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Bright | Will Smith

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Longa dirigido por David Ayer.

Em um mundo futurista, seres humanos convivem em harmônia com seres fantásticos, como fadas e ogros. Mesmo nesse cenário infrações da lei acontecem e um policial humano (Will Smith) especializado em crimes mágicos é obrigado a trabalhar junto com um orc (Joel Edgerton) para evitar que uma poderosa arma caia nas mãos erradas.

trailer

 

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puts... até onde foi parar o gênero de dupla policial!! ja fizeram de tudo, desde branco com negão, certinho com aloprado, machão com gay, americano com sovietico, com policial fantasma, com caipira, com cachorro, com alien, etc...agora com elfos...kkkkk  Apesar que pelo plot ta mais parecido com o bacana "Alien Nation" (88), com o James Caan no papel principal..:D mas isso aí eu passo fácil.

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Experiência Will Smith no Brasil

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Como a meteórica passagem do astro pelo Brasil transformou-se em uma gigante onda de simpatia e bom humor.

Ao nos deparamos com personalidades extravagantes do mundo do entretenimento, normalmente nos perguntamos se aquilo tudo é real mesmo ou se não é apenas mais uma boa encenação para o público. Não são poucos os casos de artistas consagrados, que são verdadeiros bastiões da simpatia em frente às câmeras, serem de um amargor desalentador por trás delas. Eis que nessa semana, em apenas dois dias, Will Smith (“Beleza Oculta”), um dos maiores astros de Hollywood da atualidade, chegou ao nosso país e deu uma verdadeira aula de simpatia, empatia e muito bom humor.

CCXP
No domingo, dia 10 de dezembro, um cidadão fantasiado de Orc passeou por toda a área de estandes e atrações da Comic Con Experience. Tirou fotografias com os transeuntes e caminhou tranquilamente pela feira. O personagem chegou ao estande da Netflix, subiu em uma grade e sem muitas delongas, tirou a máscara e revelou sua identidade em meio ao público, deixando todos à sua volta atordoados. Inclusive seus próprios seguranças que, como pode ser percebido no vídeo produzido pela empresa e publicado em uma rede social, mostraram-se super tensos em ver o ator Will Smith desprotegido em meio a centenas de fãs.Logo após essa revelação pública bombástica, Smith partiu em uma lenta e simpática caminhada até o estúdio do site Omelete, que ficava a mais ou menos 200 metros do espaço da Netflix. Pelo caminho, o astro tirou fotografias e selfies com fãs e foi extremamente carinhoso com todos a sua volta. Já no terraço do estúdio, ele pode constatar, pela primeira vez, o tamanho da comoção que causou com a sua chegada: milhares de pessoas se aglomeravam em torno do belo estande do Omelete, que simulava um antigo cinema de bairro. Toda a feira parou para testemunhar o momento em que Will sacou um megafone sabe-se lá de onde e saudou a multidão em bom e velho português:  “Olá São Paulo!!!”. Nem é preciso dizer que o volume dos gritos do público era tão alto, que até mesmo atrapalhou a exibição de “Bright”, o próprio filme que Smith veio promover e que ocorria em sessão exclusiva para os três mil e quinhentos sortudos que conseguiram entrar no Auditório Cinemark. O tempo todo com um largo sorriso e até com uma fisionomia de constante surpresa com a recepção calorosa, o ator desceu até o estúdio e concedeu uma ótima entrevista, ao lado do ator Joel Edgerton (“Loving”), com quem divide o protagonismo no filme e também do diretor David Ayer (“Esquadrão Suicida”).

Painel de “Bright”
Assim que a exibição do longa terminou – com uma longa e barulhenta salva de palmas, demonstrando a efusiva aprovação do público – o trio adentrou o imenso auditório e, mais uma vez, Smith foi o dono da festa. Já apareceu falando em português mais uma vez, dançou e cantou a célebre canção tema da saudosa série “Um Maluco no Pedaço”. Uma energia inenarrável tomou conta do painel e todos, fãs fiéis ou não, ficaram hipnotizados com uma apresentação única.Nunca foi tão empolgante e divertido conhecer os detalhes que cercavam o filme que havíamos acabado de assistir. E tudo isso vindo diretamente da boca de um verdadeiro “showman”. O ponto alto, excetuando a performance musical inesquecível, foi a narração hilária do “treinamento” que próprio Smith e que o ator Joel Edgerton fizeram com a polícia norte americana. Em frente a agentes treinados e fortemente armados, Edgerton teria se assustado com uma abelha enorme e dado um grito que chamou a atenção dos policiais que estavam em ação.Antes de sair do palco, Smith autografou um antigo disco da trilha sonora da série “Um Maluco no Pedaço“, que pertencia a um sortudo fã da platéia.

Coletiva de Imprensa
Às onze horas da manhã da segunda-feira, foi a vez do astro encarar uma plateia um tanto diferente e um pouco mais complicada de se agradar. Explico: usualmente, coletivas de imprensa são eventos sóbrios e focados em apenas um objetivo: promover a obra que a motiva. Em um ambiente menor, sóbrio e menos acolhedor, normalmente fica mais fácil distinguir as personalidades conflitantes que integram um artista. Eis que Smith quebra todas as regras pré-estabelecidas e transforma a coletiva em um show de humor engraçadíssimo e descontraído. Seja brincando com os fotógrafos que se aproximaram muito rapidamente do palco, provocando um grito de “Segurança! Segurança!!!” do ator que, virando-se para o diretor David Ayer, diz que o salvou, já que o fotografo iria matá-lo, ou quando não entendeu o inglês de um colega jornalista e respondeu com um alto e sonoro “WHAT??????”, Smith deu outro banho de carisma e energia nunca visto antes, em um evento como esse, por este que vos fala. Nem mesmo o simpaticíssimo Hugh Jackman (“Logan”), mostrou-se tão disposto e feliz para o trabalho quando veio ao Brasil.


Mas vamos às informações importantes sobre “Bright” que o trio Smith, Ayer e Edgerton nos contaram entre às boas piadas do astro:
– O longa é uma mistura das histórias dos filmes “Dia de Treinamento” e “O Senhor dos Anéis”, ou seja, um drama policial com personagens mitológicos;
– Smith é policial humano que atua ao lado de um parceiro indesejado, um Orc (Joel Edgerton), que é rechaçado tanto pela própria polícia, quanto por sua própria raça, que o renega por ele ser policial;
– O personagem de Smith é racista, ou seja, não gosta de Orcs. O que é uma interessante mudança de perspectiva, já que este é um contraste com o fato dele ser negro. Normalmente, é o tipo de pessoa que sofre com o racismo;
– Edgerton enfrentou três horas e meia de maquiagens diárias para se transformar em um Orc. Por quase TRÊS meses!!! Will contou uma história engraçada deste processo: já que Edgerton precisava passar por isso todos os dias e Smith só ficava uns quinze minutos recebendo a sua maquiagem, ele achava que era sua responsabilidade entreter o colega. Lá pelo dia cinquenta e sete de filmagens, quando Will entrou no trailer dos maquiadores para mais um dia de animação, Joel deu um grito: “Hoje não Will…. Me deixa em paz!! Chega de atitude positiva!!”
– Questionado sobre a mensagem de “Bright”, Smith afirmou que acha muito interessante que a história do filme fale sobre todo e qualquer tipo de racismo e preconceito de uma forma bastante simples e sem julgamentos;
– Sobre sua paixão por filmes de ficção, o astro revelou que gosta do gênero pois ele proporciona discussões importantes por baixo de um verniz popular:
“É como um remédio que você toma e ele está coberto de açúcar. Você nem percebe ou se preocupa com o que está tomando, mas ele está te salvando.”
– O diretor David Ayer revelou que as gravações do longa foram quase que totalmente realizadas à noite ou na madrugada e que o clima no set era o melhor possível, pois ele contava com alguns dos melhores atores do mundo. Quando perguntado sobre a possibilidade de uma continuação – em coro com Smith – ele disse que se os fãs gostarem do primeiro e quiserem mais filmes, é só enviar mensagens pedindo para a Netflix, empresa que produziu o longa.
– Perguntados sobre a relação com a própria Netflix, todos disseram que a liberdade para tocar o projeto foi completa e que esperam repetir a parceria com a plataforma outras vezes.

Antes de terminar, em mais um rompante de animação total da coletiva, Smith começou a dançar e ameaçou tirar a camisa assim que ouviu o som da música que encerrava o evento.Sem dúvida, Will Smith mostrou, nessa sua meteórica passagem pelo Brasil, que é um cara muito legal. Um sujeito carismático, engraçado e que possui uma energia muito difícil de descrever. Algo que preenche completamente o ambiente em que está, seja este um auditório para quatro mil pessoas, um pavilhão para cinquenta mil ou uma sala de hotel com cem lugares. Fica o desejo que o nosso país receba mais pessoas como Smith e Jackman, que reconhecem e retribuem, na medida, o amor e o respeito dos fãs. E dos jornalistas também, porque não?! “Bright” apresenta um mundo futurista, onde os seres humanos convivem com diversas outras espécies. Daryl (Smith) é um policial especializado em crimes mágicos que precisará proteger uma varinha, ao lado de seu parceiro, um orc (Edgerton). Com roteiro de Max Landis (“Victor Frankestein”), o elenco conta ainda com Ike Barinholtz (“Vizinhos 2”), Edgar Ramirez (“A Garota no Trem”), Brad William Henke (“Coração de Ferro”) e Noomi Rapace (“Alien: Covenant”).O longa tem estreia marcada para 22 de dezembro na plataforma de streaming.

 

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Bright – Filme da Netflix é PIOR que ‘Esquadrão Suicida’  (2-5)

A Netflix tem acertado em seus longas, sempre elevando a um tom interessante e o melhor: com uma trama aprofundada. Infelizmente, esse não é o caso da sua nova aposta, ‘Bright’, uma espécie de ‘O Senhor dos Anéis’ mascarado com drama policial norte-americano, dirigido por David Ayer e estrelado por Will Smith, Joel Edgerton e Noomi Rapace.Por incrível que pareça, Ayer consegue realizar um filme mais confuso e desinteressante que seu antecessor, o infame ‘Esquadrão Suicida‘

.O longa começa de forma interessante, mostrando a vida de Daryl Ward (Smith), humano e policial, que é alvejado por um Orc enquanto estava distraído na pausa do trabalho. Durante a fuga do incidente, seu parceiro, Nick Jakoby (Edgerton), também Orc, comete uma série de erros e acaba deixando o criminoso escapar, criando certa rivalidade entre os dois amigos, aflorada pelo fato de serem de espécies diferentes. Até que seus caminhos cruzam com a de uma jovem elfa e uma relíquia que deveria estar esquecida – que, em mãos erradas, poderia destruir o mundo todo.
A premissa é cuidadosa em ressaltar que, na verdade, o filme quer lidar com as diferenças, com a discriminação pela cor da pele e o bullying que alguém pode sofrer apenas por não ser igual aos demais. Esse fato é lembrando o tempo todo do roteiro, que mostra que os humanos e os Orcs são visivelmente rivais, assim como os Elfos, que possuem até bairros separados na cidade. Porém, apesar de profundo, o roteiro peca em diversos momentos dos dois primeiros atos, acertando o tom apenas no terceiro, mesmo assim não sendo o suficiente.
Nem mesmo Will Smith consegue segurar a trama, apesar do seu inegável talento e carisma. O filme mescla mundos tão distintos que às vezes soa surreal demais e difícil de absorver . O resultado final acaba pairando entre os dois gêneros, sem saber que caminho seguir.
Porém, um dos acertos fica por conta de Joel Edgerton, quase irreconhecível debaixo de tanta maquiagem e, diga-se de passagem, está impecável, rendendo até mesmo uma pré-indicação ao Oscar 2018. Seu personagem é o mais complexo, tendo que lidar com os dramas de ser discriminado dentro do seu local de trabalho e sempre precisando escolher entre os humanos e os Orcs, entre a grande maioria ou a sua espécie minoritária e oprimida, tornando-o a trama mais profunda. E só.
David Ayer erra mais uma vez no tom da ação, que apesar de momentos intensos de tiroteio, não passa disso, não existem cenas memoráveis e a grande maioria delas são previsíveis e/ou remetem a outros filmes. A marca do diretor está presente, como esteve em seu outro filme polêmico, ‘Esquadrão Suicida’. A falta de ritmo, a grande quantidade de ação no terceiro ato para compensar o expectador ter assistido até ali.
Nos minutos finais, algumas piadinhas até funcionam – mas não conseguem apagar o ódio do espectador de ter assistido a um filme raso. Por sorte, não foi necessário desembolsar o caro valor do ingresso do cinema, o que chega a ser um pouco confortante.
‘Bright’ tenta se passar por um drama cabeça, mas no fim das contas a fantasia e a “magia” novamente pesa e cai em todos os clichês do gênero, tornando-o apenas mais um potencial desperdiçado. Não foi dessa vez que David Ayer terá sua redenção.

 

 

mesmo com boa parte da critica detonando vou assistir, da mesma forma que fiz com SS..:D

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45 minutes ago, Big One said:

Se for ruim como dizem, não vai darn pra colocar a culpe na DC não eh mesmo ?

 

Pois é, aqui não tem a Warner picotando nada... é o diretor mesmo. Assisti ontem baixado, ja tem legenda tupiniquim:D"Bright" é um buddy cop movie que vem sendo malhado por ser mix de "Máquina Mortifera" com "Senhor dos Aneis". Sim, é..mas ele ta mais pro razoável "Missão Alien"(88) em todos os sentidos até em sua falta de ritmo. Não é tão ruim como falam, dá pra ver. Vindo do Ayer, é melhor que "Esquadrão Suicida" . Mas é tremendamente inferior a qualquer outro dos filmes do Ayer pois fica aquela leve sensação de que poderia ter sido muito melhor e tinha muito gás pra dar. 7-10

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 NETFLIX DIVULGA “TESTE DE ELENCO” DE ORCS PARA A SEQUÊNCIA!

Capa da Publicação

Bright, filme exclusivo da Netflix, já teve sua sequência confirmada pelo serviço de streaming. O novo longa não tem data para estrear, mas a divulgação já começou – com direito a um hilário vídeo de teste de elenco. No vídeo, divulgado pela Netflix nas redes sociais, dois orcs fazem teste para entrar no elenco da continuação. Falando para a câmera, os dois brincam com suas qualidades como atores, ou não, e falam sobre a expetativa de atuar ao lado de Will Smith.

 

Fica bem claro nesse filme (marromenos) que o David Ayer tem muita culpa pelo fracasso de Esquadrão Suicida, não foi apenas a Warner que errou. E outra... esse filme/franquia ficaria melhor se fosse concebida como série...:rolleyes: Pelo visto o Ayer amou trabalhar com a Netflix, e vice-versa..

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