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Forum Cinema em Cena

Em Cartaz nos Cinemas

Aqui você pode conversar sobre os filmes que estão atualmente nos cinemas do Brasil e do Mundo e os que irão estrear em breve!

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  1. O Homem Invisível

  2. Sonic - O Filme

  3. Cats (Tom Hooper)

  4. Doutor Sono (Mike Flanagan)

  5. John Wick: Parabellum

  6. DoLittle (17/01/2020)

  7. 1917 (Sam Mendes)

  8. O Farol (Robert Eggers)

  9. Jojo Rabbit (Taika Waititi)

  10. Bad Boys 3

  11. Frozen 2

  12. Jumanji - próxima fase

  13. Zumbilândia 2

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    • Gente...Fiquei muito bem impressionado com esse primeiro longa da diretora Melina Matsoukas (diretora de clipes da Beyoncé, Rihanna, Ne-yo...)! Que filme classudo, sofisticado, e sedutor! É um "Bonnie and Clyde" atual, negro, denso, político, e romântico. E sem tantos gritos! A trilha sonora, alow @Gust84, é cheia de músicas muito bem escolhidas, do repertório negro-romântico americano. Vai tocar direto aqui em casa. Design de Produção excelente também, de Karen Murph (braço direito da mestra, vencedora de 4 Oscars, Catherine Martin, esposa de Baz Luhrmann.) Daniel Kaluuya está muito bem, de novo, mas é Jodie Turner-Smith o grande destaque. Uma beleza incrível, uma voz, uma sedução... Palmas a todos os envolvidos! Na minha cabeça era só uma história de racismo policial, racism profiling, o que em essência o é, mas se revelou muito mais cinematograficamente interessante do que eu esperava. Se os brancos aqui não têm nuance, alguns personagens negros também são mostrados atuando com covardia, ou servilismo. Sobrou pra todo mundo. Mas principalmente para os que mais sofrem. OBS: Este cartaz é cheio de significados. Vocês nem imaginam.  Amei!
    • 007 Contra Goldfinger | Bondgirl Honor Blackman morre aos 94 anos Atriz foi Pussy Galore no clássico de James Bond         PABLO RAPHAEL 06.04.2020 16H16 ATUALIZADA EM 06.04.2020 16H37 A atriz britânica Honor Blackman, que interpretou a bondgirl Pussy Galore em 007 Contra Goldfinger, morreu aos 94 anos, informou o The Guardian. A atriz morreu em casa, de causas naturais, disseram familiares.     Blackman interpretou Pussy Galore, bondgirl do clássico filme de James Bond estrelado por Sean Connery em 1964. O longa também contava com Tania Mallet, como a bondgirl Tilly Masterson, que faleceu em 2019. Na época, a atriz já era conhecida por seu papel na série de TV, Os Vingadores, comédia de espionagem em que contracenava com Patrick MacNee, que fazia o protagonista John Steed.   283 pessoas estão falando sobre isso       O diretor Edgar Wright (Baby Driver) homenageou Blackman no Twitter, descrevendo a atriz como a "Bond girl definitiva e Vingadora Original". Tido por muitos como o melhor filme de Bond, 007 Contra Goldfinger apresenta locações exóticas e variadas, como América do Sul, Miami, Kentucky, Londres e Suíça, além de introduzir situações e desfechos mirabolantes, como um raio laser do qual Bond escapa no último instante, ou como o clássico desligamento de uma bomba pelo agente secreto a três segundos da explosão.   FONTE: OMELETE
    • Morte no Nilo | Adaptação de Agatha Christie estreia em outubro Filme é sequência de Assassinato no Expresso do Oriente         PABLO RAPHAEL 06.04.2020 18H03 ATUALIZADA EM 06.04.2020 18H31 Nova adaptação dos romances de Agatha Christie, Morte no Nilo vai chegar aos cinemas em 8 de outubro, informou a Disney em seu calendário atualizado, que trouxe também novas datas para Viúva Negra e Doutor Estranho 2, entre outros lançamentos.     Michael Green voltará como roteirista e Kenneth Branagh retorna como o protagonista, o inspetor Hercule Poirot, e diretor. Publicado em 1937, Morte no Nilo mostra Poirot de férias no Egito, onde ele investiga um caso de homicídio que resultou de um triângulo amoroso. O livro já foi adaptado para o cinema em 1978. O elenco traz também Gal Gadot, Letitia Wright e Armie Hammer.   FONTE: OMELETE
    • Visto IDENTIDADE PARANORMAL       Na trama, Cara Harding (Julianne Moore) é uma psicóloga que discrente da condição do transtorno de personalidade multipla, é recrutada por seu pai (Jeffrey DeMunn) também psicólogo, para estudar o caso de Adam (Jonathan Rhys Myers), um homem que apresentaria tal transtorno. Entretanto, a medida em que se aprofunda no caso, Cara percebe que as outras personalidades de Adam são todas de pessoas mortas, o que vai colocar a psicóloga diante de um mistério sobrenatural e de uma maldição de duzentos anos que passa a ameaçar a sua família.  Dirigido a quatro mãos por Mâns Mârlind e Bjorn Stein (que posteriormente dirigiriam ANJOS DA NOITE: O DESPERTAR) e escrito por Michael Cooney (responsável pelo texto de IDENTIDADE), este IDENTIDADE PARANORMAL é um thriller sobrenatural estilo "Supercine" relativamente competente naquilo que se propõe, conseguindo manter o público interessado até o seu desfecho dúbio (algo que parece recorrente no trabalho deste roteirista). Julianne Moore tem carisma o suficiente para segurar um roteiro, que embora relativamente bem construído e mostrar até alguma coragem em seu terço final, ainda é por demais esquemático em toda a investigação conduzida por sua protagonista, trazendo poucas surpresas pra quem já viu qualquer filme do tipo. Quanto a Jonathan Rhys Myers, digamos que para um personagem que teria várias personalidades, o ator entrega um trabalho aquém do que poderia, estabelecendo poucas coisas que distingam as diferentes personas de Adam.   Tecnicamente falando, IDENTIDADE PARANORMAL faz bonito. A direção de fotografia de Linus Sandgren, de LA LA LAND e TRAPAÇA cheio de tons cinzentos e azulados cria o tom opressivo que a narrativa exige, e também um certo ar sobrenatural nas passagens passadas em uma floresta, enquanto a direção de arte de Jesse Rosenthal que também trabalhou em TRAPAÇA além de ter trabalhado ao de Ryan Coogler em filmes como CREED e PANTERA NEGRA cria um contraste interessante entre os ambientes mais clean das cidades, dominada pela ciência, com os aspectos mais míticos e folclóricos que passam a surgir nos campos e florestas através da segunda metade da narrativa. No geral, dá pra recomendar de boa o filme pra uma tarde ociosa, pois ele vai entreter sem ofender a inteligência, mas também não vai se perpetuar por muito tempo na memória.   Visto A COR QUE CAIU DO ESPAÇO      Na trama, um meteorito cai na fazenda de Nathan Gardner (Nicolas Cage) onde ele vive com a esposa e seus três filhos, liberando uma estranha iluminação. Embora seja aparentemente inofensivo, e desapareça poucos dias depois de sua queda, coisas estranhas começam a acontecer, com os animais e as plantas da fazenda reagindo de forma incomum, e os próprios membros da família passando a apresentar um comportamento errático. Enquanto o hidrólogo Ward Phillips (Elliot Knight) acredita que as terras dos Gardner possam ter sido contaminadas, a jovem Lavinia (Madeleine Arthur), a filha dos Gardner e única a perceber os estranhos eventos que se desenrolam, tenta salvar a sua família.  H.P Lovecraft é apontado como muitos como um autor inadaptável. Suas criações mitológicas e infernos cósmicos, e prosa que muitas vezes apenas sugere o que está nas páginas é posta como algo completamente anti audiovisual, o que sempre inibiu o cinema e a TV de adapta-lo mais frequentemente. Claro, houveram cineastas, que ao meu ver, souberam muito bem transpor a obra de Lovecraft para o audiovisual, como o recentemente falecido Stuart Gordon (que comandou os excelentes RE-ANIMATOR e DO ALÉM) e mesmo Sean Branney e sua interessante experimento cinematográfico com a adaptação de SUSSURRO NAS TREVAS. Richard Stanley, longe dos longas metragens há mais de vinte anos desde que foi demitido da versão noventista de A ILHA DO DOUTOR MOREAU pode se juntar a esses nomes que prova que é sim possível adaptar Lovecraft com qualidade para as telas.  Esta nova versão cinematográfica do conto homônimo de Lovecraft é extremamente competente naquilo que se propõe, construindo personagens com que realmente nos importamos (algo que, convenhamos, nunca foi a prioridade de Lovecraft), ao mesmo tempo em que não tem medo de sacrifica-los. Os efeitos especiais (práticos em sua maioria) com bom uso do Body Horror concedem ao projeto um charme macabro digno de nota. Mesmo a extrema canastrice de Nicolas Cage funciona dentro do contexto apresentado pela obra. O diretor Richard Stanely já anunciou a sua intenção a intenção de adaptar mais trabalhos do mestre do horror cósmico como "O Horror de Dunwich", e tendo em vista essa primeira investida, por mim pode fazer mais.   Visto ARMADILHA PARA TURISTAS       Na trama, durante uma viagem pelo país, um grupo de jovens vê seu carro quebrar, e ficam presos no meio da estrada. Eles levam o veículo até um posto de gasolina abandonado, e acabam conhecendo o Sr. Slausen (Chuck Connors), um viúvo que possui um velho museu de manequins nas proximidades. Enquanto Slausen sai para procurar ajuda, os jovens resolvem explorar uma casa ao lado do museu, e logo passam a ser perseguido por um maníaco mascarado com poderes telecineticos, que transforma todas as suas vítimas em manequins.   Dirigido por David Schmoeller (de O MESTRE DOS BRINQUEDOS) a partir de um roteiro escrito pelo próprio diretor em parceria com J. Larry Carroll, ARMADILHA PARA TURISTAS é um slasher setentista, que bebendo na fonte de clássicos como MUSEU DE CERA e o seu contemporâneo O MASSACRE DA SERRA ELETRICA apresenta um filme bastante atmosférico e que traz até uma reviravolta interessante (mas não brilhante) a partir de sua segunda metade. O filme de Schmoeller é bem formulaico dentro daquilo que conhecemos dentro do subgênero, então no início de seu primeiro grande pico de popularidade. Embora não seja particularmente violento e gráfico, o filme possui uma construção de suspense. O vilão transmite o ar correto de ameaça por sua natureza sádica e suas habilidades telepaticas e telecinéticas trazem um diferencial para o filme dentro do subgênero por conferir a algumas cenas um bem construído clima de pesadelo, como aquele em que uma das vítimas é cercada por manequins vivos que riem de forma maníaca. O grupo de jovens são os arquétipos típicos do subgênero slasher, mas se não são especialmente carismáticos, ao menos não provocam a raiva no espectador. Pra quem não gosta do subgênero, o filme não vai fazer essa pessoa mudar de ideia, mas para quem curte um bom Slasher, vale a pena conferir esta produção setentista, que abraça a insanidade e o quase ridículo de sua premissa com gosto.
    • George Ogilvie, co-diretor que ajudou a criar a franquia Mad Max, faleceu aos 89 anos de ataque cardíaco na Austrália. Foi ele que revelou Russel Crowe no início dos 90.
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    1. 1. Quem foi o melhor Batman/Bruce Wayne?


      • Adam West
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