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silva

Stanley Kubrick

Qual vcs escolhem?  

84 members have voted

  1. 1. Qual vcs escolhem?

    • Laranja Mecânica
      32
    • O Iluminado
      11
    • Dr. Strangelove
      5
    • Nascido Para Matar
      4
    • Spartacus
      0
    • Lolita
      4
    • 2001 - Uma Odisséia no Espaço
      39
    • O Grande Golpe
      1
    • Glória Feita de Sangue
      4
    • A Morte Passou por Perto
      0
    • De Olhos Bem Fechados (?)
      13
    • Outro?? Comente, sim?
      3


Recommended Posts

1) 2001: Uma Odisséia no Espaço - 10/10

2) Laranja Mecânica - 10/10

3) Dr. Fantástico - 10/10

4) Barry Lyndon - 10/10

5) De Olhos Bem Fechados - 9/10

6) Nascido para Matar - 9/10

7) O Iluminado - 9/10

8) Glória Feita de Sangue - 9/10

9) Spartacus - 8/10

10) O Grande Golpe - 8/10

11) A Morte Passou por Perto - 6/10

12) Lolita - 4/10

 

Detalhe: se eu for fazer o top de novo daqui a cinco minutos, as chances de ele sair diferente desse são de 100%.

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Voto em "Laranja Mecânica" (9/10). Acho "2001" superestimado.

 

 

Também acho Bart. Sou mais o Woody Allen : "2001 mais parece um filme da NASA"smiley36.gif

 

Isso foi o que ele disse quando assistiu pela primeira vez. Depois ele reassistiu e, ao término do filme, afirmou que existia um diretor (Kubrick) que estava uns 10 anos na frente dele.

 

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um top ficaria mais ou menos assim:

 

1) 2001

2) De Olhos Bem Fechados

3) Doutor Fantástico

4) Glória Feita de Sangue

5) Laranja Mecânica

6) Barry Lyndon

7) Nascito Para Matar

8) Spartacus

9) O Iluminado

10) Lolita

11) O Grande Golpe

12) A Morte Passou Por Perto

 

Um dos maiores gênios do cinema, com certeza. Aí na lista, os seis primeiros são obras-primas. Por outro lado, só não gosto do último colocado. O restante varia de muito bom até excelente.

 

Assisti também um curta-metragem dele chamado Flying Padre, que é em p&b e parece ser uma espécie de mini-documentário de 8 minutos. Achei bem engraçado, apesar de  suspeitar que essa não era a intenção. Interessante.

 

 

Kakashi2006-11-15 11:58:45

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Um mestre. Um gênio. Como minha assinatura indica, quando ele e o Beethoven se uniram, Deus esteve presente. Isto quer dizer que Laranja Mecânica é meu filme preferido dele – obra-prima absoluta e incontestável. Já comentei no tópico do filme. O top fica assim:

01) Laranja Mecânica (10/10)
02) 2001: Uma Odisséia no Espaço (10/10)
03) Doutor Fantástico (9.75/10)
04) Glória Feita de Sangue (9.25/10)

Amo o clima exagerado e bizarro dele e confirmar como meu diretor favorito ever: comprei Spartacus mesmo sem ter visto, só por confiar nele. Gostaria de ter conhecido-o, sem dúvidas, ele mudou minha vida como traduzi no que comentei sobre Laranja Mecânica e Glória Feita de Sangue (abaixo):

Glória Feita de Sangue – Dir.: Stanley Kubrick

Quarto Kubrick que assisto, o mais velho e o menos próximo da perfeição (curiosamente, a minha admiração, filme a filme, é maior quanto mais velho o mesmo) atingida por Laranja Mecânica e 2001: Uma Odisséia no Espaço – ambos figuram meu top 5, na atual conjuntura – e próxima a Doutor Fantástico. Muitas semelhanças há de se notar com a última obra citada (Doutor Fantástico) e aqui Kubrick explora a Primeira Guerra Mundial de modo menos bizarro que outrora na sua carreira, porém com a crítica direta, polêmica e proibida em alguns países por diversos anos.

Em preto-e-branco, Kubrick maneja um longa político e de guerra com a perfeição e vulgor de sempre, guiando a câmera quase como um documentário e a fotografia explora perfeitamente o recurso do diretor na marcante seqüência da tentativa de tomada à uma zona alemã decisiva para ajudar os franceses no findar da Guerra: a caminhada de Kirk Douglas é marcante e profunda. Para não perder o costume, Kubrick põe as músicas perfeitas; sendo elas: o hino da França (quem é que não se emociona com a Marcenesa?), um Strauss no baile e a música do desfecho, lembra o estilo Capra em A Felicidade Não Se Compra, tirando o clima frio e exaltando o humanismo dentro de nós. Só que seu roteiro não é “ingênuo” – do contrário, mostra o declínio da raça humana (ninguém melhor que Kubrick para fazer isso, certo?) dentro de um exército corrupto e explorador que mais tarde seria recebido com glórias e tratado como o “herói”. As várias personagens que aparecem transpões este sentimento que Kubrick levou consigo na carreira.

Para começo de tudo, um general do Estado Maior Francês vê num front de batalha, a chance de sair daquela impugnante situação de ter que dar ordens e convence outro general a obrigar seus homens no ataque marcado com o selo do fracasso. A princípio, este general subordinado parece uma pessoa de bem, mas o roteiro esfacela toda a bondade que pudera-se ver nas suas declarações de que tinha os homens à frente de tudo e suas atitudes viram tão perversas quanto um inimigo perante seus próprios compatriotas – até o ponto de mandar dispararem bombas em seus próprio ordenados por não quererem investir. E para comandar este jogo, ele ruma para o Coronel Dax (na brilhante atuação de Kirk Douglas – igualzinho a Michael Douglas –, lembrando a de George C. Scott em Doutor Fantástico). Para um desatento, Dax é o grande “mocinho” no jogo de farpas; mas não há um ser puro  (talvez o padre) e Dax, por mais que lute por seus homens e pela justiça, tem um ponto fraco que é não deixar sua honra ser manchada e parecer cansado, daí ele guia seus homens à marcha que para 1/3 será sua última e para outros, será um pudor a seus nomes, chamados de covardes por superiores.

Apesar de não ter o mesmo fascínio das obras coloridas ou o deboche de seu primeiro indicado ao Oscar acentuados, Kubrick já mostrava genialidade para abalar as estruturas sobre as quais vive a sociedade, ainda manifestando-se contra o Estado e seus órgãos – aqui, o Estado. O discurso de Douglas perante a Corte Marcial é profundo e sob as lentes deste diretor elucidativo e alucinante vira histórico. Nesta situação fragmentada, o medo pela morte ainda é questionado – do que mais vivemos nós se para não morrer, por muitas vezes? – fechando com uma cena triste, os soldados com os hormônios nas alturas ouvem o cantar de uma alemã, tratada como um animal, porém capaz de tirar de homens que sequer sabem o que defendem, finalmente, lágrimas sinceras. Tudo para voltar à frente de batalha, de novo. Assim como na vida. No final, só tenho uma coisa a dizer: porra, Kubrick, tu és um gênio que me fez escrever além do que queria e deixa qualquer um de boca aberta; cara, como não fiquei de luto em 1999? O que fazia eu quando o senhor morreu? Que inútil sou eu.

Laranja Mecânica – Dir.: Stanley Kubrick (Postada no tópico do filme)

Laranja Mecânica é o segundo filme na minha lista de favoritos, o primeiro “adulto” (Rei Leão consagrou minha vida). Marcou-me, sim. Não sei quanto a vocês, mas ter assistido a esta obra-prima do gênio Stanley Kubrick aos doze anos não é tarefa das mais saciáveis. Mas adorei o filme e ele mudou minha percepção sobre a vida. Pesado, demais, ainda tenho algumas insônias – nada que impediu-me de comprar o filme. Excelente, porém, é a palavra mais adequada.

Quanto à situação cômica, confesso que meu humor negro ainda está em forma de embrião. Particularmente, não curti “Fargo”, justamente pelo fato de ter que rir de sanguinárias cenas. Mas “Laranja Mecânica” é exceção. O trailer é o melhor de todos os tempos e comprova minha opinião: satírico, bizarro, cômico, hilário... A cena do “Singin’ in the Rain” é perfeita. Ainda quase leva-me às lágrimas quando Alex sofre as barbáries que cometera, logo, é incrível o processo que Kubrick faz, questionando o certo e o errado, e, certamente, com um pouco de atenção, você estará torcendo por Alex no final – até porque Malcom MacDowell brindou-nos com uma atuação inenarrável e Beethoven é, indubitavelmente, o melhor compositor a se trabalhar num filme de Kubrick, como esse.

ltrhpsm2006-11-15 01:59:40

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Dos q estão sendo citados aqui o único q ainda não assisti foi Lolita. Recentemente arrisquei comprar Spartacus "no escuro" pq ersa uma ótima edição dupla por 19 reais, e tendo a marca Kubrick era difícil errar. Achei o filme simplesmente estupendo! De todo modo acho difícil ecolher somente um filme. O cara era bom demais. Mesmo A Morte Passou por Perto e O Grande Golpe q são considerados filmes "menores" são excelentes. O Iluminado é um dos melhores senão o melhor filme de terror q eu já assisti, assim como Glória Feita de Snague é o melhor drama de guerra. Isso tudo se falar em Laranja Mecânica, 2001 e Dr Strangelove(a coisa mais engraçada já feita sobre a guerra fria). Enfim babar o cara chega a ser redundante. Gênio!!

 

 

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Eu acho Glória Feita de Sangue bem maomenu. Me impressionou na primeira vez que vi, mas depois ele vai caindo no conceito. É um filme bom, sem dúvidas, mas não acho digno de figurar uma lista de melhores.

 

Um rank meu seria assim (de 0 a ****):

 

01) 2001: Uma Odisséia no Espaço - ****

02) Laranja Mecânica - ****

03) De Olhos bem Fechados - ****

04) Dr. Fantástico - ****

05) Barry Lyndon - ****

06) O Grande Golpe - ****

07) O Iluminado - ***

08) Nascido Para Matar - ***

09) Lolita - **

10) Glória Feita de Sangue - **

 

Os 2 primeiros vivem se trocando.

 

Não preciso dizer que venero o cara.
rubysun2006-11-15 11:34:56

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Dos que eu vi, vou na contra mão da galera:

 

1) Paths of Glory  9,34/10  Top 195  #19

2) A Clockwork Orange  9,32 /10  Top 195  #22

3) 2001: A Space Odissey 8,94/10  Top 195  #47

4) The Killing 8,68  Top 195 #73

5) Dr. Strangelove 8,47/10  Top 195  #91

 

Como sabem, acho Nascido para Matar razoável apenas e não gosto de O Iluminado... os outros, ainda não tive a oportunidade de assistir.

 

 

 

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...queria saber se algum ser humano gosta do De Olhos Bem Fechados.

[/quote']

 

É meu segundo preferido do Kubrick,porque?

 

 

Não sei o que todo mundo vê de tão ruim nesse filme.

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Também não entendo o que as pessoas vêem de tão ruim em "De Olhos Bem Fechados". O filme é brilhante, muito significativo e, além do mais, trabalha acerca dos relacionamentos matrimoniais de maneira raramente vista. Talvez por não chegar ao nível de obras-primas do quilate de "2001" ou "Dr. Fantástico", as pessoas passem a enchergar defeitos inexistentes nele. Mas, inegavelmente, é uma obra espetacular. Ah, já que toquei no assunto Kubrick, gostaria de entender também porque a grande maioria das pessoas não gosta de "Lolita". É outro grande filme de Kubrick.

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...queria saber se algum ser humano gosta do De Olhos Bem Fechados.

[/quote']

 

É meu segundo preferido do Kubrick,porque?

 

 

Não sei o que todo mundo vê de tão ruim nesse filme.

 

 

Também não entendo. Considero um dos melhores filmes da década passada e sempre que eu assisto novamente , encontro um novo detalhe que passou batido na vez anterior .

 

Sem falar que Nicole Kidman nua é o que há ...

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De Olhos Bem Fechados é genial demais. É o segundo melhor filme na década passada, IMO. Sem contar que é um dos mais complexos e ricos da filmografia do Kubrick.

 

Mas a pessoa que fez a pergunta sobre De Olhos Bem Fechados usa como avatar o pior filme do Egoyan, então..

 

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De Olhos Bem Fechados é genial.

 

Top (longas):

 

1 - 2001.

2 - Barry Lyndon

3 - O Iluminado

4 - Dr. Fantástico

5 - Laranja Mecânica

6 - De Olhos Bem Fechados

7 - Nascido Para Matar

8 - Glória Feita de Sangue

9 - O Grande Golpe

10 - Spartacus

11 - A Morte Passou por Perto

12 - Lolita

 

 

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Minha Lista do Kubrick!!!!

 

(Sou muito fã!!!08)

 

2001: Uma Odisséia no Espaço 11/10

Laranja Mecânica 10/10

Dr. Fantásico 10/10

De Olhos Bem Fechados 9,5/10

O Iluminado 9,5/10

Nascido Para Matar 9,5/10

Spartacus 9/10

Barry Lyndon 9/10

Lolita 7/10

A Morte Passou Por Perto 6,5/10

 

Ainda falta ver O Grande Golpe e Glória Feita de Sangue12
maximum2006-11-16 14:38:41

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Acabei de ver outro.

 

1º - De Olhos Bem Fechados 10/10
2º - Barry Lyndon 10/10

3º - Laranja Mecânica 10/10
4º - 2001: Uma Odisséia no Espaço 10/10
5º - O Iluminado 10/10
6º - Nascido Para Matar 10/10
7º - Spartacus 7/10

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Barry Lyndon – Dir: Stanley Kubrick

Uma obra-prima feita para os amantes da beleza de todas as artes. É o Kubrick exagerando no colorido, como ninguém sabe fazer; arrebatando mais um filme perfeito da sua carreira majestosa. É difícil fugir das repetições – e isto vira quase um pleonasmo estilístico nos comentários – mas o verdadeiro gênio arrebata uma obra que, num dos melhores anos dentre os indicados, perdeu o Oscar (para o igualmente perfeito, Um Estranho no Ninho).

Redford Barry é caracterizado por Ryan O’Neal. Um irlandês destinado à pobreza e ao fracasso; mas audacioso e contestador do stablishment social e burguês do Reino Unido do século XVIII. Kubrick, desta vez, opta pela frieza e calma; amenizando suas críticas e tornando-as implícitas dentre as belas paisagens e cenas. A técnica, tão preciosa e fundamental nos seus trabalhos desde o marco da ficção científica 2001: Uma Odisséia no Espaço aqui flutua pelos campos de guerra, entremeando os saloons de jogos de cartas, e chegando à abafada mansão da nobreza. Pausadamente, a escalada de Barry ocorre. E se O’Neal não foi uma das melhores escolhas do Kubrick; o diretor trata de jogar seus conceitos pela narrativa em off de terceira pessoa.

O começo leviano do filem é contraditório e o espectador pode se assustar com a calma com a qual o filme se desenvolve, um caso de romance aqui, uns fatos pitorescos de Barry acolá... Mas no mundo de Stanley Kubrick, tudo é possível e singularmente conduzido. A antítese do filme condiz com sua estrtura dividida em ato e entreato. Guaido pela trilha mais bonita da história do cinema, tocante, a escalada não é só de Barry, o filme não a toma só para si. Do contrário, compartilha com o espectador, o triunfo inicial e a decadência do entreato. É tal sua voracidade e persipicácia, que Barry Lyndon leva a uma tristeza do tamanho de uma bismo quando o filho de Barry falece.

 

Desta vez, os valores que a obra expira vêm secretados numa charmosa adaptação da época vitoriana, mas nem por isso deixam de ser tão brilahntes como no propositalmente bizarro Doutor Fantástico. Torcemos para Lyndon vencer um duelo de espingarda e outro de esgrima; as quando ele bate no afilhado e trai a esposa, queremos o maior das males para ele. No final das contas, insatisfazemo-nos com seu destino, sendo este o verdadeiro e triste, tocante. Harmônica, esta sinfonia do Kubrick é perfeita e merece ser revista trocentas vezes a fim de que obtenhamos todas as referências implícitas, as quais esqueci nesta pequena análise (vi o filme anteontem), totalmente desproporcional ao valor da obra.

 

01) Laranja Mecânica *****
02) 2001: Uma Odisséia no Espaço *****

03) Barry Lyndon *****
04) Doutor Fantástico *****
05) Glória Feita de Sangue **** */2
ltrhpsm2006-12-09 04:21:02

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De Olhos Bem Fechados (Eyes Wide Shut, 1999) -  estrela.gifestrela.gifestrela.gif


Estão presentes várias das marcas registradas do perfeccionismo do cinema: cenas rigorosamente compostas, trilha sonora de primeira qualidade, profundidade psicológica, em uma tímida investigação sobre a natureza humana.

O principal problema, porém, reside na falta de química sexual dos atores centrais Tom Cruise e Nicole Kidman. Além disso o filme perde voltagem dramática por ser prolixo.

É pouco, tratando-se de Kubrick.[/quote']

 

Ai, ai, ai... 06

Nascido Para Matar (Full Metal Jacket' date=' 1987) -  estrela.gifestrela.gifestrela.gif

Quem fala que Nascido Para Matar é um dos melhores filmes de guerra se esquece de como a segunda parte é dolorosamente tediosa. Na primeira é mostrado o treinamento, duro e cruel, em narrativa fria/distante, quase que documental, em tensão insuportável. A segunda é contida, menos violenta, mas falha e infelizmente compromete a nota final.

Na introdução, somos apresentados aos personagens, e apenas dois se destacam - o recruta Gomer Pyle (Vincent D'Onofrio) e o Sargento Hartman (R. Lee Ermey).

Ermey, em incrível caracterização, é o sargento que aterroriza, insulta e tortura esses soldados durante os treinamentos. D'Onofrio interpreta Leonard Lawrence, apelidado de Gomer Pyle, um rapaz que sofre por ser gordo e desajeitado, cometendo besteiras e sendo atacado, insultado, enfim, sendo pressionado o tempo todo. Até que ele não aguenta mais.

Não é surpresa que se saiba apenas o nome dos dois personagens, após o filme, pois eles é que chamaram atenção nos primeiros 40 minutos, e ao contrário do resto, você se apega ao que está assistindo.

Sente pena de Pyle porque ele está sendo torturado, e quer ver o sargento Hartman também no resto de Nascido Para Matar porque eles é que fazem tudo valer a pena, que mantém o interesse.

As cenas de treinamento tem energia e vigor, convincentes e bem-interpretadas, rola emoção nos primeiros 40 minutos, e então o que acontece? Alguém começa a ter idéias e chutar o pau da barraca, enterrando o que já estava bom.

Depois dos 40, após os dois atores deixarem o filme, agora estamos presenciando um grupo de soldados do exército no Vietnã, e a história deveria mostrar que eles teriam ficado desumanos pela guerra. Se desumanizado significa se colocar inutilmente em perigo em passagens chatas e cansativas, em cenas de combate que supostamente deveriam ser bem realizadas, então, tá, você pode dizer que eles ficaram assim.

Que isso, Nascido Para Matar deveria ser um filme eficiente sobre pessoas que ficaram desse jeito pela guerra. Achei que teria uma história realmente profunda e sombria a respeito. Nada. Quando você está no meio de um combate, sem razão, colocam uma música idiota pra atrapalhar, o que enterra as chances de você sentir alguma emoção enquanto assiste.

E quando soldados começam a fazer piadinhas em meio à uma maldita Guerra, você não sente que eles ficaram desumanos, como pode ser visto em Platoon, por exemplo. A experiência deveria ser pesada e depressiva mas o roteiro ridículo não deixa isso acontecer.

E nenhum dos personagens são interessantes, apenas estúpidos e quando levam tiros, você não sente nada por eles, mesmo quando deveria. Honestamente, quando não sobrasse nenhum seria melhor, porque você saberia que tudo estaria terminando. Você esquece que viu excelentes 40 minutos por causa dessa encheção de linguiça.

Não dá pra entender, como muita gente parece gostar de Nascido Para Matar. Alguém que deve estar lendo, pode achar "Ei, você não sentiu nenhuma emoção na segunda parte porque nenhum dos soldados estavam também". OK. Essa é a razão do porquê a segunda metade ser tão chata e ter tão pouco desenvolvimento de personagens.

Difícil de de acreditar que Nascido Para Matar começa tão bem e termina tão mal. Só serve pra mostrar que apenas dois personagens é que podem fazer um filme bom. Se não fosse pela primeira metade no campo de treinamento, ele mereceria zero.

[/quote']

 

Ai ai ai ai ai 06

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Votei em Laranja Mecânica porque é o mais genial e ponto. Pra mim, hehe. Mas eu gostaria de ver todos os filmes do Kubrick, principalmente o De Olhos Bem Fechados, que, como se não bastasse ter o Kubrick na direção, ainda conta com Nicole que eu admiro pra ca***** e o Tom Cruise, que po... é um bom ator apesar de tudo, vai 06

Segundo no meu ranking é Full Metal Jacket, que é ótimo também. Mas nada supera Laranja Mecânica.

 

 

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