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Forum Cinema em Cena

Bastidores do Cinema

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Espaço para que interessados em produção cinematográfica possam discutir temas técnicos: trilhas sonoras, fotografia, edição, montagem, roteiros...

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  1. Tipos de Widescreen

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  2. Dublagem

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  3. Você Já Fez um Filme? 1 2

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  4. Roteiro e Edição

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    • É, sim. Tirar o Kevin da jogada é tirar o char do MCU praticamente, porque ficaria insustentável mesmo. Mas esse povo da Sony... fizeram esse acordo com a Marvel, mas ao mesmo tempo sempre quiseram/forçaram uma independência ali (até na produção desses filmes paralelos aí), então sei lá o que passa na cabeça do povo de lá. Tenho impressão que vão aproveitar essa negociação pra poder ter mais controle (o que pode melar tudo que foi construído pro personagem num futuro próximo). Espero que não, mas já que deram essa declaração, talvez a coisa já esteja indo pra isso.
    • Meio off: Comentando algo aqui que li no twitter... O Pablo retwitou um twit de alguém falando que o povo quer monopólio das coisas, porque tem uma base de fãs querendo boicotar os filmes do Aranha na Sony se tirarem ele do MCU. Nem estou discutindo essa do pessoal querer boicotar (cada um faça o que quiser), mas que papo é esse de 'querer monopólio'? Homem Aranha é um personagem da Marvel e o pessoal quer que ele continue no MCU, só isso. Isso é querer 'monopólio' desde quando? Querer que um personagem de um editora/estúdio continuar nessa editora/estúdio (ainda mais que o resultado foi bem positivo) é querer 'monopólio'? Acho que a pessoa misturou aí as coisas, porque a Disney comprou a Fox por causa dos X-Men, mas não vejo o mesmo caso. Não creio que a Disney vai comprar a Sony (e nem acho que ninguém está pedindo isso). É só sobre um personagem (que em tese pertence a Disney mesmo) que estão falando.
    • Mas se for isso, o papel do aranha já deve ficar bem reduzido no MCU, por que não vejo o Feige usando o personagem de forma importante no MCU sem controle criativo nos filmes dele, até por que o que a Sony fosse fazer nos filmes solo ia ter que bater com o que o Feige ia querer com ele, e sem a Disney/Marvel controlando os filmes solo fica complicado isso. Se for esse caminho, aranha pode ter participação, mas a mesma que vinha tendo nos filmes dos Vingadores até então, mas uma participação de luxo e menos um papel realmente relevante mesmo. Também não vejo como a Sony continuar sozinha os filmes do Tom Holland/Jon Watts sem ligação com o MCU, pois os filmes foram feitos de forma a deixar o Parker muito costurado com aquele universo. Mas acho que tem muita água pra rolar por essa ponte ainda. Acho que a Marvel só ia usar o aranha de novo lá por 2022 (quiça 2023), ai só começariam a produzir alguma coisa em 2021/2022. Ou seja, tem muita negociação pra rolar ainda. Acho que o resultado de MORBIUS no ano que vem também vai pesar bastante na posição da Sony diante destas propostas.
    • Pode até ter mostrado (mbora esse material devia estar com a Warner). Mas com pouco ou nenhum efeito finalizado. Esse corte
    • Visto BRIGHTBURN       Na trama, na pequena cidade de Brightburn, no Kansas, Tori e Kyle Breyer (Elizabeth Banks e David Denman) são um casal que não consegue ter filhos, e que certa noite encontram um bebê dentro de uma nave espacial que caiu em seu rancho. Doze anos depois, o bebê batizado de Brandon (Jackson A. Dunn) é um pré adolescente que desconhece a sua origem alienígena, e que começa a manifestar imensos poderes. Ao descobrir a sua verdadeira origem e ir descobrindo a extensão de seus poderes, Brandon passa a acreditar que é superior ao resto da humanidade, para desespero de seus pais, que temem que o filho esteja se transformando em um monstro.   A figura de nenhum outro super herói vem sendo tão desconstruída nos ultimos anos quanto a do Superman, algo normal, já que o personagem da DC Comics, quer você goste dele ou não, foi a referência de onde todo o subgênero se construiu. Nos ultimos anos, a figura do azulão vem sendo bastante tensionada, seja oficialmente pela própria Warner, que através dos filmes de Zack Snyder protagonizados por Henry Cavill tentaram entregar uma versão mais humanizada e problematizada do herói, seja por outras produções, como a recente série THE BOYS, da Amazon, que tem como grande vilão uma figura claramente referente ao Superman que é corrompida pelo status de adoração da "figura de herói." BRIGHBURN é mais uma desconstrução, partindo de uma premissa interessantíssima, como um pré adolescente, em plena fase de auto afirmação, realmente agiria se percebesse ter os imensos poderes do Superman? Quão fácil seria pra essa criança se corromper, e decidir fazer basicamente o que ela quiser?   A direção do estreante David Yarovesky é correta, nada brilhante, mas competente na manipulação dos clichês do gênero ao mesmo tempo em que paga tributo e subverte imagéns clássicas ligadas a figura do Superman, como o plano detalhe na caixa de correio dos Kent (aqui Breyer). O elenco é competente com o super pirralho do mal Jackson A. Dunn (que curiosamente neste mesmo ano fez uma ponta em VINGADORES: ULTIMATO como uma versão juvenil do Homem Formiga) vende bem a natureza cada vez mais alienígena e psicótica de Brandon, enquanto Elizabeth Banks manda bem como a mãe desesperada que se recusa a ver no desastre ambulante em que o filho adotivo esta se transformando até ser tarde demais.   Mas o grande problema do filme está mesmo no roteiro escrito á quatro mãos por Brian e Mark Gunn (irmão de James Gunn, conhecido pela franquia "Guardiões da Galaxia", e que aqui assume as vezes de produtor). Não digo isso pelo filme não aprofundar todo o potencial dramático apresentado que a premissa apresentava, como uma espécie de A PROFECIA com um Superman do mal no lugar do anticristo. Podia ser um filme de monstro padrão com um moleque super poderoso, e que até podia se levar a séri como se levou (acho que se o James Gunn tivesse dirigido teria dado um ar um pouco mais satírico). O problema é que o roteiro não tem foco. Em certo momento, parece que o comportamento homícida do menino se deve a algum tipo de influência maléfica de sua natureza alienígena estimulada pela nave (o roteiro implica fortemente que o garoto foi mandado pra cá pra conquistar o planeta), mas em outros momentos  parece que o menino é só um psicopata mirim manipulador que foi corrompido pela descoberta de seus poderes. Se a intenção era criar duvida, o filme não parece fazer isso de forma intencional. Pra não falar de personagens que são inseridos como tendo certa importância na trama, e que são completamente esquecidos a certa altura, como a menina por quem Brandon é obcecado. BRIGHTBURN até consegue entreter, mas fica aquele gosto de que a ideia podia ter sido muito melhor aprofundada, seja em termos narrativos ou de puro exercício de terror mesmo. Há uma cena no meio dos créditos sugerindo a existência de outras versões mirins maléficas de heróis da DC, mas honestamente, vontade nenhuma de ver isso.       Dirigido por Terence Fisher, um dos principais nomes por trás do ciclo de filmes de terror da Hammer no fim dos anos 1950, começo dos anos 1960, este A ILHA DO TERROR (que não é da Hammer) surgia como uma produção datada já na época de seu lançamento (1966) ao tratar de uma trama envolvendo criaturas comedoras de ossos que surgem em uma ilha fruto das experiências de um cientista que tentava encontrar uma cura para o cancêr através da radiação. A presença de Peter Cushing sempre dá certo charme para um filme desses, e Fisher sabia construir a atmosfera, mas não é o suficiente pra salvar um filme que envelhecer muito mal.
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