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Rocketman (Cinebiografia de Elton John)

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On 5/2/2019 at 6:50 PM, Jorge Soto said:

 

 

Fiquei ouvindo essa versão da música o dia todo. Sei lá porque. Acho que gostei da versão...

Curto essas "versões de filmes" de músicas do Elton. Aquela que tá no Moulin Rouge, ouço o tempo todo. E outra que tem no Quase Famosos (que momento lindo aquele ali do ônibus e todo mundo contando a música dele).

As músicas dele tem esse tom meio cinematográfico mesmo, aí encaixa bem nos filmes.

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On 5/15/2019 at 9:42 AM, Big One said:

Ficou show....espero que seja melhor que o filme do Queen.

O do Queen foi uma cinebiografia chapa branca, mas ainda assim assistivel pelas músicas... no entanto, ficou aquela sensação de que poderia ser bem melhor mesmo!

Rocketman é o musical para maiores que Bohemian Rhapsody não conseguiu ser, diz diretor
Dexter Fletcher pegou o bonde andandando com Bohemian Rhapsody, que contou com inúmeros problemas de produção, gerados pelo comportamento errático do antigo diretor, Bryan Singer. Singer, acusado de pedofilia e assédio sexual, eventualmente foi afastado do projeto e Fletcher assumiu. Agora, Fletcher tem a oportunidade de fazer o seu filme apropriadamente, com Rocketman – sobre Elton John.“Eu sabia o que [Bohemian Rhapsody] era. O filme é seu próprio filme. Eu queria fazer um bom trabalho e levá-lo para casa. Muitas pessoas trabalharam duro e precisavam de alguém para finalizar. Fiz o meu melhor. Eu o dirigi e o lancei, mas não estava emocionalmente ligado a ele”, disse Fletcher ao IndieWire.“Bohemian Rhapsody foi a versão para menores daquela história. Fazer um filme para maiores sempre foi nosso objetivo, nossa visão [para Rocketman]”, continuou o diretor. “Eu nunca foi pressionado pelos produtores doe stúdio. Há muito conteúdo para maiores. Eu tive de dizer, ‘isso é importante’, ao longo do filme, não mais que o necessário”.
Com isso, é seguro dizer que Fletcher está fazendo um filme bem mais honesto que Bohemian Rhapsody, com menos limitações, ainda que tenha tomado mais liberdade artística nas composições de suas cenas.Estrelado por Taron Egerton (Kingsman: Serviço Secreto), Rocketman promete explorar os primeiros anos da carreira de Elton John e explorar o aspecto “sexo, drogas e rock n’roll” da história. O elenco ainda conta com Richard Madden e Bryce Dallas Howard.O filme é dirigido por Dexter Fletcher, responsável por finalizar Bohemian Rhapsody após a demissão de Bryan Singer.Rocketman tem estreia marcada para o dia 30 de maio.

 

14 hours ago, Jailcante said:

Falaram que o filme do Freddy Mercury foi meio casto. Esse aqui, pelo jeito, não vai ser:

Rocketman será o primeiro filme de grande estúdio a mostrar sexo gay
Rocketman, cinebiografia sobre o cantor Elton John, teve sua estreia mundial nesta quinta-feira (16) no Festival de Cannes. O que está surpreendendo a crítica é o fato de o filme com Taron Egerton ser a primeira grande produção de Hollywood a lidar com sexo gay de forma explícita. O The Hollywood Reporter revela que há múltiplas cenas envolvendo beijo gay, sexo oral e uma cena de sexo explícita entre Egerton e Richard Madden – que interpreta o amante do cantor. Além disso, o filme de Dexter Fletcher está sendo bem elogiado, especialmente pela performance central de Taron Egerton; que foi aplaudido de pé após o fim da exibição.
Estrelado por Taron Egerton (Kingsman: Serviço Secreto), Rocketman promete explorar os primeiros anos da carreira de Elton John e explorar o aspecto “sexo, drogas e rock n’roll” da história. O elenco ainda conta com Richard Madden e Bryce Dallas Howard.O filme é dirigido por Dexter Fletcher, responsável por finalizar Bohemian Rhapsody após a demissão de Bryan Singer.

 

Taron e Elton cantando em Cannes

 

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20 hours ago, Jorge Soto said:

O do Queen foi uma cinebiografia chapa branca, mas ainda assim assistivel pelas músicas... no entanto, ficou aquela sensação de que poderia ser bem melhor mesmo!

Rocketman é o musical para maiores que Bohemian Rhapsody não conseguiu ser, diz diretor
 

O do Queen não vi. Esse estou interessado. Devo ver no cinema.

 

Em Cannes:

 

 

 

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@Pablo Villaça viu em Cannes e gostou (com ressalvas)

 

DIA 04

 

10) Quando Rocketman, cinebiografia do cantor Elton John, tem início, vemos o protagonista chegando dramaticamente em uma reunião dos Alcoólatras Anônimos vestido a caráter - e se você apenas já ouviu falar do britânico, pode imaginar que “a caráter” neste caso envolve um figurino brilhante, elaborado e absurdo. Ao longo das duas horas seguintes, retornaremos pontualmente a esta sala enquanto Elton John recorda passagens importantes de sua vida e carreira, removendo gradualmente a fantasia num simbolismo óbvio que o filme parece julgar brilhante.

Estes primeiros minutos de projeção são também os mais inquietantes, pois ameaçam seguir a mais do que batida estrutura do gênero e que foi destruída para sempre pela comédia A Vida é Dura: A História de Dewey Cox (Walk Hard), um dos melhores exemplos de crítica cinematografia em forma de filme já produzidos. E, até certo ponto, o longa segue estas convenções, embora também tente se distanciar destas o bastante para não se tornar insuportável. Na verdade, Rocketman consegue até mesmo criar diversas sequências memoráveis, embora estas infelizmente sejam reequilibradas por outras que beiram o embaraço completo.

Tomemos, como exemplo, estes momentos iniciais: ao se lembrar da infância, o protagonista (Taron Elgart) enxerga sua versão mirim em uma bicicleta no canto da sala numa daquelas “visões” que filmes como este usam como sinal de uma memória dolorosa que retorna. Porém, quando estamos prestes a gritar “sério?” na direção da tela, o roteiro de Lee Hall atira o sujeito em um número musical envolvendo dezenas de dançarinos em uma imagem dessaturada na qual os únicos a manterem a cor são os dois Eltons, adulto e criança. É original? Não, mas é melhor do que só enfocar o sujeito cantando com os olhos distantes. Aliás, o elemento mais forte de Rocketman é exatamente a concepção das sequências musicais – e não apenas porque as músicas são contagiantes (e são), mas por envolver coreografias elaboradas que o diretor Dexter Fletcher (responsável por finalizar o irritante Bohemian Rhapsody depois da demissão de Bryan Singer) concebe através de planos longos e em quadros abertos que permitem que o público veja os dançarinos de corpo inteiro enquanto a câmera desliza entre todos (e o fato de o design de produção pincelar tudo em cores fortes e marcantes coordenadas entre cenários e figurinos torna tudo melhor).

O que o longa compreende é que uma cinebiografia como esta não deve depender somente das canções do homenageado (caso contrário, bastaria vermos um registro de seus shows), mas no contexto no qual estas são inseridas na narrativa. Neste aspecto, Rocketman merece fartos aplausos, pois com frequência aposta em imagens que nos inserem no estado emocional de Elton John ou em seu encanto pela música – como na cena em que, ainda menino, imagina estar conduzindo uma orquestra que, então, é vista sob a luz oscilante da lanterna que ele carrega. Do mesmo modo, quando o artista entra no palco para sua primeira apresentação no Troubadour, o tempo parece correr mais lentamente como reflexo de seu nervosismo, ao passo que, segundos depois, ele e toda a plateia surgem flutuando como uma representação literal do júbilo que a música traz ao cantor e ao seu público. Esta lógica, por sinal, também se mostra presente em instantes icônicos da carreira de Elton – como no plano que parece congelar momentaneamente quando este recebe um envelope com as letras escritas por aquele que viria a ser seu parceiro artístico por décadas, Bernie Taupin (Jamie Bell, excelente como de hábito).

Por falar nas letras, uma grande importância é conferida pelo filme às músicas (especialmente os versos) como reveladoras do estado mental de Elton John em cada época, como se estas fossem expressões pessoais de suas preocupações – contudo, ao mesmo tempo o roteiro ressalta diversas vezes que as palavras em si vieram em grande parte de Taupin, o que complica a lógica estrutural da narrativa. Ainda assim, elas fazem um trabalho melhor em revelar mais sobre o compositor do que as composições caricatas de Bryce Dallas Howard e Steven Mackintosh como seus monstruosos pais ou a de Richard Madden como seu ex-empresário e ex-namorado (e vilão oficial do longa) John Reid.

O que nos traz a Taron Egerton, que, depois de alcançar o estrelato com os dois ótimos Kingsman, oferece aqui alguns dos melhores – e também piores – momentos de sua carreira. Para começo de conversa, o óbvio: fisicamente, o ator não poderia ser mais diferente do personagem, algo que nem as toneladas de maquiagem e peruca conseguem solucionar (e seu porte atlético, em especial, está a anos-luz da silhueta do verdadeiro Elton John). Mesmo assim, Egerton evoca a postura apropriada, emulando a boca curvada para baixo, os meneares de cabeça e os movimentos do cantor no palco (e créditos adicionais devem ser conferidos por ter de fato cantado as músicas que ouvimos no filme). Em contrapartida, a partir da segunda metade da projeção ele se entrega frequentemente ao overacting, o que talvez seja resultado da falta de confiança no roteiro para sugerir o estado mental do protagonista, já que chegamos ao fim da obra ainda sem uma ideia clara de como Reginald Dwight se tornou Elton Hercules John (a única coisa que fica patente é sua genialidade como músico).

Mas o maior obstáculo de Rocketman reside no desespero do roteirista Lee Hall para encontrar algum arco dramático que ancore a narrativa. Considerando que o caminho de Elton John rumo à fama parece ter sido relativamente tranquilo, Hall tenta forçar um clássico ascensão-apogeu-decadência-crise-recuperação-glória ao trazer o músico se questionando frequentemente sobre quem “é” – mas nem o filme, nem Taron Egerton parecem acreditar muito no recurso, que soa artificial e melodramático. Para piorar, isto leva a dois momentos pavorosos: aquele em que, surfando sobre a plateia, o protagonista relembra todas as crueldades que ouviu em sua vid... nas duas horas anteriores, e – ainda mais constrangedor – a cena “catártica” na qual se reconcilia com os espectros/lembranças/imagens daqueles que cruzaram seu caminho.

Já a música não tem pontos baixos. E isso já é um consolo.

http://cinemaemcena.com.br/coluna/ler/2436/festival-de-cannes-2019-dia-04

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Rocketman tem um acerto que Bohemian Rhapsody não teve
Rocketman chega na próxima semana aos cinemas brasileiros e traz uma abordagem diferente para uma cinebiografia. Esse lado pode gerar comparações com Bohemian Rhapsody, que contou a história de Freddie Mercury e do Queen. O fato foi observado pelo portal Digital Spy.
A nova cinebiografia conta a história de Elton John, desde a sua infância. Em alguns momentos, o filme se transforma em uma fantasia musical para repassar uma trama vivida pelo músico.
Um desses exemplos é quando Elton John precisa ir para reabilitação. Ao Digital Spy, o diretor Dexter Fletcher lembrou que nem sempre as memórias são fiéis ao que acontece.
“Elton é um contador de histórias e o filme tem as suas memórias. Às vezes nossas memórias nos enganam ou lembramos das coisas mais coloridas, ou ainda de diferentes maneiras do que realmente aconteceu”, disse o cineasta.
É justamente essa a diferença de Rocketman e Bohemian Rhapsody. O filme de Elton John mostra a vida do músico sem se preocupar com os detalhes dos fatos, enquanto o de Freddie Mercury foi criticado por alterar a linha do tempo de acontecimentos da vida do cantor.
Quando Bohemian Rhapsody se abriu para o jeito tradicional de uma cinebiografia, permitiu que os fãs analisassem os fatos históricos. Um exemplo é o ensaio para o Live Aid, em 1985. Na vida real, não há registros de que o astro contou para banda que tinha HIV. Os membros do Queen só souberam anos mais tarde.
No entanto, isso é apenas um detalhe. Rocketman e Bohemian Rhapsody são dois grandes filmes de dois grandes ícones.
Rocketman chega em 30 de maio nos cinemas brasileiros.

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Ótimo..tem uma entrevista do Elton dizendo que o estúdio queria que ele pegasse leve nas drogas no filme, mas ele respondeu que não teve uma vida PG-13.

 

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On 5/29/2019 at 2:41 PM, Jorge Soto said:

com a vibe do filme do Elton ..Boy George vai ganhar cinebiografia, o filme esta em desenvolvimento...e Rod Stewart quer filme sobre ele também..😂

perguntaram pro diretor que outra cinebiografia gostaria de fazer e ele respondeu:

“Eu faria Madonna! Essa parece uma grande aventura. Seria extraordinário… Não sei se ela ficaria feliz com essa ideia, mas que vida extraordinária seria. Se eu fosse abordar outro ícone, seria ela. Ela é extraordinária”, sonha o diretor.

aliás, relação das musicas do filme

The Bitch is Back
I Want Love
Saturday Night’s Alright For Fighting
Thank You For All Your Loving
Candle in the Wind
Border Song
Rock and Roll Madonna
Daniel
I Guess That’s Why They Call It The Blues
Your Song
Amoreena
Crocodile Rock
Tiny Dancer
Take Me To The Pilot
Hercules
Don’t Go Breaking My Heart
Honky Cat
Pinball Wizard
Rocketman
Benny and the Jets
Don’t Let The Sun Go Down On Me
Sorry Seems To Be The Hardest Word
Goodbye Yellow Brick Road
I’m Still Standing

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trilha sonora..

 

 

Rússia corta cenas gays de Rocketman
A Rússia provou mais uma vez sua retrógrada política homofóbica ao cortar todas as cenas gays de Rocketman, cinebiografia de Elton John. A informação é do Yahoo Movies.Por volta de cinco minutos do filme ficaram de fora em razão das leis do país, que banem “propaganda homossexual” (aparentemente a opção sexual é influenciada pelo que vemos em telas – cuidado ao assistirem National Geographic e Discovery!).O crítico de cinema russo Anton Dolin foi o primeiro a revelar essas alterações, tendo publicado no Facebook as mudanças do filme.“Todas as cenas com beijos, sexo e sexo oral entre homens foram cortadas”, disse Dolin, que assistiu a versão original antes da estreia do filme e pôde ver as mudanças.
O crítico ainda criticou o corte de um dos dizeres finais do filme, que aparece em tela, informando ao público que Elton John vive com seu marido.O Ministério da Cultura tentou tirar o seu da reta ao negar envolvimento com a censura, dizendo ao Interfax (via Yahoo), que “a decisão [de cortar essas cenas] foi unicamente do distribuidor do filme”.Mas todos sabemos o que aconteceria se o filme tivesse estreado com cenas de sexo gay na Rússia.Em todo caso, Rocketman já está em exibição nos cinemas brasileiros, felizmente em sua versão original.

 

E a Paramount e Elton John se pronunciaram sobre esse corte na Russia:
“Nós rejeitamos nos termos mais fortes possíveis a decisão de compadecer a leis locais e censurar Rocketman para o mercado russo, uma ação da qual nós não tínhamos ciência até hoje. A Paramount Pictures foi ousada em nos permitir criar um filme com uma verdadeira representação da vida extraordinária de Elton. “O fato de a distribuidora local ter cortado certas cenas, negando que o público tenha a oportunidade de ver o filme como foi intencionado é um reflexo triste do mundo dividido em que vivemos e como ainda pode ser cruelmente incapaz de aceitar o amor entre duas pessoas. Acreditamos em construir pontes e no diálogo aberto, e continuaremos quebrando barreiras até que todas as pessoas sejam ouvidas igualmente pelo mundo”, diz o anúncio.
 

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Conferido!!

Não sei se gostei tanto por que é bom, ou porque é muito melhor que o do Queen que achei uma merda!

Gostei de verdade do Taron Egerton, achei bem melhor construída sua leitura do Elton.

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Assisti ontem. Curti muito também.

Musical com músicas do Elton já entra em campo ganhando. Mas todo resto é ótimo também. Pro ator, o elogio que faria pra ele seria: Quero ele na Marvel agora. Escolhe seu herói favorito e assine um contrato de 6 filmes aí. hehe

 

**O amigo do Elton foi endeusado (quem dera todo mundo ter um amigo assim), mas a mãe saiu ruim na foto, coitada (mas também, ela disse algo pesado pra ele, que ele sente até hoje).

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Colocaram o final no youtube. Vou ficar revendo até tirarem do ar. hehe Gostei demais.

SpoilerSpoilerSpoilerSpoilerSpoilerSpoilerSpoilerSpoilerSpoilerSpoiler:

 

É uma montagem de um clipe velho do Elton "I'm Still Standing". O clipe é bem brega e vergonha alheia (começo dos anos 80), mas funcionou muito bem no filme. E a música é maravilhosa.

Mas não gostei do jeito que cortaram a "I'm Still Standing" no final, pra tocar a música nova. Deveriam ter deixado ela tocar até o final, e só depois passar pra música nova. 

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On 5/28/2019 at 11:03 AM, Jailcante said:

Versão do cara do Rocketman ficou tão legal, mas Your Song ficou brocha...

 

(Mas talvez seja porque estou acostumado com a versão do Ewan McGregor no Moulin Rouge)

 

Engraçado que no filme funcionou bem melhor. Talvez precise mesmo da cena ali pra funcionar do jeito que tem que funcionar. Essa versão da música sozinha, sem a cena em volta, fica meio estranha.

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Rami Malek quase apareceu como Freddie Mercury em Rocketman

Resultado de imagem para rami malek freddie
Rocketman e Bohemian Rhapsody têm um diretor em comum: Dexter Fletcher, que revelou que quase vimos o Freddie Mercury de Rami Malek no filme sobre Elton John.
“Eu tive essa ideia, em um ponto, em que Elton estava em um restaurante com sua mãe. Eu pensei que John Reid e Freddie poderiam estar na outra mesa e eles acenariam um para o outro!”, disse o diretor. “Isso teria sido incrível [mas] não aconteceu. Teria sido um pouco demais… não quero fazer um universo cinematográfico!”, continuou Fletcher.
Em todo caso, os dois filmes provaram ser muito bem sucedidos, com Rocketman já se destacando na crítica e bilheteria.
Rocketman já está nos cinemas.

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19 minutes ago, Jorge Soto said:

“Eu tive essa ideia, em um ponto, em que Elton estava em um restaurante com sua mãe. Eu pensei que John Reid e Freddie poderiam estar na outra mesa e eles acenariam um para o outro!”, disse o diretor. “Isso teria sido incrível [mas] não aconteceu. Teria sido um pouco demais… não quero fazer um universo cinematográfico!”, continuou Fletcher.

 

Seria legal isso. Que oportunidade perdida.

Mas num universo compartilhado musical anos 60/70/80, 'Os VIngadores' aí seria o que? O "We are the World" ou o "Live Aid"? hehehe

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