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Star Wars Episódio VIII - Os Últimos Jedi (15/12/2017)

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JOHN BOYEGA DESABAFA SOBRE SUA FRUSTRAÇÃO COM O PRECONCEITO ENTRE OS FÃS DA FRANQUIA!

Capa da Publicação

Ator falou dos problemas que teve por conta de sua etnia, em meio aos fãs!John Boyega atualmente é uma das figuras por trás de uma das maiores franquias do mundo: Star Wars. O ator britânico assumiu o papel do Stormtrooper Finn em O Despertar da Força, e retornará novamente para Os Últimos Jedi e para o Episódio IX, que ainda não teve seu título revelado. Contudo, ele enfrentou uma grande resistência por parte de alguns fãs devido à sua cor de pele.Quando o primeiro trailer do Episódio VII foi lançado, muita polêmica foi criada quando ele aparecia pela primeira vez. Ameaças de boicote chegaram a acontecer quando foi dito que ele e Rey (interpretada por Daisy Ridley) seriam os protagonistas da nova trilogia. E recentemente, em entrevista à Variety, o ator desabafou sobre como ficou frustrado com esse assunto:“Quando eu fui exposto ao mundo com Star Wars, eu também fui exposto à ignorância que ainda existe no mundo todo. Quando eu estava em Star Wars, houve um tipo de discussão racial que foi bem negativa quando surgiu. Eu era o único ator que tinha que falar da cor da minha pele. Em toda entrevista, a cor da minha pele é um tópico de discussão. Quando Daisy Ridley é entrevistada, nunca perguntam sobre a cor da pele dela. Não importa em que posição você esteja, quando você é negro, você é negro, e esses idiotas sempre tem alguma coisa para falar sobre isso.”Infelizmente, a cultura pop está recebendo uma onda de preconceito muito grande nos últimos anos. O boicote a O Despertar da Força foi uma prova impactante disso. Mas ainda assim, Boyega tem conquistado os fãs e ganhado mais oportunidades em Hollywood graças a seu papel na franquia, o que ao menos é uma boa notícia.

 

:rolleyes:

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pra descontrair..:rolleyes:

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a melhor maneira de não tratar alguém com racismo ou preconceito é tratando essa pessoal como um igual que ela é independente de sua cor, sexo ou religião.

agora, se toda vez que alguém que não seja branco e homem for questionado de seu sucesso apesar de ser o contrário do "padrão" isso é ostentar o preconceito.

- como vc se sente sendo o primeiro protagonista negro de sucesso na franquia star wars?

- como vc se sente sendo a primeira protagonista de um filme solo a passar da barreira dos x milhões?

- como você se sente sendo o primeiro gay a fazer sucesso?

 

isso é preconceito.

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1 hour ago, GilsonDee said:

a melhor maneira de não tratar alguém com racismo ou preconceito é tratando essa pessoal como um igual que ela é independente de sua cor, sexo ou religião.

agora, se toda vez que alguém que não seja branco e homem for questionado de seu sucesso apesar de ser o contrário do "padrão" isso é ostentar o preconceito.

- como vc se sente sendo o primeiro protagonista negro de sucesso na franquia star wars?

- como vc se sente sendo a primeira protagonista de um filme solo a passar da barreira dos x milhões?

- como você se sente sendo o primeiro gay a fazer sucesso?

 

isso é preconceito.

Isso é preconceito mas está longe de ser a homogeneização da espécie humana inserida na ideia do Freeman.

 

E não podemos confundir preconceito com constatação da existência do preconceito e de suas consequências.

É preconceito porque não é o entrevistado quem deve sentir alguma coisa além do obvio de se sentir realizado e um exemplo de que a máxima racista é una falácia.

 

Essa pergunta deveria ser dita pra nós, pra quem fez a pergunta, pois o fato de só agora um negro ser protagonista de uma franquia como starwars é uma vergonha pra nós, pro repórter. 

 

O racismo é uma doença e nós como sociedade cujos padrões e modo de ver o mundo serem de brancos (mais especificamente católico Romano) é quem devemos nos curar.

Temos que falar todos os dias em racismo e estar com a mente aberta pra entender que existe infinitas formas de ver a vida encarar a vida e viver a vida e que nenhuma é mais certa que a outra. E que qualquer pensamento que decorrente de um fetiche maior por um modo do que por outro só é um empobrecimento.

 

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pra mim esse discurso ao qual o JB de star wars se refere, e essas questões levantadas por mim, servem para quem é racista, para lembrar eles que as pessoas as quais eles agem com preconceito fazem sucesso, só para alimentar eles. para pessoas como nós que não enxergamos diferença, vemos somente o humano ali, não importa.

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Isso já deu uma discussão cabeluda aqui, então só alguns apontamentos.

Tá... se parar de falar em racismo ele ainda vai continuar a existir. O que vai acontecer é que aqueles que sofrem com isso todos os dias não terão voz para reagir. Simples assim. Não adianta achar ruim. As pessoas sofrem com isso. Para quem é negro, as pessoas olham torto. As pessoas acham que é bandido. Se você é uma criança, vai perceber que não existe um boneco ou herói que se pareça com você. 

Não precisa ninguém falar para nós observarmos que os protagonistas de Hollywood são brancos em sua maioria esmagadora, ainda que a sociedade norte-americana seja bem diversa. Há um descompasso claro entre o que está ali e a realidade. Um ou outro negro vai aparecer, e as pessoas vão dizer que isso é prova de que não existe racismo estrutural. Mas ainda assim o que está nas telas não reflete a sociedade americana. 

As mesmas pessoas que acham o fim do mundo um James Bond negro são aqueles que acham normal transformar uma protagonista asiática de anime em uma personagem branca nos filmes. Ou nem ficam minimamente incomodadas quando transformam egípcios (que seriam considerados negros nos EUA) em brancos europeus. Seja por politicamente correto ou não, por que uma reação tão ferrenha contra um protagonista negro em Star Wars? Se racismo não existisse, por que não a mesma reação (indiferença) que nestes outros casos? 

Não é culpa de uma pessoa específica. É estrutural. Mas precisa ser lidado de alguma forma. 

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os que sofrem preconceito não querem que seja falado/tocado na ferida toda vez que eles tiverem algum tipo de destaque. são os outros que fazem isso.

oq eles querem é ter as oportunidades e que seu sucesso seja entendido como normal, sem ser etiquetado como algo específico (melhor filme estrelado por um negro)

quem levanta estas questões geralmente são as pessoas que exercem o preconceito. quem sofreu preconceito entende oq quero dizer.

mas este é um tema sem um denominador, igual tantos outros. (religião, política)

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28 minutes ago, GilsonDee said:

oq eles querem é ter as oportunidades e que seu sucesso seja entendido como normal

Mas esse dia não chegou, e talvez falar sobre isso seja parte do processo para que o dia chegue. 

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53 minutes ago, primo said:

Mas esse dia não chegou, e talvez falar sobre isso seja parte do processo para que o dia chegue. 

e nem vai chegar... pq isso também é usado para atrair público/audiência....

e outra.... se eles mesmo se incomodam qdo falam sobre preconceito sofrido ou por ser uma minoria em destaque? afinal quem está querendo que seja falado?

sei lá... as vezes também qdo é algo contra os próprios que sofrem preconceito tocam no assunto qdo é favor não... então vamos nessa balada da espécie humana que qto mais se acha civilizada mais cria subtópicos na divisão de sua própria espécie.

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14 minutes ago, GilsonDee said:

se eles mesmo se incomodam qdo falam sobre preconceito sofrido

É natural que se sintam incomodados, pois precisam lidar com essa diferença diariamente, sendo atacados verbalmente, tendo portas fechadas ou vendo outras pessoas lidando com barreiras por motivos parecidos. Não digo que eles precisam ignorar essa realidade e não digo que precisam se acostumar ou sequer levantar bandeira o tempo todo. Mas, é claro que, hoje, o debate avançou, e o esclarecimento precisa continuar. Talvez esse dia nunca chegue, mas o lado que mais sofre tem ainda mais "direito" de colocar em pauta na medida em que os ataques de quem tem preconceito estão livres para, ainda, ocorrer.

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1 hour ago, conan said:

Isso já deu uma discussão cabeluda aqui, então só alguns apontamentos.

Tá... se parar de falar em racismo ele ainda vai continuar a existir. O que vai acontecer é que aqueles que sofrem com isso todos os dias não terão voz para reagir. Simples assim. Não adianta achar ruim. As pessoas sofrem com isso. Para quem é negro, as pessoas olham torto. As pessoas acham que é bandido. Se você é uma criança, vai perceber que não existe um boneco ou herói que se pareça com você. 

Não precisa ninguém falar para nós observarmos que os protagonistas de Hollywood são brancos em sua maioria esmagadora, ainda que a sociedade norte-americana seja bem diversa. Há um descompasso claro entre o que está ali e a realidade. Um ou outro negro vai aparecer, e as pessoas vão dizer que isso é prova de que não existe racismo estrutural. Mas ainda assim o que está nas telas não reflete a sociedade americana. 

As mesmas pessoas que acham o fim do mundo um James Bond negro são aqueles que acham normal transformar uma protagonista asiática de anime em uma personagem branca nos filmes. Ou nem ficam minimamente incomodadas quando transformam egípcios (que seriam considerados negros nos EUA) em brancos europeus. Seja por politicamente correto ou não, por que uma reação tão ferrenha contra um protagonista negro em Star Wars? Se racismo não existisse, por que não a mesma reação (indiferença) que nestes outros casos? 

Não é culpa de uma pessoa específica. É estrutural. Mas precisa ser lidado de alguma forma. 

Sem mais.

 

Fico com o relator

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43 minutes ago, primo said:

É natural que se sintam incomodados, pois precisam lidar com essa diferença diariamente, sendo atacados verbalmente, tendo portas fechadas ou vendo outras pessoas lidando com barreiras por motivos parecidos. Não digo que eles precisam ignorar essa realidade e não digo que precisam se acostumar ou sequer levantar bandeira o tempo todo. Mas, é claro que, hoje, o debate avançou, e o esclarecimento precisa continuar. Talvez esse dia nunca chegue, mas o lado que mais sofre tem ainda mais "direito" de colocar em pauta na medida em que os ataques de quem tem preconceito estão livres para, ainda, ocorrer.

Primo, sabe que te adoro, mas aí é vc um homem branco, decidindo oq é preconceito e como os negros, neste caso, devem reagir ou não reagir em relação ao assunto.

Se dois negros importantes no cenário mundial se pronunciam dizendo que oq é doloroso em relação ao preconceito, e  em vez de haver questionamentos curiosos sobre seu trabalho ou sua história, tocam no assunto cor da pele. Pois o trabalho de ator neste caso, não depende para ter sua qualidade a cor da pele, mas sim da expertise, do talento. Tem mais haver com vocação, técnica e vontade profissional.

Substitua o cor da pele pelo seguinte: Eu, brasileiro, sou ator. Percebo eqto ator brasileiro, que ator é ator em qqer parte do mundo. Faço um trabalho com divulgação mundial. Sem este papel fazer referência a minha etnia, sou perguntado durante a divulgação deste, como é ser um brasileiro fazendo tal papel?

Para os negros importantes citados e para mim, isto é preconceito direto, na cara. O preconceito na indústria e fora dela existe e sabemos disso, eles sabem. Mas é importante reparar, principalmente na entrevista do Morgan Freeman, que a luta contra o preconceito deve continuar e eles a farão, e os negros devem lutar por igualdade de espaço e "NO TRATAMENTO", mas oq não pode ser aceito é qdo você é confrontado por esta realidade através da pergunta direta em exemplos já citados aqui.

Como um amigo meu, negro,  lá de itajaí/sc disse em uma dessas conversas da vida, a algum tempo já, "é o homem branco definindo oq é preconceito para o negro".

Amo vocês e compreendo perfeitamente o ponto de observação do tema que vocês tem, só quis colaborar no debate mais uma vez.

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4 minutes ago, GilsonDee said:

em vez de haver questionamentos curiosos sobre seu trabalho ou sua história, tocam no assunto cor da pele

Sim, pois é o belo e o ideal, e eu assino embaixo. Porém, como sabemos que o caso é mais profundo, nós, daqui, não conseguiremos saber, de bate-pronto, se as duas defesas coexistem entre as pessoas que defendem esse ideal. Explico: o fato do Freeman citar que a consciência humana é ponto-chave para travar o mecanismo que gera o preconceito não o torna automaticamente alheio a uma realidade mais segmentada, que é o cotidiano segmentador, seja em Hollywood ou na esquina. Ele mostra, ali na frase, que entende o mecanismo, sim, e nos lembra do quão abrangente o tema é.

É ruim para o ator negro precisar lidar, ainda, com esse tipo de debate. Não é difícil imaginar que incomoda, claro. Mas os mais conscientes vão lidando com essa realidade dura enquanto reconhecem os bons frutos de uma mudança em andamento e almeja o ideal, falam a respeito dele e orientam sobre quão bom seria que o tema não entrasse em pauta quase sempre.

Então, cada um (no caso, cada ator negro) pode ter um nível de reação. Por exemplo: um jornalista que aborda essa realidade em uma entrevista, pode ser preconceituoso, mas pode ser também sem-noção, dependendo do contexto, dependendo do quanto o entrevistado já foi notoriamente bombardeado ou do quanto já reclamou desse tipo de abordagem. Quero dizer que abordar ou fazer perguntas que citam a diferença como o negro é tratado não torna a pessoa preconceituosa. Creio que é necessário um equilíbrio, que mantenha a questão do preconceito algo presente, sem exageros (o exagero pode denunciar o preconceito enraizado, mas não determina). O Jornalismo (a mídia, de modo geral) precisa lidar com isso de modo a traçar uma nova realidade para essa abordagem, mais encaixada com um novo modo de tratar o tema. Um modo que reconhece os avanços e, ao mesmo tempo, reconhece o impacto do preconceito ainda presente.

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:oB):rolleyes:

Mark Hamill pede para que os fãs evitem marketing do filme

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Que Star Wars é um grande sucesso ao redor do mundo inteiro, é inegável. Poucas franquias são capazes de parar o mundo quase que por inteiro quando acontece o lançamento de um novo filme, como Star Wars faz.E quando Star Wars: O Despertar da Força foi lançado, o diretor e o astro Mark Hamill pediram para que os fãs evitassem qualquer tipo de marketing se não quisessem saber absolutamente nada do enredo, uma vez que assim a experiência seria mais interessante.E esse ano essa “estratégia” está se repetindo, uma vez que o diretor Rian Johnson e o próprio Mark estão novamente fazendo o mesmo pedido.
 

 

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agora forçou...kkk..parece que o Solo era mais chegado no peludo que na Leia...:P

Na boa, não to tão empolgado em prestigiar isto aqui como antes! será que tô véio??:rolleyes:

Chewbacca está “deprimido” no filme, lidando com “fantasma” de Han Solo

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Após a morte de Han Solo (Harrison Ford) em Star Wars: O Despertar da Força, era de se esperar que Chewbacca fosse ter uma jornada difícil. Segundo o diretor Rian Johnson, é isso mesmo que os fãs podem esperar do wookie. “Chewie está bem, na medida do possível, mas deprimido. Ele tem Rey, que foi a quem Han entregou as chaves da nave de certa forma, então isso ajuda. Se Chewie estivesse desempregado em casa, seria pior”, brincou Johnson ao EW. “O fantasma de Han Solo – e eu não quero dizer literalmente, por favor – realmente é uma parte desse filme. Para Chewie, para Rey, ele deixou uma marca e essa marca precisa ser sentida”, completou.
 

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John Boyega confirma participações especiais de Tom Hardy e Príncipes William e Harry

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John Boyega, o Finn de Star Wars: Os Últimos Jedi, revelou em entrevista à BBC que os rumores sobre participações especiais de celebridades no filme estavam corretos no final das contas. A Disney não havia confirmado a informação até agora. “Chega de segredos. Eles [Príncipes Harry e William da Inglaterra] estavam no set. Acho que foi vazado de qualquer jeito. Sempre que me perguntam isso, tenho que me desviar. Tom Hardy também esteve lá. Filmaram participações especiais”, disse.A visita dos Príncipes de fato já havia sido revelada pela imprensa, e a participação de Hardy era um rumor antigo.
 

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