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Forum Cinema em Cena
SergioBenatti

Oscar 2018: Previsões

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Weekend estimates:

1. Star Wars: The Last Jedi $68.5M (down 69% from opening weekend)/$365.1M
2. Jumanji: Welcome to the Jungle $34M/$50.6M
3. Pitch Perfect 3 $20.5M
4. The Greatest Showman $8.6M/$13.2M
5. Ferdinand $7.1M/$26.5M
6. Coco $5.2M/$161.3M
7. Downsizing $4.6m
8. Darkest Hour $4.1m/$6.95m
9. Father Figures $3.2m
10 The Shape of Water #3m/$7.6m

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"Bright" é certamente o pior filme que eu vi em 2017! Foram duas horas da mais intensa tortura mental. Como faço para desver?

Não pode ser indicado a Maquiagem. O raio não pode cair duas vezes na mesma categoria, num repeteco lastimátivel de "Suicide Squad".

 

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 Call me By Your Name

A remessa perfeita que esse filme faz em mim...

Parece que todo mundo elabora a mesma resenha sobre cinema, hoje em dia,  antes de mijar pela manhã. Não queria mais escrever assim.

Vou fazer diferente. Vou falar da remessa perfeita que esse filme faz em mim...

Minha família é italiana, então o filme me dá a Itália nas suas mais variadas formas. 1) O apreço pela boa mesa, o apreço pela discussão política à mesa, gostar de cozinhar, gostar de receber, a desfeita cultural que é você não se sentar à mesa para jantar  - como o personagem americano em certo momento faz.  2) A cidade de Crema, na Lombardia, captada pelo fotógrafo indiano Sayombhu Mukdeeprom ( que disse muito acertadamente que a luz do Equador é uma merda pois não tem nuances,  mas a da Itália é maravilhosa, "seca". Reparem na luminosidade dos jardins da casa, como a sombra é mais preta, como a grama é mais verde. É a sensualidade também da natureza! E isso o tempo todo se reflete no filme: O peixe recém-pescado abre as guelras, desesperado. Uma mosca pousa no ombro do protagonista, que a aceita, e o diretor deixa, deixa, eu queria frisar- deixa- não manda o contra-regra espantá-la) 3) A sensualidade natural das pessoas. É tão bom ser latino, né? Não ter aquele atroz medo do corpo como os americanos têm. Assisto aos vídeos dos youtubers do USA e eles a comentar o uso escandaloso dos "shorts". Os personagens usam shorts, no calor, vejam vocês!  E os homens ficam sem camisa! Vejam vocês! Que coisa! 4) Os italianos amam futebol? Sim. Mas também amam voley ("pallavolo")...parece bobo, é um detalhe, mas eu  amo ver o cinema agir como um detetive da cultura.  5) A riqueza na Itália visa ao conforto e não à ostentação-Kardashian. O design de produção desse filme é absurdo de maravilhoso. Captou a riqueza intelectual dos personagens. A casa da locação tem rachaduras, a pintura está descascando em alguns pontos, mas os livros estão por todo canto.  São velhos, tem orelhas, foram "usados", a dizer, foram lidos...Os móveis não são de design da Armani, são de madeira, são de ferro, ficam envelhecendo e enferrujando no jardim. A piscina não tem borda infinita, a piscina é um tanque de tijolos medievais, sabe? Que locação! Que achado! As pessoas falam: "o filme é bonito", mas não sabem explicar por que é bonito. É porque se passou dias e dias procurando um lugar assim. Uma das tarefas menos "visíveis" do cinema é o trabalho duro de se achar as locações. Não é fácil.

Eu sempre fui um admirador dos filmes do James Ivory. A elegância de tudo, quase um esnobismo, na verdade (Vamos contar um segredinho entre parêntesis, que é como o convém: Tudo bem ser um pouco esnobe na vida! As outras pessoas, por incrível que pareça, gostam.). O andamento calmo. As coisas mais desimportantes ganham 5 minutos de atenção. Que coisa maravilhosa que o Ivory nos ensina: que o colateral é importantíssimo! O 'plot' dos filmes dele é apresentado quase como uma "chateação"...É a vida que importa! Enfim, como cinéfilo, é prazeroso reconhecer o tanto de "A Room with a view" nós temos aqui. Não só um banho de Itália , mas o sempre artístico banho no lago. O banho de lago entre homens, vale dizer! Tanto naquele filme, como neste. Banho no lago, seja na pintura, seja no cinema, seja na literatura: uma forma aristocrática de apresentação da nudez! Naquele filme, os amantes vão para as montanhas fazer um piquenique; neste também. Amantes precisam se isolar... Eu fiquei catando esses paralelos...O novo filme que me era apresentado confrontando-se com o velho filme que existia dentro de algum escaninho empoeirado da minha mente (De dentro dela, estabeleci um outro paralelo entre a cena do trem e a cena do trem de "Summertime", de 1955, do David Lean, com a Katharine Hepburn fazendo ...uma solteirona americana apaixonada em Veneza. Foda!). James Ivory ganhará sua aguardada estatueta,  pela adaptação do roteiro, tornando-se o mais velho a receber um Oscar. A remessa perfeita.

A importância do primeiro amor. Como negar? Eu duvido que exista uma pessoa no mundo que não pense constantemente no seu primeiro amor. Não pode ser apenas eu que tenha esse problema mental! Não pode ser eu apenas o único louco! E não sou! Tanto que o escritor egípcio André Aciman (Nunca li nada dele, mas vi a peça "Variações Enigmáticas", com o saudoso Paulo Autran) escreveu sobre isso. Porque o primeiro amor é diferente de todos! Inaugura o corpo; inaugura o conhecimento do ciúme ( no filme, representado na cena da festa, com um close espetacular, que, é concomitantemente, uma das mais belas imagens de alguém fumando cigarro que eu já vi!); inaugura aquela vontade incontrolável de querer estar perto de outro ser humano o tempo todo ( no filme, representado na brilhante cena de Timothée quase ajoelhado, alquebrado, na porta de casa, enquanto toca a lindíssima canção do Sufjan Stevens); inaugura a vontade maluca de MORAR dentro das roupas de outra pessoa (no filme, a ardente cena da bermuda), como se vestir as roupas da outra pessoa pudesse ser um abraço contínuo (ecos de "Brokeback Mountain"? Sim, o abraço da camisa!). Roupas que o Figurino inteligentemente escolheu em tons pastéis, claros, a brincar com listras verticais para o Hammer, e horizontais para o Chalamet (A menina Marzia também usa listras. E a mãe! O que Freud diria disso? Só as listras dariam uma tese)! E ainda me matou de inveja com a camisa do Talking Heads.O primeiro amor merece um filme como este. E o primeiro amor merecia sobretudo o extraordinário monólogo do personagem do Michael Stuhlbarg! Que texto! Que coisa mais linda! Seria merecidíssima a indicação. O primeiro amor causa inveja. O Sérgio de 2017 inveja até hoje o Sérgio do ano de 2000. Nunca mais poderei sentir aquilo novamente. Daquela maneira pura e intensa. É a remessa perfeita que eu nunca mais terei. "Is it a video? Is it a video?".

Mas, convenhamos, se tem um aspecto que é decisivo no filme é a não mencionada palavra "bissexualidade". É a remessa mais forte do filme em mim. A perfeita remessa. Semana passada, peguei um cara e uma menina. Meus amigos - no geral, roqueiros barbudos héteros - ainda estão tentando se acostumar a ver isso. E tão sempre me perguntando: "Mas qual você gosta mais?". A partir de agora eu posso responder a eles, pagando de culto e citar Heráclito: "Por mudar, é que permaneço o mesmo, galera. Foi dito num filme aí". No Filme também, os dois personagens gostam do corpo feminino e gostam do corpo masculino. Chalamet foi perfeito nisso, até com uma fruta ele demonstrou a força do prazer, numa cena ANTOLÓGICA. Percebo o Mito do Amor Romântico na inúmeras resenhas vendendo o filme como "história de amor entre dois homens". Sim, tem amor na sua faceta "homossexual". Mas pra mim o tesão bateu foi de ver a bissexualidade atuando!  O personagem descobrindo que gosta de uma coisa e gosta de outra. Tem tesão pelas duas. As pessoas, querendo posar de libertárias, têm enxergado o filme assim: " Que lindo! Salve o amor! Salve o amor!" É dizer: O amor autoriza você a gostar seja de quem for. Como se o sentimento de amor "legitimasse". Ora, não precisa de amor! Que papo careta! "Call me By Your Name", para mim, não é "história de amor entre dois homens", é mais amplo, é uma "HISTÓRIA DO PRAZER" ! Todo ser humano está naturalmente legitimado, pela natureza, a ter relações sexuais com quem quiser! É por isso que a família, intelectualizada o bastante, orgulhosamente discreta quanto à religião!,  não se incomoda de ver um dos seus representantes pegar, no mesmo dia,  ora uma vizinha, ora uma visita, e nem pergunta se está ou não apaixonado, ou coisas do gênero. Não há essa pesquisa romântica. Os pais querem que o filho se descubra. Nada é forçado ("Nada foi escavado, e sim trazido à superfície"). Querem que o filho tenha liberdade ( talvez ele dê um gritão sem sentido diante de uma cachoeira, só para o TAO ouvir!). Como decorrência da liberdade,  aqueles pais inclusive não veem problema em o filho transar na própria casa. A sociedade careta brasileira inventou o "motel" por que não suportava admitir o sexo passado dentro de casa! Na Europa, na França que eu conheço bem, não existe motel! Os filhos transam na casa dos pais, ora! Qual o problema? 

O texto já está colossal, extrapolou o  confidencial, eu vou parando por aqui...Indicaria o filme a tudo: Fotografia, Trilha, as duas canções originais ( executadas em dois momentos brilhantes: a cena do ônibus e o final de encher os olhos), Montagem, Roteiro Adaptado,  Ator Coajduvante ( Stuhlbarg!, pela precisão técnica, pelo speech; e  o Hammer, em uma atuação "flamboyant", de um jeito como "flutuante"); Direção ( bastaria a brilhante cena do sonho); Filme; Figurino, Direção de arte; tudo que pudesse. Tudo é meritório. Mas se eu pudesse apenas escolher uma categoria, uma só, teria de ser forçosamente ATOR!

Timothée Chalamet, um arraso! Uma atuação sublime! Extraordinária! O modo como ele se ajeitava no sofá, desculpe, mas nem o Daniel Day-Lewis faria melhor.  Por outro lado, é maravilhoso ver um ator heterossexual acertar em maneirismos tão delicados que um cara fluído tem. Coisas de mão, certos olhares; gestos pequenos mesmos...O filme só poderia terminar com 4 minutos do rosto dele, onde se vê saudade, fossa e... um sentimento que não tem nome, mas todo mundo já sentiu: "orgulho da dor". Que alguém um dia invente uma palavra - deve ter em alemão - para esse sentimento.

Foi uma remessa perfeita. Vi na tela o italiano que eu sou. O esnobe que eu sou. O jovem apaixonado que eu fui. E a cara de prazer que eu demonstro, seja com um homem, seja com uma mulher. 

A remessa perfeita.

 

 

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Sobre "Call me By Your Name":

 

Barry JenkinsConta verificada @BarryJenkins 29 de dez

Mais

A supremely delicate and humane work. Elegant and brilliant in its modesty. For in this film Luca has gotten to the essence of a clear principle: there are few things more profound than the evolution of a human heart. And there’s no more direct way to access one’s true self.

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Weekend Results
1. Star Wars: The Last Jedi – $52.44 million
2. Jumanji: Welcome to the Jungle – $50.57 million
3. Pitch Perfect 3 – $17.78 million
4. The Greatest Showman – $15.27 million
5. Ferdinand – $11.65 million
6. Coco – $6.57 million
7. All the Money in the World – $5.45 million (7-day total: $12.61 million)
8. Darkest Hour – $5.28 million
9. Downsizing – $4.6 million
10. Father Figures – $3.7 million
11. The Shape of Water – $3.49 million
12. Wonder – $3.25 million
13. Molly’s Game – $2.33 million (7-day total: $5.22 million)

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North Carolina Film Critics Association Winners

BEST PICTURE:
Get Out

BEST DOCUMENTARY FILM:
Kedi

BEST ANIMATED FILM:
Coco

BEST FOREIGN LANGUAGE FILM:
Okja

BEST DIRECTOR:
Jordan Peele for Get Out

BEST ACTRESS:
Sally Hawkins for The Shape of Water

BEST ACTOR:
Gary Oldman for Darkest Hour

BEST SUPPORTING ACTRESS:
Laurie Metcalf for Lady Bird

BEST SUPPORTING ACTOR:
Willem Dafoe for The Florida Project

BEST CINEMATOGRAPHY:
Roger Deakins for Blade Runner 2049

BEST SPECIAL EFFECTS:
War for the Planet of the Apes

BEST ORIGINAL SCREENPLAY:
Jordan Peele for Get Out

BEST ADAPTED SCREENPLAY (tie):
Scott Neustadter and Michael H. Weber for The Disaster Artist
Aaron Sorkin for Molly’s Game

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Miami Film Awards 2017

Best Picture – Get Out

Best Director – Greta Gerwig

Best Lead Performance – Timothée Chalamet

Best Supporting Performance – Laurie Metcalf

Best Screenplay – Lady Bird

Best Ensemble – Lady Bird

Best Breakthrough Performer – Timothée Chalamet

Best First Feature as Director – Jordan Peele

Best Cinematography – Blade Runner 2049

Best Score/Soundtrack – Oneohtrix Point Never – Good Time

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Capri, Hollywood Festival Winners

Best Picture
Get Out

Best Director
Christopher Nolan, Dunkirk

Best Actor
James Franco, The Disaster Artist

Best Actress
Frances McDormand, Three Billboards Outside Ebbing, Missouri

Best Supporting Actor
Sam Rockwell, Three Billboards Outside Ebbing, Missouri

Best Supporting Actress
Melissa Leo, Novitiate

Best Adapted Screenplay
The Disaster Artist

Best Original Screenplay
Three Billboards Outside Ebbing, Missouri

Best Animated Movie
Coco

Best Documentary Feature
Clive Davis: The Soundtrack of Our Lives

Best Foreign Language Film
Foxtrot (Israel)

Best Cinematography
Hostiles

Best Film Editing
Darkest Hour

Best Make-up and Hairstyling
Darkest Hour

Best Production Design
Blade Runner 2049

Best Original Song
“Remember Me,” Coco

Best Original Score
Darkest Hour

Best Sound Editing / Best Sound Mixing
Guardians of the Galaxy Vol. 2

Best Visual Effects
War for the Planet of the Apes

Best Ensemble Cast
The Leisure Seeker

Career Achievement Award
James Ivory

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68th Annual Ace Eddie Awards:

BEST EDITED FEATURE FILM (DRAMATIC):
Blade Runner 2049
Joe Walker, ACE

Dunkirk
Lee Smith, ACE

Molly’s Game
Alan Baumgarten, ACE, Josh Schaeffer & Elliot Graham, ACE

The Post
Michael Kahn, ACE & Sarah Broshar

The Shape of Water
Sidney Wolinsky, ACE

BEST EDITED FEATURE FILM (COMEDY):
Baby Driver
Jonathan Amos, ACE & Paul Machliss, ACE

Get Out
Gregory Plotkin

I, Tonya
Tatiana S. Riegel, ACE

Lady Bird
Nick Houy

Three Billboards Outside Ebbing, Missouri
Jon Gregory, ACE

BEST EDITED ANIMATED FEATURE FILM:
Coco
Steve Bloom

Despicable Me 3
Clair Dodgson

The Lego Batman Movie
David Burrows, ACE, Matt Villa & John Venzon, ACE

BEST EDITED DOCUMENTARY (FEATURE):
Cries From Syria
Aaron I. Butler

Jane
Joe Beshenkovsky, ACE, Will Znidaric, Brett Morgen

Joan Didion: The Center Will Not Hold
Ann Collins

LA 92
TJ Martin, Scott Stevenson, Dan Lindsay

BEST EDITED DOCUMENTARY (SMALL SCREEN):
The Defiant Ones – Part 1
Lasse Järvi, Doug Pray

Five Came Back: The Price of Victory
Will Znidaric

The Nineties – Can We All Get Along?
Inbal Lessner, ACE

Rolling Stone: Stories from the Edge – 01
Ben Sozanski, ACE, Geeta Gandbhir; Andy Grieve, ACE

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Writers Guild Nominations 2018:

ORIGINAL SCREENPLAY

The Big Sick, Written by Emily V. Gordon & Kumail Nanjiani; Amazon Studios

Get Out, Written by Jordan Peele; Universal Pictures

I, Tonya, Written by Steven Rogers; Neon

Lady Bird, Written by Greta Gerwig; A24

The Shape of Water, Screenplay by Guillermo del Toro & Vanessa Taylor; Story by Guillermo del Toro; Fox Searchlight

 

ADAPTED SCREENPLAY

Call Me by Your Name, Screenplay by James Ivory; Based on the Novel by André Aciman; Sony Pictures Classics

The Disaster Artist, Screenplay by Scott Neustadter & Michael H. Weber; Based on the Book The Disaster Artist: My Life Inside the Room, the Greatest Bad Movie Ever Made by Greg Sestero and Tom Bissell; A24

Logan, Screenplay by Scott Frank & James Mangold and Michael Green; Story by James Mangold; Based on Characters from the X-Men Comic Books and Theatrical Motion Pictures; Twentieth Century Fox Film

Molly’s Game, Screenplay by Aaron Sorkin; Based on the Book by Molly Bloom; STX Entertainment

 Mudbound, Screenplay by Virgil Williams and Dee Rees; Based on the Novel by Hillary Jordan; Netflix

 

DOCUMENTARY SCREENPLAY

Betting on Zero, Written by Theodore Braun; Gunpowder & Sky

Jane, Written by Brett Morgen; National Geographic

No Stone Unturned, Written by Alex Gibney; Abramorama

Oklahoma City, Written by Barak Goodman; American Experience Films

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Art Directors Guild Nominations

PERIOD FILM

Darkest Hour — Sarah Greenwood

Dunkirk — Nathan Crowley

Murder on the Orient Express — Jim Clay

The Post — Rick Carter

The Shape of Water — Paul Denham Austerberry

FANTASY FILM

Beauty and the Beast — Sarah Greenwood

Blade Runner 2049 — Dennis Gassner

Star Wars: The Last Jedi — Rick Heinrichs

War for the Planet of the Apes — James Chinlund

Wonder Woman — Aline Bonetto

CONTEMPORARY FILM

Downsizing — Stefania Cella

Get Out — Rusty Smith

Lady Bird — Chris Jones

Logan — François Audouy

Three Billboards Outside Ebbing, Missouri — Inbal Weinberg

ANIMATED FILM

Cars 3 — William Cone, Jay Shuster

Coco — Harley Jessup

Despicable Me 3 — Olivier Adam (art director)

The Lego Batman Movie — Grant Freckelton

Loving Vincent — Matthew Button

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Make-Up and Hair Stylists Guild Nominations

Best Contemporary Make-Up
“Baby Driver” (Fionagh Cush, Phyllis Temple)
“The Big Sick” (Leo Won, Kirsten Sylvester)
“Ghost in the Shell” (Deborah La Mia Denaver, Jane O’Kane)
“Pitch Perfect 3” (Melanie Hughes-Weaver, Judy Yonemoto, Erica Kyker)
“Wonder” (Naomi Bakstad, Jean Black, Megan Harkness)

Best Contemporary Hair Styling
“The Big Sick” (Tonia Ciccone, Toni Roman-Grimm)
“Guardians of the Galaxy: Vol. 2” (Camille Friend, Louisa Anthony, Jules Holdren)
“Pitch Perfect 3” (Cheryl Marks, Melissa Malkasian, Andrea Bowman)
“Three Billboards Outside Ebbing, Missouri” (Cydney Cornell, Susan Buffington)
“Wonder” (Robert Pandini, Alisa Macmillian)

Best Period and/or Character Make-Up
“Blade Runner 2049” (Donald Mowat, Jo-Ann MacNeil, Csilla Horvath Blake)
“Bright” (Alessandro Bertolazzi, Cristina Waltz, Judy Murdock)
“Darkest Hour” (Ivana Primorac, Flora Moody)
“The Greatest Showman” (Nicki Ledermann, Tania Ribalow, Sunday Englis)
“I, Tonya” (Deborah La Mia Denaver, Teresa Vest, Bill Myer)

Best Period and/or Character Hair Styling
“Atomic Blonde” (Enzo Angileri)
“Beauty and the Beast” (Jenny Shircore, Marc Pilcher, Charlotte Hayward)
“Blade Runner 2049” (Kerry Warn, Lizzie Lawson Zeiss, Jaime Leigh McIntosh)
“Darkest Hour” (Ivana Primorac, Flora Moody)
“I, Tonya” (Adruitha Lee, Mary Everett)

Best Special Make-Up Effects
“Guardians of the Galaxy: Vol. 2” (John Blake, Brian Sipe)
“Darkest Hour” (Kazuhiro Tsuji, David Malinowski, Lucy Sibbick)
“The Shape of Water” (Mike Hill, Shane Mahan)
“Star Wars: The Last Jedi” (Neal Scanlan, Peter Swords King)
“Wonder” (Arjen Tuiten, Michael Nickiforek)

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