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Jailcante

Gotham

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Realmente, Gotham tá conseguindo se sustentar e equilibrar muito bem o seu lado "procedural" e o "arco principal" em conjunto...

 

Uma coisa que gostei bastante nesse episódio foi a participação do Nygma... Cada vez menos forçada e mais natural... E dá para sentir, que o tratamento que ele recebe dos "companheiros" pode ser mais um pouco de combustivel em seu caminho rumo ao "Charada"... Eu ficaria cada vez mais puto se fosse tratado da maneira que ele é (mesmo sendo inconveniente)...

 

Adoro os momentos "treinamento" do pequeno Mestre Bruce... Tudo muito inocente e bobinho, mas que ganha contornos cada vez mais sério no decorrer do tempo... Afinal, para ser um Batman, não é com um pouco tempo de treinamento que se consegue chegar lá... 

 

A Selina foi mais natural nesse episódio, aparecendo como personagem e não como "easter egg testemunha"...

 

Esse lance da Barbara me incomoda um pouco, foi corajoso aquele final, ainda mais por se tratar de TV Aberta americana... Mas esse lance dela e do Gordon... Me incomoda... Só interessa pelo lado "efeito no Gordon" prq a personagem em si é totalmente descartavel... Pelo menos para mim...

 

O Harvey eu achei bem diferente do que já tinha visto... achava que sua revolta e personalidade tinham decorrido de sua deformação, não algo pre-existente... Sabia do lance da moeda, mas não essa "bipolaridade"... Foi interessante...

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maizá Alfred !!!!

 

 Pois é GILSONDEE, esse com certeza é o Alfred mais fodão visto fora das Hqs. E faz todo o sentido que ele saiba lutar e atirar, já que Alfred foi um espião inglês antes de seguir a carreira da família, sim, Alfred vêm de uma longa linhagem de mordomos.

 

 

 

Esse lance da Barbara me incomoda um pouco, foi corajoso aquele final, ainda mais por se tratar de TV Aberta americana... Mas esse lance dela e do Gordon... Me incomoda... Só interessa pelo lado "efeito no Gordon" prq a personagem em si é totalmente descartavel... Pelo menos para mim...

 

 

  Também me incomodou. Como você, achei super corajoso pra TV aberta americana, e quando a ideia foi apresentada, gostei do fato da Barbara ser apresentada como bissexual (ela é uma personagem que oferece muita liberdade, já que pouco foi dito sobre ela nas Hqs). Mas ela passa quatro ou cinco episódios querendo que o Gordon seja honesto com ela, e quando ele finalmente faz isso e ela tem que segurar o rojão, foge na primeira oportunidade.

 

 Por um lado, faz sentido, já que nas Hqs, Barbara deixou Jim pelos mesmos motivos (claro que bem mais tarde), mas ela abandona o Gordon, que é um policial honesto de Gotham (que é um risco) pra pular na cama de outra policial honesta? Não faz muito sentido. Tá certo que a Montoya não se arrisca tanto quanto o Gordon, mas ela se arrisca. Então, não faz muito sentido.

 

 Eu não teria problemas que Barbara abandonasse Jim de vez agora (ou morresse, tanto faz) mesmo que difira bastante das Hqs. Por que a personagem não tá rendendo.

 

 Mas SAGA STARK, o que você achou do desenvolvimento da Selina neste ultimo eo? Achei muito legal, pois ao mesmo tempo que valorizou o lado dela ser uma garota das ruas (quando ela zoa dos treinamentos do Bruce), mostrou também que ela não é uma mini adulta, mas uma criança, ao alimentar todas aquelas fantasias sobre a mãe. Curti muito esse equilíbrio que deram a personagem.

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Nas Hqs, Elliot foi amigo de infância de Bruce e já se mostrava um estrategista brilhante. Mas por uma série de razões, Elliot acaba desenvolvendo uma inveja e ódio mortal de Bruce. Poderiam ter desenvolvido a amizade dos dois, com o pai do Elliot sendo um dos acionistas envolvido na maracutaia das Empresas Wayne, e a exposição disso pelo Bruce e pelo Gordon disparariam o ódio que Elliot sente do Bruce, provocando o afastamento e criando a semente para a sua transformação em Silêncio. Mas aqui, Elliot foi só um garoto que faz Bullyng, desperdício de um bom personagem.

 

Questão, mas o que faz vc acreditar que essa trajetória (ou boa parte dela) fica impedida de ocorrer?

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 Visto o 1x10

 

 LOVECRAFT foi uma ótima Mid Season com ação e suspense, colocando a série num rumo diferente e promissor, e deixando alguns mistérios no ar. Dent não foi tão bom em guardar as informações que Gordon lhe deu, e vazou o nome do detetive como estando ligado a testemunha. Foi o bastante para que assassinos profissionais localizassem Selina na Mansão Wayne. Vimos o quão bad ass essa versão do Alfred é, conseguindo atrasar os assassinos, dando o tempo necessário para que Bruce e Selina conseguissem escapar.

 

 No núcleo mafia, Falcone está cada vez mais desconfiado de que há alguém armando pra ele. Inicialmente ele pensa que Cobblebot o traiu para Maroni, mas o Pínguim dá a volta no velho, e planta na cabeça dele a ideia de que há um espião bem próximo dele.. Mesmo sabendo quem é, o Pinguim guarda a informação para sí, já que como ele esclarece ao seu capanga "Timing é tudo". A consequência disso foi uma ótima cena no melhor estilo "OS INTOCÁVEIS", em que Falcone mata um associado durante um almoço.

 

 Foi muito bom ver Bruce e Alfred separadamente nas ruas de Gotham foi bacana, os aliviando um pouco do ambiente da Mansão Wayne. Bruce e Selina ensaiaram o seu famoso jogo de "gato e rato", com Selina fugindo de Bruce para mante-lo seguro, e ele a perseguindo, o que rendeu o seu primeiro "salto entre os prédios". Foi longe de ser perfeito, mas nada mal pra um iniciante. Foi legal também ver Bruce e Selina no ponto de encontro das crianças de rua, onde tivemos o rápido retorno da jovem Ivy, e descobrimos que ela ficou orfã de mãe também, pois esta cortou os pulsos. Ela inclusive conhece Selina. Foi engraçado ver Selina afastando Bruce de Ivy, parecendo estar com ciumes.

 

  Já Alfred fez uma inusitada e divertida parceria com Bullock. O interrogatório do amigo de Selina foi engraçado, com Bullock puto da cara com o mordomo, que ficava oferecendo dinheiro para o garoto, enquanto Bullock tentava assusta-lo. A visita dos dois ao clube de Fish também foi muito legal, onde Alfred mostrou mais uma vez o quanto é foda ao dominar com facilidade o Butch.

 

 O romance teen de Bruce e Selina teve um desfecho bacana. Deu pra sacar a influência que um gerou no outro, com um Bruce um pouco menos inocente e uma Selina mais "Nice". Claro que não podia terminar de outro jeito que não fosse com o primeiro (dos muitos) beijos que esses dois vão trocar. Foi um arco legal de acompanhar, formando a base para o eterno amor bandido desses dois, e humanizando a Selina, que é sim uma boa pessoa, mas é uma sobrevivente em primeiro lugar.

 

  Quem se ferrou muito nesse episódio foi o Gordon. Ele conseguiu encontrar o Lovecraft, só pra descobrir que não foi ele quem encomendou os assassinatos, e que os assassinos também estão atrás dele. Gordon não só não consegue ouvir a informação que Lovecraft tinha para lhe dar, como leva uma surra da líder dos assassinos, que mata Lovecraft com a arma do detetive. Jim se ferrou tanto, que ao fim do episódio é rebaixado de detetive para guarda de segurança do recentemente reaberto Asilo Arkham. Foi bem poderosa a cena final do episódio, com Jim entrando no terreno do Arkham, e os famosos portões do Asilo se fechando atrás dele.

 

  Mostrou também que esta versão do Harvey é um pouquinho mais mal caráter e preocupado com a carreira do que suas versões anteriores. Afinal, suas decisões não apenas colocaram as crianças em risco, como também causaram a morte de uma testemunha valiosa que era o Lovecraft. Isso sem falar que o Dent não se esforçou muito pra impedir que Gordon levasse toda a culpa

 

 Pior que a cabeça de Selina continua a premio (e quero ver como a jovem ladra vai fazer pra tentar se livrar dessa, ainda mais agora com Gordon fora da polícia) e não sabemos quem é o mandante. Mas pelo que Lovecraft disse, tem a ver com a corrupção dentro das Empresas Wayne, o que deixa subentendido que o assassinato dos Wayne não foi um assalto aleatório como nas Hqs (mudança que me sinto pronto pra aceitar, desde que bem feita).

 

 Quanto a Gordon como guarda de segurança do Arkham, foi um desvio legal do cânone (onde Jim nunca trabalhou no Arkham) e quero ver o que vai sair dai. Só me pergunto se com isso o DPGC não vai perder a importância, pelo menos por alguns episódios. Afinal, o protagonista não trabalha mais lá. Mas aposto que Gordon volta para o DPGC antes do fim da primeira temporada.

 

PS: Barbara nem é citada, por que acho que ninguém se importa muito mesmo.

 

 Agora, um mês de espera até que a série retorne do hiato em Janeiro :angry:

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No vídeo, Carter conversa com o cara de óculos. O ator que interpreta o cara de óculos usa um estilo que seria muito bem vindo no Edward Nigma, aquele da série da Warner. Em "Gotham", as atuações são propositalmente mais caricatas, deixando muito escrachada e exagerada, às vezes, a intenção de transmitir o esteriótipo, com pouca sutileza. Mas, no caso do Nigma, o estilo usado pelo ator do vídeo acima seria mais adequado, na minha opinião.

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No vídeo, Carter conversa com o cara de óculos. O ator que interpreta o cara de óculos usa um estilo que seria muito bem vindo no Edward Nigma, aquele da série da Warner. Em "Gotham", as atuações são propositalmente mais caricatas, deixando muito escrachada e exagerada, às vezes, a intenção de transmitir o esteriótipo, com pouca sutileza. Mas, no caso do Nigma, o estilo usado pelo ator do vídeo acima seria mais adequado, na minha opinião.

 

cara eu acompanho as duas séries.

mas acredito que Gotham num todo seja mais caricata.

já agents of Shield, principalmente este núcleo da Hydra e dos inumanos está muito bom mesmo.

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 Discordo PRIMO. Acho que apesar de estar excessivo no começo, o ator que faz o Edward Nygma na série achou o tom certo para o personagem (o que se aplica praticamente a todo o resto do elenco). Pessoalmente adorei a cena dele reconstruindo a bomba enquanto ouve um programa de charadas no episódio do cara das bombas.

 

  O cara no vídeo que você postou de AGENTS OF SHIELD (e não AGENT CARTER pois era um flashback :D ) parece totalmente confiante em sua inteligência e em si mesmo, algo diferente da proposta que GOTHAM tem para o Nygma.

 

 Em GOTHAM, o Nygma é um cara sim totalmente confiante em sua inteligência, mas não em si mesmo. O tempo todo ele faz questão de mostrar para os outros o quanto é esperto, lembrando um pouco até o Sheldon de THE BIG BANG THEORY. Sabemos que essa obsessão em mostrar a sua inteligência faz parte da compulsão do personagem, mas mostra um pouco de falta de confiança em si mesmo, já que o tempo todo o vemos querer socializar e ser aceito por seus colegas. O Nygma não percebe que é inconveniente. Por isso não acho que o estilo de "acting" usado pelo ator na cena de AGENTS OF SHIELD seria o mais adequado no momento, pois vai contra a proposta que a série apresentou para o personagem, e até mesmo contra a proposta da própria série. Talvez num futuro, com um Nygma mais confiante em si mesmo, e menos preocupado com as pessoas ao seu redor, esse estilo mais "sutil" se encaixe melhor. Mas na minha opinião, não é o momento.

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vai contra a proposta que a série apresentou para o personagem, e até mesmo contra a proposta da própria série

 

Não me refiro à escolha das características do personagem, Questão. Refiro-me à forma como tais características são mostradas pelo Cory Michael Smith, com uma atuação que aumenta a chance de retirada de parte do público (eu incluso, e você, não) da inserção fílmica. Por isso escrevi "deixando muito escrachada e exagerada, às vezes, a intenção de transmitir o esteriótipo, com pouca sutileza". O personagem que conversa com a agente Carter lembra o Nigma por conta de algumas características físicas e também pelo mais que aparente orgulho, forçado ou não, de ser o que é de dizer o que diz, mas isso é transmitido ao espectador, na tal cena, de forma mais sutil, sem gritar a intenção. Aqui estou avaliando os diferentes modos disponíveis ao diretor na hora de transmitir determinada característica. Logo, uma questão de escolha pós definição do personagem. Ainda não assisti ao episódio citado, das bombas, mas torço para enxergar essa evolução que, segundo você, a atuação do Smith apresenta.

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Não me refiro à escolha das características do personagem, Questão. 

 

 

Mas não é um fator irrelevante na sua analise. As características do personagem influenciam a atuação.

 

 

Refiro-me à forma como tais características são mostradas pelo Cory Michael Smith, com uma atuação que aumenta a chance de retirada de parte do público (eu incluso, e você, não) da inserção fílmica. 

 

 Qual seria a nossa diferença, PRIMO?

 

. O personagem que conversa com a agente Carter lembra o Nigma por conta de algumas características físicas e também pelo mais que aparente orgulho, forçado ou não, de ser o que é de dizer o que diz, mas isso é transmitido ao espectador, na tal cena, de forma mais sutil, sem gritar a intenção.

 

  Mas as diferenças entre este personagem e o do Nygma em GOTHAM são claras, como falei no post anterior, e aqui entra a intenção, que algumas vezes sim, interfere na forma de transmissão. Lembrando que GOTHAM não tem a intenção de ser sutil.

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Não ser sutil é uma característica da série, com certeza. O problema, dentro dos meus critérios, ocorre apenas quando a aplicação passa da linha e afeta a inserção, ou seja, quando fica comprometida a "verdade" que a atuação/direção de atores precisa passar. A diferença entre a forma como eu recebo e a forma como você recebe talvez seja apenas a expectativa de cada um! Sobre as características do personagem: elas influenciam diretamente na atuação, mas existem formas diversas de aplicar. Eu defendo o uso de uma forma que passe verdade não apenas para "você", mas também para "mim".

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 Discordo totalmente GILSONDEE. Bruce, Selina e Alfred cresceram um monte nestes últimos episódios. Alfred mostrou o quão fodão ele é. E foi muito legal ver Bruce e Selina pelas ruas de Gotham. Acho que a relação e a evolução da relação de Bruce e Selina foi tratada de forma bastante natural e cativante, sem cair no piegas. Em resumo, achei o foco no núcleo Wayne e na Selina a melhor coisa do 1x10.

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 Discordo totalmente GILSONDEE. Bruce, Selina e Alfred cresceram um monte nestes últimos episódios. Alfred mostrou o quão fodão ele é. E foi muito legal ver Bruce e Selina pelas ruas de Gotham. Acho que a relação e a evolução da relação de Bruce e Selina foi tratada de forma bastante natural e cativante, sem cair no piegas. Em resumo, achei o foco no núcleo Wayne e na Selina a melhor coisa do 1x10.

 

Querido Questão, para o seu gosto talvez esse episódio foi bom, mas para o meu ganhou talvez só da versão de João e Maria do RaTimBum.  :) 

é que você é fã, Dcnete, então você vê as as coisas de um jeito diferente, vê com o coração.

 

abraço!

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 GILSONDEE, em primeiro lugar, o termo correto não é DCnete, é DCnauta.

 

 E não, eu não vejo as coisas de um jeito diferente. Não vejo com "O Coração". Não questione o meu senso crítico só por que ele não bate com o seu. Afinal, achei FLASH, ARROW e CONSTANTINE bem ruins, e todos são da DC. Em vez de questionar o senso crítico alheio, podia tentar argumentar, mas... Esquece.

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 GILSONDEE, em primeiro lugar, o termo correto não é DCnete, é DCnauta.

 

 E não, eu não vejo as coisas de um jeito diferente. Não vejo com "O Coração". Não questione o meu senso crítico só por que ele não bate com o seu. Afinal, achei FLASH, ARROW e CONSTANTINE bem ruins, e todos são da DC. Em vez de questionar o senso crítico alheio, podia tentar argumentar, mas... Esquece.

 

MARVETE, MARVENAUTA, DCNETE E DCNAUTA.

 

e para mim vc sempre tem que ter a razão.

 

abraço do MARVETE!

 

DCNETE!   :D  :D  :D  :D  :D  :D  :D  :D  :D

 

agora sério:

Eu acho que vc esta redondamente errado. DCnauta é quem acompanha a DC na internet, vem de internauta. E DCnet é mais correto, pois é similar a marvet. E depois, eu chamo do jeito que eu quiser

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Nono episódio visto, o "Harvey Dent".


 


A série está melhorando, não tenho duvidas. As relações Selina - Bruce e Alfred - Bruce me emocionaram, de verdade, tanto que até fiz cara feia quando o Oswald Cobblepot aparecia. O ator que interpreta o Gordon ainda parece ter alguns probleminhas mentais, e o personagem Bullock anda apagado, com uma mudança de postura em relação ao Gordon de motivações insuficientemente abordadas. Achei sensacional a proposta de colocar o bandido das bombas como vítima. Igualmente sensacional a atuação do cara que faz o irmão dele. Muito bom! Segura esse cara, Warner. A chegada da galera em Arkham foi muito subaproveitada. Teria que ser bem mais épica, diante de sua importância, mas a cena ficou quase que "jogada" na tela. A empatia minha com Bruce ganhou escalas gigantescas a partir desse episódio.


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 GILSONDEE, quando você deixar de falar "do jeito que quiser", e começar a usar argumentos, voltamos a discutir. Detalhe, também sou Marvete, e o termo DCnauta é usado desde a década de 80, então...

 

  PRIMO, a questão do Bullock é um pouco complicada. No 1x06, vimos que ele já foi como Gordon no passado, um idealista. No 1x07, vimos ele se unir ao Gordon pra prender o Falcone, meio que na vibe "Tá no inferno, abraça o capeta". Mas depois houve uma mudança abrupta dele em relação ao Gordon mesmo. Quero dizer, entendo que a atitude de Jim de enfrentar o sistema sozinho deve ter inspirado o Bullock e despertado um pouco do "policial idealista" que ele já foi. Mas isso não chegou a ser explorado. Não sei se foi medo do didatismo excessivo, mas faltou alguma coisa mesmo.

 

  Mas PRIMO, por que você curtiu tanto o desenvolvimento do núcleo "Mansão Wayne" neste episódio?

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Não sei ao certo, mas vi algo singelo que foi explorado de forma singela, com cautela e base, sem didatismo. Algo bonito de ser visto, que mexeu com algo familiar: a luta de todos nós por encontrar um lugar após épocas turbulentas. Vi ali uma reunião de iguais, mas que não foi jogada na tela de forma abrupta. Foi tratada com leveza e respeito.

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 GILSONDEE, quando você deixar de falar "do jeito que quiser", e começar a usar argumentos, voltamos a discutir. Detalhe, também sou Marvete, e o termo DCnauta é usado desde a década de 80, então...

 

  PRIMO, a questão do Bullock é um pouco complicada. No 1x06, vimos que ele já foi como Gordon no passado, um idealista. No 1x07, vimos ele se unir ao Gordon pra prender o Falcone, meio que na vibe "Tá no inferno, abraça o capeta". Mas depois houve uma mudança abrupta dele em relação ao Gordon mesmo. Quero dizer, entendo que a atitude de Jim de enfrentar o sistema sozinho deve ter inspirado o Bullock e despertado um pouco do "policial idealista" que ele já foi. Mas isso não chegou a ser explorado. Não sei se foi medo do didatismo excessivo, mas faltou alguma coisa mesmo.

 

  Mas PRIMO, por que você curtiu tanto o desenvolvimento do núcleo "Mansão Wayne" neste episódio?

 

com você é sempre assim, não pode ser contrariado nunca...

 

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