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    • Por que eu não observo a premissa (e o filme como um todo) dentro de um vies puramente racionalista (nada de errado com isso). Em essência, é ridícula a ideia inicial de um boneco de meio metro embarcar em uma campanha de assassinato? Com certeza. Mas premissa é premissa; filme é filme. São coisas diferentes. Além disso, o filme tá ciente do absurdo da premissa, justamente ao não leva-la tão a sério (mas sem nunca cair na galhofa total). Botando a premissa dentro de um contexto, percebemos que as duas versões de "Brinquedo Assassino" são contadas inicialmente do ponto de vista de crianças, com a diferença de que no primeiro é uma criança pequena, no segundo é um pré adolescente. No caso do primeiro, eu consigo captar o sentimento de terror da premissa, a começar pela corrupção dessa figura infantil do boneco, o "amigo da criança" por uma força maligna. Seja uma tecnologia equivocada ou possessão sobrenatural, esse conceito da macula da inocência já me permite captar esse sentimento de terror, mesmo com o fator ridiculo. No papel desse menino, eu também capto sentimentos de terror pelo papel de uma uma criança que não consegue fazer os adultos cegos acreditarem, que sim, o seu boneco é o responsável por uma série de assassinatos, intensificando o isolamento dessa criança, ao ponto de que as pessoas vão preferir acreditar que ele é o responsável pela carnificina ao invés do boneco. E isso se comunica com o ridículo da premissa inicial, já que as vítimas de Chucky, em um bom numero de casos são mortas devido a ataques surpresas, por que, é claro, elas não tem motivo pra desconfiar de um boneco. Mas nós, o público, temos, e é dai que vem o suspense. Mais uma vez, usando o exemplo de Hitchcock da bomba embaixo da mesa.    Mas o que seriam fogos de artifício? Os fatores técnicos? Por que falando assim, você parece apontar que eles não são importantes , e são. E aqui, não me refiro apenas aos efeitos especiais, que são bem importantes aqui. As feições humanas que surgem no boneco sobrenatural, "deformando" o seu rosto inocente, funcionam muito melhor do que os olhos vermelhos do novo Chucky robótico. Mas falo de todo o resto, to falando de decupagem, to falando de direção de atores, to falando de montagem, to falando de trilha ou ausência de trilha. Esses elementos não são perfumaria. Esses elementos guiam a premissa, pois o terror, repito, não surge na premissa, surge na junção desses elementos. Assim, "Brinquedo Assassino" (tanto o original quanto o remake) não tenta fazer uma coisa ser outra. Ele é exatamente o que ele quer ser. Agora, se o espectador não compra a proposta de saída, ou se o filme simplesmente não funcionou com esse espectador são outros quinhentos. Dito isso, acho que nenhuma das duas versões de "Brinquedo Assassino" são grandes filmes. Mas são bons filmes, na minha opinião que cumprem bem aquilo que se propõe a fazer Mas é isso que tenho a dizer. Pra esse debate ganhar mais propriedade, você teria que assistir alguma das duas versões.
    • Phoenix salvando bezrrinhos do abateduro...que lindiu  
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    • sim, ta bem zuado e cru... mas certamente isso vai receber retoque digital nos finalmentes   BEN AFFLECK CONTA QUE ROBERT DOWNEY JR. O AJUDOU NA LUTA CONTRA O ALCOOLISMO Quando a coisa é séria, não existe rivalidade.O ator Ben Affleck tem passado por maus bocados nos últimos tempos, tanto em sua vida profissional quanto na pessoal. Sua separação da atriz Jennifer Garner (Elektra, Alias) levou a público os problemas do ator e diretor com o álcool e a depressão, coisas das quais ele não sente vergonha de admitir publicamente. Por sorte, ele teve Robert Downey Jr. para ajudá-lo nessa luta. Desde seu divórcio com a atriz, em 2017, Affleck tem empreendido seus esforços a superar esses problemas, colocando seu próprio bem estar acima de seu trabalho. Este, aliás, foi o principal motivo pelo qual ele desistiu de continuar interpretando o Batman no cinema, como afirmou em uma declaração recente. Durante esta última semana, Affleck esteve no programa Good Morning America, onde abriu o coração sobre todos os seus problemas, o que está fazendo para superá-los e quem o está ajudando nisso. Surpreendentemente, o ator mencionou dois atores da Marvel: Robert Downey Jr., que viveu o Homem de Ferro nos filmes do Marvel Studios, e Bradley Cooper, que dá voz ao Rocket Racoon em Guardiões da Galáxia: “Sabe, caras como o Bradley [Cooper] e o Robert [Downey Jr.] tem me ajudado e me apoiado muito. Eles são homens maravilhosos.” Tanto Robert Downey Jr. quanto Bradley Cooper já precisaram lidar com problemas semelhantes em suas vidas pessoais. Em 2000, Cooper se envolveu em um caso de abuso de entorpecentes, começando seu processo de cura em 2004. Já Downey Jr. fez uso de várias substâncias pesadas, algo que somado ao alcoolismo, quase destruiu sua vida e carreira. Em 2008, no entanto, ele deu a volta por cima quando conquistou o papel de Tony Stark, seguindo sua vida limpo até hoje. É bastante inspirador ver as pessoas por trás dos astros, que tanto sofreram em suas vidas com o vício e a depressão, ajudando um amigo que está passando pela mesma coisa que eles um dia passaram a superar tudo e se dar mais uma chance. Quando a coisa é séria, não há Marvel contra DC, não há Disney contra Warner. Há apenas seres humanos tentando sobreviver.     em tempo, o casorio do Affleck ruiu pq ele, alem dos vicios ja conhecidos, pegou a babá... e eu não o culpo  
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