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Ridley Scott

Qual é o melhor filme dirigido por Ridley Scott?  

55 members have voted

  1. 1. Qual é o melhor filme dirigido por Ridley Scott?

    • Alien, o Oitavo Passageiro
      20
    • Blade Runner - O Caçador de Andróides
      26
    • Chuva Negra
      1
    • Thelma & Louise
      9
    • 1492 - A Consquista do Paraíso
      2
    • Gladiador
      18
    • Hannibal
      3
    • Falcão Negro em Perigo
      2
    • Os Vigaristas
      0
    • Cruzada
      1
    • Outro
      0


Recommended Posts

 

Ridley Scott pode ocupar lugar de Scorsese na direção - 08/07/2010 11:55

leonardodicaprio_01.jpgridleyscott_02.jpg

Desde 2007 não se falava mais na adaptação do livro The Wolf of Wall Street' date=' autobiografia de Jordan Belfort que marcaria mais uma parceria nas telas entre o diretor Martin Scorsese e o ator Leonardo DiCaprio.

 

Passados três anos, o projeto é retirado da gaveta e vem com um novo nome associado à direção: Ridley Scott.

 

Segundo o Deadline New York, DiCaprio e Scorsese produzirão o filme ao lado da produtora de Scott, a Scott Free. E o roteiro, ao que parece, terá assinatura de Terry Winter (Família Soprano).

 

Não se sabe ainda como diretor e ator vão consciliar suas agendas para tirar esse projeto do papel. Enquanto Scott tem pré-sequências de Alien para filmar, DiCaprio está envolvido em outra cine-biografia: Hoover, dirigido por Clint Eastwood com base na vida de J. Edgar Hoover, fundador do FBI.

 

The Wolf of Wall Street seguirá a vida de Belfort, um corretor de fundos que ficou preso durante 20 meses por se negar a cooperar na investigação de um grande caso de fraude e corrupção (em que estava envolvido) em Wall Street, centro financeiro de Nova York, durante os anos 1990. 
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Eu gostaria que fosse Scorsese. Ele é melhor diretor e seria mais um filme dele com Leonardo DiCaprio. 04

 

 

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Red Riding | Suspense policial de Ridley Scott contrata novo roteirista

James Vanderbilt é o novo encarregado da adaptação da série inglesa

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James Vanderbilt, o roteirista de Zodíaco e The Amazing Spider-Man, vai reescrever o roteiro da versão ao cinema da minissérie inglesa Red Riding, que Ridley Scott dirigirá para a Columbia Pictures. Recentemente, Vanderbilt retocou o texto de Total Recall para o estúdio.

Steve Zaillian produz o filme com Scott e escreveu a primeira versão do roteiro, que troca a ambientação do Reino Unido para os EUA. A trama, que analisa relações de poder e corrupção policial, se concentra na investigação do desaparecimento de várias meninas entre 1974 e 1983 - daí o título, referência a Chapeuzinho Vermelho.

Zaillian já trabalhou com Scott em O Gângster e Hannibal. A minissérie Red Riding, que por sua vez é baseada em uma série de quatro romances do escritor David Pearce, foi exibida na TV dos EUA em 2009, depois que a Columbia comprou os direitos de adaptação.

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 Visto no SBT, REDE DE MENTIRAS

 

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 Na trama, Roger Ferris(Leonardo Dicaprio) é um agente de campo da CIA, que responde diretamente a Ed Hoffman(Russel Crowe), um poderoso chefe de inteligencia da organização. Quando Ferris recebe a missão de capturar um lider terrorista responsavel por uma serie de ataques na Inglaterra e Estados Unidos, o agente deve forjar uma aliança com o diretor da inteligencia jordaniana(Mark Strong)

 

 REDE DE MENTIRAS é um filme bem inexpressivo do Ridley Scott. O elenco principal manda muito bem em seus respectivos papeis, mas é um filme excessivamente frio. Não existem cenas que despertem real tensão ou dramaticidade. E mesmo repleto de cenas de ação, são todas conduzidas de forma excessivamente burocratica.

 

 Resta ao publico se contentar com a boa atuação do trio principal. Leonardo DiCaprio trabalha com competencia seu Roger Ferris, um cara que tem seus principios, mas vê eles sendo atropelados o tempo todo por sua profissão. Russel Crowe dá a Ed Hoffman o cinismo necessario que um homem que ordena a execução de pessoas enquanto executa ações totalmente triviais deve ter. O destaque entretanto vai para Mark Strong. O personagem de Strong surge como um chefe de inteligencia extremamente perspicaz, que sabe exatamente quando deve empregar a força, e quando deve empregar a diplomacia.

 

 Uma pena que estes três atores, que trabalham tão bem três personagens com bastante potencial sejam desperdiçados em um filme fraco como este.

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Pra mim o Gladiador é o melhor disparado e um dos melhores da década. Também gosto de Blade Runner e Thelma e Louise. Já o Falcão Negro em Perigo considero menor e o Cruzada é um erro.

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 Visto PROMETHEUS

 

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  Os historiadores Elizabeth Shaw (Noomi Rapace) e Charlie Holloway (Logan Marshall Green) descobrem um mapa estelar ao analisar escavações de diferentes culturas onde o mesmo pictograma se repete. Acreditando que este mapa pode conter a origem da humanidade, eles convencem o milionario Peter Weyland (Guy Pearce) a financiar uma exploração espacial a bordo da nave Prometheus, sob a supervição de Meredith Vickers (Charlize Theron), representante da empresa. Mas ao chegarem ao planeta de origem, os cientistas descobrem que as respostas que vieram buscar pode significar o fim da vida na Terra.

 

 Vendido como um prequel de ALIEN, clássico de 79 dirigido pelo proprio Scott, PROMETHEUS surge como uma ficção científica com toques de horror que tenta levantar questões interessantes, como a origem da humanidade, a eterna busca por respostas do ser humano, e o preço que pagamos por tal curiosidade. O proprio nome da nave que dá título ao filme é uma referência nada sutil aos objetivos do filme, ao referenciar o titã que roubou o fogo dos deuses para entrga-lo aos mortais.

 

 O filme tem o mérito de não cair na armadilha de ser um mero "filme homenagem", funcionando como prequel do filme que lançou Scott ao estrelato, mas também como obra isolada. Por outro lado, o roteiro parece se perder em toda a sua filosofia, esquecendo de fazer com que nos conectemos de alguma forma com aqueles personagens, um erro grave ao meu ver. Devido a natureza sisuda da narrativa, as mortes  que começam a ocorrer a certa altura da trama não são divertidas ou empolgantes, e como não nos importamos com os personagens que começam a morrer na tela, sobra a apatia.

 

  No geral, PROMETHEUS é um filme cheio de boas intenções, mas não atinge o potencial que deveria por dedicar tempo demais a sua premissa filosófica em detrimento dos personagens,

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 Visto ALIEN: COVENANT

 

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 Na trama, a nave Covenant, que carrega um grupo de colonizadores humanos buscando colonizar outros planetas, acaba encontrando um planeta onde os fatores ambientais parecem ser muito semelhantes aos da Terra. Embora o Capitão Oram (Billy Crudup) acredita que este possa ser realmente um bom lugar para uma colonia, sua segunda em comando, Daniels (Katherine Waterson) acredita que eles deveria se manter na rota original. Ao explorar o planeta, os colonizadores acabam encontrando David (Michael Fassbender) ultimo sobrevivente da tripulação da Nave Prometheus, desaparecida dez anos antes. Os segredos guardados por David colocam Daniels e sua tripulação diante de um perigo mortal.

 No começo da década atual, fãs da franquia "Alien" ficaram muito animados quando Ridley Scott, diretor do ALIEN original estava de volta ao universo dos Xenomorfos, em um prequel que expandiria a mitologia criada em 79 ao mesmo tempo em que trabalharia questões filosóficas. O resultado foi PROMETHEUS, que não foi exatamente uma unanimidade. Cinco anos depois, Scott entrega em sua terceira incursão ao universo dos Aliens, um filme que deixa de lado muitas das questões filosóficas que giravam em torno de PROMETHEUS pra entregar uma narrativa mais voltada para o horror propriamente dito, e que não apenas se passa no universo do Xenomorfo como o filme anterior, como tem o monstro criado por H.R Giger em destaque. Após conferir a película, digo que COVENANT não comete os mesmos erros de seu antecessor, mas comete muitos outros erros diferentes.

 Um dos maiores problemas do filme é o quanto os seus personagens são mal construídos. Alguns tem conflitos muito claros, como o personagem de Billy Crudup, por exemplo, mas realmente não conseguimos investir emocionalmente em nenhum dos personagens. A protagonista é uma tentativa pálida de emular a icônica Ripley de Sigouney Weaver, tanto em visual quanto em comportamento. A maior parte das cenas de tensão não funcionam, com algumas chegando a ser constrangedoras, como aquela onde um personagem praticamente enfia a cabeça dentro de um ovo de Alien. Curiosamente, talvez este seja um dos filmes mais gore da franquia, o que até funciona em certos momentos, como a sequência passada em uma enfermaria, onde uma personagem vê horrorizada uma criatura sair da coluna vertebral de um colega, em um raro momento de inspiração do filme.

 ALIEN: COVENANT acaba sendo carregado nas costas por Fassbender, que junta-se a nomes como Ian Holm e Lance Henriksen no papel dos sempre complexos robôs da franquia. Vivendo paralelamente, David, já conhecido do publico do filme anterior, e Walter, o novo sintético que acompanha a tripulação da nave Covenant Fassbender domina todas as cenas de que participa, retratando nos detalhes as diferenças entre os dois sintéticos. É na interação entre os dois personagens que se encontram alguns dos momentos mais interessantes deste mais recente trabalho de Scott.

 No geral, ALIEN: COVENANT não chega a ser um filme ofensivo. De fato, é um filme bem mais acessível que seu antecessor, e devo confessar que me diverti bem mais com ele. Mas é um filme menos corajoso também, que joga onde é seguro (fiquei bastante decepcionado do gancho deixado no filme anterior ter sido descartado) e que mostra uma direção bem preguiçosa por parte do Scott, que tenta se apoiar somente no gore, esquecendo que o choque é apenas o desfecho do que deveria ser um longo processo de tensão, algo em que a franquia já foi muito boa no passado. Após duas tentativas frustradas, fica a certeza que talvez seja a hora do Capitão Scott entregar o manche desta nave espacial.

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