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Capitão América - Guerra Civil

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Paul Bettany e Chadwick Boseman falam sobre os trajes de Visão e Pantera Negra

Em entrevista ao CinemaBlend, os atores Paul Bettany e Chadwick Boseman, que interpretam o Visão e o Pantera Negra em Capitão América: Guerra Civil, falaram sobre a dificuldade apresentada pelos trajes dos personagens.
“Cada vez que eles adicionavam alguma nova parte da roupa eu ficara ‘hey, mas isso vai fazer ficar difícil respirar!'”, brincou Boseman. “E daí eu tinha que conversar com o coordenador dos dublês para aprender a respirar dentro do traje, e eles sempre diziam ‘agora que você está vestido, você precisa ir para o seu espaço zen'”.
A dica de meditação também funcionou para Paul Bettany, o Visão, que confessou estar exausto em menos de uma semana de filmagens. “Você tem que meditar, e francamente, quando eu meditava, eu pensava na longa fila de atores que dariam tudo para estar na minha posição”, riu. “Você se lembra do quão sortudo você é, mas não dá para negar que é desconfortável e desafiador, num sentido físico e emocional”.

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uma critica "negativa"...deu 3/5  :rolleyes:

A Marvel sem dúvida nenhuma vem dominando o mercado de filmes blockbusters. Com seu gigantesco universo compartilhado, cada longa é uma expectativa de como os novos heróis apresentados na última fase da Marvel se encontrarão com os outros Vingadores e quais serão as novas figuras introduzidas nessa trama que renderá muitas histórias ao mundo dos super-heróis e só por isso este filme seria um tremendo chamariz, mas a Marvel é muito mais inteligente para apostar apenas nesse fator.
Junto com a Disney, o estúdio conseguiu chegar a uma fórmula que consegue agradar praticamente todos, apostando em tramas que buscam ser mais fiéis possíveis aos quadrinhos, assim como visuais idênticos ou bem parecidos com os das HQs e recheia todo o filme com easter eggs e sacadas para fãs, os famosos fan services, que são deleite para o público, e o principal, os filmes com o selo Marvel transitam da comédia a ação, a fim de construir narrativas na qual a leveza seja seu principal elemento, transformando qualquer narrativa em um agrado cinematográfico.
E esta questão chama bastante atenção em relação ao novo filme do Capitão América, que dá início a esperada Guerra Civil que coloca em lados opostos os famosos Vingadores e também em cheque todos os ideais e forças daqueles heróis. Assim, em Capitão América: Guerra Civil parece haver uma dramaticidade intrínseca a sua narrativa, mas que os realizadores preferem diluir nas inúmeras tiradas cômicas que compõem o longa, e nesse sentido fica uma sensação de que os fatos nunca são tão pesados ou dramáticos como deveriam ser.
O longa tem início com mais uma missão do grupo de heróis que acaba em tragédia por um incidente com a Feiticeira Escarlate, fato que reverbera os ocorridos nos diversos outros filmes do universo Marvel, na qual as inúmeras batalhas destruíram cidades por completas e provavelmente houveram muitas perdas humanas. Dessa forma, a premissa de dar uma nova dimensão a esses fatos heroicos é extremamente interessante, colocar em dúvida o que o heroísmo realmente gerou. No entanto, logo nessa primeira sequência fica evidente certa dificuldade dos irmãos Russo (os diretores do filme) em colocar uma dimensão mais profunda para aquelas situações, nesse primeiro momento há mais momentos de leveza do que de drama, o que gera nesse primeiro questionamento aos Vingadores certo sentimento de anestesia, como se o espectador não visse a dor que aqueles heróis infelizmente cometeram.
E talvez por essa veia cômica que vem dos dois realizadores, ambos foram responsáveis por diversos episódios de Community e dirigiram algumas comédias, esse lado cômica ganha uma grande importância na projeção, são mais do que alívios cômicos, eles são fundamentais para a construção da dinâmica entre os personagens. Por exemplo, o caso do Peter Park/Homem-Aranha, que nasce como um personagem calcado no humor, pela diferença de idade em relação aos outros heróis e por conter um ar mais adolescente, acrescenta quase que por natureza esse timing cômico a todos os seus momentos – o que revela que o querido Aranha terá um grande espaço nesse novo universo. E os irmãos Russo são tão hábeis nesse sentido que o elenco todo transforma-se num eficiente time de humoristas, no melhor dos sentidos, as sacadas surgem entre eles de maneira bastante espontânea em diálogos engraçados que não parecem premeditados, o que faz de Guerra Civil um filme bastante divertido.
E aí reside um pouco daquela problemática ressaltada há pouco. No momento clímax do filme, a batalha entre os heróis, a polaridade total, que toma conta não só das telas, mas também da realidade atual, é tratada de forma quase banal por causa dessa leveza excessiva. Uma luta em que os mocinhos colocam em risco suas próprias vidas, mas que entre os socos e os golpes, as piadas são proferidas, o filme não escolhe seu lado, no entanto, parece se divertir com aquela batalha campal. Os heróis colocam em risco a sua própria vida, os heróis caem na tentação da vingança, os heróis não conseguem respeitar as diferenças, mas o cinema ri, diverte-se e vibra. Capitão América: Guerra Civil não consegue dar um passo adiante e provocar um pensamento em torno daquela guerra que já é perdida.
Talvez, após esses acontecimentos, o filme siga por um caminho mais interessante, uma busca pelos verdadeiros responsáveis, um pensamento reconciliatório muito mais complexo que uma simples briga, o que gera uma sequência final mais perspicaz e muito simbólica, exatamente sobre as consequências dessa polarização. Mas nesse terceiro ato que busca algo a mais, revela-se também um certo descuido com o principal vilão do filme, que manipula a todos, mas que o longa parece não estar preocupado com ele, revelando muito tarde e de maneira pouco convincente suas motivações o que faz parecer que o antagonista não representa toda ameaça que o longa julga ter.
Com isso, é inegável que Capitão América: Guerra Civil seja um filme divertido, agradável de assistir, um entretenimento de primeira grandeza. Mas que dificilmente consegue dar uma dimensão a mais a sua narrativa, a dramaticidade dos eventos da Guerra Civil se diluem na comédia dos irmãos Russo, que poderiam realizar um longa muito mais marcante.
Por Giovanni Rizzo -  25/04/2016

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uma critica "negativa"...deu 3/5  :rolleyes:

A Marvel sem dúvida nenhuma vem dominando o mercado de filmes blockbusters. Com seu gigantesco universo compartilhado, cada longa é uma expectativa de como os novos heróis apresentados na última fase da Marvel se encontrarão com os outros Vingadores e quais serão as novas figuras introduzidas nessa trama que renderá muitas histórias ao mundo dos super-heróis e só por isso este filme seria um tremendo chamariz, mas a Marvel é muito mais inteligente para apostar apenas nesse fator.
Junto com a Disney, o estúdio conseguiu chegar a uma fórmula que consegue agradar praticamente todos, apostando em tramas que buscam ser mais fiéis possíveis aos quadrinhos, assim como visuais idênticos ou bem parecidos com os das HQs e recheia todo o filme com easter eggs e sacadas para fãs, os famosos fan services, que são deleite para o público, e o principal, os filmes com o selo Marvel transitam da comédia a ação, a fim de construir narrativas na qual a leveza seja seu principal elemento, transformando qualquer narrativa em um agrado cinematográfico.
E esta questão chama bastante atenção em relação ao novo filme do Capitão América, que dá início a esperada Guerra Civil que coloca em lados opostos os famosos Vingadores e também em cheque todos os ideais e forças daqueles heróis. Assim, em Capitão América: Guerra Civil parece haver uma dramaticidade intrínseca a sua narrativa, mas que os realizadores preferem diluir nas inúmeras tiradas cômicas que compõem o longa, e nesse sentido fica uma sensação de que os fatos nunca são tão pesados ou dramáticos como deveriam ser.
O longa tem início com mais uma missão do grupo de heróis que acaba em tragédia por um incidente com a Feiticeira Escarlate, fato que reverbera os ocorridos nos diversos outros filmes do universo Marvel, na qual as inúmeras batalhas destruíram cidades por completas e provavelmente houveram muitas perdas humanas. Dessa forma, a premissa de dar uma nova dimensão a esses fatos heroicos é extremamente interessante, colocar em dúvida o que o heroísmo realmente gerou. No entanto, logo nessa primeira sequência fica evidente certa dificuldade dos irmãos Russo (os diretores do filme) em colocar uma dimensão mais profunda para aquelas situações, nesse primeiro momento há mais momentos de leveza do que de drama, o que gera nesse primeiro questionamento aos Vingadores certo sentimento de anestesia, como se o espectador não visse a dor que aqueles heróis infelizmente cometeram.
E talvez por essa veia cômica que vem dos dois realizadores, ambos foram responsáveis por diversos episódios de Community e dirigiram algumas comédias, esse lado cômica ganha uma grande importância na projeção, são mais do que alívios cômicos, eles são fundamentais para a construção da dinâmica entre os personagens. Por exemplo, o caso do Peter Park/Homem-Aranha, que nasce como um personagem calcado no humor, pela diferença de idade em relação aos outros heróis e por conter um ar mais adolescente, acrescenta quase que por natureza esse timing cômico a todos os seus momentos – o que revela que o querido Aranha terá um grande espaço nesse novo universo. E os irmãos Russo são tão hábeis nesse sentido que o elenco todo transforma-se num eficiente time de humoristas, no melhor dos sentidos, as sacadas surgem entre eles de maneira bastante espontânea em diálogos engraçados que não parecem premeditados, o que faz de Guerra Civil um filme bastante divertido.
E aí reside um pouco daquela problemática ressaltada há pouco. No momento clímax do filme, a batalha entre os heróis, a polaridade total, que toma conta não só das telas, mas também da realidade atual, é tratada de forma quase banal por causa dessa leveza excessiva. Uma luta em que os mocinhos colocam em risco suas próprias vidas, mas que entre os socos e os golpes, as piadas são proferidas, o filme não escolhe seu lado, no entanto, parece se divertir com aquela batalha campal. Os heróis colocam em risco a sua própria vida, os heróis caem na tentação da vingança, os heróis não conseguem respeitar as diferenças, mas o cinema ri, diverte-se e vibra. Capitão América: Guerra Civil não consegue dar um passo adiante e provocar um pensamento em torno daquela guerra que já é perdida.
Talvez, após esses acontecimentos, o filme siga por um caminho mais interessante, uma busca pelos verdadeiros responsáveis, um pensamento reconciliatório muito mais complexo que uma simples briga, o que gera uma sequência final mais perspicaz e muito simbólica, exatamente sobre as consequências dessa polarização. Mas nesse terceiro ato que busca algo a mais, revela-se também um certo descuido com o principal vilão do filme, que manipula a todos, mas que o longa parece não estar preocupado com ele, revelando muito tarde e de maneira pouco convincente suas motivações o que faz parecer que o antagonista não representa toda ameaça que o longa julga ter.
Com isso, é inegável que Capitão América: Guerra Civil seja um filme divertido, agradável de assistir, um entretenimento de primeira grandeza. Mas que dificilmente consegue dar uma dimensão a mais a sua narrativa, a dramaticidade dos eventos da Guerra Civil se diluem na comédia dos irmãos Russo, que poderiam realizar um longa muito mais marcante.
Por Giovanni Rizzo -  25/04/2016

 

 

Reclamando do humor. Creio que esse cidadão não assistiu NENHUM filme da Marvel... Pegou o bonde andando. rsrsrs

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WTF? :o  :rolleyes:

Elenco fala de momentos engraçados no set e cena de Tony Stark com Tia May

Os atores de Capitão América: Guerra Civil, junto aos diretores Anthony e Joe Russo e ao produtor Kevin Fiege, estiveram no Twitter respondendo questões dos fãs para promover o filme.
Em meio as respostas, Fiege deixou escapar que o momento mais engraçado das filmagens veio em uma cena entre o Homem de Ferro e a Tia May, dizendo: “O momento mais divertido foi ver de quantas formas Robert Downey Jr conseguia se engasgar com o bolo da Tia May na cena que ele tem com Peter”.
Os Irmãos Russo creditaram as improvisações de Paul Rudd, o Homem-Formiga, como as maiores causadoras de risadas no set, enquanto Elizabeth Olsen, a Feiticeira Escarlate, disse que Anthony Mackie (o Falcão) era o palhaço do grupo.
Chris Evans ainda falou sobre a tristeza de se barbear para poder interpretar Steve Rogers (o ator prefere manter um visual barbudo quando não está filmando), e apontou Jeremy Renner como o membro dos Vingadores que se daria melhor em um karaoke. “Você ja ouviu ele cantar? Ele vai te impressionar, não estou brincando”, disse.
Por fim, Paul Bettany comentou sobre as dificuldades do traje do Visão, dizendo que não poderia fazer lanches ou ir ao banheiro no meio das filmagens, ou tudo precisaria parar por pelo menos 45 minutos.

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Diretores contam como Batman vs Superman ajudou a Marvel a ousar no novo filme

Os Irmãos Russo contaram em entrevista ao The Hollywood Reporter que Batman vs Superman foi como um empurrão para Kevin Fiege aceitar a ideia dos diretores de “desconstruir” o mito do super-herói em Guerra Civil.
“A qualidade dos blockbusters está melhorando, e isso está acontecendo por conta da discussão nas redes sociais”, disse Joe. “O público adquiriu uma consciência maior da qualidade dos filmes, e se você não faz um bom trabalho, no próprio fim-de-semana de estreia o seu filme já está morto”.
Os diretores seguiram dizendo que, após terminarem O Soldado Invernal (2014), sabiam que, se fossem continuar no universo cinematográfico Marvel, era a hora de começar a desconstruir o mundo criado pela editora e os super-heróis contidos nele. “A Marvel fez 11 ou 12 filmes até agora, e todos com uma estrutura tradicional. Nossa proposta foi: as pessoas sempre vão te dizer que amam sorvete de chocolate, até você começar a servi-lo para elas todo santo dia”, brincou Joe.
“Depois que eles anunciaram Batman vs Superman, ficou claro para Kevin [Fiege] que nós estávamos certos dessa vez, e ele nos agradeceu por termos puxado a Marvel para uma direção mais ousada”, concluiu.

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sei não, mas vamulá prestigiar a bagaça.. :rolleyes:

Novas previsões dizem que filme fará quase US$200 milhões no primeiro fim de semana

Anteriormente estimado em US$175 milhões, o fim-de-semana de estreia de Capitão América: Guerra Civil nos EUA foi atualizado pelos principais sites de previsões de bilheteria para US$190 milhões.
A cifra corresponde apenas ao que provavelmente será arrecadado no mercado americano, que recebe Guerra Civil uma semana depois do resto do mundo, no dia 06 de Maio. Se o número se confirmar, o filme ficará como o quinto maior fim de semana de estreia da história, atrás dos dois filmes dos Vingadores, de Jurassic World, e do último Star Wars.Os últimos dois filmes do Capitão América fizeram fins de semana de estreia de US$65 e US$95 milhões, respectivamente. Batman vs. Superman teve um primeiro fim de semana de US$166 milhões nos EUA.

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BATMAN VS SUPERMAN foi anunciado como um duelo de ideologias entre os dois heróis, explorando suas virtudes e defeitos. Acredito que seja isso.

Segundo Joe, “Kevin Feige é um inconformado e ele é muito sensível com a maneira como as pessoas estão respondendo. Então ele disse que nós poderíamos estar certos. Depois que anunciaram Batman vs Superman, ele disse que nós estávamos completamente certos. Então precisávamos de um material desafiador ou começaríamos a perder o público”.

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