http://abertoatedemadrugada.com/2009/07/amazon-apaga-livros-remotamente.html

Qualquer pessoa com QI 10 constata que o que a indústria do entretenimento quer, de todas as formas, é continuar escravizando as pessoas. E ninguém quer isso. Não tem a ver só com custos, mas inconveniências.

Eu apóio o streaming, mesmo com algumas desvantagens técnicas, porque não tenho mais saco de ficar baixando sempre, depois ajeitando e passando pro dispositivo desejado. Ou então comprar um filme numa versão digital, sem perdas ou retirada de conteúdo se comparado com a mídia física. Só que esse primeiro é sabotado e o segundo eu pelo menos não vejo rolar.

Share this post


Link to post
Share on other sites

E eu acharia ótimo se todos eles criassem seus próprios NETFLIX, desde que esses não fossem restritos a residentes dos Estados Unidos ou que o valor pedido por eles não fosse absurdo se comparado ao Netflix.

 

você tem que levar em consideração, que em outros países, ainda, talvez, seja mais lucrativo para o Netflix e outras empresas vencerem primeiramente seus produtos a canais a cabo e seus respectivos compradores.

 

1) O Netflix já foi melhor no passado, mas com o tempo teve seu já parco catálogo cada vez mais limitado, por não renovarem com as produtoras ou rescindir contratos já acordados;

 

o catálogo da Netflix e rotativo. Ou seja, um produto que se encontra hoje no catálogo, pode deixar de fazer parte amanhã. e vice-versa

não sei qto tempo você acompanha o netflix e seu catálogo, mas posso afirmar e dados oficiais do acervo comprovam que o número continua aumentando.

 

2) Com o tempo essas mesmas produtoras vão tomar vergonha na cara e constatar que o público não quer mais depender eternamente de mídia física, locadoras... o futuro é virtual, é a internet, vamos colocar assim, e isso desde muito tempo, MAS só está se tornando mais evidente hoje que a velocidade das conexões melhorou.

 

concordo.

 

Aí que tá, quando é que essas barreiras ATUAIS serão transpostas? E o que eu falei da mídia física é um FATO, quem não acredita basta pegar as pesquisas que apontam queda no aluguel e especialmente da venda, mesmo nos EUA.

 

O que eu falei não se aplica somente aos vídeos, com livros é a mesmíssima coisa, hoje a gente tem um Kindle/iPAD, mas tem muita coisa ainda restrita só ao papel, e querem cobrar só alguns reais a menos na versão digital, além de empurrar restrição de cópia (o chamado DRM), que deu problema quando a Amazon, por exemplo, apagou remotamente livros vendidos:

http://abertoatedemadrugada.com/2009/07/amazon-apaga-livros-remotamente.html

 

Qualquer pessoa com QI 10 constata que o que a indústria do entretenimento quer, de todas as formas, é continuar escravizando as pessoas. E ninguém quer isso. Não tem a ver só com custos, mas inconveniências.

 

aí entra o fator negócio. isso vai acontecer do jeito que quem oferta quiser. A procura por determinados tipos de conteúdo é que define catálogos e acertos.

exemplo> a finada série smallville.... a temporada estreava em setembro nos EUA.... no brasil na WarnerChannel em março/abril... do ano seguinte.... e as vendas do boc/dvd ou aluguel nas locadoras lá em agosto. Então, isso sempre vai depender dos acordos comercias tratados.

Hoje isso não acontece mais... porque os canais sabem que se demorarem para exibir os episódios a galera baixa da internet e ponto.

Oq está acontecendo e não vai parar de crescer, é a possibilidade de você consumir este tipo de conteúdo qdo quiser. Tanto que o próprio indice de audiência americana incorporou aos seus números oq se assiste ao vivo, no site e dos que gravam par assistir mais tarde. Até números de pirataria eles tem.

Tanto que a netflix adquiriu a série Breaking Bad depois de ter informações que ainda hoje ela é uma das mais pirateadas.

 

Eu apóio o streaming, mesmo com algumas desvantagens técnicas, porque não tenho mais saco de ficar baixando sempre, depois ajeitando e passando pro dispositivo desejado. Ou então comprar um filme numa versão digital, sem perdas ou retirada de conteúdo se comparado com a mídia física. Só que esse primeiro é sabotado e o segundo eu pelo menos não vejo rolar.

 

justamente. Eu costumava baixar muita coisa. hoje em virtude do netflix e de outros serviços como o foxplay (para assistir Wayward pinnes) não preciso mais fazer isso. assisto qdo quiser ou rever oq quiser.

 

enfim, é melhor ter esta opção com todas as suas deficiências doq não ter. E o serviço é pago e opcional como qualquer outro, então compra quem quiser.

Share this post


Link to post
Share on other sites
********
você tem que levar em consideração, que em outros países, ainda, talvez, seja mais lucrativo para o Netflix e outras empresas vencerem primeiramente seus produtos a canais a cabo e seus respectivos compradores.
********
 
O que é mais lucrativo nunca é o mais prático e melhor. É sempre assim, e enquanto uma minoria pensar com o bolso, uma maioria irá optar por alternativas underground e minar a resistência destes primeiros.
 
As produtoras querem empurrar sempre algum sistema que já está ultrapassado, fadado ao esquecimento. Ou engessado, como é o caso da restrição por área, de cópia, de quais dispositivos podem tocar...
 
Lógico que por dificuldades técnicas nem todo mundo tem sequer sinal de internet, mas uma vez superado esse empecilho (internet que hoje é considerada até um direito humano pela ONU: http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2011/06/onu-afirma-que-acesso-internet-e-um-direito-humano.html) não faz sentido querer empurrar o sinal da TV.
 
Fazendo uma analogia eu posso dizer que não faz sentido querer assistir à Netflix já que a base instalada de tocadores de CD/DVD é bem maior.
 
Veja que por exemplo as TVs de hoje em dia tem internet embutida, algo impensável há 5, 10 anos, digo no sentido de ser difundido como hoje. Eu cheguei até a baixar um programa que funciona aos trancos e barrancos e me dá o sinal de canais de TV, no meu PC, mas deletei. Porque não vejo sentido numa programação fixa, em que os donos dos canais me dão na boquinha o que eles acham que eu devo consumir.
 
A graça da vida está na variedade, em você mesmo pesquisar e descobrir por conta própria o que é bom ou ruim, e isso não existe na TV e até mesmo na Netflix, se a gente parar pra pensar BEM.
 
Tá, a Netflix é 1.000x melhor e mais prática que a TV, mas não é 100% diferente dela, tal como água se comparado a vinho. Como eu adiantei, nos artigos linkados é dito que a locadora da sua esquina pode ter mais opções que a Netflix.
 
Óbvio que entre ir até uma locadora e ver pela Netflix eu não vou pensar duas vezes. Só que isso não significa (nem de longe) que o esquema da Netflix suplantou todo o resto, pelos motivos explicados.
 
************
o catálogo da Netflix e rotativo. Ou seja, um produto que se encontra hoje no catálogo, pode deixar de fazer parte amanhã. e vice-versa
não sei qto tempo você acompanha o netflix e seu catálogo, mas posso afirmar e dados oficiais do acervo comprovam que o número continua aumentando.
************
 
O catálogo deles aumenta, mas diminui ao mesmo tempo, ou seja, pra bom entendedor, fica na mesma. O segundo artigo que linkei diz isso:
 
*******
Essentially, Netflix cannot afford to buy the rights to all the movies you want to watch. They got pretty good deals back when they were small, precisely because they weren't yet much of a threat to the cable companies. Starz was willing to ink a deal to let Netflix carry its content because digital streaming to a few customers cost Starz nothing, and it even brought in some revenue. But when people started talking about using Netflix to drop cable, Starz was no longer willing to share its licenses -- at least, not unless Netflix paid Starz enough to replace the revenue it would lose. And the only way that this would work for Netflix is if you paid a lot more than $7.99 for your subscription.
******
 
Traduzindo: a Netflix não pode arcar com os direitos de exibir todos os filmes que você quer ver. Nem se a assinatura custasse muito mais. E quando eles eram "menores" tinham acordos ótimos, mas a partir do momento que se tornaram uma "ameaça" real e imediata que decretasse o fim de companhias de TV a cabo, a coisa desandou pra Netflix, e a Starz, por exemplo, não quis fazer acordo com a Netflix, não a menos que fossem compensadas as perdas (veja bem: as perdas!) que a Starz teria com a perda de assinantes, se arcassem com o PREJU deles.
 
E não só Startz, tem a Comcast, Time Warner, muitas outras tomando lá onde o Sol não bate, e o resultado é que muita, mas muita coisa MESMO fica de fora do catálogo da Netflix. E não me refiro àqueles títulos que entram e saem, e sim aqueles que você nunca viu por lá em momento algum (e só pra esclarecer, mesmo com lançamentos é assim).  :ph34r:
 
E vamos combinar, somente quem não é cinéfilo que pode achar a Netflix no mínimo BOA no quesito variedade. Já quem curte clássicos e especialmente filmes antigos vai cancelar no dia seguinte após pesquisar pelo que tem lá, atualmente.
 
Eu não vou mentir, ainda dou uma conferida porque sempre tem alguma coisa que você possa achar interessante, mesmo filmes não relativamente recentes ou algumas séries.
 
Só que nada que a Netflix ofereça se compara a entrar aqui:
 
Ver ali na lista LATEST REVIEWS o que está sendo lançado em qualidade HD e ou comprar a mídia física, alugar, ou simplesmente baixar. P0rra, é muita coisa que simplesmente não tem na Netflix e muito menos no Brasil. É algo tão vergonhoso que é completamente indefensável.
 
***********
justamente. Eu costumava baixar muita coisa. hoje em virtude do netflix e de outros serviços como o foxplay (para assistir Wayward pinnes) não preciso mais fazer isso. assisto qdo quiser ou rever oq quiser.
 
enfim, é melhor ter esta opção com todas as suas deficiências doq não ter. E o serviço é pago e opcional como qualquer outro, então compra quem quiser.
***********
 
Algumas coisas que eu melhoraria na Netflix seriam: fornecer legendas em inglês. Não é porque é voltado pra brasileiros que tem que eliminar a legenda NO IDIOMA ORIGINAL. Mesmo tendo conhecimento razoável de inglês eu não vejo filme sem legenda EM inglês, pra não perder algum termo específico. E dependendo do dispositivo, você só tem em português e não pode desligar.
 
Algumas legendas são mal-traduzidas (acho que a de Heroes deve ser assim) ou com sincronia meio ruim. Legenda é algo que tem que ser levado a sério, e na maioria das vezes não é.
 
Dublagem, pra quem gosta, poderiam colocar as antigas, não novas. Senão, qual a diferença do DVD/TV pra Netflix?
 
Não tem extras. Não só making of e outros, mas faixas como comentários em áudio e trilha isolada.
 
Poderia ter uma opção de comprar aquele conteúdo e impedir que saísse do catálogo deles pra sempre. Ficaria vinculado à sua conta, em algum servidor da Netflix. O valor pedido deveria ser menor que o da mídia física, claro, e você poderia escolher o que acompanhasse o título, por ex., com extras o preço seria maior, ou então pagando o mesmo valor da mídia física e recebendo o disco em casa, além de permanecer vinculado à conta NA Netflix.
 
Não ser restrito só a vídeos, mas todo tipo de obra audiovisual poderia pintar lá.
 
Poderia ter um meio de pausar o vídeo ao se clicar no meio, e voltar/avançar como se faz com o OPLAYERHDLITE (app do iPAD).
 
E quando falei restrições técnicas, não me referi somente a tudo isso citado anteriormente. Um Blu-ray quando convertido (sem perdas de qualidade na imagem/som) pra Matroska tem em média 20-40 GB só pro filme. 
 
Óbvio que quando você assiste a qualquer coisa da Netflix ela está comprimida e com perda de qualidade. Tanto que se compararmos esse arquivo convertido da mídia oficial e salvo no computador com a Netflix veremos que a Netflix tem perdas (é bom frisar isso pois quem assina pode achar que é 100% igual ao que teria se comprasse o Blu-ray, mas não é) até porque seria impossível transmitir na qualidade máxima pra tantas pessoas, e com arquivos tão grandes/pesados.

Se existisse uma opção de compra de cada coisa na Netflix, o arquivo poderia estar NESSA qualidade idêntica a da mídia original. Poderia não ter proteção de cópia, ou estar em mais de um formato pro consumidor (e tudo isso sem perdas, e sem DRM).
 
Enfim, tudo isso eu esperaria que rolasse, além do já citado incremento no acervo, que é o mais essencial e não vai acontecer de maneira expressiva.
 
Concordo que mesmo com TODAS essas deficiências é melhor que não ter, mas fica uma sensação de frustração pra quem esperava muito mais, que é meu caso. Não vou dizer que a fama da Netflix é imerecida, mas é fato que hoje o pessoal que usa internet se acomodou de uma forma, e quer sim tudo fácil e sem pensar, com essas ferramentas de redes sociais que terminam imbecilizando todo mundo (o Twitter pra mim é uma das piores).
 
Eu achava que era coisa de velho não querer ligar um PC, abrir um programa de torrent, visitar um site, pesquisar pelo título, catar a legenda, arrumar isso e aquilo... coisas que só dá pra fazer com um computador, celulares e tablets não serão sempre a salvação da lavoura. 
 
Mas a molecada de hoje em dia está cada vez pior.

Eu concordo que é um saco ter esse esforço, mesmo sendo moleza, porém, ou você se esforça, ou fica sem aquilo, e refém da Netflix ou de canais de TV.
 
Falando por mim, eu não assisto em qualquer dia da semana nem 1 minuto de TV. Todo meu uso é restrito à internet, com notícias é a mesmíssima coisa, não leio jornais também. E não é porque tenho banda larga, e sim porque aprendi inglês, tenho acesso a conteúdos mais interessantes, portais que expõem opiniões diversificadas, então me limitar ao Jornal Nacional ou qualquer outra modinha é impensável pra mim. Não é questão apenas de gosto, é também de liberdade.

Share this post


Link to post
Share on other sites

Bom, olha aí quem está atravancando o progresso, essa matéria não me deixa mentir:
http://noticiasdatv.uol.com.br/noticia/televisao/netflix-ja-fatura-mais-de-r-500-mi-e-vira-o-uber-da-tv-por-assinatura-8842

Se já está uma draga sem o DESgoverno taxando, imagina se resolverem taxar? E olhem que a mesmíssima coisa acontece fora do Brasil, não estão querendo puxar o tapete de serviços do tipo só por essas bandas, não.

Outro dia o presidente da GVT/Vivo disse isso do Whatsapp: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2015/08/1666187-whatsapp-e-pirataria-pura-afirma-presidente-da-vivo.shtml

Claro que é pirataria, claro que é concorrência desleal. Quem vai defender a alternativa que o povo quer e que dá menos lucros?

Se fôssemos depender destes magnatas, ainda estaríamos na idade da pedra lascada. É essa gente que mexe com TV que quer (ops, quer não, já estão) ferrar o Netflix.

Meu filho, quando as máquinas de escrever foram substituídas por computadores também muita gente ficou desempregada, também mataram uma galinha dos ovos de ouro. Mas vieram outras, é algo natural.

Sempre achei uma bela merd@ isso de pagar pra ter sinal de TV, e não entendia o motivo da internet não ter suplantado essa tecnologia véia ainda. 

Se paga muito caro, e o retorno é ridículo. 

A Netflix já tem esse feedback positivo, mesmo com severas limitações, imaginem se não tivesse restrição alguma.

É por conta das restrições que os piratas/downloads vão continuar sendo alternativas. É aquilo que eu disse, enquanto uma minoria que só pensa em dinheiro decidir os rumos da humanidade, não sairemos desse atoleiro.

Share this post


Link to post
Share on other sites

Fizeram esse ranking aqui das séries do NetFlix da pior pra melhor:

 

http://www.vulture.com/2015/08/netflix-original-series-ranked.html?utm_source=zergnet.com&utm_medium=referral&utm_campaign=zergnet_672335

 

 

Achei incrível colocarem Wet Hot American Summer em SEXTO! Quinze séries e essa me.rda tá em sexto?

 

Ele ficou na frente de House of Cards e Daredevil... Que ranking frouxo pelamor.

Share this post


Link to post
Share on other sites
O plano da Netflix para oferecer maior qualidade de vídeo com 20% menos dados
Por: Felipe Ventura
15 de dezembro de 2015 às 9:48
 
Netflix-na-tela-1260x710.jpg

 

 

Em horários de pico, a Netflix corresponde a 37% de todo o tráfego de internet na América do Norte. Por isso, a empresa criou uma nova abordagem para fazer streaming de toda a sua programação: os vídeos carregam mais rápido e diminuem o impacto na sua conexão.

>>> Tecnologia do Google aumenta qualidade de vídeos no YouTube em conexões ruins

O catálogo da Netflix ocupa mais de 3 petabytes de armazenamento na nuvem, porque é preciso codificar cada filme oferecido em mais de cem formatos diferentes, levando em conta várias taxas de bits, faixas de áudio, e os mil dispositivos suportados.

Segundo a Variety, cada vídeo era codificado da mesma forma, incluindo uma versão 320 x 240 para conexões bem lentas; outro vídeo em HD; e uma versão com bitrate de 5.800 kbps e resolução Full-HD.

Isso é problemático porque determinados vídeos não precisam de uma taxa de bits tão alta. “Você não deve atribuir a mesma quantidade de bits para My Little Pony e para Os Vingadores“, diz Anne Aaron, gerente de algoritmos de vídeo na Netflix.

Os Vingadores tem sequências de ação cheias de “ruído” na tela, como explosões, lutas em ritmo acelerado e planos de fundo detalhados – e portanto requer mais dados.

Enquanto isso, o desenho animado My Little Pony consiste em grandes áreas de uma só cor, como um céu no mesmo tom de azul – assim, dá para economizar dados ao codificá-lo. É possível transmitir My Little Pony em Full-HD a uma taxa de bits de apenas 1.500 kbps sem ninguém notar a diferença.

Claro, a nova técnica da Netflix não é útil apenas para desenhos animados. A Variety participou de um teste na sede da empresa, em que dois episódios de Orange is the New Black passavam em Full-HD em duas TVs lado a lado.

Uma delas estava usando o bitrate antigo (5.800 kbps) enquanto a outra transmitia a uma qualidade menor (4.640 kbps) – no entanto, a qualidade de imagem era praticamente igual. Isso representa uma economia de 20% no consumo de dados.

Como a Netflix vai decidir o bitrate ideal para cada vídeo? A empresa não revela detalhes técnicos, mas diz que cada título do catálogo é analisado individualmente de forma automática por sistemas criados em parceria com três universidades.

A Netflix diz que quer estar presente em todos os países do mundo até o final de 2016. Chegar a usuários de telefonia móvel na Índia e na África Subsaariana é muito mais difícil sem um plano de codificação como este.

A equipe de algoritmos quer recodificar todo o catálogo até o primeiro trimestre de 2016. Este novo esquema já vem sendo testado há alguns meses; os usuários são escolhidos aleatoriamente. Para você, isso significa assistir Jessica Jones em boa definição, independentemente de sua conexão de internet.

[Variety]

Share this post


Link to post
Share on other sites

Create an account or sign in to comment

You need to be a member in order to leave a comment

Create an account

Sign up for a new account in our community. It's easy!

Register a new account

Sign in

Already have an account? Sign in here.

Sign In Now

×