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Saga Stark

The Punisher (Netflix/Série)

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 Segue minhas humildes impressões dessa 1ª temporada de JUSTICEIRO. Eventuais spoilers abaixo

  A trama tem início mais de um ano após os eventos da 2ª temporada de DEMOLIDOR. Após se vingar dos criminosos que ele acreditava estarem envolvidos na morte de sua família, Frank Castle se recolhe sob o nome falso de Pete Castiglione vivendo anonimamente como um pedreiro. Como sempre, Castle tem dificuldade de se manter longe de problemas, e logo é localizado por David Liberman, o Micro, um ex hacker da Agencia de Segurança Nacional, que revela a Castle que existe muito mais segredos por trás da morte da família de Frank do que ele imaginava inicialmente, segredos que remetem ao sangrento passado de Frank como fuzileiro.

  Quinta série da parceria Marvel/Netflix, JUSTICEIRO talvez seja ao lade de JESSICA JONES a série mais tematicamente ambiciosa lançada pela Marvel no serviço de streaming até o momento, ao abordar questões delicadas para a cultura norte americana, como o descaso com que os veteranos de guerra são tratados e a questão do desarmamento. Uma opção que poderia ter soado extremamente controversa em uma série onde o protagonista despacha criminosos a bala sem parcimônia, mas que é tratada de forma adequada pelos roteiristas, sendo esse um dos maiores méritos da série. 

  Por já ter sido introduzido durante a segunda temporada de DEMOLIDOR, muitos esperavam que a série solo do Justiceiro já começaria com o pé na porta, mas os episódios iniciais buscam reintroduzir Frank para o publico, inclusive fazendo abandonar nos primeiros dez minutos o colete de caveira que levou toda a segunda temporada da série do Homem sem Medo para conseguir. Entendo essa preocupação do showrunner, afinal, Castle não é mais um antagonista aqui, ele é o protagonista. Seu papel dramático e narrativo são outros e ele precisava ser recontextualizado dentro do próprio universo particular. Mas isso não anula o fato de que os episódios iniciais de JUSTICEIRO são extremamente arrastados, e exigem paciência do publico. Sim, os personagens principais como Micro, a Agente Madani, Curtis Hoyle e o próprio Frank são muito bem apresentados, mas o ritmo é seriamente prejudicado. Além disso, se a Marvel tem uma fórmula no cinema, o mesmo vale para as séries do estúdio na Netflix, com os aqui dispensáveis flashbacks do passado de Frank e sua família, e pesadelos recorrentes meramente preenchendo tempo.

 Quando a aliança entre o Justiceiro e Micro finalmente é estabelecida, a série vai crescendo aos poucos. A escolha de tornar a mafia (elemento clássico das histórias do Justiceiro nos quadrinhos e outras mídias) um elemento periférico nesta primeira temporada da série me pareceu uma escolha acertada como um caminho de diferencia-la um pouco de suas "séries irmãs" como DEMOLIDOR e LUKE CAGE, focando na conspiração militar governamental ligada ao passado militar de Castle (aqui trazendo alguns flashbacks realmente necessário sobre o tempo de Frank na guerra, mas que também acabam expondo o baixo orçamento da série. Neste ponto, são inseridos os vilões da série, William Rawlins e Billy Russo. Enquanto o primeiro é um vilão genérico que poderia ser enfrentado por James Bond, o Billy Russo de Ben Barnes se mostra um antagonista bastante carismático, e com uma relação de respeito bem interessante com Castle. Esta longe de ter o mesmo impacto do Rei do Crime de DEMOLIDOR ou do Killgrave de JESSICA JONES, mas tem seus bons momentos.

 Enquanto alguns personagens como o próprio Billy Russo, Curtis Hoyle, Micro e Lewis Wilson (interpretado por Steven Webber, que viveu papel semelhante ao interpretar Lee Harvey Oswald em 11.22.63) crescem ao longo da temporada, as personagens femininas acabam se perdendo. A Agente Madani acaba se transformando apenas em um joguete nas mãos de Billy Russo á certa altura da trama e seu arco dramático é bem mal fechado, enquanto Karen Page, embora tenha uma participação interessante na questão do debate de armas (sendo inclusive posta como uma defensora do direito ao porte de armas) parece ser simplesmente esquecida pela série a certa altura, não ganhando nenhum tipo de desfecho. A tensão romântica que parece ser desenvolvida entre ela e o protagonista também não convence, embora os dois tenham química de cena.

 Mas é em seus episódios finais (do nono em diante) que JUSTICEIRO realmente diz a que veio. Alguns podem reclamar que o mini arco de Lewis Wilson não tem conexão com a trama principal, mas acho isso bom. Gostei desse desvio, e da forma como a série problematizou Lewis e traçou paralelos e contrastes entre ele e Frank. O Décimo episódio também trouxe um desvio de linguagem interessante ao ser contado de diferentes pontos de vista através de interrogatórios (através de alguns depoimentos questionáveis inclusive) e a direção acompanhou essa decisão, com a câmera tentando se manter o maior tempo possível próxima do "personagem narrador".

 Embora tenha tido algumas passagens violentas, é nos três episódios finais que JUSTICEIRO entrega suas passagens mais gore, e provavelmente as mais esperadas pelos fãs do personagem. A invasão ao esconderijo de Micro no 1x11 é uma cena de ação muito bem filmada. Não chega a chamar a atenção como DEMOLIDOR, mas ainda é ágil e brutal. Temos no Décimo segundo episódio o melhor da temporada, um episódio onde os flashbacks e alucinações que intercalam as cenas de tortura de Frank fazem sentido, e com uma catarse final absolutamente fantástica. Parafraseando determinado personagem nessa cena cena "Good Damm it, Frank. I love to watch you work". O trio Ben Barnes, Ebon Moss Bachran e especialmente Jon Berntall estavam excelentes aqui. A season finale mantém o bom nível, apesar de não ser tão emblemática. Gostei do confronto final, que encaminhou a transformação de Billy no deformado vilão Retalho, que com certeza deve retornar no futuro da série. Me incomodou um pouco a desnecessária presença da Madani no climax (aparecendo só pra levar tiro), mas Frank esfregando a cara de Russo no espelho foi agoniante. Quase virei o rosto da tela.

  Embora exista um gancho sutil para um eventual retorno de Billy como o vilão Retalho, a série se encerra de forma bem fechada. Gostei do final, e achei coerente com o que foi apresentado, mas acredito que possa incomodar alguns fãs mais hardcore do Justiceiro, pois ele humaniza o personagem. Na maioria gigantesca de suas histórias, o Justiceiro é um personagem muito simples, a família dele morreu, e ele virou uma maquina de matar, e fora isso não sobram muitas emoções. Ele é um sociopata. Simples assim. Mesmo quando o Justiceiro de Jon Bernthal foi apresentado em DEMOLIDOR, ele não estava muito fora disso. Justiceiro é um personagem simples, funciona bem nos quadrinhos, e funcionou muito bem como antagonista/coadjuvante em DEMOLIDOR. Mas eu não sei se funcionaria tão bem assim pra protagonizar uma série. O personagem não precisava apenas se tornar um pouco mais profundo, mas também ter algum tipo de arco dramático. Afinal, nesse tipo de série, um personagem que termina a série do mesmo jeito que começou, sem aprender nada, não parece interessante. E eu gostei do que a série fez. O Justiceiro ainda é uma maquina de matar, e isso inclusive faz parte da jornada dramática do personagem, reconhecer que essa é a sua natureza. Mas agora ele não é SÓ uma maquina de matar, e ter conseguido isso foi outro mérito da série (e de Jon Berntall).

No geral, gostei de JUSTICEIRO. A série tem defeitos. É irregular, com um primeiro terço muito chato, mas vai crescendo ao longo dos episódios, até o terço final, que é excelente. Vale a conferida, com certeza, apesar dos defeitos.

 

 

  

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“O Justiceiro é diferente porque é uma série bem fundamentada”, diz atriz da série da Netflix

Por
 Adolfo Molina
 -
 22/11/2017
 
 
 
 
 
Karen-e-Castle-696x383.jpg
Ouça este conteúdo0:0001:17Audima

A atriz Deborah Ann Woll, que interpreta a jornalista Karen Page na nova série da Marvel na Netflix, O Justiceiro, mostrou porque a série sobre Frank Castle (Jon Bernthal) é tão diferente das outras, principalmente pelo reforço do drama militar.

 

Em entrevista ao site CinemaBlend, Woll foi perguntada suas impressões sobre a primeira temporada sobre uma série que fala de um personagem que, diferente dos outros heróis da Netflix, não possui poderes.

“Eu acho que é lembrar o quão vulnerável Frank é. Isso não é somente emocional, mas também físico. Ele não é à prova de balas, não pode voar, não tem super-força e nem super-audição. Então é realmente bacana lembrar que ele não é apenas um herói, mas todo mundo no universo de O Justiceiro é.” Woll também disse como ela se sente sobre sua personagem e a conexão com Frank. “Não é apenas um personagem que precisamos, mas você tem que ver a humanidade nele e eu acho que as cenas com a Karen ajuda nisso. Você acredita na sua colaboração e estou feliz em estar lá para lembrar disso”, completa Deborah.

O Justiceiro, nova série dos heróis da Marvel já está disponível na Netflix.

 

FONTE: OMELETE

 
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On 21/11/2017 at 1:55 AM, Mozts said:

Vou ter que terminar de assistir para julgar.

Não, com certeza. Mas me referia mais ao conceito da série optar por se afastar um pouco do "universo mafia" vista nas outras séries da Netflix como forma de tentar variar um poucp. A execução (embora seja o mais importante) são outros quinhentos.

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O Justiceiro | Showrunner revela os possíveis novos personagens para a 2ª temporada

Por
 Adolfo Molina
 -
 24/11/2017
 
 
 
 
 
justiceiro.jpg Jon Bernthal como Frank Castle, em O Justiceiro.
 
Ouça este conteúdo0:0001:18Audima

O produtor executivo e showrunner de O Justiceiro, da Netflix, Steve Lightfoot, deu algumas pistas sobre personagens que gostaria que aparecessem nas próximas temporadas.

 

Na 1ª temporada da série inspirada na adaptação das histórias em quadrinhos de Frank Castle (Jon Bernthal), alguns personagens tiveram um tempo de cena, como o ex-analista da CIA Micro (Ebon Moss-Bachrach) e Billy Russo (Ben Barnes), que se tornará Retalho, um vilão icônico de Castle.

Em entrevista ao site The Hollywood Reporter, Lightfoot apontou dois personagens: Barracuda e Kathryn O’Brien. Nas HQ’s, Barracuda, um ex-militar das Forças Especiais, tentou assassinar Castle o deixando para ser comida de tubarão branco – sem sucesso – e O’Brien, uma ex-agente da CIA, se tornou um romance e uma aliada de Frank. Depois de citá-los, Steve disse: “Certamente esses dois me vieram à cabeça na hora, mas há outros tantos personagens importantes. É uma caixa de areia bem interessante de brincar”.

A série ainda não foi renovada para uma segunda temporada. A primeira temporada de O Justiceiro já está disponível completa na Netflix.

 

FONTE: OBSERVATÓRIO DO CINEMA

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Justiceiro | Jon Bernthal conta que essência da série o assustou de início

Série estreou em 17 de novembro
25/11/2017 - 14:08 - RAFAEL GONZAGA
jonbernthalcrop_21X5Ko9.jpg

O ator Jon Bernthal afirmou, em entrevista à Variety, que ficou um pouco impressionado com a ideia de interpretar o protagonista de Justiceiro no início. Contudo, o ator disse também que foi esse medo que fez com que ele acabasse aceitando o papel.

Ele não tem nenhum superpoder, ele não usa uma máscara. Ele é um pai e marido aflito, sofrendo com um evento incrivelmente traumático. Há algo sobre isso que me assustou e me deixou intrigado. "Eu sempre tento gravitar coisas que me assustam. Eu amo minha esposa e meus filhos mais do que eu mesmo. Daria minha vida de bom grado pela deles. Até que você entenda o amor assim, você pode entender como seria perdê-lo. Só a ideia remota de algo assim me assusta."

O ator contou também que, na verdade, nunca pensou em fazer parte de uma série da Marvel na Netflix - o ator era um pouco reticente quanto a interpretar super-heróis. “Sendo totalmente sincero, fazer parte de uma franquia de super-heróis não era minha ambição. Não era meu foco. Muitos atores que admiro muito evitam esse tipo de coisa.

Contudo, a base de Frank Castle, os traumas que fazem com que ele tome as atitudes vistas na série, conquistaram o ator. “Não estou interessado em fazer que ele seja alguém querido pelo público. Não estou interessado em torná-lo confiável. Ele é um cara que vive na escuridão. Ele não está tentando conquistar pessoas.”

O ator disse ainda que sua única preocupação, na verdade, é como os fãs de quadrinhos estão encarando a adaptação, dada a paixão pelo personagem - e sua experiência em The Walking Dead, outra adaptação dos quadrinhos onde ele interpretou Shane. "Eu fiquei preocupado com isso. Há algo sobre o ato de ler um quadrinho. Há uma verdadeira sensação de propriedade lá. Você deve honrar esse senso de propriedade. Você não quer errar".

A primeira temporada de Justiceiro está disponível na Netflix desde 17 de novembro.

 

FONTE: OMELETE

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 A série que praticamente ninguém aqui do forum se interessou:D foi renovada

 

Justiceiro | Netflix anuncia segunda temporada da série

Novo ano ainda não tem previsão de estreia
12/12/2017 - 19:37 - NATÁLIA BRIDI

A Netflix confirmou a segunda temporada de Justiceiro. Veja o teaser:

A primeira temporada de Justiceiro está disponível na Netflix desde 17 de novembro

 

FONTE: OMELETE

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Terminei o EP 4.

Pois então, eu estou gostando bastante da série, mas vou fazer um comentário e quero ver se sou o único que pensa assim.

Vocês não acham que houve um equívoco na construção do personagem, no sentido de que não foi a morte da família que o "transformou" na máquina de matar que ele se torna?

Nas HQs é muito claro, que ele é um antes e outro depois do que ocorre. Aqui tão tentando fazer um thriller mas que mostra que na verdade ele só está mudando a direção de seus atos, mas ele sempre foi do jeito que é.

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8 minutes ago, Gust84 said:

Terminei o EP 4.

Pois então, eu estou gostando bastante da série, mas vou fazer um comentário e quero ver se sou o único que pensa assim.

Vocês não acham que houve um equívoco na construção do personagem, no sentido de que não foi a morte da família que o "transformou" na máquina de matar que ele se torna?

Nas HQs é muito claro, que ele é um antes e outro depois do que ocorre. Aqui tão tentando fazer um thriller mas que mostra que na verdade ele só está mudando a direção de seus atos, mas ele sempre foi do jeito que é.

Cara, mas nas Hqs é justamente isso. Tem um arco muito bom que vale a pena ler chamado NASCIDO PARA MATAR (Born no original) que mostra bem isso. O Castle já tinha algumas tendências psicóticas bem claras em seu tempo de guerra. A família dele meio que era o que segurava isso. A morte da família do Frank não criou o seu apetite por violência, só o libertou, creio eu.

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3 hours ago, Questão said:

Cara, mas nas Hqs é justamente isso. Tem um arco muito bom que vale a pena ler chamado NASCIDO PARA MATAR (Born no original) que mostra bem isso. O Castle já tinha algumas tendências psicóticas bem claras em seu tempo de guerra. A família dele meio que era o que segurava isso. A morte da família do Frank não criou o seu apetite por violência, só o libertou, creio eu.

Essa é uma leitura mais recente do personagem né. Eu tenho A minissérie da MAX, num duelo contra o Mercenário que também aborda dessa maneira.

Mas o core dele, não é assim. Lembro de um arco que quando eu era piá li na falecida MARVEL 97 (ela ia mudando a cada ano), em que o Micro prendia o Frank num bunker pra mostrar pra ele que ele perdeu o foco, e em toda a lembrança do passado dele, o que mostra era um agente top de linha que confiava no sistema e quando sua família é morta e não fazem nada o cara pira e aos poucos vai virando esse sanguinário.

Enfim, nem acho que vai fazer piorar ou melhorar a série no meu conceito, só achei que da forma como ele apareceu no DD, funcionou melhor. O de agora me fez ver menos profundidade no personagem.

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46 minutes ago, Gust84 said:

Essa é uma leitura mais recente do personagem né. Eu tenho A minissérie da MAX, num duelo contra o Mercenário que também aborda dessa maneira.

Mas o core dele, não é assim. Lembro de um arco que quando eu era piá li na falecida MARVEL 97 (ela ia mudando a cada ano), em que o Micro prendia o Frank num bunker pra mostrar pra ele que ele perdeu o foco, e em toda a lembrança do passado dele, o que mostra era um agente top de linha que confiava no sistema e quando sua família é morta e não fazem nada o cara pira e aos poucos vai virando esse sanguinário.

Enfim, nem acho que vai fazer piorar ou melhorar a série no meu conceito, só achei que da forma como ele apareceu no DD, funcionou melhor. O de agora me fez ver menos profundidade no personagem.

 

 Já nem tão recente. Tem uns quinze anos ai.

 Cara, eu lembro desse arco. Também li na Marvel 97, e lembro de achar bem ruim. (Hehehe)

 

47 minutes ago, Gust84 said:

só achei que da forma como ele apareceu no DD, funcionou melhor. O de agora me fez ver menos profundidade no personagem.

 Mas essa questão do passado de guerra do Frank era uma coisa que já era plantada lá em DD. Lembro que quando no fim da temporada, o Frank salva a Karen do general lá, o General diz pro Castle contar pra ela a história completa do que aconteceu na guerra, pra ver o que ela ia pensar dele.

E cara, não sei se concordo com você. Eu vejo mais profundidade no Justiceiro visto aqui do que na 2ª temporada de DD. Acho que em DD o Justiceiro era apresentado de uma forma mais simples. Ele é um cara que perdeu a família, pirou por causa disso, e vai matar cada bandido que encontrar. Quando o Castle ocupa o papel de antagonista ou coadjuvante, como foi em DD, super funciona. Mas pra protagonista, eu acho que ele precisa de um pouco mais de consistência, e esse lance do trauma de guerra, e um apetite pra violência prévia a perda da família dá essa complexidade maior. E isso não anula a questão da decepção com o sistema, creio eu.

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Fechada a série, e gostei bastante.

Só eliminaria a Karen page. Desnecessária em níveis que me irritam até. Bizarro como na primeira temporada gostei dela e depois fui achando ela cada vez pior.

Amanhã posto com mais calma!

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17 hours ago, Gust84 said:

Fechada a série, e gostei bastante.

Só eliminaria a Karen page. Desnecessária em níveis que me irritam até. Bizarro como na primeira temporada gostei dela e depois fui achando ela cada vez pior.

Amanhã posto com mais calma!

Você fala dela na 1º temporada de DD, GUST? Meio Off isso, mas o que não curtiu dela na segunda temporada de DEMOLIDOR?

 

Sobre JUSTICEIRO, concordo totalmente. Bem dispensável o papel dela na série.

 

Fico no aguardo de sua impressões completas, GUST.

 

Enquanto isso

 

O Justiceiro | Protagonista para fãs de direita do herói: “Vão se f*der”

Por
 Caio Coletti
 -
 03/01/2018
punisherphoto-696x465.jpg O Justiceiro
Ouça este conteúdo0:0001:15Audima

O ator Jon Bernthal não gosta de ver o nome e os símbolos de seu personagem em O Justiceiro, série da Marvel/Netflix, relacionados a protestos de extrema direita nos EUA.

 

“Vão se f*der”, disse ele especificamente aos fãs de extrema direita do herói em entrevista à Esquire. “Eu me sinto orgulhoso quando vejo soldados em guerras usando os símbolos do Justiceiro, porque esses homens estão botando sua vida na linha por nós. Mas protestos racistas, direita alternativa? Vão se f*der”.

“Eu não sou um cara que glorifica a violência. Eu tenho uma arma em casa, e me treinei para deixar essa arma longe do alcance de crianças, e para usá-la só se for preciso. Eu acho que a gente precisa ter uma conversa sobre isso. Um cretino no Texas com problemas mentais não deveria ter acesso a uma arma”, disse ainda.

Na primeira temporada, a série contou a história de Frank Castle retornando à ativa após descobrir uma grande conspiração envolvendo seu passado, levando aos culpados pelo assassinato de sua família.

A primeira temporada de O Justiceiro está disponível na Netflix.

 

FONTE: OBSERVATÓRIO DO CINEMA

 

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Justiceiro | Filmagens da segunda temporada devem começar no final de 2018, em Nova York

Filmagens devem começar no final do ano, segundo site
05/01/2018 - 17:11 - MARIANA CANHISARES
 
justiceiro-segunda-temporada-2.jpg
 

A segunda temporada de Justiceiro deve ser ambientada em Nova York, como foi no seu ano de estreia. De acordo com o Omega Underground, espera-se que as filmagens comecem em algum momento no final de 2018.

O site ainda reporta que o criador e produtor executivo da série, Steven Lightfoot, tem interesse em incluir O'Brien e Barracuda no novo ano. Especula-se que o título de trabalho da temporada seja Crime.

A primeira temporada de Justiceiro está disponível na Netflix desde 17 de novembro.

 

FONTE: OMELETE

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Visto e terminado.

O que eu havia dito que tinha me incomodado sobre o core do personagem, achei que pagou bem no roteiro que fizeram. No fim, entendi o ritmo mais lento ou "arrastado", e acho que funcionou para o personagem. Atualizaram em todos os sentidos o Justiceiro e aproveitaram tudo de atual que existe, para transformar o personagem que é de certa forma super piegas, num debate bem interessante e atual em diversas camadas.

Sobre o justiceiro, eu gostei muito do Jon Bernthal como o justiceiro, só achei que as vezes a atuação, em alguns momentos, passou um pouquinho do ponto. Muito resmungo que em algumas situações me tirava da tensão. Mas no geral tudo funcionou muito bem. A dinâmica dele com o Micro foi bem pensada e conseguiram justificar alguém entender e estar do lado dele nessa guerra que ele comprou pra si.

No caso do personagem do Retalho eu acho que fizeram o que deu, mas em nenhum momento eu o vi como o antagonista de verdade. Entendi o que quiseram fazer, mas ainda assim algumas atitudes dele não se justificaram pra mim pra chegar no ponto que foi, ainda mais ao final ele "ajudando" o Frank com o Caolho. Talvez agora, na nova temporada com ele sendo apenas vilão e traumatizado com seu fim, a coisa funcione melhor poderiam até dar um ar mais psicótico no sentido que ele mutila pessoas bonitas por que ele não pode mais ser, sei lá.

Uma grata surpresa pra mim foi o rapaz surtado lá. Tudo que envolvia ele era tenso e com bagagem, dava pra acreditar nos traumas enfrentados e no que a guerra é capaz de fazer com alguém. 

Em questões técnicas não há o que falar. A série é feita com carinho, com muito detalhe.
Por fim, colocaria junto com defensores a terceira força das séries da Marvel. Nada vai superar a primeira temporada de demolidor pra mim, e acho que a primeira de Jessica Jones algo muito único. Mas teve qualidades suficientes pra me fazer esperar a segunda temporada.

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On 08/01/2018 at 2:14 PM, Gust84 said:

 

No caso do personagem do Retalho eu acho que fizeram o que deu, mas em nenhum momento eu o vi como o antagonista de verdade. Entendi o que quiseram fazer, mas ainda assim algumas atitudes dele não se justificaram pra mim pra chegar no ponto que foi, ainda mais ao final ele "ajudando" o Frank com o Caolho

Pô, mas gerou a cena mais foda da temporada na minha opinião, que foi a vingança do Frank pra cima do Rawlins:D

Senti que foi um jeito do Russo "honrar" a amizade que tinha com o Frank, já que ele pede pra ser morto pelo Billy e não pelo Rawlins. Fora que acho que o Billy sentiu que o Rawlins tava prestes a descartar ele.

 

Mas no geral, concordo com você, GUST.

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Justiceiro | Atrizes de Supergirl e 13 Reasons Why entram para o elenco da 2ª temporada

Ainda não há previsão de estreia para o novo ano
26/02/2018 - 14:33 - ARTHUR ELOI
 
- Divulgação
 
 

A segunda temporada de Justiceiro teve novas adições ao elenco: Josh Stewart (Shooter), Floriana Lima (Supergirl) e Giorgia Whigham (Scream, 13 Reasons Why) estarão nos capítulos inéditos. A infoirmação é do Deadline.

Stewart interpretará John Pilgrim, "um homem cujo exterior calmo esconde uma personalidade impiedosa. Apesar de ter deixado a violência no passado, as circunstâncias o levarão de volta ao mundo de Frank Castle"; Lima será Krista Dumont, "uma psicóloga militar que é inteligente, focada e empática"; Por fim, Whignam será Amy Bendix, "uma golpista de rua com passado misterioso."

 

FONTE: OMELETE


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Justiceiro | Annette O'Toole e Corbin Bernsen entram para o elenco da 2ª temporada

Atores de Smallville e Psych estarão nos novos episódios
10/05/2018 - 13:35 - ARTHUR ELOI
 
Smallville/Reprodução // Starz/Divulgação
- Smallville/Reprodução // Starz/Divulgação
 

O elenco da segunda temporada de Justiceiro terá algumas novidades: Corbin Bernsen (Psych, Deuses Americanos) e Annette O'Toole (Smallville, Halt and Catch Fire) estarão nos capítulos inéditos. A informação é do Deadline.

Bernsen viverá Anderson Schultz, descrito como um homem rico e acostumado a ter seus desejos realizados - mesmo que de formas ilegais. Já O'Toole será a esposa Eliza Schultz, tão manipulativa quanto o marido.

Recentemente foram reveladas diversas adições no elenco, que receberá Josh Stewart (Shooter), Floriana Lima (Supergirl) e Giorgia Whigham (Scream13 Reasons Why) estarão nos capítulos inéditos. 

A primeira temporada de Justiceiro está disponível na Netflix desde 17 de novembro  A expectativa é que a série retorne em 2019. 

 

FONTE: OMELETE

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