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Universo Cinematográfico da Marvel

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Produtor de Pantera Negra quer levar o Union Jack ao MCU

Uma versão do personagem já apareceu nos cinemas
- Marvel Comics/Reprodução
 

Os roteiristas de Vingadores: Guerra Infinita, Christopher Markus e Stephen McFeely, revelaram que o produtor executivo de Pantera Negra, Nate Moore, quer levar o Union Jack aos cinemas (via Heroic Hollywood).

"Digo isso, toda vez que você faz um filme com Nate Moore ele tenta colocar Joey Chapman, ele é o Union Jack. Ele será bem-sucedido, te aviso isso. Quer você queira o Union Jack ou não."

Uma versão do personagem já apareceu no MCU. Em Capitão América: O Primeiro Vingador. Mas, em vez de Joey Chapman, vimos Montgomery Falsworth sendo resgatado pelo Comando Selvagem.

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Kevin Feige deixa no ar possível filme com Quarteto Fantástico infantil pela Marvel

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O diretor e produtor do Marvel Studios, Kevin Feige, disse em entrevista ao Screen Rant sobre a possibilidade de um filme do Quarteto Futuro, grupo de heróis infantis da Marvel, em um futuro próximo:

Quarteto Futuro é uma marca que tem nos interessado faz tempo. Há anos, pois queríamos fazer algo para famílias, algo mais jovem. Homem-Formiga se tornou essa franquia de certa forma, ainda mais com Homem-Formiga e A Vespa, mas Quarteto Futuro é algo que ainda está entre as muitas coisas que discutimos. Não seria divertido fazer isso um dia?”

Rumores anteriores apontavam que o longa seria em um estilo próximo de crianças espiãs, com o nascimento do poderes de cada um e como eles aprenderiam a usar suas habilidades em batalha.

 

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 Matéria interessante do Adoro Cinema sobre os efeitos do Caso James Gunn no MCU

 

O efeito James Gunn: Como o Universo Cinematográfico Marvel precisará driblar a demissão do diretor (Análise)
Por Renato Furtado — 04/08/2018 às 10:36
  

O desligamento do cineasta abre um rombo no planejamento do estúdio e escancara polarizações.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Determinados eventos são tão impactantes que se apresentam, de imediato, como marcos: assim pode ser definida a demissão de James Gunn do cargo de diretor e roteirista de Guardiões da Galáxia Vol. 3. Tão polêmico quanto é polarizador, o caso dividiu Hollywood e o público; extrapolou a esfera da indústria do entretenimento; e, acima de tudo, abalou as estruturas da Disney porque, com o desligamento de Gunn, abre-se um rombo no mais rígido, calculado e bem-sucedido planejamento da história recente dos blockbusters: o do Universo Cinematográfico Marvel.

Meticulosamente estruturado desde 2008 pelo produtor Kevin Feige, o UCM é uma das muitas joias da atual coroa da Disney e jamais enfrentou um desafio desta magnitude, nem mesmo quando Joss Whedon (Os Vingadores) precisou sair pela porta dos fundos, profundamente desgastado pelo rendimento aquém das expectativas de Era de Ultron. Mas, como se o dilema já não fosse complexo o suficiente, a questão fica ainda mais problemática para a Disney porque Gunn não era apenas o diretor de Guardiões 3; futuramente, o realizador também seria o principal supervisor de todo o UCM ao lado de Feige. Assim, sem sua principal força criativa, quais serão os próximos passos da Marvel?

0577752.jpgJesse Grant Feige e Gunn na pré-estreia de Thor: Ragnarok.

No momento, a Disney não parece estar com pressa para solucionar a pergunta que tomou conta de Hollywood. De fato, o estúdio - que não planeja recontratar Gunn, apesar da pressão generalizada - adotou uma posição de espera, aguardando a poeira baixar para bater o martelo sobre o substituto do cineasta, demovido de seu cargo por causa de uma série de tuítes ofensivos postados há uma década - e desenterrados por apoiadores de Donald Trump para prejudicar Gunn, um dos mais ferrenhos críticos do presidente dos Estados Unidos. Além disso, os executivos da companhia ainda precisam dissipar a tensão gerada pela carta aberta do elenco de Guardiões da Galáxia em defesa do cineasta demitido e fazer as pazes com suas estrelas - sem intervenções judiciais, de preferência.

Entretanto, no exato instante em que o equilíbrio for restaurado, a casa de Mickey Mouse precisará demonstrar e aplicar cenários funcionais e sustentáveis para o futuro do Universo Cinematográfico Marvel. Assim, enquanto o estúdio é aplaudido por um lado e criticado por outra parcela do público por não ter concedido uma chance para Gunn provar que mudou sua conduta durante a última década, a Disney se movimentará nos bastidores para garantir a sequência de sua constelação de filmes. É hora, portanto, de analisar o mercado - especialmente porque a resposta dificilmente virá de dentro.

Disney não planeja recontratar James Gunn apesar da carta aberta assinada pelo elenco de Guardiões da Galáxia

É fato que a Disney tem, em sua “folha de pagamento”, diretores e produtores consagrados que poderiam ocupar facilmente o posto de Gunn e desempenhar as funções que estavam em seu horizonte como vindouro supervisor criativo dos bilionários super-heróis da companhia. Dos nomes ligados ao Universo Cinematográfico Marvel, aliás, quatro se destacaram na última semana: os de Jon FavreauJoe Anthony Russo e Taika Waititi. Contudo, a verdade é que as possibilidades de que qualquer um deles assuma a vaga deixada por Gunn beira o impossível.

Atualmente, a dupla responsável por Guerra Infinita, O Soldado InvernalGuerra CivilVingadores 4 está claramente de saída - a julgar, pelo menos, pela infinidade de projetos nos quais os irmãos estão envolvidos. Já Favreau (Mogli - O Menino Lobo, O Rei Leão), realizador que estabeleceu a estética-base do UCM em Homem de Ferro, está extremamente focado em seu trabalho como guru das adaptações dos clássicos da Disney para o formato live-action. E há, por fim, Waititi, que evidentemente provou saber manejar um blockbuster com Thor: Ragnarok. Porém, ainda que o realizador neozelandês seja a opção favorita dos fãs na internet, seu estilo de humor não é exatamente compatível com o de Gunn, como a interação entre Thor (Chris Hemsworth) e os Guardiões da Galáxia - em cena, aliás, escrita pelo diretor demitido - em Guerra Infinitacomprova.

5623621.jpg Nesta cena de Guerra Infinita, Thor foi escrito por James Gunn.

Para não excluir todas as opções internas, os executivos da Disney ainda poderiam avaliar as outras joias de sua coroa: a Lucasfilm e a Pixar. Seguindo a temática espacial/ficção científica da bem-humorada saga dos carismáticos bandidos liderados pelo Senhor das Estrelas, realizadores/produtores consagrados como J.J. Abrams Andrew Stanton (Wall-E) seriam escolhas perfeitas. Todavia, assim como Favreau, os dois teriam mais razões para negar um convite da Marvel do que aceitá-lo; e é esta sinuca de bico que nos leva diretamente ao primeiro problema que a Disney encontrará para substituir Gunn: a franquia Guardiões da Galáxia é o que é, acima de tudo, por causa de seu cineasta e criador.

Do uso criativo da trilha sonora às hilárias sequências de ação - e sempre passando por um humor afiado, irreverente, ousado, violento, irônico e auto-consciente que leva ao drama central de sua saga na Marvel -, Gunn deixou indeléveis impressões digitais nestas óperas espaciais e no UCM como um todo. Extrapolando os limites de sua lucrativa franquia - juntos, os dois volumes de Guardiões da Galáxia arrecadaram US$ 1,6 bilhão ao redor do mundo - e alçando personagens desconhecidos ao patamar de ícones da cultura pop, o cineasta impactou o panorama de Hollywood e criou algo que poderíamos chamar de “efeito James Gunn”.

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Muito além do evidente troco que a DC tentou dar na Marvel com Esquadrão Suicida, seu próprio longa de anti-heróis forçados a fazer o bem, Guardiões da Galáxia também estendeu sua influência dentro da Marvel. É evidente que não é possível afirmar que Deadpool não existiria sem o longa de Gunn ou que Thor: Ragnarok aconteceria do mesmo jeito, mas é certo que tanto o Mercenário Tagarela (Ryan Reynolds) quanto o Deus do Trovão aproveitaram para surfar a onda propagada pela comédia e a ação de Guardiões da Galáxia. E se Gunn é o responsável por operar tamanha importância, como trocá-lo por um cineasta e roteirista estabelecido que não submeteria sua própria estética à de Gunn?

É como Matthew Vaughn (Kingsman: O Círculo Dourado) - que seria outra interessante opção para Guardiões da Galáxia -, explicou: ele não seguiu na franquia X-Men após dirigir Primeira Classe porque a saga dos mutantes era um trabalho assinado por Bryan Singer. Ou seja, para que um realizador mais experiente faça sua transição para o cinema de super-heróis, ele provavelmente condicionará sua aceitação pela oportunidade de construir um universo do zero, a partir do esboço, da mesma forma como Gunn fez. Igualmente, por que é que a Disney aceitaria repaginar uma de suas trilogias de maior sucesso, trazendo uma fórmula inédita e ainda não testada para o caldeirão?

É evidente que o estúdio precisará trazer um diretor talentoso para a cadeira vaga, mas apesar da intenção oficial - os executivos anunciaram que planejam contar com um cineasta do alto escalão de Hollywood -, não é possível descartar a hipótese de que a gigante do entretenimento venha a apostar em mais um nome egresso do cinema independente. De todos os 17 realizadores que já passaram ou ainda passarão pelo Universo Cinematográfico Marvel, aliás, apenas cinco não iniciaram suas carreiras no terreno indie: Kenneth Branagh, Joe Johnston, Shane BlackLouis Leterrier e Alan Taylor. Até mesmo Favreau, que já havia dirigido Um Duende em Nova York Zathura antes de Homem de Ferro, é uma cria da filmografia independente dos anos 1990.

O processo, no entanto, não é tão simples quanto pode parecer. Para que um estúdio selecione um cineasta indie e confie a ele uma produção de mais de US$ 150 milhões, é preciso muito estudo e análise para fazer a aposta correta. Além disso, os potenciais candidatos também não podem ter o desejo de fugir muito da raia: a título de exemplo, basta ver como o aclamado Edgar Wright (Em Ritmo de Fuga) abandonou a produção de Homem-Formiga por divergências criativas e foi posteriormente trocado por Peyton Reed, diretor que se limita a fazer o básico para entregar o que Feige e a Marvel demandam da franquia coestrelada por Paul Rudd e Evangeline Lilly. Na mesma toada de Wright, a dupla dinâmica formada por Phil Lord Chris Miller também poderia ser uma boa opção - mas eles também não tem muitas afinidades com produtores todo-poderosos em seus calcanhares, vide o caso de Han Solo.

1295136.jpg Edgar Wright anunciou Homem-Formiga em 2012, mas foi forçado a deixar o projeto.

Ainda, fazer o salto da independência para o âmbito dos blockbusters também não é tarefa fácil do ponto de vista dos artistas - ou seja, a oportunidade de trabalhar com os grandes estúdios nem sempre é vista como um "presente divino". Os irmãos Mark Jay Duplass (Room 104, Togetherness) revelaram que receberam um convite para comandar uma produção do Universo Cinematográfico Marvel, mas recusaram a proposta porque saberiam que precisariam dedicar três ou quatro anos de suas vidas para um único projeto. Assim, as expectativas, a altíssima pressão e o ferrenho controle exercido por Feige - um produtor contemporâneo com ares de manda-chuva clássico de Hollywood - podem afastar alguns candidatos.

Para não arriscar tanto com novatos, a Disney/Marvel poderia arriscar algum nome que atualmente está na televisão. Ainda que não sejam séries cômicas, as antológicas Black Mirror ou Electric Dreams poderiam fornecer diretores com know-how no âmbito da ficção científica, enquanto outras obras também teriam artistas a ofertar. Dentre os constantemente mais cotados para fazer o salto das telinhas para as telonas está Michelle MacLaren, que fez sua carreira comandando episódios de séries aclamadas, como Breaking Bad e Game of Thrones. A diretora, que prepara sua estreia cinematográfica com The Nightingale, pulará diretamente para os blockbusters com Cowboy Ninja Viking, aventura estrelada por Chris Pratt - portanto, por que descartar a possibilidade de uma dobradinha entre os dois em Guardiões da Galáxia Vol. 3?

 

4032692.jpg Quem comandará a "nave" dos Guardiões atrás das câmeras?

 

Como tudo está em aberto, a quantidade de possíveis candidatos à direção do longa em questão é tão grande quanto a infinidade de formas como os Vingadores poderiam ser derrotados por Thanos (Josh Brolin) na previsão do Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch). Promover a roteirista Nicole Perlman, responsável pelo script de Guardiões da Galáxia ao lado de Gunn, à direção? Talvez. Arriscar um realizador do porte de Brad Bird, consagrado e dono de extenso vínculo com a Disney por causa de seu trabalho na Pixar? Igualmente plausível. Dar uma chance a Karen Gillan, que também é cineasta? Tentar Ron HowardSteven Spielberg ou James Cameron, como sugeriram os fãs da saga espacial da Marvel entrevistados pelo AdoroCinema durante a Comic-Con de San Diego? Bom, acho que aí o pessoal exagerou no sonho, né? Mas se bem que Howard está sempre aí... vide o caso de Han Solo.

A indefinição do panorama é o lado negativo do que chamamos aqui de “efeito James Gunn”: apesar do melodrama escorregadio de Guardiões da Galáxia Vol. 2, o cineasta sabia o que estava fazendo e já tinha o futuro desenhado à sua frente. A dificuldade em substituí-lo não se dará somente porque ele já estava imerso até o pescoço no Universo Cinematográfico Marvel; porque o elenco estelar da franquia espacial o adora e o defende, como a carta aberta provou; porque era o mais ferrenho - e ocasionalmente chato - defensor e promotor do estúdio nas redes sociais; ou porque provavelmente seria a primeira escolha da produtora para dirigir uma produção como Vingadores 5 ou seu equivalente. A Disney cortará um dobrado para achar o nome correto porque Gunn provou ser realmente bom como diretor de blockbusters.

 

5634558.jpg Gunn e parte do elenco de Guardiões 2.


Estas são apenas as implicações logísticas e narrativas acarretadas pela demissão do cineasta; como o campo de batalha das redes sociais vem provando, os desdobramentos da ruptura vão muito além de Hollywood e muito ainda pode ser discutido sobre a problemática. Enquanto não restam dúvidas de que Gunn errou feio ao publicar “piadas” ofensivas de tamanha insensibilidade e mau gosto anos atrás, sobram mais dúvidas do que certezas neste caso. A Disney contratou o realizador mesmo ciente de seus tuítes ofensivos? Há espaço, sob os holofotes da indústria do entretenimento, para punições justas e cabíveis, que fujam do puro linchamento midiático? E, por fim, a redenção é matéria de cinema ou também pode ser vivenciada, quando e se merecida, na vida real?

Por ironia, Gunn caiu através da mesma rede social onde construiu seu nome, mas isso não deve ser surpreendente, pelo menos não nesta altura do campeonato. A esfera pública, se é que ela ainda existe, hoje habita os corredores do Twitter, do Instagram e do Facebook. Portanto, é lá que as decisões serão tomadas: para saber a resposta para todas as perguntas postas acima, é preciso se ajustar ao fuso horário da internet e não perder nada. As coisas mudam mais rápido do que os olhos piscam.

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DISNEY E FOX – EXECUTIVO DA DISNEY ENCONTRA IMPEDIMENTO NO BRASIL PARA ENCERRAR A NEGOCIAÇÃO!

Capa da Publicação

De acordo com o site Bloomberg, o diretor da Disney, Bob Iger, esteve recentemente no Brasil, para verificar detalhes finais da compra da Fox pela empresa – mas encontrou alguns impedimentos legais e retornou aos EUA sem um acordo fechado. O site informa que Iger participou de uma reunião com representantes do CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), que regulam o mercado econômico e também possíveis monopólios de empresas. A ideia é que o CADE faça com que a Disney venda pelo menos uma de suas emissoras nacionais de esportes, após a negociação ser concretizada – a ESPN ou a Fox Sports, que passariam a ser da mesma casa, representando um conglomerado muito forte.
Contudo, nada foi formalizado durante a reunião e Iger voltou “de mãos abanando”. O Bloomberg indica também que um próximo encontro entre as autoridades brasileiras e os executivos será em 27 de fevereiro. Além disso, há uma data limite para que os dois lados batam o martelo em definitivo: 17 de março. O Brasil não é o único mercado que pode representar uma ameaça para a negociação entre Disney e Fox. O México também oferece a mesma situação. Além disso, a lei norte-americana obriga que a Disney venda emissoras regionais de 22 territórios dos EUA, como requerimento para a compra final. Por ora, a negociação entre Fox e Disney segue “emperrada”, mas deve ser resolvida ainda neste semestre.

 

Ah tá. A Disney não pode ter dois canais de esporte aqui, mas a porra da Globo pode ter Sportv1, 2 e 3; Premiere, Combate e não sei mais oq. . .. Um orgão anti monopólio que deixa a Globo ter monopólio 😂🤣

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o site da Disney ja ta atualizado com imagens de suas novas propriedades.. abaixo a tela inicial do site

PS. a direcao do Mickey ja disse que vai rebootar os mutantes dede o inicio...benzadeus!

https://www.thewaltdisneycompany.com/

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agora venham!

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DISNEY DIVULGA COMUNICADO SOBRE AQUISIÇÃO DA FOX!

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Falta apenas algumas horas para que a aquisição da Fox pela Disney entre em vigor. E a Casa do Mickey finalmente lançou um comunicado oficial sobre o assunto. O preço de aquisição custou aproximadamente US $ 71 bilhões para os cofres da Disney e chega como um dos eventos mais importantes dos últimos anos na indústria do entretenimento.
A Fox teve que se desligar de várias subsidiárias de notícias, esportes e transmissão para que o acordo fosse de fato completado.“Este é um momento histórico e extraordinário para nós, que criará um valor significativo de longo prazo para nossa empresa e nossos acionistas”, disse Robert A. Iger, presidente e diretor executivo da The Walt Disney Company. “Combinar a riqueza de conteúdo criativo e talentos comprovados da Disney e da 21st Century Fox cria a companhia de entretenimento global mais proeminente e bem posicionada para liderar em uma era incrivelmente dinâmica e transformadora.”
No comunicado, a Disney enumera vários benefícios que a aquisição da Fox trará para o objetivo de expansão global da empresa.“A Disney poderá oferecer opções de entretenimento e conteúdo de alta qualidade mais atraentes para atender à crescente demanda dos consumidores; aumentar sua pegada internacional; e expandir suas ofertas diretas ao consumidor, que incluem ESPN+ para fãs de esportes, o altamente aguardado serviço de vídeo sob demanda de streaming, o Disney+ que será lançado no final de 2019; e a participação combinada da Disney e da 21st Century Fox com a Hulu.”
Além disso, sabemos que a propriedade Marvel pertencente a Fox poderá finalmente cair nas mãos da Marvel Studios, algo que os fãs de quadrinho sonham há muito tempo. Isso significa que personagens da franquia X-Men e do Quarteto Fantástico, por exemplo, podem finalmente se reunir ao Universo Cinematográfico da Marvel. Parece que uma nova era se inicia!

https://www.thewaltdisneycompany.com/disneys-acquisition-of-21st-century-fox-will-bring-an-unprecedented-collection-of-content-and-talent-to-consumers-around-the-world/

 

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se prepara Batima....

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traduzindo tudo isso dito abaixo.... vao rebootar!😁

X-MEN – HERÓIS NÃO DEVEM SE JUNTAR AO UNIVERSO CINEMATOGRÁFICO DA MARVEL ATÉ 2021!

Nesta quarta-feira, o Universo Cinematográfico da Marvel acabou de crescer um pouquinho mais. Mesmo sem nenhum lançamento na franquia, os fãs estão muito contentes em descobrir que o Quarteto Fantástico e os X-Men logo se juntarão à família, uma vez que a venda da Fox para a Disney finalmente foi oficializada.Contudo, quem espera por novidades imediatas pode se decepcionar. Isso porque o The Hollywood Reporter acabou de soltar um vasto artigo, falando com o que deve mudar daqui em diante. De acordo com o site, “a menos que Kevin Feige tenha um roteiro escondido em sua gaveta, os heróis recém-adquiridos não devem ganhar filmes até 2021 ou depois.”Por mais que não fique claro se isso também se refere ao Quarteto Fantástico, fica subentendido que sim, uma vez que é necessário um bom tempo de planejamento para incorporar esses personagens de forma orgânica e organizada nesse universo já estabelecido.Ainda assim, é possível que tenhamos algumas pistas sendo deixadas até sua gloriosa estreia. A Marvel Studios é conhecida por suas famosas cenas pós-créditos – e essa seria uma maneira fantástica de apresentar alguns personagens das duas equipe, como por exemplo o Professor X ou o Doutor Destino.

😂

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 Todo mudo fala que os mutantes vão ser apresentados via multiverso, ou pelos poderes da Wanda, mas acho que o caminho vai ser mais simples. Esses dias tava zapeando (sim, tem gente que ainda faz isso) e me deparei com uma reprise da animação "X Men Evolution". E lá, acho que durante as duas primeiras temporadas, a existência de mutantes foi mantida em segredo, embora houvessem aqueles que sabiam (como o governo e a Shield). Tanto que quando a existência dos mutantes se torna publica, os X Men já tão formados há muito tempo. To achando que é isso que o MCU vai usar pra introduzir os mutantes, tipo, sempre estiveram por aqui mas na moita. Acho que não vão apelar pra multiverso ou pra Wanda, ainda mais que vão fazer reboot total, sem reaproveitar atores.

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Também acho que eles podem entrar de maneira mais simples e direta. Sem precisar do Multiverso necessariamente.

Mas vamos esperar. Até porque não acho que vão entrar nos filmes marcados até 2022. Devem vir depois 2023.

Não sei porque, mas a Marvel marcou filmes até 2022, mas o Ultimato se passa em 2023. Não acho que deva ser coincidência. Deve ter alguma jogada da Marvel nisso, sei lá.

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57 minutes ago, Questão said:

 

 Todo mudo fala que os mutantes vão ser apresentados via multiverso, ou pelos poderes da Wanda, mas acho que o caminho vai ser mais simples. Esses dias tava zapeando (sim, tem gente que ainda faz isso) e me deparei com uma reprise da animação "X Men Evolution". E lá, acho que durante as duas primeiras temporadas, a existência de mutantes foi mantida em segredo, embora houvessem aqueles que sabiam (como o governo e a Shield). Tanto que quando a existência dos mutantes se torna publica, os X Men já tão formados há muito tempo. To achando que é isso que o MCU vai usar pra introduzir os mutantes, tipo, sempre estiveram por aqui mas na moita. Acho que não vão apelar pra multiverso ou pra Wanda, ainda mais que vão fazer reboot total, sem reaproveitar atores.

Será, Questão? Eu acho que as respostas estão no multiverso sim. Vamos supor que tu esteja certo, então por que esse multiverso? Não discuto que podem existir coisas muito interessantes pra fazer com ele e que não necessariamente envolvam as novas aquisições, mas será que não é arriscado DEMAIS introduzir um negócio desses em um universo cinematográfico tão sólido de "graça"? Vamos supor que a Marvel não tivesse adquirido Quarteto e X-Men, não tivesse Galactus e Surfista e todas essas coisas. Será que ela estaria trabalhando no multiverso agora? Arriscar todos os furos que uma ação dessas pode criar sendo que todos sabemos que existiriam caminhos bem menos arriscados para futuras sagas?

Eu acho que X-Men e Quarteto estão na mesa do Kevin Feige e sua trupe há MUITO TEMPO. Podem ter adquirido os direitos oficialmente faz pouco, mas deviam saber que aconteceria há bem mais tempo do que o divulgado. Então o desafio começou a ser esse: como? Se eles estão aí, por que não os vimos em Avengers? Era de Ultron? Guerra Infinita/Endgame? 

E se e se... Não estivessem aí? Estivessem em um outro lugar. Talvez uma realidade que seja afetada com o estalo, como todas as outras. Talvez a do Mysterio, talvez outra. 

Tem uma coisa dos quadrinhos recentes que eu acho que não pode ser ignorada: Guerras Secretas de 2015. Uma desculpa pra unir realidades distintas em um grande crossover e criar uma única linha temporal que abrigue todas elas. E vamos ainda mais longe: e se na realidade dos X-Men não existem Avengers, os mutantes sempre foram os responsáveis por impedir as grandes catástrofes (Fênix Negra, Apocalypse, etc) e esse estalo irresponsável do Hulk começou a criar uma anomalia espacial que pode gerar um colapso fatal de realidades? E daí temos Guerras Secretas e Vingadores vs X-Men quase no mesmo arco. Se ficamos arrepiados em uma batalha de team cap x team stark, de avengers x exercito de Thanos, imagina Avengers de um lado e X-Men de outro... 

Escrevi esse textão apenas por duvidar que eles começariam um negócio espinhoso como esse que é o multiverso se não fosse essencial para as pretensões deles. E pra mim as pretensões deles estão girando 100% em volta de X-Men.

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Eu acho mais fácil ser algo como o Questão apontou, e acho que pode ser bem orgânico, no sentido de colocar um Marco zero.

Uma criança desenvolve poderes, faz alguma coisa numa escola, e aparece o Xavier ou alguém investigar.

Tá feito.

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16 hours ago, Gust84 said:

Eu acho mais fácil ser algo como o Questão apontou, e acho que pode ser bem orgânico, no sentido de colocar um Marco zero.

Uma criança desenvolve poderes, faz alguma coisa numa escola, e aparece o Xavier ou alguém investigar.

Tá feito.

Exato, JAIL. Acho que a ideia é criar um ponto zero para a revelação dos mutantes no MCU (como o "I am the Iron Man" foi para os superseres., para então jogar com os impactos sociais que isso pode causar. Afinal, agora não é mais uma ou outro cara super poderoso ou cara de armadura que existe por ai. Gera uma paranoia no MCU, pois qualquer um pode ser um mutante.

 

21 hours ago, Tensor said:

Será, Questão? Eu acho que as respostas estão no multiverso sim. Vamos supor que tu esteja certo, então por que esse multiverso? Não discuto que podem existir coisas muito interessantes pra fazer com ele e que não necessariamente envolvam as novas aquisições, mas será que não é arriscado DEMAIS introduzir um negócio desses em um universo cinematográfico tão sólido de "graça"?

 

 Não vejo dessa forma. Até por que embora o multiverso seja apresentado em ULTIMATO, eles estão bem longe de ser o foco, que é mais a viagem no tempo em si. O multiverso parece mais uma consequência, e a saída mais fácil pra não ferrar com a Timeline estabelecida. Pra mim, nem os diretores e nem os roteiristas prestaram muita atenção nesse conceito em particular, por que estavam focados demais no que acontece no Universo "de verdade" (eles nem sabem explicar direito se o Capitão casou com a Peggy no nosso passado, ou em outro passado)

 Mas então você pode argumentar "Mas eles vão abordar multiverso já no filme seguinte ao ULTIMATO, que é HOMEM ARANHA: LONGE DE CASA"? Então, há controvérsias. A gente não pode esquecer que quem veio com a história de multiverso foi o Mystério, o mesmo cara que nos quadrinhos fez o Demolidor acreditar que o juízo final tava chegando e o inferno ia se materializar na Terra. Então não se surpreenda, se no fim das contas, a trama de HOMEM ARANHA: LONGE DE CASA, não tiver nada a ver com multiverso, e ser tudo um plano do Mysterio, se aproveitando do que rolou em ULTIMATO,

Assim sendo, não vejo como um risco a introdução do multiverso aqui. Se a Marvel quisesse (e não acho que seja o caso) ela podia nunca mais falar em Multiverso de novo. Os Nove reinos do Thor lá não seguem praticamente inexplorados? O Mandarim sugerido desde o primeiro Homem de Ferro deu as caras (excetuando o Mandarim fake de HDF 3)?

 

21 hours ago, Tensor said:

 Vamos supor que a Marvel não tivesse adquirido Quarteto e X-Men, não tivesse Galactus e Surfista e todas essas coisas. Será que ela estaria trabalhando no multiverso agora? 

 

 Cara, acho que sim, até por que diz o Feige, ele já tinha a fase 3 finalizada antes mesmo de sonhar em ter os X men e o Quarteto na mão. Me parece que os fãs estão dando muito mais importância para a questão do multiverso do que a Marvel em si (apesar de LONGE DE CASA, mas tenho pra mim que faz parte do truque, como disse acima). Então, sim, acho que eles teriam usado a teoria do multiverso com ou sem as propriedades da Fox. Se pararmos pra pensar, era o jeito mais simples que eles tinham de trabalhar com a viagem no tempo no cenário que eles tinham ali. Por que se pararmos pra pensar, eles realmente iam introduzir o multiverso pra justificar o surgimento dessas aquisições, se tem explicações mais simples pra isso (tipo o rato que aperta o botão pro Homem Formiga voltar)?

 

21 hours ago, Tensor said:

Arriscar todos os furos que uma ação dessas pode criar sendo que todos sabemos que existiriam caminhos bem menos arriscados para futuras sagas?
 

Ai é que tá. Não necessariamente a Marvel vá usar a questão do multiverso como fio condutor para futuras sagas (pode usar), mas não acho que ULTIMATO criou uma obrigação pra isso.

 

21 hours ago, Tensor said:

Eu acho que X-Men e Quarteto estão na mesa do Kevin Feige e sua trupe há MUITO TEMPO. Podem ter adquirido os direitos oficialmente faz pouco, mas deviam saber que aconteceria há bem mais tempo do que o divulgado. Então o desafio começou a ser esse: como? Se eles estão aí, por que não os vimos em Avengers? Era de Ultron? Guerra Infinita/Endgame? 
 

 Quando se lida com universo expandido (o que vale pros quadrinhos também, mas principalmente no cinema e na TV) você tem que fazer algumas concessões. Pega as críticas do Pablo dos filmes da Fase 2 como HOMEM DE FERRO 3, THOR: O MUNDO SOMBRIO e CAPITÃO AMÉRICA: O SOLDADO INVERNAL, e o Pablo (não só ele, mas diversos críticos) questionavam "por que eles não chamaram os Vingadores pra ajudar?" Claro, você pode procurar justificativas na história que respondam essas perguntas, mas a resposta mais rápida é "por que não era um filme da equipe". Ou em um caso mais recente "por que o Fury não chamou a Capitã Marvel quando o Loki liderou uma invasão alienígena, ou quando o Ultron quase detonou o Planeta Terra"? Podemos inventar várias explicações pra isso, mas a resposta mais honesta é "por que a Capitã Marvel não havia sido introduzida".

 Assim, você explica essas questões. X Men podiam nem ter sido formados durante esses eventos. O Quarteto podia não ter sofrido o acidente, enfim. A explicação não é complicada.

 

21 hours ago, Tensor said:

Talvez uma realidade que seja afetada com o estalo, como todas as outras. Talvez a do Mysterio, talvez outra. 
 

 

 Mas isso um filme teria que inserir essa informação, pois ULTIMATO não indica que o multiverso seja afetado pelo estalo, e sim somente aquele universo onde ele é feito. Tanto que acho que se forem pra 2014 sem Thanos, nunca vai acontecer estalo nenhum.

 

21 hours ago, Tensor said:


Tem uma coisa dos quadrinhos recentes que eu acho que não pode ser ignorada: Guerras Secretas de 2015. Uma desculpa pra unir realidades distintas em um grande crossover e criar uma única linha temporal que abrigue todas elas. 

 Na verdade, não foi bem fundir todos em uma unica linha temporal, certo? E sim, acabar com o excesso de realidades alternativas (especialmente o Universo Ultimate) e trazer para o universo regular personagens que haviam se tornado populares, como o Miles Morales e o Velho Logan.

E isso sim é complexo se pararmos pra pensar. A Marvel vai criar todo um universo alternativo com o Quarteto e os X men, pra depois destruir esse universo e fundir tudo em um só? Isso sim é complexo. Só vejo a Marvel fazendo isso se for pra ter um reboot completo do MCU, e acho que eles estão bem longe dessa marca.

 

21 hours ago, Tensor said:

 Se ficamos arrepiados em uma batalha de team cap x team stark, 

Confesso que não me empolguei muito com esse. Hehehe. Até gosto do filme, mas não envelheceu bem comigo, e acho fácil o filme mais fraco que os Russo dirigiram para a Marvel.

 

21 hours ago, Tensor said:

Vamos supor que tu esteja certo, então por que esse multiverso?

 

Cara, minha opinião é que o multiverso (que não necessariamente envolve realidades espelhos da nossa) vai ser usado sim pelas propriedades da Fox (mas também pelas que a Marvel já tem) pra brincar com coisas que você geralmente não poderia. Dá pra brincar aqui com um "Marvel Zombies", uma "Marvel 1602", um Mojoverso, uma Zona Negativa, uma "Era do Apocalipse", um "Dinastia M", até um "Fox verse, com os X men da Fox", por que não? Dá pra fazer uma adaptação de "Homem Aranha no Aranhaverso" pra passar o bastão do Peter pro Miles Morales (o que vai acontecer, cedo ou tarde quando o Tom Holland largar o papel), da pra introduzir uma Spider Gwen. Até um Porco Aranha e uns X Babies se quiserem pirar.

Então, acho que o multiverso vai ser uma coisa muito pontual no MCU, que pode até vir a assumir um papel central se a Marvel resolve adaptar alguma saga que gire em torno dele, como "Massacre", "Dinastia M", "Dinastia Kang", ou a própria "Guerras Secretas 2015" citada por você, mas que não acho que tenha sido posto ali pra servir de porta de entrada pra X Men ou Quarteto

 

21 hours ago, Tensor said:

 E pra mim as pretensões deles estão girando 100% em volta de X-Men.

 

Cara, eu acho que os X Men não tão no pensamento imediato do Feige não. Acho que ele tá muito mais preocupado com o Quarteto agora, e a cartela cósmica (e geopolítica) que ele traz. "O Futuro imediato é cósmico'" é o que o Feige diz. Ai, acho que ele quer se aprofundar mais nos Krees e Skrulls, apresentar o Galactus, e as ramificações trazidas pelos Eternos, apresentar o Império Xiar (que veio com a cartilha dos X Men),  e por a vai. Sem falar na própria geopolítica da Terra. Com a revelação de Wakanda, imagino que Latveria e Atlântida não devem estar muito atrás.

Enfim, esse foi o meu textão, pra explanar o meu ponto de vista do por que eu acredito que os fãs estão dando mais importância para o multiverso do que ele realmente tem (por enquanto).

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