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Luke Cage (A Série)

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Vídeo analisa a influência da música hip-hop na trilha da série

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A Netflix liberou a primeira parte da websérie “Street Level Hero”, que antecipará a estreia de Luke Cage, em 30 de setembro. O primeiro vídeo examina a influência da música hip-hop na série da Marvel/Netflix; assista mais abaixo, na versão legendada.
Luke Cage chegará ao serviço de streaming mundialmente no dia 30 de setembro. A primeira temporada contará com 13 episódios, sendo os dois primeiros dirigidos por Paul McGuigan (de Victor Frankenstein e da série Sherlock).
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“É a melhor série da Marvel”, dizem primeiros reviews

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Os primeiros reviews de Luke Cage começaram a sair, e o veredito parece ser que a série do herói interpretado por Mike Colter é a melhor da Marvel até agora. Confira alguns trechos:
 
“Luke Cage se destaca das outras séries da Marvel com sua própria identidade. Na verdade, ela é tão diferente de Demolidor e Jessica Jones quanto essas duas são diferentes de outras investidas da Marvel na TV e no cinema. Luke Cage brilha com sua própria atitue e identidade” – 411 Mania
 
“Assim como Jessica Jones é uma série do ponto de vista específico de uma mulher, Luke Cage se destaca ao abordar a cultura negra. Entre cenas de ação empolgantes, o showrunner Choker e seus roteiristas abordam temas pesados como identidade negra, conflito de classes, crime urbano e a vida depois da prisão” – Comics Beat
 
“Mike Colter dá a Luke Cageum senso de reticência, misturado com um de puro desafio, perfeito para um herói que usa sua força como último recurso. Ele faz isso sem exagerar, e com confiança” – Collider
 
“O resultado aqui é uma mistura de ação e drama que escapa habilidosamente do rótulo simplista de uma série urbana. Luke Cage se encaixa com seu predecessores, mas também mantem uma voz e som único, largamente graças a trilha-sonora” – JoBlo
 
Luke Cage chegará ao serviço de streaming mundialmente no dia 30 de setembro. A primeira temporada contará com 13 episódios, sendo os dois primeiros dirigidos por Paul McGuigan (de Victor Frankenstein e da série Sherlock).

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Luke Cage foi produzida antes de Punho de Ferro por sucesso em Jessica Jones
Showrunner revela que série do Herói de Aluguel furou fila

27/09/2016 - 18:27 ARTHUR ELOI













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Cheo Hodarishowrunner de Luke Cage, revelou que a série de TV solo do herói não era planejada para acontecer tão cedo assim e sim apenas depois de Punho de Ferro, mas a reputação do personagem em Jessica Jones mudou isso.


"A Marvel foi de 'Vamos tomar nosso tempo com isso' para 'Luke Cage vem primeiro', falando 'Temos esse ótimo conceito com um personagem que já está nas telas, vamos seguir o sucesso'", disse o produtor principal em entrevista à Complex.


O seriado de Danny Rand (Finn Jones, de Game of Thrones) agora tem estreia prevista para 2017. Já Luke Cage chega ao catálogo da Netflix no dia 30 de setembro.


 


FONTE: OMELETE







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Não sei se vejo nesse fds. Talvez no próximo (ou durante próxima semana).

 

Jessica Jones enrolei pra ver, mas esse quero ver logo.

 

Auto-quote.

 

Pelo meus cálculos deve ver nesse fds mesmo. Tô vendo Arrow 3ª temp, mas logo depois deve dá pra ver essa. Deve ter 13 eps. como as outras, então vai ser mais fácil.

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Piloto visto e gostei. Não adorei tanto quanto os pilotos de DD ou JJ, mas plantaram ótimas ideias pra desenrolar na série.

 

Trama profunda, adulta e Mike Colter talvez seja o casting perfeito desses heróis da Netflix.

 

Acho que peguei até uma referência ao Superman.

 

Iniciando segundo episódio e abrindo mais uma cerveja.

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Ahh vi escancarado um poster do Miles Davis, músico de blues que é clara influência na trilha da JJ, e de quebra teve um filme dirigido e estrelado pelo Don Cheadle.

 

As referências dão a volta.

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 Vi os quatro primeiros episódios.

 

  Até aqui, a série mantém a ótima qualidade das produções da parceria entre a Marvel e a Netflix. Como o MOZTS diz, a trama é madura e apresenta muito potencial, lidando com questões sociais, sem ser panfletária. As raízes do personagem são muito respeitadas, e as referências ao cinema blackexplotation são colocadas com precisão, afinal, o risco de ficar over era grande. A série toda invoca o subgênero, no figurino, trilha sonora, e algumas vezes até na edição, vide o flashback granulado do personagem Pops, mas faz isso sem descambar pro cartunesco que estas produções muitas vezes atingiam.

 

 Os caras não estavam brincando quando diziam que o Harlem seria um universo bem diferente da Hell's Kitchen vista em DEMOLIDOR e JESSICA JONES. A trama respira cultura negra, e em menor escala latina, dando uma identidade toda especial a série. A trilha sonora é coisa de louca, e quero ela pra ontem já :D. As musicas alias são praticamente um personagem dentro da série, tendo papel fundamental na criação da atmosfera do mundo de Luke Cage.

 

  Mike Cotter manda bem como Cage aqui. Como eu já havia percebido desde a participação do personagem em JESSICA JONES, esta versão de Luke Cage é muito mais palatável do que a versão mais clássica do personagem, sendo menos malandro e mais um sujeito do bem, inclusive recusando dinheiro no piloto por salvar o casal de quem aluga apartamento (dinheiro que o Cage dos quadrinhos teria aceito sem pensar duas vezes). Entretanto, neste ponto da série, o protagonista ainda lembra muito aqueles heróis de western de quem sabemos muito pouco, diferente dos outros heróis da Netflix, que tinham as suas características mais evidentes. Isso pode vir a ser um ponto forte ou ponto fraco do personagem, mas ainda é cedo pra dizer.

 

 Estou gostando do tratamento dado aos vilões. A Mariah é uma vilã, mas foge do clichê da politica corrupta, acreditando em algum nível que as suas maracutaias podem vir de alguma forma vir a ajudar o povo do Harlém. O CottonMouth também está sendo apresentado como um vilão bem humano, interpretado com intensidade pelo Marheshala Ali.

 

 Enfim, curtindo a série até aqui.

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Eu estou tendo probleminhas com os vilões. Também estou no episódio 04 e até agora achei que eles são muito parecidos com o Wilson Fisk, quase formulados. Tem aquele orgulho especial com Harlem/Hell's Kitchen, as atividades criminais para suportar uma "reconstrução".

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 Mas esse lance de "Must die, before reborn" vem mais da Mariah do que do CottonMouth. Ele parece ver com desdém a suposta vibe social da Mariah, e tá nessa bem mais por poder do que "Manter o Harlem Negro". Alias, curti as discussões entre os dois vilões sobre essas questões de "Respeito vs Dinheiro".

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Em apenas 6 dias, Luke Cage já é um dos maiores sucessos da Netflix

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O site Business Insider analisou dados de redes sociais e outras fontes para deduzir a audiência atraída por Luke Cage nos seis primeiros dias de lançamento, e o resultado é impressionante: a série já é 5ª mais assistida da história da Netflix.
Confira o ranking:
Fuller House (8,7 milhões)
Orange is the New Black (7,7 milhões)
Demolidor (4 milhões)
Stranger Things (3,9 milhões)
Luke Cage (3,5 milhões)
Os 13 episódios iniciais de Luke Cage foram disponibilizados em 30 de setembro pela Netflix. A série é estrelada por Mike Colter, e também tem Mahershala Ali, Alfre Woodard, Rosario Dawson, Sônia Braga, Simone Missick e Theo Rossi no elenco.
 
Os maiores acertos e erros da nova série da Marvel/Netflix

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ATENÇÃO PARA SPOILERS DA SÉRIE A SEGUIR!

Há uma semana de sua estreia na Netflix, Luke Cage já foi consumida pela maioria dos fãs da Marvel, e o balanço, ousamos dizer, é bastante positivo.No entanto, é claro que a série não saiu ilesa e algumas coisinhas acabam ficando como erros da editora/estúdio. Recapitule com a gente:
 
O vilão Cottonmouth (Mahershala Ali) foi um dos acertos - carismático, marcante e perigoso.
 
A viagem de Luke e Claire para a Georgia acabou estagnando a evolução da narrativa, criando momentos um pouco tediosos.
 
A forma como a série lidou com os poderes de Luke foi incrível, dando espaço para mais cenas bacanas de ação do que achávamos.
 
A história de origem do personagem, confinada a um episódio, também funcionou.
 
No entanto, após a morte de Cottonmouth, o novo vilão Cascavel acabou parecendo um pouco entediante.
 
A forma como a série lidou com questões sociais e preconceito a fez ganhar muitos pontos (merecidos) com a crítica.
 
Luke Cage, assim como as séries da Marvel em geral, tem um pouco de problema com diálogos expositórios demais.
 
Por fim, os últimos momentos da primeira temporada funcionaram e deixaram promessas para as próximas produções da Marvel -perfeito!
 

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 Terminei a 1ª temporada.

 

 5ª série da Marvel Studios, e terceira da parceria com a Netflix, LUKE CAGE se revela mais um acerto da empreitada da Casa das Idéias pela Netflix. A série é muito competente na construção de seu universo, fazendo do Harlem um lugar bem diferente dos outros ambientes vistos no universo expandido da Marvel até então, incluindo a Hell's Kitchen que serve de palco para DEMOLIDOR e JESSICA JONES.

 

 Ao mesmo tempo que a série respira cultura negra, e mostra como é importante a existência de um herói como Luke Cage "Um mano de capuz que todos conhecem" como um personagem define a certa altura, ela também não deixa de prestar constantes homenagens e referências as raízes blaxploitation do personagem. É um equilíbrio difícil de conseguir, pois o blaxploitation não foi um movimento conhecido pela sutileza, e vez ou outra a série perde um pouco o controle da cafonice da referência, mas funciona na maior parte do tempo.

 

 Achei que teriam dificuldade nas sequências de ação, afinal a indestrutibilidade do protagonista podia tornar as coisas bem chatas. Mas a direção consegue usar os poderes de Cage de forma criativa. Não há nada aqui que lembre o brilhantismo da ação vista nas duas temporadas de DEMOLIDOR, mas supera de longe as pífias cenas de ação de JESSICA JONES. Outro ponto que vale citar é que LUKE CAGE provavelmente é a série que mais se liga com o resto do universo cinematográfico da Marvel das séries produzidas pela Netflix até então. Os eventos de OS VINGADORES tem alguma consequência aqui, e a certa altura, as armas de um dos vilões de HOMEM DE FERRO 2 também aparecem pra dar dor de cabeça para Cage,

 

 A série até quem manda bem no roteiro, mas provavelmente é a que mais sofre com problemas de ritmo até aqui. Quem achou por exemplo JESSICA JONES arrastada, vai ter problemas aqui também. Diferente das temporadas de estréia de DEMOLIDOR e JESSICA JONES, a série estrelada por Mike Colter opta por seguir dois arcos de histórias. Ambos estritamente ligados, é verdade, mas ainda assim, distintos. E é aqui que Luke Cage perde em comparação as suas parceiras, a falta de um bom vilão.

 

 A vereadora corrupta Mariah Dillard em teoria tem um arco bastante interessante. No estilo O PODEROSO CHEFÃO, temos uma mulher que faz de tudo pra não se transformar na avó, uma figura que comandava o crime no Harlem. O problema é que Mariah já é corrupta desde o começo. Não vemos nenhum tipo de hesitação moral dela em nenhum momento que justifique a tal transformação dela. Assim, não existe processo de corrupção do personagem. A unica diferença é que ao fim ela tem que sujar as mãos ela mesma. Havia um baita conceito aqui, mas que fica só na promessa.

 

 O CottonMouth é um ótimo personagem. Excelente mesmo. A relação dele com a prima, e o código de honra que ele usa pra guiar os negócios, vide a reação dele a morte do Pop é um grande material. Acontece que um bom personagem não necessariamente faz um bom vilão. Em nenhum momento, o CottonMouth parece surgir como uma ameaça real ao Cage, em qualquer nível que seja. As suas ações na verdade, só fazem subir a moral do herói no Harlem. A morte do gangster no meio da temporada me pegou de surpresa e foi uma boa jogada, afinal, ele foi vendido como o principal antagonista. Mas o seu substituto, apesar de mais ameaçador, não ficou a altura no quesito personagem.

 

  E ai que surge o Cascavel. É um vilão mais ameaçador, com certeza. CottonMouth é um mafioso clássico, o Cascavel é um psicopata. Mas é raso que nem um pires, devendo muito em profundidade ao CottonMouth, e a interpretação de Erik LaRay Harvey me incomodou. A ligação fraternal entre os dois personagens me soou desnecessária, não acrescentando muita coisa. Mas gostei que a série despirocou no final, botando o vilão em uma armadura colorida pra brigar com o Cage.

 

 Quanto ao protagonista, o Mike Cotter é bem inexpressivo, e acaba não entregando muito nos momentos que exigem mais dele. Mas como o Cage é retratado como um herói estilo "John Wayne" até que não compromete muito. Mas dos Defensores apresentados até aqui, achei o Cage o menos interessante. O passado dele como criminoso é extremamente atenuado, inclusive transformando-o em ex policial. Luke alega que "não é culpado, mas também não é inocente", mas a pior coisa que sabemos que ele fez foi roubar um carro. Entendo a iniciativa de afastar o Luke Cage das telas do malando "Herói de Aluguel" dos quadrinhos (alias, tem uma piada recorrente em cima disso que chega a incomodar). Acho compreensível a iniciativa de tornar o personagem mais "heroico", o que até combina com as leituras mais recentes feitas com o personagem, mas podiam ter colocado um pouco mais de conflito moral pro cara.

 

 Quanto ao resto do elenco, da pra dizer que todos seguram bem o rojão de seus respectivos personagens, e ninguém ali compromete. Os destaques vão para a sempre competente Rosario Dawson, que entrega aqui uma Claire Temple mais engajada do que nunca em sua cruzada de ser a "enfermeira dos heróis",  Simone Missick, dá um peso e um carisma muito bem vindo a detetive Misty Knight (mesmo que o roteiro a sabote as vezes) e Marheshala Ali entrega um gangster bem humano e digno de enpatia na figura de CottonMouth.

 

 No geral, LUKE CAGE vale a assistida. Não teve o mesmo impacto em mim que as séries anteriores da Marvel/Netflix tiveram. Provavelmente por que começo a me acostumar com a fórmula. Mas vale a pena dar uma chance.

 

PS: A trilha sonora é excelente!

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Misty Knight na Marvel/Netflix: atriz comenta braço biônico e Filhas do Dragão

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  • Por Guilherme Haasem 11/10/2016 - 09:50






A atriz Simone Missick conquistou os fãs da Marvel/Netflix com sua ótima interpretação da personagem Misty Knight na série Luke Cage, que chegou recentemente ao serviço destreaming.


Misty é uma das figuras mais queridas dos leitores dos quadrinhos da Cage, especialmente por sua heroína durona e por ter um braço biônico que lhe dá mais força!


Os espectadores que acompanharam a primeira temporada de Luke Cage puderam ver que a personagem quase perdeu o braço ao longo da narrativa – algo que ficou como uma provocação aos leitores que conhecem a história dos quadrinhos.


No final, porém, Misty ainda estava com os braços intactos, mas isso não impede que a detetive venha a precisar de um membro biônico no futuro!


content_pic.jpgSimone Missick como Misty Knght na série Marvel's Luke Cage. Fonte da imagem: Divulgação/Netflix


Em entrevista ao IGN, Missick comentou sobre essa questão do braço biônico de sua personagem: “Eu acho que ficou como uma provocação aos fãs, porque todo mundo quer que Misty tenha aquele braço”.


“Nunca vi alguém querer tanto que eu perca um membro. Acho que eles (da Marvel/Netflix) querem brincar com isso e fazer as pessoas questionarem ‘Isso vai acontecer ou não?’”, falou Missick na entrevista.


É possível que as companhias estejam planejando um grande arco narrativo da personagem ao longo das séries no serviço de streaming. A atriz Simone Missick foi confirmada em Os Defensores, programa que reúne os heróis da Netflix, e talvez venha a participar ainda de outras temporadas de séries.


Com o sucesso da representação da atriz no papel, não é difícil imaginar que a história sobre como Misty perdeu seu braço (em uma explosão durante uma investigação policial) e ganhou seu implante biônico venha a ser explorada em futuros programas na Netflix.


Alías, não descartaríamos uma série própria da personagem, ou, quem sabe, um programa das Filhas do Dragão!


content_pic.jpgMisty Knight e Colleen Wing como as Filhas do Dragão nos quadrinhos. Fonte da imagem: Reprodução/Marvel Comics


Nos quadrinhos, Misty Knight e Colleen Wing (personagem que será apresentada em Punho de Ferro com interpretação de Jessica Henwick) formaram uma associação privada de detetives chamada “As Filhas do Dragão”.


Missick foi questionada sobre essa possibilidade nessa mesma entrevista: “Eu sei que os fãs têm pedido por uma série própria das Filhas do Dragão, e vai saber o que a Marvel e Netflix vão fazer. Eles não contam nada para a gente porque sabe que nós acabaríamos contando”, falou a atriz.


E você, quer ver mais de Misty Knight nos programas da Marvel Television e da Netflix? Deixe abaixo o seu comentário.


 


FONTE: MINHA SÉRIE



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Poxa vida...

 

 

Cottonmouth foi pra cadeia no final, aquele momento de vitória, no começo do episódio seguinte já está no clube tramando coisas de novo...

Até entendo eles querem mostrar a ineficácia do sistema legal, em especial do Harlem, mas porra loca, a série foi de um ápice direto pro vale.

 

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